Minha tia terminou de se vestir e saiu do quarto. Eu fiquei mais um tempinho com minha prima e, quando tava indo embora, ela me diz: Foi uma loucura o que a gente fez, fiquei muito tesuda. Sim – eu reconheci ele Acho que passou do ponto, é que quando eu fico com tesão… Sou igual a você – falei e beijei ela na boca.
Minha prima se afastou na hora. Não entendi o porquê. É que me parece uma loucura, faz dias que meu pai morreu. Isso é verdade – falei pra ela Acho muito pesado estar com a minha mãe do jeito que fiquei depois da morte do meu velho. Olha, eu tenho uma teoria de que quando alguém sente uma dor tão grande como vocês dois, o sexo é tipo uma distração que, nesse caso, cai bem. Mas… entre nós? Sim, bem, sei lá. Ainda assim, parece muito pra mim. É que somos uma família que, quando esquenta, perde a linha. Pode ser – ela me disse Dormi – falei pra ela e beijei a bochecha dela.
Saí e fui pro meu quarto. Deitei e dormi profundamente até o dia seguinte. Quando acordei, foi difícil processar o que tinha vivido na noite anterior. Minha mãe e minha tia. Minha prima, minha tia e eu. Era tudo surreal.
Desci as escadas e parecia que a Bárbara tava me esperando. Pode me acompanhar até um cantinho? Sim, pra onde? Quero ver uma coisa. Vou te contando no caminho.
Subimos na caminhonete e minha prima pediu pra eu não falar nada, mas a gente ia ver a Tamara e conferir se os caras do Marcelo tinham cumprido a promessa. Você é louca? Pediu pra darem uma surra de porrada na Tamara? Sim, tinha que fazer alguma coisa. Você é maluca… Não dava pra ficar de braços cruzados. Dá a volta e vamos pra sua casa – ordenei. Não, se quiser, baixa agora – ela me respondeu Não, Bárbara, não vou te deixar sozinha e também não vai dar pra você ir. Preciso ver com meus próprios olhos. Tenho uma ideia, volta pra tua casa. O que você tá pensando? Volta e eu te falo – falei pra acalmar ela.
Voltamos e eu disse que era loucura o que ela tava querendo fazer. Se a Tamara ou alguém do círculo íntimo dela ligasse ela ao que fizeram com a Tamara, ela ia acabar pagando bem caro. Me ofereci pra descobrir eu mesmo. Pedi o contato desse Marcelo e ela me deu.
Naquela mesma tarde, sem celular, sem carteira e só com uns trocados, fiquei andando pelo bairro da Tamara. Meio quarteirão adiante tinha uma banca, então comprei uma Coca Booty de litro e sentei na calçada pra beber entre a banca e a casa da suposta dedo-duro.
Não tinha passado nem meia hora, depois de mandar dois ou três que chegaram perguntando que eu não tinha grana nem nada, saiu uma mina muito parecida com a Tamara – achei que devia ser a irmã. Não me perguntem por quê, mas comecei a seguir ela.
Duas quadras adiante, ela cruzou com umas gurias e parou pra conversar. Não dava pra ouvir o que diziam, então resolvi passar por elas e parei como se fosse amarrar o cadarço. Quem bateu nela? Não sei, mas parece que foi tipo uma vingança. A sua irmã não dava pro chefe? Sim, mas mataram ele. Tua irmã se mete em cada enrascada…
Claramente a irmã da Tamara não sabia a história toda. O importante é que eu tinha conseguido a informação que precisava e podia ir acalmar minha prima.
Quando tava saindo do bairro, ouço uns passos atrás de mim que me ultrapassam, e a irmã da Tamara para na minha frente: Por que você me seguiu agora há pouco?
