Desculpa pela demora, essas últimas semanas foi impossível pra mim escrever, mas enfim... aqui está a parte que muitos esperavam, espero que gostem, por enquanto é o final do que considero a primeira parte da história. Agradeço como sempre pelos pontos, comentários e favs... Nas próximas semanas, com certeza apareço com alguma história nova, espero que deem o apoio de vocês como fizeram com essa.... Muito obrigado mesmo!!! E se quiserem, podem me apoiar com um cafezinho! Me acham com o mesmo nome que aqui no P! E se não, é só me perguntar!Meu coração acelerou de vez, engoli seco e me caguei de medo, vi ela, as palmadas que eu ouvia eram tapas na bunda da Pau, ela tava de quatro, na nossa cama, vestindo uma lingerie (se é que dá pra chamar assim) que eu nunca tinha visto nela, será que o Osvaldo trouxe? Era um conjunto de arreios de couro, ela tava completamente pelada, e nas mãos dela tinha umas algemas, não dava pra se defender, tava totalmente na mão do velho, que também tava peladão, só as meias ainda nele, de pau duro andava ao redor da cama, olhando pra ela, batendo uma e de vez em quando dando uns tapas.

Tinha se passado pouco menos de duas horas desde que fui na casa do Osvaldo e voltei, tava morrendo de curiosidade sobre o que tinha perdido, mas depois, vendo as gravações, confirmei que não tinha rolado quase nada, já que depois da primeira gozada dele, ele foi pegar a cerveja que tava esquentando na pia e fez a Pau pedir algo pra comer, uma pizza, que mal tocaram, porque depois de uns pedaços o velho já tava pronto pra continuar. Ele foi pro lavandero e, entre as coisas dele, deu pra Pau aquele "conjunto" pra ela vestir...
Aí eu tava, olhando pela janela, como se minha mulher fosse ser profanada por um estranho, pelo pedreiro que tava trabalhando em casa... meu pau endureceu na hora...
PLAF (ele bateu a mão na bunda da Pau)
Pau: - Ai, dói
Osvaldo: - Shhh, te falei pra não reclamar, garota (enquanto com uma mão apertava forte uma nádega e com a outra apertava o pau)
Pau: - É que dói muito, minha bunda tá ardendo
Osvaldo: - Se reclamar vai arder mais... deixa eu te dar uns beijinhos pra passar (falando num tom paternal, enquanto aproximava o rosto da bunda da Pau pra dar umas lambidas) mmmm ainda não acredito que tenho você assim, garota... só de te ver, meu pau já jorra porra... (ele chupava o cu dela com vontade, as mãos separavam as nádegas e com a língua tentava penetrar o buraquinho da Pau) cê gosta de como eu chupo seu cu?... fala, putinha, me diz
Pau: - Sim, eu gosto
Osvaldo: - Sim, o quê?
Pau: - Sim, papai, eu gosto...
Osvaldo: - mmmm assim é melhor, docinho, quer que papai chupe sua buceta também??? (Pau não respondia) PLAF!
Pau: - Aiii (o corpo dela tremeu, a palmada foi forte) sim, papai, me chupa (ela sabia que se não obedecesse, ia ser pior)
Osvaldo não demorou nem um segundo, baixou a cabeça e a língua dele começou a explorar a buceta da Pau, que, pra minha surpresa, tava bem molhada. Será que ela tava gostando do que ele tava fazendo? Claro que não conseguia parar de me masturbar, puta merda. Eu tava indo devagar pra não gozar, porque a cena que eu tava vendo eu nunca imaginaria…
Osvaldo: — Uff, você tá toda molhada, gata, como você gosta disso, hein! Diz que não, mas tá bem encharcada (um dos dedos dele começou a explorar a bucetinha da Pau, ele enfiou devagar enquanto continuava chupando) mmmm, que foda eu vou te dar, sua filha da puta…
Só uns gemidos baixinhos saíram da Pau…
Osvaldo: — Aproveita, gostosa, tamo sozinhos, o corno do seu marido não vai ficar sabendo que você tava gozando igual uma puta.
Osvaldo começou a masturbar ela mais forte, enquanto chupava a buceta com gosto…
Pau: — Ai, devagar, por favor… (esses pedidos pareciam deixar ele mais excitado, mais bruto) aiiii
De vez em quando os braços da Pau cediam às investidas do Osvaldo com a cara e os dedos, e ela acabava caindo na cama, deixando a bunda ainda mais empinada, como se tivesse mostrando o rabo…
Osvaldo: — Mmmm, sua filha da puta, como você é gostosa, olha como você me deixa (enquanto se levantava e dava uns tapinhas na bunda com a pica) agora você vai chupar…
Ele se levantou da cama, deu a volta e se deitou no encosto com as pernas bem abertas, de frente pra ela, que tava completamente amarrada…
Osvaldo: — Vai, docinho, você sabe o que fazer… (enquanto pegava ela pelo queixo e aproximava a pica da boquinha dela, tava durasso)
Pau pensou um segundo, não tinha muita escolha, então abriu a boca devagar, esticou a língua e começou a lamber o tronco dele
Osvaldo: — Ufffff, mmmmmmm (enquanto não tirava os olhos dela) que puta gostosa você é…
As lambidas eram tímidas, aos poucos ela foi se soltando (nesse ponto eu não sabia se era medo ou se ela tava curtindo a situação), a língua dela ia até a cabeça, e voltava percorrendo o tronco, alternava com beijinhos suaves, Osvaldo não acreditava no que tava vivendo…
Osvaldo: — Você gosta da pica do papai?
