Depois daquela primeira trepada com o Amir, ela começou a sair com ele uma vez por semana, ele levava ela pro hotel e passavam a tarde toda transando, e eu metia de novo nela quando ela voltava. Às vezes ela me contava como o indiano tinha comido ela e me fazia gozar litros, mas depois dizia que não era verdade, que era só uma fantasia. Tudo desabou quando, lá no hotel, enquanto o Amir tomava banho, minha esposa pegou o celular dele e encontrou os vídeos que eu tinha compartilhado com ele; deu uma puta confusão e ela forçou ele a contar como tinha conseguido aqueles vídeos dela sendo macetada pelos amigos dele; o indiano acabou confessando nosso acordo porque não tinha mais saída, e a Maggie estava tão histérica que quase foram expulsos do hotel. Naquele dia eu já tava dormindo, quando acordei com o movimento na cama, a luz do quarto tava apagada, mas a da sala acesa. A Maggie sentou aos pés da cama e me olhava com vergonha, com aqueles olhos lindos cheios de lágrimas. Depois ela disse que achou que aquele fosse nosso último dia como casados e que o divórcio era o mais certo. "O que foi, meu amor?" perguntei meio alterado, imaginando o pior, um roubo, um problema grande, etc. Mas ela não respondia nada, só soluçava, às vezes queria falar mas não sabia o que dizer. Perguntei várias vezes sem resposta e, uns quinze minutos depois, recebo uma mensagem de texto do Amir, pedindo desculpas e explicando o que tinha acontecido, no final perguntava se podia me ligar pra conversar; isso tirou todas as minhas dúvidas, agora eu já sabia o motivo, então fui e abracei minha esposa com força, beijando o cabelo dela com aquele cheiro delicioso de suor de sexo. Como pude, expliquei, com todo o amor que eu tinha, que eu sabia de tudo que ela fazia, e que meu amor por ela continuava tão apaixonado (talvez até mais) do que nunca. Ela parou de chorar, embora eu tivesse dito mil vezes que se ela transasse com outros eu não ia ficar bravo, ela nunca acreditou, e não entendia como eu poderia perdoar ela por ficar dando a buceta pra outros caras e de um jeito tão vulgar. Demorou um tempão até eu conseguir convencer ela de que eu amava ela e que não ia largar ela mesmo que ela ficasse ainda mais puta (se é que isso é possível). Ela me fez mil perguntas tentando entender e eu respondi todas. No final, já mais calma, ela me perguntou sobre os peões; eu fui sincero com ela, contei como conheci o Rodo, quando levei ela pra montar pra ele comer ela, quando levei ela no churrasco e espiei elas do armário; depois quando o Xavier comeu ela no trabalho; e como também arrumei pra ela transar com o Amir. "Então você tem esses vídeos?" ela perguntou incrédula. Falei que sim, e que adorava ver ela sendo possuída por eles e me masturbava igual um louco. Ela confessou que às vezes mexia no meu notebook, por ciúme de mulher, pra ter certeza que eu não tinha nenhuma amante, mas nunca achou eles; então eu peguei o computador ali mesmo na cama e abri uma pasta escondida e mostrei pra ela, os vídeos tinham data e nome "Rodo fode a Maggie", "Os três enfiam o pau na minha esposa", "O chinês fode ela na jacuzzi", "Gonzo fode a Maggie sozinho", etc. Ela ainda tava muito envergonhada, então pensei que o único jeito de superar isso era vendo os vídeos juntos; por isso quando ela mesma me perguntou "…e qual é o seu favorito?", eu cliquei duas vezes no dos três juntos metendo em todos os buraquinhos dela, e sentei do lado dela pra ver. Ela se deitou de bruços e enquanto a gente via como eles curtiam o corpo dela, minha mão acariciava a bunda dela por baixo da saia. Assim terminou aquele dia, a gente transou selvagem vendo os vídeos, ouvindo os gemidos gravados dela.
