A correria do dia a dia e a vida agitada não me deixam ser organizado, nem limpar, lavar como todo mundo, mas um pouco de conforto financeiro justificava. Tive que passar um tempo sozinho e decidi procurar alguém pra limpeza. Não pensei que seria tão complicado, mas comecei a perguntar pra amigos, conhecidos, até que uma amiga me passou o contato da dona Marta. Fui falar com ela, uma senhora séria e responsável, mas óbvio, ela disse: "Não posso, tenho trabalho há anos e o tempo não daria". Fiquei super desanimado. Continuei procurando e sem sucesso. Uns dias depois, a dona Marta me liga. Fiquei feliz, pensei que ela tinha mudado de ideia e vinha, mas não. Ela me disse que uma sobrinha dela estava vindo de Santiago e procurando trabalho, responsável e tal. Combinamos de conversar no dia seguinte. Chegaram na hora marcada. Quando fiz ela entrar, vi a sobrinha: um piranhão de 19 anos. Umas tetas bem firmes, pequenas mas bem marcadas, uma cintura linda e uma bunda incrível, um par de pernas maravilhoso e uma cara de chupar pau de matar. Nos cumprimentamos, expliquei o trabalho, horários e salário, e ela aceitou. No dia seguinte, tinha que vir às 8 da manhã, mas chegou às 10. Eu tinha coisas pra fazer, me atrasei e, pra ser sincero, já tava de mau humor. Deixei a chave e fui embora. Voltei à tarde. Ela ia embora às 16, mas cheguei tipo 17 e ela ainda tava lá. Perguntei e ela, meio de cara feia, respondeu que foi por eu ter chegado tarde, mas que não ia se repetir. Enfim, limpou bem, mexeu a bunda e foi embora. No dia seguinte, não pude esperar por ela. Não chegou. Esperei uma hora e fui embora. Ao meio-dia, me ligam de um número privado e sim, era a gatinha. Pediu desculpas, disse que chegou tarde de novo e não tinha ninguém. Falei que era impossível eu ir abrir pra ela e que voltasse no dia seguinte no horário. No dia seguinte, apareceu às 8:30. Perguntei qual era o problema e aí ela me disse que morava muito longe e não tinha transporte, que se complicava muito se perdesse o ônibus. Primeiro trampo, então falei: "vamos mudar o horário, entrava meio-dia, vamos testar assim". No dia seguinte, ela chegou no horário, mas toda desligada, cara de cansada, e continuou me contando sobre o busão e tal. E que ia chegar tarde pra caralho na casa da tia, que é num bairro fudido. Olhei pra ela e falei: "tamo ferrado". Mas ela me implorou que precisava trabalhar e que a tia tinha dado uns dias pra ela se virar e arrumar um lugar, porque na casa não cabia mais ninguém, no fim das contas tava botando ela pra fora. Pensei um pouco e falei: "olha, vou ser direto: tenho um quarto vazio onde você pode morar, chegaria no horário e economizaria aluguel e transporte. Só precisamos estabelecer umas regras de convivência e pronto." Ela respondeu: "Siim, ótimo!", e a cara dela mudou na hora. Era sexta-feira e ela trabalhava de segunda a sexta, então falei: "faz a mudança". Mostrei o quarto, já mobiliado. Falei pra ela se instalar no fim de semana e começar na segunda. A convivência é simples: sem encrenca, sem problema, e a gente se dá bem. Eu até tinha muitas reuniões e festas em casa, podia ser um problema, mas era só nos fins de semana e com certeza a mina saía, então ia passar batido. Ela apareceu com uma mochila de roupa, se acomodou. O problema é que no andar de cima só tem um banheiro e a gente ia ter que dividir, mas pra mim não era problema.
