Continuando de onde parei (tudo real, com imagens ilustrativas). Depois de voltar pra casa da minha avó, após o que aconteceu com minha tia, eu tava felizão, deitei e dormi. No dia seguinte, enquanto a gente tava vendo TV eu e minha avó, esperando minha tia me ligar pra saber se eu tinha que ir na casa dela continuar o serviço, mas as horas foram passando e achei estranho ela não ter me mandado nada, já tava até meio tarde. Daí, pouco depois, ouvi alguém ligar pra minha avó e percebi que era minha tia, porque minha avó colocou no viva-voz pra falar no telefone, já que ela ouve mal. Enquanto elas conversavam sobre as coisas, minha avó perguntou o que houve, que ela não tinha me chamado pra ir ajudar na casa dela. Aí ela disse que o marido dela falou que ele mesmo ia terminar o serviço, que faltava só um pouquinho e que ele dava conta, e que não queria que eu trabalhasse com a mão machucada. Minha avó falou que não sabia de nada, e minha tia respondeu que sim, que ele também não tinha me dito na hora, mas depois me contou e passou um creme. Falou pra eu só me recuperar da mão e que depois, quando tivesse melhor, eu podia ir continuar com outras coisas (já que minha tia tinha me dito que se eu não quisesse trabalhar na casa dela, porque ela tava ampliando, ela ia me pagar, já que sabia que eu trabalhava ajudando na construção com meu pai). Depois de conversar mais um pouco, desligaram, e minha avó me explicou, mas eu já tinha ouvido tudo. Aí eu falei: "Beleza, vou esperar só, não vou me apressar.
Passou uns 3 dias mais ou menos e de repente vejo uma mensagem da minha tia me perguntando se eu tava bem e se minha mão já tinha melhorado, e se eu queria ir na casa dela pra ajudar o marido dela a fazer o reboco das paredes. Eu falei que sim, que a pomada dela tinha feito efeito, e ela disse "que bom, essa pomada é muito boa". Aí eu falei que sem problemas, que ia sim, e ela respondeu: "Aqui eu arrumei uma luva pra você usar, pra não machucar suas mãos". Combinamos que o marido dela ia passar pra me pegar e me levar. Chegou a hora e ele veio me buscar, me levou pra casa dela e começamos o serviço. Passaram umas horas e minha tia chamou a gente pra avisar que a comida já tava pronta e perguntou se a gente ia comer. Lavamos todas as ferramentas e fomos comer. Molhei o rosto e as mãos e sentei na mesa. Ela disse: "Nossa, que calor que tá fazendo". Eu respondi: "É, o sol tá forte mesmo". Começamos a comer e a fazer piadas e brincadeiras com o marido dela, e todo mundo ria junto. Terminamos de comer tudo depois de um tempo, e o marido dela disse que ia deitar pra tirar um cochilo e perguntou se eu não queria ir pro quarto do meu primo Fede pra dormir, ver TV ou tomar tereré. Eu falei: "Valeu, mas não sou de tirar sesta, vou só tomar um tereré enquanto o tempo passa". Ele disse "beleza" e foi dormir. Minha tia falou que ia preparar o tereré. Depois de preparar tudo, ela veio e disse que ia lavar umas roupas do meu primo. Aí eu falei: "Quer que eu vá cevando o tereré enquanto isso, pra refrescar?" Ela respondeu: "Sim, sim, pode ser.
E aí, a gente tava conversando, eu pergunto como é que ela tava, se dormiu bem, e ela me diz que tá tudo bem, só que o Fede, meu primo, tava com febre e gripe ontem à noite, e que tomara que passe pra mais tarde. Aí eu falo: "Nossa, que merda, mas com certeza vai ficar bom, tomara que passe." E ela responde: "Tomara que sim, bem agora que pegou." Aí eu falo: "Fica tranquila, tia Anto, vai ficar bem, não esquenta." E mudando de assunto, digo que a comida que ela fez tava muito *tasty*. Ela pergunta: "Gostou? Que bom então, você tem que comer bem." E eu respondo: "Se cozinharem igual você toda vez, vou comer assim." Ela riu. Eu brinco que ela tava muito gata com a roupa (já que ela gosta que elogiem quando faz as unhas e se veste, como qualquer mulher gosta). Ela fala: "Nada a ver, mentira, tô toda suada e com o cabelo bagunçado por causa desse calor." E eu pensando: "Se ela soubesse que assim, toda suada, fica ainda mais gostosa." Aí falo que é verdade, que ela tava muito *fachera* e linda, e que gostei da cor do short dela. Ela pergunta: "Sério? Também gostei quando comprei no mercado, é uma cor muito bonita e o tecido jeans é muito bom." E eu pensando: "Você tá linda pra caralho, marcava tudo a bunda e dava pra ver a marca da buceta com esse short." Mas só falo que fica bem nela, que se sair por aí, todas vão ter inveja. Ela ri. Eu levanto e começo a fazer cócegas e beliscar de leve pra ela rir. Ela só falava: "Aí, para, vou jogar água em você, hein!" E eu continuava com as cócegas, e com meus dedos, de um jeito safado, tocava o corpo dela: na cintura, nos braços, e até quando ela levantava os braços pra se proteger, eu passava rápido os dedos e sentia os peitos dela pela camiseta que ela tava usando. Depois paro e falo pra encher mais água no tereré. Ela diz que sim. Eu fiquei com uma ereção enorme, fui no banheiro pra me acalmar um pouco e ela não perceber.
