Uma noite de "mamis solteiras"...

Lembram daqueles primeiros dias/semanas depois do lockdown por causa do coronavírus? Que delícia que foi recuperar a liberdade. Quanta coisa surgia de dentro da gente, querendo aproveitar tudo que desse. A gente era como adolescente descobrindo o mundo.

Vou contar de novo o que rolou naquela vez, porque acho que é uma história que vale a pena ser lida. Quem me contou foi a Andrea, minha mulher. Aconteceu naqueles dias. E eu penso: é algo compreensível, principalmente depois de passar aquele ano tão adiado, em muitos sentidos, por causa da pandemia.

A parada é a seguinte: desde que nossos filhos entraram no jardim de infância, começou a se formar um grupo de amigos entre os pais, que com o tempo foi se fortalecendo. Mas, principalmente, entre as mulheres. Hoje em dia, acho que é comum a todo mundo perceber que, em qualquer encontro feminino, logo rola uma comunhão, um apoio de grupo, que em outras épocas não era tão comum.

Enfim, elas chamam de: a noite das mães sozinhas. E é algo que se explica por si só. Uma noite de vez em quando, escolhem um lugar pra se encontrar e, livres dos filhos e maridos, se preparam pra curtir o momento, conversando, bebendo e jantando. Mas, pelo que sei, principalmente conversando e bebendo...

Com a Andrea não guardamos segredos, por isso, depois de cada um desses encontros, eu ficava sabendo de tudo... Tanto das outras "mães" quanto dos "pais". Chifres, putarias, exageros, fantasias... Num certo ponto do encontro, soltas pela bebida, todas se confessam, ou melhor, soltam a língua demais. No geral, contam coisas que geram uma repercussão imediata, embora não passem muito do que qualquer um faria. Mas nunca tinha rolado o que aconteceu naquela noite... Realmente, eu queria ter sido testemunha da situação.

Dessa vez, depois de tanto tempo sem se ver, aproveitando a liberação do governo pra poder se encontrar, elas decidiram, quase na hora, voltar a ter uma "noite de mamis solas". A Andrea ofereceu a casa que, mesmo pequena, já dava conta do recado, e em poucas mensagens no WhatsApp já tinham umas 10 confirmadas.

Peguei os moleques e fui passar a noite na casa dos meus velhos, pra deixar o espaço livre e não ter que ficar de olho até a reunião acabar. A noite tava linda, limpa e fresquinha, depois de um dia meio quente. E saí bem na hora que vi a Marina chegando.

Marina deve ser a mais nova do grupo. Nova de idade, porque, por onde você olha, ela é toda esculpida em proporções generosas. Deve ter uns 29 anos, é uma morena simpática, com cabelos longos e selvagens, e um lado raspado. Tem uns tatuagens coloridas. Geralmente usa vestidos de cores fortes que destacam as curvas. Dessa vez, tava com um verde e preto, meio solto em cima, dando pra apreciar o balanço dos peitos quando ela andava. Pra completar, quando vi ela chegando pela calçada, ela deu uma corridinha pra eu esperar com a porta aberta. Meu Deus! Além disso, a Marina teve um bebê há pouco tempo e não sei se ainda tá amamentando... O que sei é que esses peitos tão explodindo. E a filha da puta nunca usa sutiã.

Nos cumprimentamos mantendo uma distância segura, trocamos umas palavras, perguntei pelo parceiro, pelo bebê, e deixei ela passar pra, disfarçadamente, dar uma olhada naquela bunda linda: grande, mas bem firme. Pena que o vestido, mesmo curto, não era justo... Lembro de ter visto ela mais de uma vez de legging, em reuniões da escola, se abaixando pra fazer alguma atividade comum de pais, e... Por favor, que bunda gostosa! Impossível não querer morder aquela carne...

Bom, até aqui eu fui testemunha. Deixei a Andrea em casa com a Marina e fui embora. O resto foi a minha mulher que me contou no dia seguinte. A reunião rolou no Sala. Na verdade, o apartamento é pequeno, tem só um cômodo aberto, com a cozinha num canto, a sala no centro e a cama, onde eu e a Andrea dormimos, no outro canto. No caminho pro banheiro fica o único outro quarto da casa, onde as crianças dormem.