Eu olhei ela de cima a baixo e percebi que era mais gostosa e menos voluptuosa que a irmã dela. Porque você me atraiu, mas não tive coragem de falar nada pra você. Não acredito em você. Desculpa se te incomodei – falei pra ela Como é que eu sei se devo acreditar em você? — Como é que você se chama, eu perguntei? Brenda – ela me respondeu e piscou três vezes, sorrindo pra mim. Você é muito gostosa, Brenda – isso não pode ser mentira Já, vai fundo Me chamo Nicolás – e estendi a mão pra ela. Dá pra ver que você não é daqui, Nicolás. Não, sou de Buenos Aires – confessei a ela. E aí, o que cê tá fazendo por esse bairro? Não te falaram que é perigoso? Sim, por isso não trouxe celular nem carteira – falei rindo. Você faz bem. Te faço uma proposta: me acompanha umas quadras, você me protege porque te conhecem e de quebra não anda sozinha… Bem – ele disse e começamos a andar juntos Pra onde você vai? – eu quis perguntar pra ela Pra casa de um amigo Seu namorado? Não, é amigo amigo Ele é viado, né? De onde você tirou isso? Não dá pra ser seu amigo e não querer algo a mais… — falei e ela riu. Você me acha gostosa?" – Brenda já começava a dar em cima de mim e eu tava adorando.
Sabia que não tava num lugar seguro andando com essa mina, mas depois de alguns metros ela para e me fala: "meu amigo mora aqui. Bom, valeu pelo passeio Não vai me dizer por que me seguiu? Já te falei. Não acredito em você. É verdade, você é muito gostosa. Quer passar? Aqui? Na casa do teu amigo? Sim
Não hesitei, era minha chance de ficar perto da Brenda. A real é que a Brenda era uma gostosa. Muito patricinha, mas com a bunda e os peitos no ponto certo. Sem pensar duas vezes, bati na porta e o amigo dela abriu pra gente. Este é o Kevin, meu amigo – ela me apresentou.
Kevin tinha cabelo castanho e pele branca. O rosto era delicado e os olhos verdes. Tudo isso me fez chegar à conclusão de que tinha algo rolando entre ele e a Brenda. Eles eram mais que amigos. O que eu não conseguia entender era por que ela me levou pra casa do amigo dela. Ele é o Nicolás, tava me seguindo e não quer me falar por quê. — E você mete ele na minha casa? — perguntou Kevin. Não é perigoso Não, não sou perigoso – falei, olhando pro Kevin.
A Brenda começou a explicar que tinha ido na casa do amigo porque a irmã dela, a Tamara, tava insuportável. Uns caras tinham batido nela na rua, mas não roubaram nada. Era estranho. Bom – Kevin me encara – você vai contar por que tava seguindo a Brenda? Porque ela é muito gostosa. Isso eu já sei – respondeu ele Bom, é por isso – eu disse.
Brenda sentou num sofá do meu lado, bem perto. Ela me olhava intensamente, como se estivesse me analisando. Eu encarei ela de volta, mas ela não se intimidou. Uh, você agradou ela – disse Kevin.
Brenda acariciou meu rosto e olhou pro amigo dele. Me diz a verdade Kevin, o Nico não é gostoso? A verdade é que sim, mas acho perigoso você trazer um estranho pra minha casa. Parece bem gostosinho – fala Brenda e me dá um beijinho rápido na bochecha Juro que sou mó bonzinho – viro o rosto e dou um beijinho na boca dela. Ai! Olha que atrevido! Me deu um beijo na boca! – ela ri Uau, sim! Que sem noção! – agora o amigo dele dá uma risada. Vou ter que te castigar – diz Brenda E qual seria o castigo? – pergunto olhando pra ela a poucos centímetros da boca dela. Te amarrar e te castigar com o Kevin – ela disse e olhou pro amigo dela. É pra castigar ele um pouquinho" – disse Kevin
Naquele momento, percebi que estava entrando num jogo perigoso. Tava com dois desconhecidos, num bairro totalmente novo pra mim e sem jeito de falar com ninguém. Pra piorar, a situação tava me excitando e eu não conseguia segurar a vontade de ficar com a Brenda, mas e o amigo dela? Será que era bi? Ou gay como eu imaginava? Fato é que resolvi encarar a parada.
Acho que aguento esse castigo, pensei. Quando olhei na direção do Kevin, vi que ele tava me encarando de cima a baixo, parando no meu volume mais de um segundo.
