Se é a primeira vez que me lê, bem-vindo. Se já tinha me lido antes, muito obrigado.
Quando entrei na faculdade, rapidamente fiz amizade com duas minas, Elia e Ariel. Éramos muito unidos e contávamos praticamente tudo uma para os outros.
A primeira era uma garota metida que tinha grana, tanto que quando fez 15 anos, os pais dela deram uma viagem para a Espanha. Era de pele branca com um corpo bonito, embora quando a conheci tinha o peito chato porque praticava balé. Era bonita e popular na turma, além de se achar inalcançável.
Ariel, por outro lado, era mais de boa e não era tão convencida quanto a Elia. Era gordinha, com curvas, cintura fina e, como toda gordinha, tinha uns peitões bons, além de uma bunda grande e redonda que ela exibia em calças apertadas. Era uma gostosa, embora a atitude dela fosse muito melosa e infantil.
Por acaso do destino, e porque nós três reprovamos numa matéria, a gente dividia as últimas horas na universidade, saía já com a noite fechada e eu acompanhava a Ariel todo dia até a casa dela (que não ficava longe da minha). Durante esses dias, ela me falava do namorado e pedia conselhos.
Tudo normal, até que um dia ela estava muito triste e puta.
— Fala logo o que você tem, tá toda estranha — perguntei enquanto esperávamos o busão.
— É que os homens são sempre iguais, não ligam de ter alguém legal e decente, sempre vão atrás da primeira puta que aparece na frente — solta o veneno.
— Caramba! Até eu levei — brinquei surpreso, sempre tentava não falar palavrão.
— Pois é! Você também logo logo se manda quando vê uma saia curta, fez isso com a gente naquela época com aquela tipa — me recrimina, da temporada que me afastei um pouco por sair com uma mina que não correspondeu direito.
— O que te digo, somos mais animais do que homens.
— É claro. Com essa eles sempre se safam.
— Não fala merda! Com qual puta você tá tão puta?
— Nem me lembra que amarga a boca — sentencia enquanto subimos no ônibus.
Sentamos em silêncio por um momento e depois me conta o motivo da raiva.
Acontece que ela tinha encontrado, sem querer, umas mensagens flirtando do namorado dela, porque o cara tinha deixado o celular em cima da mesa e as notificações apareceram. Não era algo que incriminasse ele, mas era meio suspeito. Obviamente ela não acreditou totalmente e se deu o trabalho de investigar mais a fundo, e na busca dela encontrou o Facebook da puta em questão e me mostrou a foto.
— Olha aquela puta! — ela me disse enquanto me mostrava a imagem no celular dela.
Era óbvio, dava pra ver de longe, era igualzinha a Ariel, gordinha, embora não tivesse o corpo tão definido, só que a garota da foto usava uma minissaia de babados bem curta e a pose deixava entrever a curva da bunda; em cima, os peitos estavam apertados e levantados com uma blusa que parecia um corset, tudo indicava que ela gostava de provocar.
— Me diz, o que você faria?
— Bom, pra começar, apagaria a conversa antes de entrar na sua casa, ou bloquearia o número por um momento, e a garota, pô, quem sou eu pra negar carinho — comento e ela fica brava.
— Não, idiota! — ela diz enquanto me dá uns tapinhas no braço —. O que você faria se fosse eu, burro.
— Aaaaah, bom, no seu lugar, mandaria ele pastar rápido e bem longe.
— Não é tão fácil.
— Se é que é fácil — respondi, mas ela fica brava de novo.
— É que olha, a gente tava indo bem e tudo, com seus problemas, mas bem. Aí vejo isso e não sei o que ele tá procurando, tipo, a real é que eu sou melhor que ela.
— Isso eu não discuto.
— Então? Tipo, olha ela, parece bem vulgar, pra onde eles poderiam sair se ela se veste assim?
— Bom, acho que ele não quer ela pra sair também.
— Então por uma trepada ele vale arriscar o tempo que a gente passou junto?
— Olha, todo homem tem uma fraqueza e às vezes ela é forte demais, mais forte que a cabeça e o coração. Por isso talvez ela esteja oferecendo essa fraqueza pra ele.
