Continuando de onde parei: Amanheceu e chegou mais um dia, acordei um pouco tarde porque não consegui dormir direito naquela noite, fiquei pensando naquilo. Levantei normal, como se nada tivesse acontecido, e comecei a fazer minhas coisas. Depois de lavar minha roupa, minha mãe me mandou uma mensagem perguntando como a gente estava (eu me assustei por um momento, pensei que ela tinha descoberto alguma coisa ou algo assim). Falei que estava tudo bem, e ela disse "que bom" (que tava me falando pra avisar que naquela mesma tarde iam vir pra casa da minha avó e queria que eu e meu irmão ajudássemos a trazer as malas). Eu: "Sem problema", falei. E ela disse que umas 17h da tarde iam chegar. Eu: "Fechou, fechou, a gente espera então."
Depois que passaram as horas, tava chegando o horário que minha mãe disse que iam chegar, e eu tava pensando o que minha tia devia estar fazendo, se tava bem e se meu primo tinha melhorado da gripe. Tava noiado achando que ela tinha contado pra alguém o que rolou, porque além disso ela não avisou nada, nem uma mensagem. Querendo saber, perguntei pra minha avó se minha tia não tinha ligado ou algo pra saber se tava tudo bem e se o xarope fez efeito no meu primo. Minha avó: "Não, não me ligou. Daqui a pouco vou ligar pra ela e perguntar como amanheceram."
Continuei lavando minha roupa e, depois que terminamos de lavar com minha avó, começamos a tomar um tereré e conversar. Falei que minha mãe tinha me escrito pra avisar que iam vir pra casa à tarde. Nisso, ela disse que ia ligar pra minha tia pra ver se atendia, e ela atendeu. Avó: "Oi, como vocês estão? Como amanheceram? Tudo bem aí? O que houve, você não avisou mais se o Fede já melhorou da gripe, porque ontem à noite ele tava mal." Tia: "Oi, tudo bem, e vocês? Aqui a gente tá terminando de lavar roupa também, só no calor. Graças a Deus o Fede já melhorou, a febre baixou bastante, parece que... Só os xaropes que comprei ontem que eram bons, Agus (se referindo a mim, já que eu tava escutando pelo viva-voz do celular da minha vó, bem ligado, saca?). Vó — Ah, que bom então que tá tudo certo, nós também tamo bem aqui, tomando chimarrão com o Agustin e acabamo de lavar a roupa. Tava preocupados com vocês, vendo como cês tão. E aí ficaram conversando um tempão sobre as coisas, minha vó contou que minha mãe ia vir pra casa de tarde, e eu escutei minha tia falando que, bom, então ela ia vir de tarde pra tomar mate todo mundo junto. Eu fiquei escutando pra ver se ela não falava alguma coisa sobre mim, mas não falou nada. Fiquei mais tranquilo por enquanto, mas preocupado porque ela disse que ia vir bem na hora que minha mãe chegasse pra tomar mate. Eu pensava comigo: "é certeza que esse é o momento perfeito pra ela contar o que aconteceu ontem na frente da minha mãe, do meu pai e da minha vó". E eu torcia pra que não, que tudo ficasse de boa. Chegou a hora que minha mãe disse que iam chegar, mas não chegavam. Mandei mensagem e ela respondeu que tavam atrasados por causa do trânsito e que chegavam daqui a pouco. Depois ela avisou que já tinham chegado, e fui com meu irmão ajudar a trazer as malas. Chegamo em casa, tudo certo, todo mundo se cumprimentou com minha vó.
Meu pai ficou pra tomar umas cervejas com meu tio, que eu falei que mora ali pertinho, e daí depois de um tempo a gente ouve os cachorros latindo e escuta meu primo entrando pela porta pra cumprimentar minha avó e minha mãe, e aí eu soube que era minha tia e o marido dela também (quase me caguei de nervoso, juro, eu pensei: "é, até aqui cheguei, agora vai dar merda"), mas aí entra minha tia e o marido dela e cumprimentam todo mundo normal, como sempre, e daí o marido dela sai pra onde tão meu pai e meu tio, senta com eles, e a gente fica tudo lá dentro tomando mate, conversando com minha tia numa boa. Ela fala com minha mãe e pergunta como foi a viagem e essas coisas, tudo certo, e aí depois minha tia fala comigo. Tia: — E você, como tá? Tava lavando roupa, a vovó me disse hoje. Eu: — Tava, sim, tava na correria com a vó, mesmo com esse calorão a gente meteu a mão na massa, lavou a roupa e tomou uns tererés (eu tava rindo junto com elas, fazendo piada, disfarçando, e do nada minha tia conta pra minha mãe que ontem à noite eu saí pra comprar uns xaropes pro meu primo). E eu pensei: "Não, agora ela vai soltar tudo." Mãe: — Ah, é mesmo? E como é que o Fede tá agora, meu bem? Tia: — Graças a Deus já tá bem, ontem à noite tomou os xaropes e fez bem, graças a Deus, coitadinho. Ontem à noite apertei o Agus pra fazer o favor e ele foi sem reclamar. Mãe: — Ah, que bom então, pelo menos compraram e conseguiram dar pra ele tomar. Eu respirei aliviado porque minha tia não falou mais nada além disso. Aí, pra continuar, eu falei pra minha mãe e minha vó: — É, sim, minha tia tava triste porque via o Fede mal, e eu falei pra ela que ia dar tudo certo, e graças a Deus ele melhorou e ela conseguiu ficar tranquila e dormir melhor (eu fiquei parecendo o herói da noite pra elas, pela ajuda que dei, só que eu sabia que minha tia sabia que rolou algo a mais, só que percebi que ela também disfarçava bem, sei lá se na cabeça dela ela pensava: "cala a boca, não fala mais nada", igual eu tava fazendo, mas o que me surpreendeu é que ela não falou nada). Não disse mais nada, e assim ficamos todos conversando e vendo TV, comentando sobre as notícias e a política que passavam na televisão. Prepararam algo para o jantar e comemos todos. Depois, deu umas 21 e pouco da noite e minha tia disse que já precisavam ir. Ela se despediu de todo mundo e falou que amanhã voltava pra fazer um bolo com minha mãe. Meu tio levou ela e meu primo pra casa e voltou pra ficar com meu tio, meu pai e uns amigos que já tinham se juntado. Ficaram ouvindo música e tal.
Depois, pra minha surpresa, um tempinho depois — e isso eu lembro bem — minha tia me manda uma mensagem perguntando.
Tia: Oi de novo, como cê tá? Chegamos bem em casa. O Charly ficou por aí na casa?
Eu: Oi, tudo bem, que bom, tia. Sim, ele tá aqui com meu pai e o tio.
Tia: Ahh, e você, como é que tá? Como cê tá se sentindo? (ela manda de novo na mensagem)
Eu: Bem, bem, tia. Fiquei melhor sabendo que cê tá bem e que o primo melhorou. (Eu, meio sem querer tocar no assunto da outra noite pra não deixar estranho e ela falar algo ruim, cês me entendem, e ela diz:)
Tia: Sim, ainda bem. Tô mais tranquila com isso. E te pergunto: será que você não quer vir aqui em casa um pouquinho? Queria falar com você sobre uma coisa.
Eu: Sim, sem problema. Mais ou menos sobre o quê?
Tia: É só pra conversar um pouquinho mesmo. Me avisa se você vai vir, então. Mas se sua mãe perguntar onde cê vai, fala que é na casa do Enzo ou de alguém pra jogar uns joguinhos só um pouco e depois volta. (Ela falou, porque sabia que eu me juntava com eles pra jogar videogame ou bola quando ia visitar minha avó — a gente se criou junto desde pequeno.)
Eu: Ah, beleza. Vou falar com minha mãe e te aviso quando tiver indo pra lá. Mas tá tudo bem?
Tia: Bom, sim, tudo bem. Me avisa qualquer coisa.
