Silvia: de carente a puta gostosa

aqui vai mais um conto sobre a empregadinha necessitada
Espero que vocês gostem e aproveitem.
JÁ SABEM, SE ELES ME SEGUEM, EU SIGO ELES
VALEU PELOS COMENTÁRIOS
E OS BICOS DELA






Assim passou um mês, com o Jorge querendo repetir o encontro toda semana e, pra ser sincera, não tava fazendo nada mal pra minha economia. Mesmo assim, queria manter um certo limite com ele e, pra isso, tivemos uma longa conversa.

— Temos que parar, Jorge, não podemos continuar assim.

— Jorge, por quê? Se você gosta tanto quanto eu?

— É que se continuar assim, meu marido vai desconfiar, e seu pai também.

— Jorge, esse é meu medo, que meu velho descubra. Do seu marido você dá conta muito bem, tenho certeza que ele não desconfia.

— E por que você tem medo do seu pai saber? Ele pode me mandar embora, não é?

— Jorge, nada disso, muito pelo contrário. Será que você não percebe a vontade que ele tem de você?

— Isso aí não, com o Carlos não.

— Jorge, hoje à tarde vêm dois amigos da faculdade estudar em casa e quero que você atenda eles bem. Tem o triplo se você fizer. Tenho certeza que com isso você paga o aluguel. Mas se cuida do meu velho, eu sei por quê.

Jorge foi pra faculdade sem me deixar falar nada. Na hora, pensei: mais dois caras? A oferta era muito boa e, sinceramente, eu precisava, mas será que dava conta dos três? Conforme o dia passava, eu já ia ficando com tesão. Era muita grana e, verdade seja dita, o desafio me excitava. Sabia que conseguia, tinha muita confiança em dar conta deles. Então, quando chegou meio-dia, já tava decidida. Lá pelas duas, o Jorge apareceu com os dois amiguinhos. Eu tava esperando eles com minha buceta toda molhada. Naquela tarde, meu marido se tornaria o maior corno possível, e eu adorava aquilo. Já tínhamos tido uma semana de discussões. Pelo que eu via, ele nem se preocupava em arrumar emprego e, toda vez que chegava, me pedia dinheiro pro vinho. Os três foram pro quarto do Jorginho. Ele saiu depois de um tempo e conversou comigo enquanto esfregava o pau na minha bunda e apalpava meus peitos. Ele sabia muito bem como me deixava com tesão quando fazia aquilo.

— Jorge, já tá pronta, minha puta linda? Por que não traz umas cervejas pra gente?

— Nada de cerveja, seu piazinho. Seu pai me mata se descobrir.

— Jorge, quem vai te matar... Sou eu, mas já sabe de que jeito.

Vai pro quarto que já vou levar o mate.

Quando entrei com a bandeja, assim que apoiei na escrivaninha, o Jorge me pegou na frente deles e começou o amasso. Deixei rolar pra ver até onde ia, e olha, fiquei bem surpresa. Em minutos já tava de joelhos chupando a pica dele na frente dos colegas, que ele convidou pra fazer o mesmo. Num instante tava com três paus na cara, um mais bonito que o outro. Enquanto chupava um, batia punheta pros outros, mal ouvindo o que eles murmuravam. Assim terminei chupando a pica de todos e eles me jogaram literalmente na cama. Aí o Jorginho subiu em cima de mim e me deu uma trepada do caralho enquanto os colegas castigavam minha cara com os paus deles. Quando o Jorge gozou, eu tava no céu, com a buceta cheia de porra. Ele saiu de cima de mim e um dos colegas, sem falar nada, enfiou o pau e começou a me comer ainda mais forte que o Jorginho, que tinha colocado a pica na minha boca pra eu chupar. Assim, cheia da porra dele e dos meus sucos, engoli tudo enquanto me contorcia com a fodida que tava levando. A mesma coisa aconteceu com o amiguinho dele, e assim foram um atrás do outro. Foi muito gostoso sentir aqueles paus penetrando minha buceta, parecia que não trepavam há anos, porque não paravam de se esvaziar dentro de mim, que já tava exausta.

Que puta gostosa é sua sirvizinha, Jorge, como você conseguiu ela?

Jorge: O marido ficou desempregado e eu fiz dela minha puta. Por dois reais eu como ela.

Pobre corno, certeza que não sabe que é casado com uma puta dessas.

Aí não só me comiam, mas também me humilhavam, e isso não tava me agradando muito, mas continuei dando até ficarmos todos exaustos. Eles se levantaram, se vestiram e foram pra sala, me deixando na cama, realmente um bagaço. Fiquei lá até me recuperar, fui pro banheiro, tomei um banho e continuei meu trabalho. Arrumei o quarto pra não deixar vestígio do que tinha rolado. passado e quando fui pro refeitório dar uma pausa, os caras já tinham ido embora, acho que bem satisfeitos. Foi assim que terminei e, antes dos meus patrões chegarem, peguei o dinheiro que o Jorge tinha deixado junto com minha carteira. Chegaram a Mirta e o Carlos, e eu fui pra minha casa. Lá estava o Roberto me esperando meio bêbado, mas não podia reclamar de nada: a casa tava impecável e até tinha a comida pronta. Coitado do meu cuckold, cadê aquele machão que tudo podia? Naquela noite, enquanto jantávamos, ele falou comigo.

