Essa é a história da minha mãe, uma puta que comia qualquer pau que desse tesão nela.
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Minha mãe se chama Clero, é uma mulher bem gostosa, tem uns peitos bons, não muito grandes, tamanho médio, uma bunda enorme, tem 1,67m, é branca e tem cabelo preto. É mãe de três filhos e casada.
Tudo começou alguns anos depois que eles se mudaram da casa da minha tia, a irmã do meu pai, porque rolou um monte de briga por causa de uns boatos que surgiram sobre a minha mãe, Clero. Supostamente, ela tava traindo o marido com uns negros drogados da esquina que cantavam ela quando ela ia na venda. Os boatos diziam que um deles arrombava a buceta dela sempre que podia, e que ela tinha engravidado de mim por causa disso, então minha tia duvidava que eu fosse filho do meu pai (coisa que ela errou, porque eu acabei sendo filho do marido dela, ou seja, do meu pai, mas mais pra frente aconteceu de novo e, bom, não vou dar spoiler). Mas eram só boatos, né?
Rumores supostamente


. . . Bom, era o ano de 2007. Meu pai trabalhava num supermercado, oito horas por dia, mas ficava fora de casa umas 12 ou 13 horas porque o trampo dele era longe pra caralho. Então ele saía pra trabalhar às 5 da manhã e voltava lá pelas 9 ou 10 da noite. Naquela época, eles só tinham dois filhos: meu irmão mais velho, de 10 anos, e eu, de 4. Tudo ia bem, ela cuidava dos serviços de casa, os filhos iam pra escola e o marido trabalhava o dia todo. Tinha um moleque que morava na casa ao lado, era filho da vizinha. O nome dele era Yorbin. Esse cara era um maconheiro de uns 16 anos, viciado em pornô. A aparência dele era moreno, cara de malandro, magrelo e media uns 1,80 mais ou menos.
Isso é foda pra caralho.
Bom, meu pai tinha uma certa raiva do Yorbin porque ele passava o tempo com outro amigo na esquina em frente da casa onde a gente morava. Ele ficava fumando droga lá desde a noite até de madrugada. Além disso, o Yorbin tava com tanta vontade de pegar a Clero que não se aguentava, e ainda soltava uns elogios, flertava com ela e falava umas coisas bem safadas, tipo que queria colocá-la de quatro, que a bunda dela era uma delícia e essas coisas. Supostamente, ela ficava brava, ignorava ele e reclamou várias vezes.
Um dia, minha mãe gostosa, tava fazendo a rotina dela de regar e limpar o quintal, tinha que se abaixar pra jogar água nas plantas, aí eu via a buceta dela muito, tava sozinha, já que a gente tava na escola.
Yorbin, o maconheiro, tava na casa da frente onde a irmã dele morava, quando percebeu que a Clero tava mostrando a buceta. Ele parou na frente da casa pra ver melhor, e ela continuou fazendo o que tava fazendo enquanto mostrava e rebolava a raba. Yorbin ficava olhando tudo da frente.
Yorbin se aproxima de onde a Clero tá passando, saboreando enquanto olha pra bunda dela. Clero percebe e:
- Clero: Porco de merda, cê tá olhando o quê?
- Yorbin: Olhando o que vou comer daqui a pouco, sua puta.
- Clero: Que porra é essa, cadê o respeito? Sou mais velha que você, talvez não muito, mas sou sim. Então me respeita, se não quiser que eu vá reclamar pra sua mãe.
- Yorbin: Cala a boca, puta. Cê só gosta de mostrar essa bunda, tão faminta de pica que cê tá.
Enquanto Yorbin falava isso, ele segurava a pica que marcava na calça. Clero ficou surpresa com tanta insolência, então mandou ele vazar e deixar ela em paz, ou ia contar pro marido.
- Clero: Some daqui antes que isso vire um problema maior e eu conte pro meu marido, seu grosso.
- Yorbin: Grande que tá essa pica que vou te fazer chupar, seu chefe de merda. Tô indo, mas sei bem que cê é uma puta promíscua.
Yorbin vai pra casa dele e Clero continua com as coisas dela. De noite, Clero precisa sair pra comprar umas paradas na venda da esquina. Ela tava vestindo um mini short e uma camiseta tipo top. Mas quando vai no caminho, começa a ouvir assobio e putaria.
Clero para e se aproxima do cara que tá falando essas coisas, mas pra surpresa de ninguém, era o Yorbin.
— Clero: De novo você? Qual é o seu problema, tá doido? Vou chamar a polícia se continuar com isso.
— Yorbin: Dá pra ver que veio me provocar, sua puta. Tá com tanta vontade de pular no meu pauzão?
— Clero: Hahaha, no teu sonho, seu malandro drogado. Tenho dois filhos e um marido incrível, não preciso de nada de um marginal igual você. O mais certo é a polícia te matar um desses dias.
Clero tava parada na frente dele, bem perto da cara dele.
yorbin estende as mãos e começa a agarrar a bunda dela e a apalpar ela.
Clero, com a cara cheia de prazer, empurra ele e fala
Clero: Qual é, seu doente, o que você acha que tá fazendo?
-Yorbin: Como você gosta, putinha, tá na sua cara. Fica tranquila, eu sei que você só tá se fazendo de difícil.
Clero: Vou embora, me deixa em paz.
-Yorbin fica pensando com um sorriso no rosto, boa bunda a puta da mãe. Puta que esquenta a pica, como vou arrebentar essa buceta assim que tiver chance.
