Viagem de Formatura (Parte 1) - Contexto

Contexto: passei todos os anos da minha vida no mesmo lugar, então vi muita gente entrando e saindo. Alguns repetiam, outros mudavam, alguns chegavam anos depois, mas o grupo "original" éramos 8: 3 caras que se davam muito bem, e 5 minas. Duas delas eram muito feias — sei que não é legal falar isso, mas elas pegavam menos que ônibus lotado. Embora eu tenha que admitir que autoestima elas tinham, porque se declararam pra nós três e até o último momento tentaram chamar a atenção de algum de nós. Com as outras três também tivemos nossos rolos, mas nunca rolou nada sério porque seria meio estranho depois de tanto tempo, e era mais um jogo interno. Lá fora, duas delas tinham namorado, mas nunca descobriram as piadas de duplo sentido nem nada, embora essas permissões e restrições fossem só com elas. Com o resto das minas da nossa turma eu já tinha ficado, mas nada além. Eu tinha acabado de me separar e ainda era o atleta do grupo, então não foi difícil conseguir. Garotas de 18 anos que se viam todo dia — era óbvio que isso ia rolar. Até que chegou a viagem maravilhosa, coincidindo que pela primeira vez os 8 estávamos solteiros, dividindo dois quartos: os caras de um lado e as minas do outro, mas como eram de frente, não tinha muito problema. As primeiras noites passaram e nada rolou entre a gente. Os outros dois se juntaram pra tentar pegar alguma mina que não conhecessem, e conseguiram na segunda noite. Eu fui com o objetivo de me divertir; se rolasse, rolava, mas não tava bitolado com isso, então as primeiras duas noites foram tranquilas pra mim. No terceiro dia, uma das atividades era ir pra piscina. Fomos juntos e nos trocamos nos vestiários. Quando saí, notei que as minas que eu conhecia desde sempre estavam me olhando com outros olhos pela primeira vez — os mesmos olhos que usavam pra olhar as "presas" delas, embora não tenham me dito nada. nada, entrei na água e fui direto pra parte funda nadar, depois de um tempo quis descansar, então fui pra parte mais rasa e vi elas tomando sol, dava pra perceber que estavam olhando pra todos os caras, mesmo de óculos escuros. Eu me levantei, já que a água batia na minha cintura, e decidi ir falar com elas quando me chamaram pra jogar aquele jogo de não deixar a bola cair na água. Fiquei mais um tempo até que, ao me virar pra pegar a bola, vi de canto de olho que as minhas estavam me encarando de novo. Olhei disfarçado, mas elas perceberam e desviaram o olhar. Fiquei confuso, mas ignorei. Pouco depois, saí do jogo de novo porque, como não tava acostumado a fazer atividade na água, meus músculos já estavam moídos. Fui até onde minhas amigas estavam, e uma delas reclamou que finalmente eu lembrei que ela existia. Não tava a fim de entrar na onda, então só sentei na água, apoiando as costas na borda. Uma delas começou a brincar com meu cabelo, e eu deixei, sem saber qual era, nem me importava. Fiquei pensando até que percebi que, em todos esses anos, era a primeira vez que elas me viam sem camisa, já que só tínhamos saído pra balada ou lanchar. Talvez isso tivesse chamado a atenção delas, embora uma parte do meu cérebro achasse que eu tava viajando demais e que era melhor parar de pensar nisso. E quando parei, veio outra coisa na cabeça: também era a primeira vez que eu via elas de roupa de piscina/praia. Fiquei tão distraído na água, olhando pras outras mulheres de biquíni, que esqueci que minhas amigas também tavam de biquíni. Tava nessa nuvem até que uma das minas me deu um tapa pra me acordar e disse que iam pro quarto, caso eu quisesse ir depois. Fiz que não ouvi pra ter uma desculpa e me virar pra olhar elas. Uma delas era gordinha, bonita de rosto, quase não tinha peito, mas tinha uma bunda que se destacava, principalmente por causa do corpo dela, já que é daquelas que a Os quilos se dividem: metade vai pro rabão dela e a outra metade pro resto do corpo. Pra quem curte tamanho acima de tudo, ela era perfeita. Naquele dia, tava