Parece que, no começo, a coisa foi meio que um fiasco. Porque além da Andrea e da Marina, só apareceram mais três mamães e o resto desistiu: que tavam com um pouco de medo por causa do vírus... que, no fim, o marido não podia ficar com os filhos... que não sei que imprevisto... e por aí vai.

Pra piorar, das três que chegaram depois, só uma, a Eliana, veio com tempo pra ficar. As outras foram embora bem cedo.

A questão é que, no auge da noite, só ficaram três: a Andrea (minha mulher), a Marina (a que eu contei) e a Eliana.

A Eliana é uma das mais próximas, do grupo, da minha mulher. É que as duas tão mais perto dos 40 do que as outras. Ela é meio baixinha, bundinha bonita, cabelo curto, sorriso contagiante. O mais sugestivo nela é o olhar. Ela tem olhos lindos, misteriosos... e uma boca carnuda daquelas que despertam a imaginação. A Eliana é daquelas pessoas que, quando você começa a conversar, de repente surgem papos profundos. Ela passa confiança. Além disso, é uma gatinha que tem uma cara de boa... Ela é super tranquila, passa uma sensação de paz. Não se estressa com nada. Até parece uma pessoa tímida.

Mas, pelo que entendi, nem sempre foi assim...

Segundo minha mulher me contou, a Eliana foi contando, nessas reuniões, coisas do passado dela, que deixaram mais de uma de boca aberta.

Parece que 20 anos atrás ela era bem louca. Digamos que ela gostava de experimentar coisas e isso levou ela a viver situações, aventuras, excessos que, ao contar, mais de uma ficou vermelha.

Enfim, uma certeza, dessas noites de mamães sozinhas, era alguma anedota, alguma história da Eliana, onde ela mostrava uma imagem tão contrastante com o presente dela. Hoje em dia, ela tá separada faz um ano e não sei se alguma dessas histórias que vieram à tona tinham ou não a ver com isso. Era umas duas da manhã, já só tinham sobrado as três mamães e umas duas ou três garrafas de cerveja. Tinham bebido umas nove ou dez, se não me falha a conta. Todas estavam bem alegres e soltas, já tinham se acabado de rir de tudo, já tinham detonado os parceiros ou ex-parceiros e também as ausentes... Mas não se conformavam em parar de aproveitar aquele momento único de tranquilidade. Queriam continuar saboreando aquela sensação de se sentirem só mulheres. Mulheres; e não mães, não esposas, não parceiras... Marina tirou um baseado bolado de flor da própria plantinha e começou a rodar. E a coisa foi ficando um pouco filosófica, meditativa... Era a hora das grandes reflexões... Eliana, olhando meio pro nada, disse: — Meninas... Vocês não fazem ideia do bem que me faria uma pica por esses dias... As outras começaram a rir e ela também, mas meio que se sentiu na obrigação de se explicar: — Kkkk. Mas sério. Desde que me separei, nada. Juro pra vocês. Nada! E já faz mais de um ano. Mas o que eu posso fazer, entre os caras e a pandemia. Tô com um tesão danado... Minha mulher responde: — Kkkk. Eli, você é demais. Kkk, é demais... — e um tempinho depois, quando já tinham se acalmado de rir — Mas sério, Eli, faz tempo que não... Imagino que sozinha, à noite, você dá um jeito de alguma forma... — Lógico! E você não sabe como... — respondeu Eliana — Tenho brinquedos, tudo. Mas não é a mesma coisa... Tipo, sim, eu alivio. Mas tá me faltando algo... O calorzinho... O gostinho na boca... A sensação de que alguém curte por mim, que posso dar prazer e também receber... — Para, doida! Que vai me deixar com tesão também... — Disse, de repente, Marina, a mais feminina das três. — Eu também, desde que o bebê nasceu, tô meio deixada de lado nesse aspecto. E o gordinho já vai fazer dois anos... — Mas por quê, Mari? Com seu parceiro você não tá bem? — pergunta Andrea. E dando uma tragada longa no porra, Marina responde: "Não é que a gente esteja mal... É que não rola nada. Sei lá. Será que é a quarentena? Que sei eu... talvez seja por causa do bebê que ainda é pequeno, mas Bruno, meu parceiro, passa o dia inteiro com ele e a menina, e à noite me diz que tá cansado... acho que ele me evita um pouco... Não sei. Deve ser que depois que tive o bebê não recuperei o corpo que tinha..." — "Mas o que você tá dizendo?" — Eliana cortou na hora. "Se você tá um tesão. Olha essas tetas que você tem. Além disso, já quase voltou ao peso que tinha, não? Te digo, pra mim você tá mais gostosa agora do que antes..." — "Filha da puta! Vou acreditar no que você tá falando se você tá mais no pêlo que uma chaleira? Kkkk. Tá querendo me levantar, Eli? Tá tão no cio assim?" — responde Marina, se divertindo com a situação. — "Não, idiota... Você é idiota, hein! Tô falando sério. Objetivamente. Mas... tenho minhas histórias sobre isso..." — respondeu Eliana, criando um clima de mistério.

