Aqui está a parte 4 dessa história
Deixo o link da parte 3 caso tenham perdidohttp://m.poringa.net/posts/relatos/5467202/Flor-de-descubrimiento-Parte-3.htmlNão precisei entrar no banheiro pra ver como a Flor tava, porque ela já saiu secando o rosto lavado com uma toalha.
Nico - Tudo bem? Deixa eu adivinhar, primeira vez?
Flor - Idiota! Queria fazer algo especial pra você (rindo da própria inexperiência).
Nico - Tenho uma ideia, vamos pro quarto e eu faço algo especial pra você. Quer?
Flor - Claro (responde com a voz baixinha enquanto ainda secava as lágrimas).
Nico - Mas tenho uma condição.
Flor - Qual é?
Nico - Quero que você se despe devagar pra mim.
Ela sorriu, entendendo que o pedido era simples.
Flor queria ser tratada bem, queria se sentir especial, queria que as experiências sexuais fossem como as das amigas, mas não com vários caras porque não era da natureza dela. Ela queria um que, dentro da segurança da intimidade, fizesse ela viver uma experiência completa, já que quando se sentia segura com alguém, tava disposta a dar tudo.
Entrei no quarto e me deitei na cama (a câmera já devia ter mandado o aviso de detecção de pessoa pra Nadia).
Aí a Flor entrou, virando de costas bem na minha frente e na frente da câmera que captava ela da prateleira.
Começou a se abaixar devagar com os polegares no elástico da legging apertada que preenchia todas as cavidades dela e não deixava nada pra imaginação. Aos poucos, foi descendo até deixar no tornozelo, sem dobrar as pernas (bem no estilo stripper). Com a bunda de porcelana a centímetros do meu roito, pude ver a marquinha branca debaixo dos glúteos, que denunciava as sessões de cama solar, junto com a calcinha fio dental cinza, levemente molhada na parte que cobria a buceta dela (meu pau já vazio deu um pulo, como sinal de vida, e caiu de novo).
Ela começou a tirar o sutiã de academia, liberando os peitos da pressão que eles faziam, se virando pra mim e segurando eles bem pra cima, sem deixar eu ver. Eu esperei, sem piscar, o momento em que ela soltasse aqueles peitos lindos. pra conhecê-las e deixarem de ser só parte da minha imaginação. Com um gesto meio despretensioso, ela solta elas e elas caem quicando rápido, mas a rigidez delas logo as coloca no lugar. Umas tetas cônicas apontavam pra mim, com uns mamilos quase transparentes que coroavam elas delicadamente. Engoli a saliva acumulada debaixo da língua ao ver essas duas belezuras, meu pau deu outro pulo, mas dessa vez ficou mais ereto, sinal claro de que queria participar.
Flor — Tiro a calcinha? O que você vai fazer comigo se eu tirar?
Nico — Vou meter essa buceta linda na minha boca e chupar ela até anoitecer, mas primeiro vou cuidar das suas duas amigas que acabei de conhecer.
Dava pra perceber que quando eu falava essas coisas, ela ficava vermelha. Ela gostava, mas não tava acostumada a ouvir putaria nem a falar. Não era de falar muito no sexo, era mais de agir, mesmo com uns vacilos, uma certa inexperiência, ela queria fazer.
Ela desceu a calcinha devagar (dessa vez sem tanta teatralidade) e se aproximou de mim, se entregando pra eu cumprir o que prometi antes. A barriga dela ficou na altura do meu rosto, e eu dei um beijo de boca aberta nela, que arrancou um suspiro denunciando o fogo que a Flor carregava dentro. Subi devagar até chegar nos peitos dela, que apertei forte pelos lados, fazendo eles se encontrarem no meio. Saboreei os dois ao mesmo tempo e, com minha língua, percorri aqueles mamilos transparentes, onde dava pra ver um monte de veias rosadas por baixo. Apertei eles e percebi que a firmeza deles vencia a força das minhas mãos. Desisti deles e continuei subindo pelo pescoço dela, lambendo o queixo até encontrar a boca dela, que finalizei com um beijo molhado de língua.