Pau: — Sim, papai (enquanto dava beijinhos na pica olhando nos olhos dele) adoro…
Era difícil saber Se eu estava atuando ou realmente tinha me entregado à situação, tive que parar de me masturbar porque o menor movimento me faria gozar. A pica do Osvaldo parecia que ia explodir, e eu nem tinha começado a chupar direito ainda, até aquele momento eram só lambidas e beijos…
Osvaldo: - Viu, Sweetie? Sabia que você ia gostar, come ela toda, meu amor…
Pau abriu bem a boca e começou a engolir devagar a cabeça da vara, enquanto brincava com a língua, roçando a glande…
Osvaldo: - Ufffff, isso, mamãe, chupa assim pra mim.
Aos poucos, Osvaldo começou a berrar como um touro, acompanhando com movimentos da pélvis…
Osvaldo: - Mmmmm, siiiim, filha de uma puta… Chupa bem essa pica, garota.
Pau: - Sim, papai (olhava nos olhos dele, enquanto a boca cobria a cabeça da pica).
Eu tinha esquentado ele demais…
Osvaldo: - Mmmm, que putinha você é, garota… (segurou a cabeça dela e começou a foder a boca dela).
Pau não esperava por isso, tentou resistir, mas não conseguia, as mãos dela estavam algemadas.
Pau: - Aughhh, aughhhh.
As estocadas do Osvaldo eram cada vez mais fortes, só se ouvia os engasgos da Pau…
Osvaldo: - Mmm, isso, puta, come essa pica, filha de uma puta…
Pau: - Aughhh… Espera, aughhhh.
Osvaldo estava solto, só deixava ela pegar um pouco de ar de vez em quando, pra depois continuar com as investidas… Até que finalmente parou.
Osvaldo: (respirando fundo) - Mmmm, Sweetie, não continuo senão encho essa boquinha de porra, e antes quero te foder um pouco… Você tá tão gostosa assim (enquanto com um dedo, limpava as lágrimas que escorriam pela carinha da Pau).
Pau tentava recuperar o fôlego, a maquiagem sutil dos olhos tinha borrado, a boca e o queixo cobertos de saliva, as nádegas tinham ficado bem vermelhas, por causa das palmadas que ele tinha dado. Mais puta não podia parecer, e isso me deixava fascinado… nunca tinha visto ela assim, nem com o Enzo…
Ele demorou um pouco pra se recompor e ficar de pé, contornou a cama, pegou a Pau pela cintura e puxou a bunda dela até a borda da cama, sua vergaerecta tava pronta pra penetrar a buceta dela, tava molhadíssima, brilhava na escuridão da noite…
Pau:- (ofegante, tentando recuperar o fôlego) espera… o que você vai fazer?
Osvaldo:- vou te comer, Sweetie…
Pau:- mas… coloca uma camisinha
Osvaldo:- não precisa, Sweetie… (enquanto aproximava o corpo, a pica dele começava a roçar na buceta da Pau)
Pau:- não… para…
Nesse momento, ela tentou se virar, já que tava de “4”, como quem queria deixar claro que só transaria com camisinha, mas não conseguiu, o Osvaldo já tinha pegado ela pela cintura pra evitar qualquer tentativa de escapar da situação… PLAF! Um tapa fortíssimo calou o ambiente…
Osvaldo:- quietinha, garota, senão vai ser pior…
Pau:- não… espera… por favor… (disse timidamente)
Devagar, a cabeça da pica foi se aproximando da entrada da bucetinha da Pau… eu tinha batido umas mil punhetas pensando em situações assim… minha fantasia tava se tornando realidade, minha pica pulsava… quase gozando… não acreditava no que tava vendo…
Osvaldo:- mmmmmm (finalmente a pica dele tinha entrado até o fundo, ficou uns segundos assim, só mexendo a pélvis) que macia que você tem a buceta, garota…
Pau tinha ficado em silêncio, assustada depois do último tapa, que com certeza tinha sido o mais forte… aos poucos, a pica começou a entrar e sair… os gemidos tímidos da Pau não demoraram…
Osvaldo:- isso, Sweetie, aproveita a foda que vou te dar (enquanto puxava ela pelo cabelo com uma mão, e pela cintura com a outra, aos poucos o ritmo começava a acelerar)
Pau:- mmm (timidamente) espera, não dá assim…
Contrariar ele era pior, o Osvaldo acelerou ainda mais, enquanto segurava ela pelo cabelo…
Plaf, plaf, plaf… não eram tapas dessa vez, mas a pélvis dele batendo sem parar na bunda da minha esposa…
Osvaldo:- filha da puta, como você é gostosa, olha a foda que tô te dando… puta linda (enquanto segurava ela com as duas mãos na cintura, e acelerava o ritmo) Pau tinha se rendido, tinha deixado a cabeça cair na cama, talvez tenha feito isso pra não ouvir os próprios gemidos de prazer, isso fez com que ela arqueasse ainda mais o corpo. Osvaldo a pegava com força, enquanto a olhava, completamente entregue…
Osvaldo: - mmmmm sim, meu amor, você gosta da pica do papai??