Desde aquele dia, nosso casamento mudou, a gente transava quase todo dia, às vezes vendo os vídeos, às vezes só falando deles, ela parou de sair tanto com o indiano e com os peões, agora ficava pra transar comigo, e ficou mais safada do que antes; ela adorava que saímos juntos e ela flertava com outros caras, agora se vestia mais provocante e me fazia perguntas picantes na rua: "cê acha que aquele cara ali gostaria de me comer?", e eu dava corda, "com certeza, amor, você tá uma gostosa" eu respondia, "pergunta pra ele!" então ela se aproximava do sujeito em questão e puxava conversas inocentes, mas bem safada, e assim vários deram o número de celular pra ela. Me excitava só de ver ela conversando sorrindo, com aqueles olhos lindos fixos nos olhos do babaca, sem saber do que falavam; curiosamente nunca contatou nenhum deles.
Com Amir as coisas seguiram normalmente, até que um dia ele me chamou pra conversar no posto de gasolina dele. Me disse que tinha um amigo, Roshan (um dos que estavam com Amir no dia que viram Maggie naquele bar), e insistia em apresentá-lo a Maggie porque ele se apaixonou por ela naquele dia. Segundo Amir, Roshan é um homem de meia-idade, de óculos, meio gordinho e tímido, era casado mas os filhos já estavam longe na faculdade; a esposa era uma mulher de temperamento horrível, os pais os comprometeram desde pequenos e agora a mulher tratava ele mal, menosprezando ele por tudo. Eu disse pro Amir perguntar a Maggie, tudo dependia dela querer ou não; só pedi um favor pra não contar pro amigo dele que eu sabia das aventuras da minha mulher. Amir perguntou a Maggie depois, e disse também que Roshan era dono de uns postos de gasolina, tinha grana, e tava disposto a dar oitocentos dólares pra minha esposa só por sair pra jantar com ele. Agora, Maggie pedia conselho pra mim, o marido dela; ficamos conversando umas meia hora, mas resumindo eu falei: "olha, você é uma mulher gostosa, de corpo delicioso e é livre pra sair com quem quiser; aproveita a vida, sua liberdade e sua sexualidade, e se fazendo isso você ganha uma boa grana, melhor ainda!". "O único problema é que Amir me disse que Roshan não é tão jovem nem... Atraente", eu disse, "talvez você não goste", mas ela me explicou que as mulheres não se sentem tão atraídas pelo físico ou pela beleza do homem, mas sim pela química que rola entre eles. Ela me disse que Amir ia levá-la pra jantar pra apresentar ela ao Roshan, e daí, a gente vê no que dá. No dia do jantar, minha esposa se vestiu linda, arrumou o cabelo e passou uma maquiagem leve, usava meia-calça escura, uma minissaia justinha estilo executiva, mas em cima, uma blusa de tecido fino vermelha, que era mais um pano vagabundo em forma de top que marcava bem os biquinhos dos peitos dela. Eu me deliciei apalpando os peitos dela por cima do tecido enquanto ela se arrumava, e os biquinhos dela ficaram mais duros; também um blazer executivo do mesmo tecido da saia pra cobrir a blusinha. No caminho, Amir foi meio frio, não apalpou ela, nem mandou ela chupar a pica dele como de costume, sabia o papel dele de amigo que leva minha esposa pra transar com o amigo dele; e pedia pra ela ser gentil com o Roshan, contando como ele era infeliz com a esposa dele, que no sexo só fazia papai-e-mamãe e com a luz apagada, ou seja, sexo oral ou anal eram impossíveis, então o cara era um mundo de fantasias que só via em filmes pornô. Eles combinaram de se encontrar no bar do cassino, onde Roshan já esperava com bebidas. Maggie sabia que com álcool no sangue, ela ia ceder (ou dar a bunda pra foder). Por um bom tempo jantaram e conversaram sobre coisas do trabalho, etc. Minha esposa não se segurava na bebida e Roshan, muito educado, dizia pra ela pedir o que quisesse, então depois de vários copos de sei lá o quê, ela já se sentia tonta, alegre e com calor, tirou o blazer e as belas tetas dela eram a atração dos homens ali. Quando ela se desculpou pra ir ao banheiro, um desconhecido abordou ela educadamente e deu o cartão dele pra ela ligar. Como ninguém abria o papo sobre o motivo do jantar, Maggie aproveitou um silêncio que houve e se aproximou, colocando a mão na perna de Roshan e olhando nos olhos dele. disse: "Então, quer sair comigo?", os dois indianos se olharam surpresos sem saber o que dizer, "Roshan gosta de você desde aquele dia que te viu no bar" disse Amir tentando ajudar, "é verdade?" minha esposa perguntou ao pobre homem, "é verdade" ele disse timidamente, "desde então penso muito em você", "Awwww!" ela disse com ternura, "você é um amor" e abraçou ele forte, colando a bochecha na dele; isso, e a bebida, ajudou Roshan a se soltar um pouco mais, ele estava disposto a pagar minha esposa só pra sair pra jantar com ele, mas ela, já soltinha pelo álcool, se arriscou mais: "Olha," disse pro indiano, "aceito o jantar, mas acho injusto você pagar essa grana e não rolar sexo", eles ficaram chocados, "então, depois do jantar me leva pra um hotel e te ajudo com suas fantasias... que tal?", Roshan aceitou feliz da vida mas ainda surpreso. Assim marcaram uma data, e fecharam o negócio, beberam mais um pouco e pagando a conta saíram pro estacionamento, enquanto os dois amigos se despediam na língua deles, minha esposa me mandou um texto, enquanto deixava o casaco no carro do Amir.