Aí a risada deu uma diminuída. Mais uma vez, Eliana e uma história do passado dela tinham roubado a atenção. As outras duas olharam pra ela com cara de pura curiosidade. "Fala, Eli. Solta aí. O que rolou?" disseram. Eliana alongou um pouco o momento, gostava de brincar com o tesão das outras duas. Finalmente falou: "Meninas, isso eu conto pra vocês porque tem confiança. Não quero que as outras pensem qualquer merda e saiam contando... Não é que tenha nada de errado, mas, sinceramente, ficar contando as coisas que fiz por aí só me deu dor de cabeça..." — "Fala, idiota." — apressou Marina, super interessada — "Você comeu uma novinha ou não? Kkkk."

Andrea observava a situação com um certo receio. Às vezes se perguntava até onde era bom saber das coisas dos outros. Mas, ao mesmo tempo, sentia uma certa curiosidade... Algo dava um frio na barriga.

Eliana olhou fixo pra Marina e disse: "Se eu comi uma..? Nãooooo. Foram várias..."

Todas caíram na gargalhada, foi como comemorar um gol. Na hora, incentivaram ela a continuar. Eliana continuou contando. "Foi há um tempo, nada demais. Não é que eu arranjei uma namorada nem nada. Mas tava com curiosidade e fui experimentar. Foi uma fase gostosa... Cheguei a morar num apartamento com mais três minas, todas do interior, que estudavam na mesma faculdade que eu. E as três topavam a parada! Era uma loucura. Um verdadeiro putero aquele apartamento. Naquele semestre não passei em muitas matérias, mas me diverti... muito, muuuuito. As minas tinham mais experiência que eu, elas me iniciaram. Mesmo assim, toda vez que eu chupava elas, me elogiavam. Como eu fazia aquelas vadias gemer! Diziam que eu era a melhor. Kkkk. Adorava fazer aquilo..."

Andrea e Marina olhavam pasmas. Os olhinhos de Marina brilhavam, não sei se era do baseado ou o quê. Mas de repente, beliscando uma das tatuagens no braço, ela se confessou: - Eu uma vez beijei uma mina... Não passou disso, mas a lembrança ficou... - ao dizer, passou a mão nos lábios. - É como se estivesse guardado aqui. A verdade é que as mulheres beijam com muito carinho... - Exato. - respondeu Eliana, falando da própria experiência - e não são só os beijos que são mais carinhosos... Quando te chupam... É maravilhoso... Porque... pensa: você sabe bem onde e como gosta, imagina que uma mulher conhece perfeitamente o lugar e a pressão exata pra gerar prazer... - Para, doida...! Para! Que sempre me arrependi de não ter ido além naquela vez. E agora você me fala isso e sinto que tô me molhando. Kkk. - disse Marina, mas a risada já era um pouco mais nervosa.