(silêncio) PLAF…. Pau levantou a cabeça…
Pau: - ayyyyy… sim, Papai, eu adoro…. Mas não me bate mais
Osvaldo: - então responde, não se segura…
Pau: - tá bom, papai…
Ela se endireitou de novo, apoiou as duas mãos na cama pra manter o corpo reto, e “empurrou” um pouco mais a raba, como quem mostra que tava pronta pra foder…
Pau: - assim tá melhor, papai? (enquanto virava a cabeça pra olhar pra ele)
Osvaldo se acendeu com essa frase…. As estocadas não eram rápidas, mas fortes, profundas….
Osvaldo: - mmmmmmm, siiiim, bebê, assim….. bem putinha que eu quero…. (Plaf, plaf, plaf)
Pau: - mmmmm, sim, papai, assim
Osvaldo: - viu que você ia amar minha pica, gostosa….
Pau: - siim, eu amo, papai, ayyyy, continua, não para…
Osvaldo: - mmm, garota, não vou aguentar muito mais, você quer a porra do papai?
Pau: - sim, papai, quero, mas não goza dentro, por favor, mmmmmm….. ayyy
Osvaldo: - mmm, vou encher sua raba de porra, sua filha da puta…
Osvaldo teve pena, tirou a pica de dentro, só mais umas batidas com a mão, e toda a porra espirrou na raba da Pau….
Osvaldo: - mmmmmmmmmmmmmmmmm…
De minha parte, acompanhei o Osvaldo até o fim, nunca tinha me sentido tão excitado… Minha maior fantasia tinha se realizado… minha mulher, na nossa cama, com a buceta coberta de porra… Ela estava uma gostosa…
Osvaldo: - (enquanto acariciava a raba dela) cê gostou, mamãe?
Pau: - sim, papai… (enquanto se virava, ajeitando o corpo na cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas, convidando ele a se servir) cê chupa um pouco? (claramente tinha ficado na beira do orgasmo)
Osvaldo nem respondeu, lambeu os lábios diante do pedido da minha esposa gostosa, subiu na cama e foi direto chupar o clitóris dela… Ela só se dedicou a aproveitar…
Pau: - hmm sim, assim que eu gosto, faz assim comigo…
Osvaldo chupava com suavidade, sabia o que fazer, a língua brincava com o clitóris, fazendo círculos, indo de cima pra baixo, isso a Pau amava…
Pau: - hmmm sim… Vai… não aguento muito mais… vai… sim… aiiiiiiiiii… Sim, sim, sim…
Ela começou a gozar como poucas vezes, foi um orgasmo enorme… Osvaldo continuava chupando…
Pau: - (com a respiração ofegante)… Já chega, para…
Ele ficou admirando a buceta da Pau a poucos centímetros… De vez em quando passava a língua devagar e dava beijinhos…
Osvaldo: - que delícia que tava essa garota, cê gostou de como eu chupei, papai?
Pau: - sim, muito…
Ela estava com as pernas abertas, deitada na cama, olhando pra cima, tentando controlar a respiração depois do orgasmo violento que tinha tido, ele foi se ajeitando na cama, levando o corpo em direção à cabeceira, ficando cara a cara com a Pau, por cima dela… o pau dele, ainda duro, estava bem perto da buceta… começou a beijar ela apaixonadamente, enquanto tirava as algemas… ela se deixou…
Osvaldo: - que gozada que você deu, gata…
A timidez tinha voltado pra Pau, o estado de excitação dela tinha baixado aparentemente…
Osvaldo: - depois do bem que você se divertiu vai ficar caladinha de novo… já foi, gata… (enquanto beijava o pescoço dela, e a mão dele percorria o corpinho dela) viu que sim? Você relaxava, ia gostar?
Pau:- sim
Osvaldo:- e me conta… o corno te come assim também??
