E aí, poringa boys? O que vou contar foi em 2016. Acontece que a Bianquinha começou a ir nas matinês e às vezes era em Capital Federal. Mais precisamente numa balada de San Telmo. Os meninos entravam às 20h30 e saíam à meia-noite. Era normal eu levar a Bianca e mais 4 amigas. E pra não voltar, ficava em algum pub da região tomando algo e vendo se aparecia algo bom.
Um sábado de manhã, a Bianqui me liga: "Feta, hoje cê leva a gente no Musseum?" "Fechou, levo sim. Quantas são?" "3 e eu, 4" respondeu. "Beleza, como sempre, 19h30?" "Isso, tio." De tarde, futebol sagrado, tomei banho, fui pra casa, dei uma descansada, tomei outro banho mais caprichado, troquei de roupa: jeans, camisa branca por fora da calça, tênis. 19h30 tava na porta da Môni esperando a Bianqui. A Môni sai: "Que isso, fetinha, virou babá dessas piranhas?" "Relaxa, Môni, se a Bianqui é feliz, eu também sou." Môni me abraçou pela janela da caminhonete e, como sempre, colocou um dedo nos lábios dela e levou até os meus: "Te amo, feta." "E eu te amo, meu amor." "Cuidado com as mães do grupo que tão te investigando." "Ah, é? Mas elas não sabem que eu sou só seu." "Só seu? É seu e de qualquer uma que der mole, você não escolhe, feta." "Que agressiva, hein, Môni. Se separar, eu nem olho pra outra gostosa." "Até parece que é fácil." "Então tenho carta branca até esse dia." "Idiota, pode transar com um monte, mas comigo você faz amor." "Adoro quando você fica ciumentinha." Ela enfiou a mão e apertou minhas bolas. "Pelo menos já vai sair com dor nos ovo", disse morrendo de rir.
As meninas saíram e fomos embora. Não sei se vocês já tiveram a sorte de levar ou buscar piazada de balada ou aniversário, mas ali você fica sabendo de todas as fofocas. Elas são muito cuzonas entre si. Levei elas na balada e fui pra Puerto Madero. Caminhei um pouco, umas 22h entrei num restobar cheio de novinha, mas ainda assim peguei uns olhares. 23h30 mensagem da Bianquinha: "Feta, me avisa. Quando você estiver por perto"
Paguei o refrigerante que tomei e fui buscá-las
Elas sobem e a diferença entre a ida e a volta é notável. Saem com os hormônios a mil
E saem cantando, zoando e começaram a me provocar. "Feta, você tem namorada ou namorado?"
"Namorada não tenho e namorado não me interessa"
"Daleeee feta, alguma coisa deve ter" – disse Carolina
"Não, Caro, nada sério tem"
"Mas você é facha, feta" – disse Luana
"Minha tia já te viu, feta"
"Cuidado com minha tia"
"Vou ter cuidado"
Fui levando as meninas, tipo umas 1 da manhã estava sozinho como um otário, olho o celular
Mensagem de um número não salvo
"Obrigada, senhor, por trazer minha sobrinha, sou Sabrina, a tia da Luana"
Quem caralho tinha dado meu telefone.
"De boa, é uma alegria ver elas se divertindo"
"Te vejo sempre quando vai buscar a Bianca"
"Ah sim, na verdade nunca desço da caminhonete"
"Nem hoje também, nem me deu tempo de agradecer, você já tinha ido"
"Não gosto de ficar muito tempo"
"E agora, onde você anda?" – já começou a me atiçar
"Chegando em casa"
"Vai dormir?"
"Não era a ideia, mas estando sozinho a essa hora complica"
"E por que não me convida?"
"Vem, sabe onde eu moro?"
"Passa o endereço" – Eu sabia que eram 10 quadras
"Daqui a uma hora tô por aí"
"Não vai dormir"
Nesse tempo, tomei outro banho, vesti uma bermuda e uma camiseta confortável.
Ela chegou tipo 2 horas num remis
"Boa noite, tio da Bianqui"
"Boa noite, Sabri, e me chama de feta"
"Dale, feta"
Preparei um café pra ela enquanto conversamos, ela 37 anos, separada, uma filha de 9.
Tomamos o café no sofá. Num momento ela diz
"Tô te vendo faz tempo, que físico bom você tem"
"Valeu, Sabri, tento me cuidar, sempre fui magro, mas desde sempre vou na academia"
Ela levanta os copinhos de café e leva pra cozinha, aí eu olhei pra ela com outros olhos. Ela era gostosa, muito gostosa
Voltou da cozinha, me levantei, estendi a mão, ela se aproxima e me beijou na boca.