Aí me joguei, segurei o rosto da Brenda com as duas mãos e falei: Se for me castigar, que seja por algo melhor, tipo isso…
Beijei ela longa e profundamente. Ela se grudou em mim com a boca e com o corpo. Meus braços se fecharam em volta dela e nossas línguas dançaram uma dança erótica e safada. Apertei ela mais contra mim e ela me abraçou com mais força. Ela beijava de um jeito foda. Muita língua e saliva. Ela se mexia devagar, mas com decisão, como se soubesse muito bem o que queria e como queria. Ayyyy, que beijo gostoso que você me deu! – disse Brenda. Sim? Gostou? – perguntei Muito. Kevin! Você não tem ideia de como o Nico beija! – disse ela pro amigo.
Essa frase ficou pairando no ar e me deixou meio perturbado. Qual é o nível de amizade de vocês com o Kevin? – quis saber Tão amigos que não escondemos nada um do outro – disse o amigo.
Brenda me beijou de novo com paixão e agarrou minha bunda, acariciando com desejo. Eu fiz o mesmo com a dela e, ali parados como estávamos, sentimos duas mãos a mais nos acariciando. Era o Kevin, que se virou de lado e acariciou nossas costas.
Eu já estava no jogo e decidido a jogar. Nunca tinha estado num trio com um homem, então não sabia como ia rolar, mas a excitação me ajudava a não hesitar.
Continuei beijando a Brenda enquanto sentia na minha bochecha o hálito quente do Kevin. Brenda se soltou de mim e virou a cabeça para beijar o amigo. Eles se agarraram num beijo em que abriam bem a boca, e eu podia ver as línguas deles brincando e se roçando. Isso me excitou de um jeito do caralho, a ponto de não hesitar quando o Kevin se separou dela e me ofereceu a boca.
Nunca tinha beijado um homem na boca, mas aquilo me pareceu a coisa mais erótica do mundo. A boca quente e carnuda dele. A língua ávida e molhada. As mãos fortes e cheias de veias.
Brenda acariciou a cabeça de nós dois e nos beijou alternadamente enquanto a gente começava a despir ela entre os dois.
Era o Kevin quem tinha outros planos. Vamos tirar a roupa do Nico primeiro! – disse pra amiga dela. Ah, sim!
Os dois começaram a me despir e fiquei surpreso — ou nem tanto — quando os dois se ajoelharam assim que baixaram minha calça até os tornozelos. Foi o Kevin quem tirou meus tênis e me ajudou a tirar toda a roupa.
Minha pica estava bem dura e quente. Não consegui resistir quando vi a Brenda enfiar minha pica na boca e me olhar de baixo. O Kevin também me olhava com a cara sorridente e cheia de tesão. Parei pra reparar no formato dos lábios do Kevin e vi que era muito parecido com o da Brenda e até com o da Tamara. Os olhos eram cor de mel e o sorriso dele parecia me convidar a deixar o garoto me chupar.
A Brenda deu umas boas chupadas e me olhou nos olhos tirando minha pica da boca. Pode me ajudar, Kevin, a chupar sua pica?
Não hesitei e acariciei a cabeça do amigo da Brenda e falei:
— Claro
A boca do garoto se abriu e ele começou a chupar meu pau. Era uma sensação completamente nova ver um homem com meu pau na boca.
Agora o garoto chupava a cabeça do meu pau enquanto Brenda passava a língua no tronco e descia até as bolas. Foi lindo quando Kevin levantou meu pau com a mão e os dois chuparam minhas bolas juntos, um cada um.
Em questão de segundos, estávamos os três completamente nus no quarto do Kevin.
Era um quarto sem muita pretensão, mas limpo o suficiente pra eu me sentir à vontade. Foi estranho ver o Kevin pelado. O pau dele era bonito e um pouco menor que o meu. Tinha a cabeça vermelha intensa e umas veias grossas atravessando ele. Brenda se ajoelhou no chão e começou a chupar o pau dos dois ao mesmo tempo. Kevin aproveitou pra me beijar de novo na boca. Eu não recusei antes, não ia recusar agora.