Maggie “já acabou o jantar, Sweetie, já estamos voltando”
Eu “que bom, e aí? Vai dar pra Roshan? Rindo.”
Maggie “Acho que sim, ele é gente boa”
Eu “achou ele gostoso?”
Maggie “gostoso não, mas é legal”
Eu “e a grana que falaram?”
Maggie “Ah, você é foda, só pensa em dinheiro” Rindo.
Eu “?”
Maggie “vai me dar 800”
Eu “e vai dar pra ele?”
Ela não respondeu porque eles interromperam. Maggie percebeu que Roshan não tirava os olhos dos peitos dela, então depois de um abraço de despedida, disse com um sorriso safado: “Não vai embora sem apalpar um pouco”. Ele não sabia o que fazer, aí ela pegou as mãos dele e colocou sobre o tecido da blusa, em cima das tetas durinhas. Ele só acariciava tímido, e ela puxou o tecido pra baixo, deixando elas aparecerem pra que o indiano pudesse sentir tudo. Ele ficou apalpando um pouco, mas Amir, preocupado que alguém pudesse aparecer, disse rindo que já bastava. Roshan entrou no carro com um puta tesão, e quando o carro sumiu de vista, minha esposa agarrou Amir num beijo apaixonado e sussurrou no ouvido dele: “me leva pra um hotel, tô muito molhada”. Ele não precisou ouvir duas vezes, e como o cassino tem um hotel bem alto, voltaram pra dentro. Enquanto o indiano pegava o quarto, Maggie me mandou outra mensagem:
Maggie “amor, melhor você dormir, o Amir vai me levar pro hotel”
Eu “e isso?” Emoji de interrogação.
Maggie “deixei o Roshan pegar nas minhas tetas antes de ir embora e fiquei com tesão” Emoji de tesão.
Eu “ha ha ha, sério?”
Maggie “sim, o Amir tá alugando o quarto”
Eu “ok, amor, que ele te coma todinha”
Maggie “ufff, é o que espero, tô que não aguento”
Eu “ok, beijos” Emoji de beijos.
Eu capotei; ela chegou lá pras 3 da madrugada, cheirando a álcool e sexo, me contou que, uma vez no elevador do hotel (subiram até o 19º andar), se beijaram com gosto, e o indiano não parava de apalpar as tetas dela enquanto ela apertava a ereção dele por cima da calça. Ele se afastou um pouco “Ei, sabia que esses elevadores têm câmeras, né?”, ela virou e olhou pra câmera lá em cima, num canto do elevador, então colou as costas no Amir, esfregando a bunda na pica dele, e baixou o top vermelho até a cintura, deixando os peitos pularem pra fora. Depois pegou as mãos dele e colocou em cima deles, amassando. Assim foi, com os peitos de fora, até o quarto que tinham alugado, sem cruzar com ninguém. Me disse que adorou, porque ele comeu ela com a luz acesa e as cortinas abertas, lá longe só dava pra ver as luzes distantes da cidade; óbvio, ninguém podia ver eles porque estavam muito alto (talvez alguém com binóculos), mas mesmo assim, foi muito quente.
