A virgindade da minha sobrinha

Sou o caçula de três irmãos. Tenho 34 anos, o do meio tem 45 e o mais velho tem 51. Sou filho do último casamento do meu pai; meus outros dois irmãos são do casamento anterior.
O irmão com quem tenho mais contato é o do meio, porque passei mais tempo com ele e também era o que tinha a idade mais próxima da minha.
A gente morava numa cidadezinha de Santa Fé, mas com o tempo nos espalhamos e fomos morar em cidades maiores pra ter oportunidades melhores.
De vez em quando vou visitar o Marcos (o irmão do meio). Ele tem uma casa grande e lá costumo ficar uns dias. Como sou solteiro e moro num apartamento pequeno, é mais difícil eles virem pra minha cidade. Quando digo "eles" é porque ele tem família. É casado e tem três filhos. O caçula tem só um ano, então é mais complicado pra eles se deslocarem.
O filho do meio do Marcos tem 12 anos e a mais velha já tem 22.
A Martina (a filha mais velha do meu irmão) sempre foi minha preferida. Quando pequena, era muito carinhosa e muito boazinha. Sempre que eu ia visitá-los, ela me recebia com muita alegria e depois não largava do meu lado durante minha estadia.
Geralmente, eu passava as festas com eles ou aparecia pra alguns aniversários. Principalmente os da Marti.
Tentava dar presentes legais pra ela ou comprava as guloseimas favoritas dela.
Quando minha sobrinha entrou no ensino médio, ela tava muito ansiosa. Teve que mudar de escola e não podia mais ver os colegas.
Ela comia demais e, por causa disso, engordou bastante. Os novos colegas faziam muito bullying com ela, e ela se sentia péssima. Sofreu muito nessa fase da vida.
Sempre que a via assim, eu falava pra ela não ligar pra aqueles "babacas", que ela era linda e que eles iam se arrepender de tratar ela daquele jeito. Ela me abraçava sentindo um pouco de consolo e me agradecia. Mas eu sabia que a angústia dela não ia passar completamente.
Quando a Marti ia fazer 15 anos, ela começou a Preocupada com a forma física, ela começou a regular as refeições e, além disso, o Marcos me contou que ela tinha começado a ir pra academia regularmente.
A ideia dela era chegar bem pra festa de 15 anos, mas depois decidiu não fazer e, em vez disso, pediu pros pais irem viajar. Ela queria que fosse com familiares e alguns amigos. Entre os convidados, estava eu, mas infelizmente não pude ir porque tinha que trabalhar.

Por questões de trabalho, também não consegui visitá-los por muito tempo. Mesmo assim, sempre ligava pra saber como estavam e também pra falar com meus sobrinhos, especialmente com a Marti.

Quando ela ia fazer 18, meu irmão organizou uma festa numa chácara que alugou por 3 dias. Era um lugar muito bonito e grande. A casa tinha muitos quartos e muito verde ao redor.

Eu não podia faltar, já que depois ela ia estudar em outra cidade e, além disso, era um aniversário muito importante.

Quando cheguei na chácara, não acreditei no tamanho que a Marti tava. Fazia um tempão que eu não via ela e foi uma surpresa danada.

Era toda uma mulher, tinha um corpo gostoso pra caralho e uma atitude muito madura. Mas o sorriso dela ao me ver era o mesmo de sempre. A mesma ternura na voz e o mesmo calor ao me abraçar. Foi um abraço eterno. Ela não queria me soltar, e eu também não, pra ser sincero. Fazia muito tempo que a gente não se via e eu sentia muita falta dela.

Depois, durante o dia, ela vinha até onde eu tava e me abraçava forte. Fez isso várias vezes. Também sorria pra mim toda vez que a gente cruzava o olhar.

Foi muito lindo ver ela depois de tanto tempo.

Passamos um aniversário muito gostoso. Tava toda a família e amigos. Muitos voltaram pra casa depois da festa, mas eu ia ficar até o último dia, porque não sabia quando ia ver ela de novo.

No dia seguinte, acordei e todo mundo ainda tava dormindo. Fui pra cozinha preparar um mate e fiquei lá sozinho esperando alguém acordar.

Passou um tempão e ninguém levantava, então saí pra dar uma volta pelo Um pouco depois.
Cerca de uma hora depois, o Marcos saiu pra me falar que iam comprar coisas na cidade, já que não tinha sobrado nada de comida depois da festa.
Ele me pediu pra ir acordar a Martina, porque, se dependesse dela, ela dormiria até umas 4 da tarde.
Quando eles foram pra cidade, esperei mais ou menos meia hora pra ir no quarto da Marti.

