Como eu disse, assim que ela saiu, o pedreiro voltou com o parceiro dele e, como sempre, falando da minha esposa. No começo era só besteira, mas o que me importava era saber o que tinha rolado no dia em que o outro pedreiro faltou. Foi aí que ele começou a abrir o bico, contando pro outro o que aconteceu na sexta. Pedreiro: — Esse dia cheguei um pouco mais tarde e achei que minha namorada já tinha ido pra academia (se referindo à Vanessa), então nem me dei ao trabalho de bater na porta e fui direto pra trás pegar a ferramenta e me trocar. Tava nessa quando a porta do portão abriu. Não vi quem era, mas assim que entrou, foi pra dentro de casa. E eu também não fui espiar quem tinha sido. Mas na hora ouvi eles conversando lá dentro. Era o David e a Vanessa. Ele tinha vindo nas tardes, e nesse dia chegou mais cedo. Como no dia anterior ele tinha deixado a ferramenta junto com a nossa, tava esperando ele pra entregar, mas ele não saía de casa. Acho que fiquei uns 20 minutos e nada. Aí fui avisar que ia deixar a caixa de ferramenta aberta pra ele pegar as coisas quando precisasse. Quando tava passando pela janela do quarto, ouvi eles conversando. Ela: — Não viu ninguém? Tio: — Não, ninguém. Te falei que eles não iam vir! Ela: — É, mas e se chegarem? Tio: — Acho que não. Ontem eu ouvi eles dizendo que hoje não vinham. Além disso, eu já teria chegado. Ela: — Haha, é que eu tô com medo. Tio: — Relaxa, não acontece nada. De repente, não ouvi mais nada. Esperei um pouco, mas a curiosidade falou mais alto. Fiquei na beirada da janela e vi os dois. O David tava sentado na ponta da cama, jogando a cabeça pra trás, de costas pra janela. Ia bater no vidro, quando vi um movimento estranho. Olhei direito e vi a Vanessa de joelhos na frente dele. Dava pra ver só uma parte da cabeça dela, subindo e descendo. Sério, ela já tava chupando ele. mamando ali na cama. De repente, David puxa um travesseiro e se deita completamente na cama. Eu me afastei pra trás, bem na beirada da janela, mas nem me viram. Pelo contrário, agora eu conseguia ver melhor a Vanessa, ela estava sem blusa, com os peitinhos de fora, e ele beliscava os bicos dela. Dava pra ver que ela tava com uma puta vontade naquela pica, porque tava devorando ela, nem cabia na boca dela. Cada vez que ela metia na boca, dava ânsia de tanto se engasgar com aquela porra. Ela chupava gostoso pra caralho, lambia as bolas dele, e depois o tronco inteiro. Ela pegou com as duas mãos, cuspiu na cabeça da pica e começou a bater uma, subindo e descendo as mãos com movimentos circulares. Aquele filho da puta só fechava os olhos, depois tentava meter na boca dela de novo, mas não conseguia. Ficaram assim uns 10 minutos. Nisso, batem no portão, até eu me assustei, haha. David levantou na hora, subiu a calça e falou pra Vanessa esperar que ele ia ver. Eu fui me esconder atrás. Por um momento, pensei que era o marido dela, mas não, era o moleque que entrega os galões de água. Só ouvi ele falar que agora não queria, pra ele vir amanhã. Fechou o portão e voltou pra dentro. Quando ouvi a porta da casa fechar, voltei pra janela. Só escutei ele dizer: "Era o guri da água, falei pra ele vir amanhã". Ela falou pra ele parar por ali, porque e se chegasse alguém? Já tinha vestido a blusa, e tava com um short jeans bem apertado. Mas aquele filho da puta nem ligou, falou pra ela não se preocupar que ele tinha trancado o portão, e começou a pegar ela. Agarrou as bundas dela e, aos poucos, tirou o short e depois a blusa.