Eu meio que entendi que ela não queria que minha mãe soubesse pra onde eu tava indo quando me mandou falar aquilo pra ela, e quando me chamou pra conversar, eu já sabia que muito provavelmente era sobre a outra noite. Fiquei pensando: "talvez ela queira falar comigo pra dizer que agora que minha mãe chegou, pra eu não falar nada ou sei lá", fiquei nessa. Perguntei pra minha mãe e falei assim, e por um momento ela ficou meio na dúvida porque já era tarde, tipo umas 22h, e ela me disse se já não era tarde demais pra sair. Falei que era só um tempinho e que voltava, que me chamaram pra jogar e queriam que eu fosse, essas coisas, até que ela deixou. Mas aí minha mãe fez questão de falar pro meu pai me levar até a casa do meu amigo Enzo (e eu pensei: "vai estragar tudo se ele me levar e perguntar pra família e não ter nada a ver, entendeu?"). Falei que não na hora, mas ela insistiu e meu pai me levou. Só que quando a gente tava quase chegando na casa do meu amigo, falei pra ele me deixar na rua mesmo e que eu ia mandar mensagem pro Enzo pra ele sair, assim não fazia barulho por causa dos cachorros (com a intenção de que meu pai me deixasse ali, fosse embora, e eu fosse pra casa da minha tia, já que como falei, é uma cidade pequena e a casa dela não ficava muito longe dali). E foi isso que aconteceu. Meu pai me deixou e falou pra avisar se quisesse que ele fosse me buscar. Enfim, me deixou lá, e a primeira coisa que fiz foi escrever pra minha tia falando que tava indo pra casa dela.
Tia: Ah, bom, me avisa quando chegar. Cê vem de quê?
Eu: Sim, sim, tô indo a pé. Meu pai me deixou perto da casa do Enzo.
Tia: Ah, bom. Fica de olho e me avisa.
Fui caminhando e cheguei na casa dela. Ela me atendeu, me fez entrar, cumprimentei e ela perguntou se o Charly tinha ficado na casa da avó. Falei que sim, que tava todo mundo junto, os amigos, meu tio e meu pai.
Tia: Ahh, e ele não te perguntou nada? Não falou nada?
Eu: Não, não falou nada. Nem perguntou pra onde eu tava indo. Só minha mãe, mas eu falei que ia ficar na casa do Enzo. Enzo Tia- ah, beleza. Pode sentar no comedor, o Fede tá vendo TV. Já volto, vou dar o remédio pra ele.
Eu- ah, beleza, vai lá.
Depois ela volta e senta, e a gente começa a conversar.
Tia- Vou botar água pra fazer chimarrão. Ainda bem que você chegou bem, tem cada maluco na rua a essa hora.
Eu- sim, mas vim de boa, andando.
Depois de um tempo, ela prepara o chimarrão, senta e a gente começa a falar das coisas. Ela me disse que meu primo dormiu, que tava com sono, por isso veio pra ele deitar e descansar, e pra dar o xarope dele. E falando isso e aquilo, ela me pergunta:
Tia- e como você tá? Como você chegou em casa ontem à noite depois do que aconteceu? Eu fiquei aqui deitada, pensando preocupada se você ficou mal ou se alguma coisa te incomodou do jeito que as coisas rolaram, e queria que a gente conversasse sobre isso, ou se você quer me falar alguma coisa.
Eu- e eu cheguei bem em casa. A verdade é que também tava preocupado com o que aconteceu, eu mais por medo de você não ter gostado de tudo aquilo. Eu sei que passei do ponto na hora, e não queria que você se sentisse mal, ou que pensasse que sou um sem-vergonha ou aproveitador. Eu te respeito muito, tia.
Tia- Então a gente tá na mesma. Eu me sentia mal naquele momento, e meio que precisava de alguém pra me ouvir e me ajudar na hora. E você foi muito gente boa, trouxe os xaropes pro Fede e ficou pra me apoiar, e eu meio que desabafei. Mas naquela hora, não sei o que aconteceu que a gente chegou naquilo. Foi um impulso. Não sei o que passou por você naquele momento, mas comigo foi assim, tipo, eu senti aquilo.
Eu- também rolou o mesmo comigo. Eu te via triste, e você queria que alguém ficasse com você te apoiando naquele momento, porque sei que não é fácil. Te vi assim, tava te abraçando, e de repente já cheguei naquilo. Mas te incomodou? Você quer me falar alguma coisa? Me diz, tia, e peço desculpas, porque sei que foi um momento difícil.
Tia- Não, não me incomodou. Não sei você, mas eu senti que a gente não tava fazendo algo certo, por isso falei na hora. E depois me senti uma ingrata pelo que você fez por mim, de ter vindo e tudo mais. Isso e ao mesmo tempo eu dizia "não", mas não era algo bom, e fiquei pensando nisso. Mas não tô chateada, só queria que a gente conversasse, e vejo que com nós dois meio que aconteceu a mesma coisa.
Eu — Não, também não me chateou, penso igual ao que você tá me dizendo, porque não é algo que você fala "bom, já foi, já passou", entende? Era outra coisa, e eu não queria que você ficasse brava comigo e a gente terminasse mal. Até tive medo de você contar pra vovó ou pra minha mãe sobre o que aconteceu, e sei que você teria todo direito de contar, pelo atrevido que sou com você. Mas não me chateou, pelo contrário, eu meio que me sentia bem e mal ao mesmo tempo por querer saber o que rolou com você.
Tia — Eu na hora me assustei e falei que foi super errado o que aconteceu, senti uma culpa enorme, pensava: "agora o que você vai pensar de mim? O que vai imaginar que eu sou?" Mas tirando isso de lado, eu tava bem, não sinto nada de ruim por você, não tô brava, e fico feliz que você também não pensa nada de mal de mim e que não me odeia ou algo assim. Ou tô enganada?
Eu — Não, tia, eu não penso nada de mal de você e jamais te odiaria, não fala isso. Com você é sempre a melhor vibe e tá tudo certo, sabe que te amo pra caralho. Só queria saber esse tempo todo que passou: como você ficou depois daquilo?
Tia — Bem, bem, tava bem. Preocupada e pensando, igual você disse, mas agora tô tranquila. E você, o que sentiu naquele momento?
Eu — Naquele momento? Me senti muito bem, adorei estar te acompanhando, e quando a gente se beijou e tal, curti pra caralho. Senti uma parada muito foda, vou te falar a verdade, foi a melhor parte daquela noite pra mim. Só fiquei assustado por pensar que você tava mal.
Tia — Sério? Eu juro que me desliguei quando aquilo aconteceu, fui pra outro lugar, mas senti gostoso também. E acho que a situação de a gente se ver os dois mal naquele momento nos levou a isso.
Eu — Pois é, mesma coisa aqui (e falo na lata, já que a gente já tava nessa situação). Mas você beija muito bem, tia, e eu rio. Não sei como seu marido consegue te tratar assim sabendo disso.
Tia — (ri) Nada a ver, você tá me enganando. E a verdade é que não sei se ele percebe isso. aquele outro (por causa do marido dela) já que, como você viu agora, nos trouxe pra casa e foi beber com os vagabundos de novo, é sempre assim. Eu - Pois é, tia, percebi, por isso que me surpreendi você ter me escrito agora, em vez de ficar em casa com vocês e com você, eu se fosse ele e soubesse que você beija desse jeito, não te largava nem por um minuto, a toda hora ia ficar te beijando (falo meio rindo, mas sério). Tia - Para de falar assim, ish (ela me diz e sorri, notei que ela ficou vermelha), vão te ouvir, qualquer vizinho fofoqueiro. Eu - Mas e daí, ninguém tá ouvindo, além do mais, com essa facha que você veste, eu não te largava mais, pode esquecer (eu tava aproveitando a situação, como se não ligasse pra nada). Tia - Qualquer um vai te ouvir se você falar alto, ish, imagina se o Fede acorda agora, já é tarde e todo mundo tá em silêncio. Eu - Vou falar baixinho (e a gente falava naquela voz baixinha, tipo quando não quer que os outros ouçam, mesmo não tendo ninguém por perto, mas só por precaução) e dizia que ela tava muito gostosa e que eu tinha gostado do beijo daquele dia, gostei da sua camiseta, tia, é bonita, e do seu short também (ela tava com um short tipo pijama que as mulheres usam, e ficava tão bem que você ficava hipnotizado de olhar, juro).
Tia — Ah, valeu, coloquei quando fui dormir. Ficou bonito em mim? Viu a cor? Além disso, é super confortável pra dormir tranquila.
Eu — Ficou muito lindo sim, tia, claro que ficou (e eu ri pra não ser tão óbvio e ver o que ela ia dizer, se já estávamos naquela situação, se ela me mandasse embora eu ia e pronto).