Pau:- (demorou um pouco pra responder) a gente não ficou junto ultimamente…
Osvaldo:- quer dizer que não?? Você gostou mais de como o papai te comeu?
Pau não respondia…
Osvaldo:- fala, bebê, estamos sozinhos, é segredo entre você e eu… (enquanto dava beijinhos na bochecha dela, no canto dos lábios… a pica já tinha começado a roçar a buceta dela)
Pau:- (tímida) gostei de como você me comeu (ele acariciava os peitos dela, enquanto mexia a pélvis pra rola dele roçar o buraquinho da buceta dela)…
Osvaldo:- mmn sim? Mas você não respondeu, quem te fode melhor, gostosa? (ele tava completamente duro, pronto pra mais uma rodada, já tinha encaixado a cabeça da pica na buceta da Pau, meia cabeça já tinha entrado, era só empurrar mais um pouco, ela se deixava levar sem resistir)
Pau:- você, papai (essa resposta foi um convite pra ele entrar de novo, e ao mesmo tempo me deu uma ereção enorme, ela não só respondeu, mas fez do jeito que ele gosta, o papai não era necessário, mas mesmo assim ela falou)
Osvaldo entendeu perfeitamente o que ela queria, a pélvis dele foi pra frente e a rola entrou toda, o ritmo era suave, eles curtiam, mas os beijos eram mais apaixonados, mais quentes, mais babados…
Osvaldo:- adoro sua buceta, docinho, é muito macia… mmmmm
Pau:- mmmm e a sua tá toda durinha de novo
Osvaldo:- é você que me deixa assim… você tá toda molhada…
Pau:- sim… bem molhada (ela tinha se soltado de novo, pareciam amantes transando, eu me masturbava de novo, ardia um pouco, tava duro há um tempão, mas a situação não me fazia querer outra coisa)
Eles tinham acelerado o ritmo, ele segurava ela pelos braços, enquanto beijava e comia ela aumentando o ritmo aos poucos…
Osvaldo:- mmn vou te comer a noite toda, gata, você me deixa muito tesudo…
Pau:- mmmm siiiim…
Osvaldo:- mmn sim, gosto que você seja bem putinha, me conta agora… seu marido te fode assim?? Pau:- (totalmente entregue ao jogo que ele propunha) não, papi, ele me come uma vez e dorme…
Osvaldo:- que idiota… eu te comeria o tempo todo, garota…
Pau:- é?
Osvaldo:- claro, Sweetie… com essa bunda e essa carinha… você me teria o dia inteiro dentro de você, te enchendo de porra…
Pau:- mmmm
Os movimentos dos dois eram violentos, ele a empurrava, e ela, como podia, tentava acompanhar os movimentos, continuavam com os braços estendidos, ele não a soltava…
Osvaldo:- dessa vez vou encher você, garota…
Pau:- mmmm …mas… não pode…
Osvaldo:- pode sim, garota, você vai adorar sentir minha porra dentro… você merece, sua puta…
Pau:- mmmmmmm não sei, papi…
Osvaldo:- mmmmmmm… como me excita você falar assim comigo, sua filha da puta… você gosta que eu te trate assim, não gosta?
Pau:- mmm siiiim
Osvaldo:- as vadias como você são todas iguais, adoram uma pica… mmmm… não falta muito, neném
Pau:- mmm eu também não, papi… não para…
Osvaldo:- mmmmmmmmm… lá vem a porra, Sweetie…
Pau:- mmmmm sim, papi… Mmmmmmmm… ayyyyyyyyyyyy
Osvaldo:- mmmmmmmmmm… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim
Ao mesmo tempo, os três gozamos… eu na grama, sozinho, vendo de fora, enquanto o Osvaldo tinha soltado o que restava de porra na buceta da minha esposa… ela tinha repetido o orgasmo que teve há pouco, mas não foi a língua dele que causou, e sim a pica junto com o esperma… continuaram se beijando, ainda com ele dentro… a porra começou a escorrer pela buceta dela, caindo na cama…
Ele continuava beijando ela, parecia que o tempo tinha congelado, mas o celular dele começou a tocar, dava para ouvir da bolsa dela no lavabo…
Osvaldo:- (irritado) que estranho a essa hora, vou ver
O clima tinha cortado completamente… Osvaldo voltou com o celular na mão, não tinha conseguido atender, chegou uma mensagem no WhatsApp, ao ler, o rosto dele mudou…
Osvaldo:- preciso ir…
Pau não entendia bem o que estava acontecendo, na verdade, aquele corte tão brusco no clima a fez cair em si, os olhos dela estavam vidrados, como Tentando processar tudo o que tinha acontecido, ela se levantou rapidamente da cama, pegou um roupão no armário e vestiu…
Ele começou a se trocar, ela simplesmente esperou ele ficar pronto pra ir abrir a porta, sem fazer nenhum som…
Osvaldo:
— Deu um imprevisto aqui, gostosa, a gente continua na próxima…
Deu um beijo na boca dela, Pau só recebeu, sem reação, e acompanhou ele até a porta, parecia em transe, a mente dela não estava ali…
Da minha parte, esperei a Pau mandar uma mensagem dizendo que eu podia voltar pra casa, o que nunca aconteceu. Acabei dormindo no jardim, esperando dar a hora certa pra "entrar". Naquele momento, achei que tudo tinha acabado, já tinha deletado as fotos e tinha informação de backup pra rebater qualquer ameaça, mas de algum jeito as coisas não iam sair como eu esperava…


Tinha se passado pouco menos de duas horas desde que fui na casa do Osvaldo e voltei, tava morrendo de curiosidade sobre o que tinha perdido, mas depois, vendo as gravações, confirmei que não tinha rolado quase nada, já que depois da primeira gozada dele, ele foi pegar a cerveja que tava esquentando na pia e fez a Pau pedir algo pra comer, uma pizza, que mal tocaram, porque depois de uns pedaços o velho já tava pronto pra continuar. Ele foi pro lavandero e, entre as coisas dele, deu pra Pau aquele "conjunto" pra ela vestir...Aí eu tava, olhando pela janela, como se minha mulher fosse ser profanada por um estranho, pelo pedreiro que tava trabalhando em casa... meu pau endureceu na hora...