Parei pra olhar o rosto dela, que me dominava, me desmontava e me deixava indefeso só de ver. Afastei uma mecha da franja castanha e me perdi naqueles olhos marrons que se mexiam procurando meu olhar perdido.
Flor — Tá aí? (me (volta à realidade)
Disfarçando pra não parecer vulnerável na frente da Flor e da nossa possível espectadora, pego ela com as duas mãos pelos glúteos e levanto no ar, meu pau completamente duro dentro da cueca parecia querer ajudar roçando na buceta nua dela. Deito ela na cama devagar, ocupando o espaço largo dela, e vou buscar um puff. Ela, sorrindo, tapa o rosto com um bichinho de pelúcia (sabia o que vinha pela frente). Exatamente como ela tinha feito comigo há pouco, me ajoelho no santuário da virilha dela. Ao me aproximar, sinto o cheiro residual de sabonete que ainda ficava no corpo dela e, com uma leve exalação, abro caminho com minha língua pra provar os lábios da buceta dela, ainda meio úmidos, brincando suavemente com eles por uns 10 minutos que soube levar pra não roubar um orgasmo dela e poder aproveitar a plenitude do sexo.
Ajeito melhor meus joelhos no puff e fico na altura certa pra poder penetrar ela. Consigo colocar a ponta do meu pau na entrada da buceta dela e fecho os olhos. Enquanto atravesso o umbral do sexo dela, imagino o enquadramento que a Nadia teria naquele momento.
O quarto dela visto da altura da prateleira, a cama coberta com um lençol rosa, a persiana quase toda aberta revelando a tarde no parque e a luz iluminando a cama, descobrindo no meio os atores principais: a amiga dela deitada com as pernas abertas, levemente dobradas nos joelhos, com um coelhinho de pelúcia entre os peitos duros e a cabeça jogada pra trás, recebendo a primeira estocada de um cara que até 4 dias atrás era um completo estranho.
O tesão de imaginar isso fez meu pau tremer espontaneamente, e o tremor se transmitiu na hora pro corpo da Flor, onde eu já tinha aberto caminho completamente e o ritmo do sexo começava a acelerar. Entre os peitos dela, peguei o pelúcia e, dando um beijinho nele, joguei pro lado (ela sorriu). Agora minhas mãos ocupavam o lugar do bichinho. E seus peitos duros balançavam (dessa vez com a ajuda das minhas investidas sexuais). Ela, de olhos fechados, mordia o lábio inferior com força, com o rosto virado para o lado. Foi aí que decidi envolvê-la e fazer com que ela dissesse suas primeiras falas no filme que estava sendo gravado lá de cima.
Nico - Tá gostando? Continuo? Se não gostar, eu paro.
Flor - Como não vou gostar? Vai um pouquinho mais forte (aproveitou minha pergunta pra pedir uma mudança no ritmo).
Eu tenho um defeito: quando transo, a primeira gozada é rápida (uns 10 minutos, em média), e essa gozada já tinha sido arrancada de mim minutos atrás no sofá. Mas a meu favor, devo dizer que a segunda gozada é interminável; em nenhuma relação consegui gozar mais de duas vezes.
O que aconteceria a seguir ia contra todas as minhas intenções com a Flor (que eram de ser carinhoso e delicado com ela, tanto no dia a dia quanto no sexo, porque no fundo eu gostava dela de verdade), mas o pedido dela pra ir mais forte e a plateia do outro lado da tela exigiam que eu soltasse um pouco da selvageria pra criar uma reputação que espero que me renda frutos no futuro.
Tirei minhas mãos dos peitos dela e as levei pros tornozelos, arqueando as pernas dela e expondo ela ao meu deleite completo, enquanto acelerava num ritmo cada vez mais frenético. A posição carnal em que estávamos dava uma visão linda pra todos os espectadores, de como meu pau esfomeado afundava na buceta molhada dela uma e outra vez, acelerando o passo. Sentia meu pau sendo apertado pelas contrações da buceta dela, que davam sinal de que ela ia gozar. As respirações ofegantes dela confirmavam. Naquele momento, parei e saí de dentro dela, deixando o orgasmo dela na porta. Ela me encara como se eu tivesse tirado o oxigênio dela.