Tia — Shh, cala a boca, vai acordar o Fede (e eu percebi que ela tava gostando, porque não ficou brava nem nada).
E naquele momento, a situação tava quente pra caralho, o clima tava tenso, juro pra vocês, parece mentira, mas foi assim que rolou. Eu peguei e me aproximei um pouquinho com a cadeira e falei: "Posso te dar um beijo, tia?" Ela riu e virou a cabeça pro lado, aí eu falei que era só no rosto. Ela virou a cara, eu dei o beijo e fiz aquela clássica: puxei o rosto dela com a mão e roubei um beijo na boca. Dei um.
Tia — Você, hein (e deu um sorriso).
Eu — Fala sério, tá gostoso, eu sei que você gosta. Ninguém vai ver a gente, tia (eu já não tava pensando em mais nada, nem se iam nos ver ou ouvir, só me deixei levar de verdade). E continuei dando beijos, ela desviava de vez em quando, mas aí levantou o olhar e começou a me beijar também. Nessa hora, comecei a chupar a boca dela e ela correspondia (até a língua já tava rolando, o que mais eu podia pedir?). Passei a mão nos braços dela e puxei ela pra perto de mim, toquei a cintura dela. Ela cruzou os braços no meu pescoço. Eu descia devagar até o shortinho que ela tava usando e só queria apertar a bunda dela. Depois subia e queria sentir os peitos dela. Por mais difícil que seja de acreditar, ela não falou nada. Naquele momento, a gente só se deixou levar. Levantei a camiseta que ela tava usando e vi os peitos dela com o sutiã que ela vestia — algo que nunca vou esquecer, espetacular. Fui direto beijar ali, e ela disse:
Tia — Para, para, shh, pra ele não ouvir nada. Fede, parece que ouvi um barulho na porta (tava tão cagada de medo, e com razão, porque ele podia levantar e nos ver, e eu continuei). Ei, ei, não, olha se o Charly vem e você entra e ele nos vê, vai dar merda, não.
Eu — Fica tranquila, ele não vai vir. Ele deve estar com meu pai tomando uma, tavam todos entre amigos, relaxa, tia. Tranca a porta só por garantia (falei, e ela disse "para" e foi trancar. Olhou pelo buraquinho onde vai a chave pra ver se não via ninguém e voltou). Fica tranquila, não vai vir ninguém. E beijei ela e continuei passando a mão na bunda dela.
Tia — Para um pouquinho, vou dar uma olhada no Fede pra ver se ele tá dormindo (ela vai, abre a porta, vê se meu primo tava dormindo e volta) já foi, tá dormindo, beleza, cobri ele um pouquinho por causa do ar. E eu falo: "Viu, tá tudo certo", e continuo beijando ela, e ela me pega e fala pra gente ir pro quarto dela, que na sala não dá, e a gente vai, entra e ela tranca essa porta também, liga o ar e a gente continuava se beijando e se tocando, sentamos na cama e ela meio que entra num momento de reflexão de novo e me diz:
Tia — Será que isso tá certo? Acho que não, sinto que a gente tá fazendo errado, isso não é normal, você, eu aqui assim, imagina se a família descobre isso, o que vão pensar (ela me fala).
Eu — Não tem problema, Anto, não é nada de errado, ninguém vai saber de nada, tudo fica entre a gente, sim? A gente jura? E mostro meu dedo mindinho (não sei se vocês sabem disso, mas era assim que a gente fazia quando ia fazer um juramento com alguém) e ela pega ele (eu na minha mente não queria que ela dissesse que não e ficasse tudo por ali depois do que já tava rolando). Já foi, isso fica entre a gente e ninguém vai saber de nada, você quer isso? Eu falava, porque eu quero e adoro estar com você, além disso, você merece ser cuidada, beijada, ficar assim e não ser tratada mal que nem seu marido te trata, e passei a mão na coxa dela e dou um beijo na boca dela de novo.
Tia — Tá bom, mas por favor não conta pra ninguém, isso fica aqui, ok? Nem uma palavra pra ninguém, ninguém da família (e a gente se beija, ela vai se deitando e eu tiro os tênis que tava usando).
Eu — Que lindo, tia, adoro, amo seus beijos, e vou beijando o pescoço dela, subo em cima dela e a gente fica mais um tempinho assim, depois ela mesma solta o sutiã, tira e me mostra os peitos dela, eu fiquei besta na hora, pra mim eram lindos, e rápido, óbvio, não falo nada e vou chupar (amigo, a coisa mais gostosa que provei na vida, olha que já fiquei com minas e chupei os peitos delas também, mas esses não se comparavam com os que eu tinha). (naquele momento) chupei com muita vontade e ouvia ela começar a gemer e falar
Tia- Mmmmm, sim, assim, assim que eu gosto, toda sua, faz assim não para, você gosta? (como se ela tivesse se transformado de repente)
Eu- Sim, adoro seus peitos, são muito gostosos, você gosta que eu chupe eles? E ela dizia que sim, que continuasse, e o que eu mais gostava, além de chupar, era como ela ficava e começava a gemer. Eu tava numa vibe, um sonho realizado, continuo chupando e desço até o umbigo dela, e ela meio que me guiava com a mão na minha cabeça, me puxava pelo cabelo e eu beijava o umbigo dela, e quem visse ela, tava uma leoa, sério. E eu, de propósito pra entrar mais nela, pergunto: Faz tempo que não te chupam assim, tia?
Tia — mmm, faz tempo não, tava com muita saudade, tava sentindo muita falta mesmo, ahh, isso é gostoso, muito tasty
Eu — Tá tasty?
Tia — Muito tasty, delicioso, adoro, não para por favor
Pelo melhor do mundo que eu tava passando naquele momento, vocês não imaginam, inacreditável, eu falava coisas tipo: "Seu marido não fazia isso pra você? Ele te deixa sozinha em vez de chupar você toda?"
Tia — Mm, faz tempo que a gente não fazia algo assim, eu me sentia sozinha, ahh, tava sentindo muita falta, adoro
Eu — Agora você tá comigo e eu vou fazer você se sentir tasty, e eu chupava mais forte e usava minha língua assim, eu já tava curtindo o corpo dela, era uma arte pra mim, e aí desci e tirei o short dela, e fui pra baixo pra chupar a buceta dela (ela e eu távamos muito excitados) e tirei o short dela e vi a buceta que ela tinha pela primeira vez, olhei e tinha um pouco de pelo mas eu adorava do mesmo jeito (comecei a tocar com minhas mãos e era como um sorvete que derrete e escorre o creme, algo bem parecido, uma delícia, amigo, toquei com os dedos e ela gemia e abria os pés sozinha, eu observava tudo como se fosse um criança na Disneylândia, entendeu? e não aguentei mais e comecei a chupar e enfiava os dedos
Tia- Ahhh que delícia meu amor (do nada ela começa a me chamar de meu amor) eu adoro ahhh mmm, assim assim não para por favor continua assim ahh, (ela se contorcia pro lado) Eu- mmm que gostosa tia eu adoro, você gosta que eu passe a língua? é assim que você gosta? mmm e eu chupava mais forte, e passava a mão nas pernas dela, eu já só tinha que aproveitar, tava tudo servido, já tava no ponto como se diz, e eu continuo chupando e ela dizia ninguém me tira daqui, fica toda molhada eu dizia, me dá tudo Tia- sim toda, fica toda molhada, toda pra você meu amor, assim assim não para eu adoro, ahh que gostoso, água assim água Eu- É assim que você gosta? eu chupo mais gostoso que seu marido? viu como eu uso minha língua e te deixo toda molhada e ele só te faz mal (provocando ela pra ficar mais excitada) e ela respondia que sim, que não tinha comparação, que ele não fazia nada daquilo, que só ele aproveitava e depois dormia e deixava ela com vontade e não pensava em nada, só me usava e não fazia assim (todas essas coisas) eu levanto e tiro minha calça que tava vestindo e ela me ajuda com a camiseta, e já os dois estávamos completamente nus, me deu um tesão e ela também, tipo pra melhorar o clima e eu pergunto você quer chupar? Tia- Deita e fica de barriga pra cima E ela começa a chupar meu pau como nunca, aquela sensação eu nunca senti, ainda mais chupando com vontade, juro que quase gozei ali, mas eu pensava em outra coisa e queria me distrair pra não gozar e tudo acabar ali, mas a chupada que ela dava e como mexia a boca era uma maravilha, eu dizia, mm que gostoso tia, como você chupa o pau, eu adoro e ficava pensando em outra coisa, eu olhava pra ela e ela chupando com tudo como se fosse a comida favorita dela de verdade
Tia— mmm, cê gosta de como eu chupo você? mmm, adoro seu pau, é muito gostoso, duro e grosso (ela falava tudo isso, foi tipo, eu pensei: essa tia eu nem conhecia, mas tô amando?). Aí eu parei, virei ela de barriga pra cima, subi em cima dela e fiquei esfregando meu pau na buceta dela e perguntei: cê gosta, quer que eu meta? Tia— mmm, sim, mete, mete, por favor. E eu meti e senti um carinho no pau que vocês não imaginam, tão macio, bem molhado, e sentia os lábios da buceta dela me apertando, e minhas pernas meio que tremendo tudo, e comecei a foder ela com tudo, dava pra ouvir o rangido da cama e a buceta dela batendo palma com o impacto, e de tão molhada que tava. Eu— ahh, que gostosa sua buceta, tia, adoro como ela me aperta, como você tá molhadinha, mmm, toda minha. Tia— Sim, meu amor, toda sua, só pra você, cê adora como eu fico toda molhada por você, me faz toda sua e me molha inteira. Eu, com essas palavras e tão excitado que tava, não sei como não gozei na hora e segurei, continuei metendo forte porque ela pedia forte, forte, e ela pegava na minha mão e colocava no pescoço dela como se quisesse que eu enforcasse ela, e eu apertava forte pra deixar ela sem ar e soltava, e ela respirava e parecia que ficava mais excitada, e eu chupava os peitos dela.