— O que você quer dizer com fraqueza?
— Olha, pode ser um monte de coisas, desde que a garota saiba cozinhar, ou ser carinhosa, ou, como nessa ocasião, se animar pra alguma coisa íntima. Não sei se tô me explicando — falo vendo a cara dela. — É que, hmm, às vezes, na paixão, a gente só precisa dar uma coisa e se essa coisa é a fraqueza, às vezes vence tudo… E bom, não sei se você já deu isso pra ele? Ou se já fizeram, cê sabe.
— Fizemos o quê? — ela fala arregalando os olhos.
— Cê sabe! Se já transaram… Se já comeram, ué!
— Por que você tá me perguntando isso?! — ela fala toda vermelha.
— Me responde que eu explico.
— Ué, seu idiota! Tamo junto há mais de 3 anos, é o que qualquer casal faria.
— Beleza. Então, ele já te propôs algo que você não gostou?
— Que importância isso tem! Que perguntas são essas?
— É que, olha, digamos que ele te propôs algo que você não acha legal, sei lá. Então talvez pra ele seja importante e quem sabe aquela puta ofereça isso. Sei que não é o certo e que o outro lado devia valer mais, mas às vezes é assim que acontece.
Ela fica pensativa e em silêncio por um tempo. Depois muda de assunto pra quebrar o silêncio, a viagem acaba, deixo ela em casa e o dia termina.
Duas semanas se passaram e a gente teve que fazer um trabalho juntos, nós três (Elia, Ariel e eu). Como ela morava praticamente sozinha, fizemos na casa dela. Terminamos rápido, não era nada demais, e combinamos de tomar algo no fim de semana. Então na sexta, depois da facul, passamos pra comprar umas cervejas e uma garrafa e fomos pra casa dela.
Durante o pileque, ela contou pra Elia sobre o namorado e ela concordou comigo, que era melhor mandar ele bem longe, mas ela ainda tava firme em lutar pelo relacionamento. Como Elia tava na mesma com o namorado dela, as duas começaram a beber mais rápido e a ouvir umas músicas de sofrência. Elia, que era a que menos bebia, foi a primeira a cair, vomitou no banheiro e a gente levou ela pro quarto pra dormir. Ela apagou de vez.
— Odeio quando você tem razão! — ela reclama quando a gente volta pra sala.
— E agora?
— O que você me falou naquele dia sobre a minha… namorado, é verdade sim.
—Qual de todas as coisas?
—O que você falou, que aquela mina dá algo que eu não dou.
—Mas ela pede umas paradas muito extremas?
—Bom, algumas são bem pervertidas mesmo.
Minha cabeça bêbada foi longe demais, o que será que ele pedia? Um xixizinho? Alguma parada de exibicionismo?
—Tipo o quê? Fala, fala.
—É que ele é obcecado pela minha parte traseira — ela diz, e mostra a bunda redonda e carnuda em todo seu esplendor, presa, aprisionada no jeans sem bolsos, que deixava ver como a calcinha apertava.
—Ele quer te comer de cu e você tem medo de doer? — pergunto meio decepcionado, querer um anal era meio comum e já tinha muita mina na época que gostava ou deixava.
—Sim, mas não é só isso.
—O que mais ele pede?
—É que uma vez ele disse que queria... que eu sentasse na cara dele ou enfiasse a cara assim, mesmo de roupa... — ela fala envergonhada e sussurrando.
—Aaaaah, Caracú!
—Como?! — ela pergunta rindo.
—É assim que eu chamo, fazer um caracú.
—Doente!
—É mais comum do que você imagina, tem várias minas que pedem.
—Não, que nojo!
—Por quê?
—Como assim por quê? É um lugar sujo, que nojo!
—Bom, você não faz no fim do dia nem depois de sair do banheiro, né, tem que se preparar.
—E como você faz?
—Bom, eu gosto de colocar elas de quatro, abrir as nádegas e comer tudo, às vezes elas de pé e eu ajoelhado, também um 69 é uma vista linda — eu explicava e já tava começando a ficar duro, imaginando todas aquelas posições com a bunda gorda da minha amiga — às vezes, se elas se ajeitam direitinho no 69, acabam sentando na sua cara.