Depois de um tempo, chegou a hora e o marido dela acordou pra continuar trabalhando. A gente terminou de tomar um pouco de tereré e seguiu em frente. Depois, passaram-se as horas, ficou tarde e a gente fez um puta avanço nas paredes. Aí combinamos que depois íamos continuar pra terminar o resto. Lavamos tudo e sentamos pra descansar um pouco. Depois, sentamos pra comer um lanche e, daí a pouco, meu tio falou que ia me levar até a casa da minha avó. Eu disse que sim, sem problema. Me despedi da minha tia e falei pra ela que o Fede vai ficar bem, que ela avise qualquer coisa e que obrigado por tudo. Ela também me agradeceu e mandou eu dar um abraço na avó, falou que a gente se vê depois. Aí saímos de moto com o marido dela.
Cheguei na casa da minha avó e me despedi do marido da minha tia. A gente combinou que depois vamos continuar o serviço e ele me agradeceu pela ajuda toda. Fui tomar um banho e fiquei com minha avó, meu outro tio que mora bem colado na casa dela, e meu irmão, pra jantar alguma coisa. Meu tio tinha comprado carne pra fazer um churrasco na panela. Depois de um tempão, já tendo jantado tudo e vendo TV com minha avó, minha tia me ligou de surpresa — juro que não esperava. Ela perguntou se eu já tava dormindo e se podia fazer um favor pra ela. Falei: "Claro, fala aí." Ela queria que eu fosse na farmácia comprar um xarope ou algo bom pra febre e gripe, porque o Fede tava voando de febre em casa e o marido dela não tava. Percebi que ela tava meio puta com o marido (ela falou: "Por que esse idiota não tá em casa?", se referindo a ele). Ela disse que ia pedir permissão pra minha avó. Passei o telefone pra ela, minha avó deixou. Peguei a bicicleta do meu tio que tava lá, bati na porta dele pra perguntar, mas ele não tava — devia ter saído, a gente achou. Não dava pra perguntar, então fui direto pra casa da minha tia. "Se cuida", minha avó falou. Fui rápido. Cheguei, conversei com ela, vi meu primo — ele tava com febre e tossindo. Minha tia me deu a caixinha que tem o remédio. nome dos xaropes que ele tomava e perguntei se tem um mais bonito pra febre e gripe, fui rápido na farmácia que fica 24 horas porque era umas 23h da noite e tava tudo fechado, comprei tudo pra resumir e levei os xaropes e gotas que o farmacêutico falou que eram bons pra esse estado, dá pra tomar pro meu primo e ele fica deitado.