Sentada numa cadeira, descalça, com o vestido curto, preto e verde, ela tinha levantado uma das pernas e coçava o joelho. De vez em quando, conforme o movimento que fazia, dava pra ver a calcinha. Eliana não tirava os olhos dela e Marina sustentava o olhar. Depois de alguns segundos de silêncio, mas sem desviar o duelo visual, foi Marina quem perguntou pra minha mulher: - E você, Andrea? Como tá na quarentena? Daria curiosidade de experimentar...? Minha mulher sentia a tensão que tinha se criado no clima. Assustava ela um pouco. Não sabia bem o que dizer. Nunca tinha fantasiado abertamente com outra mulher. Não tinha histórias sobre isso. Mas é verdade que o corpo feminino a atraía. Muitas vezes, quando se masturbava vendo pornô, se pegava olhando mais o corpo da mulher do que o do homem. Gostava de ver vídeos de minas se masturbando...

— Eu, por sorte, sou bem tratada na cama. Não tenho do que reclamar. Mas, com outra mulher, nunca tive nada... — disse pra elas.

— E por quê? Nunca deram em cima de você? Você é uma gatinha mais que atraente... — perguntou, na hora, Eliana.

— Não... Nunca... Bom, acho que não.

— E se dessem em cima? Se aparecesse a oportunidade? O que você faria? Toparia experimentar...? — continuou interrogando, bem séria, Eliana, semicerrar os olhos enquanto olhava pra ela.

A pergunta tão direta fez o coração de Andrea acelerar. Pensava numa resposta, mas não sabia o que dizer. A cabeça tava a mil. Já o corpo dela falou por si. O calor subiu de repente e ela sentiu a umidade brotar na buceta.

Marina, querendo retomar o controle da conversa, e sem parar de mexer as pernas, perguntou pra Eliana:

— E me diz, Eli... Você tá realmente querendo uma pica, como disse, ou estaria disposta a reviver aquelas lembranças dos tempos da faculdade...?

Rápida, Eliana respondeu, olhando ora pro rosto, ora pras pernas dela:

— Já te falei que o que eu sinto falta é do calor... e do sabor... De poder receber e dar prazer... E pra dar prazer, já te contei, sou muito boa...

Ao ouvir a resposta, Marina semicerrrou os olhos e mordeu o lábio. Sem perder tempo, interpretando o gesto como um convite, Eliana levantou da cadeira e se aproximou dela. Se olharam fixamente por um segundo e começaram a se beijar. Marina sentada na cadeira e Eliana, que era mais baixinha, de pé ao lado, levemente inclinada. Se beijaram suave primeiro. Quase só roçando os lábios. Ganhando Intensidade, beijo após beijo. Marina fechava os olhos e se deixava levar pela experiente Eliana. Já dava pra ver as línguas e a mistura de saliva entre as bocas, ouvia as respirações ofegantes. Com as mãos, Eliana procurou os peitos de Marina e os tirou para fora do vestido. Os dois peitões caíram pesados para fora. Eram realmente de um tamanho notável. Ela os acariciou e beliscou, enquanto Marina gemia e mordia ou chupava a boca dela. Andrea observava tudo, absorta. Não sabia o que fazer, se deixava as duas sozinhas ou continuava olhando. Sentia o calor tomando conta da pele. Os peitos de Marina ainda estavam cheios e, estimulados pela massagem que as mãos de Eliana davam, logo liberaram umas gotas grossas e brancas dos bicos. Ao sentir os dedos molhados, Eliana não hesitou: se abaixou na frente da amiga e começou a lamber. O leite, às vezes, saía em pequenos jatos que molhavam o rosto dela. E enquanto Marina curtia os carinhos da amiga e Eliana, sorrindo, bebia daqueles peitos, Andrea, sem se conter diante da cena excitante que testemunhava, meteu a mão na calcinha e começou a se tocar. Ansiosa, Marina levantou as pernas e apoiou os dois pés na cadeira, abrindo os joelhos e deixando à mostra uma calcinha encharcada, como que provocando Eliana a dar o próximo passo, se entregando de vez à experiência. Eliana a levantou e tirou o vestido dela. Pegou na mão dela e juntas foram até o outro lado do quarto, onde estava a cama. Marina se deitou, apoiada nos cotovelos, e tirou a calcinha. O tempo todo olhando para Eliana. Abriu as pernas, convidando a amiga a aproveitar dela. Eliana respondeu na hora. Se aproximou e tocou suavemente, abrindo os lábios, separando eles. Dava pra ver o quanto ela estava incrivelmente molhada. Depois, pareceu cheirar um pouco antes de aproximar a língua e passar de baixo pra cima. Arrancando os primeiros gemidos de Marina, que levou as mãos até a amiga e acariciava os bochechas e o cabelo, agradecida.
– Você gosta. Não é? – perguntava Eliana, enquanto não parava de lamber.
– Você imaginava que hoje à noite ia acabar chupando ela..?
– Ah, não. Mas... Adoro...! Mmmnmmn! Que delícia que é, Eli...!