No domingo, tava de boa, acordei pra tomar café e ela já tava acordada, de shortinho curto e uma regata colada, me apaixonei. Ela tinha preparado o café pra mim. Falei que não precisava, que fim de semana era descanso dela, mas ela disse que não incomodava e que fazia aquilo em troca de eu ter sido tão bom com ela. O dia passou, eu saí. De noite fui comer um churrasco com uns amigos, fiquei muito doidão. Cheguei em casa e fui direto deitar. Tava deitado e bateu uma vontade do caralho de mijar. Tava de cueca, era de madrugada, mas saí mesmo assim. Na porta do banheiro, já tirei a rola pra fora porque tava me mijando. Quando entrei e apontei pro vaso, vi ela sentada. Ela ficou paralisada, eu também. Eu tava me mijando, não aguentava mais, então não teve jeito, fui pro banheiro e comecei a mijar na banheira. Ela ficou me olhando chocada, e eu olhei pra ela, use a palavra: buceta, olhei pra ela como quem pede desculpa, falei "me desculpa, você me surpreendeu". Aí ela disse "desculpa eu, sou uma idiota, não acendi a luz pra não te incomodar". Nisso, percebi que não tava mais mijando e ainda tava com a pica na mão apontando pra banheira. Guardei e saí sem falar nada, desmaiei. No dia seguinte, acordei e quando desci, vi ela de bunda pro alto com uma legging, uma tanguinha bem enfiada no cu, limpando. "Bom diiiia", falei e passei. Ela veio correndo: "vou te preparar um café", disse. "Fala", respondi. A intenção era falar sobre a noite anterior, mas preferi calar a boca. A manhã seguiu normal, me joguei no sofá pra ver TV. Ela veio e disse: "terminei, vou tomar banho se você não for usar o banheiro". "Tudo bem", falei, "usa tranquila" e ela foi. Aí aproveitei, fui pro quarto me deitar e mexer no computador. Quando vi ela saindo do banho, cabelo molhado e enrolada numa toalha, aproveitei e passei por ela pra ir ao banheiro. E aí parei: a tanguinha dela tinha ficado esquecida no banheiro. Me segurei, mas acabei pegando e esfregando na minha pica. Ela endureceu na hora. Saí e fui pro quarto, quando saí do banheiro, vi ela. O olhar dela foi direto pra pica, que não dava pra disfarçar. Segui e fui pro meu quarto. Preferi não pensar mais nisso e deixar passar. Precisava dessa mina limpando a casa, então decidi não virar um masturbador. Na segunda, comecei cedo, ela ainda não tinha levantado. Saí e tomei café na rua. Voltei à tarde, entrei e ela tava vendo TV. "Te preparei comida, esperei você, mas tava com muita fome e comi", disse ela. "Sim, tranquilo, tudo bem. Vou tomar um banho e depois como algo." Fui lá. A verdade é que me surpreendi quando saí do banho: ela tava com a porta do quarto aberta, deitada na cama, bundinha pequena pra cima, mexendo no celular. Fiquei um minuto olhando pra ela e a pica subiu feio. Ela tem uma... Um rabo lindo, ela se virou me olhando com cara de puta e me disse: "precisa de algo, chefia?" Nada, falei, só tava olhando. "Tá confortável?" "Tô sim", ela disse, "mas vem aqui que queria te mostrar uma coisa". Levantou da cama, eu entrei com o pau durasso, ela foi pra frente da janela e disse: "Esse vento balança muito ela, como faço pra fazer menos barulho?" Se virou e olhou pro meu pau. "Tudo certo aí?" ela disse. "Parece que você tem um probleminha." "É que tô sozinho, tá pesando." Ela riu. "E como você resolve quando tá sozinho?" ela perguntou. "Sempre aparece alguém, mas hoje não é meu dia." Ela me olhou e disse: "Isso também seria parte do meu trabalho, chefia?" Não pensei duas vezes, a tesão me venceu. Tirei a toalha com o pau duro na mão e falei: "Sim, vem de joelhos que eu te explico." Sem hesitar, ela se ajoelhou, chegou perto do pau, eu bati umas palmadas com a cabeça do pau na cara dela e falei: "Chupa." Sem pensar, ela pegou. Minha nossa, como ela chupa pau, com uma devoção do caralho e uma fome danada. Massageava minhas bolas enquanto chupava como se fosse o último dia. Sentia a língua dela passando nas veias, enfiava até provocar ânsia e chupava. Tava ficando louco, acariciava o rostinho dela como quem premia pela chupada foda que tava me dando. A porra já tava pedindo passagem e decidi não avisar. Não precisei segurar ela, ela já tava vidrada. Comecei a encher a boquinha dela de porra e ela tomou tudo, não deixou escapar uma gota. Lambeu, chupou, passou a língua, deixou brilhando e limpinho. Ela disse: "Assim que o chefia gosta?" Esse foi o primeiro encontro com minha empregada.