Flor - Continua, vai (fala com a voz rouca).
Nico - O que você quer, isso? (apontando pro meu pau duro e brilhante)
Flor - É isso que eu quero.
Nico - Pede direito.
Flor - É isso que eu quero, por favor. Por favor, me dá.
Me enfiando de novo na buceta dela, não mais que 20 metidas no sexo dela resultaram num orgasmo sonoro da Flor, que com as mãos procurava algo pra abafar os gritos, mas pra azar dela não tinha nada ao alcance. Os gemidos dela foram desacelerando até virar um suspiro leve de recuperação.
Não deixei ela se recompor totalmente, peguei ela pela cintura e virei sobre um travesseiro cuidadosamente colocado, deixando exposta a rabeta dela, agora entregue aos meus caprichos.
Meu abdômen pedia trégua, parei pra ver a imagem na minha frente: Flor ajoelhada na cama com a barriga apoiada no travesseiro que servia de apoio, os peitos e o rosto acariciando o lençol da cama.
O barulho do puff se movendo alertou ela, e ela apertou o lençol com força. Aproximei meu rosto da buceta dela, o cheiro de sabonete misturado com sexo me prendeu, e comecei a lamber inteiramente aquela xota molhada (fazendo meu queixo participar da brincadeira) pra terminar lambendo o furinho anal fechado. Repeti com força várias vezes, comendo ela toda, da virilha até os glúteos só tinha água, o lençol na mão dela apertava cada vez mais forte. Levei ela a um êxtase contínuo que ainda tava vivo desde o orgasmo recente dela.
Minha chupada foi ficando mais lenta, já não pressionava o sexo dela, tinha virado uma lambida calmante que dava descanso ao corpo dela.
Levantei com a boca cheia de fluidos, precisava me limpar. Fiz isso, roubando a inocência do coelho de pelúcia, usei ele como babador. Meu corpo tava mais descansado, o da minha parceira também. Dava pra continuar.
Me levantei com o pau duro, não completamente, mas dava pra penetrar o corpo lubrificado dela. Me aproximei, as pernas dela deixaram de ficar relaxadas pra ficar rígidas numa posição defensiva, esperando a investida que meu pau ia dar segundos depois. Coloquei minhas mãos na cintura dela e meti com força, consegui ficar completamente duro e inteiramente dentro. dela, já que a lubrificação permitia, eu deslizava com facilidade, enquanto uma mão ainda estava na cintura dela, coloquei a outra nas costas dela. A submissão da Flor era total, só dava pra ouvir um gemido abafado vindo dela. Eu queria ela atenta, presente, comigo, então me aproximei do ouvido dela e falei: "você pediu mais forte". Peguei ela pelo cabelo, puxei de uma vez até bater meu peito nas costas dela, consegui prender ela pelos ombros, dava pra ver os peitos dela no vidro da janela, quicando pra cima e pra baixo. A imagem me dominou, sem fôlego falei no ouvido dela: "vou gozar". Extasiada, ela assentiu. Aquilo foi o suficiente pra mim, uma pressão na base do meu pau avisou que o último jato de sêmen no meu corpo escapava dentro da Flor, que gozou segundos depois como se tivesse me esperado.
A gente tava destruído, a única coisa que eu queria era ficar deitado, mas não queria mostrar fraqueza pra lente da câmera que apontava pra gente. Fui até a cozinha, mexi no disjuntor e cortei a luz (achei que era o jeito mais prático de desligar a câmera). A desculpa foi o copo d'água que eu trouxe na mão pra dar pra essa mina que tinha se entregado toda. Peguei uma toalha no caminho, pensei que ia servir.
Entro no quarto com a toalha e o copo d'água.
Nico - Gostosa, trouxe os víveres, mas acho que a luz caiu (me fazendo de desentendido).
Flor - Meu herói!
Imediatamente ela se ajeita tipo cestinha pra pegar o copo d'água enquanto cobre a buceta com a toalha.
Nico - Posso te pedir uma coisa? A gente deita uma horinha pelo menos?
Flor - Siiim! Posso deitar no teu peito e você faz carinho em mim?
Nos momentos depois do sexo, a gente percebe se quer ficar de verdade com alguém ou se quer sair correndo.