Andrea, da cadeira dela, não conseguia parar de olhar e de se tocar. Nunca tinha imaginado aquela cena. Nunca tinha pensado que uma situação assim ia deixá-la tão excitada. Os dedos dela fuçavam, sem parar, a buceta dela, lubrificada, pulsando e quente.

Eliana continuava se deliciando apaixonadamente entre as pernas da amiga, que, a cada momento, gemia mais e mais alto. Marina acariciava os próprios peitos molhados do próprio gozo e não tirava os olhos da amiga, parecia excitá-la muito ver ela se apossar, com língua e dedos, da pussy dela.

Com muita dedicação, uma enorme ternura e uma experiência notável, Eliana conseguiu levar Marina a um orgasmo incrível. Fez ela gritar, xingar, agarrá-la com força. Tirou ela de si. Levou ela a um delírio extremo.

Andrea não perdeu um segundo daquela sequência quente. Depois do orgasmo, as garotas, se olhando, soltaram uma risada cúmplice, liberando a tensão que tinha se gerado tão espontaneamente naquele clima de amizade. Depois Marina se deitou na cama e suspirou: "Que delícia que foi! Você me destruiu!" E aí se interessou pela minha mulher, que ainda estava na cadeira, com a mão escondida debaixo da calcinha. "Ah, Andre... Você tem que experimentar...". Ao dizer isso, Eliana virou a cabeça e olhou para Andrea. Sorriu pra ela e fez um gesto de que estava pronta...

Minha mulher ficou de cabeça quente, não sabia se ia conseguir, mas, quase sem perceber, tinha se levantado e estava indo para a cama, na frente da qual Eliana a esperava ainda ajoelhada.

