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ArrayJá tinha me dado esse gosto algumas vezes antes, mas uma das experiências mais gostosas que Mel me proporcionou de corno foi com o médico clínico dela. Uma noite, compramos um filme pornô e deitamos pra assistir. A gente fazia isso de vez em quando e adorava. Ela entende inglês e, como o filme não tinha legenda, ia me contando os diálogos. Numa das cenas, tinha uma loira daquelas bem bundudas chupando a pica do namorado. Daí a pouco, a campainha de casa toca, e ela diz que eram uns amigos que tinha convidado e queria apresentar. Como vocês podem imaginar, a cena terminou numa puta suruba acrobática com a gostosa. O tesão subiu pra caralho. Eu e Mel deitados vendo o filme, ela me masturbando e eu passando a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental. "É isso que você tá propondo, né? Sua fantasia, não é?", perguntou Mel. "Sim, me excita pra caralho imaginar que você tem algum amigo que curta minha mulher. Um amante, que tenha quase os mesmos privilégios que seu marido", respondi. "É, dá pra ver, sua pica tá durona pra cacete", afirmou Mel. "Você vem me enchendo a cabeça faz tempo e, sinceramente, me dá muito tesão, mas não sei se depois você vai aguentar", disse. "Você me conhece e sabe que não sou obcecado com ciúmes, que a gente alimenta nosso relacionamento com fantasias e as realiza, tipo as trocas que fazemos com outros casais. São só fantasias onde ninguém é obrigado a fazer nada que não quer, e somos um casal que não guarda segredos", respondi. Ela ficou em silêncio, enquanto a gente continuava se acariciando. "Que picas boas que os três têm, olha só, e como tão fodendo a gatinha", exclamou. Ela tirou a calcinha fio dental e se colocou na posição de conchinha, empinando bem a bunda. Quando a penetrei, a virilha e a buceta dela estavam supermolhadas, sério, poucas vezes esteve tão molhada assim. "Nossa, que tesão você tá", falei. "Viu? Você ferve minha cabeça e soltou a puta que existe em mim. Sua pica tá duríssima também, adoro", disse. Enquanto eu a comia naquela posição... posição e, enquanto falava coisas no ouvido dela, mais ela se excitava. Entre gemidos, ela me dizia: "O que você propõe é uma relação paralela da minha parte, ser a puta de alguém. Nesse momento, você não sabe o tesão que me dá, e vou cumprir." "Sim, love, é só você decidir, candidatos não vão faltar", falei. Mudamos de posição, ela sentou no meu pau e começou a cavalgar. "Tem alguém que eu gosto, e muito, fiquei pensando nela, chegamos a conversar pelo WhatsApp, trocamos fotos, o pau dele me encanta, e agora decidi chupar ele, vou realizar sua fantasia e vou chupar esse pau." A foda que a gente comeu depois dessa confissão foi uma das melhores. Era o médico clínico dela, um cara de uns 45 anos, muito bem atlético, divorciado há alguns meses. Morava sozinho num apartamento no centro de Salta, ela tinha contado pra ele sobre nossa vibe swinger e que também nos dávamos liberdade pra sair sozinhos com outras pessoas. Ele achou genial, Mel me contou. Não me incomodou ela não ter dito antes. Me dava mais tesão, eu queria que a situação fosse assim. Uns dias depois, tínhamos reunião de pais na escola da nossa filha, falei pra ela que se complicasse, eu ia sozinho, sem problemas. Depois da reunião, liguei pra ela pra contar o que foi falado. Perguntei onde ela estava, porque não ouvia barulho, como se estivesse num lugar fechado, só um pouco de música. "Tô no apê do Francis, meu médico. Ele me convidou pra tomar algo e eu aceitei", disse Mel. "Meu