PLAF (ele bateu a mão na bunda da Pau)
Pau: - Ai, dói
Osvaldo: - Shhh, te falei pra não reclamar, garota (enquanto com uma mão apertava forte uma nádega e com a outra apertava o pau)
Pau: - É que dói muito, minha bunda tá ardendo
Osvaldo: - Se reclamar vai arder mais... deixa eu te dar uns beijinhos pra passar (falando num tom paternal, enquanto aproximava o rosto da bunda da Pau pra dar umas lambidas) mmmm ainda não acredito que tenho você assim, garota... só de te ver, meu pau já jorra porra... (ele chupava o cu dela com vontade, as mãos separavam as nádegas e com a língua tentava penetrar o buraquinho da Pau) cê gosta de como eu chupo seu cu?... fala, putinha, me diz
Pau: - Sim, eu gosto
Osvaldo: - Sim, o quê?
Pau: - Sim, papai, eu gosto...
Osvaldo: - mmmm assim é melhor, docinho, quer que papai chupe sua buceta também??? (Pau não respondia) PLAF!
Pau: - Aiii (o corpo dela tremeu, a palmada foi forte) sim, papai, me chupa (ela sabia que se não obedecesse, ia ser pior)
Osvaldo não demorou nem um segundo, baixou a cabeça e a língua dele começou a explorar a buceta da Pau, que, pra minha surpresa, tava bem molhada. Será que ela tava gostando do que ele tava fazendo? Claro que não conseguia parar de me masturbar, puta merda. Eu tava indo devagar pra não gozar, porque a cena que eu tava vendo eu nunca imaginaria…
Osvaldo: — Uff, você tá toda molhada, gata, como você gosta disso, hein! Diz que não, mas tá bem encharcada (um dos dedos dele começou a explorar a bucetinha da Pau, ele enfiou devagar enquanto continuava chupando) mmmm, que foda eu vou te dar, sua filha da puta…
Só uns gemidos baixinhos saíram da Pau…
Osvaldo: — Aproveita, gostosa, tamo sozinhos, o corno do seu marido não vai ficar sabendo que você tava gozando igual uma puta.
Osvaldo começou a masturbar ela mais forte, enquanto chupava a buceta com gosto…
Pau: — Ai, devagar, por favor… (esses pedidos pareciam deixar ele mais excitado, mais bruto) aiiii
De vez em quando os braços da Pau cediam às investidas do Osvaldo com a cara e os dedos, e ela acabava caindo na cama, deixando a bunda ainda mais empinada, como se tivesse mostrando o rabo…
Osvaldo: — Mmmm, sua filha da puta, como você é gostosa, olha como você me deixa (enquanto se levantava e dava uns tapinhas na bunda com a pica) agora você vai chupar…
Ele se levantou da cama, deu a volta e se deitou no encosto com as pernas bem abertas, de frente pra ela, que tava completamente amarrada…
Osvaldo: — Vai, docinho, você sabe o que fazer… (enquanto pegava ela pelo queixo e aproximava a pica da boquinha dela, tava durasso)
Pau pensou um segundo, não tinha muita escolha, então abriu a boca devagar, esticou a língua e começou a lamber o tronco dele
Osvaldo: — Ufffff, mmmmmmm (enquanto não tirava os olhos dela) que puta gostosa você é…
As lambidas eram tímidas, aos poucos ela foi se soltando (nesse ponto eu não sabia se era medo ou se ela tava curtindo a situação), a língua dela ia até a cabeça, e voltava percorrendo o tronco, alternava com beijinhos suaves, Osvaldo não acreditava no que tava vivendo…
Osvaldo: — Você gosta da pica do papai?