Tia- ayyy assim assim não para meu amor, adoro isso não para não para, forte forte, duro duro. E eu metendo duro e com força, queria fazer bonito com ela, dar o melhor pra ela e fazer ela gozar, e lutava pra não gozar, de vez em quando tirava e enfiava os dedos na pussy pra descansar um pouco e não terminar, e depois metia de novo. Ela subiu em cima de mim e começou a rebolar como nunca, amigo, como ela mexia aquela Booty não tem explicação se você não viveu, qualquer um deixava seco a cock com esses movimentos que ela fazia, e as sentadas que ela dava. Ela tava excitada pra caralho, e eu feliz porque era isso que eu queria, que fosse a melhor noite pra ela. Depois coloquei ela de quatro e tentei fazer a Booty, anal queria experimentar demais mas ela disse que não, que não tava com coragem, e só falou pra meter na pussy. E eu tipo (não porque você não me deixa, mas entendi que era querer tudo de uma vez só e não é assim). Comi ela de quatro, puxava o cabelo dela e ela gemia e falava que gostava que puxasse mais forte e que falasse coisas no ouvido dela.
Tia - Ayyy, meu amor, ahhh, assim mais forte, puxa mais forte e fala coisas no meu ouvido, eu gosto, duro, duro assim, assim.
Eu - Você gosta, sua puta? É minha tia puta? Gosta que eu puxe seu cabelo assim, sua puta de merda, e que faça sua buceta estalar?
Tia - Sim, meu amor, eu sou sua puta, adoro que você puxe meu cabelo, me fode como sua puta, me trata como puta, sim, assim eu fico toda molhada.
E dava pra sentir que cada vez ela gemia mais alto, AHHH, naquele momento eu tava com medo de alguém ouvir ou do meu primo acordar, porque ela tava gemendo muito forte, e as pernas dela tremiam, e ela dizia que tava se molhando toda e que ia gozar, e tremia inteira. Eu não parava, metendo forte e mais forte, senti que não aguentava mais e falei: "Vou gozar". Ela se virou e disse: "Goza tudo, vai". Não aguentei mais, puxei a cabeça dela pra perto e gozei tudo na cara dela. Soltei tipo um litro de porra, sei lá, mas não me controlei mais, e ela:
Tia - Ayyy, haha, até na minha orelha foi tudo, e ela se limpava com os dedos, ah não, meu cabelo.
E eu tava rindo e respirando fundo de tão cansado que tava, e quando terminei, me deitei e fiquei paradão. Ela levantou, me passou um guardanapo de pano dela pra me limpar, depois se limpou também, vestiu a regata e se cobriu com as toalhas. Abriu a porta bem devagar, foi pro banheiro, demorou um pouco e voltou. Trancou a porta de novo e falou:
Tia — Pronto, me limpei um pouco e fui ver o Fede, mas ele tá dormindo sossegado (chega perto e me dá um beijo).
Eu beijo ela de volta e ela pergunta se quero ir no banheiro. Falo que sim e vou.
Tia — Shhh, só não faz muito barulho senão o Fede acorda.
— Fica tranquila — falo eu, e vou com minha roupa. Tomo um banho, saio, vou até a porta e entro devagar. Ela tava sentada esperando, e a gente começou a conversar.
Tia — Foi gostoso, cê curtiu muito ou não curtiu?
Eu — Curti pra caralho, você mandou muito bem, muito gostosa, viu a quantidade que eu gozei? haha
Tia — Que delícia, dá pra ver que cê tava com vontade de me comer haja, saiu até no meu cabelo haha
Eu — E você, curtiu ou não? Fui bem?
Tia — Foi uma delícia, você foi muito bem, senti um tesão danado, imagina que assim que fui no banheiro me molhar, meu coração tava a mil, até baixou minha pressão mais ou menos hahaha amei (chega perto pra me dar um beijo).
Eu — Que boca boa pra chupar pica, juro que eu ia gozar tudo ali na hora. E você gostou de como eu chupei você?
Tia — Sério? Não é pra tanto, fiz o que deu, trabalho honesto (ela falou haha). E não sei se cê percebeu, mas eu me contorcia toda ali, senti que ia ter um troço, mas pensei: vou morrer feliz hahaha.
E aí a gente ficou conversando um tempão juntos na cama, e do nada toca meu celular. Olho e é minha mãe. Falo pra minha tia que era ela. Deixo a chamada passar e mando mensagem no WhatsApp falando que já tava saindo pra lá. Minha mãe responde: "que bom, atende, como você vai vir? Seu pai e os outros saíram pra casa de uns amigos encher a cara e não tem ninguém aqui." Falei que meus amigos iam me deixar lá. Já ia saindo, e perguntei: "Foram todos embora, pai, tio, o marido da tia Anto também?" E ela disse que sim, que já tinham ido embora fazia um tempo. Aí falei que já tô indo pra lá, ela desligou e eu falei pra minha tia:
Tia — O Charly já vem pra cá?
Eu — Não, não. Parece que saíram todos pra outro lugar, minha mãe falou que não estavam mais na casa da vó.
Tia — Ah, ainda bem, me assustou, pensei que já tava por aqui.
Aí me arrumei tudo e fui saindo pra ir rápido, e enquanto saíamos devagar, olhando pra todos os lados pra ver se ninguém tava observando à noite, e nos despedimos. Dei um beijo nela, e ela em mim. "A gente se vê depois", falei, "fica tranquila e descansa, foi tudo muito lindo, me avisa qualquer coisa, te amo muito."
Tia — Sim, obrigada por tudo, você também. Adorei tudo, foi muito gostoso, tô feliz. Vou deitar. Presta atenção na rua e me avisa quando chegar. Te amo muito. (E fui andando rápido de volta pra casa.)
Chego e minha mãe me recebe, me perguntando se tava tudo bem. Falei que sim, que como estavam todos na casa da Mabel (assim se chamava a mãe do meu amigo Enzo) e digo que tá tudo certo, a gente tava zoando um pouco entre todos e agora já foram dormir. Assim me despeço dela, depois vou me deitar também e fico pensando um tempão em tudo. Mandei mensagem pra minha tia que já cheguei e ela disse "descansa bem, a gente se fala depois" (nada disso pra ninguém). Eu ria sozinho, ficava emocionado e não acreditava em nada. "Se alguém descobrir", pensava, me preocupando se alguém não me viu saindo da casa da minha tia. Mas fiz o que mandaram: já comi ela e realizei o que tanto queria, o que jamais imaginei que aconteceria. Sorria que nem um maluco e falava sozinho de tanta emoção. Tudo terminou bem, nada de ruim aconteceu e agora é seguir como se nada fosse. A melhor noite em que posso dizer que comi minha tia, e das mais gostosas.