Desde aquele dia, nosso casamento mudou, a gente transava quase todo dia, às vezes vendo os vídeos, às vezes só falando deles, ela parou de sair tanto com o indiano e com os peões, agora ficava pra transar comigo, e ficou mais safada do que antes; ela adorava que saímos juntos e ela flertava com outros caras, agora se vestia mais provocante e me fazia perguntas picantes na rua: "cê acha que aquele cara ali gostaria de me comer?", e eu dava corda, "com certeza, amor, você tá uma gostosa" eu respondia, "pergunta pra ele!" então ela se aproximava do sujeito em questão e puxava conversas inocentes, mas bem safada, e assim vários deram o número de celular pra ela. Me excitava só de ver ela conversando sorrindo, com aqueles olhos lindos fixos nos olhos do babaca, sem saber do que falavam; curiosamente nunca contatou nenhum deles.
Com Amir as coisas seguiram normalmente, até que um dia ele me chamou pra conversar no posto de gasolina dele. Me disse que tinha um amigo, Roshan (um dos que estavam com Amir no dia que viram Maggie naquele bar), e insistia em apresentá-lo a Maggie porque ele se apaixonou por ela naquele dia. Segundo Amir, Roshan é um homem de meia-idade, de óculos, meio gordinho e tímido, era casado mas os filhos já estavam longe na faculdade; a esposa era uma mulher de temperamento horrível, os pais os comprometeram desde pequenos e agora a mulher tratava ele mal, menosprezando ele por tudo. Eu disse pro Amir perguntar a Maggie, tudo dependia dela querer ou não; só pedi um favor pra não contar pro amigo dele que eu sabia das aventuras da minha mulher. Amir perguntou a Maggie depois, e disse também que Roshan era dono de uns postos de gasolina, tinha grana, e tava disposto a dar oitocentos dólares pra minha esposa só por sair pra jantar com ele. Agora, Maggie pedia conselho pra mim, o marido dela; ficamos conversando umas meia hora, mas resumindo eu falei: "olha, você é uma mulher gostosa, de corpo delicioso e é livre pra sair com quem quiser; aproveita a vida, sua liberdade e sua sexualidade, e se fazendo isso você ganha uma boa grana, melhor ainda!". "O único problema é que Amir me disse que Roshan não é tão jovem nem... Atraente", eu disse, "talvez você não goste", mas ela me explicou que as mulheres não se sentem tão atraídas pelo físico ou pela beleza do homem, mas sim pela química que rola entre eles. Ela me disse que Amir ia levá-la pra jantar pra apresentar ela ao Roshan, e daí, a gente vê no que dá. No dia do jantar, minha esposa se vestiu linda, arrumou o cabelo e passou uma maquiagem leve, usava meia-calça escura, uma minissaia justinha estilo executiva, mas em cima, uma blusa de tecido fino vermelha, que era mais um pano vagabundo em forma de top que marcava bem os biquinhos dos peitos dela. Eu me deliciei apalpando os peitos dela por cima do tecido enquanto ela se arrumava, e os biquinhos dela ficaram mais duros; também um blazer executivo do mesmo tecido da saia pra cobrir a blusinha. No caminho, Amir foi meio frio, não apalpou ela, nem mandou ela chupar a pica dele como de costume, sabia o papel dele de amigo que leva minha esposa pra transar com o amigo dele; e pedia pra ela ser gentil com o Roshan, contando como ele era infeliz com a esposa dele, que no sexo só fazia papai-e-mamãe e com a luz apagada, ou seja, sexo oral ou anal eram impossíveis, então o cara era um mundo de fantasias que só via em filmes pornô. Eles combinaram de se encontrar no bar do cassino, onde Roshan já esperava com bebidas. Maggie sabia que com álcool no sangue, ela ia ceder (ou dar a bunda pra foder). Por um bom tempo jantaram e conversaram sobre coisas do trabalho, etc. Minha esposa não se segurava na bebida e Roshan, muito educado, dizia pra ela pedir o que quisesse, então depois de vários copos de sei lá o quê, ela já se sentia tonta, alegre e com calor, tirou o blazer e as belas tetas dela eram a atração dos homens ali. Quando ela se desculpou pra ir ao banheiro, um desconhecido abordou ela educadamente e deu o cartão dele pra ela ligar. Como ninguém abria o papo sobre o motivo do jantar, Maggie aproveitou um silêncio que houve e se aproximou, colocando a mão na perna de Roshan e olhando nos olhos dele. disse: "Então, quer sair comigo?", os dois indianos se olharam surpresos sem saber o que dizer, "Roshan gosta de você desde aquele dia que te viu no bar" disse Amir tentando ajudar, "é verdade?" minha esposa perguntou ao pobre homem, "é verdade" ele disse timidamente, "desde então penso muito em você", "Awwww!" ela disse com ternura, "você é um amor" e abraçou ele forte, colando a bochecha na dele; isso, e a bebida, ajudou Roshan a se soltar um pouco mais, ele estava disposto a pagar minha esposa só pra sair pra jantar com ele, mas ela, já soltinha pelo álcool, se arriscou mais: "Olha," disse pro indiano, "aceito o jantar, mas acho injusto você pagar essa grana e não rolar sexo", eles ficaram chocados, "então, depois do jantar me leva pra um hotel e te ajudo com suas fantasias... que tal?", Roshan aceitou feliz da vida mas ainda surpreso. Assim marcaram uma data, e fecharam o negócio, beberam mais um pouco e pagando a conta saíram pro estacionamento, enquanto os dois amigos se despediam na língua deles, minha esposa me mandou um texto, enquanto deixava o casaco no carro do Amir.