O que aconteceu depois merece ser contado com todos os detalhes do mundo. Brenda pediu pra gente comer ela entre os dois. Não hesitamos. Ela me fez sentar e enfiou meu pau na buceta dela. Começou a cavalgar em mim enquanto me beijava. Kevin se ajoelhou do meu lado e colocou o pau dele perto da minha cara. Não sabia o que fazer, até que Brenda me beijou na boca e depois enfiou o pau do amigo dela na boca dela. Tirou e me beijou de novo. Fez isso várias vezes. Dava pra sentir o gosto do pau do Kevin na boca da Brenda. Não sei quando nem como, mas o fato é que me vi chupando o pau do Kevin junto com a Brenda.
Depois de um tempo, Brenda pede pra eu comer ela de papai e mamãe. Tenho que admitir que me incomodava um pouco ficar com o cu exposto na frente do Kevin, mas o desejo falou mais alto e me joguei em cima da Brenda, comendo ela com desespero.
Enquanto eu comia a Brenda igual um desesperado, sinto alguém abrindo meu cu com as duas mãos, era o Kevin. Senti a boca dele no meu cu e o calor que saía dela me deixou louco de prazer. Depois de um tempo, ele começou a chupar minha buceta e meter um dedo. Eu vibrava de prazer.
Brenda, nessa altura, tava gozando entre gritos e uivos que eu achava que iam chamar o bairro inteiro. Por uns segundos, parei de sentir a boca do Kevin. Meu cu tava molhado, achava que era da saliva do Kevin. Quando virei a cabeça, vi o amigo da Brenda colocando uma camisinha.
Me deixei levar. Senti a pica do Kevin quente entrando devagar no meu cu e não falei nada, só consegui beijar a Brenda, que sussurrou me perguntando:
— Ele tá te comendo? Siiiiim Tá gostando da minha pica?" – Kevin me pergunta por trás. Siiiiii, não para – falei com um pouco de dor, mas com muito mais prazer Vou gozar de volta - disse Brenda E eu no teu cu – o Kevin me disse Agghhhhh e eu na sua buceta, Brenda – falei e beijei ela
Foi nesse momento, quando eu tava gozando, que o Kevin enfiou o pau inteiro no meu cu, me causando uma dor insuportável. Não sei em que momento aquele pau tinha crescido pra me fazer sentir tanta dor. Ahhhhhh ayyyyyyyy você tá me matando! – eu falei pra ele Aguenta aí – ela me dizia Por favor, tira ela que tá doendo muito – pedi.
Kevin parecia não me ouvir e me comeu com desespero, cada vez me causando mais dor. Parece que tinha perdido a lubrificação e agora o prazer tinha virado pura e dura dor. Por favor, tira ela pra fora – pedi pra ela.
Nisso, sinto a Brenda me dizendo. Isso é por me seguir e bater na minha irmã. Meu irmão arrebentou teu cu. Como é que tá o teu irmão? Sim, fiz você acreditar que ele era meu amigo, mas é meu irmão. Não, eu não tenho nada a ver com a parada da sua irmã Tamara. Nunca falei o nome, como é que você sabe, então? É que eu… Não se faz de otário – ela me disse, segurando meu rosto com as duas mãos e mordendo meu lábio.
Nunca soube como nem por que essa mina desconfiou de mim, mas a verdade é que nunca tinha sofrido uma vingança tão doce e amarga ao mesmo tempo. Volta pra tua casa e para de encher o saco da minha irmã – me avisou Sim, sim – falei, xingando o momento em que me deu na telha ajudar minha prima. Na próxima, não vou só arrebentar sua buceta, vou te matar – o Kevin me disse Agora toma elas – fechou Brenda
Voltei pra casa da minha prima Bárbara sentindo um ardor na bunda enquanto caminhava. Tinha escapado por um triz de ser morto ou de algo pior, devia estar grato.
Por sorte, minha mãe, minha tia e minha prima estavam me esperando e, quando minha mãe me viu chegar, perguntou o que tinha acontecido. Elas estavam preocupadas porque eu não voltava.