No meu caso, eu queria ficar, tava amarrado nela e não conseguia parar de olhar enquanto ela se deitava no meu peito, debaixo do meu braço direito, já se cobrindo com um edredom que tava nos pés da cama.
Tive a chance de conhecer ela melhor, não olhava Muita TV, ela preferia ouvir música, ia pra academia, adorava ir pra casa dela no fim de semana em Funes, mas sempre que ela tinha tempo, não tinha com quem ir (tapa na minha cara). As duas melhores amigas dela moravam no bairro dela, e com a Nadia eram amigas por causa dos pais e da faculdade que escolheram juntas.
Flor – Posso te pedir um favor?
Nico – Claro, gostosa, fala como posso ajudar (achando que ela ia pedir pra pegar alguma coisa).
Flor – Se um dia você não quiser mais me ver ou algo assim, me liga, a gente se encontra e você me conta o porquê, não suma do nada.
Nico – Sim, sim, beleza (respondi com o olhar perdido, pensando no filho da puta que machucou ela pra essa mina, que era um amor, estar me falando isso).
Flor – Ah, você falou tão convencido que já fico tranquila (com um tom de ironia).
Nico – Olha nos meus olhos porque vou te dizer uma vez: “eu sou do tipo que fica, não do tipo que vai embora”.
O telefone da Flor toca, eu alcanço pra ela, ela atende.
Flor – O que aconteceu, tá tudo bem? Por aqui tudo bem… sim, sim… por que você pergunta? O único problema é que a luz caiu e ainda continua sem, tá, bobinha, beijo.
Nico – Tudo certo?
Flor – Sim, tudo bem, era a Nadia e ela perguntou se tava tudo bem por aqui, ela disse que chega em meia hora.
Nico – Olha que horas são (a gente tinha passado quase 1 hora deitados), vou te ajudar a arrumar e vou embora.
Flor – Beleza, me leva a três quarteirões que deixei o carro pra lavar.
Ajeitamos a cama e enquanto ela juntava as coisas, levantei disfarçadamente o disjuntor da luz. Subimos na moto, chegamos no lava-rápido, ela me deu um beijo de despedida e eu peguei o caminho de casa de novo.
No caminho, fiquei viajando pensando na gostosa que é a Nadia, com certeza tava vendo ao vivo, a transmissão caiu e ela ligou pra ver o que tinha rolado, será que ficou com ciúme? Queria saber qual era a tara dela, era pela amiga, por mim ou porque só era uma fetichista, podia ser só uma brincadeira pra amiga dela. Aí pensei na possibilidade do vídeo viralizar, mas já tinha desativado a opção de backup na nuvem e os downloads remotos. Só dava pra fazer pelo apartamento, baixando um arquivo na rede de uns 18 GB ou tirando o cartão de memória e levando pra um PC. Se nenhuma dessas duas coisas rolasse, em uns 10 ou 15 dias o vídeo era sobrescrito. A única que podia copiar era a Nadia, e, mesmo tendo sempre a última tecnologia, percebi que ela não entendia porra nenhuma.
Cheguei em casa, fui tomar banho, e enquanto o cheiro de sexo escorria pelo ralo do meu chuveiro, recapitulei o quanto foi bom com a Flor. Sem dúvida, a *young lady* tinha entrado no Top 10 dos meus encontros sexuais.
Já deitado, quis ver o vídeo. Liguei o app da câmera e voltei no tempo, caindo bem no momento em que tava comendo a rabeta dela. Comecei a me tocar por cima da cueca. De repente, uma notificação da câmera: "pessoa detectada".
Quando coloquei a câmera ao vivo, vi a Nadia entrando com uma camisola que mal cobria a bunda dela. Fuçando debaixo do edredom, ela se abriu espaço e deitou, colocando dois travesseiros debaixo das costas pra ficar quase sentada. Colocou um vídeo no celular, do lado viu o coelho de pelúcia, pegou, cheirou e segurou numa mão enquanto a outra descia por baixo até a virilha... não acreditei no que ia rolar.
Continua...