love!!!!! Já tão fazendo alguma coisa?", perguntei. "Sim, alguma coisa... Contei que a gente tava transando outro dia vendo um pornô, e a gente procurou na internet, ele queria que eu mostrasse, tamo vendo no computador, eu baixei a calça um pouco e ele tá enfiando os dedos na minha buceta", disse, e soltou um gemido de prazer. "Que bom, love, aproveita esse pau, você merece! Depois me conta em casa", falei. "Fechou, te conto, agora me apoia de atrás e beija meu pescoço pegando nos meus peitos, tô super quente. Valeu pela permissão. Bye" e desligo. Fiquei super quente e mal via a hora de me contar. 5 minutos depois ela me liga. "Pussy, quer dar uma passadinha aqui? Queria que você visse como eu como. Além disso, compra umas camisinhas que a gente não tem e não quero que ele meta sem capa, fiquei tentada com a pica que ele tem e já ia deixar ele me comer assim, mas não. Dale, te esperamos, e ainda tenho uma surpresa que você vai amar. Passo com o Francis pra ele te dar o endereço". Falei com o Francis, cara muito gente boa, me passou o endereço e falei que em 15 minutos tava lá. Minha pica e o tesão já estavam duríssimos. E ainda ia comprar as camisinhas pro cara comer minha mulher! Cheguei e toquei o interfone. Ele atendeu e mandou subir. Bati na porta e ele abriu, tava só de toalha, um aperto de mão e me convidou pra entrar. Conversa rápida. E a Mel? Perguntei. Na sala, pode entrar. Ele respondeu. Quando entrei, a Mel tava de quatro num sofá, vestida bem puta, com ligas, top, uma minissaia, salto alto e a calcinha fio dental puxada pro lado mostrando a buceta toda, na frente de um computador batendo papo num site de contatos com caras sozinhos, na conta que a gente usa pra achar casais. Oi amor, finalmente chegou. Olha com quem eu tô conversando, pica bonita o cara, candidato foda pra gente curtir. Gostou do que eu vesti? Comprei antes de vir, essa era a surpresa, o Francis amou. Trouxe o que pedi? Sim, comprei, você tá linda e adorei a posição que você tá" falei. O Francis me olhou e disse, "que esposa boa que você tem, cara, não se acha uma dessas fácil". "Sim, ela me contou que se conheceram e nas conversas ela te explicou como é a onda". Falei. "Sim! Amei a ideia, parabéns pra vocês por experimentar, olha essa bunda, passei dedo e língua, o cuzinho dela por enquanto não dilata mas já tentei" ele disse. "Sim, uma bunda enorme, mas a gente costuma fazer bastante pelo cu, ela adora" falei pro Francis enquanto ele tocava e Enfiou os dedos na buceta da Mel, eu olhava e adorava, desci o zíper da calça e tirei meu pau pra bater uma com o que via. Ela se mexia e soltava uns gemidos enquanto Francis enfiava os dedos na buceta dela, e nisso tudo continuava trocando ideia no computador, não aguentei e também comecei a passar a mão na bunda e nos peitos dela. "Cê gosta, né?" perguntei. Ela se virou, me olhou, olhou pro meu pau e disse: "Hmm, acho que você mais, como tá com esse pau, Vem pra cá" e começou a bater uma pra mim um pouco. Enquanto me punhetava, me olhava e falava: "Já se conheceram, fico feliz que tão se dando bem, mas faz 10 minutos que o Francis tá de língua e dedo e eu quero que ele meta. Ia fazer merda se deixasse ele fazer sem camisinha, trouxe?" "Tô aqui" e entreguei pra ela. Ela chegou perto do Francis, tirou a toalha dele e começou a chupar o pau dele, que foi crescendo. "Olha o que vou comer, pai, imaginava assim? Pau lindo." Sentei no sofá pra observar. Muito boa a cena. Depois colocou a camisinha no pau do Francis e se ajoelhou de quatro no sofá de novo. Francis começou