Contexto: Conheço minha melhor amiga há anos, já ambas famílias consideram o outro parte da mesma, já dormimos juntos, saímos juntos, conhecemos os parceiros um do outro e, logicamente, já nos disseram que éramos um casal ou que deveríamos ser, mas além de alguns ciúmes que uma irmã pode ter do irmão, nunca houve nada, mas alguns atritos começaram. Ela é a típica gordinha gostosa, baixinha, cara de boneca, morena, quadril largo e coxas igualmente largas, uma bunda grande, mas disfarçada pelo quadril, e uns peitos que desde os 16 anos já eram tamanho +100. E eu também tenho o meu, sempre fiquei em forma porque desde pequeno pratico todo tipo de esporte, 1,80 de altura, nem muito alto nem muito baixo, igual a ela, moreno de pele, algumas tatuagens, digamos que, bem ou mal, chamava atenção. Os "problemas", pode-se dizer, começaram há alguns anos. Nós tínhamos combinado uma sexta à noite que no dia seguinte iríamos para a praia com a família dela. Quando chegou a hora, fui na casa dela e ela tinha acabado de sair do banho. Esperei ela se trocar, entrei no quarto quando ela me chamou e a encontrei de biquíni, porque queria minha opinião sobre como estava. Falei que estava bom, mas ela ainda não estava convencida com a cor, então tirou a parte de cima do biquíni, deixando os peitos à mostra. Repito, já tinha visto ela de biquíni e sutiã, então sabia que ela tinha peitos maiores que a maioria, mas o que me hipnotizou foram os mamilos. Eram pretos, bem redondos, grandes, acho que não minto quando digo que ocupavam metade de cada peito. Fiquei besta por alguns segundos pensando em como seria chupar aquilo até que reagi e me fiz de desentendido. Por sorte, ela não percebeu que eu estava olhando porque estava se olhando no espelho pensando em qual biquíni combinaria com a parte de baixo. Eu fiz como se tivesse acabado de perceber e virei de costas para a parede, pedindo desculpas. Ela perguntou por quê, e aí... dizer pra ela que era por estar ali com ela sem sutiã nem nada, ela riu e falou que não se importava de eu olhar pra ela, depois disso fomos pra praia com a família dela, a gente se divertiu e continuei indo na casa dela regularmente como sempre, tirando soneca juntos como era nossa rotina, mas dessa vez eu tinha que me controlar porque não conseguia tirar aquela imagem da minha cabeça toda vez que via ela, vê-la seminua. Depois de uma semana, no sábado seguinte, ela e uma amiga dela me convidaram pra sair pra uma balada só nós três, eu aceitei obviamente, a gente bebeu mas sem nada que fosse suspeito ou que provocasse algo. No fim da noite, a amiga dela foi embora sozinha e minha melhor amiga me convidou pra dormir na casa dela porque ficava mais perto. Quando chegamos, a mãe dela nos recebeu e, surpresa com a minha presença, disse pra gente esperar na sala enquanto ela arrumava as coisas no quarto pra eu poder dormir num colchão extra que tinham. Enquanto esperávamos, minha amiga me pediu pra ajudar a tirar a saia que ela tinha usado pra sair, eu achei que era brincadeira até ver que o zíper realmente estava preso. Sem perceber, me ajoelhei atrás dela pra ficar mais confortável ao pegar o zíper e, na força bruta, consegui abrir o zíper e tirar a saia dela, mas com o mesmo movimento perdi o equilíbrio e, antes de cair, estiquei a mão e consegui me agarrar em alguma coisa. Quando levanto o olhar, me vejo a 5 centímetros daquele cu glorioso com minha cara apontando entre as nádegas dela. Eu imaginei que ela não tinha percebido porque não estava olhando na minha direção, mas quando tentei me mover sorrateiramente, notei que minha mão estava firmemente agarrada na bunda esquerda dela. Lembro que nunca tinha sentido algo assim, tão grande e fofinho, sem ser firme mas mesmo assim me explodiu a mente. Percebi que ela estava ciente de onde eu estava mas não disse nada, só virou a cabeça, a gente fez contato visual, e não sei se era por causa da bebedeira ou se os dois secretamente A gente queria, mas ela se inclinou pra frente, abrindo um pouco a bunda dela, dando pra ver perfeitamente como a calcinha fio dental dela ia sumindo cada vez mais pra dentro, e eu tava a centímetros de encontrar ela. Só que quando criei coragem e ia enfiar a cara, a mãe voltou. Vendo aquela situação constrangedora, ela reagiu