Próxima partehttp://m.poringa.net/posts/relatos/5478028/Flor-de-descubrimiento-Parte-5.html
Deixo o link da parte 3 caso tenham perdidohttp://m.poringa.net/posts/relatos/5467202/Flor-de-descubrimiento-Parte-3.htmlNão precisei entrar no banheiro pra ver como a Flor tava, porque ela já saiu secando o rosto lavado com uma toalha.
Nico - Tudo bem? Deixa eu adivinhar, primeira vez?
Flor - Idiota! Queria fazer algo especial pra você (rindo da própria inexperiência).
Nico - Tenho uma ideia, vamos pro quarto e eu faço algo especial pra você. Quer?
Flor - Claro (responde com a voz baixinha enquanto ainda secava as lágrimas).
Nico - Mas tenho uma condição.
Flor - Qual é?
Nico - Quero que você se despe devagar pra mim.
Ela sorriu, entendendo que o pedido era simples.
Flor queria ser tratada bem, queria se sentir especial, queria que as experiências sexuais fossem como as das amigas, mas não com vários caras porque não era da natureza dela. Ela queria um que, dentro da segurança da intimidade, fizesse ela viver uma experiência completa, já que quando se sentia segura com alguém, tava disposta a dar tudo.
Entrei no quarto e me deitei na cama (a câmera já devia ter mandado o aviso de detecção de pessoa pra Nadia).
Aí a Flor entrou, virando de costas bem na minha frente e na frente da câmera que captava ela da prateleira.
Começou a se abaixar devagar com os polegares no elástico da legging apertada que preenchia todas as cavidades dela e não deixava nada pra imaginação. Aos poucos, foi descendo até deixar no tornozelo, sem dobrar as pernas (bem no estilo stripper). Com a bunda de porcelana a centímetros do meu roito, pude ver a marquinha branca debaixo dos glúteos, que denunciava as sessões de cama solar, junto com a calcinha fio dental cinza, levemente molhada na parte que cobria a buceta dela (meu pau já vazio deu um pulo, como sinal de vida, e caiu de novo).
Ela começou a tirar o sutiã de academia, liberando os peitos da pressão que eles faziam, se virando pra mim e segurando eles bem pra cima, sem deixar eu ver. Eu esperei, sem piscar, o momento em que ela soltasse aqueles peitos lindos. pra conhecê-las e deixarem de ser só parte da minha imaginação. Com um gesto meio despretensioso, ela solta elas e elas caem quicando rápido, mas a rigidez delas logo as coloca no lugar. Umas tetas cônicas apontavam pra mim, com uns mamilos quase transparentes que coroavam elas delicadamente. Engoli a saliva acumulada debaixo da língua ao ver essas duas belezuras, meu pau deu outro pulo, mas dessa vez ficou mais ereto, sinal claro de que queria participar.
Flor — Tiro a calcinha? O que você vai fazer comigo se eu tirar?
Nico — Vou meter essa buceta linda na minha boca e chupar ela até anoitecer, mas primeiro vou cuidar das suas duas amigas que acabei de conhecer.
Dava pra perceber que quando eu falava essas coisas, ela ficava vermelha. Ela gostava, mas não tava acostumada a ouvir putaria nem a falar. Não era de falar muito no sexo, era mais de agir, mesmo com uns vacilos, uma certa inexperiência, ela queria fazer.
Ela desceu a calcinha devagar (dessa vez sem tanta teatralidade) e se aproximou de mim, se entregando pra eu cumprir o que prometi antes. A barriga dela ficou na altura do meu rosto, e eu dei um beijo de boca aberta nela, que arrancou um suspiro denunciando o fogo que a Flor carregava dentro. Subi devagar até chegar nos peitos dela, que apertei forte pelos lados, fazendo eles se encontrarem no meio. Saboreei os dois ao mesmo tempo e, com minha língua, percorri aqueles mamilos transparentes, onde dava pra ver um monte de veias rosadas por baixo. Apertei eles e percebi que a firmeza deles vencia a força das minhas mãos. Desisti deles e continuei subindo pelo pescoço dela, lambendo o queixo até encontrar a boca dela, que finalizei com um beijo molhado de língua.