Quando cruzei a porta, as três correram pra me abraçar.
Talvez continue…
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@hotmail.comO no Telegram @reybaco2005
Minha prima se afastou na hora. Não entendi o porquê. É que me parece uma loucura, faz dias que meu pai morreu. Isso é verdade – falei pra ela Acho muito pesado estar com a minha mãe do jeito que fiquei depois da morte do meu velho. Olha, eu tenho uma teoria de que quando alguém sente uma dor tão grande como vocês dois, o sexo é tipo uma distração que, nesse caso, cai bem. Mas… entre nós? Sim, bem, sei lá. Ainda assim, parece muito pra mim. É que somos uma família que, quando esquenta, perde a linha. Pode ser – ela me disse Dormi – falei pra ela e beijei a bochecha dela.
Saí e fui pro meu quarto. Deitei e dormi profundamente até o dia seguinte. Quando acordei, foi difícil processar o que tinha vivido na noite anterior. Minha mãe e minha tia. Minha prima, minha tia e eu. Era tudo surreal.
Desci as escadas e parecia que a Bárbara tava me esperando. Pode me acompanhar até um cantinho? Sim, pra onde? Quero ver uma coisa. Vou te contando no caminho.
Subimos na caminhonete e minha prima pediu pra eu não falar nada, mas a gente ia ver a Tamara e conferir se os caras do Marcelo tinham cumprido a promessa. Você é louca? Pediu pra darem uma surra de porrada na Tamara? Sim, tinha que fazer alguma coisa. Você é maluca… Não dava pra ficar de braços cruzados. Dá a volta e vamos pra sua casa – ordenei. Não, se quiser, baixa agora – ela me respondeu Não, Bárbara, não vou te deixar sozinha e também não vai dar pra você ir. Preciso ver com meus próprios olhos. Tenho uma ideia, volta pra tua casa. O que você tá pensando? Volta e eu te falo – falei pra acalmar ela.
Voltamos e eu disse que era loucura o que ela tava querendo fazer. Se a Tamara ou alguém do círculo íntimo dela ligasse ela ao que fizeram com a Tamara, ela ia acabar pagando bem caro. Me ofereci pra descobrir eu mesmo. Pedi o contato desse Marcelo e ela me deu.
Naquela mesma tarde, sem celular, sem carteira e só com uns trocados, fiquei andando pelo bairro da Tamara. Meio quarteirão adiante tinha uma banca, então comprei uma Coca Booty de litro e sentei na calçada pra beber entre a banca e a casa da suposta dedo-duro.
Não tinha passado nem meia hora, depois de mandar dois ou três que chegaram perguntando que eu não tinha grana nem nada, saiu uma mina muito parecida com a Tamara – achei que devia ser a irmã. Não me perguntem por quê, mas comecei a seguir ela.
Duas quadras adiante, ela cruzou com umas gurias e parou pra conversar. Não dava pra ouvir o que diziam, então resolvi passar por elas e parei como se fosse amarrar o cadarço. Quem bateu nela? Não sei, mas parece que foi tipo uma vingança. A sua irmã não dava pro chefe? Sim, mas mataram ele. Tua irmã se mete em cada enrascada…
Claramente a irmã da Tamara não sabia a história toda. O importante é que eu tinha conseguido a informação que precisava e podia ir acalmar minha prima.
Quando tava saindo do bairro, ouço uns passos atrás de mim que me ultrapassam, e a irmã da Tamara para na minha frente: Por que você me seguiu agora há pouco?