Maggie “já acabou o jantar, Sweetie, já estamos voltando”Eu “que bom, e aí? Vai dar pra Roshan? Rindo.”
Maggie “Acho que sim, ele é gente boa”
Eu “achou ele gostoso?”
Maggie “gostoso não, mas é legal”
Eu “e a grana que falaram?”
Maggie “Ah, você é foda, só pensa em dinheiro” Rindo.
Eu “?”
Maggie “vai me dar 800”
Eu “e vai dar pra ele?”
Ela não respondeu porque eles interromperam. Maggie percebeu que Roshan não tirava os olhos dos peitos dela, então depois de um abraço de despedida, disse com um sorriso safado: “Não vai embora sem apalpar um pouco”. Ele não sabia o que fazer, aí ela pegou as mãos dele e colocou sobre o tecido da blusa, em cima das tetas durinhas. Ele só acariciava tímido, e ela puxou o tecido pra baixo, deixando elas aparecerem pra que o indiano pudesse sentir tudo. Ele ficou apalpando um pouco, mas Amir, preocupado que alguém pudesse aparecer, disse rindo que já bastava. Roshan entrou no carro com um puta tesão, e quando o carro sumiu de vista, minha esposa agarrou Amir num beijo apaixonado e sussurrou no ouvido dele: “me leva pra um hotel, tô muito molhada”. Ele não precisou ouvir duas vezes, e como o cassino tem um hotel bem alto, voltaram pra dentro. Enquanto o indiano pegava o quarto, Maggie me mandou outra mensagem:

Maggie “amor, melhor você dormir, o Amir vai me levar pro hotel” Eu “e isso?” Emoji de interrogação.
Maggie “deixei o Roshan pegar nas minhas tetas antes de ir embora e fiquei com tesão” Emoji de tesão.
Eu “ha ha ha, sério?”
Maggie “sim, o Amir tá alugando o quarto”
Eu “ok, amor, que ele te coma todinha”
Maggie “ufff, é o que espero, tô que não aguento”
Eu “ok, beijos” Emoji de beijos.
Eu capotei; ela chegou lá pras 3 da madrugada, cheirando a álcool e sexo, me contou que, uma vez no elevador do hotel (subiram até o 19º andar), se beijaram com gosto, e o indiano não parava de apalpar as tetas dela enquanto ela apertava a ereção dele por cima da calça. Ele se afastou um pouco “Ei, sabia que esses elevadores têm câmeras, né?”, ela virou e olhou pra câmera lá em cima, num canto do elevador, então colou as costas no Amir, esfregando a bunda na pica dele, e baixou o top vermelho até a cintura, deixando os peitos pularem pra fora. Depois pegou as mãos dele e colocou em cima deles, amassando. Assim foi, com os peitos de fora, até o quarto que tinham alugado, sem cruzar com ninguém. Me disse que adorou, porque ele comeu ela com a luz acesa e as cortinas abertas, lá longe só dava pra ver as luzes distantes da cidade; óbvio, ninguém podia ver eles porque estavam muito alto (talvez alguém com binóculos), mas mesmo assim, foi muito quente.
0 comentários - Minha esposa e Roshan (1)