de maiô inteiro, talvez encanada com o corpo, mas nem isso escondia aquele rabão enorme. A outra, sendo sincero, não tinha nada. Não é por mal, é questão de gosto. Não era muito bonita e não tinha corpo, a famosa tábua, falando na lata. Por mais que fosse a única que treinava e dava pra ver os tanquinhos, não tinha nada que despertasse interesse sexualmente. Ela tava de maiô de duas peças, querendo mostrar o abdômen, mas só. Antes de chegar, ela mesma disse que não queria passar vergonha usando um biquíni do lado de outras minas que tinham o que mostrar. E a última era a melhor, uma das mais disputadas. Ruiva, 1,70, tinha uma bunda não muito grande, mas gostosa, redonda e firme. Mas o bom mesmo vinha nos peitos dela. Não eram exageradamente grandes, tinham o tamanho perfeito, maiores que a maioria, mas sem parecer deforme. Sabendo do que tinha, vestiu um biquíni apertado, que, além de ser bonita, ela tinha naturalmente uma cara de putinha, roubava todos os olhares e adorava, embora dissesse que não notava. Eu vi elas e não sei se era pela minha perspectiva lá de baixo ou o quê, mas achei elas muito mais gostosas do que tinha visto o ano inteiro. A da bunda grande já tinha virado pra ir embora, e eu consegui ver a bunda dela e parte da buceta, tão apertada naquela parte por causa do rabão. A dos peitões era quem tinha me dado o tapa e tava mais perto. De baixo, parecia que os peitos dela tinham dobrado de tamanho, e a buceta dela tava a meio metro de mim, parecia até que eu sentia o calor. Falei que tava tudo bem e que iria depois, vendo elas irem andando. A tábua se meteu no meio das duas. A da bunda grande mexia o corpo todo sem querer, roubando metade dos olhares, e a dos peitões caminhava. mexendo os quadris de propósito, fiquei mais um tempo conversando com amigos e gente que não conhecia até que enjoei e quis ir embora. enquanto caminhava, vi que a tabla tava com a big booty e outras minas do curso conversando entre elas na frente do hotel. decidi fingir que não vi elas, já que queria ir rápido tomar um banho antes que algum dos meus colegas de quarto chegasse. mas quando cheguei na entrada, três minas que eu não conhecia, mas que o grupo delas tava no mesmo hotel, então já tinha visto elas, me cumprimentaram com um beijo cada uma e perguntaram se eu tinha namorada. quando falei que não, começaram a falar comigo sobre coisas que não me interessavam, tipo de onde vinham e tal. pediram meu instagram e, na hora que passei, a big booty me agarrou pelo braço brava e começou a me puxar pro hotel, se despedindo por mim das desconhecidas, que gritaram que a gente se veria no baile, o que deixou minha amiga ainda mais puta, me xingando por estar falando com aquelas mulheres. na porta, tava a tabla, que também me enciumou, e as duas me obrigaram a ir pro meu quarto, que era exatamente o que eu queria fazer desde o começo. depois de tomar banho e descer de novo, encontrei os caras e ficamos conversando no térreo do hotel. depois de um tempo, já éramos muitos, porque as atividades tinham acabado e só faltava esperar a hora de nos levarem pro baile, mas ainda faltavam umas 5 horas. sentamos nuns sofás, o grupo "original", até que os dois caras decidiram ir falar com umas minas que conheceram na noite anterior. não tinha sinal da big brest, enquanto as outras duas estavam conversando entre elas sobre uns caras que tinham visto. fiquei só com as duas que não cortavam nem pinchavam, e decidi ir pro meu quarto. as quatro me perguntaram pra onde eu ia, e menti, dizendo que tava procurando algo e voltava. subi, mas quando entrei, lembrei que a gente tinha combinado, os oito, que se sumíssemos por muito tempo deixávamos o mais importante nas bolsas de mão e deixávamos tudo junto num quarto, e naquela tarde a gente tinha deixado tudo no quarto das minas e eu não tinha pedido a chave, pensei que não ia ter ninguém, mas só por precaução bati e ouvi resposta do outro lado

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