Foi num verão, eu tava no casamento de um amigo na serra e, por ter bebido demais e terminado com a minha mina, acabei sem ter como voltar pra casa. Além disso, tava prestes a cair uma tempestade forte. Eu, xingando tudo, vejo que tem um cara grandão que eu conhecia, mas não tinha muita intimidade. Mesmo assim, fui perguntar se ele tava indo pra capital e se podia me levar, já que eu não tinha como voltar. Ele aceitou na hora, sem nem pensar, e como a festa já tava acabando e pra tentar evitar a tempestade, a gente saiu.
Umas 20 ou 25 minutos depois de sair, a gente vinha conversando e comentando sobre o casamento. Ele se chamava Oscar, tinha 43 anos, mas não parecia. Aí desabou uma tempestade fortíssima. Quando passamos por um posto de gasolina, furou um pneu e quase fomos pro saco. O carro foi pro acostamento, mas por sorte não aconteceu nada, nem com o carro nem com a gente. Depois do susto, a gente pensou e não teve jeito. Tinha que voltar andando debaixo da tempestade até o posto pra pedir ajuda. E foi o que fizemos. Ficamos completamente encharcados até chegar. Explicamos a situação e o cara disse que até a tempestade dar uma trégua, o guincho não ia vir, e nos ofereceu um quarto que tava disponível. O único problema é que só tinha uma cama de casal. Eu, a princípio, não tava nem aí, mas o Oscar recusou no começo e me falou baixinho, com um tom meio envergonhado:
Oscar: — É que quando eu durmo com alguém, durmo abraçado. Faço isso dormindo, é tipo um instinto, e não quero te deixar nervoso nem te incomodar...
E ficou me encarando. Eu respondi pra deixar ele tranquilo:
Eu: — Sem problemas, te dou um cotovelo ou algo assim pra você virar pro outro lado, mas fica suave, não me incomoda.
A gente acabou pegando o quarto e foi pra lá. Aí eu percebi que ninguém tinha roupa seca e a gente ia ter que dormir pelado. Até que o clima ajudava, mas o que incomodava era a falta de intimidade. Percebi que ele também notou a mesma coisa. E o Oscar comentou: Sabendo que vou dormir pelado... não tem outro jeito. Eu: - é, verdade. Vou tomar um banho. Respondi sem dar muita importância. Tomei um banho caprichado, deixei a roupa o mais esticada possível em alguns cabides do guarda-roupa. Assim que saí, ele foi tomar banho, lá estava ele pelado, fazendo a mesma coisa com a roupa dele. Enquanto ele ia tomar banho, eu me deitei. Oscar é um cara grandão, uma cabeça mais alto que eu, ombros largos, bem peludo, barbudo, com barriga mas não super gordo, pernas grossas. Eu liso de cima a baixo, quase não tenho pelo além da cabeça e o pouco que sobra eu raspo. Deitei do lado direito, de bruços, levantando a perna direita semi flexionada quase na altura da cintura, e quase na hora apaguei. Mas depois de um tempo, sinto uma pressão contra mim, era Oscar quase em cima de mim. Ele tinha me abraçado, parecia dormindo, quase prendendo meus braços, uma perna cruzada que travava a minha, mas isso não me incomodava tanto. Era a pica entre minhas nádegas que me deixava desconfortável, porque mesmo não estando dura, também não estava morta de vez. Dei um leve cotovelo nele e ele nem reagiu, repeti e a mesma coisa. Tentei mexer a bunda e parecia que eu estava encaixando a pica bem na entrada do cu, e quanto mais eu me mexia, mais dura sentia que ficava. Embora eu não soubesse se era por nervosismo, mas a minha também estava endurecendo, a adrenalina do momento jogava contra mim. Mesmo assim, continuei mexendo a bunda e a pica dele ficava cada vez mais dura. Aí notei o quanto era grossa e sussurrei, por causa do desconforto: - Oscar... Oscar... levanta... Oscar. Ele continuou sem responder. Levantei um pouco a voz e continuei igual. Repeti umas quantas vezes mais e nada. Ele estava com a pica tão dura que roçava nas minhas bolas. Num momento, parecia que ele se mexia para trás, mas só se afastou um instante de um jeito que a pica "lambeu" meu cu, passando de baixo para cima, deixando a pica entre minhas nádegas. Modo "pancho" e eu sentia como ele pulsava de tão duro que tava. Além disso, de vez em quando ele ia e vinha levemente com o quadril e a piroca roçava bem na minha bunda. Quando pensei que não dava pra ficar mais desconfortável, ele se levanta exaltado como se