Saímos na sala de jantar e perguntei: "Foi trabalhar, Charly?" (já que era assim que chamavam ele). Ela respondeu brava que não sabia pra onde ele foi, que ele disse que ia pra uma festa e não sei mais o quê, em vez de se preocupar com o filho. Toda alterada: "Eu tenho que ficar sozinha aqui com o Fede e ele na farra". Eu falei: "Calma, tia, deixa ele pra lá, não fica mal não. O importante é que você não se estresse e que o Fede vai melhorar logo, não se preocupa". E fiquei passando a mão no ombro dela pra acalmar. Conversamos um tempão sobre o marido dela e que ela precisava ficar bem. Ela se levantou e disse que ia ver meu primo pra ver se a febre dele baixava. Voltou e falou que, por sorte, a febre já tava passando e que ele tava mais calmo, dormindo. Eu disse: "Que bom, tia, viu? Já tá tranquilo. É só cuidar dele e dar a outra dose do xarope depois pra ele se recuperar bem". Ela sentou e, com a voz meio emocionada, me agradeceu por ter vindo e se desculpou pelo incômodo, que me fez vir de longe naquela hora e ainda ter que ouvir os problemas dela. Eu falei: "Calma, tia Anto, não tem problema. A gente se preocupa com a vó e meu irmão, por isso vim rápido. Você sabe que a gente ama muito vocês, não é incômodo não. O importante é que vocês estejam bem". Aí veio uma lágrima e ela disse: "Eu tenho que carregar tudo sozinha, e ele nem se preocupa com o filho nem com nada". Começou a chorar (eu entendi que era por todos os problemas que ela carregava, e com o marido também, com certeza). Me aproximei e falei: "Calma, tia, não tem problema, tudo vai ficar bem. Eu cuido de você, e todo mundo tá com você, calma. Tudo vai melhorar". Ela chorava e dizia que tava cansada dos problemas e das discussões com o marido. Eu perguntei: "E o que ele faz com você? O que acontece?" Ela disse que ele não valorizava ela, nem meu primo, nem nada do que ela fazia. Que ele só se preocupava com ele mesmo, e não com a família. Que gostava de farra, saía pra beber e voltava bêbado (porque ele bebe). marido) e que a deixava sozinha em casa e ele voltava quando bem entendia.
E eu, perto dela, abraçava ela e falava que que pena que ele não cuidava dela e do primo, em vez de ficar na putaria e essas coisas, ele devia se preocupar com vocês e ver vocês bem, não fazer mal. E ela chorava e me dizia que sim. Alguns vão dizer que sou malvado ou um aproveitador por naquele momento pensar na minha cabeça que era uma boa hora pra ver se rolava algo novo com ela, e eu falava que como ele não vai cuidar de você se você é tão boa, se preocupa com ele, e é muito gostosa e não valoriza isso. Pra testar se ela falava algo, beijei o braço dela e a cabeça, já que ela tava de cabeça baixa (tudo com medo, pensando que ela ia falar algo, mas não falava nada). Eu falo: "Te escuto, tia, pode falar comigo o que tá rolando que eu vou estar aqui. Que feio ele ser assim com você." E ela só me diz: "Quantas mulheres não têm maridos que cuidam delas, estão com elas e tratam bem." E eu aproveito pra falar: "Verdade, tia, eu vejo que essas mulheres tão bem, os maridos cuidam delas, dão amor, como eu tava falando. Qualquer um vai ter inveja dele por ver a mulher que ele tem." E ela falava: "Sim, mas é assim mesmo com esse que não valoriza nada." E eu dava beijos na mão dela quando segurava e beijos na cabeça dela, coisas que nunca fiz com ela antes. "Você tem que ficar feliz, como quando se arruma e pinta as unhas e essas coisas", falo pra fazer ela se sentir bem. "Você é muito gata e linda, tia, sempre tá bem." E ela me pergunta se pode me dar um abraço, e eu falo que sim: "Vem aqui, tia, fica tranquila." E parece que ali ela desabafa tudo e chora enquanto me abraça, eu falando: "Tudo vai ficar bem, tia Anto." E aproveitava pra acariciar com minhas mãos as costas dela e dava beijos no rosto dela como forma de acalmar, sabe? E eu gostava de ter ela assim comigo, com essa confiança. E do nada ela me dá um beijo no rosto também e fala: "Obrigada por tudo e por me acompanhar." "Não se preocupa", falo, "você sempre foi boa com a gente e vou estar aqui pra te ajudar." E beijei ela. Cara, aí eu sorri pra ela e falei que ela tinha que ficar feliz, e comecei a fazer cócegas nela de novo, e falei "né verdade que sim, né verdade que sim", e ela riu e falou "nãooo, paraa, não começa de novo, sim, sim, tá bom, tá bom", e ela ria. Aí peguei as mãos dela e falei "olha o que você é, olha esse corpo", e percebi que ela sorriu (eu pensando na minha cabeça "que aconteça o que tiver que acontecer, saca?"). Abracei ela de novo e, de impulso — coisa que nem louco eu teria coragem antes —, bati na bunda dela com as duas mãos e falei "olha o que é essa raba" (porque pensei: se antes ela não falou nada quando dei um tapa, agora menos, mas senti que tinha ido longe demais, porque uma tia não vai deixar qualquer um fazer isso, ainda mais o sobrinho; certeza que te daria um tapa e contaria pros seus pais pelo atrevimento, mas ela não falou nada, só enxugou os olhos de tanto rir do que eu tava falando). Super atrevido, eu falei que ela é linda, que não precisa mais chorar, que essa noite ela tem que ficar feliz. "Eu já tô feliz de ver que você melhorou, e do jeito que você tá, fico mais feliz ainda, com esse corpo e essa raba você alegra qualquer um", falei rindo. Ela respondeu "nada a ver, para de falar besteira" (eu felizão na minha cabeça porque ela não tava brava com o que eu falava). Aí falei "não sei por que seu marido não aproveita pra ficar com você e te cuidar, você é boa demais com ele" (querendo que ela entendesse que eu tava falando que ela é boa em respeitar ele e não trazer outro pra cuidar dela). Percebi que ela entendeu o que eu quis dizer e respondeu: "e verdade, por burro que ele é", e riu um pouco. Eu falei "não vai contar nada, hein", e a gente riu junto. Ela enxugou os olhos, eu abracei ela, acariciei o cabelo dela e falei "você é muito linda, tia. Se eu fosse seu marido, em vez de te fazer mal e te fazer chorar, te daria beijos ou o quê?". E dei beijos nas bochechas dela (e foi como se meu corpo agisse automático, sem eu perceber, me aproximei mais). A cara dela, porque eu tava sentindo que tava muito excitado e meio desesperado, sei lá, provavelmente por isso reagi assim e dou um beijo na lateral da boca dela, bem onde começa o lábio, e ela baixa o olhar, tudo isso num segundo. Aí eu continuo e quando ela levanta o olhar, beijo ela de novo, mas dessa vez foi na boca inteira, foi tipo um selinho rápido e afasto meu rosto. E eu pensei: "agora vou tomar pelo menos um soco" kkk, mas juro pra vocês que ela não falou nada. Só que ela baixou o olhar de novo, sorriu e respirou fundo, porque o nariz dela tava escorrendo de tanto que tava chorando, e foi tipo um impulso, tristeza dela também ou sei lá por que aconteceu, e ela se aproxima de mim e me devolve o beijo na boca. E qualquer um, eu acho, quando passa por isso, faz o que eu fiz: comecei a beijar ela. Juro, amigo, eu voei, esqueci de tudo e a gente se comeu de boca pra caralho. Eu sinto que abraço ela, ela coloca a mão no meu peito, eu toco as costas dela, desço até a cintura, como qualquer um faria, mas depois toquei a bunda dela, apertei, e até passei minhas mãos nos peitos dela por cima da camiseta que ela tava usando, toquei tudo. E sentia ela me tocando com as mãos no peito também (tudo isso rolou, digamos, em um tempinho. Eu não acreditava e ainda não acredito como aconteceu. Pensei que tava sonhando e que ia acordar na hora e não era nada, entende? Muito difícil de explicar essa experiência).
E por um momento ela me empurra um pouco pra trás com as mãos e me diz: "Ai, me desculpa de verdade, já deu, vamos parar por aqui, isso não tá certo, o que a gente tá fazendo, passei demais do limite, me desculpa". E ela passava a mão na testa, parecia assustada, eu notei. Eu falei: "Não, não, sem problemas, tia, tá tudo bem, foi só um momento, ninguém viu a gente". Foi a primeira coisa que saiu da minha boca. E ela só disse que ia deitar um pouco pra descansar e que se eu podia ir embora, que agradecia pelo favor que fiz e por tudo, "me desculpa", ela repetiu. Eu falei: "Tá tudo bem, vou indo agora, tá tudo certo, o Fede vai ficar bem com certeza". E quando eu já tava saindo, ela falou: "Olha por onde anda na rua", já era tarde da noite, e me pediu pra não contar isso pra ninguém, que ficasse entre a gente. Eu concordei, agradeci por tudo e fui correndo pra casa da minha avó.