Andrea sentou na cama, de frente para a amiga. Que olhou pra ela e devagar, sem querer forçar, foi se aproximando até sentir que era bem-vinda. Se beijaram primeiro, quase repetindo a situação da qual acabava de ser testemunha. Isso impactou a Andrea: sentir nos lábios e na língua da Eliana o que ela entendeu ser o gosto dos fluidos da Marina. Era algo novo. Estimulante. Ela sentiu uma forte sensação de união com as amigas ali. E isso a estimulou a querer provar mais. Passou a língua pelos lábios, como se fosse um animal bebendo. Depois se deitou na cama, abriu as pernas e se entregou à amiga. No mesmo instante em que sentiu a língua da Eliana explorando ela, a Marina, deitada ao lado, se aproximou para beijá-la. Se beijaram ternamente, minha mulher disse: "Tô com todo o gosto da sua buceta na minha cara. Você sente?" E a amiga, emocionada, respondeu: "Sinto... E adoro". Andrea respondeu com um sorriso: "Eu também..." e continuaram se beijando, enquanto minha mulher começava a se contorcer de prazer. Mas a Eliana, a geradora dessa situação tão peculiar, também queria aproveitar. Depois de tirar toda a roupa, se acomodou em cima da minha mulher, num 69, e sem parar de lamber a buceta dela, apoiou a própria buceta no rosto da minha mulher. Com fervor, começou a se esfregar nela. Andrea queria retribuir a sensação pra amiga, mas era ela, a Eliana, que se esfregava à vontade na boca da Andrea. Os corpos quentes das duas se apertavam, enquanto a Eliana, com maestria, decidia sobre o prazer que dava e o que sentia. Os gemidos foram aumentando de volume. Num momento, a Eliana, desesperada, gritou: - Por favor... Agora! Chupem meu cu... Por favor...! Minha mulher estava com ela por cima e sentia a língua penetrando a buceta da amiga. Então a Marina se aproximou, separou as nádegas dela, e começou a tentar alcançar com a língua o buraco da Eliana. Num breve olhar, a Andrea viu como a amiga se esforçava pra lamber e abrir o cu, com muita vontade, enquanto os peitos dela escorriam porra. Com uma mão, a Andrea, sem deixar de se concentrar no prazer que dava com a boca nem no que recebia na buceta, começou a tocar a Marina. Enfiou os dedos e Acariciou o clitóris dela. A situação era caoticamente linda. Os três corpos, nus, suados, banhados em fluidos, entrelaçados num único amontoado, onde os cheiros e os gemidos se confundiam, onde todas estavam dando prazer a mais de uma... A sensação de comunhão foi total e o orgasmo chegou, forte, para todas, ao mesmo tempo... Naquela noite, as três exaustas dormiram abraçadas na cama. A mesma em que durmo todas as noites. De manhã cedo, a Marina foi cuidar do bebê dela. A Eliana ficou mais um tempinho pra tomar café. Elas conversaram sobre a loucura do momento e decidiram repetir mais vezes, agora que dá, aquelas "noites de mães sozinhas". — Podíamos chamar a Victoria na próxima, aquela loira tem cara de quem tá precisando de um carinho... — disse uma delas, piscando o olho. E as duas riram, cúmplices. Valeu por chegar até aqui. Se você curtiu (ou não) a história, ou se algo te excitou, peço um comentário. No @martinfcd aqui na poronga você encontra mais contos que publiquei.

11 comentários - Uma noite de "mamis solteiras"...

Lessi_ +1
Cuantas necesitamos noches solas, un recreo de la vida diaria 👏👏💅
@Lessi_ que pena. Igual te voy a leer.
Lessi_ +1
@martinfcd gracias, quizas asi me anime y escriba alguna otra de mis cosas ❤️❤️😘
@Lessi_ animate. La verdad es que las historias que leí tuyas (y pienso leerlas todas) me gustaron. Creo que tenés muy buen ojo para elegir los momentos y situaciones que relatas.
Tremendo relato
Tal cual. Que situación! Cómo me hubiera gustado ser testigo. Gracias por comentar.
Muy caliente! Ojalá haya 2da parte
Seguro hay segunda parte, lo que no sę es si mi mujer me la contará o no...
Tremendamente excelente van 10 y espero continuación
Gracias. Ojalá me cuente más mi mujer, sé que pasaron cosas, pero por algo se las está reservando.
hvs33 +1
Que calentura me agarré...
Y yo cada vez que me acuerdo de esta historia... Gracias por comentar.
Casi que acabo sin tocarme de lo caliente que me dejó
Lo mismo me dijo mi mujer cuando empezó la situación que conté. Gracias x comentar.
Excelente relato. Gracias por compartirlo.
Gracias a vos por comentar. La verdad es que yo también lo disfruté mucho.
En una reunion de mamis despues de la restricción y con una calentura de hacer algo prohibido ajeno a sus por pareja, esposos, se armo sin querer una situación sin planearlo una cgidas hermosas entre ella. Seguro que hay mas y nas exitantes. Ojala tu
Tal cual lo describis. Imagínate lo harta que estaban las mujeres de sus parejas que buscaron contención en sus amigas. Y que viva la amistad! Gracias por el resumen.
Ojala tu sra te cuente. Van puntos
Pasó. La cuestión es que es tan caliente la situación que se dió que me cuesta mucho escribirla.