A novinha cresceu

Isso começou no último ano do ensino médio do meu enteado. As garotas já estavam virando todas umas gostosas e, como eu era o cara legal que dava conselhos, elas sempre vinham me contar alguma história ou me perguntar algo. E assim foram se formando, terminaram o colégio. Passaram as festas, voltaram das férias e um dia se reúnem na minha casa. Eu ouvia do meu quarto, os assuntos já não eram os mesmos do ano passado. Agora falavam de sexo, de "te faço isso, te faço aquilo", "você não aguenta", e por aí vai. A noite seguiu, eu adormeci e eles beberam tanto que acabaram todos largados na sala. Eu não ouvi nada, só dormia. De repente, sinto alguém me tocando. Abro os olhos e vejo uma das garotas usando só um fio-dental vermelho.

A primeira coisa que fiz foi olhar pra ela. Meu coração não parava de acelerar e meu pau estava quase explodindo. Em meio a tudo isso — que não durou mais que cinco segundos — perguntei: "Luciana, o que você está fazendo?"

L: "Oi, tio" (é como eles me chamam carinhosamente).
Y: "Que foi, Lu? Por que está assim, pelada?"
L: "Bebi demais e estou muito excitada depois de falar de sexo com os caras. E, pra ser sincera, não transaria com nenhum deles. Gosto de homens mais velhos, que sabem como fazer uma mulher gozar."
Y: "Mas, Lu, eu sou vinte anos mais velho que você."
L: "Não gostou? Não gosta dos meus peitos? Do fio-dental vermelho?"
Y: "Como não vou gostar? Você é linda."

Luciana é uma morena de olhos verdes, com uma cintura linda, barriga chapada, muito graciosa, com peitos naturais bem carnudos e uma bunda redonda como uma maçã. Sempre a olhei com cuidado — é daquelas garotas que gostam de se exibir, bem putinha, que deixa o pau latejando.

Nisso, Luciana se joga sobre meu peito e nos envolvemos num beijo profundo, nossas línguas se encontrando, indo e voltando. Imediatamente, enfiei a mão na sua bunda, agarrando aquelas nádegas redondas e apertando com força. Só se ouvia... os sons da saliva dos beijos e os gemidos dela de excitação. Comecei a beijar seu pescoço até chegar nos peitos. Era chegar ao paraíso. Agarrei os mamilos e a fiz gozar na hora. Meti dois dedos dentro da buceta, que era uma doçura depilada, rosa, LINDA. Comecei a fazer uma masturbação nela enquanto continuava chupando seus peitos. Luciana não aguentava mais a excitação, a ponto de seus gemidos virarem gritos. A fiz gozar de novo e aí sim deixei os peitos um pouco e me propus a chupá-la. Ela, com voz de putinha, me disse: "Tio, eu também quero chupar a sua", e meteu a mão dentro do boxer, começando uma masturbação. Minha pica já estava explodindo, muito grande. Em tamanho, é uma pica normal de 18 centímetros, mas é muito grossa, e a mão da Luciana não conseguia cobrir tudo.

Minha intenção era chupar aquela delícia divina, que já estava bem molhada e gozada. Desci, comecei a meter a língua nela e depois fui direto ao clitóris. Fiquei um tempão brincando com minha língua e seu clitóris, e ela gozou mais duas vezes. Agora era a minha vez, gata. Ela se jogou na minha pica e começou a chupar de um jeito impressionante.

E eu: "Ai, gata, que putinha do caralho, como você chupa, como você gosta de mamar!"

E ela: "Sim, tio, sua pica é linda, não cabe toda na minha boca, já quero ela dentro de mim."

Depois de um tempo me chupando de um jeito extraordinário, me levantei e a coloquei de quatro. Comecei a esfregar minha pica na sua buceta fechada. Não precisava de lubrificante, de tão molhada que ela estava, mas mesmo assim não foi fácil penetrar. Mesmo assim, ela pedia para eu enfiar, e com um empurrão entrei de uma vez, acompanhado por um grito de dor dela. Continuei bombando na buceta e a fiz gozar mais duas vezes. Avisei que estava prestes a gozar e perguntei onde ela queria.

Ela: "Tio, por favor, goza na minha boca, quero tomar todo seu leite quente."

Depois do que ela disse, automaticamente enfiei minha pica na boca dela e... enchi ela de porra e um pouco foi pra cara. Não conseguia acreditar que essa mina tinha engolido minha porra e ainda estava com a cara toda melada do meu sêmen. Ela foi se lavar enquanto eu caí na cama todo acabado. Luciana voltou e com um beijo me agradeceu por tê-la feito gozar tantas vezes e me pediu que, por favor, da próxima vez comesse seu cu pela primeira vez, que ela tinha se apaixonado pelo meu pau. Eu voltei a dormir com cara de criança no aniversário. Se quiser, continuamos essa história, porque depois ela começou a experimentar outros gostinhos. Comentários e pontos são bem-vindos.

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