Quando entrei no quarto dela, ela tava dormindo destampada. Tava bem calor. Também vi que ela tava de fio dental vermelho, sumindo no meio da bunda.
Tentei não olhar muito e já comecei a mexer nela pra acordar. Ela tava muito dormindo, eu insisti balançando o ombro dela um pouco mais forte e falando com ela. Até que finalmente acordou. Acordou com um sorriso de orelha a orelha. "Bom dia, tio", ela falou e me abraçou. Ela tava só de camiseta. Sem sutiã, então senti os bicos dos peitos roçando no meu braço. "Bom dia, gostosa, hora de levantar", falei apressando ela. Ela levantou bocejando e foi pro banheiro do jeito que tava. Só de fio dental.

Quando voltou, perguntou onde tava o resto e eu falei que tinham ido comprar na cidade. Ela comentou que iam demorar bastante provavelmente e me propôs de preparar um mate e a gente dar uma caminhada por ali. Eu falei que já tinha tomado cedo e ela disse, num tom de brincadeira, que eu tinha que abrir uma exceção porque ela era a favorita. Eu respondi que ela tinha razão e pus água pra esquentar pro termo.

Ela se vestiu e a gente foi dar uma volta pelo sítio (eu pela segunda vez). A gente conversava sobre tudo. Pusemos o papo em dia, mesmo a gente se falando bastante, é melhor contar as coisas cara a cara.

Eu: E aí? Tá namorando?

Marti: Ai, tio! Parece a vó já!
Não, não tô namorando..

Eu: Mas deve ter pretendentes, né?

M: Emm, sim, sei lá...

Eu: Muitos? Mais de um com certeza, né?

M: Sim, tem uns vários dando sopa, mas não dou bola.

Eu: São da escola?

M: Sim, a maioria.. mas também do bairro.

Eu: E Aqueles caras que te enchia o saco antes, já tão de boa?

M: São uns otários, agora querem ficar comigo kkkk

Y: Que se fodam, burros! Viu que sempre te falei que iam se arrepender?

M: Sim, obrigada por estar sempre aqui..

Ela me abraçou forte e eu passei a mão no cabelo dela. Ficamos em silêncio por um tempão.

Y: Mas cê teve algum namorado ou algo nesses anos, né?

M: Não, foquei nos estudos pra sair daquela merda de escola.

Y: Mas agora que já saiu, com certeza vai conhecer alguém.

M: Talvez, ou vou morrer virgem se não achar o cara certo kkk

Y: Mas não precisa ser o cara certo. Quem você acha que é o Certo, no longo prazo pode não ser, e o negócio já vai ter rolado.

M: É, nisso cê tem razão... mas pelo menos tem que ser alguém especial..

Y: Sim, de preferência sim.

M: Tão especial quanto você... falou e me abraçou de novo.

Y: "Cê é uma love girl" falei e beijei a cabeça dela.

M: Cê tiraria minha virgindade?

Y: Cê tá louca? Sou seu tio!!

M: Mas e se não fosse?

Y: Cê é muito novinha..

M: Mas já sou de maior. Posso escolher com quem vou pra cama.

Y: Sim, eu sei!

M: Cê não gosta de como eu tô?

Y: Sempre te falei que cê é gostosa.

M: Mas como mulher, cê me acha bonita?

Y: Sim, claro! E por isso tem um monte de caras atrás de você.

M: Mas você esteve lá quando mais precisei. Cê toparia me desvirgar?

Y: Isso é loucura!!