No domingo, tava de boa, acordei pra tomar café e ela já tava acordada, de shortinho curto e uma regata colada, me apaixonei. Ela tinha preparado o café pra mim. Falei que não precisava, que fim de semana era descanso dela, mas ela disse que não incomodava e que fazia aquilo em troca de eu ter sido tão bom com ela. O dia passou, eu saí. De noite fui comer um churrasco com uns amigos, fiquei muito doidão. Cheguei em casa e fui direto deitar. Tava deitado e bateu uma vontade do caralho de mijar. Tava de cueca, era de madrugada, mas saí mesmo assim. Na porta do banheiro, já tirei a rola pra fora porque tava me mijando. Quando entrei e apontei pro vaso, vi ela sentada. Ela ficou paralisada, eu também. Eu tava me mijando, não aguentava mais, então não teve jeito, fui pro banheiro e comecei a mijar na banheira. Ela ficou me olhando chocada, e eu olhei pra ela, use a palavra: buceta, olhei pra ela como quem pede desculpa, falei "me desculpa, você me surpreendeu". Aí ela disse "desculpa eu, sou uma idiota, não acendi a luz pra não te incomodar". Nisso, percebi que não tava mais mijando e ainda tava com a pica na mão apontando pra banheira. Guardei e saí sem falar nada, desmaiei. No dia seguinte, acordei e quando desci, vi ela de bunda pro alto com uma legging, uma tanguinha bem enfiada no cu, limpando. "Bom diiiia", falei e passei. Ela veio correndo: "vou te preparar um café", disse. "Fala", respondi. A intenção era falar sobre a noite anterior, mas preferi calar a boca. A manhã seguiu normal, me joguei no sofá pra ver TV. Ela veio e disse: "terminei, vou tomar banho se você não for usar o banheiro". "Tudo bem", falei, "usa tranquila" e ela foi. Aí aproveitei, fui pro quarto me deitar e mexer no computador. Quando vi ela saindo do banho, cabelo molhado e enrolada numa toalha, aproveitei e passei por ela pra ir ao banheiro. E aí parei: a tanguinha dela tinha ficado esquecida no banheiro. Me segurei, mas acabei pegando e esfregando na minha pica. Ela endureceu na hora. Saí e fui pro quarto, quando saí do banheiro, vi ela. O olhar dela foi direto pra pica, que não dava pra disfarçar. Segui e fui pro meu quarto. Preferi não pensar mais nisso e deixar passar. Precisava dessa mina limpando a casa, então decidi não virar um masturbador. Na segunda, comecei cedo, ela ainda não tinha levantado. Saí e tomei café na rua. Voltei à tarde, entrei e ela tava vendo TV. "Te preparei comida, esperei você, mas tava com muita fome e comi", disse ela. "Sim, tranquilo, tudo bem. Vou tomar um banho e depois como algo." Fui lá. A verdade é que me surpreendi quando saí do banho: ela tava com a porta do quarto aberta, deitada na cama, bundinha pequena pra cima, mexendo no celular. Fiquei um minuto olhando pra ela e a pica subiu feio. Ela tem uma... Um rabo lindo, ela se virou me olhando com cara de puta e me disse: "precisa de algo, chefia?" Nada, falei, só tava olhando. "Tá confortável?" "Tô sim", ela disse, "mas vem aqui que queria te mostrar uma coisa". Levantou da cama, eu entrei com o pau durasso, ela foi pra frente da janela e disse: "Esse vento balança muito ela, como faço pra fazer menos barulho?" Se virou e olhou pro meu pau. "Tudo certo aí?" ela disse. "Parece que você tem um probleminha." "É que tô sozinho, tá pesando." Ela riu. "E como você resolve quando tá sozinho?" ela perguntou. "Sempre aparece alguém, mas hoje não é meu dia." Ela me olhou e disse: "Isso também seria parte do meu trabalho, chefia?" Não pensei duas vezes, a tesão me venceu. Tirei a toalha com o pau duro na mão e falei: "Sim, vem de joelhos que eu te explico." Sem hesitar, ela se ajoelhou, chegou perto do pau, eu bati umas palmadas com a cabeça do pau na cara dela e falei: "Chupa." Sem pensar, ela pegou. Minha nossa, como ela chupa pau, com uma devoção do caralho e uma fome danada. Massageava minhas bolas enquanto chupava como se fosse o último dia. Sentia a língua dela passando nas veias, enfiava até provocar ânsia e chupava. Tava ficando louco, acariciava o rostinho dela como quem premia pela chupada foda que tava me dando. A porra já tava pedindo passagem e decidi não avisar. Não precisei segurar ela, ela já tava vidrada. Comecei a encher a boquinha dela de porra e ela tomou tudo, não deixou escapar uma gota. Lambeu, chupou, passou a língua, deixou brilhando e limpinho. Ela disse: "Assim que o chefia gosta?" Esse foi o primeiro encontro com minha empregada.
2 comentários - Aprendendo a ser uma putinha submisso