tivesse percebido e vai pro outro lado rápido, começando a pedir desculpa. Eu, pra não deixar a situação mais estranha, finjo que tô dormindo. Passa um tempo e não rola nada, tentei pensar em outra coisa e já era sessenta o cansaço e a cachaça que tava no corpo, e acabei dormindo. Acordo de novo e sou eu quem tô deitado de lado encostado no peito dele, com meu braço esquerdo cruzado sobre a barriga dele, ele de barriga pra cima, enquanto ele me abraçava por baixo do corpo com a mão direita, pressionando levemente contra mim. Eu tentava não fazer nenhum movimento brusco e fingir que ainda tava dormindo. Enquanto isso, ele pega minha mão esquerda que tava cruzada e leva sem disfarce pra piroca dele, que já tava durona — aí eu percebi o grossa que era —, ele ajusta minha mão e começa a se masturbar com a minha mão. Eu fiquei paralisado, sem reação. Depois de um tempo, a mão direita dele desce pelas minhas costas e começa a apalpar uma das minhas nádegas. Depois de uns minutos, onde dava pra ouvir a respiração dele ficando ofegante, ele fala num tom alto e autoritário, como uma ordem: "Óscar, chupa ela até não aguentar mais, já!" E antes que eu reagisse ou pudesse recusar, ele solta minha mão e, pela nuca, me empurra até a piroca, enquanto com a mão direita levanta minha bunda, ficando eu perpendicular a ele, com a cabeça direto na piroca dele. Com a mão esquerda, ele apontava a piroca pra minha boca, e com a direita fazia pressão na minha nuca pra eu começar a chupar. Depois de várias tentativas e sob a ordem constante de "você sabe que gosta, não resiste", eu comecei a chupar. Mal cabia, mas ele não me deu trégua: assim que tava na boca, passou a pressionar minha nuca com a esquerda e a direita desceu pra minhas nádegas de novo, que começou a massagear. freneticamente. De vez em quando, entre um gemido e outro, dava alguma ordem de como eu devia chupar "assim, continua" "usa os lábios" "quando eu pressionar a nuca, você lambe de cima pra baixo" "que lindo". Num momento, ele levanta minha cabeça e late os dedos da mão direita e ordena de novo Oscar: — chupa eles bem, babá eles, assim... assim, vai, continua. Depois de uns minutos, ele enfia a pica de novo na minha boca e ordena com um tom autoritário de novo Oscar: — continua sozinho, mas chupa bem que você adora. Assim eu continuei, sem saber por que obedecia, eu chupando ele enquanto com a mão direita agora babada ele começava a dedar meu cu e eu, toda vez que tentava tirar a cabeça pra recusar, ele afundava de novo e comentava já com um tom morboso e excitado Oscar: — continua chupando que hoje você não escapa, sabe como vai ficar essa bunda! Os dedos dele entravam e saíam com força do meu cu. E a mão dele na minha nuca fazia eu ter ânsia quase sem parar. Ficou assim um bom tempo, pressão no meu cu, pressão na minha nuca, entre um gemido e outro. Até que ele comenta ofegante mas com tom de ordem Oscar: — o primeiro você vai engolir tudo, mas tudo porque eu tô explodindo, tenho os ovos que tão explodindo de porra. Ele tirou a mão da minha nuca e me jogou pro lado de costas e sentou no meu peito e começou a se masturbar na maior velocidade e força que conseguia. Enquanto me ordena de novo excitado e acelerado Oscar: — você engole tudo... não quero ver nem uma gota... abre bem a boquinha... essa boquinha que a partir de hoje é minha... E antes que eu reagisse, ele começou a soltar um jato de porra direto na minha boca e, logo depois, enfiou a pica até a garganta enquanto se deitava e bombava. Eu, com ânsia atrás de ânsia, tentava engolir, mas era um monte de porra. Ficou assim um minuto ou dois até que ele se sentou de novo, já recuperando a respiração, e comentou Oscar: — você é obediente... vai ser minha putinha oficial... é... minha vadia oficial. Terminou com uma frase num tom super. Morboso. E começou a se masturbar de novo até ficar duro outra vez, e volta a comentar no mesmo tom, Oscar:
— Vamos pro round 2 e ver se essa sua bunda também é obediente.
Ele se deita de lado e me posiciona de um jeito que minhas pernas ficam nos ombros dele, e aí percebo que eu tava completamente duro. Ele nota e comenta, Oscar:
— Epa, esse pau duro me diz que você adora a ideia de ser minha putinha.
