Algumas semanas depois que o preto comeu a Sofi no carro, tentei encontrar ele de novo pra repetir a foda e, de quebra, realizar minha fantasia de ver a buceta dela bem dilatada recebendo aquela pica enorme pelo cu, mas por motivos óbvios não consegui achar ele (entre eles, eles se parecem muito, somado à escuridão da noite, não consegui gravar os traços dele, então resolvi pesquisar qual era o idioma ou dialeto dele e, graças ao tradutor do Google, consegui traduzir algumas frases caso no futuro eu tivesse a sorte de encontrar outro preto pra arrebentar o cu dela. Tentei outras noites e vários caras se serviram dos atributos e habilidades sexuais da putinha, mas eu não ia parar até alcançar meu objetivo. Depois de muitas tentativas, encontrei um deles, apliquei a mesma estratégia de sempre e funcionou pra caralho. O fato da putinha estar com os peitos de fora ajuda pra krl. Deixei ele curtir chupando e apertando as tetas dela por um tempo antes de mostrar a tela do meu celular pra indicar que ele enfiasse a pica na boca dela. Mesmo sem ter as dimensões do outro preto, a dele era bem boa. A gostosa, ao sentir a cabecinha nos lábios, colocou a língua pra fora e lambeu aquele pedaço de chocolate com gula. Desci do carro e me enfiei no espaço junto com eles pra pegar a putinha pelo cabelo e obrigar ela a enfiar mais carne. Peguei o celular de novo e coloquei na tela que, se ele quisesse comer ela, ele podia. Ele assentiu sem parar de empurrar o pedaço dele na garganta da putinha. Falei pra ela se posicionar do jeito que ela sabia e, enquanto ela se ajeitava, perguntei pro preto se ele conhecia algum dos parceiros dele que tivesse o pau maior. Ele pegou o próprio celular e escreveu que sim. Então falei pra ele primeiro comer a putinha e, quando terminasse, eu ia pedir um favor. A putinha já tava de quatro e abrindo as nádegas, esperando ser empalada. O preto apontou a pica e começou a meter com ritmo, mas de forma tranquila. Ele parecia curtir pra caralho daquele jeito, e eu deixei ele fazer. De pouquinho em pouquinho. acelerou o ritmo e os gemidos da Sofi incentivavam ele a continuar. pouco depois, ele diminuiu o ritmo e pegou o celular pra me perguntar se podia gozar dentro. eu neguei e pedi pra ele fazer nas costas dela ou na boca dela. apressado, ele escreveu que melhor na boca dela. aí eu falei pra Sofi descer do carro pra engolir a porra do novo amigo. então a puta se abaixou como se fosse mijar na rua e o negão ficou na frente dela, praticamente comendo ela pela boca. saiu uma quantidade boa de porra, tanta que a rabuda não conseguiu engolir tudo e muito escorreu pelos peitos dela. mandei ela subir no carro de novo e me falar se queria mais putaria aquela noite ou se já tava satisfeita. ela pensou enquanto limpava os peitos e eu continuei perguntando pro negão sobre o conhecido dele. ele disse que morava no mesmo apartamento que ele. depois perguntei se ele achava que o amigo também comeria a rabuda. ele disse que perguntaria por chamada... enquanto eles conversavam, entrei no carro e a Sofi tava de pernas abertas, se dedando gostoso. ela apertava um mamilo e dizia que eu era ruim, que ela precisava da ração de porra dentro. falei pra ela esperar um pouco e com sorte ela teria o que queria. desci de novo e continuei a conversa com o negão por texto. ele explicou que o apartamento onde moravam tinha estacionamento e que de noite só eles dois estavam lá, porque os outros colegas trabalhavam à noite. disse que se eu quisesse, a gente podia ir pra lá. pensei por dois segundos e respondi que tava de boa, desde que os dois comessem ela com mais força do que ele tinha feito e que eu adoraria que fizessem ela de cu. ele disse que não tinha problema. no caminho pra casa dele, ele falaria com o amigo...