Foi tipo, cheguei super feliz, mas ao mesmo tempo com medo na casa da minha vó. Falei pra ela que já tinha comprado os xaropes pro primo e que ele tava melhor, e que minha tia já tinha ido deitar pra descansar. Depois, quando fui dormir naquela noite, não conseguia pegar no sono. Por um lado, tava contente porque tinha beijado minha tia de língua, um sonho louco, eu pensava. Toquei ela toda, não acreditava que tinha acontecido. E ao mesmo tempo, ficava pensando no que ela teria sentido, no que estaria pensando, e com medo de que ela contasse isso pra minha avó ou pra minha mãe, que vinha em alguns dias. Mas pensei: "Calma, acho que ela não vai contar". E naquela noite, tava muito excitado e bati uma punheta pra aliviar todo o tesão que tava sentindo. E olha, foi a melhor coisa que fiz, pelo que tinha rolado. Tava com uma adrenalina danada no corpo todo. Me acomodei e dormi, esperando com um pouco de medo que o dia seguinte chegasse e não desse merda nenhuma. Mas aquela noite foi linda pra caralho pra mim. Senti que tinha conseguido algo foda com a minha tia, só queria saber o que ela ia pensar depois.
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Passou uns 3 dias mais ou menos e de repente vejo uma mensagem da minha tia me perguntando se eu tava bem e se minha mão já tinha melhorado, e se eu queria ir na casa dela pra ajudar o marido dela a fazer o reboco das paredes. Eu falei que sim, que a pomada dela tinha feito efeito, e ela disse "que bom, essa pomada é muito boa". Aí eu falei que sem problemas, que ia sim, e ela respondeu: "Aqui eu arrumei uma luva pra você usar, pra não machucar suas mãos". Combinamos que o marido dela ia passar pra me pegar e me levar. Chegou a hora e ele veio me buscar, me levou pra casa dela e começamos o serviço. Passaram umas horas e minha tia chamou a gente pra avisar que a comida já tava pronta e perguntou se a gente ia comer. Lavamos todas as ferramentas e fomos comer. Molhei o rosto e as mãos e sentei na mesa. Ela disse: "Nossa, que calor que tá fazendo". Eu respondi: "É, o sol tá forte mesmo". Começamos a comer e a fazer piadas e brincadeiras com o marido dela, e todo mundo ria junto. Terminamos de comer tudo depois de um tempo, e o marido dela disse que ia deitar pra tirar um cochilo e perguntou se eu não queria ir pro quarto do meu primo Fede pra dormir, ver TV ou tomar tereré. Eu falei: "Valeu, mas não sou de tirar sesta, vou só tomar um tereré enquanto o tempo passa". Ele disse "beleza" e foi dormir. Minha tia falou que ia preparar o tereré. Depois de preparar tudo, ela veio e disse que ia lavar umas roupas do meu primo. Aí eu falei: "Quer que eu vá cevando o tereré enquanto isso, pra refrescar?" Ela respondeu: "Sim, sim, pode ser.
E aí, a gente tava conversando, eu pergunto como é que ela tava, se dormiu bem, e ela me diz que tá tudo bem, só que o Fede, meu primo, tava com febre e gripe ontem à noite, e que tomara que passe pra mais tarde. Aí eu falo: "Nossa, que merda, mas com certeza vai ficar bom, tomara que passe." E ela responde: "Tomara que sim, bem agora que pegou." Aí eu falo: "Fica tranquila, tia Anto, vai ficar bem, não esquenta." E mudando de assunto, digo que a comida que ela fez tava muito *tasty*. Ela pergunta: "Gostou? Que bom então, você tem que comer bem." E eu respondo: "Se cozinharem igual você toda vez, vou comer assim." Ela riu. Eu brinco que ela tava muito gata com a roupa (já que ela gosta que elogiem quando faz as unhas e se veste, como qualquer mulher gosta). Ela fala: "Nada a ver, mentira, tô toda suada e com o cabelo bagunçado por causa desse calor." E eu pensando: "Se ela soubesse que assim, toda suada, fica ainda mais gostosa." Aí falo que é verdade, que ela tava muito *fachera* e linda, e que gostei da cor do short dela. Ela pergunta: "Sério? Também gostei quando comprei no mercado, é uma cor muito bonita e o tecido jeans é muito bom." E eu pensando: "Você tá linda pra caralho, marcava tudo a bunda e dava pra ver a marca da buceta com esse short." Mas só falo que fica bem nela, que se sair por aí, todas vão ter inveja. Ela ri. Eu levanto e começo a fazer cócegas e beliscar de leve pra ela rir. Ela só falava: "Aí, para, vou jogar água em você, hein!" E eu continuava com as cócegas, e com meus dedos, de um jeito safado, tocava o corpo dela: na cintura, nos braços, e até quando ela levantava os braços pra se proteger, eu passava rápido os dedos e sentia os peitos dela pela camiseta que ela tava usando. Depois paro e falo pra encher mais água no tereré. Ela diz que sim. Eu fiquei com uma ereção enorme, fui no banheiro pra me acalmar um pouco e ela não perceber.
