Silvia agora é a vez do cunhado dela

aqui vai como continua a história da pobre Silvia
agora é a vez do cunhado dela
Espero que vocês curtam.
também que comentem isso
E OBRIGADO POR ME LER








Naquele domingo cheguei em casa não só cansada, mas também meio dolorida. Passei no mercado e trouxe um vinho tinto que coloquei na geladeira, nada muito caro. Troquei de roupa, fiquei confortável, nunca imaginei que meu marido traria o irmão dele pra casa. Juan já tinha tentado me comer e na época eu não deixei. Roberto percebeu e desde então eles não se falavam. Agora as coisas tinham mudado muito e Juan tinha todas as chances de me ter na cama. Aquele negão tinha uma cock enorme e realmente queria arrebentar meu cu, principalmente por saber que eu não deixava ninguém fazer isso, nem meu marido. Só de pensar nisso, eu me molhava imaginando aquela cock tremenda tomando conta da minha bunda virgem. Me excitava demais, mas não queria porque sabia que ia doer pra caralho. Grande foi minha surpresa quando Roberto entrou acompanhado pelo irmão. Eu estava com um vestidinho decotado, morrendo de calor, sem sutiã e bem curtinho.

Roberto: Oi, amor, parece que os problemas acabaram.

Juan: Oi, Silvia, cada dia você tá mais gostosa. Quanto tempo sem se ver.

Silvia: Oi, Juan, é, faz tempo. Senta, vamos tomar um mate?

Roberto: Sim, claro, amor. Cai bem depois de tanto álcool.

Sentamos à mesa, Roberto na minha frente e Juan do meu lado. Logo começaram os roços. Roberto não percebia, tava muito empolgado com o que o irmão tinha proposto: trabalhar à noite na pequena fábrica dele. O salário era mais que bom e começaria naquela segunda-feira. Roberto logo abriu o vinho e começaram a beber enquanto eu continuava com o mate. As mãos de Juan não paravam de acariciar minhas pernas. Ele fazer isso na cara do meu maridinho e o otário não perceber me deixava ainda mais tesuda. Como eu disse antes, as coisas tinham mudado muito e agora eu não ligava mais se ia dar gaia no Roberto. No fim, ele já tava bem corno e também não me convinha recusar. Tinha muita coisa em jogo. A mão de Juan finalmente tinha descoberto que... debaixo do meu vestidinho não tinha nada e ele encontrou minha buceta toda molhada, começou a brincar com os dedos enquanto eu perguntava, com a voz entrecortada, quais eram as tarefas que meu marido ia fazer à noite e se tinha mulheres trabalhando — coisa que o Roberto nem notava por causa da bebedeira que tava, até que o Juan enfiou um dedo dentro da minha buceta, que pra ser sincera já tava esperando fazia tempo. Levantei e levei a chaleira pra cozinha, logo senti o Juan atrás de mim esfregando a pica em mim.

— O que cê tá fazendo, seu idiota? Seu irmão tá ali.
— Juan: Ele tá podre de bêbado, olha, caiu no sono em cima da mesa, o bêbado.

As mãos dele já tinham puxado meus peitos pra fora e eu tava presa contra a pia, ele esfregando aquela pica enorme e linda no meu cu. Não conseguia evitar de gemer enquanto meu corpo se contorcia, quase sem oferecer resistência.

— Não, para, para, a gente não pode fazer isso, é muito errado. Ele é seu irmão e eu sou sua cunhada.
— Juan: Não vem com essa, o otário nem vai saber.

Juan inclinou meu corpo contra a pia, levantou minha saia e enfiou a pica enorme dele na minha buceta sem eu oferecer resistência nenhuma. Ele me dominou completamente e quando começou a me comer com aquela pica tremenda, eu não conseguia evitar de gemer, mas não aos gritos como queria.

— Juan: Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento. Sempre fui louco pela sua bunda e agora finalmente vai ser minha.
— Não, não, pelo cu não, chega, chega, me deixa, já me comeu, não era isso que queria?

Juan não parou, só parou quando me encheu de porra e me levou até a mesa. Lá estava o Roberto com a cabeça apoiada nela, claramente tinha dormido em cima da mesa, mesmo sabendo que trazer o irmão dele pra casa ia acabar nisso. Era o preço a pagar pelo trabalho, meu corno, e olha se eu não tava pagando. Na hora, Juan me deu um beijo de língua, queria continuar me comendo e agora que já tinha vencido minha resistência, ia me comer quantas vezes quisesse e eu sabia.