Ela me olhava de olhos arregalados e mordia o lábio inferior.
—Primeiro você tem que se acostumar a ser apalpada — falei pra mim mesmo e com uma mão apertei uma nádega dela.
—O que é isso! Me solta! — ela disse, mas tava rindo.
—Se você quer mesmo convencer o cara, tem que se acostumar a ser Passa a mão na bunda dela — falei, enquanto mandava a outra mão pro rabo dela, apertando e tentando levantar ela pelas nádegas, amassando aquele cuzão bem dado que minhas mãos não conseguiam cobrir. O álcool tinha apagado a linha tênue entre amizade e atração, porque sou fiel crente de que qualquer amizade é baseada na atração de um pelo outro.
Beijei ela com língua, sem vergonha, e ela respondeu por causa do álcool. Fui empurrando ela até a parede mais próxima e, quando as costas dela encostaram na parede firme, virei ela. Encaixei minha ereção entre as nádegas dela, apertando os peitos grandes e macios. Ela não falava nada, só empurrava mais a bunda contra minha reação. Desabotoei a calça dela e meti as mãos por baixo da calcinha, uma direto na buceta molhada e a outra pra massagear a bunda dela.
— Assim, cê deve estar acostumada a terem a mão no seu rabo o tempo todo.
Ariel só gemia e respirava ofegante.
Desci a calça dela com dificuldade, prendeu na bunda e, quando saiu de vez, pude ver aquela maravilha toda. Ela empurrou ainda mais a bunda, arqueando as costas, formando um coração carnudo enorme, e no meio o cuzinho fechadinho, virgem (apostava), e uma buceta carnuda com um pouco de pelo.
Primeiro, dei uns bons tapas na bunda pra fazer a carne pular, depois abri as nádegas dela pra ver a vagina rosa e brilhando de tão molhada que tava.
Meti dois dedos na ppk dela, enquanto beijava, lambia e mordia aquela bunda enorme. Ela começou a gemer mais alto, tirei os dedos, lambi eles e desabotoei minha calça. Ela aproveitou pra andar feito pinguim (por causa da calça meio abaixada).
Na real, já não ligávamos mais pra história do caraculo, o álcool e o tesão de ver aquela raba gigante me fizeram pensar só em meter meu pau ali.
Ela ficou de quatro no sofá, aquela bunda só ficou maior e mais redonda. Tirei uma camisinha do bolso, coloquei o mais rápido que pude, me posicionei atrás dela e enfiei de uma vez, apertando as nádegas dela pra chegar ao fundo da buceta dela. Perdi o controle, meti forte, as nalgas dela batiam na minha barriga, minhas bolas batiam no clitóris dela. Comecei a dar tapas na bunda, ela só gemia e dizia: "ai, ai, ai... Sim, sim... Assim... MmMm... Ai Ai sim..."
Foi rápido, a visão do meu pau sumindo na bunda dela me fez gozar.
Quando o orgasmo acabou, tirei ele de dentro, tirei a camisinha cheia de porra e caí meio morto no sofá. Ela arrumou a calça, estava muito quieta. Virei pra olhar ela e sorri, ela me devolveu o sorriso, ouviram barulhos no outro quarto.
— Eli, tomara que não tenha escutado nada — disse e saiu correndo pra ver nossa amiga.
Eu arrumei as coisas e ela voltou.
— Você fica no sofá? — me pergunta sem olhar nos meus olhos.
— Se não tiver problema — falei e enquanto ela vai embora, vejo como a bunda que acabei de comer se mexe.
Me deitei pensando que talvez ela só queria falar do fetiche do namorado dela, mas o álcool nos prejudicou. Toda amizade começa com uma atração, no começo eu sentia atração pela Elia, mas quando não rolou, viramos amigos, sempre achei que Ariel sentia atração por mim, acho que confirmei.
No dia seguinte, tudo foi normal, ou o mais normal possível, nós três estávamos de ressaca, ajudamos a limpar e fomos embora.
Na sexta-feira da semana seguinte, quando chegamos na casa dela, ela me para com um: precisamos conversar.