Continua...
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Minha mãe se chama Clero, é uma mulher bem gostosa, tem uns peitos bons, não muito grandes, tamanho médio, uma bunda enorme, tem 1,67m, é branca e tem cabelo preto. É mãe de três filhos e casada.
Tudo começou alguns anos depois que eles se mudaram da casa da minha tia, a irmã do meu pai, porque rolou um monte de briga por causa de uns boatos que surgiram sobre a minha mãe, Clero. Supostamente, ela tava traindo o marido com uns negros drogados da esquina que cantavam ela quando ela ia na venda. Os boatos diziam que um deles arrombava a buceta dela sempre que podia, e que ela tinha engravidado de mim por causa disso, então minha tia duvidava que eu fosse filho do meu pai (coisa que ela errou, porque eu acabei sendo filho do marido dela, ou seja, do meu pai, mas mais pra frente aconteceu de novo e, bom, não vou dar spoiler). Mas eram só boatos, né?
Rumores supostamente


. . . Bom, era o ano de 2007. Meu pai trabalhava num supermercado, oito horas por dia, mas ficava fora de casa umas 12 ou 13 horas porque o trampo dele era longe pra caralho. Então ele saía pra trabalhar às 5 da manhã e voltava lá pelas 9 ou 10 da noite. Naquela época, eles só tinham dois filhos: meu irmão mais velho, de 10 anos, e eu, de 4. Tudo ia bem, ela cuidava dos serviços de casa, os filhos iam pra escola e o marido trabalhava o dia todo. Tinha um moleque que morava na casa ao lado, era filho da vizinha. O nome dele era Yorbin. Esse cara era um maconheiro de uns 16 anos, viciado em pornô. A aparência dele era moreno, cara de malandro, magrelo e media uns 1,80 mais ou menos.
Isso é foda pra caralho.
Bom, meu pai tinha uma certa raiva do Yorbin porque ele passava o tempo com outro amigo na esquina em frente da casa onde a gente morava. Ele ficava fumando droga lá desde a noite até de madrugada. Além disso, o Yorbin tava com tanta vontade de pegar a Clero que não se aguentava, e ainda soltava uns elogios, flertava com ela e falava umas coisas bem safadas, tipo que queria colocá-la de quatro, que a bunda dela era uma delícia e essas coisas. Supostamente, ela ficava brava, ignorava ele e reclamou várias vezes.
Um dia, minha mãe gostosa, tava fazendo a rotina dela de regar e limpar o quintal, tinha que se abaixar pra jogar água nas plantas, aí eu via a buceta dela muito, tava sozinha, já que a gente tava na escola.
Yorbin, o maconheiro, tava na casa da frente onde a irmã dele morava, quando percebeu que a Clero tava mostrando a buceta. Ele parou na frente da casa pra ver melhor, e ela continuou fazendo o que tava fazendo enquanto mostrava e rebolava a raba. Yorbin ficava olhando tudo da frente.
Yorbin se aproxima de onde a Clero tá passando, saboreando enquanto olha pra bunda dela. Clero percebe e:- Clero: Porco de merda, cê tá olhando o quê?
- Yorbin: Olhando o que vou comer daqui a pouco, sua puta.
- Clero: Que porra é essa, cadê o respeito? Sou mais velha que você, talvez não muito, mas sou sim. Então me respeita, se não quiser que eu vá reclamar pra sua mãe.
- Yorbin: Cala a boca, puta. Cê só gosta de mostrar essa bunda, tão faminta de pica que cê tá.
Enquanto Yorbin falava isso, ele segurava a pica que marcava na calça. Clero ficou surpresa com tanta insolência, então mandou ele vazar e deixar ela em paz, ou ia contar pro marido.
- Clero: Some daqui antes que isso vire um problema maior e eu conte pro meu marido, seu grosso.
- Yorbin: Grande que tá essa pica que vou te fazer chupar, seu chefe de merda. Tô indo, mas sei bem que cê é uma puta promíscua.
Yorbin vai pra casa dele e Clero continua com as coisas dela. De noite, Clero precisa sair pra comprar umas paradas na venda da esquina. Ela tava vestindo um mini short e uma camiseta tipo top. Mas quando vai no caminho, começa a ouvir assobio e putaria.
Clero para e se aproxima do cara que tá falando essas coisas, mas pra surpresa de ninguém, era o Yorbin. — Clero: De novo você? Qual é o seu problema, tá doido? Vou chamar a polícia se continuar com isso.
— Yorbin: Dá pra ver que veio me provocar, sua puta. Tá com tanta vontade de pular no meu pauzão?
— Clero: Hahaha, no teu sonho, seu malandro drogado. Tenho dois filhos e um marido incrível, não preciso de nada de um marginal igual você. O mais certo é a polícia te matar um desses dias.
Clero tava parada na frente dele, bem perto da cara dele.
yorbin estende as mãos e começa a agarrar a bunda dela e a apalpar ela.
Clero, com a cara cheia de prazer, empurra ele e fala Clero: Qual é, seu doente, o que você acha que tá fazendo?
-Yorbin: Como você gosta, putinha, tá na sua cara. Fica tranquila, eu sei que você só tá se fazendo de difícil.
Clero: Vou embora, me deixa em paz.
-Yorbin fica pensando com um sorriso no rosto, boa bunda a puta da mãe. Puta que esquenta a pica, como vou arrebentar essa buceta assim que tiver chance.
Continua...
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