— Juan: Vamos. a levar o corno pra cama, vem, me dá uma mão Aí fui com minhas pernas escorrendo porra levar meu marido pra nossa cama, minha buceta ardia pra caralho e até doía a barriga, assim que a besta do meu cunhado tinha me deixado com a foda que me deu na cozinha, não sabia se ia aguentar mais outras, o Roberto acordou quando finalmente levantamos ele Roberto: huuuui, o que houve? Eu dormi? Juan: sim, claro, bêbado, vamos pra cama, não aguenta mais a bebedeira que você tem Roberto: sim, sim, tá bem, mas não vai embora ainda Não terminamos de deitar ele e já tava dormindo de novo como uma pedra, o Juan me tirou de lá e me levou pro outro quarto Juan: agora é a vez dessa bundinha linda Nem pense, essa coisa é enorme, impossível não doer Juan: não vai doer, te prometo, e você vai gostar pra caralho Olha como me deixou, até a barriga tá doendo agora Juan: vai, vai, pede o que quiser, mas essa bundinha tem que ser minha agora Pede o que quiser? O que quiser, o que quiser? Beleza, então me dá teu carro se quer minha raba Juan: sem problema, te dou agora, aqui estão as chaves, mas de agora em diante sou o dono da sua raba e você vai me dar quantas vezes eu quiser O filho da puta me fodeu, pedi algo que ele realmente amava loucamente, eu apostei pesado e perdi, sabia bem que tinha perdido e isso ia me custar caro, o Juan ia me arrebentar o cu e eu merecia por ser tão puta, apostei meu cu e perdi, agora era dele, não tava brava, pelo contrário, descobri que gostava muito de ser dominada, mas tá certo assim? Me excitava muito mais que esse filho da puta abusasse de mim, subi na cama e me posei de puta, você ganhou e eu perdi, agora minha bundinha é sua, mas por favor, não me faz sofrer muito Juan: você não perdeu nada, você ganhou e muito, fica com meu carro e entregar seu cu vai te dar tanto tesão que você vai pedir com muita frequência, vai doer mas não muito, todas fazem isso então não é tão difícil

Enquanto me dizia isso, ele chupava minha bunda me fazendo sentir um prazer desconhecido para mim e, sinceramente, eu amava. O primeiro dedo que ele colocou mal doeu, ele foi com calma e começou a tirar e colocar me dando muito prazer. Realmente, Juan era um mestre nisso. Logo eu quis mais, mas não pedi, estava com medo. Só mexia minha bundinha no ritmo dos dedos dele, que logo foram dois e depois três. Ele não parou até ter todos os dedos entrando e saindo do meu cu.

Juan: Você gosta? Viu que quase não dói? Me diz se quer que eu pare.

Não, não para. Arromba minha bunda de uma vez, isso tá me dando muito tesão.

Juan subiu na cama e apoiou o pau no meu buraquinho aberto, molhado de saliva. Já não sentia tanto medo. A parada foi quando ele empurrou o pau, isso sim doeu pra caralho. Me agarrei no travesseiro e apertei os dentes contra ele, mordendo como uma puta. Afinal, era o que eu era. Senti aquele pau se abrindo caminho, entrando e destruindo meu cu enquanto minhas pernas tremiam e minhas lágrimas caíam sem eu conseguir evitar.

Juan: Já foi, puta, já foi. Já tem a cabecinha dentro, o pior já passou. Agora morde o travesseiro com força e não faz barulho, porque se fizer muito barulho, seu marido acorda e o corno vai ficar puto pra caralho.

Ele tinha razão, toda razão. A cabeça do pau tinha entrado, eu sabia porque tinha sentido. Já tinha o cu arrombado, doía mas eu amava, gostava pra caralho. Era como se eu tivesse me formado como puta, uma verdadeira puta que tinha tido a bunda arrombada. Mas quando ele terminou de falar isso, meteu até o fundo de uma só vez. Me matou. Foi como se tivesse levado uma facada. Senti as bolas dele nas minhas nádegas e, depois de alguns segundos, ele começou a foder meu cu. Tava destruindo, eu não aguentava. Virava a cabeça de um lado pro outro enquanto as lágrimas não paravam de cair, mas o estranho era que quanto mais mas doía, mas eu gostava e, enquanto ele me comia, a dor se transformava em prazer. minhas pernas amoleceram e eu caí na cama. juan não parou nem por um segundo de comer minha bunda. gozei igual uma gostosa e até me mijei toda. só pedia pra ele não parar de me comer até que finalmente ele gozou. foi lindo, senti o esperma dele escorrendo pelo pau, empurrado pelas bolas, batendo dentro de mim como chicotadas quentes. embora ele achasse que era o dono da minha bunda, eu tinha certeza de que era a dona do pau dele. ele deixou o pau enfiado na minha bunda, foi morrendo assim, e quando tirou, ouvi um "plop". ele me beijou e disse:

"Juan, viu, gatinha? você gostou muito. agora vou no banheiro e a gente continua trepando."

"Sim, sim, lava bem, mas dessa vez bem mais devagar, senão amanhã não vou conseguir ir trabalhar."

Naquela noite, perdi a conta de quantas vezes ele arrombou minha bunda. embora segundo ele já não devesse doer, pra mim doía do mesmo jeito, mas a verdade é que não era a mesma dor da primeira vez — uma dor muito mais gostosa. de manhã bem cedo, a gente tomou banho e ele foi embora, claro que andando. eu tinha ficado com o carro dele, mas deixei em casa. me troquei e fui pro trabalho. só esperava que nem carlos nem jorge quisessem me comer naquela manhã, porque mesmo se quisessem, eles não eram os donos da minha bundinha. minha bundinha só pertencia ao juan, meu cunhado perverso que não só comia a esposa do irmão, como também tinha arrombado meu cu e se apossado dele.

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