rápido e explicou que tava ajudando ela a tirar a saia, o que era verdade no começo. A mãe não acreditou, mas fingiu que sim e mandou ela entrar pra se trocar. Eu esperei lá fora, tentando disfarçar a cara vermelha, quando vejo minha amiga sair com um short esportivo meio folgado, mas que ainda assim deixava ver o corpaço dela, e uma camiseta quase transparente, sem sutiã, mostrando o formato dos bicos dos peitos. Eu, tentando controlar meus pensamentos, perguntei onde ela ia dormir, já que tinha duas camas e no quarto iamos dormir ela, a irmã e eu. Aí ela respondeu, bem segura, que a gente ia dormir junto. Não deu tempo de reagir, ela me pegou pelo braço e tentou me puxar à força pro quarto, quando a gente viu a mãe levantando a irmã. Minha amiga perguntou por que ela tava fazendo aquilo, e ela explicou que a irmã ia dormir no outro quarto e que elas dormiriam juntas, assim eu poderia dormir mais confortável, já que sou maior e ia usar um colchão pequeno. Claramente era mentira, mas eu não era ninguém pra reclamar. Minha amiga até reclamou, mas a decisão já tava tomada. Cada um deitou na sua cama, e eu pensei que já era. Mas quando virei, vejo que minha amiga, que tinha deitado do lado da cama que dava pra mim, não tava me olhando. Ela escolheu virar de costas e deixar a bunda dela pra fora do lençol pra eu ver. De novo, aquela bunda tava a uma distância mínima, e eu não podia fazer nada. Na minha cabeça, queria puxar o short dela pra baixo e comer aquela raba gostosa, e se a mãe percebesse, que me expulsasse, mas eu ia embora feliz. Mas não, preferi me comportar. Tentei me dormir e seguir em frente, no outro dia eu fui embora e nunca mais houve aproximação com a minha amiga, nós dois ignoramos o que aconteceu sem tocar no assunto novamente. Um ou dois anos depois, minha melhor amiga foi a uma festa onde conheceu um cara, decidiu ir embora e passar a noite com ele, e deu tanta sorte que ela engravidou aos 19, quase 20 anos. Mesmo não querendo ser um casal, os dois concordaram em morar juntos por causa do bebê, tentaram assim até que, logicamente, essa relação não deu certo. Nenhum dos dois falhou como pai ou mãe, ambos eram amorosos com o bebê e se preocupavam com ele da mesma forma, o problema era entre eles. Um dia, voltando do trabalho, minha amiga me ligou, percebi rápido que a voz dela estava estranha, então perguntei o que estava acontecendo e ela pediu se eu podia ir na casa dela conversar. Eu disse que sim, que esperasse eu tomar banho e iria. Mais tarde cheguei, entramos e começamos a conversar como se nada, sobre assuntos aleatórios. Eu não queria tocar no assunto, pois percebia que ela também não queria, até que foi inevitável. Ela me contou que, embora a convivência nunca tivesse sido uma maravilha, era suportável, o problema foi que depois da gravidez ela não perdeu o peso que ganhou. Dava pra perceber que o menino já tinha um ano e ela continuava como se ele não tivesse nascido. E numa das discussões com o pai do filho, ele a criticou antes de ir para o trabalho, dizendo que quando se conheceram ela era uma coisa, mas agora não despertava mais nada nele. Eu a abracei pensando, e a única coisa que me saiu foi dizer que para mim ela continuava tão linda quanto sempre. Mas, como sou mais alto e continuei no abraço, vi que ela estava com um shortinho meio caído, deixando ver a bunda dela, que também tinha crescido por causa do ganho de peso. E sem pensar, soltei: "e também você está mais big booty, se for pra falar a verdade". Ela riu, mudando totalmente a expressão, me perguntou se era verdade o que eu dizia e eu insisti no assunto, já que parecia que estava levantando a moral dela. Ela também entrou no papo comigo sobre o meu físico, já que, embora ela também tinha ganhado uns quilinhos depois de parar de treinar por causa das contas e do trampo de dois turnos. Como ela tem as costas largas, disfarçava bem, e eu insisti que ela, por ser larga de quadril também, tava suave. Depois de uns minutos, ela me agradeceu e pediu pra eu colocar água pra fazer um café enquanto ia no banheiro. O namorado trabalhava à tarde, então a gente tinha até a noite. E mesmo que eu trampasse no dia seguinte de manhã, não tava nem aí, queria ficar ali. Depois de colocar a água pra ferver, me virei e vi que