"Faz o que quiser comigo" – ela sussurrou desabotoei o vestido no ombro e ficou de sutiã, tirei minha camiseta e comecei a beijar os biquinhos dela, puxei os peitos dela pra cima do sutiã e eram gigantes, com mamilos grandes que eu devorei. terminei de tirar o vestido dela e ela tava com uma calcinha enfiada na racha, enfiei um dedo por cima do pano e ela suspirou. Ela se ajoelhou e tirou a pica da cueca e começou a chupar olhando pra cima "que cara de chupadora de pica que você tem" "feta, posso chupar seu cu?" "o que você quiser, putinha" E começou a chupar meu cu bem fundo, com uma mão segurava minha pica e com a outra se tocava no clitóris. De repente, ela apertou minhas bolas forte, eu parei, agarrei a cabeça dela e coloquei ela de quatro. Enfiei a pica na buceta dela e ela me provocava. Tirei da buceta e coloquei na entrada do cu. "o que você vai fazer?" "vou arrebentar seu cu" "para, sou virgem do cu" "tô nem aí, putinha" Enfiei no cu lubrificado e ela começou a gritar. "Para, filho da puta" ela já não aguentava mais e gozou enquanto eu continuava bombando e dando tapas. "aí, gozo no seu cu, putinha" Ela se mexeu forte e soltou um grito tremendo, e eu enchi o cu dela de porra. A gente dormiu, de manhã tomamos café e fomos transar de novo, ela por cima, vários orgasmos, quando eu tava quase gozando, tirei e coloquei na boca dela, enchendo ela de porra que ela engoliu tudo. Umas 12h ela foi embora e eu fiquei na cama. De noite, mensagem da Sabri: "quero repetir, feta, tô ótima com tanta gozada" Sabri, eu gosto de uma pessoa que é complicada "onde ela fica sozinha, sabe que me tem" "tá perfeito, feta, se rolar melhor" A Moni me liga: "oi, fetita" "oi, Moni" "saiu ontem à noite?" "não, fiquei em casa" "sozinho ou acompanhado?" "acompanhado" "com quem, filho da puta?" "com uma tia da Luana" "amanhã vou na sua casa e você me conta, vagabundo, mas você é meu" Queridos Poringa Boys, mando um abraço.
Um sábado de manhã, a Bianqui me liga: "Feta, hoje cê leva a gente no Musseum?" "Fechou, levo sim. Quantas são?" "3 e eu, 4" respondeu. "Beleza, como sempre, 19h30?" "Isso, tio." De tarde, futebol sagrado, tomei banho, fui pra casa, dei uma descansada, tomei outro banho mais caprichado, troquei de roupa: jeans, camisa branca por fora da calça, tênis. 19h30 tava na porta da Môni esperando a Bianqui. A Môni sai: "Que isso, fetinha, virou babá dessas piranhas?" "Relaxa, Môni, se a Bianqui é feliz, eu também sou." Môni me abraçou pela janela da caminhonete e, como sempre, colocou um dedo nos lábios dela e levou até os meus: "Te amo, feta." "E eu te amo, meu amor." "Cuidado com as mães do grupo que tão te investigando." "Ah, é? Mas elas não sabem que eu sou só seu." "Só seu? É seu e de qualquer uma que der mole, você não escolhe, feta." "Que agressiva, hein, Môni. Se separar, eu nem olho pra outra gostosa." "Até parece que é fácil." "Então tenho carta branca até esse dia." "Idiota, pode transar com um monte, mas comigo você faz amor." "Adoro quando você fica ciumentinha." Ela enfiou a mão e apertou minhas bolas. "Pelo menos já vai sair com dor nos ovo", disse morrendo de rir.
As meninas saíram e fomos embora. Não sei se vocês já tiveram a sorte de levar ou buscar piazada de balada ou aniversário, mas ali você fica sabendo de todas as fofocas. Elas são muito cuzonas entre si. Levei elas na balada e fui pra Puerto Madero. Caminhei um pouco, umas 22h entrei num restobar cheio de novinha, mas ainda assim peguei uns olhares. 23h30 mensagem da Bianquinha: "Feta, me avisa. Quando você estiver por perto"
Paguei o refrigerante que tomei e fui buscá-las
Elas sobem e a diferença entre a ida e a volta é notável. Saem com os hormônios a mil
E saem cantando, zoando e começaram a me provocar. "Feta, você tem namorada ou namorado?"