Pau: — Sim, papai (enquanto dava beijinhos na pica olhando nos olhos dele) adoro…
Era difícil saber Se eu estava atuando ou realmente tinha me entregado à situação, tive que parar de me masturbar porque o menor movimento me faria gozar. A pica do Osvaldo parecia que ia explodir, e eu nem tinha começado a chupar direito ainda, até aquele momento eram só lambidas e beijos…
Osvaldo: - Viu, Sweetie? Sabia que você ia gostar, come ela toda, meu amor…
Pau abriu bem a boca e começou a engolir devagar a cabeça da vara, enquanto brincava com a língua, roçando a glande…
Osvaldo: - Ufffff, isso, mamãe, chupa assim pra mim.
Aos poucos, Osvaldo começou a berrar como um touro, acompanhando com movimentos da pélvis…
Osvaldo: - Mmmmm, siiiim, filha de uma puta… Chupa bem essa pica, garota.
Pau: - Sim, papai (olhava nos olhos dele, enquanto a boca cobria a cabeça da pica).
Eu tinha esquentado ele demais…
Osvaldo: - Mmmm, que putinha você é, garota… (segurou a cabeça dela e começou a foder a boca dela).
Pau não esperava por isso, tentou resistir, mas não conseguia, as mãos dela estavam algemadas.
Pau: - Aughhh, aughhhh.
As estocadas do Osvaldo eram cada vez mais fortes, só se ouvia os engasgos da Pau…
Osvaldo: - Mmm, isso, puta, come essa pica, filha de uma puta…
Pau: - Aughhh… Espera, aughhhh.
Osvaldo estava solto, só deixava ela pegar um pouco de ar de vez em quando, pra depois continuar com as investidas… Até que finalmente parou.
Osvaldo: (respirando fundo) - Mmmm, Sweetie, não continuo senão encho essa boquinha de porra, e antes quero te foder um pouco… Você tá tão gostosa assim (enquanto com um dedo, limpava as lágrimas que escorriam pela carinha da Pau).
Pau tentava recuperar o fôlego, a maquiagem sutil dos olhos tinha borrado, a boca e o queixo cobertos de saliva, as nádegas tinham ficado bem vermelhas, por causa das palmadas que ele tinha dado. Mais puta não podia parecer, e isso me deixava fascinado… nunca tinha visto ela assim, nem com o Enzo…
Ele demorou um pouco pra se recompor e ficar de pé, contornou a cama, pegou a Pau pela cintura e puxou a bunda dela até a borda da cama, sua vergaerecta tava pronta pra penetrar a buceta dela, tava molhadíssima, brilhava na escuridão da noite…
Pau:- (ofegante, tentando recuperar o fôlego) espera… o que você vai fazer?
Osvaldo:- vou te comer, Sweetie…
Pau:- mas… coloca uma camisinha
Osvaldo:- não precisa, Sweetie… (enquanto aproximava o corpo, a pica dele começava a roçar na buceta da Pau)
Pau:- não… para…
Nesse momento, ela tentou se virar, já que tava de “4”, como quem queria deixar claro que só transaria com camisinha, mas não conseguiu, o Osvaldo já tinha pegado ela pela cintura pra evitar qualquer tentativa de escapar da situação… PLAF! Um tapa fortíssimo calou o ambiente…
Osvaldo:- quietinha, garota, senão vai ser pior…
Pau:- não… espera… por favor… (disse timidamente)
Devagar, a cabeça da pica foi se aproximando da entrada da bucetinha da Pau… eu tinha batido umas mil punhetas pensando em situações assim… minha fantasia tava se tornando realidade, minha pica pulsava… quase gozando… não acreditava no que tava vendo…
Osvaldo:- mmmmmm (finalmente a pica dele tinha entrado até o fundo, ficou uns segundos assim, só mexendo a pélvis) que macia que você tem a buceta, garota…
Pau tinha ficado em silêncio, assustada depois do último tapa, que com certeza tinha sido o mais forte… aos poucos, a pica começou a entrar e sair… os gemidos tímidos da Pau não demoraram…
Osvaldo:- isso, Sweetie, aproveita a foda que vou te dar (enquanto puxava ela pelo cabelo com uma mão, e pela cintura com a outra, aos poucos o ritmo começava a acelerar)
Pau:- mmm (timidamente) espera, não dá assim…
Contrariar ele era pior, o Osvaldo acelerou ainda mais, enquanto segurava ela pelo cabelo…
Plaf, plaf, plaf… não eram tapas dessa vez, mas a pélvis dele batendo sem parar na bunda da minha esposa…
Osvaldo:- filha da puta, como você é gostosa, olha a foda que tô te dando… puta linda (enquanto segurava ela com as duas mãos na cintura, e acelerava o ritmo) Pau tinha se rendido, tinha deixado a cabeça cair na cama, talvez tenha feito isso pra não ouvir os próprios gemidos de prazer, isso fez com que ela arqueasse ainda mais o corpo. Osvaldo a pegava com força, enquanto a olhava, completamente entregue…
Osvaldo: - mmmmm sim, meu amor, você gosta da pica do papai??