— Ei... O que aconteceu naquele dia... Quando...
— Olha, estávamos bêbados e não éramos nós mesmos, é melhor deixar pra trás — me apresso em dizer —. Sério, tudo normal.
— Sim, claro! Tipo, não foi nada demais, tanto faz, já passou — afirma mordendo o lábio inferior —. Mas tem mais uma coisinha que quero conversar com você.
— Então, fala aí — respondo um pouco nervoso.
— É que eu me animei com meu namorado... No domingo ele vai vir aqui em casa.
— OK? E por que você tá me contando?
— É que quero tentar aquele...
— Qual?
— Você sabe! — ela se irrita um pouco —. O Caraculo — diz sussurrando.
Imediatamente na minha cabeça ecoavam Imagens daquela noite de bebedeira, aquela bunda pulando pra fora da calça apertada, deixando ela como sempre deveria estar, livre e sem roupa atrapalhando a carne dela.
—Isso foram muitos detalhes!
—Agora você fica com vergonha, como se não… —ela não termina a frase e rola um silêncio constrangedor.
—Então… No domingo, precisa que eu faça algum favor pra você? Precisa de um álibi ou algo assim?
—Não… Domingo não, preciso que você me ajude no sábado.
—Como assim no sábado?
—Quero que você me ajude a me preparar.
Fiquei surpreso, minha cabeça começou a pensar em coisas perversas e em cenas de filme pornô.
—Não entendi o que você quer dizer.
—Sim, tipo, o que posso vestir, ou que posição, ou qualquer conselho que você tiver.
—Claro, te mando por escrito amanhã, se quiser.
—Não, vem aqui, amanhã cedo, pode?
—Claro, você sabe que sempre que me pedir algo, se eu puder ajudar, é claro que sim.
Não ia recusar, podia ser que a gente só conversasse, com sorte eu pudesse vê-la com uma roupa provocante. Talvez aquela paixão passageira tivesse sido só uma vez, e no fim, isso seria melhor do que não ter nenhuma lembrança dela.
Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/5466331/Caraculo-parte-2.html
Quando entrei na faculdade, rapidamente fiz amizade com duas minas, Elia e Ariel. Éramos muito unidos e contávamos praticamente tudo uma para os outros.
A primeira era uma garota metida que tinha grana, tanto que quando fez 15 anos, os pais dela deram uma viagem para a Espanha. Era de pele branca com um corpo bonito, embora quando a conheci tinha o peito chato porque praticava balé. Era bonita e popular na turma, além de se achar inalcançável.
Ariel, por outro lado, era mais de boa e não era tão convencida quanto a Elia. Era gordinha, com curvas, cintura fina e, como toda gordinha, tinha uns peitões bons, além de uma bunda grande e redonda que ela exibia em calças apertadas. Era uma gostosa, embora a atitude dela fosse muito melosa e infantil.
Por acaso do destino, e porque nós três reprovamos numa matéria, a gente dividia as últimas horas na universidade, saía já com a noite fechada e eu acompanhava a Ariel todo dia até a casa dela (que não ficava longe da minha). Durante esses dias, ela me falava do namorado e pedia conselhos.
Tudo normal, até que um dia ela estava muito triste e puta.
— Fala logo o que você tem, tá toda estranha — perguntei enquanto esperávamos o busão.
— É que os homens são sempre iguais, não ligam de ter alguém legal e decente, sempre vão atrás da primeira puta que aparece na frente — solta o veneno.
— Caramba! Até eu levei — brinquei surpreso, sempre tentava não falar palavrão.
— Pois é! Você também logo logo se manda quando vê uma saia curta, fez isso com a gente naquela época com aquela tipa — me recrimina, da temporada que me afastei um pouco por sair com uma mina que não correspondeu direito.
— O que te digo, somos mais animais do que homens.
— É claro. Com essa eles sempre se safam.
— Não fala merda! Com qual puta você tá tão puta?
— Nem me lembra que amarga a boca — sentencia enquanto subimos no ônibus.
Sentamos em silêncio por um momento e depois me conta o motivo da raiva.