Roberto: "Já não sei mais o que fazer, não sei como vamos sair dessa. Já são seis meses sem conseguir trampo, não sei mais o que fazer."

Eu: "Bom, amor, pelo menos eu tenho trabalho e com ele a gente se vira por enquanto, não acha? Então deixa que eu cuido disso. Você continua procurando, e eu adoro chegar em casa e ver tudo arrumado."

Roberto: "Então agora sou dono de casa?"

Eu: "Ah, meu amor, você não sabe como sua ajuda me faz bem, querido. Agora vamos dormir."

Fomos pra cama. Por sorte, o Robert não tava com vontade de transar. No outro dia, voltei a trabalhar. Precisava manter um perfil baixo com o Carlos, mas naquela manhã tudo desandou. A Mirta saiu cedo pro trabalho, e achei muito estranho o sorrisinho dela ao ir embora e tanta amabilidade. Assim que o Carlos levantou, servi o café da manhã pra ele e, antes mesmo de tomar, já tava em cima de mim.

Eu: "Ah, Carlos, não! O que cê tá fazendo? Não, não!"

Carlos: "Não sou o Jorge, mas mesmo assim a gente pode se divertir muito."

Ele já tava com as mãos nos meus peitos enquanto me abraçava por trás e esfregava o pau na minha bunda. Era evidente que ele sabia do que rolava entre o filho dele e eu. Mesmo tentando me fazer de sonsa, não dava pra evitar. Também não me convinha resistir: ficar sem trampo não era uma opção. Deixei ele fazer e terminei como ele tanto queria, de joelhos chupando o pau dele ali mesmo na cozinha, pra depois me levar pro quarto dele. Aí sim, o Carlos se esbaldou comigo. Pelo jeito que me comeu, dava pra ver que me queria há muito tempo, e eu aproveitei ao máximo. Não Podia evitar de sentir o pau dele, o sonho da empregada putinha tava se realizando, mas ia custar caro pra mim. Mesmo assim, naquele momento só pensava em gozar com aquele pauzão que já tinha me dado um orgasmo e queria mais, me convinha me segurar, a ideia não era me entregar de bandeja, mas mal consegui.

Carlos: Você curtiu, Silvia, é uma leoa na cama, muito melhor que a frígida da Mirta. Fica tranquila, de agora em diante não vai te faltar nada.

Silvia: Tá bom, Carlos, mas não sei como continuar assim. Ou é você ou é seu filho.

Carlos: Não me diga que não dá conta dos dois, se ontem deu conta de três, meu amor. E esse sábado tem um churrasco que você não pode perder.

Silvia: Ah, não sei se vou conseguir ir. Onde é? E o que eu falo pro meu marido?

Carlos: Fala pro corno que você tem que ir trabalhar. Você vai se divertir pra caralho, é em casa. Vão vir uns amigos que você vai ter que atender.

Silvia: Ah, não, isso aí não. Uma coisa é atender você e seu filho, outra é me deitar com qualquer um.

Carlos: Não falei isso, também não quero que você faça isso, ainda mais com eles. Não quero te perder. É só atender eles. E no domingo você também tem que limpar tudo, e a Mirta vai te ajudar. Agora vamos tomar café.

Aquele trabalho extra não me fazia mal nenhum. Pelo que o Carlos disse, era só limpar e atender eles. Perto do meio-dia, o Jorge levantou. E por mais que eu quisesse que não rolasse nada com o guri, não dava pra evitar. Ele já veio só de roupão pra cozinha, depois de tomar banho, me abraçou e disse:

Jorge: E aí, como você tá, divina?

Silvia: Ah, eu... o que foi com você? Acordou tarado?

Jorge: Tô sim, tarado por você, meu amorzinho. Olha como eu tô.

Silvia: Ah, não, para. Agora mesmo seu pai me pegou.

Jorge: Sei que o velho é um tarado, mas você gostou de mim.

Silvia: Ah, guri, não, sai. Não, não, não... ahhh ahhhh, te falei pra não falar nadaaaa... ahhh ahhhhh, vamos pra camaaaa.

O guri sabia como me esquentar. O pau dele não tinha nada a ver com o do pai e me deixava muito excitada, tanto que me fazia perder a cabeça. E mesmo que há pouco tempo eu tinha sido comida. O pai dela, tava nos braços dela entregando minha buceta encharcada, eu realmente tava curtindo com ele mesmo ele me tratando como uma puta, ele me encheu de porra duas vezes e me tirou do quarto dele

Jorge, agora vai, continua limpando, eu vou pra facul, amanhã à noite a gente se vê

É, seu pai me falou que tem um churrasco

Jorge, e você vai ter um montão de trabalho, daquele que você tanto gosta

Contanto que me paguem bem, sem problema, cara, igual seus colegas me pagaram ontem

Jorge, isso tá claro, puta

Quando tava voltando pra casa, percebi que mesmo tendo sido comida duas vezes naquele dia, não tinham me pago por aquilo, mas eu tinha gostado

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