Viagem de formatura (parte 2) primeiros avanços

Perguntaram quem estava batendo na porta, reconhecendo a voz da peituda. Quando souberam que era eu, abri a porta e entrei sem olhar. Prestando atenção, vi ela de minissaia e top, alisando o cabelo. Perguntei se queria que eu fosse embora pra deixar ela terminar de se arrumar, mas ela disse que não tinha problema. Então, enquanto ela cuidava do cabelo, eu me deitei numa das camas e começamos a conversar sobre tudo um pouco, até que ela perguntou do que eu ia me fantasiar. Eu tinha esquecido completamente que era uma noite temática, então não tinha levado nada. Contei a verdade, e ela, irritada, disse que eu tinha que me fantasiar de alguma coisa, se oferecendo pra me emprestar algo dela. Tentou colocar uns chifrinhos de diabo em mim, eu recusei, mas ela insistiu, e começamos uma briga amigável até que eu perdi o equilíbrio e caí sentado na cama. Convencida de que tinha ganhado, ela sentou no meu colo de frente pra mim e colocou o adereço na minha cabeça. Me deu o espelhinho dela e perguntou como eu tava. Depois de dizer que me sentia um idiota, ela riu e se acomodou no meu colo, me obrigando a segurar o mesmo espelho enquanto ela continuava com o cabelo, e a gente seguia conversando. Até que ela finalmente terminou de alisar e perguntou como tinha ficado. Eu, pensando em outra coisa, soltei que ela tava linda. Em parte era verdade, em parte era a resposta automática que eu dava pra minha ex-namorada toda vez que ela perguntava. Ela corou um pouco, mas achou que eu tava brincando. Eu ignorei o assunto, que me deixou meio desconfortável, mas ela perguntou por que, se tinha motivo, a gente nunca tinha namorado nem sido nada. Eu disse que nunca houve vontade nem interesse. Por sorte, ela não se aprofundou na resposta, mas veio com outra pergunta que dessa vez me desmontou: "Tá, mas por que a gente também nunca transou? Por que você ficou com (insira o nome) e não vai me dizer que ela é melhor do que eu", falando essa última parte enquanto pegava na própria teta. E, embora eu não entendesse o motivo daquilo... A pergunta dela tinha razão, eu tinha estado com praticamente todas menos ela, e as pessoas que mais associavam ou que mais achavam que seriam o "casal ideal" éramos nós dois. Nunca tinha pensado nisso, então não soube o que responder. Só olhei pra ela e notei que os olhos dela fitavam os meus e depois minha boca, subiam e desciam. Ela começou a tocar meus braços e meu peito, rindo e comentando sobre minha atividade pra pular pra outro assunto totalmente diferente, me perguntando se eu já tinha ficado com alguém naquela viagem. Respondi com a verdade, que não, e ela se aproximou mais de mim e disse que também não, mas que queria ficar com alguém e se eu tinha alguma opção. Por sorte, meu inconsciente assumiu o controle do meu cérebro e me fez entrar na brincadeira, dizendo que tinha alguém em mente e em seguida a beijei. Ela correspondeu ao beijo, continuando, e começou a passar a mão no meu pau por cima da roupa. Eu desabotoei o sutiã dela, vendo os peitos dela caírem na minha frente, comecei a chupá-los e ela passou a mão por dentro da minha calça, agora sim pegando no meu pau e começando a me bater uma punheta. Eu também meti a mão, começando a tocar ela. Continuamos assim por uns minutos até que ela decidiu avançar um pouco mais. Começou a desabotoar a saia dela aos poucos, me deixando ver a calcinha fio dental já molhada. Ela tirou a saia junto com a calcinha e, quando eu ia meter a mão, alguém bateu na porta, fazendo a gente acordar do transe. Ela ficou vermelha, pegou a roupa e correu pro banheiro. Eu ajustei um pouco a ereção e abri a porta, disfarçando na última hora. Era duas das meninas querendo ver o que a gente tava fazendo sozinhos no quarto. Ela gritou que nada, e eu também menti, dizendo que tinha acabado de chegar. Ela me abriu a porta e em seguida entrou no banheiro. Conversando assim, chegou a noite e não tive outra opção senão me fantasiar. As