Depois de um tempo, chegou a hora e o marido dela acordou pra continuar trabalhando. A gente terminou de tomar um pouco de tereré e seguiu em frente. Depois, passaram-se as horas, ficou tarde e a gente fez um puta avanço nas paredes. Aí combinamos que depois íamos continuar pra terminar o resto. Lavamos tudo e sentamos pra descansar um pouco. Depois, sentamos pra comer um lanche e, daí a pouco, meu tio falou que ia me levar até a casa da minha avó. Eu disse que sim, sem problema. Me despedi da minha tia e falei pra ela que o Fede vai ficar bem, que ela avise qualquer coisa e que obrigado por tudo. Ela também me agradeceu e mandou eu dar um abraço na avó, falou que a gente se vê depois. Aí saímos de moto com o marido dela.Cheguei na casa da minha avó e me despedi do marido da minha tia. A gente combinou que depois vamos continuar o serviço e ele me agradeceu pela ajuda toda. Fui tomar um banho e fiquei com minha avó, meu outro tio que mora bem colado na casa dela, e meu irmão, pra jantar alguma coisa. Meu tio tinha comprado carne pra fazer um churrasco na panela. Depois de um tempão, já tendo jantado tudo e vendo TV com minha avó, minha tia me ligou de surpresa — juro que não esperava. Ela perguntou se eu já tava dormindo e se podia fazer um favor pra ela. Falei: "Claro, fala aí." Ela queria que eu fosse na farmácia comprar um xarope ou algo bom pra febre e gripe, porque o Fede tava voando de febre em casa e o marido dela não tava. Percebi que ela tava meio puta com o marido (ela falou: "Por que esse idiota não tá em casa?", se referindo a ele). Ela disse que ia pedir permissão pra minha avó. Passei o telefone pra ela, minha avó deixou. Peguei a bicicleta do meu tio que tava lá, bati na porta dele pra perguntar, mas ele não tava — devia ter saído, a gente achou. Não dava pra perguntar, então fui direto pra casa da minha tia. "Se cuida", minha avó falou. Fui rápido. Cheguei, conversei com ela, vi meu primo — ele tava com febre e tossindo. Minha tia me deu a caixinha que tem o remédio. nome dos xaropes que ele tomava e perguntei se tem um mais bonito pra febre e gripe, fui rápido na farmácia que fica 24 horas porque era umas 23h da noite e tava tudo fechado, comprei tudo pra resumir e levei os xaropes e gotas que o farmacêutico falou que eram bons pra esse estado, dá pra tomar pro meu primo e ele fica deitado.
Saímos na sala de jantar e perguntei: "Foi trabalhar, Charly?" (já que era assim que chamavam ele). Ela respondeu brava que não sabia pra onde ele foi, que ele disse que ia pra uma festa e não sei mais o quê, em vez de se preocupar com o filho. Toda alterada: "Eu tenho que ficar sozinha aqui com o Fede e ele na farra". Eu falei: "Calma, tia, deixa ele pra lá, não fica mal não. O importante é que você não se estresse e que o Fede vai melhorar logo, não se preocupa". E fiquei passando a mão no ombro dela pra acalmar. Conversamos um tempão sobre o marido dela e que ela precisava ficar bem. Ela se levantou e disse que ia ver meu primo pra ver se a febre dele baixava. Voltou e falou que, por sorte, a febre já tava passando e que ele tava mais calmo, dormindo. Eu disse: "Que bom, tia, viu? Já tá tranquilo. É só cuidar dele e dar a outra dose do xarope depois pra ele se recuperar bem". Ela sentou e, com a voz meio emocionada, me agradeceu por ter vindo e se desculpou pelo incômodo, que me fez vir de longe naquela hora e ainda ter que ouvir os problemas dela. Eu falei: "Calma, tia Anto, não tem problema. A gente se preocupa com a vó e meu irmão, por isso vim rápido. Você sabe que a gente ama muito vocês, não é incômodo não. O importante é que vocês estejam bem". Aí veio uma lágrima e ela disse: "Eu tenho que carregar tudo sozinha, e ele nem se preocupa com o filho nem com nada". Começou a chorar (eu entendi que era por todos os problemas que ela carregava, e com o marido também, com certeza). Me aproximei e falei: "Calma, tia, não tem problema, tudo vai ficar bem. Eu cuido de você, e todo mundo tá com você, calma. Tudo vai melhorar". Ela chorava e dizia que tava cansada dos problemas e das discussões com o marido. Eu perguntei: "E o que ele faz com você? O que acontece?" Ela disse que ele não valorizava ela, nem meu primo, nem nada do que ela fazia. Que ele só se preocupava com ele mesmo, e não com a família. Que gostava de farra, saía pra beber e voltava bêbado (porque ele bebe). marido) e que a deixava sozinha em casa e ele voltava quando bem entendia.
