Ano de 2022, situação econômica complicada, várias entrevistas que não deram certo e a vontade de continuar se virando já tava acabando. Ainda mais depois de investir num negócio que não deu certo por causa da bagunça do dólar. Não teve outro jeito senão voltar pro que a velha fazia. Março de 2022, oferta de emprego numa empresa local, mando currículo, passo pelas primeiras entrevistas e chega a presencial. Indo com toda a vontade, apesar da chuva toda que caiu, com tanto azar que pisei numa laje solta daquelas que sujam tudo!!! Puta merda, já não dava tempo de voltar em casa pra me trocar e voltar, morava no outro lado da cidade. Naquele momento, a porta da casa se abre e aparece um anjo, ou pelo menos vou descrever assim: uma senhora de uns 43 anos, bem conservada e com um corpinho mais cheinho, mas trabalhado. Como eu tava parada na porta, ela pensou que eu precisava de algo. "Sim, desculpa, precisa de algo?" "Não, nada, senhora, desculpa, só tava passando e pisei numa laje solta e me sujei toda, e ia pra uma entrevista de emprego. Como cê sabe, a coisa tá difícil e era uma chance de dar a volta por cima." "E o que cê pensa em fazer? Não vai porque se sujou? Cê pode explicar, com certeza vão te entender. Me desculpa pela laje, já tô cansada de falar pro Carlos arrumar isso." "Não se preocupa." E segui meu caminho. "Com licença", ela me chama. "Fala, pode falar." "Olha, meu filho talvez possa te ajudar, porque os tamanhos são parecidos. No máximo, posso te emprestar uma calça e colocar essa pra lavar enquanto cê vai e volta, seca. É o mínimo que posso fazer por você." Agradeci, entrei na casa, segui ela até a sala e esperei ela voltar. Ela trouxe um monte de calças. "Vê qual te serve e me dá essa pra lavar. Passa por aqui, o banheiro é ali." Fui me trocar e nisso vi que tinha vapor, então imaginei que ela tinha tomado banho pra sair. Pra minha sorte, revirei e encontrei uma calcinha cavada daquelas que levantam a bunda e, sem ter ideia melhor, me deu na telha de cheirar ela. Com tanto azar que a senhora abriu a porta e me pegou no flagra. Não sabia o que fazer. De cueca e cheirando a roupa da senhora. Claro que você demorava, seu pervertido de merda. Já vai se retirando antes que eu chame a polícia. Desculpa, e eu ia saindo sem perceber a situação, levei um puta susto. Meu anjinho, ao me ver assim, me tranca e começa a me xingar. Eu ainda tava com a calcinha na mão e ela um monte de insultos. Até que chegou no limite, eu parei, me aproximei. "Vai me bater agora também, pervertido? Abusivo de merda." Ela me dá um tapa na cara e os bicos dos peitos estavam durinhos. Aí eu pego e enfio a calcinha na boca dela e falo: "Chupa, sua velha de merda. Olha como me deixa o cheiro de buceta que você tem." E passo a mão na minha pica, abaixo a regata dela e começo a chupar os peitos dela. Ela resistiu no começo, mas depois se arqueou pra trás e me enterrou naqueles peitos enquanto eu me masturbava. "Se é isso que você quer, estuprar, então toma, estupra essa velha. Gosta do cheiro de buceta? Toma." E ela enfiou minha cabeça na virilha dela. Do jeito que a gente tava, ela se jogou no sofá e começou a se bater com a mão aberta, passava a mão no rosto e cheirava a própria calcinha. "Isso, chupa, chupa, por favor, preciso disso há tempo, continua." Eu, na mesma vibe, com a língua lambia o clitóris dela, fazia círculos e enfiava a língua. Até que ela gozou e ficou exausta, dando uns espasmos. Levantou, se ajoelhou e pegou na minha pica, dizendo: "Não se faz de garanhão, que o Carlos tem maior, mas não mais dura, então a gente vai usar essa." Ela começou a me chupar de um jeito que só as mais velhas sabem, com amor e fome de verdade. E começou a puxar minhas nádegas pra perto dela, engolia tudo e fazia ânsia, cuspia e começou a brincar com um dedo no meu cu, fazia círculos por fora. No começo, achei coisa de viado, mas depois de um tempo, conforme ela chupava cada vez melhor, eu esquecia. Quando menos esperava, ela enfiou o dedo e me fez gozar de um jeito que não sei explicar como saiu tanta porra de mim. O primeiro jato acertou a garganta dela, o segundo e o terceiro saíram pelo nariz quando ela abriu a boca, o quarto acertou a cara dela. "Olha a bagunça que você me fez. Fiz um guy masturbator, ele me disse. Fiquei largado no sofá e ela foi se limpar. Volta e eu já estava me arrumando pra ir embora. "Pra onde você vai? Você daqui não sai até eu mandar." Ela virou e começou a chupar meu cu, outra sensação nova. Meus olhos reviraram, longe de incomodar, eu gostava, e a cock incrivelmente dura que tava. Depois de um tempo, viro ela e falo: "Cu por cu, sua velha slut." E comecei a chupar e cuspir nele, aponto a cabeça e sinto que entra justo. "Devagar, faz tempo que não entra nada", ela diz, e lembrei da dedada que ela me deu. Meto a cock toda e um tapa, a cada estocada um tapa, e ela reclamava, não sei do quê, mas não tava nem aí. Fiquei 5 minutos furando aquele cu e quando tava quase gozando, deixei bem dentro e sentia cada gozada pulsando. Tiro ela, e ela, ida, vira, me dá outro tapa, me beija e agradece: "Guy, mas você tem que ir, meu marido chega em breve." "E minha calça?", pergunto. "Fica com essa, que é melhor que a que você tinha, com certeza." Aí caí na realidade social e fui embora com uma impotência pelo ocorrido. Pra surpresa, nisso chega o marido: "Love, como cê tá? Boa tarde. Aconteceu algo pra você chegar mais cedo?" "Boa tarde", ela responde. "Não, não aconteceu nada. Tinha umas entrevistas pra contratar pessoal e faltaram vários que passaram nos filtros do RH. Não sei se por causa da chuva ou se realmente não se acha gente que quer trabalhar." Nisso, eu tava na sala. "Desculpa, love, não te apresentei. Boa tarde, sr. Isidro, meu nome é Carlos, muito prazer, love. Ele justamente ia pra uma entrevista e sujou a calça, então dei uma do Pancho, já que são meio iguais, e ele se ofereceu pra consertar os pisos pra não acontecer de novo. Só por precaução, a entrevista era na xxxxx." "Sim, senhor, era pra lá que eu tava indo!" "Que coincidência", ela diz. "Já que você tá aqui, pode fazer a entrevista aqui se quiser. Eu preparo café e levo pra sala, assim vocês conversam tranquilos." E foi assim que comecei a trabalhar na empresa e, aos poucos, fui ganhando confiança e realizando... manutenção na empresa e a patroa do chefe, mas isso já é outra história
0 comentários - Entrevista de emprego gostosa