Eu tava com a mandíbula toda travada e dolorida, ainda cheia de gosto de porra. Tentava negar, mas não conseguia articular uma palavra. Continua...
Umas 20 ou 25 minutos depois de sair, a gente vinha conversando e comentando sobre o casamento. Ele se chamava Oscar, tinha 43 anos, mas não parecia. Aí desabou uma tempestade fortíssima. Quando passamos por um posto de gasolina, furou um pneu e quase fomos pro saco. O carro foi pro acostamento, mas por sorte não aconteceu nada, nem com o carro nem com a gente. Depois do susto, a gente pensou e não teve jeito. Tinha que voltar andando debaixo da tempestade até o posto pra pedir ajuda. E foi o que fizemos. Ficamos completamente encharcados até chegar. Explicamos a situação e o cara disse que até a tempestade dar uma trégua, o guincho não ia vir, e nos ofereceu um quarto que tava disponível. O único problema é que só tinha uma cama de casal. Eu, a princípio, não tava nem aí, mas o Oscar recusou no começo e me falou baixinho, com um tom meio envergonhado:
Oscar: — É que quando eu durmo com alguém, durmo abraçado. Faço isso dormindo, é tipo um instinto, e não quero te deixar nervoso nem te incomodar...
E ficou me encarando. Eu respondi pra deixar ele tranquilo:
Eu: — Sem problemas, te dou um cotovelo ou algo assim pra você virar pro outro lado, mas fica suave, não me incomoda.
A gente acabou pegando o quarto e foi pra lá. Aí eu percebi que ninguém tinha roupa seca e a gente ia ter que dormir pelado. Até que o clima ajudava, mas o que incomodava era a falta de intimidade. Percebi que ele também notou a mesma coisa. E o Oscar comentou: Sabendo que vou dormir pelado... não tem outro jeito. Eu: - é, verdade. Vou tomar um banho. Respondi sem dar muita importância. Tomei um banho caprichado, deixei a roupa o mais esticada possível em alguns cabides do guarda-roupa. Assim que saí, ele foi tomar banho, lá estava ele pelado, fazendo a mesma coisa com a roupa dele. Enquanto ele ia tomar banho, eu me deitei. Oscar é um cara grandão, uma cabeça mais alto que eu, ombros largos, bem peludo, barbudo, com barriga mas não super gordo, pernas grossas. Eu liso de cima a baixo, quase não tenho pelo além da cabeça e o pouco que sobra eu raspo. Deitei do lado direito, de bruços, levantando a perna direita semi flexionada quase na altura da cintura, e quase na hora apaguei. Mas depois de um tempo, sinto uma pressão contra mim, era Oscar quase em cima de mim. Ele tinha me abraçado, parecia dormindo, quase prendendo meus braços, uma perna cruzada que travava a minha, mas isso não me incomodava tanto. Era a pica entre minhas nádegas que me deixava desconfortável, porque mesmo não estando dura, também não estava morta de vez. Dei um leve cotovelo nele e ele nem reagiu, repeti e a mesma coisa. Tentei mexer a bunda e parecia que eu estava encaixando a pica bem na entrada do cu, e quanto mais eu me mexia, mais dura sentia que ficava. Embora eu não soubesse se era por nervosismo, mas a minha também estava endurecendo, a adrenalina do momento jogava contra mim. Mesmo assim, continuei mexendo a bunda e a pica dele ficava cada vez mais dura. Aí notei o quanto era grossa e sussurrei, por causa do desconforto: - Oscar... Oscar... levanta... Oscar. Ele continuou sem responder. Levantei um pouco a voz e continuei igual. Repeti umas quantas vezes mais e nada. Ele estava com a pica tão dura que roçava nas minhas bolas. Num momento, parecia que ele se mexia para trás, mas só se afastou um instante de um jeito que a pica "lambeu" meu cu, passando de baixo para cima, deixando a pica entre minhas nádegas. Modo "pancho" e eu sentia como ele pulsava de tão duro que tava. Além disso, de vez em quando ele ia e vinha levemente com o quadril e a piroca roçava bem na minha bunda. Quando pensei que não dava pra ficar mais desconfortável, ele se levanta exaltado como se tivesse percebido e vai pro outro lado rápido, começando a pedir desculpa. Eu, pra não deixar a situação mais estranha, finjo que tô dormindo. Passa um tempo e não rola nada, tentei pensar em outra coisa e já era sessenta o cansaço e a cachaça que tava no corpo, e acabei dormindo. Acordo de