Parei pra olhar o rosto dela, que me dominava, me desmontava e me deixava indefeso só de ver. Afastei uma mecha da franja castanha e me perdi naqueles olhos marrons que se mexiam procurando meu olhar perdido.
Flor — Tá aí? (me (volta à realidade)
Disfarçando pra não parecer vulnerável na frente da Flor e da nossa possível espectadora, pego ela com as duas mãos pelos glúteos e levanto no ar, meu pau completamente duro dentro da cueca parecia querer ajudar roçando na buceta nua dela. Deito ela na cama devagar, ocupando o espaço largo dela, e vou buscar um puff. Ela, sorrindo, tapa o rosto com um bichinho de pelúcia (sabia o que vinha pela frente). Exatamente como ela tinha feito comigo há pouco, me ajoelho no santuário da virilha dela. Ao me aproximar, sinto o cheiro residual de sabonete que ainda ficava no corpo dela e, com uma leve exalação, abro caminho com minha língua pra provar os lábios da buceta dela, ainda meio úmidos, brincando suavemente com eles por uns 10 minutos que soube levar pra não roubar um orgasmo dela e poder aproveitar a plenitude do sexo.
Ajeito melhor meus joelhos no puff e fico na altura certa pra poder penetrar ela. Consigo colocar a ponta do meu pau na entrada da buceta dela e fecho os olhos. Enquanto atravesso o umbral do sexo dela, imagino o enquadramento que a Nadia teria naquele momento.
O quarto dela visto da altura da prateleira, a cama coberta com um lençol rosa, a persiana quase toda aberta revelando a tarde no parque e a luz iluminando a cama, descobrindo no meio os atores principais: a amiga dela deitada com as pernas abertas, levemente dobradas nos joelhos, com um coelhinho de pelúcia entre os peitos duros e a cabeça jogada pra trás, recebendo a primeira estocada de um cara que até 4 dias atrás era um completo estranho.
O tesão de imaginar isso fez meu pau tremer espontaneamente, e o tremor se transmitiu na hora pro corpo da Flor, onde eu já tinha aberto caminho completamente e o ritmo do sexo começava a acelerar. Entre os peitos dela, peguei o pelúcia e, dando um beijinho nele, joguei pro lado (ela sorriu). Agora minhas mãos ocupavam o lugar do bichinho. E seus peitos duros balançavam (dessa vez com a ajuda das minhas investidas sexuais). Ela, de olhos fechados, mordia o lábio inferior com força, com o rosto virado para o lado. Foi aí que decidi envolvê-la e fazer com que ela dissesse suas primeiras falas no filme que estava sendo gravado lá de cima.
Nico - Tá gostando? Continuo? Se não gostar, eu paro.
Flor - Como não vou gostar? Vai um pouquinho mais forte (aproveitou minha pergunta pra pedir uma mudança no ritmo).
Eu tenho um defeito: quando transo, a primeira gozada é rápida (uns 10 minutos, em média), e essa gozada já tinha sido arrancada de mim minutos atrás no sofá. Mas a meu favor, devo dizer que a segunda gozada é interminável; em nenhuma relação consegui gozar mais de duas vezes.
O que aconteceria a seguir ia contra todas as minhas intenções com a Flor (que eram de ser carinhoso e delicado com ela, tanto no dia a dia quanto no sexo, porque no fundo eu gostava dela de verdade), mas o pedido dela pra ir mais forte e a plateia do outro lado da tela exigiam que eu soltasse um pouco da selvageria pra criar uma reputação que espero que me renda frutos no futuro.
Tirei minhas mãos dos peitos dela e as levei pros tornozelos, arqueando as pernas dela e expondo ela ao meu deleite completo, enquanto acelerava num ritmo cada vez mais frenético. A posição carnal em que estávamos dava uma visão linda pra todos os espectadores, de como meu pau esfomeado afundava na buceta molhada dela uma e outra vez, acelerando o passo. Sentia meu pau sendo apertado pelas contrações da buceta dela, que davam sinal de que ela ia gozar. As respirações ofegantes dela confirmavam. Naquele momento, parei e saí de dentro dela, deixando o orgasmo dela na porta. Ela me encara como se eu tivesse tirado o oxigênio dela.
Flor - Continua, vai (fala com a voz rouca).