E eu, perto dela, abraçava ela e falava que que pena que ele não cuidava dela e do primo, em vez de ficar na putaria e essas coisas, ele devia se preocupar com vocês e ver vocês bem, não fazer mal. E ela chorava e me dizia que sim. Alguns vão dizer que sou malvado ou um aproveitador por naquele momento pensar na minha cabeça que era uma boa hora pra ver se rolava algo novo com ela, e eu falava que como ele não vai cuidar de você se você é tão boa, se preocupa com ele, e é muito gostosa e não valoriza isso. Pra testar se ela falava algo, beijei o braço dela e a cabeça, já que ela tava de cabeça baixa (tudo com medo, pensando que ela ia falar algo, mas não falava nada). Eu falo: "Te escuto, tia, pode falar comigo o que tá rolando que eu vou estar aqui. Que feio ele ser assim com você." E ela só me diz: "Quantas mulheres não têm maridos que cuidam delas, estão com elas e tratam bem." E eu aproveito pra falar: "Verdade, tia, eu vejo que essas mulheres tão bem, os maridos cuidam delas, dão amor, como eu tava falando. Qualquer um vai ter inveja dele por ver a mulher que ele tem." E ela falava: "Sim, mas é assim mesmo com esse que não valoriza nada." E eu dava beijos na mão dela quando segurava e beijos na cabeça dela, coisas que nunca fiz com ela antes. "Você tem que ficar feliz, como quando se arruma e pinta as unhas e essas coisas", falo pra fazer ela se sentir bem. "Você é muito gata e linda, tia, sempre tá bem." E ela me pergunta se pode me dar um abraço, e eu falo que sim: "Vem aqui, tia, fica tranquila." E parece que ali ela desabafa tudo e chora enquanto me abraça, eu falando: "Tudo vai ficar bem, tia Anto." E aproveitava pra acariciar com minhas mãos as costas dela e dava beijos no rosto dela como forma de acalmar, sabe? E eu gostava de ter ela assim comigo, com essa confiança. E do nada ela me dá um beijo no rosto também e fala: "Obrigada por tudo e por me acompanhar." "Não se preocupa", falo, "você sempre foi boa com a gente e vou estar aqui pra te ajudar." E beijei ela. Cara, aí eu sorri pra ela e falei que ela tinha que ficar feliz, e comecei a fazer cócegas nela de novo, e falei "né verdade que sim, né verdade que sim", e ela riu e falou "nãooo, paraa, não começa de novo, sim, sim, tá bom, tá bom", e ela ria. Aí peguei as mãos dela e falei "olha o que você é, olha esse corpo", e percebi que ela sorriu (eu pensando na minha cabeça "que aconteça o que tiver que acontecer, saca?"). Abracei ela de novo e, de impulso — coisa que nem louco eu teria coragem antes —, bati na bunda dela com as duas mãos e falei "olha o que é essa raba" (porque pensei: se antes ela não falou nada quando dei um tapa, agora menos, mas senti que tinha ido longe demais, porque uma tia não vai deixar qualquer um fazer isso, ainda mais o sobrinho; certeza que te daria um tapa e contaria pros seus pais pelo atrevimento, mas ela não falou nada, só enxugou os olhos de tanto rir do que eu tava falando). Super atrevido, eu falei que ela é linda, que não precisa mais chorar, que essa noite ela tem que ficar feliz. "Eu já tô feliz de ver que você melhorou, e do jeito que você tá, fico mais feliz ainda, com esse corpo e essa raba você alegra qualquer um", falei rindo. Ela respondeu "nada a ver, para de falar besteira" (eu felizão na minha cabeça porque ela não tava brava com o que eu falava). Aí falei "não sei por que seu marido não aproveita pra ficar com você e te cuidar, você é boa demais com ele" (querendo que ela entendesse que eu tava falando que ela é boa em respeitar ele e não trazer outro pra cuidar dela). Percebi que ela entendeu o que eu quis dizer e respondeu: "e verdade, por burro que ele é", e riu um pouco. Eu falei "não vai contar nada, hein", e a gente riu junto. Ela enxugou os olhos, eu abracei ela, acariciei o cabelo dela e falei "você é muito linda, tia. Se eu fosse seu marido, em vez de te fazer mal e te fazer chorar, te daria