Paula, la profesora tímida (2)

Paula, a professora tímida (2)
Tava na chácara quando meu pai chegou e me apresentou pro sócio dele, um cara bonitão, 20 anos mais velho que eu.

A gente começou a conversar, era nítido que ele me olhava de um jeito diferente, principalmente minha bunda e minhas pernas. Naquele dia, como eu jogava tênis, minha roupa não deixava muito pra imaginação: saia curta e regata, presente do meu velho na noite anterior.

Muitas conversas, saídas, bebidas — não sou de beber —, vieram os beijos e o começo do namoro depois de algumas semanas.

Eu tava no último ano do ensino médio num colégio particular de Ramos Mejía.

Todo dia era a mesma rotina: eu chegava e vinham me buscar no carro da empresa com um motorista que me conhecia desde pequena, tudo muito princesa, muito protegida.

Um dia, meu namorado, o senhor 20 anos mais velho, me fala: "Amanhã vou te buscar no colégio, vamos viver uma experiência que pra você vai ser inesquecível."

Chegou o dia. Enquanto a gente caminhava do colégio até a estação de trem de Ramos, ele me explicou que viajava muita gente, que o pessoal queria ficar na dela, que ninguém queria confusão, etc. Até aí eu não entendia muito. Ele disse que ia ficar perto de mim... mas se eu percebesse que me tocavam ou encostavam, pra eu pensar em nada, ou melhor, pensar que era ele passando a mão na minha bunda de leve, igual toda vez que eu terminava de chupar a pica dele e engolir o leite — até ali, a única coisa perto de sexo que a gente tinha.

Pela primeira vez, entrei num vagão kkkk princesa do papai, até ali só conhecia uma pica kkkk princesa do papai. A viagem era Ramos-Castelar e não demorou pra profecia se cumprir: senti a primeira pica estranha. Se vocês não sabem, o uniforme do colégio de Ramos na época era saia cinza curta, obviamente, meia, sapato, camisa e gravatinha.

A primeira que sinto no meio da minha bunda de princesa do papai. Só reajo olhando pro meu namorado, que sorri pra mim e faz um gesto como quem olha pro cara que tava atrás de mim. Foi um gesto tipo: "Fica tranquila, não tem problema" ou "Fica de boa, deixa rolar" ou "Relaxa, eu tô de olho"... Quando a gente chegou em casa. tive a resposta
-me conta com todos os detalhes cada pica que você sentiu, Pauly, era assim que ele falava, com todos os detalhes, não seja tímida, ele quase implorava pra eu usar um vocabulário que eu nem conhecia, cu, cock, tesão, essas coisas.
E fui contando, e ele foi me dando uns truques pra deixar tudo mais excitante, até pensei que ele tava preparando os caras que me apoiavam, ou eram conhecidos dele, ou sócios…
Na semana seguinte, a gente viajava de trem nas segundas, quartas e sextas, não sei por que ele não queria nos dias que eu tinha ginástica, também não entendia na época, porque na caminhada de umas dez quadras, em cada abraço ele levantava um pouco minha saia ou me dava de presente uma calcinha branca, um número menor.
Continua…
paulalange@outlook.es
são relatos verdadeiros

3 comentários - Paula, la profesora tímida (2)

Gracias por compartir te sigo espero mas +10