Acontece que ela tinha encontrado, sem querer, umas mensagens flirtando do namorado dela, porque o cara tinha deixado o celular em cima da mesa e as notificações apareceram. Não era algo que incriminasse ele, mas era meio suspeito. Obviamente ela não acreditou totalmente e se deu o trabalho de investigar mais a fundo, e na busca dela encontrou o Facebook da puta em questão e me mostrou a foto.
— Olha aquela puta! — ela me disse enquanto me mostrava a imagem no celular dela.
Era óbvio, dava pra ver de longe, era igualzinha a Ariel, gordinha, embora não tivesse o corpo tão definido, só que a garota da foto usava uma minissaia de babados bem curta e a pose deixava entrever a curva da bunda; em cima, os peitos estavam apertados e levantados com uma blusa que parecia um corset, tudo indicava que ela gostava de provocar.
— Me diz, o que você faria?
— Bom, pra começar, apagaria a conversa antes de entrar na sua casa, ou bloquearia o número por um momento, e a garota, pô, quem sou eu pra negar carinho — comento e ela fica brava.
— Não, idiota! — ela diz enquanto me dá uns tapinhas no braço —. O que você faria se fosse eu, burro.
— Aaaaah, bom, no seu lugar, mandaria ele pastar rápido e bem longe.
— Não é tão fácil.
— Se é que é fácil — respondi, mas ela fica brava de novo.
— É que olha, a gente tava indo bem e tudo, com seus problemas, mas bem. Aí vejo isso e não sei o que ele tá procurando, tipo, a real é que eu sou melhor que ela.
— Isso eu não discuto.
— Então? Tipo, olha ela, parece bem vulgar, pra onde eles poderiam sair se ela se veste assim?
— Bom, acho que ele não quer ela pra sair também.
— Então por uma trepada ele vale arriscar o tempo que a gente passou junto?
— Olha, todo homem tem uma fraqueza e às vezes ela é forte demais, mais forte que a cabeça e o coração. Por isso talvez ela esteja oferecendo essa fraqueza pra ele.
— O que você quer dizer com fraqueza?
— Olha, pode ser um monte de coisas, desde que a garota saiba cozinhar, ou ser carinhosa, ou, como nessa ocasião, se animar pra alguma coisa íntima. Não sei se tô me explicando — falo vendo a cara dela. — É que, hmm, às vezes, na paixão, a gente só precisa dar uma coisa e se essa coisa é a fraqueza, às vezes vence tudo… E bom, não sei se você já deu isso pra ele? Ou se já fizeram, cê sabe.
— Fizemos o quê? — ela fala arregalando os olhos.
— Cê sabe! Se já transaram… Se já comeram, ué!
— Por que você tá me perguntando isso?! — ela fala toda vermelha.
— Me responde que eu explico.
— Ué, seu idiota! Tamo junto há mais de 3 anos, é o que qualquer casal faria.
— Beleza. Então, ele já te propôs algo que você não gostou?
— Que importância isso tem! Que perguntas são essas?
— É que, olha, digamos que ele te propôs algo que você não acha legal, sei lá. Então talvez pra ele seja importante e quem sabe aquela puta ofereça isso. Sei que não é o certo e que o outro lado devia valer mais, mas às vezes é assim que acontece.
Ela fica pensativa e em silêncio por um tempo. Depois muda de assunto pra quebrar o silêncio, a viagem acaba, deixo ela em casa e o dia termina.
Duas semanas se passaram e a gente teve que fazer um trabalho juntos, nós três (Elia, Ariel e eu). Como ela morava praticamente sozinha, fizemos na casa dela. Terminamos rápido, não era nada demais, e combinamos de tomar algo no fim de semana. Então na sexta, depois da facul, passamos pra comprar umas cervejas e uma garrafa e fomos pra casa dela.
Durante o pileque, ela contou pra Elia sobre o namorado e ela concordou comigo, que era melhor mandar ele bem longe, mas ela ainda tava firme em lutar pelo relacionamento. Como Elia tava na mesma com o namorado dela, as duas começaram a beber mais rápido e a ouvir umas músicas de sofrência. Elia, que era a que menos bebia, foi a primeira a cair, vomitou no banheiro e a gente levou ela pro quarto pra dormir. Ela apagou de vez.