E foi assim que consegui comer minha tia, galera. Espero que tenham gostado e que deixem nos comentários o que acharam. Se quiserem, conto o que rolou depois com ela, porque não parou por aí. E também pra contar mais histórias, deixem seus pontos e apoio.
Depois que passaram as horas, tava chegando o horário que minha mãe disse que iam chegar, e eu tava pensando o que minha tia devia estar fazendo, se tava bem e se meu primo tinha melhorado da gripe. Tava noiado achando que ela tinha contado pra alguém o que rolou, porque além disso ela não avisou nada, nem uma mensagem. Querendo saber, perguntei pra minha avó se minha tia não tinha ligado ou algo pra saber se tava tudo bem e se o xarope fez efeito no meu primo. Minha avó: "Não, não me ligou. Daqui a pouco vou ligar pra ela e perguntar como amanheceram."
Continuei lavando minha roupa e, depois que terminamos de lavar com minha avó, começamos a tomar um tereré e conversar. Falei que minha mãe tinha me escrito pra avisar que iam vir pra casa à tarde. Nisso, ela disse que ia ligar pra minha tia pra ver se atendia, e ela atendeu. Avó: "Oi, como vocês estão? Como amanheceram? Tudo bem aí? O que houve, você não avisou mais se o Fede já melhorou da gripe, porque ontem à noite ele tava mal." Tia: "Oi, tudo bem, e vocês? Aqui a gente tá terminando de lavar roupa também, só no calor. Graças a Deus o Fede já melhorou, a febre baixou bastante, parece que... Só os xaropes que comprei ontem que eram bons, Agus (se referindo a mim, já que eu tava escutando pelo viva-voz do celular da minha vó, bem ligado, saca?). Vó — Ah, que bom então que tá tudo certo, nós também tamo bem aqui, tomando chimarrão com o Agustin e acabamo de lavar a roupa. Tava preocupados com vocês, vendo como cês tão. E aí ficaram conversando um tempão sobre as coisas, minha vó contou que minha mãe ia vir pra casa de tarde, e eu escutei minha tia falando que, bom, então ela ia vir de tarde pra tomar mate todo mundo junto. Eu fiquei escutando pra ver se ela não falava alguma coisa sobre mim, mas não falou nada. Fiquei mais tranquilo por enquanto, mas preocupado porque ela disse que ia vir bem na hora que minha mãe chegasse pra tomar mate. Eu pensava comigo: "é certeza que esse é o momento perfeito pra ela contar o que aconteceu ontem na frente da minha mãe, do meu pai e da minha vó". E eu torcia pra que não, que tudo ficasse de boa. Chegou a hora que minha mãe disse que iam chegar, mas não chegavam. Mandei mensagem e ela respondeu que tavam atrasados por causa do trânsito e que chegavam daqui a pouco. Depois ela avisou que já tinham chegado, e fui com meu irmão ajudar a trazer as malas. Chegamo em casa, tudo certo, todo mundo se cumprimentou com minha vó.
Meu pai ficou pra tomar umas cervejas com meu tio, que eu falei que mora ali pertinho, e daí depois de um tempo a gente ouve os cachorros latindo e escuta meu primo entrando pela porta pra cumprimentar minha avó e minha mãe, e aí eu soube que era minha tia e o marido dela também (quase me caguei de nervoso, juro, eu pensei: "é, até aqui cheguei, agora vai dar merda"), mas aí entra minha tia e o marido dela e cumprimentam todo mundo normal, como sempre, e daí o marido dela sai pra onde tão meu pai e meu tio, senta com eles, e a gente fica tudo lá dentro tomando mate, conversando com minha tia numa boa. Ela fala com minha mãe e pergunta como foi a viagem e essas coisas, tudo certo, e aí depois minha tia fala comigo. Tia: — E você, como tá? Tava lavando roupa, a vovó me disse hoje. Eu: — Tava, sim, tava na correria com a vó, mesmo com esse calorão a gente meteu a mão na massa, lavou a roupa e tomou uns tererés (eu tava rindo junto com elas, fazendo piada, disfarçando, e do nada minha tia conta pra minha mãe que ontem à noite eu saí pra comprar uns xaropes pro meu primo). E eu pensei: "Não, agora ela vai soltar tudo." Mãe: — Ah, é mesmo? E como é que o Fede tá agora, meu bem? Tia: — Graças a Deus já tá bem, ontem à noite tomou os xaropes e fez bem, graças a Deus, coitadinho. Ontem à noite apertei o Agus pra fazer o favor e ele foi sem reclamar. Mãe: — Ah, que bom então, pelo menos compraram e conseguiram dar pra ele tomar. Eu respirei aliviado porque minha tia não falou mais nada além disso. Aí, pra continuar, eu falei pra minha mãe e minha vó: — É, sim, minha tia tava triste porque via o Fede mal, e eu falei pra ela que ia dar tudo certo, e graças a Deus ele melhorou e ela conseguiu ficar tranquila e dormir melhor (eu fiquei parecendo o herói da noite pra elas, pela ajuda que dei, só que eu sabia que minha tia sabia que rolou algo a mais, só que percebi que ela também disfarçava bem, sei lá se na cabeça dela ela pensava: "cala a boca, não fala mais nada", igual eu tava fazendo, mas o que me surpreendeu é que ela não falou nada). Não disse mais nada, e assim ficamos todos conversando e vendo TV, comentando sobre as notícias e a política que passavam na televisão. Prepararam algo para o jantar e comemos todos. Depois, deu umas 21 e pouco da noite e minha tia disse que já precisavam ir. Ela se despediu de todo mundo e falou que amanhã voltava pra fazer um bolo com minha mãe. Meu tio levou ela e meu primo pra casa e voltou pra ficar com meu tio, meu pai e uns amigos que já tinham se juntado. Ficaram ouvindo música e tal.
Depois, pra minha surpresa, um tempinho depois — e isso eu lembro bem — minha tia me manda uma mensagem perguntando. Tia: Oi de novo, como cê tá? Chegamos bem em casa. O Charly ficou por aí na casa?
Eu: Oi, tudo bem, que bom, tia. Sim, ele tá aqui com meu pai e o tio.
Tia: Ahh, e você, como é que tá? Como cê tá se sentindo? (ela manda de novo na mensagem)
Eu: Bem, bem, tia. Fiquei melhor sabendo que cê tá bem e que o primo melhorou. (Eu, meio sem querer tocar no assunto da outra noite pra não deixar estranho e ela falar algo ruim, cês me entendem, e ela diz:)
Tia: Sim, ainda bem. Tô mais tranquila com isso. E te pergunto: será que você não quer vir aqui em casa um pouquinho? Queria falar com você sobre uma coisa.
Eu: Sim, sem problema. Mais ou menos sobre o quê?
Tia: É só pra conversar um pouquinho mesmo. Me avisa se você vai vir, então. Mas se sua mãe perguntar onde cê vai, fala que é na casa do Enzo ou de alguém pra jogar uns joguinhos só um pouco e depois volta. (Ela falou, porque sabia que eu me juntava com eles pra jogar videogame ou bola quando ia visitar minha avó — a gente se criou junto desde pequeno.)
Eu: Ah, beleza. Vou falar com minha mãe e te aviso quando tiver indo pra lá. Mas tá tudo bem?
Tia: Bom, sim, tudo bem. Me avisa qualquer coisa.
Eu meio que entendi que ela não queria que minha mãe soubesse pra onde eu tava indo quando me mandou falar aquilo pra ela, e quando me chamou pra conversar, eu já sabia que muito provavelmente era sobre a outra noite. Fiquei pensando: "talvez ela queira falar comigo pra dizer que agora que minha mãe chegou, pra eu não falar nada ou sei lá", fiquei nessa. Perguntei pra minha mãe e falei assim, e por um momento ela ficou meio na dúvida porque já era tarde, tipo umas 22h, e ela me disse se já não era tarde demais pra sair. Falei que era só um tempinho e que voltava, que me chamaram pra jogar e queriam que eu fosse, essas coisas, até que ela deixou. Mas aí minha mãe fez questão de falar pro meu pai me levar até a casa do meu amigo Enzo (e eu pensei: "vai estragar tudo se ele me levar e perguntar pra família e não ter nada a ver, entendeu?"). Falei que não na hora, mas ela insistiu e meu pai me levou. Só que quando a gente tava quase chegando na casa do meu amigo, falei pra ele me deixar na rua mesmo e que eu ia mandar mensagem pro Enzo pra ele sair, assim não fazia barulho por causa dos cachorros (com a intenção de que meu pai me deixasse ali, fosse embora, e eu fosse pra casa da minha tia, já que como falei, é uma cidade pequena e a casa dela não ficava muito longe dali). E foi isso que aconteceu. Meu pai me deixou e falou pra avisar se quisesse que ele fosse me buscar. Enfim, me deixou lá, e a primeira coisa que fiz foi escrever pra minha tia falando que tava indo pra casa dela. Tia: Ah, bom, me avisa quando chegar. Cê vem de quê?