a meter o pau, primeiro devagar e quando ela começou a gemer com vontade foi bombando mais rápido. Arrancou gritos da minha Mel, eu via como entrava e saía aquele pau da buceta. Era um espetáculo, nunca pensei que ia ver minha mulher me traindo daquele jeito. Levantei e coloquei o pau na boca dela, ela quase não chupou porque gemia e gritava cada vez que aquele pau entrava e saía. Aí entendi que só tinha que olhar. "Pai, você não sabe como tô aproveitando, quero ele no cu também. Mas não trouxe meu dilatador, e assim não vai entrar, vai doer mais que outra coisa" disse entre gemidos. Me deixou mais excitado, ainda mais quando ele disse que tava dando uma trepada fabulosa, que adorava a dama. Mel pediu pra trocar de posição, começou a montar nele, pedi pra ela empinar bem a bunda pra eu ver como entrava e saía aquele pau, muito bom, e ela tava curtindo, se virou, se Sentou de novo na pica do Francis e continuou cavalgando. "Vem, vou chupar sua pica, goza nos meus peitos", ela disse. E foi assim, ela começou a me chupar e recebeu meu gozo nos peitos dela. "Você, Francis, já gozou? Eu perdi a conta de quantas vezes você me fez gozar", perguntei. "Sim!!!!!!", ele exclamou. E gozou dentro dela. "Não! Eu queria na minha boca", disse Mel. "Desculpa, não aguentei", disse Francis. E nós três rimos. Foi um prazer aquela experiência. Lorena me deu uma lição de como ser uma puta. E o bull também, de como deve se comportar como tal. Para a próxima, ela pediu a bunda da Mel. Disse que ia pensar. Mas já vai ter tempo, vou trabalhar nisso pra ele depois aproveitar. Isso eu falei pra ela também depois que voltamos pra casa e enquanto a gente transava na nossa cama. Ela foi amante dele por um bom tempo, vários encontros que depois ela com certeza vai contar. Um abraço, galera.
ArrayJá tinha me dado esse gosto algumas vezes antes, mas uma das experiências mais gostosas que Mel me proporcionou de corno foi com o médico clínico dela. Uma noite, compramos um filme pornô e deitamos pra assistir. A gente fazia isso de vez em quando e adorava. Ela entende inglês e, como o filme não tinha legenda, ia me contando os diálogos. Numa das cenas, tinha uma loira daquelas bem bundudas chupando a pica do namorado. Daí a pouco, a campainha de casa toca, e ela diz que eram uns amigos que tinha convidado e queria apresentar. Como vocês podem imaginar, a cena terminou numa puta suruba acrobática com a gostosa. O tesão subiu pra caralho. Eu e Mel deitados vendo o filme, ela me masturbando e eu passando a mão na buceta dela por cima da calcinha fio dental. "É isso que você tá propondo, né? Sua fantasia, não é?", perguntou Mel. "Sim, me excita pra caralho imaginar que você tem algum amigo que curta minha mulher. Um amante, que tenha quase os mesmos privilégios que seu marido", respondi. "É, dá pra ver, sua pica tá durona pra cacete", afirmou Mel. "Você vem me enchendo a cabeça faz tempo e, sinceramente, me dá muito tesão, mas não sei se depois você vai aguentar", disse. "Você me conhece e sabe que não sou obcecado com ciúmes, que a gente alimenta nosso relacionamento com fantasias e as realiza, tipo as trocas que fazemos com outros casais. São só fantasias onde ninguém é obrigado a fazer nada que não quer, e somos um casal que não guarda segredos", respondi. Ela ficou em silêncio, enquanto a gente continuava se acariciando. "Que picas boas que os três têm, olha só, e como tão fodendo a gatinha", exclamou. Ela tirou a calcinha fio dental e se colocou na posição de conchinha, empinando bem a bunda. Quando a penetrei, a virilha