Justo na hora voltaram das compras, me salvou pelo gongo.
Passamos o dia em família. Mas de vez em quando, a conversa passava pela minha cabeça e eu olhava pra ela. Mas ela continuava agindo como se nada tivesse acontecido...
Anoiteceu e já era hora de dormir. Me despedi de quase todo mundo. Mas quando fui no quarto da Marti, ela não tava. Achei que tava escovando os dentes no banheiro.
Fui pro meu quarto, que era lá no fundo. Quando chego no quarto, vejo que a Marti tava deitada na minha cama. Tinha esfriado bastante e ela tava coberta. Quando levantei o cobertor pra entrar na cama, ela tava completamente pelada. Fiquei absolutamente chocado. A Marti virou e falou "entra na cama, vamo ver se você não vai se tentar". Falei de novo que aquilo era loucura e pedi pra ela voltar pro quarto dela, mas ela recusou. "Não vai acontecer nada se você não quiser, mas eu quero, sim".
Mudo, deitei do lado dela e nos cobrimos.
Depois de um tempo, a gente dormiu. Mas numa hora acordei e tava abraçado nela. Tava com a pica dura e encostando nela.
A Marti também acordou e percebeu minha ereção. Começou a tocar minha pica e depois virou. "Viu que ia se tentar?" falou e puxou minha cueca pra baixo. Com muito cuidado, começou a tocar meu pau e eu passava a mão na pele lisinha dela. Depois fui ensinando como mexer a mão pra me masturbar, e ela fazia muito bem. Aí levei minha mão até a buceta dela e devagarzinho esfregava o clitóris. Ela só respirava forte e continuava concentrada em me masturbar.
Me tentei e desci pra chupar ela. Era uma delícia a xota da minha sobrinha. Ela começou a gemer e falava como tava gostoso. Tive que calar ela umas duas vezes porque tava gemendo alto. Consegui fazer ela gozar e, quando ela se recuperou, pediu pra eu meter.
Enfiei um dedo e comecei a mexer devagar. Depois enfiei mais um e finalmente fiquei por cima dela com o pau na entrada. Aos poucos fui enfiando a pica, e ela fazia cara de dor mas não falava nada.
Consegui enfiar tudo e comecei a subir e descer com cuidado. Ela reclamava bastante mas continuava aguentando, até que numa hora pediu pra parar porque tava doendo muito. Tirei na hora e deitei do lado dela, abraçando. Depois de um tempo, a gente dormiu.
Quando acordei, ela já não tava mais na minha cama. Levantei e fui pro banheiro. Quando saí, fui ver se tava no quarto dela, e tava sim.
A verdade é que aquele último dia foi estranho. De um lado tava meu irmão Marcos, o pai da minha sobrinha, e Do outro lado estava a Marti, de quem eu tinha acabado de tirar a virgindade. Ela nem olhava pra mim. Isso me fazia pensar que eu tinha feito a maior cagada da minha vida.
De tarde, antes de a gente ir embora, queria falar com ela pra me desculpar, mas não surgia o momento certo. Até que finalmente saíram de casa.
Fui no quarto dela e falei..

Y: Marti, dá pra gente conversar um pouquinho?

M: Sim, claro! Desculpa!!

Y: Não, por quê? Quem tem que pedir desculpa sou eu pra você!

M: Eu que insisti pra fazer e no final nem te dei prazer

Y: Não, meu amor! Isso não importa.. me sinto culpado por ter te feito sentir dor.

M: Isso acontece, mas o resto eu gostei muito! Quero mais! Falou e se deitou na cama dela, tirando a tanga rapidinho.

Eu me joguei na buceta dela e chupei com desespero. Pouco tempo depois ela gozou e me pediu pra tentarmos de novo.
Abaixei rápido a calça e a cueca, passei saliva no pau e devagar enfiei. Quando entrou tudo, comecei a me mexer devagar. Dessa vez ela tava curtindo pra caralho. Eu também, porque a buceta dela era super apertada. Comecei a acelerar enquanto ela gemia mais alto. Mas quando eu tava quase gozando, ouvi que estavam voltando da caminhada. Saí correndo rápido pro meu quarto e ela se vestiu no dela.
Depois a gente foi embora e não vi mais ela até recentemente, que já tem 22. Ela veio no meu apê. Me contou que tinha namorado um tempo, mas já tinha terminado.
Depois de colocar o papo em dia, a gente lembrou daqueles dias no sítio. Nós dois ficamos com tesão e começamos a nos esfregar. Daí ela abaixou minha calça e chupou meu pau com muita dedicação. Em seguida, ficou de quatro e pediu pra eu comer ela com força. (No fundo, eu pensava em como ela tinha se transformado de uma menina doce e inocente numa gostosa vagabunda). Quando fui pegar camisinha, ela falou pra meter assim mesmo. Eu obedeci e comecei a foder ela com força enquanto puxava o cabelo dela. Depois de um tempo, eu tava com vontade de gozar e a Marti me pediu pra enche a buceta dela de porra como recompensa por não ter gozado naquela vez.
Foi assim que acabei gozando dentro da minha sobrinha. Depois nos abraçamos e ficamos deitados na cama.
Ela ficou o fim de semana inteiro, então a gente trepou mais umas duas vezes... não sei quando vai ser a próxima.A virgindade da minha sobrinha

virgem

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7 comentários - A virgindade da minha sobrinha

chor09 +1
Esa es? Dios mio que caramelito te comes
Te doy un 10 pero quiero la continuación de la historia