Eu: Sim, sim, tô indo a pé. Meu pai me deixou perto da casa do Enzo.
Tia: Ah, bom. Fica de olho e me avisa.
Fui caminhando e cheguei na casa dela. Ela me atendeu, me fez entrar, cumprimentei e ela perguntou se o Charly tinha ficado na casa da avó. Falei que sim, que tava todo mundo junto, os amigos, meu tio e meu pai.
Tia: Ahh, e ele não te perguntou nada? Não falou nada?
Eu: Não, não falou nada. Nem perguntou pra onde eu tava indo. Só minha mãe, mas eu falei que ia ficar na casa do Enzo. Enzo Tia- ah, beleza. Pode sentar no comedor, o Fede tá vendo TV. Já volto, vou dar o remédio pra ele.
Eu- ah, beleza, vai lá.
Depois ela volta e senta, e a gente começa a conversar.
Tia- Vou botar água pra fazer chimarrão. Ainda bem que você chegou bem, tem cada maluco na rua a essa hora.
Eu- sim, mas vim de boa, andando.
Depois de um tempo, ela prepara o chimarrão, senta e a gente começa a falar das coisas. Ela me disse que meu primo dormiu, que tava com sono, por isso veio pra ele deitar e descansar, e pra dar o xarope dele. E falando isso e aquilo, ela me pergunta:
Tia- e como você tá? Como você chegou em casa ontem à noite depois do que aconteceu? Eu fiquei aqui deitada, pensando preocupada se você ficou mal ou se alguma coisa te incomodou do jeito que as coisas rolaram, e queria que a gente conversasse sobre isso, ou se você quer me falar alguma coisa.
Eu- e eu cheguei bem em casa. A verdade é que também tava preocupado com o que aconteceu, eu mais por medo de você não ter gostado de tudo aquilo. Eu sei que passei do ponto na hora, e não queria que você se sentisse mal, ou que pensasse que sou um sem-vergonha ou aproveitador. Eu te respeito muito, tia.
Tia- Então a gente tá na mesma. Eu me sentia mal naquele momento, e meio que precisava de alguém pra me ouvir e me ajudar na hora. E você foi muito gente boa, trouxe os xaropes pro Fede e ficou pra me apoiar, e eu meio que desabafei. Mas naquela hora, não sei o que aconteceu que a gente chegou naquilo. Foi um impulso. Não sei o que passou por você naquele momento, mas comigo foi assim, tipo, eu senti aquilo.
Eu- também rolou o mesmo comigo. Eu te via triste, e você queria que alguém ficasse com você te apoiando naquele momento, porque sei que não é fácil. Te vi assim, tava te abraçando, e de repente já cheguei naquilo. Mas te incomodou? Você quer me falar alguma coisa? Me diz, tia, e peço desculpas, porque sei que foi um momento difícil.
Tia- Não, não me incomodou. Não sei você, mas eu senti que a gente não tava fazendo algo certo, por isso falei na hora. E depois me senti uma ingrata pelo que você fez por mim, de ter vindo e tudo mais. Isso e ao mesmo tempo eu dizia "não", mas não era algo bom, e fiquei pensando nisso. Mas não tô chateada, só queria que a gente conversasse, e vejo que com nós dois meio que aconteceu a mesma coisa.
Eu — Não, também não me chateou, penso igual ao que você tá me dizendo, porque não é algo que você fala "bom, já foi, já passou", entende? Era outra coisa, e eu não queria que você ficasse brava comigo e a gente terminasse mal. Até tive medo de você contar pra vovó ou pra minha mãe sobre o que aconteceu, e sei que você teria todo direito de contar, pelo atrevido que sou com você. Mas não me chateou, pelo contrário, eu meio que me sentia bem e mal ao mesmo tempo por querer saber o que rolou com você.
Tia — Eu na hora me assustei e falei que foi super errado o que aconteceu, senti uma culpa enorme, pensava: "agora o que você vai pensar de mim? O que vai imaginar que eu sou?" Mas tirando isso de lado, eu tava bem, não sinto nada de ruim por você, não tô brava, e fico feliz que você também não pensa nada de mal de mim e que não me odeia ou algo assim. Ou tô enganada?
Eu — Não, tia, eu não penso nada de mal de você e jamais te odiaria, não fala isso. Com você é sempre a melhor vibe e tá tudo certo, sabe que te amo pra caralho. Só queria saber esse tempo todo que passou: como você ficou depois daquilo?
Tia — Bem, bem, tava bem. Preocupada e pensando, igual você disse, mas agora tô tranquila. E você, o que sentiu naquele momento?
Eu — Naquele momento? Me senti muito bem, adorei estar te acompanhando, e quando a gente se beijou e tal, curti pra caralho. Senti uma parada muito foda, vou te falar a verdade, foi a melhor parte daquela noite pra mim. Só fiquei assustado por pensar que você tava mal.
Tia — Sério? Eu juro que me desliguei quando aquilo aconteceu, fui pra outro lugar, mas senti gostoso também. E acho que a situação de a gente se ver os dois mal naquele momento nos levou a isso.
Eu — Pois é, mesma coisa aqui (e falo na lata, já que a gente já tava nessa situação). Mas você beija muito bem, tia, e eu rio. Não sei como seu marido consegue te tratar assim sabendo disso.
Tia — (ri) Nada a ver, você tá me enganando. E a verdade é que não sei se ele percebe isso. aquele outro (por causa do marido dela) já que, como você viu agora, nos trouxe pra casa e foi beber com os vagabundos de novo, é sempre assim. Eu - Pois é, tia, percebi, por isso que me surpreendi você ter me escrito agora, em vez de ficar em casa com vocês e com você, eu se fosse ele e soubesse que você beija desse jeito, não te largava nem por um minuto, a toda hora ia ficar te beijando (falo meio rindo, mas sério). Tia - Para de falar assim, ish (ela me diz e sorri, notei que ela ficou vermelha), vão te ouvir, qualquer vizinho fofoqueiro. Eu - Mas e daí, ninguém tá ouvindo, além do mais, com essa facha que você veste, eu não te largava mais, pode esquecer (eu tava aproveitando a situação, como se não ligasse pra nada). Tia - Qualquer um vai te ouvir se você falar alto, ish, imagina se o Fede acorda agora, já é tarde e todo mundo tá em silêncio. Eu - Vou falar baixinho (e a gente falava naquela voz baixinha, tipo quando não quer que os outros ouçam, mesmo não tendo ninguém por perto, mas só por precaução) e dizia que ela tava muito gostosa e que eu tinha gostado do beijo daquele dia, gostei da sua camiseta, tia, é bonita, e do seu short também (ela tava com um short tipo pijama que as mulheres usam, e ficava tão bem que você ficava hipnotizado de olhar, juro).
Tia — Ah, valeu, coloquei quando fui dormir. Ficou bonito em mim? Viu a cor? Além disso, é super confortável pra dormir tranquila. Eu — Ficou muito lindo sim, tia, claro que ficou (e eu ri pra não ser tão óbvio e ver o que ela ia dizer, se já estávamos naquela situação, se ela me mandasse embora eu ia e pronto).
Tia — Shh, cala a boca, vai acordar o Fede (e eu percebi que ela tava gostando, porque não ficou brava nem nada).
E naquele momento, a situação tava quente pra caralho, o clima tava tenso, juro pra vocês, parece mentira, mas foi assim que rolou. Eu peguei e me aproximei um pouquinho com a cadeira e falei: "Posso te dar um beijo, tia?" Ela riu e virou a cabeça pro lado, aí eu falei que era só no rosto. Ela virou a cara, eu dei o beijo e fiz aquela clássica: puxei o rosto dela com a mão e roubei um beijo na boca. Dei um.