e a buceta dela estavam supermolhadas, sério, poucas vezes esteve tão molhada assim. "Nossa, que tesão você tá", falei. "Viu? Você ferve minha cabeça e soltou a puta que existe em mim. Sua pica tá duríssima também, adoro", disse. Enquanto eu a comia naquela posição... posição e, enquanto falava coisas no ouvido dela, mais ela se excitava. Entre gemidos, ela me dizia: "O que você propõe é uma relação paralela da minha parte, ser a puta de alguém. Nesse momento, você não sabe o tesão que me dá, e vou cumprir." "Sim, love, é só você decidir, candidatos não vão faltar", falei. Mudamos de posição, ela sentou no meu pau e começou a cavalgar. "Tem alguém que eu gosto, e muito, fiquei pensando nela, chegamos a conversar pelo WhatsApp, trocamos fotos, o pau dele me encanta, e agora decidi chupar ele, vou realizar sua fantasia e vou chupar esse pau." A foda que a gente comeu depois dessa confissão foi uma das melhores. Era o médico clínico dela, um cara de uns 45 anos, muito bem atlético, divorciado há alguns meses. Morava sozinho num apartamento no centro de Salta, ela tinha contado pra ele sobre nossa vibe swinger e que também nos dávamos liberdade pra sair sozinhos com outras pessoas. Ele achou genial, Mel me contou. Não me incomodou ela não ter dito antes. Me dava mais tesão, eu queria que a situação fosse assim. Uns dias depois, tínhamos reunião de pais na escola da nossa filha, falei pra ela que se complicasse, eu ia sozinho, sem problemas. Depois da reunião, liguei pra ela pra contar o que foi falado. Perguntei onde ela estava, porque não ouvia barulho, como se estivesse num lugar fechado, só um pouco de música. "Tô no apê do Francis, meu médico. Ele me convidou pra tomar algo e eu aceitei", disse Mel. "Meu love!!!!! Já tão fazendo alguma coisa?", perguntei. "Sim, alguma coisa... Contei que a gente tava transando outro dia vendo um pornô, e a gente procurou na internet, ele queria que eu mostrasse, tamo vendo no computador, eu baixei a calça um pouco e ele tá enfiando os dedos na minha buceta", disse, e soltou um gemido de prazer. "Que bom, love, aproveita esse pau, você merece! Depois me conta em casa", falei. "Fechou, te conto, agora me apoia de atrás e beija meu pescoço pegando nos meus peitos, tô super quente. Valeu pela permissão. Bye" e desligo. Fiquei super quente e mal via a hora de me contar. 5 minutos depois ela me liga. "Pussy, quer dar uma passadinha aqui? Queria que você visse como eu como. Além disso, compra umas camisinhas que a gente não tem e não quero que ele meta sem capa, fiquei tentada com a pica que ele tem e já ia deixar ele me comer assim, mas não. Dale, te esperamos, e ainda tenho uma surpresa que você vai amar. Passo com o Francis pra ele te dar o endereço". Falei com o Francis, cara muito gente boa, me passou o endereço e falei que em 15 minutos tava lá. Minha pica e o tesão já estavam duríssimos. E ainda ia comprar as camisinhas pro cara comer minha mulher! Cheguei e toquei o interfone. Ele atendeu e mandou subir. Bati na porta e ele abriu, tava só de toalha, um aperto de mão e me convidou pra entrar. Conversa rápida. E a Mel? Perguntei. Na sala, pode entrar. Ele respondeu. Quando entrei, a Mel tava de quatro num sofá, vestida bem puta, com ligas, top, uma minissaia, salto alto e a calcinha fio dental puxada pro lado mostrando a buceta toda, na frente de um computador batendo papo num site de contatos com caras sozinhos, na conta que a gente usa pra achar casais. Oi amor, finalmente chegou. Olha com quem eu tô conversando, pica bonita o cara, candidato foda