Eu olhei ela de cima a baixo e percebi que era mais gostosa e menos voluptuosa que a irmã dela. Porque você me atraiu, mas não tive coragem de falar nada pra você. Não acredito em você. Desculpa se te incomodei – falei pra ela Como é que eu sei se devo acreditar em você? — Como é que você se chama, eu perguntei? Brenda – ela me respondeu e piscou três vezes, sorrindo pra mim. Você é muito gostosa, Brenda – isso não pode ser mentira Já, vai fundo Me chamo Nicolás – e estendi a mão pra ela. Dá pra ver que você não é daqui, Nicolás. Não, sou de Buenos Aires – confessei a ela. E aí, o que cê tá fazendo por esse bairro? Não te falaram que é perigoso? Sim, por isso não trouxe celular nem carteira – falei rindo. Você faz bem. Te faço uma proposta: me acompanha umas quadras, você me protege porque te conhecem e de quebra não anda sozinha… Bem – ele disse e começamos a andar juntos Pra onde você vai? – eu quis perguntar pra ela Pra casa de um amigo Seu namorado? Não, é amigo amigo Ele é viado, né? De onde você tirou isso? Não dá pra ser seu amigo e não querer algo a mais… — falei e ela riu. Você me acha gostosa?" – Brenda já começava a dar em cima de mim e eu tava adorando.
Sabia que não tava num lugar seguro andando com essa mina, mas depois de alguns metros ela para e me fala: "meu amigo mora aqui. Bom, valeu pelo passeio Não vai me dizer por que me seguiu? Já te falei. Não acredito em você. É verdade, você é muito gostosa. Quer passar? Aqui? Na casa do teu amigo? Sim
Não hesitei, era minha chance de ficar perto da Brenda. A real é que a Brenda era uma gostosa. Muito patricinha, mas com a bunda e os peitos no ponto certo. Sem pensar duas vezes, bati na porta e o amigo dela abriu pra gente. Este é o Kevin, meu amigo – ela me apresentou.
Kevin tinha cabelo castanho e pele branca. O rosto era delicado e os olhos verdes. Tudo isso me fez chegar à conclusão de que tinha algo rolando entre ele e a Brenda. Eles eram mais que amigos. O que eu não conseguia entender era por que ela me levou pra casa do amigo dela. Ele é o Nicolás, tava me seguindo e não quer me falar por quê. — E você mete ele na minha casa? — perguntou Kevin. Não é perigoso Não, não sou perigoso – falei, olhando pro Kevin.
A Brenda começou a explicar que tinha ido na casa do amigo porque a irmã dela, a Tamara, tava insuportável. Uns caras tinham batido nela na rua, mas não roubaram nada. Era estranho. Bom – Kevin me encara – você vai contar por que tava seguindo a Brenda? Porque ela é muito gostosa. Isso eu já sei – respondeu ele Bom, é por isso – eu disse.
Brenda sentou num sofá do meu lado, bem perto. Ela me olhava intensamente, como se estivesse me analisando. Eu encarei ela de volta, mas ela não se intimidou. Uh, você agradou ela – disse Kevin.
Brenda acariciou meu rosto e olhou pro amigo dele. Me diz a verdade Kevin, o Nico não é gostoso? A verdade é que sim, mas acho perigoso você trazer um estranho pra minha casa. Parece bem gostosinho – fala Brenda e me dá um beijinho rápido na bochecha Juro que sou mó bonzinho – viro o rosto e dou um beijinho na boca dela. Ai! Olha que atrevido! Me deu um beijo na boca! – ela ri Uau, sim! Que sem noção! – agora o amigo dele dá uma risada. Vou ter que te castigar – diz Brenda E qual seria o castigo? – pergunto olhando pra ela a poucos centímetros da boca dela. Te amarrar e te castigar com o Kevin – ela disse e olhou pro amigo dela. É pra castigar ele um pouquinho" – disse Kevin
Naquele momento, percebi que estava entrando num jogo perigoso. Tava com dois desconhecidos, num bairro totalmente novo pra mim e sem jeito de falar com ninguém. Pra piorar, a situação tava me excitando e eu não conseguia segurar a vontade de ficar com a Brenda, mas e o amigo dela? Será que era bi? Ou gay como eu imaginava? Fato é que resolvi encarar a parada.
Acho que aguento esse castigo, pensei. Quando olhei na direção do Kevin, vi que ele tava me encarando de cima a baixo, parando no meu volume mais de um segundo.