Tia — Você, hein (e deu um sorriso).
Eu — Fala sério, tá gostoso, eu sei que você gosta. Ninguém vai ver a gente, tia (eu já não tava pensando em mais nada, nem se iam nos ver ou ouvir, só me deixei levar de verdade). E continuei dando beijos, ela desviava de vez em quando, mas aí levantou o olhar e começou a me beijar também. Nessa hora, comecei a chupar a boca dela e ela correspondia (até a língua já tava rolando, o que mais eu podia pedir?). Passei a mão nos braços dela e puxei ela pra perto de mim, toquei a cintura dela. Ela cruzou os braços no meu pescoço. Eu descia devagar até o shortinho que ela tava usando e só queria apertar a bunda dela. Depois subia e queria sentir os peitos dela. Por mais difícil que seja de acreditar, ela não falou nada. Naquele momento, a gente só se deixou levar. Levantei a camiseta que ela tava usando e vi os peitos dela com o sutiã que ela vestia — algo que nunca vou esquecer, espetacular. Fui direto beijar ali, e ela disse:
Tia — Para, para, shh, pra ele não ouvir nada. Fede, parece que ouvi um barulho na porta (tava tão cagada de medo, e com razão, porque ele podia levantar e nos ver, e eu continuei). Ei, ei, não, olha se o Charly vem e você entra e ele nos vê, vai dar merda, não. Eu — Fica tranquila, ele não vai vir. Ele deve estar com meu pai tomando uma, tavam todos entre amigos, relaxa, tia. Tranca a porta só por garantia (falei, e ela disse "para" e foi trancar. Olhou pelo buraquinho onde vai a chave pra ver se não via ninguém e voltou). Fica tranquila, não vai vir ninguém. E beijei ela e continuei passando a mão na bunda dela.
Tia — Para um pouquinho, vou dar uma olhada no Fede pra ver se ele tá dormindo (ela vai, abre a porta, vê se meu primo tava dormindo e volta) já foi, tá dormindo, beleza, cobri ele um pouquinho por causa do ar. E eu falo: "Viu, tá tudo certo", e continuo beijando ela, e ela me pega e fala pra gente ir pro quarto dela, que na sala não dá, e a gente vai, entra e ela tranca essa porta também, liga o ar e a gente continuava se beijando e se tocando, sentamos na cama e ela meio que entra num momento de reflexão de novo e me diz:Tia — Será que isso tá certo? Acho que não, sinto que a gente tá fazendo errado, isso não é normal, você, eu aqui assim, imagina se a família descobre isso, o que vão pensar (ela me fala).
Eu — Não tem problema, Anto, não é nada de errado, ninguém vai saber de nada, tudo fica entre a gente, sim? A gente jura? E mostro meu dedo mindinho (não sei se vocês sabem disso, mas era assim que a gente fazia quando ia fazer um juramento com alguém) e ela pega ele (eu na minha mente não queria que ela dissesse que não e ficasse tudo por ali depois do que já tava rolando). Já foi, isso fica entre a gente e ninguém vai saber de nada, você quer isso? Eu falava, porque eu quero e adoro estar com você, além disso, você merece ser cuidada, beijada, ficar assim e não ser tratada mal que nem seu marido te trata, e passei a mão na coxa dela e dou um beijo na boca dela de novo.
Tia — Tá bom, mas por favor não conta pra ninguém, isso fica aqui, ok? Nem uma palavra pra ninguém, ninguém da família (e a gente se beija, ela vai se deitando e eu tiro os tênis que tava usando).
Eu — Que lindo, tia, adoro, amo seus beijos, e vou beijando o pescoço dela, subo em cima dela e a gente fica mais um tempinho assim, depois ela mesma solta o sutiã, tira e me mostra os peitos dela, eu fiquei besta na hora, pra mim eram lindos, e rápido, óbvio, não falo nada e vou chupar (amigo, a coisa mais gostosa que provei na vida, olha que já fiquei com minas e chupei os peitos delas também, mas esses não se comparavam com os que eu tinha). (naquele momento) chupei com muita vontade e ouvia ela começar a gemer e falar
Tia- Mmmmm, sim, assim, assim que eu gosto, toda sua, faz assim não para, você gosta? (como se ela tivesse se transformado de repente) Eu- Sim, adoro seus peitos, são muito gostosos, você gosta que eu chupe eles? E ela dizia que sim, que continuasse, e o que eu mais gostava, além de chupar, era como ela ficava e começava a gemer. Eu tava numa vibe, um sonho realizado, continuo chupando e desço até o umbigo dela, e ela meio que me guiava com a mão na minha cabeça, me puxava pelo cabelo e eu beijava o umbigo dela, e quem visse ela, tava uma leoa, sério. E eu, de propósito pra entrar mais nela, pergunto: Faz tempo que não te chupam assim, tia?
Tia — mmm, faz tempo não, tava com muita saudade, tava sentindo muita falta mesmo, ahh, isso é gostoso, muito tasty Eu — Tá tasty?
Tia — Muito tasty, delicioso, adoro, não para por favor
Pelo melhor do mundo que eu tava passando naquele momento, vocês não imaginam, inacreditável, eu falava coisas tipo: "Seu marido não fazia isso pra você? Ele te deixa sozinha em vez de chupar você toda?"
Tia — Mm, faz tempo que a gente não fazia algo assim, eu me sentia sozinha, ahh, tava sentindo muita falta, adoro
Eu — Agora você tá comigo e eu vou fazer você se sentir tasty, e eu chupava mais forte e usava minha língua assim, eu já tava curtindo o corpo dela, era uma arte pra mim, e aí desci e tirei o short dela, e fui pra baixo pra chupar a buceta dela (ela e eu távamos muito excitados) e tirei o short dela e vi a buceta que ela tinha pela primeira vez, olhei e tinha um pouco de pelo mas eu adorava do mesmo jeito (comecei a tocar com minhas mãos e era como um sorvete que derrete e escorre o creme, algo bem parecido, uma delícia, amigo, toquei com os dedos e ela gemia e abria os pés sozinha, eu observava tudo como se fosse um criança na Disneylândia, entendeu? e não aguentei mais e comecei a chupar e enfiava os dedos
Tia- Ahhh que delícia meu amor (do nada ela começa a me chamar de meu amor) eu adoro ahhh mmm, assim assim não para por favor continua assim ahh, (ela se contorcia pro lado) Eu- mmm que gostosa tia eu adoro, você gosta que eu passe a língua? é assim que você gosta? mmm e eu chupava mais forte, e passava a mão nas pernas dela, eu já só tinha que aproveitar, tava tudo servido, já tava no ponto como se diz, e eu continuo chupando e ela dizia ninguém me tira daqui, fica toda molhada eu dizia, me dá tudo Tia- sim toda, fica toda molhada, toda pra você meu amor, assim assim não para eu adoro, ahh que gostoso, água assim água Eu- É assim que você gosta? eu chupo mais gostoso que seu marido? viu como eu uso minha língua e te deixo toda molhada e ele só te faz mal (provocando ela pra ficar mais excitada) e ela respondia que sim, que não tinha comparação, que ele não fazia nada daquilo, que só ele aproveitava e depois dormia e deixava ela com vontade e não pensava em nada, só me usava e não fazia assim (todas essas coisas) eu levanto e tiro minha calça que tava vestindo e ela me ajuda com a camiseta, e já os dois estávamos completamente nus, me deu um tesão e ela também, tipo pra melhorar o clima e eu pergunto você quer chupar? Tia- Deita e fica de barriga pra cima E ela começa a chupar meu pau como nunca, aquela sensação eu nunca senti, ainda mais chupando com vontade, juro que quase gozei ali, mas eu pensava em outra coisa e queria me distrair pra não gozar e tudo acabar ali, mas a chupada que ela dava e como mexia a boca era uma maravilha, eu dizia, mm que gostoso tia, como você chupa o pau, eu adoro e ficava pensando em outra coisa, eu olhava pra ela e ela chupando com tudo como se fosse a comida favorita dela de verdade
Tia— mmm, cê gosta de como eu chupo você? mmm, adoro seu pau, é muito gostoso, duro e grosso (ela falava tudo isso, foi tipo, eu pensei: essa tia eu nem conhecia, mas tô amando?). Aí eu parei, virei ela de barriga pra cima, subi em cima dela e fiquei esfregando meu pau na buceta dela e perguntei: cê gosta, quer que eu meta? Tia— mmm, sim, mete, mete, por favor. E eu meti e senti um carinho no pau que vocês não imaginam, tão macio, bem molhado, e sentia os lábios da buceta dela me apertando, e minhas pernas meio que tremendo tudo, e comecei a foder ela com tudo, dava pra ouvir o rangido da cama e a buceta dela batendo palma com o impacto, e de tão molhada que tava. Eu— ahh, que gostosa sua buceta, tia, adoro como ela me aperta, como você tá molhadinha, mmm, toda minha. Tia— Sim, meu amor, toda sua, só pra você, cê adora como eu fico toda molhada por você, me faz toda sua e me molha inteira. Eu, com essas palavras e tão excitado que tava, não sei como não gozei na hora e segurei, continuei metendo forte porque ela pedia forte, forte, e ela pegava na minha mão e colocava no pescoço dela como se quisesse que eu enforcasse ela, e eu apertava forte pra deixar ela sem ar e soltava, e ela respirava e parecia que ficava mais excitada, e eu chupava os peitos dela.