(silêncio) PLAF…. Pau levantou a cabeça…
Pau: - ayyyyy… sim, Papai, eu adoro…. Mas não me bate mais
Osvaldo: - então responde, não se segura…
Pau: - tá bom, papai…
Ela se endireitou de novo, apoiou as duas mãos na cama pra manter o corpo reto, e “empurrou” um pouco mais a raba, como quem mostra que tava pronta pra foder…
Pau: - assim tá melhor, papai? (enquanto virava a cabeça pra olhar pra ele)
Osvaldo se acendeu com essa frase…. As estocadas não eram rápidas, mas fortes, profundas….
Osvaldo: - mmmmmmm, siiiim, bebê, assim….. bem putinha que eu quero…. (Plaf, plaf, plaf)
Pau: - mmmmm, sim, papai, assim
Osvaldo: - viu que você ia amar minha pica, gostosa….
Pau: - siim, eu amo, papai, ayyyy, continua, não para…
Osvaldo: - mmm, garota, não vou aguentar muito mais, você quer a porra do papai?
Pau: - sim, papai, quero, mas não goza dentro, por favor, mmmmmm….. ayyy
Osvaldo: - mmm, vou encher sua raba de porra, sua filha da puta…
Osvaldo teve pena, tirou a pica de dentro, só mais umas batidas com a mão, e toda a porra espirrou na raba da Pau….
Osvaldo: - mmmmmmmmmmmmmmmmm…

De minha parte, acompanhei o Osvaldo até o fim, nunca tinha me sentido tão excitado… Minha maior fantasia tinha se realizado… minha mulher, na nossa cama, com a buceta coberta de porra… Ela estava uma gostosa… Osvaldo: - (enquanto acariciava a raba dela) cê gostou, mamãe?
Pau: - sim, papai… (enquanto se virava, ajeitando o corpo na cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas, convidando ele a se servir) cê chupa um pouco? (claramente tinha ficado na beira do orgasmo)
Osvaldo nem respondeu, lambeu os lábios diante do pedido da minha esposa gostosa, subiu na cama e foi direto chupar o clitóris dela… Ela só se dedicou a aproveitar…
Pau: - hmm sim, assim que eu gosto, faz assim comigo…
Osvaldo chupava com suavidade, sabia o que fazer, a língua brincava com o clitóris, fazendo círculos, indo de cima pra baixo, isso a Pau amava…
Pau: - hmmm sim… Vai… não aguento muito mais… vai… sim… aiiiiiiiiii… Sim, sim, sim…
Ela começou a gozar como poucas vezes, foi um orgasmo enorme… Osvaldo continuava chupando…
Pau: - (com a respiração ofegante)… Já chega, para…
Ele ficou admirando a buceta da Pau a poucos centímetros… De vez em quando passava a língua devagar e dava beijinhos…
Osvaldo: - que delícia que tava essa garota, cê gostou de como eu chupei, papai?
Pau: - sim, muito…
Ela estava com as pernas abertas, deitada na cama, olhando pra cima, tentando controlar a respiração depois do orgasmo violento que tinha tido, ele foi se ajeitando na cama, levando o corpo em direção à cabeceira, ficando cara a cara com a Pau, por cima dela… o pau dele, ainda duro, estava bem perto da buceta… começou a beijar ela apaixonadamente, enquanto tirava as algemas… ela se deixou…
Osvaldo: - que gozada que você deu, gata…
A timidez tinha voltado pra Pau, o estado de excitação dela tinha baixado aparentemente…
Osvaldo: - depois do bem que você se divertiu vai ficar caladinha de novo… já foi, gata… (enquanto beijava o pescoço dela, e a mão dele percorria o corpinho dela) viu que sim? Você relaxava, ia gostar?
Pau:- sim
Osvaldo:- e me conta… o corno te come assim também??
Pau:- (demorou um pouco pra responder) a gente não ficou junto ultimamente…
Osvaldo:- quer dizer que não?? Você gostou mais de como o papai te comeu?