beijos ou o quê?". E dei beijos nas bochechas dela (e foi como se meu corpo agisse automático, sem eu perceber, me aproximei mais). A cara dela, porque eu tava sentindo que tava muito excitado e meio desesperado, sei lá, provavelmente por isso reagi assim e dou um beijo na lateral da boca dela, bem onde começa o lábio, e ela baixa o olhar, tudo isso num segundo. Aí eu continuo e quando ela levanta o olhar, beijo ela de novo, mas dessa vez foi na boca inteira, foi tipo um selinho rápido e afasto meu rosto. E eu pensei: "agora vou tomar pelo menos um soco" kkk, mas juro pra vocês que ela não falou nada. Só que ela baixou o olhar de novo, sorriu e respirou fundo, porque o nariz dela tava escorrendo de tanto que tava chorando, e foi tipo um impulso, tristeza dela também ou sei lá por que aconteceu, e ela se aproxima de mim e me devolve o beijo na boca. E qualquer um, eu acho, quando passa por isso, faz o que eu fiz: comecei a beijar ela. Juro, amigo, eu voei, esqueci de tudo e a gente se comeu de boca pra caralho. Eu sinto que abraço ela, ela coloca a mão no meu peito, eu toco as costas dela, desço até a cintura, como qualquer um faria, mas depois toquei a bunda dela, apertei, e até passei minhas mãos nos peitos dela por cima da camiseta que ela tava usando, toquei tudo. E sentia ela me tocando com as mãos no peito também (tudo isso rolou, digamos, em um tempinho. Eu não acreditava e ainda não acredito como aconteceu. Pensei que tava sonhando e que ia acordar na hora e não era nada, entende? Muito difícil de explicar essa experiência).
E por um momento ela me empurra um pouco pra trás com as mãos e me diz: "Ai, me desculpa de verdade, já deu, vamos parar por aqui, isso não tá certo, o que a gente tá fazendo, passei demais do limite, me desculpa". E ela passava a mão na testa, parecia assustada, eu notei. Eu falei: "Não, não, sem problemas, tia, tá tudo bem, foi só um momento, ninguém viu a gente". Foi a primeira coisa que saiu da minha boca. E ela só disse que ia deitar um pouco pra descansar e que se eu podia ir embora, que agradecia pelo favor que fiz e por tudo, "me desculpa", ela repetiu. Eu falei: "Tá tudo bem, vou indo agora, tá tudo certo, o Fede vai ficar bem com certeza". E quando eu já tava saindo, ela falou: "Olha por onde anda na rua", já era tarde da noite, e me pediu pra não contar isso pra ninguém, que ficasse entre a gente. Eu concordei, agradeci por tudo e fui correndo pra casa da minha avó.Foi tipo, cheguei super feliz, mas ao mesmo tempo com medo na casa da minha vó. Falei pra ela que já tinha comprado os xaropes pro primo e que ele tava melhor, e que minha tia já tinha ido deitar pra descansar. Depois, quando fui dormir naquela noite, não conseguia pegar no sono. Por um lado, tava contente porque tinha beijado minha tia de língua, um sonho louco, eu pensava. Toquei ela toda, não acreditava que tinha acontecido. E ao mesmo tempo, ficava pensando no que ela teria sentido, no que estaria pensando, e com medo de que ela contasse isso pra minha avó ou pra minha mãe, que vinha em alguns dias. Mas pensei: "Calma, acho que ela não vai contar". E naquela noite, tava muito excitado e bati uma punheta pra aliviar todo o tesão que tava sentindo. E olha, foi a melhor coisa que fiz, pelo que tinha rolado. Tava com uma adrenalina danada no corpo todo. Me acomodei e dormi, esperando com um pouco de medo que o dia seguinte chegasse e não desse merda nenhuma. Mas aquela noite foi linda pra caralho pra mim. Senti que tinha conseguido algo foda com a minha tia, só queria saber o que ela ia pensar depois.
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2 comentários - La vez que pude coger con mi tia Parte 3
el único consejo que te doy es que cuando estén charlando entre los dos lo pongas así:
T de tía y Y de yo por ejemplo.
T: hola
Y: como estás
T: bien
no sé si me explique bien pero quedaría mejor el relato así