Tia- ayyy assim assim não para meu amor, adoro isso não para não para, forte forte, duro duro. E eu metendo duro e com força, queria fazer bonito com ela, dar o melhor pra ela e fazer ela gozar, e lutava pra não gozar, de vez em quando tirava e enfiava os dedos na pussy pra descansar um pouco e não terminar, e depois metia de novo. Ela subiu em cima de mim e começou a rebolar como nunca, amigo, como ela mexia aquela Booty não tem explicação se você não viveu, qualquer um deixava seco a cock com esses movimentos que ela fazia, e as sentadas que ela dava. Ela tava excitada pra caralho, e eu feliz porque era isso que eu queria, que fosse a melhor noite pra ela. Depois coloquei ela de quatro e tentei fazer a Booty, anal queria experimentar demais mas ela disse que não, que não tava com coragem, e só falou pra meter na pussy. E eu tipo (não porque você não me deixa, mas entendi que era querer tudo de uma vez só e não é assim). Comi ela de quatro, puxava o cabelo dela e ela gemia e falava que gostava que puxasse mais forte e que falasse coisas no ouvido dela.
Tia - Ayyy, meu amor, ahhh, assim mais forte, puxa mais forte e fala coisas no meu ouvido, eu gosto, duro, duro assim, assim. Eu - Você gosta, sua puta? É minha tia puta? Gosta que eu puxe seu cabelo assim, sua puta de merda, e que faça sua buceta estalar?
Tia - Sim, meu amor, eu sou sua puta, adoro que você puxe meu cabelo, me fode como sua puta, me trata como puta, sim, assim eu fico toda molhada.
E dava pra sentir que cada vez ela gemia mais alto, AHHH, naquele momento eu tava com medo de alguém ouvir ou do meu primo acordar, porque ela tava gemendo muito forte, e as pernas dela tremiam, e ela dizia que tava se molhando toda e que ia gozar, e tremia inteira. Eu não parava, metendo forte e mais forte, senti que não aguentava mais e falei: "Vou gozar". Ela se virou e disse: "Goza tudo, vai". Não aguentei mais, puxei a cabeça dela pra perto e gozei tudo na cara dela. Soltei tipo um litro de porra, sei lá, mas não me controlei mais, e ela:
Tia - Ayyy, haha, até na minha orelha foi tudo, e ela se limpava com os dedos, ah não, meu cabelo.
E eu tava rindo e respirando fundo de tão cansado que tava, e quando terminei, me deitei e fiquei paradão. Ela levantou, me passou um guardanapo de pano dela pra me limpar, depois se limpou também, vestiu a regata e se cobriu com as toalhas. Abriu a porta bem devagar, foi pro banheiro, demorou um pouco e voltou. Trancou a porta de novo e falou:Tia — Pronto, me limpei um pouco e fui ver o Fede, mas ele tá dormindo sossegado (chega perto e me dá um beijo).
Eu beijo ela de volta e ela pergunta se quero ir no banheiro. Falo que sim e vou.
Tia — Shhh, só não faz muito barulho senão o Fede acorda.
— Fica tranquila — falo eu, e vou com minha roupa. Tomo um banho, saio, vou até a porta e entro devagar. Ela tava sentada esperando, e a gente começou a conversar.
Tia — Foi gostoso, cê curtiu muito ou não curtiu?
Eu — Curti pra caralho, você mandou muito bem, muito gostosa, viu a quantidade que eu gozei? haha
Tia — Que delícia, dá pra ver que cê tava com vontade de me comer haja, saiu até no meu cabelo haha
Eu — E você, curtiu ou não? Fui bem?
Tia — Foi uma delícia, você foi muito bem, senti um tesão danado, imagina que assim que fui no banheiro me molhar, meu coração tava a mil, até baixou minha pressão mais ou menos hahaha amei (chega perto pra me dar um beijo).
Eu — Que boca boa pra chupar pica, juro que eu ia gozar tudo ali na hora. E você gostou de como eu chupei você?
Tia — Sério? Não é pra tanto, fiz o que deu, trabalho honesto (ela falou haha). E não sei se cê percebeu, mas eu me contorcia toda ali, senti que ia ter um troço, mas pensei: vou morrer feliz hahaha.
E aí a gente ficou conversando um tempão juntos na cama, e do nada toca meu celular. Olho e é minha mãe. Falo pra minha tia que era ela. Deixo a chamada passar e mando mensagem no WhatsApp falando que já tava saindo pra lá. Minha mãe responde: "que bom, atende, como você vai vir? Seu pai e os outros saíram pra casa de uns amigos encher a cara e não tem ninguém aqui." Falei que meus amigos iam me deixar lá. Já ia saindo, e perguntei: "Foram todos embora, pai, tio, o marido da tia Anto também?" E ela disse que sim, que já tinham ido embora fazia um tempo. Aí falei que já tô indo pra lá, ela desligou e eu falei pra minha tia:
Tia — O Charly já vem pra cá?
Eu — Não, não. Parece que saíram todos pra outro lugar, minha mãe falou que não estavam mais na casa da vó.
Tia — Ah, ainda bem, me assustou, pensei que já tava por aqui.
Aí me arrumei tudo e fui saindo pra ir rápido, e enquanto saíamos devagar, olhando pra todos os lados pra ver se ninguém tava observando à noite, e nos despedimos. Dei um beijo nela, e ela em mim. "A gente se vê depois", falei, "fica tranquila e descansa, foi tudo muito lindo, me avisa qualquer coisa, te amo muito."
Tia — Sim, obrigada por tudo, você também. Adorei tudo, foi muito gostoso, tô feliz. Vou deitar. Presta atenção na rua e me avisa quando chegar. Te amo muito. (E fui andando rápido de volta pra casa.)
Chego e minha mãe me recebe, me perguntando se tava tudo bem. Falei que sim, que como estavam todos na casa da Mabel (assim se chamava a mãe do meu amigo Enzo) e digo que tá tudo certo, a gente tava zoando um pouco entre todos e agora já foram dormir. Assim me despeço dela, depois vou me deitar também e fico pensando um tempão em tudo. Mandei mensagem pra minha tia que já cheguei e ela disse "descansa bem, a gente se fala depois" (nada disso pra ninguém). Eu ria sozinho, ficava emocionado e não acreditava em nada. "Se alguém descobrir", pensava, me preocupando se alguém não me viu saindo da casa da minha tia. Mas fiz o que mandaram: já comi ela e realizei o que tanto queria, o que jamais imaginei que aconteceria. Sorria que nem um maluco e falava sozinho de tanta emoção. Tudo terminou bem, nada de ruim aconteceu e agora é seguir como se nada fosse. A melhor noite em que posso dizer que comi minha tia, e das mais gostosas.
E foi assim que consegui comer minha tia, galera. Espero que tenham gostado e que deixem nos comentários o que acharam. Se quiserem, conto o que rolou depois com ela, porque não parou por aí. E também pra contar mais histórias, deixem seus pontos e apoio.
6 comentários - Aquela vez que comi minha tia Parte 4