Parte 5
Na hora sinto o chupetão agressivo, a boca devoradora da Pao no pau do Daniel, eu ali parado do lado de fora, excitado pra caralho, cada instante entre a respiração ofegante e a pausa a Pao falava que gostoso que é, que gostoso que tá. Eu imaginava o tesão da Pao e como ela tava curtindo aquele pau, e minha cabeça explodiu quando a Pao fala: "papi, não cabe tudo na minha boca, sobra um montão", e o Daniel responde: "o do teu marido você engole inteiro, hehehe". "É, Dani, 15 centímetros se perdem na minha boca". O Daniel fala: "para, para, Pao, que você vai me fazer gozar, paraaa". A Pao fala: "não, não, não, me come, por favor". Na sequência, sinto a cama ranger, os corpos se ajeitando pra uma boa trepada. Eu comecei a esfregar o pau por cima da calça, foi um reflexo. Imagina, eu na calçada, escondido atrás das plantas, o lugar era meio escuro, e a verdade é que não aguentei: puxei o pau pra fora e comecei a bater uma, bem gostoso, todo lubrificado com meus fluidos. Enquanto tentava entender o que rolava naquele quarto, ouço o gemido quase rasgador da Pao: "haaaaagg, pelo amor de Deus, papi, mete tudo que eu tô morrendo de prazer". Ao ouvir essas palavras, eu jorrei uma porra branca, cremosa e bem abundante, fazia tempo que não gozava assim. Aí escuto o Daniel falar: "papi te encho toda, mami, toda, tua buceta tá fervendo, mami, haaa haaa, não aguentei". Aí a Pao também gozou, eu conheço ela, porque ela é bem putona e se solta, percebi que ela também gozou. Silêncio absoluto por uns dois minutos, e o Daniel fala pra Pao: "tive a sensação de que uma sombra se mexeu do lado da janela". A Pao, que sacou o que era, fala: "deve ser o movimento dos galhos, com certeza... Continua...
Na hora sinto o chupetão agressivo, a boca devoradora da Pao no pau do Daniel, eu ali parado do lado de fora, excitado pra caralho, cada instante entre a respiração ofegante e a pausa a Pao falava que gostoso que é, que gostoso que tá. Eu imaginava o tesão da Pao e como ela tava curtindo aquele pau, e minha cabeça explodiu quando a Pao fala: "papi, não cabe tudo na minha boca, sobra um montão", e o Daniel responde: "o do teu marido você engole inteiro, hehehe". "É, Dani, 15 centímetros se perdem na minha boca". O Daniel fala: "para, para, Pao, que você vai me fazer gozar, paraaa". A Pao fala: "não, não, não, me come, por favor". Na sequência, sinto a cama ranger, os corpos se ajeitando pra uma boa trepada. Eu comecei a esfregar o pau por cima da calça, foi um reflexo. Imagina, eu na calçada, escondido atrás das plantas, o lugar era meio escuro, e a verdade é que não aguentei: puxei o pau pra fora e comecei a bater uma, bem gostoso, todo lubrificado com meus fluidos. Enquanto tentava entender o que rolava naquele quarto, ouço o gemido quase rasgador da Pao: "haaaaagg, pelo amor de Deus, papi, mete tudo que eu tô morrendo de prazer". Ao ouvir essas palavras, eu jorrei uma porra branca, cremosa e bem abundante, fazia tempo que não gozava assim. Aí escuto o Daniel falar: "papi te encho toda, mami, toda, tua buceta tá fervendo, mami, haaa haaa, não aguentei". Aí a Pao também gozou, eu conheço ela, porque ela é bem putona e se solta, percebi que ela também gozou. Silêncio absoluto por uns dois minutos, e o Daniel fala pra Pao: "tive a sensação de que uma sombra se mexeu do lado da janela". A Pao, que sacou o que era, fala: "deve ser o movimento dos galhos, com certeza... Continua...
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