Pau não respondia…
Osvaldo:- fala, bebê, estamos sozinhos, é segredo entre você e eu… (enquanto dava beijinhos na bochecha dela, no canto dos lábios… a pica já tinha começado a roçar a buceta dela)
Pau:- (tímida) gostei de como você me comeu (ele acariciava os peitos dela, enquanto mexia a pélvis pra rola dele roçar o buraquinho da buceta dela)…
Osvaldo:- mmn sim? Mas você não respondeu, quem te fode melhor, gostosa? (ele tava completamente duro, pronto pra mais uma rodada, já tinha encaixado a cabeça da pica na buceta da Pau, meia cabeça já tinha entrado, era só empurrar mais um pouco, ela se deixava levar sem resistir)
Pau:- você, papai (essa resposta foi um convite pra ele entrar de novo, e ao mesmo tempo me deu uma ereção enorme, ela não só respondeu, mas fez do jeito que ele gosta, o papai não era necessário, mas mesmo assim ela falou)
Osvaldo entendeu perfeitamente o que ela queria, a pélvis dele foi pra frente e a rola entrou toda, o ritmo era suave, eles curtiam, mas os beijos eram mais apaixonados, mais quentes, mais babados…
Osvaldo:- adoro sua buceta, docinho, é muito macia… mmmmm
Pau:- mmmm e a sua tá toda durinha de novo
Osvaldo:- é você que me deixa assim… você tá toda molhada…
Pau:- sim… bem molhada (ela tinha se soltado de novo, pareciam amantes transando, eu me masturbava de novo, ardia um pouco, tava duro há um tempão, mas a situação não me fazia querer outra coisa)
Eles tinham acelerado o ritmo, ele segurava ela pelos braços, enquanto beijava e comia ela aumentando o ritmo aos poucos…
Osvaldo:- mmn vou te comer a noite toda, gata, você me deixa muito tesudo…
Pau:- mmmm siiiim…
Osvaldo:- mmn sim, gosto que você seja bem putinha, me conta agora… seu marido te fode assim?? Pau:- (totalmente entregue ao jogo que ele propunha) não, papi, ele me come uma vez e dorme…
Osvaldo:- que idiota… eu te comeria o tempo todo, garota…
Pau:- é?
Osvaldo:- claro, Sweetie… com essa bunda e essa carinha… você me teria o dia inteiro dentro de você, te enchendo de porra…
Pau:- mmmm
Os movimentos dos dois eram violentos, ele a empurrava, e ela, como podia, tentava acompanhar os movimentos, continuavam com os braços estendidos, ele não a soltava…
Osvaldo:- dessa vez vou encher você, garota…
Pau:- mmmm …mas… não pode…
Osvaldo:- pode sim, garota, você vai adorar sentir minha porra dentro… você merece, sua puta…
Pau:- mmmmmmm não sei, papi…
Osvaldo:- mmmmmmm… como me excita você falar assim comigo, sua filha da puta… você gosta que eu te trate assim, não gosta?
Pau:- mmm siiiim
Osvaldo:- as vadias como você são todas iguais, adoram uma pica… mmmm… não falta muito, neném
Pau:- mmm eu também não, papi… não para…
Osvaldo:- mmmmmmmmm… lá vem a porra, Sweetie…
Pau:- mmmmm sim, papi… Mmmmmmmm… ayyyyyyyyyyyy
Osvaldo:- mmmmmmmmmm… siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim
Ao mesmo tempo, os três gozamos… eu na grama, sozinho, vendo de fora, enquanto o Osvaldo tinha soltado o que restava de porra na buceta da minha esposa… ela tinha repetido o orgasmo que teve há pouco, mas não foi a língua dele que causou, e sim a pica junto com o esperma… continuaram se beijando, ainda com ele dentro… a porra começou a escorrer pela buceta dela, caindo na cama…
Ele continuava beijando ela, parecia que o tempo tinha congelado, mas o celular dele começou a tocar, dava para ouvir da bolsa dela no lavabo…
Osvaldo:- (irritado) que estranho a essa hora, vou ver
O clima tinha cortado completamente… Osvaldo voltou com o celular na mão, não tinha conseguido atender, chegou uma mensagem no WhatsApp, ao ler, o rosto dele mudou…
Osvaldo:- preciso ir…
Pau não entendia bem o que estava acontecendo, na verdade, aquele corte tão brusco no clima a fez cair em si, os olhos dela estavam vidrados, como Tentando processar tudo o que tinha acontecido, ela se levantou rapidamente da cama, pegou um roupão no armário e vestiu…
Ele começou a se trocar, ela simplesmente esperou ele ficar pronto pra ir abrir a porta, sem fazer nenhum som…
Osvaldo:
— Deu um imprevisto aqui, gostosa, a gente continua na próxima…
Deu um beijo na boca dela, Pau só recebeu, sem reação, e acompanhou ele até a porta, parecia em transe, a mente dela não estava ali…
Da minha parte, esperei a Pau mandar uma mensagem dizendo que eu podia voltar pra casa, o que nunca aconteceu. Acabei dormindo no jardim, esperando dar a hora certa pra "entrar". Naquele momento, achei que tudo tinha acabado, já tinha deletado as fotos e tinha informação de backup pra rebater qualquer ameaça, mas de algum jeito as coisas não iam sair como eu esperava…
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