sexo lésbico na gravidez

Com 7 meses de gravidez. Como já era costume na corporação onde eu trabalho, eles tinham a tradição de fazer uma confraternização de fim de ano. Era uma festa enorme, onde convidavam todos os funcionários da corporação, independentemente da filial. Eu naquela época, e até hoje, continuo trabalhando. Como cada chefe de departamento tinha uma secretária, que tinha chegado há uns 6 meses, o nome dela é Damaris; uma mulher muito gostosa que na época tinha 29 anos; mãe de dois filhos, e pelo que ela me contava quando a gente fazia uma pausa, acho que ela tinha um marido galinha, que mal ligava pra ela, e uma vez ela me disse que sexo já não chamava mais a atenção dela como antes. Por causa dos problemas em casa, eu tentava animar ela.

Finalmente chegou a festa. A gente tinha trabalhado pra caralho, e a semana tinha sido uma correria, e eu achei que era um ótimo momento pra Damaris e eu relaxarmos e darmos uma boa descansada. Perguntei se ela ia, e ela respondeu com um "Não" bem seco. Não insisti, mas o dia inteiro fiquei tentando convencê-la. Consegui na última hora, quando ela teve que avisar o marido e a mãe que ia chegar tarde, já que a mãe dela era quem cuidava dos filhos quando o corno do marido e a Damaris saíam pra trabalhar.

Naquele dia, meu marido tinha me levado ao trabalho. Por causa do horário tarde que eu ia sair, e por ser perto do hotel onde seria a confraternização do trabalho dele, decidi não levar meu carro. Mas já tinha me comprometido com a Damaris a dar uma carona pra casa dela quando meu marido fosse nos buscar, e a casa dela ficava no caminho da nossa, então não era problema.

Finalmente chegou a hora de ficarmos gostosas. Por sorte, eu tinha levado dois vestidos: o que eu ia vestir, e um bem curto que estava esquecido há meses numa gaveta da minha mesa. Por causa da gravidez, esse vestido já não servia mais em mim, e eu sabia que, por ser baixinha, minha fiel assistente ia ficar uma delícia com ele. Os banheiros estavam lotados e meu escritório... Era de porta e paredes de vidro semitransparente e não queríamos que ninguém nos visse enquanto trocávamos de roupa. De repente, lembrei que tinha a chave da sala executiva de audiovisual, peguei a chave emprestada e fomos direto pra sala, que era totalmente fechada. Entramos rápido, joguei meus tênis, desabotoei o vestido que estava usando, tirei ele e fiquei só de lingerie, sob o olhar atônito da Damaris. Meio tímida, ela começou a tirar a roupa e, apesar de ter dois filhos, tinha uma barriga linda, era maravilhosa, as bundas dela eram redondinhas e firmes, e os peitos, mesmo não sendo grandes, eram muito bonitinhos. Quando terminamos, saímos e chamamos um táxi pra ir pro hotel, onde seria a festa.