Nico - O que você quer, isso? (apontando pro meu pau duro e brilhante)
Flor - É isso que eu quero.
Nico - Pede direito.
Flor - É isso que eu quero, por favor. Por favor, me dá.
Me enfiando de novo na buceta dela, não mais que 20 metidas no sexo dela resultaram num orgasmo sonoro da Flor, que com as mãos procurava algo pra abafar os gritos, mas pra azar dela não tinha nada ao alcance. Os gemidos dela foram desacelerando até virar um suspiro leve de recuperação.
Não deixei ela se recompor totalmente, peguei ela pela cintura e virei sobre um travesseiro cuidadosamente colocado, deixando exposta a rabeta dela, agora entregue aos meus caprichos.
Meu abdômen pedia trégua, parei pra ver a imagem na minha frente: Flor ajoelhada na cama com a barriga apoiada no travesseiro que servia de apoio, os peitos e o rosto acariciando o lençol da cama.
O barulho do puff se movendo alertou ela, e ela apertou o lençol com força. Aproximei meu rosto da buceta dela, o cheiro de sabonete misturado com sexo me prendeu, e comecei a lamber inteiramente aquela xota molhada (fazendo meu queixo participar da brincadeira) pra terminar lambendo o furinho anal fechado. Repeti com força várias vezes, comendo ela toda, da virilha até os glúteos só tinha água, o lençol na mão dela apertava cada vez mais forte. Levei ela a um êxtase contínuo que ainda tava vivo desde o orgasmo recente dela.
Minha chupada foi ficando mais lenta, já não pressionava o sexo dela, tinha virado uma lambida calmante que dava descanso ao corpo dela.
Levantei com a boca cheia de fluidos, precisava me limpar. Fiz isso, roubando a inocência do coelho de pelúcia, usei ele como babador. Meu corpo tava mais descansado, o da minha parceira também. Dava pra continuar.
Me levantei com o pau duro, não completamente, mas dava pra penetrar o corpo lubrificado dela. Me aproximei, as pernas dela deixaram de ficar relaxadas pra ficar rígidas numa posição defensiva, esperando a investida que meu pau ia dar segundos depois. Coloquei minhas mãos na cintura dela e meti com força, consegui ficar completamente duro e inteiramente dentro. dela, já que a lubrificação permitia, eu deslizava com facilidade, enquanto uma mão ainda estava na cintura dela, coloquei a outra nas costas dela. A submissão da Flor era total, só dava pra ouvir um gemido abafado vindo dela. Eu queria ela atenta, presente, comigo, então me aproximei do ouvido dela e falei: "você pediu mais forte". Peguei ela pelo cabelo, puxei de uma vez até bater meu peito nas costas dela, consegui prender ela pelos ombros, dava pra ver os peitos dela no vidro da janela, quicando pra cima e pra baixo. A imagem me dominou, sem fôlego falei no ouvido dela: "vou gozar". Extasiada, ela assentiu. Aquilo foi o suficiente pra mim, uma pressão na base do meu pau avisou que o último jato de sêmen no meu corpo escapava dentro da Flor, que gozou segundos depois como se tivesse me esperado.
A gente tava destruído, a única coisa que eu queria era ficar deitado, mas não queria mostrar fraqueza pra lente da câmera que apontava pra gente. Fui até a cozinha, mexi no disjuntor e cortei a luz (achei que era o jeito mais prático de desligar a câmera). A desculpa foi o copo d'água que eu trouxe na mão pra dar pra essa mina que tinha se entregado toda. Peguei uma toalha no caminho, pensei que ia servir.
Entro no quarto com a toalha e o copo d'água.
Nico - Gostosa, trouxe os víveres, mas acho que a luz caiu (me fazendo de desentendido).
Flor - Meu herói!
Imediatamente ela se ajeita tipo cestinha pra pegar o copo d'água enquanto cobre a buceta com a toalha.
Nico - Posso te pedir uma coisa? A gente deita uma horinha pelo menos?
Flor - Siiim! Posso deitar no teu peito e você faz carinho em mim?
Nos momentos depois do sexo, a gente percebe se quer ficar de verdade com alguém ou se quer sair correndo.