pra gente curtir. Gostou do que eu vesti? Comprei antes de vir, essa era a surpresa, o Francis amou. Trouxe o que pedi? Sim, comprei, você tá linda e adorei a posição que você tá" falei. O Francis me olhou e disse, "que esposa boa que você tem, cara, não se acha uma dessas fácil". "Sim, ela me contou que se conheceram e nas conversas ela te explicou como é a onda". Falei. "Sim! Amei a ideia, parabéns pra vocês por experimentar, olha essa bunda, passei dedo e língua, o cuzinho dela por enquanto não dilata mas já tentei" ele disse. "Sim, uma bunda enorme, mas a gente costuma fazer bastante pelo cu, ela adora" falei pro Francis enquanto ele tocava e Enfiou os dedos na buceta da Mel, eu olhava e adorava, desci o zíper da calça e tirei meu pau pra bater uma com o que via. Ela se mexia e soltava uns gemidos enquanto Francis enfiava os dedos na buceta dela, e nisso tudo continuava trocando ideia no computador, não aguentei e também comecei a passar a mão na bunda e nos peitos dela. "Cê gosta, né?" perguntei. Ela se virou, me olhou, olhou pro meu pau e disse: "Hmm, acho que você mais, como tá com esse pau, Vem pra cá" e começou a bater uma pra mim um pouco. Enquanto me punhetava, me olhava e falava: "Já se conheceram, fico feliz que tão se dando bem, mas faz 10 minutos que o Francis tá de língua e dedo e eu quero que ele meta. Ia fazer merda se deixasse ele fazer sem camisinha, trouxe?" "Tô aqui" e entreguei pra ela. Ela chegou perto do Francis, tirou a toalha dele e começou a chupar o pau dele, que foi crescendo. "Olha o que vou comer, pai, imaginava assim? Pau lindo." Sentei no sofá pra observar. Muito boa a cena. Depois colocou a camisinha no pau do Francis e se ajoelhou de quatro no sofá de novo. Francis começou a meter o pau, primeiro devagar e quando ela começou a gemer com vontade foi bombando mais rápido. Arrancou gritos da minha Mel, eu via como entrava e saía aquele pau da buceta. Era um espetáculo, nunca pensei que ia ver minha mulher me traindo daquele jeito. Levantei e coloquei o pau na boca dela, ela quase não chupou porque gemia e gritava cada vez que aquele pau entrava e saía. Aí entendi que só tinha que olhar. "Pai, você não sabe como tô aproveitando, quero ele no cu também. Mas não trouxe meu dilatador, e assim não vai entrar, vai doer mais que outra coisa" disse entre gemidos. Me deixou mais excitado, ainda mais quando ele disse que tava dando uma trepada fabulosa, que adorava a dama. Mel pediu pra trocar de posição, começou a montar nele, pedi pra ela empinar bem a bunda pra eu ver como entrava e saía aquele pau, muito bom, e ela tava curtindo, se virou, se Sentou de novo na pica do Francis e continuou cavalgando. "Vem, vou chupar sua pica, goza nos meus peitos", ela disse. E foi assim, ela começou a me chupar e recebeu meu gozo nos peitos dela. "Você, Francis, já gozou? Eu perdi a conta de quantas vezes você me fez gozar", perguntei. "Sim!!!!!!", ele exclamou. E gozou dentro dela. "Não! Eu queria na minha boca", disse Mel. "Desculpa, não aguentei", disse Francis. E nós três rimos. Foi um prazer aquela experiência. Lorena me deu uma lição de como ser uma puta. E o bull também, de como deve se comportar como tal. Para a próxima, ela pediu a bunda da Mel. Disse que ia pensar. Mas já vai ter tempo, vou trabalhar nisso pra ele depois aproveitar. Isso eu falei pra ela também depois que voltamos pra casa e enquanto a gente transava na nossa cama. Ela foi amante dele por um bom tempo, vários encontros que depois ela com certeza vai contar. Um abraço, galera.
2 comentários - Chifrudo