Já no hotel, nos separamos um pouco. Tinha muito champanhe, vinho e uísque, bebidas que me tentavam pra caralho, mas que por causa da minha gravidez eu não podia tomar. Dancei um pouco com alguns gerentes, ri e tomei uma taça de vinho, tava curtindo a noite. Depois, fui pro buffet, onde encontrei a Damaris de novo, que já tava meio bêbada. Puxei ela pra perto de mim e fomos pras mesas comer. Tinha pouca gente nas mesas, e nenhuma na nossa além da gente dois; quase todo mundo tava dançando, bebendo e sei lá mais o quê. Damaris parecia que tava adorando a festa, tanto que no meio da comida tocou uma música da cantora Adele. Ela levantou na hora, me pegou pela mão e deu um puxão forte que me levantou da cadeira de repente, me levou pra pista de dança e começamos a dançar devagar, balançando de um lado pro outro, com nossos corpos bem juntinhos. O lugar tava escuro e, na penumbra, eu via o rostinho lindo dela, os olhos dela cravaram nos meus. Devagar, com insegurança e sem explicação, fomos nos aproximando até que nossos lábios se roçaram e foram se juntando, enquanto abríamos nossas bocas e correspondíamos ao mesmo tempo. Minha barriga inchada pela gravidez encostava na dela. Damaris tinha os lábios mais macios que eu já tinha provado. Não importava quem estava ao nosso lado. Nossos lábios se entrelaçavam e nossas línguas brincavam, enquanto nossas bocas se hidratavam do nosso desejo. Eu curtia o hálito dela, mistura de álcool e doçura, a gente se devorava na boca e eu não queria me desgrudar dela, porque era meu primeiro beijo lésbico e eu tava adorando; mas foi ela quem soltou minha boca, e tenho certeza que junto foi um fio grosso de saliva que ainda nos unia, e que nos deu graça e ao mesmo tempo tesão. Na hora, meu celular tocou; era meu marido que tinha chegado pra nos buscar, e a gente saiu na mesma hora, mas não sem antes dar um selinho na recepção como despedida. Subimos no carro, apresentei a Damaris pro meu marido e fomos deixar ela em casa. Na cara dela dava pra ver que não queria se separar de mim, mas eu também não queria. No dia seguinte era sábado, e passei o dia inteiro pensando naquele beijo. Chegou segunda-feira e passamos o dia todo sem trocar uma palavra que não fosse de trabalho, a gente mal se olhava na cara, e provavelmente era a culpa de algo proibido. No fim do expediente, eu me ofereci pra levar ela em casa, e ela aceitou. Quando a gente tava descendo no elevador, completamente sozinhas, meus pensamentos foram interrompidos pela Damaris que pegou minha mão de repente, quase na hora a porta do elevador abriu, e eu andei rápido pra saída, me soltando dela num instante. Chegamos no meu carro, tranquei os vidros e liguei o motor, o silêncio tomava conta da nossa cena no estacionamento da empresa. Aí fui eu que de repente me virei pra ela. Peguei o rosto da Damaris com minhas mãos, olhei nos olhos dela, onde parei pra gravar a beleza dela, e na hora começamos a nos beijar com muito desejo, diferente do primeiro beijo, a gente percorreu cada cantinho da nossa boca, eu queria que os lábios macios dela se tornassem eternos a cada toque nos meus, minha buceta começou a esquentar e a ficar molhada, a língua da Damaris se enrolava na minha, sem soltar nossas bocas e enquanto Eu tava curtindo o beijo com outra mulher, senti a mão da Damaris tocar minha coxa, e na mesma hora começou a subir; nossas bocas se abriam muito, a gente queria engolir a respiração uma da outra, e sem perceber minhas pernas no vestido começaram a se abrir e as mãos dela começaram a tocar minha buceta por cima da calcinha, que já tava mostrando a umidade. A gente queria sentir mais, mas foi a voz de outras pessoas que nos fez parar e retomar a compostura, porque mesmo com o vidro do carro escuro, a silhueta dava pra notar. Saí na hora do estacionamento, enquanto as duas, entre risadas e gargalhadas, limpávamos o excesso de saliva das nossas bocas.

Enquanto dirigia, Damaris pegou minha mão e levou até a buceta dela, sempre por cima da calça de tecido; eu esfregava a buceta dela e ela se contorcia, curtindo minha mão. Sem perguntar nada, fui direto pra minha casa, sabendo o que as duas queríamos, e que na casa da Damaris tavam a mãe e os filhos dela, e seria impossível terminar o que a gente desejava.

Chegamos em casa rapidinho, e a gente não via a hora de entrar o mais rápido possível. Na hora fechamos o portão, e nossas mãos se apoiaram atrás da nuca uma da outra até levar nossas bocas a se encontrar e se render num novo beijo lésbico. A gente tava devorando as bocas uma da outra, minhas mãos começaram a desabotoar a blusa dela, eu tirei minhas sandálias e peguei a mão da Damaris, e fomos quase correndo direto pro meu quarto, onde a gente nem teve tempo de fechar a porta. Logo me virei, e foi a Damaris quem abaixou o zíper do meu vestido pra deixar ele cair no tapete do quarto; nossas bocas se grudaram de novo num novo beijo enquanto Damaris tirava a blusa e desabotoava a calça, sempre colada na minha boca; ela tirou o sutiã, e as mãos dela percorreram minha virilha, que passou pela minha buceta por cima da calcinha molhada; coisa que, pela minha excitação, acabou me empurrando pra cama, onde caí de qualquer jeito.