No meu caso, eu queria ficar, tava amarrado nela e não conseguia parar de olhar enquanto ela se deitava no meu peito, debaixo do meu braço direito, já se cobrindo com um edredom que tava nos pés da cama.
Tive a chance de conhecer ela melhor, não olhava Muita TV, ela preferia ouvir música, ia pra academia, adorava ir pra casa dela no fim de semana em Funes, mas sempre que ela tinha tempo, não tinha com quem ir (tapa na minha cara). As duas melhores amigas dela moravam no bairro dela, e com a Nadia eram amigas por causa dos pais e da faculdade que escolheram juntas.
Flor – Posso te pedir um favor?
Nico – Claro, gostosa, fala como posso ajudar (achando que ela ia pedir pra pegar alguma coisa).
Flor – Se um dia você não quiser mais me ver ou algo assim, me liga, a gente se encontra e você me conta o porquê, não suma do nada.
Nico – Sim, sim, beleza (respondi com o olhar perdido, pensando no filho da puta que machucou ela pra essa mina, que era um amor, estar me falando isso).
Flor – Ah, você falou tão convencido que já fico tranquila (com um tom de ironia).
Nico – Olha nos meus olhos porque vou te dizer uma vez: “eu sou do tipo que fica, não do tipo que vai embora”.
O telefone da Flor toca, eu alcanço pra ela, ela atende.
Flor – O que aconteceu, tá tudo bem? Por aqui tudo bem… sim, sim… por que você pergunta? O único problema é que a luz caiu e ainda continua sem, tá, bobinha, beijo.
Nico – Tudo certo?
Flor – Sim, tudo bem, era a Nadia e ela perguntou se tava tudo bem por aqui, ela disse que chega em meia hora.
Nico – Olha que horas são (a gente tinha passado quase 1 hora deitados), vou te ajudar a arrumar e vou embora.
Flor – Beleza, me leva a três quarteirões que deixei o carro pra lavar.
Ajeitamos a cama e enquanto ela juntava as coisas, levantei disfarçadamente o disjuntor da luz. Subimos na moto, chegamos no lava-rápido, ela me deu um beijo de despedida e eu peguei o caminho de casa de novo.
No caminho, fiquei viajando pensando na gostosa que é a Nadia, com certeza tava vendo ao vivo, a transmissão caiu e ela ligou pra ver o que tinha rolado, será que ficou com ciúme? Queria saber qual era a tara dela, era pela amiga, por mim ou porque só era uma fetichista, podia ser só uma brincadeira pra amiga dela. Aí pensei na possibilidade do vídeo viralizar, mas já tinha desativado a opção de backup na nuvem e os downloads remotos. Só dava pra fazer pelo apartamento, baixando um arquivo na rede de uns 18 GB ou tirando o cartão de memória e levando pra um PC. Se nenhuma dessas duas coisas rolasse, em uns 10 ou 15 dias o vídeo era sobrescrito. A única que podia copiar era a Nadia, e, mesmo tendo sempre a última tecnologia, percebi que ela não entendia porra nenhuma.
Cheguei em casa, fui tomar banho, e enquanto o cheiro de sexo escorria pelo ralo do meu chuveiro, recapitulei o quanto foi bom com a Flor. Sem dúvida, a *young lady* tinha entrado no Top 10 dos meus encontros sexuais.
Já deitado, quis ver o vídeo. Liguei o app da câmera e voltei no tempo, caindo bem no momento em que tava comendo a rabeta dela. Comecei a me tocar por cima da cueca. De repente, uma notificação da câmera: "pessoa detectada".
Quando coloquei a câmera ao vivo, vi a Nadia entrando com uma camisola que mal cobria a bunda dela. Fuçando debaixo do edredom, ela se abriu espaço e deitou, colocando dois travesseiros debaixo das costas pra ficar quase sentada. Colocou um vídeo no celular, do lado viu o coelho de pelúcia, pegou, cheirou e segurou numa mão enquanto a outra descia por baixo até a virilha... não acreditei no que ia rolar.
Continua...
Próxima partehttp://m.poringa.net/posts/relatos/5478028/Flor-de-descubrimiento-Parte-5.html
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