"Namorada não tenho e namorado não me interessa"
"Daleeee feta, alguma coisa deve ter" – disse Carolina
"Não, Caro, nada sério tem"
"Mas você é facha, feta" – disse Luana
"Minha tia já te viu, feta"
"Cuidado com minha tia"
"Vou ter cuidado"
Fui levando as meninas, tipo umas 1 da manhã estava sozinho como um otário, olho o celular
Mensagem de um número não salvo
"Obrigada, senhor, por trazer minha sobrinha, sou Sabrina, a tia da Luana"
Quem caralho tinha dado meu telefone.
"De boa, é uma alegria ver elas se divertindo"
"Te vejo sempre quando vai buscar a Bianca"
"Ah sim, na verdade nunca desço da caminhonete"
"Nem hoje também, nem me deu tempo de agradecer, você já tinha ido"
"Não gosto de ficar muito tempo"
"E agora, onde você anda?" – já começou a me atiçar
"Chegando em casa"
"Vai dormir?"
"Não era a ideia, mas estando sozinho a essa hora complica"
"E por que não me convida?"
"Vem, sabe onde eu moro?"
"Passa o endereço" – Eu sabia que eram 10 quadras
"Daqui a uma hora tô por aí"
"Não vai dormir"
Nesse tempo, tomei outro banho, vesti uma bermuda e uma camiseta confortável.
Ela chegou tipo 2 horas num remis
"Boa noite, tio da Bianqui"
"Boa noite, Sabri, e me chama de feta"
"Dale, feta"
Preparei um café pra ela enquanto conversamos, ela 37 anos, separada, uma filha de 9.
Tomamos o café no sofá. Num momento ela diz
"Tô te vendo faz tempo, que físico bom você tem"
"Valeu, Sabri, tento me cuidar, sempre fui magro, mas desde sempre vou na academia"
Ela levanta os copinhos de café e leva pra cozinha, aí eu olhei pra ela com outros olhos. Ela era gostosa, muito gostosa
Voltou da cozinha, me levantei, estendi a mão, ela se aproxima e me beijou na boca.
"Faz o que quiser comigo" – ela sussurrou desabotoei o vestido no ombro e ficou de sutiã, tirei minha camiseta e comecei a beijar os biquinhos dela, puxei os peitos dela pra cima do sutiã e eram gigantes, com mamilos grandes que eu devorei. terminei de tirar o vestido dela e ela tava com uma calcinha enfiada na racha, enfiei um dedo por cima do pano e ela suspirou. Ela se ajoelhou e tirou a pica da cueca e começou a chupar olhando pra cima "que cara de chupadora de pica que você tem" "feta, posso chupar seu cu?" "o que você quiser, putinha" E começou a chupar meu cu bem fundo, com uma mão segurava minha pica e com a outra se tocava no clitóris. De repente, ela apertou minhas bolas forte, eu parei, agarrei a cabeça dela e coloquei ela de quatro. Enfiei a pica na buceta dela e ela me provocava. Tirei da buceta e coloquei na entrada do cu. "o que você vai fazer?" "vou arrebentar seu cu" "para, sou virgem do cu" "tô nem aí, putinha" Enfiei no cu lubrificado e ela começou a gritar. "Para, filho da puta" ela já não aguentava mais e gozou enquanto eu continuava bombando e dando tapas. "aí, gozo no seu cu, putinha" Ela se mexeu forte e soltou um grito tremendo, e eu enchi o cu dela de porra. A gente dormiu, de manhã tomamos café e fomos transar de novo, ela por cima, vários orgasmos, quando eu tava quase gozando, tirei e coloquei na boca dela, enchendo ela de porra que ela engoliu tudo. Umas 12h ela foi embora e eu fiquei na cama. De noite, mensagem da Sabri: "quero repetir, feta, tô ótima com tanta gozada" Sabri, eu gosto de uma pessoa que é complicada "onde ela fica sozinha, sabe que me tem" "tá perfeito, feta, se rolar melhor" A Moni me liga: "oi, fetita" "oi, Moni" "saiu ontem à noite?" "não, fiquei em casa" "sozinho ou acompanhado?" "acompanhado" "com quem, filho da puta?" "com uma tia da Luana" "amanhã vou na sua casa e você me conta, vagabundo, mas você é meu" Queridos Poringa Boys, mando um abraço.
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