— Odeio quando você tem razão! — ela reclama quando a gente volta pra sala.
— E agora?
— O que você me falou naquele dia sobre a minha… namorado, é verdade sim.
—Qual de todas as coisas?
—O que você falou, que aquela mina dá algo que eu não dou.
—Mas ela pede umas paradas muito extremas?
—Bom, algumas são bem pervertidas mesmo.
Minha cabeça bêbada foi longe demais, o que será que ele pedia? Um xixizinho? Alguma parada de exibicionismo?
—Tipo o quê? Fala, fala.
—É que ele é obcecado pela minha parte traseira — ela diz, e mostra a bunda redonda e carnuda em todo seu esplendor, presa, aprisionada no jeans sem bolsos, que deixava ver como a calcinha apertava.
—Ele quer te comer de cu e você tem medo de doer? — pergunto meio decepcionado, querer um anal era meio comum e já tinha muita mina na época que gostava ou deixava.
—Sim, mas não é só isso.
—O que mais ele pede?
—É que uma vez ele disse que queria... que eu sentasse na cara dele ou enfiasse a cara assim, mesmo de roupa... — ela fala envergonhada e sussurrando.
—Aaaaah, Caracú!
—Como?! — ela pergunta rindo.
—É assim que eu chamo, fazer um caracú.
—Doente!
—É mais comum do que você imagina, tem várias minas que pedem.
—Não, que nojo!
—Por quê?
—Como assim por quê? É um lugar sujo, que nojo!
—Bom, você não faz no fim do dia nem depois de sair do banheiro, né, tem que se preparar.
—E como você faz?
—Bom, eu gosto de colocar elas de quatro, abrir as nádegas e comer tudo, às vezes elas de pé e eu ajoelhado, também um 69 é uma vista linda — eu explicava e já tava começando a ficar duro, imaginando todas aquelas posições com a bunda gorda da minha amiga — às vezes, se elas se ajeitam direitinho no 69, acabam sentando na sua cara.
Ela me olhava de olhos arregalados e mordia o lábio inferior.
—Primeiro você tem que se acostumar a ser apalpada — falei pra mim mesmo e com uma mão apertei uma nádega dela.
—O que é isso! Me solta! — ela disse, mas tava rindo.
—Se você quer mesmo convencer o cara, tem que se acostumar a ser Passa a mão na bunda dela — falei, enquanto mandava a outra mão pro rabo dela, apertando e tentando levantar ela pelas nádegas, amassando aquele cuzão bem dado que minhas mãos não conseguiam cobrir. O álcool tinha apagado a linha tênue entre amizade e atração, porque sou fiel crente de que qualquer amizade é baseada na atração de um pelo outro.
Beijei ela com língua, sem vergonha, e ela respondeu por causa do álcool. Fui empurrando ela até a parede mais próxima e, quando as costas dela encostaram na parede firme, virei ela. Encaixei minha ereção entre as nádegas dela, apertando os peitos grandes e macios. Ela não falava nada, só empurrava mais a bunda contra minha reação. Desabotoei a calça dela e meti as mãos por baixo da calcinha, uma direto na buceta molhada e a outra pra massagear a bunda dela.
— Assim, cê deve estar acostumada a terem a mão no seu rabo o tempo todo.
Ariel só gemia e respirava ofegante.
Desci a calça dela com dificuldade, prendeu na bunda e, quando saiu de vez, pude ver aquela maravilha toda. Ela empurrou ainda mais a bunda, arqueando as costas, formando um coração carnudo enorme, e no meio o cuzinho fechadinho, virgem (apostava), e uma buceta carnuda com um pouco de pelo.
Primeiro, dei uns bons tapas na bunda pra fazer a carne pular, depois abri as nádegas dela pra ver a vagina rosa e brilhando de tão molhada que tava.
Meti dois dedos na ppk dela, enquanto beijava, lambia e mordia aquela bunda enorme. Ela começou a gemer mais alto, tirei os dedos, lambi eles e desabotoei minha calça. Ela aproveitou pra andar feito pinguim (por causa da calça meio abaixada).