Algumas semanas depois que o preto comeu a Sofi no carro, tentei encontrar ele de novo pra repetir a foda e, de quebra, realizar minha fantasia de ver a buceta dela bem dilatada recebendo aquela pica enorme pelo cu, mas por motivos óbvios não consegui achar ele (entre eles, eles se parecem muito, somado à escuridão da noite, não consegui gravar os traços dele, então resolvi pesquisar qual era o idioma ou dialeto dele e, graças ao tradutor do Google, consegui traduzir algumas frases caso no futuro eu tivesse a sorte de encontrar outro preto pra arrebentar o cu dela. Tentei outras noites e vários caras se serviram dos atributos e habilidades sexuais da putinha, mas eu não ia parar até alcançar meu objetivo. Depois de muitas tentativas, encontrei um deles, apliquei a mesma estratégia de sempre e funcionou pra caralho. O fato da putinha estar com os peitos de fora ajuda pra krl. Deixei ele curtir chupando e apertando as tetas dela por um tempo antes de mostrar a tela do meu celular pra indicar que ele enfiasse a pica na boca dela. Mesmo sem ter as dimensões do outro preto, a dele era bem boa. A gostosa, ao sentir a cabecinha nos lábios, colocou a língua pra fora e lambeu aquele pedaço de chocolate com gula. Desci do carro e me enfiei no espaço junto com eles pra pegar a putinha pelo cabelo e obrigar ela a enfiar mais carne. Peguei o celular de novo e coloquei na tela que, se ele quisesse comer ela, ele podia. Ele assentiu sem parar de empurrar o pedaço dele na garganta da putinha. Falei pra ela se posicionar do jeito que ela sabia e, enquanto ela se ajeitava, perguntei pro preto se ele conhecia algum dos parceiros dele que tivesse o pau maior. Ele pegou o próprio celular e escreveu que sim. Então falei pra ele primeiro comer a putinha e, quando terminasse, eu ia pedir um favor. A putinha já tava de quatro e abrindo as nádegas, esperando ser empalada. O preto apontou a pica e começou a meter com ritmo, mas de forma tranquila. Ele parecia curtir pra caralho daquele jeito, e eu deixei ele fazer. De pouquinho em pouquinho. acelerou o ritmo e os gemidos da Sofi incentivavam ele a continuar. pouco depois, ele diminuiu o ritmo e pegou o celular pra me perguntar se podia gozar dentro. eu neguei e pedi pra ele fazer nas costas dela ou na boca dela. apressado, ele escreveu que melhor na boca dela. aí eu falei pra Sofi descer do carro pra engolir a porra do novo amigo. então a puta se abaixou como se fosse mijar na rua e o negão ficou na frente dela, praticamente comendo ela pela boca. saiu uma quantidade boa de porra, tanta que a rabuda não conseguiu engolir tudo e muito escorreu pelos peitos dela. mandei ela subir no carro de novo e me falar se queria mais putaria aquela noite ou se já tava satisfeita. ela pensou enquanto limpava os peitos e eu continuei perguntando pro negão sobre o conhecido dele. ele disse que morava no mesmo apartamento que ele. depois perguntei se ele achava que o amigo também comeria a rabuda. ele disse que perguntaria por chamada... enquanto eles conversavam, entrei no carro e a Sofi tava de pernas abertas, se dedando gostoso. ela apertava um mamilo e dizia que eu era ruim, que ela precisava da ração de porra dentro. falei pra ela esperar um pouco e com sorte ela teria o que queria. desci de novo e continuei a conversa com o negão por texto. ele explicou que o apartamento onde moravam tinha estacionamento e que de noite só eles dois estavam lá, porque os outros colegas trabalhavam à noite. disse que se eu quisesse, a gente podia ir pra lá. pensei por dois segundos e respondi que tava de boa, desde que os dois comessem ela com mais força do que ele tinha feito e que eu adoraria que fizessem ela de cu. ele disse que não tinha problema. no caminho pra casa dele, ele falaria com o amigo...
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