meninas me deram mil ideias, mas o que eu resolvi foi ir pelo mais fácil: ir pro meu quarto com os caras e ver o que eles tinham. Resolvemos. Vestir de espartano, já que a única coisa que eu precisava fazer era pintar um pouco de vermelho no corpo e ir sem camisa, no máximo arrumar algo vermelho pra servir de capa. O problema é que a gente não tinha, então tive que voltar pro quarto das minas. Bati na porta, perguntaram quem era e eu falei que só queria pedir tinta vermelha ou algo assim. Elas abriram animadas porque eu tinha decidido fazer alguma coisa e me deixaram entrar, mas não sem antes avisar uma das minas que tava no banheiro que eu tinha entrado no quarto. Era uma daquelas que não me despertava nada. Ela sai do banheiro toda tampada e leva a roupa dela pro banheiro, parece que entre elas andavam peladas, mas comigo ali não deu. Ignorei e expliquei o que ia fazer. De novo, recebi mil ideias que, segundo elas, eram melhores, mas pouco me importei. Até que a tábua diz que então eu tirei a camisa pra ver como elas faziam. Eu só queria pegar um pouco e me pintar no outro quarto, mas elas insistiram que ia ficar ruim se a gente fizesse sozinho. Não contrariei, porque pensando bem, não faltava razão. No momento em que tirei a camisa, com a outra saindo do banheiro, as cinco ficaram olhando. Eu nem percebi até perguntar por que estavam demorando tanto, e aí elas reagiram. A bunda grande decide ir tomar banho, ganhando a disputa da outra mina que não importava. E assim começaram. As duas que fizeram o "design" eram a tábua e a peituda. As outras duas quiseram participar, mas elas não deixaram — com duas já bastava. E quase como se ignorasse o resto, a peituda começou a pintar minhas costas, mas esfregando os peitos na minha cara. Uma das que queria participar reclamou, mas ela disse com toda segurança que ela tava exagerando. Claro, ela já tinha se preparado bem antes, já tava de minissaia com uma calcinha fio dental bem pequena, mais um top bem curtinho, sem sutiã, que querendo ou não marcava todos os bicos dos peitos e uns chifrinhos. Eu comecei a pensar em outra coisa. coisa quando vejo que do banheiro sai como se nada a bunda grande, e esquecendo totalmente dos seus complexos se vê, com um top mas só uma tanguinha na parte de baixo, quase parecia que tinha saído com a bunda nua, a mesma mina de antes, talvez se sentindo atacada entre tanto corpo e ela sem nada e também reclamou que como ela ia sair assim estando eu no quarto, a bunda grande olha pra ela e fala que só ia pegar a calça dela que esqueceu, eu continuei sem falar nada e quando terminei de me maquiar fui rapidamente pro meu quarto com a desculpa de que tinha que terminar de me vestir, fomos pra balada e me encontrei de novo com as minas que tinham me pedido meu instagram mais cedo, começamos a dançar mas quando vi que uma delas começava a se encostar em mim dessa vez foi a peituda que se mete no meio e sarcasticamente me pede emprestado por um tempo, me tirando daquele grupo, eu reclamo com ela porque fez isso e ela me deu a desculpa mais barata que tinha, "ah é, você fica dançando, se divertindo com todas e esquece que tem amigas, nos deixa sozinhas aqui" eu ri da impotência de não poder falar não pra elas e assim passou a noite, de volta pro hotel iam saindo em grupos que começavam às 3:30 e a cada 15 minutos formavam novos, caso alguns quisessem ir embora mais cedo pra não irem sozinhos, até chegar às 6 quando obrigatoriamente íamos todos, tipo 4:15 eu tava fora conversando com uns amigos, pegando um ar pra voltar quando vejo que a bunda grande sai brava da balada, esbarrando e sem olhar pra quem, só queria ir embora, aproveitando que era mais rápido cruzo com ela e pergunto o que aconteceu, ela quer me dispensar mas não consegue, se vira e vejo ela com os olhos cheios de lágrima, de novo perguntei o que rolava e ela me contou que ela e a tábua gostaram do mesmo cara, ela sempre foi tímida pra chegar mas criou coragem pra ser a primeira a