ela tinha baixado a calça pra ver a bunda no espelho do banheiro. Fiz uma piada, falei que ela não confiava no meu critério, e ela respondeu: "Achei que tinha perdido, mas vendo bem do seu jeito, ainda tô gostosa". E ela mesma deu um tapa na própria bunda que fez aquilo tudo balançar, e eu não consegui tirar o olho. Ela me chamou na hora, e pensei que ia reclamar por eu estar olhando, mas na real ela pediu pra eu esticar a mão pra comparar, porque a mão dela era pequenininha perto da minha, e ela queria ver como ficava uma mão grandinha na bunda dela. Eu só coloquei a mão na frente, mas ela insistiu, pegou na minha mão e me forçou a agarrar de verdade, dizendo que tinha certeza que não era a primeira bunda que eu pegava. E era verdade, mas ainda assim me senti estranho. O que tinha rolado anos atrás já tinha sumido da minha memória, então pra mim aquilo era novidade. Mas ao mesmo tempo, tava gostando da sensação, mesmo não demonstrando. Quando ela ficou satisfeita, me deixou soltar e a gente continuou conversando sobre qualquer coisa, já com outro clima, até eu ter que ir embora. Pouco tempo depois, ela voltou a fazer o que fazia antes: começar a postar fotos de lingerie, stories que deixavam pouco pra imaginação, recuperando a confiança dela. Porque antes ela só postava uma foto do rosto de vez em quando, com medo de que os quilinhos a mais aparecessem. A partir daí, passaram meses, e eu tive que sair da cidade por... Faz um tempo que trabalho em segurança privada e me deram a chance de ir trabalhar um tempo na capital, porque tavam com falta de pessoal pra demanda que tinham. Iam me pagar o dobro e ainda com estadia de graça. Como sou solteiro, achei vantajoso. Quando a confusão toda passou e me ofereceram ficar de vez na capital ou voltar pra minha cidade, preferi voltar. Já tinha passado mais de meio ano e eu não tinha conseguido me adaptar, além de que o salário ia ser o mesmo, independente de onde eu ficasse. Quando voltei, me deparei com uma série de coisas que não acreditava. Minha melhor amiga tava morando na casa da mãe e da irmã, porque tinha se separado do parceiro — coisa que eu nunca soube até esbarrar com a irmã no centro por pura sorte. Ela me contou que ele não passava meio expediente trabalhando igual ele dizia, mas sim que trabalhava 8 horas e depois ia ver outra mulher, por isso saía às 10 e voltava às 19. Conversei com minha amiga e ela confirmou que era verdade, mas que não me falou nada pra evitar que eu fizesse alguma merda, que queria encerrar o assunto. Respeitei a decisão dela e seguimos em frente. Ia visitar ela quase todo dia pra ajudar com o bebê, que ficava uma semana com ela e uma semana com ele, até a justiça decidir quem ficava com a guarda. Num domingo, voltando do trabalho, resolvi ligar pra ela e ela disse que tava mal por se sentir um peso pra mãe. Então sugeri que, se ela quisesse, no dia seguinte eu passava lá e a gente passava o dia na minha casa pra mudar um pouco a rotina. Ela topou. No outro dia, depois do trabalho, como combinado, fui buscar ela e só aí fiquei sabendo que naquela semana ela não ia ter o bebê. Passamos o dia juntos e, quando tava ficando tarde, ela perguntou se podia dormir lá. Falei que claro que sim, mas nessa hora lembrei que só tinha uma cama de casal. Então sugeri que ela dormisse na cama e eu no sofá, mas ela praticamente me obrigou a dormir com ela, já que nós dois íamos pra cama. Eu tava acostumado a dormir de cueca, mas como tava acompanhado, tinha que improvisar um pijama. Até que minha amiga chega e fala que ela geralmente dormia só de fio dental e uma camiseta sem sutiã. Depois de nos perguntarmos se um se incomodava com o outro e concordarmos que não, deitamos com a TV ligada no fundo e ela me pediu se podia abraçar. A gente conversou sobre a vida por uns 40 ou 50 minutos até que meu cérebro percebeu que eu não tava roçando na calça dela como sempre, mas sim na bunda dela, e meu pau começou a endurecer. Mas consegui retomar o rumo da conversa e segui como se nada, ignorando o fato de que talvez ela tivesse notado. Antes de dormir, ela me perguntou se podia ficar a semana inteira pra dar um descanso pra mãe dela pelo menos nesse tempo, e eu falei que não tinha problema.
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