Ela nem resistiu, já dava pra ver que tava bem gostosa. Ele deixou ela só de fio dental, dava pra ver uma raba deliciosa. Depois, aquele filho da puta deitou ela de bruços, as pernas dela ficaram penduradas pra fora da cama, e dava pra ver a bundinha dela bem empinada. Ele puxou o fio do fio dental pro lado e, com as duas mãos, agarrou as nádegas dela e abriu. Começou a chupar a pepecinha dela, dava pra ver ele passando a língua de baixo até o cu, e ela empinava mais ainda a bunda. Depois, ela colocou as mãos nas próprias nádegas e foi abrindo sozinha pra ele continuar chupando. Ela tava com o rosto enterrado no travesseiro, mas mesmo assim dava pra ouvir ela gemer. Ficou um tempão assim, comendo a pepita dela. De repente, ele se levantou, desabotoou a calça de novo e puxou aquela porra pra fora. Juro que é bem avantajado, e do jeito que ela tava, ele foi enfiando devagar. Ela soltava uns gemidos que dava pra ouvir lá fora, puta que pariu, ela geme gostoso pra caralho. De vez em quando, ela levantava a cabeça e eu me escondia pra trás, tentando não ser visto. Quando olhei de novo, ela já tava de quatro na beira da cama, ainda com a cabeça enterrada no travesseiro, mas dava pra ouvir os gemidos. No começo, parecia que ele não tava enfiando tudo, mas isso foi só por um tempinho. Depois, ele começou a comer ela com força, dava pra ouvir a bunda dela batendo no corpo daquele cara. A mina se soltou, foda-se o barulho, e começou a gritar que nem uma louca, mexendo a bunda pra frente e pra trás sozinha, rebolando o cu gostoso pra caralho. Tenho certeza que dava pra ouvir lá na rua. Depois, ela virou e abriu as pernas bem abertas, e ele começou a meter assim. Ela subiu as pernas nos ombros dele, apertava os lençóis com as mãos e virava a cabeça pro lado. Em alguns momentos, parecia que ela segurava ele com a mão pra não deixar ele enfiar tudo. Nisso, sinto meu celular começando a vibrar, ia tocar. Voltei pra trás na hora. Era minha mulher. Falei que tava ocupado e desliguei. Ao mesmo tempo, ouvi eles correndo dentro de casa. Não me espiei mais, mas logo o David saiu. Eu me fiz de desentendido, como se estivesse verificando a ferramenta. Tio — O que foi, Juanito? Me assustei, pensei que já tinham arrombado pra roubar. Pedreiro — O que foi, David? Hahaha, nada, tô aqui. Pensei que não tinha ninguém em casa, Tio. Tio — É, vim pegar uma coisa, pensei que vocês não viriam hoje (muito nervoso). Pedreiro — Quem não ia vir era o outro cara. Eu tinha que adiantar o serviço aqui. Tio — Ahh, beleza. E a que horas você chegou? Pedreiro — Acabei de chegar, não tem nem dois minutos que tô aqui. Você já tá trabalhando? Tio — Não, hoje não vou trabalhar, só vim pegar o que te falei, mas já tô indo. Pedreiro — Ahh, beleza então. Tio — Falou, Juanito, a gente se vê. Ele entrou de novo em casa, ficou 10 minutos e saiu sozinho. Só ouvi ele se despedir da Vanessa e dizer que depois voltava. Fiquei com o pau bem duro. Até aí terminou o relato do pedreiro. Eu, igual a ele, sem querer também tava com uma ereção. Não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir. A Vanessa tinha me chifrado com meu tio, na minha própria casa e na minha cama. Não podia acreditar que minha mulher, aquela que eu sempre via tão séria e discreta, fosse capaz de fazer isso comigo, e se entregar daquele jeito, igual se entregou pra ele. Sinceramente, eu me sentia submisso e impotente. Achei que veria arrependimento nela, mas pelo contrário, no dia que cheguei, vi ela muito mais animada que de costume. Percebi que o que o pedreiro disse foi só o começo, e a maior surpresa eu ia ter no fim de semana, no aniversário da Vanessa... Deixo isso pra vocês terem uma ideia do que ela é.