Rapidamente abri minhas pernas e Damaris não demorou pra tirar minha calcinha, que ela levou ao nariz primeiro, e depois saboreou com a língua meus fluidos impregnados no tecido; em seguida, jogou minha calcinha no chão e se aproximou pra beijar minha barriga grávida primeiro, situação que me deu muito tesão. Enquanto beijava minha gravidez, foi descendo a boca dando beijos curtos, passando pelo meu monte de Vênus, até me fazer vibrar quando chegou a tocar meus lábios vaginais com os da boca dela, soltou a respiração primeiro e logo em seguida aproximou a boca completamente aberta na minha vulva, e com a língua foi subindo e percorrendo cada parte da minha buceta até chegar no meu clitóris, e repetiu tudo de novo mais uma vez. A boca dela se espalhava por toda a minha vagina, se movendo lá dentro, e fazendo eu me contorcer de prazer que nunca imaginei, a língua dela mexia no meu clitóris e Damaris enfiava dois dedos na minha buceta num vai e vem contínuo que em poucos segundos me fazia me contorcer, arqueando o corpo e me mexendo como se estivesse possuída, senti minha vagina inundar e automaticamente minhas mãos apertavam meus peitos que eu tirei de dentro da minha blusa. Logo senti minha buceta inundar e meus gemidos foram inigualáveis, meu primeiro orgasmo tava rolando. Enquanto minha visão clareava, percebi que Damaris se aproximava pra me dar um beijo, onde saboreei o gosto dos meus sucos vaginais por toda a boca dela. Rapidamente me levantei pra desabotoar a blusa dela, comecei a beijar os mamilos bem durinhos nos peitos dela, que não eram muito grandes, e aos poucos me abaixei, tirei a calcinha dela, que já tava toda molhada com a grossura dos fluidos dela, me meti entre as pernas dela e comecei a mexer a língua enquanto abria a buceta dela com meu músculo bucal, quase que na hora, Damaris começou a gemer e, em pé sobre mim, as pernas dela começaram a tremer, e ela lutava pra continuar de pé, os gemidos dela ficaram mais fortes e, sem avisar, um jorro grosso disparado caiu na minha cara, me deu muito tesão e eu só abri a boca pra aproveitar o sabor de Os fluidos dela eram um manjar. Quando o êxtase dela finalmente passou, eu me levantei, e a Damaris, ainda com os olhos fechados e as pernas fracas, me deu um beijo todo cansado, onde provei o mel dela.
Ela subiu sozinha na cama, toda exausta, mas a gente sabia que tinha mais; rapidinho ela se concentrou nos meus peitões, e eu me aproximei um pouco mais. Coloquei meus peitos na altura da boca dela e, na hora, a Damaris devorou meus bicos, eu comecei a apertar meus peitos e, na mesma hora, meu gozo saiu direto na boca e no rosto dela. A Damaris não queria perder nadinha do meu gozo e tentava enfiar meus dois peitos na boca dela, a gente tava super concentrada quando, de repente, meu bebê ainda na minha barriga começou a dar uns chutinhos, coisa que a Damaris sentiu porque minha barriga tava colada na dela, os chutes eram fortes, cada vez mais, como se tivesse reclamando o gozo dela, os peitos dela ou talvez a mãe dela. A gente riu e se reajeitou, tocando nossas bucetas com as mãos, e quase como se tivéssemos planejado, começamos a fazer uma tesoura linda, daquelas de filme pornô, eu queria saber como era a sensação e, olha, meu desejo se realizou quase na hora. Nossas vulvas se roçavam uma na outra, nossos clitóris estavam bem saltados e a gente sentia quando se esfregavam, nossas bocetas ficavam inundadas de fluidos e, aos poucos, a gente foi aumentando a esfregação. Por causa do quanto nossas bocetas estavam molhadas, dava pra ouvir um estalo forte pela casa toda, era muito safado e muito excitante, nossos olhos se trancavam e nossa respiração acelerava, a Damaris soltou um jorro grosso de novo que bateu no meu clitóris com pressão e eu senti um dos orgasmos mais gostosos de toda a minha vida, eu mordia o lençol enquanto os jorros da Damaris não paravam de sair e a gente não parava de esfregar as vulvas que sugavam nossos lábios enquanto a gente curtia entre muitos gemidos das duas; a gente tava no auge total e, aos poucos, fomos deixando nossos corpos caírem na cama, completamente exaustas.
Cinco minutos Depois, o telefone da Damaris tocou e ela se levantou pra atender; era a mãe dela preocupada com o horário, o que nos fez lembrar que meu marido estava quase chegando. A gente se trocou rapidinho e eu desci pra pegar meu celular pra ligar pro meu marido e atrasar ele. Pedi pra ele comprar umas coisas desnecessárias no supermercado, enquanto a Damaris não parava de me beijar. No começo ele recusou, porque disse que tava a cinco minutos de casa, e eu tive que usar meu trunfo: falei que tava com um desejo de waffle por causa da gravidez, e foi aí que ele topou voltar. Isso nos deu uns vinte minutos de vantagem. A Damaris chamou um táxi, e enquanto ele não chegava, ela me ajudou a trocar os lençóis da cama e, com meu secador de cabelo, a gente secou o tapete que tava cheio dos nossos fluidos. A Damaris foi embora no táxi pra casa dela, mas não sem antes a gente se perder de novo num beijo gostoso e infinito.
Quando meu marido chegou, a gente jantou waffle e fomos dormir. Eu fiquei no banheiro e, quando entrei no quarto, o corno do meu marido tava pegando a calcinha fio dental da Damaris. Eu me assustei um pouco quando ele disse que tava com corrimento, e eu falei que na gravidez era normal ter fluxo vaginal; ele disse que nunca tinha visto aquela calcinha fio dental em mim.sexo lésbico na gravidezeu menti, dizendo que ele tinha comprado pra mim, arranquei a calcinha dela e joguei no cesto de roupa suja, direto pra lembrança, já que ainda guardo elas assim, sujinhas. Com a Damaris, a gente ainda mantém nosso relacionamento e eu contei pra ela o que faço com meu irmão. Ela não liga muito pra isso, mas fica excitada pensando num futuro com os dois filhos dela. A verdade é que somos umas pervertidas e talvez por isso sejamos um casal.

1 comentários - sexo lésbico na gravidez

uff sos esquisitamente pervertida !!! para llenarte de leche todos los dias !!