ir, dançou com o cara, ele pagou uma bebida e toda a manobra, até que ela teve que ir no banheiro, aí Volto a ver que a tal "amiga" dela era quem tava em cima do cara e, pra piorar, talvez sabendo que não tinha como competir fisicamente, começou a espalhar mentiras sobre ela pra queimar a mina. Por isso ela queria ir pro hotel. Eu não queria deixar ela assim, mas também não queria ir embora. Chegou o coordenador pra perguntar se tava tudo bem, e ela respondeu que sim, que queria ir pro hotel e me perguntou se eu queria ir com ela. O sentimento falou mais alto e fui com ela na kombi, abraçando ela o caminho inteiro. Chegamos, pedimos a chave de cada um pro seu quarto, mas ela me chamou pra entrar no dela. Assim, eu deixava o meu pra algum dos caras, caso quisesse usar. Aceitei, já que tanto fazia pra mim. Avisei os outros por mensagem sobre a movimentação e fomos. Ela entrou primeiro e eu fechei a porta, vendo ela se jogar em cima da cama e ficar em posição fetal. Sentei do lado dela, querendo deitar ao lado pra consolar, mas aí percebi que ela tava fantasiada de empregada sexy, com uma saia que só tinha a mesma calcinha fio dental de antes por baixo. E, com a posição e a raba enorme dela, a saia subiu e deixou as nádegas dela totalmente expostas, apontando pra minha virilha. Tentei pensar rápido, mas ao ouvir ela chorar um pouco, reagi e deitei de conchinha com ela, abraçando. Ela começou a se xingar, e eu interrompia pra consolar, até que ela disse que não acreditava que a amiga dela tinha dito aquilo, sendo que era ela quem motivava a amiga a chegar em alguém. Aí eu já tava de saco cheio e respondi: "Ela fala isso por pura inveja, porque (insira outro nome) não tem tudo isso que você tem", segurando a bunda dela na hora. Mas me toquei do que fiz depois — tipo, depois de tanto tempo com aquilo colado em mim, meu cérebro agiu no automático. Pedi desculpas várias vezes por ter feito aquilo, e ela disse que não se importava que eu fizesse, se aconchegando mais perto de mim, perguntando se eu realmente achava a bunda dela bonita. Falei que sim, um rabão grande é sempre valorizado. Ela riu da minha piada. E ela me confessa que, mesmo tendo namorado até pouco tempo, já fazia um bom tempo que não transava, porque o ex não queria comer ela até ela emagrecer, tendo que se contentar em chupar ele e depois se tocar sozinha, já que ele só aceitava isso. Foi por isso que eles terminaram, e também por isso que ela queria tentar algo com alguém da viagem. E a amiga dela, sabendo disso, agiu daquele jeito mesmo assim. Isso me fez concluir que era por esse motivo que ela era tão insegura. Quis falar algo bonito, mas por causa do álcool, respondi mais com a cabeça de baixo do que com a de cima: "Mano, isso é uma idiotice, se eu fosse seu namorado, tendo essa bunda à disposição, ia te comer a toda hora." Ela fica vermelha, mas fica feliz. Eu só disse o que ela queria ouvir, além de que minha fraqueza são bundas boas. Então, também perdendo a vergonha por causa do álcool, ela me pergunta o que eu faria com ela se a tivesse à minha mercê. Nesse jogo, eu não ia recuar e comecei a dizer como ia comer ela, até que percebi que ela começou a se tocar. Até que ela me manda calar a boca e diz que queria testar essa teoria, abaixando a saia e ela mesma puxou a tanga. Olhei pra baixo e meu pau já estava duro e pronto pra ação como sempre. Antes de entrar, comecei a beijar o pescoço dela, quando ela deu um pequeno grito de desespero, deixando claro que era verdade a falta de sexo. Toquei um pouco e ela estava realmente molhada só pela ideia de ter um pau perto de novo. Comecei a roçar, passei meu pau na entrada da buceta dela até que ela se cansa e diz: "Chega de preliminares, preciso transar e preciso que você faça isso agora, quero seu pau até o fundo." Isso me motivou mais do que eu já estava e decidi começar.

3 comentários - Viagem de formatura (parte 2) primeiros avanços

Que buen relato amigo... Espero no tardes tanto para seguir contando