Ela nem resistiu, já dava pra ver que tava bem gostosa. Ele deixou ela só de fio dental, dava pra ver uma raba deliciosa. Depois, aquele filho da puta deitou ela de bruços, as pernas dela ficaram penduradas pra fora da cama, e dava pra ver a bundinha dela bem empinada. Ele puxou o fio do fio dental pro lado e, com as duas mãos, agarrou as nádegas dela e abriu. Começou a chupar a pepecinha dela, dava pra ver ele passando a língua de baixo até o cu, e ela empinava mais ainda a bunda. Depois, ela colocou as mãos nas próprias nádegas e foi abrindo sozinha pra ele continuar chupando. Ela tava com o rosto enterrado no travesseiro, mas mesmo assim dava pra ouvir ela gemer. Ficou um tempão assim, comendo a pepita dela. De repente, ele se levantou, desabotoou a calça de novo e puxou aquela porra pra fora. Juro que é bem avantajado, e do jeito que ela tava, ele foi enfiando devagar. Ela soltava uns gemidos que dava pra ouvir lá fora, puta que pariu, ela geme gostoso pra caralho. De vez em quando, ela levantava a cabeça e eu me escondia pra trás, tentando não ser visto. Quando olhei de novo, ela já tava de quatro na beira da cama, ainda com a cabeça enterrada no travesseiro, mas dava pra ouvir os gemidos. No começo, parecia que ele não tava enfiando tudo, mas isso foi só por um tempinho. Depois, ele começou a comer ela com força, dava pra ouvir a bunda dela batendo no corpo daquele cara. A mina se soltou, foda-se o barulho, e começou a gritar que nem uma louca, mexendo a bunda pra frente e pra trás sozinha, rebolando o cu gostoso pra caralho. Tenho certeza que dava pra ouvir lá na rua. Depois, ela virou e abriu as pernas bem abertas, e ele começou a meter assim. Ela subiu as pernas nos ombros dele, apertava os lençóis com as mãos e virava a cabeça pro lado. Em alguns momentos, parecia que ela segurava ele com a mão pra não deixar ele enfiar tudo. Nisso, sinto meu celular começando a vibrar, ia tocar. Voltei pra trás na hora. Era minha mulher. Falei que tava ocupado e desliguei. Ao mesmo tempo, ouvi eles correndo dentro de casa. Não me espiei mais, mas logo o David saiu. Eu me fiz de desentendido, como se estivesse verificando a ferramenta. Tio — O que foi, Juanito? Me assustei, pensei que já tinham arrombado pra roubar. Pedreiro — O que foi, David? Hahaha, nada, tô aqui. Pensei que não tinha ninguém em casa, Tio. Tio — É, vim pegar uma coisa, pensei que vocês não viriam hoje (muito nervoso). Pedreiro — Quem não ia vir era o outro cara. Eu tinha que adiantar o serviço aqui. Tio — Ahh, beleza. E a que horas você chegou? Pedreiro — Acabei de chegar, não tem nem dois minutos que tô aqui. Você já tá trabalhando? Tio — Não, hoje não vou trabalhar, só vim pegar o que te falei, mas já tô indo. Pedreiro — Ahh, beleza então. Tio — Falou, Juanito, a gente se vê. Ele entrou de novo em casa, ficou 10 minutos e saiu sozinho. Só ouvi ele se despedir da Vanessa e dizer que depois voltava. Fiquei com o pau bem duro. Até aí terminou o relato do pedreiro. Eu, igual a ele, sem querer também tava com uma ereção. Não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir. A Vanessa tinha me chifrado com meu tio, na minha própria casa e na minha cama. Não podia acreditar que minha mulher, aquela que eu sempre via tão séria e discreta, fosse capaz de fazer isso comigo, e se entregar daquele jeito, igual se entregou pra ele. Sinceramente, eu me sentia submisso e impotente. Achei que veria arrependimento nela, mas pelo contrário, no dia que cheguei, vi ela muito mais animada que de costume. Percebi que o que o pedreiro disse foi só o começo, e a maior surpresa eu ia ter no fim de semana, no aniversário da Vanessa... Deixo isso pra vocês terem uma ideia do que ela é.
5 comentários - Mi esposa me es infiel con mi tío #3