Na real, já não ligávamos mais pra história do caraculo, o álcool e o tesão de ver aquela raba gigante me fizeram pensar só em meter meu pau ali.
Ela ficou de quatro no sofá, aquela bunda só ficou maior e mais redonda. Tirei uma camisinha do bolso, coloquei o mais rápido que pude, me posicionei atrás dela e enfiei de uma vez, apertando as nádegas dela pra chegar ao fundo da buceta dela. Perdi o controle, meti forte, as nalgas dela batiam na minha barriga, minhas bolas batiam no clitóris dela. Comecei a dar tapas na bunda, ela só gemia e dizia: "ai, ai, ai... Sim, sim... Assim... MmMm... Ai Ai sim..."
Foi rápido, a visão do meu pau sumindo na bunda dela me fez gozar.
Quando o orgasmo acabou, tirei ele de dentro, tirei a camisinha cheia de porra e caí meio morto no sofá. Ela arrumou a calça, estava muito quieta. Virei pra olhar ela e sorri, ela me devolveu o sorriso, ouviram barulhos no outro quarto.
— Eli, tomara que não tenha escutado nada — disse e saiu correndo pra ver nossa amiga.
Eu arrumei as coisas e ela voltou.
— Você fica no sofá? — me pergunta sem olhar nos meus olhos.
— Se não tiver problema — falei e enquanto ela vai embora, vejo como a bunda que acabei de comer se mexe.
Me deitei pensando que talvez ela só queria falar do fetiche do namorado dela, mas o álcool nos prejudicou. Toda amizade começa com uma atração, no começo eu sentia atração pela Elia, mas quando não rolou, viramos amigos, sempre achei que Ariel sentia atração por mim, acho que confirmei.
No dia seguinte, tudo foi normal, ou o mais normal possível, nós três estávamos de ressaca, ajudamos a limpar e fomos embora.
Na sexta-feira da semana seguinte, quando chegamos na casa dela, ela me para com um: precisamos conversar.
— Ei... O que aconteceu naquele dia... Quando...
— Olha, estávamos bêbados e não éramos nós mesmos, é melhor deixar pra trás — me apresso em dizer —. Sério, tudo normal.
— Sim, claro! Tipo, não foi nada demais, tanto faz, já passou — afirma mordendo o lábio inferior —. Mas tem mais uma coisinha que quero conversar com você.
— Então, fala aí — respondo um pouco nervoso.
— É que eu me animei com meu namorado... No domingo ele vai vir aqui em casa.
— OK? E por que você tá me contando?
— É que quero tentar aquele...
— Qual?
— Você sabe! — ela se irrita um pouco —. O Caraculo — diz sussurrando.
Imediatamente na minha cabeça ecoavam Imagens daquela noite de bebedeira, aquela bunda pulando pra fora da calça apertada, deixando ela como sempre deveria estar, livre e sem roupa atrapalhando a carne dela.
—Isso foram muitos detalhes!
—Agora você fica com vergonha, como se não… —ela não termina a frase e rola um silêncio constrangedor.
—Então… No domingo, precisa que eu faça algum favor pra você? Precisa de um álibi ou algo assim?
—Não… Domingo não, preciso que você me ajude no sábado.
—Como assim no sábado?
—Quero que você me ajude a me preparar.
Fiquei surpreso, minha cabeça começou a pensar em coisas perversas e em cenas de filme pornô.
—Não entendi o que você quer dizer.
—Sim, tipo, o que posso vestir, ou que posição, ou qualquer conselho que você tiver.
—Claro, te mando por escrito amanhã, se quiser.
—Não, vem aqui, amanhã cedo, pode?
—Claro, você sabe que sempre que me pedir algo, se eu puder ajudar, é claro que sim.
Não ia recusar, podia ser que a gente só conversasse, com sorte eu pudesse vê-la com uma roupa provocante. Talvez aquela paixão passageira tivesse sido só uma vez, e no fim, isso seria melhor do que não ter nenhuma lembrança dela.
Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/5466331/Caraculo-parte-2.html
1 comentários - Caraculo (parte 1)