Aí me joguei, segurei o rosto da Brenda com as duas mãos e falei: Se for me castigar, que seja por algo melhor, tipo isso…
Beijei ela longa e profundamente. Ela se grudou em mim com a boca e com o corpo. Meus braços se fecharam em volta dela e nossas línguas dançaram uma dança erótica e safada. Apertei ela mais contra mim e ela me abraçou com mais força. Ela beijava de um jeito foda. Muita língua e saliva. Ela se mexia devagar, mas com decisão, como se soubesse muito bem o que queria e como queria. Ayyyy, que beijo gostoso que você me deu! – disse Brenda. Sim? Gostou? – perguntei Muito. Kevin! Você não tem ideia de como o Nico beija! – disse ela pro amigo.
Essa frase ficou pairando no ar e me deixou meio perturbado. Qual é o nível de amizade de vocês com o Kevin? – quis saber Tão amigos que não escondemos nada um do outro – disse o amigo.
Brenda me beijou de novo com paixão e agarrou minha bunda, acariciando com desejo. Eu fiz o mesmo com a dela e, ali parados como estávamos, sentimos duas mãos a mais nos acariciando. Era o Kevin, que se virou de lado e acariciou nossas costas.
Eu já estava no jogo e decidido a jogar. Nunca tinha estado num trio com um homem, então não sabia como ia rolar, mas a excitação me ajudava a não hesitar.
Continuei beijando a Brenda enquanto sentia na minha bochecha o hálito quente do Kevin. Brenda se soltou de mim e virou a cabeça para beijar o amigo. Eles se agarraram num beijo em que abriam bem a boca, e eu podia ver as línguas deles brincando e se roçando. Isso me excitou de um jeito do caralho, a ponto de não hesitar quando o Kevin se separou dela e me ofereceu a boca.
Nunca tinha beijado um homem na boca, mas aquilo me pareceu a coisa mais erótica do mundo. A boca quente e carnuda dele. A língua ávida e molhada. As mãos fortes e cheias de veias.
Brenda acariciou a cabeça de nós dois e nos beijou alternadamente enquanto a gente começava a despir ela entre os dois.
Era o Kevin quem tinha outros planos. Vamos tirar a roupa do Nico primeiro! – disse pra amiga dela. Ah, sim!
Os dois começaram a me despir e fiquei surpreso — ou nem tanto — quando os dois se ajoelharam assim que baixaram minha calça até os tornozelos. Foi o Kevin quem tirou meus tênis e me ajudou a tirar toda a roupa.
Minha pica estava bem dura e quente. Não consegui resistir quando vi a Brenda enfiar minha pica na boca e me olhar de baixo. O Kevin também me olhava com a cara sorridente e cheia de tesão. Parei pra reparar no formato dos lábios do Kevin e vi que era muito parecido com o da Brenda e até com o da Tamara. Os olhos eram cor de mel e o sorriso dele parecia me convidar a deixar o garoto me chupar.
A Brenda deu umas boas chupadas e me olhou nos olhos tirando minha pica da boca. Pode me ajudar, Kevin, a chupar sua pica?
Não hesitei e acariciei a cabeça do amigo da Brenda e falei:
— Claro
A boca do garoto se abriu e ele começou a chupar meu pau. Era uma sensação completamente nova ver um homem com meu pau na boca.
Agora o garoto chupava a cabeça do meu pau enquanto Brenda passava a língua no tronco e descia até as bolas. Foi lindo quando Kevin levantou meu pau com a mão e os dois chuparam minhas bolas juntos, um cada um.
Em questão de segundos, estávamos os três completamente nus no quarto do Kevin.
Era um quarto sem muita pretensão, mas limpo o suficiente pra eu me sentir à vontade. Foi estranho ver o Kevin pelado. O pau dele era bonito e um pouco menor que o meu. Tinha a cabeça vermelha intensa e umas veias grossas atravessando ele. Brenda se ajoelhou no chão e começou a chupar o pau dos dois ao mesmo tempo. Kevin aproveitou pra me beijar de novo na boca. Eu não recusei antes, não ia recusar agora.