novo e sou eu quem tô deitado de lado encostado no peito dele, com meu braço esquerdo cruzado sobre a barriga dele, ele de barriga pra cima, enquanto ele me abraçava por baixo do corpo com a mão direita, pressionando levemente contra mim. Eu tentava não fazer nenhum movimento brusco e fingir que ainda tava dormindo. Enquanto isso, ele pega minha mão esquerda que tava cruzada e leva sem disfarce pra piroca dele, que já tava durona — aí eu percebi o grossa que era —, ele ajusta minha mão e começa a se masturbar com a minha mão. Eu fiquei paralisado, sem reação. Depois de um tempo, a mão direita dele desce pelas minhas costas e começa a apalpar uma das minhas nádegas. Depois de uns minutos, onde dava pra ouvir a respiração dele ficando ofegante, ele fala num tom alto e autoritário, como uma ordem: "Óscar, chupa ela até não aguentar mais, já!" E antes que eu reagisse ou pudesse recusar, ele solta minha mão e, pela nuca, me empurra até a piroca, enquanto com a mão direita levanta minha bunda, ficando eu perpendicular a ele, com a cabeça direto na piroca dele. Com a mão esquerda, ele apontava a piroca pra minha boca, e com a direita fazia pressão na minha nuca pra eu começar a chupar. Depois de várias tentativas e sob a ordem constante de "você sabe que gosta, não resiste", eu comecei a chupar. Mal cabia, mas ele não me deu trégua: assim que tava na boca, passou a pressionar minha nuca com a esquerda e a direita desceu pra minhas nádegas de novo, que começou a massagear. freneticamente. De vez em quando, entre um gemido e outro, dava alguma ordem de como eu devia chupar "assim, continua" "usa os lábios" "quando eu pressionar a nuca, você lambe de cima pra baixo" "que lindo". Num momento, ele levanta minha cabeça e late os dedos da mão direita e ordena de novo Oscar: — chupa eles bem, babá eles, assim... assim, vai, continua. Depois de uns minutos, ele enfia a pica de novo na minha boca e ordena com um tom autoritário de novo Oscar: — continua sozinho, mas chupa bem que você adora. Assim eu continuei, sem saber por que obedecia, eu chupando ele enquanto com a mão direita agora babada ele começava a dedar meu cu e eu, toda vez que tentava tirar a cabeça pra recusar, ele afundava de novo e comentava já com um tom morboso e excitado Oscar: — continua chupando que hoje você não escapa, sabe como vai ficar essa bunda! Os dedos dele entravam e saíam com força do meu cu. E a mão dele na minha nuca fazia eu ter ânsia quase sem parar. Ficou assim um bom tempo, pressão no meu cu, pressão na minha nuca, entre um gemido e outro. Até que ele comenta ofegante mas com tom de ordem Oscar: — o primeiro você vai engolir tudo, mas tudo porque eu tô explodindo, tenho os ovos que tão explodindo de porra. Ele tirou a mão da minha nuca e me jogou pro lado de costas e sentou no meu peito e começou a se masturbar na maior velocidade e força que conseguia. Enquanto me ordena de novo excitado e acelerado Oscar: — você engole tudo... não quero ver nem uma gota... abre bem a boquinha... essa boquinha que a partir de hoje é minha... E antes que eu reagisse, ele começou a soltar um jato de porra direto na minha boca e, logo depois, enfiou a pica até a garganta enquanto se deitava e bombava. Eu, com ânsia atrás de ânsia, tentava engolir, mas era um monte de porra. Ficou assim um minuto ou dois até que ele se sentou de novo, já recuperando a respiração, e comentou Oscar: — você é obediente... vai ser minha putinha oficial... é... minha vadia oficial. Terminou com uma frase num tom super. Morboso. E começou a se masturbar de novo até ficar duro outra vez, e volta a comentar no mesmo tom, Oscar:
— Vamos pro round 2 e ver se essa sua bunda também é obediente.
Ele se deita de lado e me posiciona de um jeito que minhas pernas ficam nos ombros dele, e aí percebo que eu tava completamente duro. Ele nota e comenta, Oscar:
— Epa, esse pau duro me diz que você adora a ideia de ser minha putinha.
Eu tava com a mandíbula toda travada e dolorida, ainda cheia de gosto de porra. Tentava negar, mas não conseguia articular uma palavra. Continua...
5 comentários - Casado com um pau (Conto gay) parte 1