O que aconteceu depois merece ser contado com todos os detalhes do mundo. Brenda pediu pra gente comer ela entre os dois. Não hesitamos. Ela me fez sentar e enfiou meu pau na buceta dela. Começou a cavalgar em mim enquanto me beijava. Kevin se ajoelhou do meu lado e colocou o pau dele perto da minha cara. Não sabia o que fazer, até que Brenda me beijou na boca e depois enfiou o pau do amigo dela na boca dela. Tirou e me beijou de novo. Fez isso várias vezes. Dava pra sentir o gosto do pau do Kevin na boca da Brenda. Não sei quando nem como, mas o fato é que me vi chupando o pau do Kevin junto com a Brenda.
Depois de um tempo, Brenda pede pra eu comer ela de papai e mamãe. Tenho que admitir que me incomodava um pouco ficar com o cu exposto na frente do Kevin, mas o desejo falou mais alto e me joguei em cima da Brenda, comendo ela com desespero.
Enquanto eu comia a Brenda igual um desesperado, sinto alguém abrindo meu cu com as duas mãos, era o Kevin. Senti a boca dele no meu cu e o calor que saía dela me deixou louco de prazer. Depois de um tempo, ele começou a chupar minha buceta e meter um dedo. Eu vibrava de prazer.
Brenda, nessa altura, tava gozando entre gritos e uivos que eu achava que iam chamar o bairro inteiro. Por uns segundos, parei de sentir a boca do Kevin. Meu cu tava molhado, achava que era da saliva do Kevin. Quando virei a cabeça, vi o amigo da Brenda colocando uma camisinha.
Me deixei levar. Senti a pica do Kevin quente entrando devagar no meu cu e não falei nada, só consegui beijar a Brenda, que sussurrou me perguntando:
— Ele tá te comendo? Siiiiim Tá gostando da minha pica?" – Kevin me pergunta por trás. Siiiiii, não para – falei com um pouco de dor, mas com muito mais prazer Vou gozar de volta - disse Brenda E eu no teu cu – o Kevin me disse Agghhhhh e eu na sua buceta, Brenda – falei e beijei ela
Foi nesse momento, quando eu tava gozando, que o Kevin enfiou o pau inteiro no meu cu, me causando uma dor insuportável. Não sei em que momento aquele pau tinha crescido pra me fazer sentir tanta dor. Ahhhhhh ayyyyyyyy você tá me matando! – eu falei pra ele Aguenta aí – ela me dizia Por favor, tira ela que tá doendo muito – pedi.
Kevin parecia não me ouvir e me comeu com desespero, cada vez me causando mais dor. Parece que tinha perdido a lubrificação e agora o prazer tinha virado pura e dura dor. Por favor, tira ela pra fora – pedi pra ela.
Nisso, sinto a Brenda me dizendo. Isso é por me seguir e bater na minha irmã. Meu irmão arrebentou teu cu. Como é que tá o teu irmão? Sim, fiz você acreditar que ele era meu amigo, mas é meu irmão. Não, eu não tenho nada a ver com a parada da sua irmã Tamara. Nunca falei o nome, como é que você sabe, então? É que eu… Não se faz de otário – ela me disse, segurando meu rosto com as duas mãos e mordendo meu lábio.
Nunca soube como nem por que essa mina desconfiou de mim, mas a verdade é que nunca tinha sofrido uma vingança tão doce e amarga ao mesmo tempo. Volta pra tua casa e para de encher o saco da minha irmã – me avisou Sim, sim – falei, xingando o momento em que me deu na telha ajudar minha prima. Na próxima, não vou só arrebentar sua buceta, vou te matar – o Kevin me disse Agora toma elas – fechou Brenda
Voltei pra casa da minha prima Bárbara sentindo um ardor na bunda enquanto caminhava. Tinha escapado por um triz de ser morto ou de algo pior, devia estar grato.
Por sorte, minha mãe, minha tia e minha prima estavam me esperando e, quando minha mãe me viu chegar, perguntou o que tinha acontecido. Elas estavam preocupadas porque eu não voltava.
Quando cruzei a porta, as três correram pra me abraçar.
Talvez continue…
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