











Como é que tão, queridos porongueiros? Continuo com meu relato, porque o trampo e a rotina do dia a dia dificultam sentar pra escrever e postar o conteúdo. Tô compartilhando umas fotos pra provar que o relato é real, e esperava que vocês me escrevessem compartilhando relatos reais também, mas fazer o quê... No relato anterior, eu tava contando que minha tia foi cedendo aos poucos pra mais coisas, e coisas mais ousadas. Já era ela quem iniciava as ligações, as mensagens e situações como aquelas em que você insinua que vai tomar banho, e é inevitável pra gente soltar um "quero ver" e dar início a uma situação de muito tesão. Nas videochamadas, ela já começava com roupas bem leves, tipo roupões ou shorts curtos, sempre, claro, sem o marido por perto. Então não eram chamadas diárias, nem três vezes ao dia como a gente queria, mas cada vez com mais intimidade, preparando o terreno pra um encontro mais gostoso quando eu tivesse a chance de estar na cidade onde eles moravam. Da parte dela, já vinham perguntas tipo: "Quando é que você vem?", "Será que eu vou ter coragem?" Ou afirmações como: "Não vou conseguir, isso é errado, não sei o que a gente tá fazendo" — momentos de muita dúvida e confusão, até que tudo virou tanta intimidade que passou a ser algo que fazia bem pra nós dois. Já não éramos mais tia e sobrinho, e sim dois amigos muito próximos, onde o maior tesão era quando eu chamava ela de "tia" e ela dizia que sentia uma eletricidade percorrer o corpo inteiro. Eu propus várias vezes que ela viajasse pra onde eu tava, que dissesse ao marido que eu tava convidando ela e que não tinha nada de errado, afinal eu era sobrinho dela. E foi o que ela fez... Porque depois de muito conversar, a gente concordava que, se fosse pra se ver, seria na companhia do marido, como sempre foi, e que era improvável ela dizer pra ele que ia sair sozinha comigo, e ele não aparecer no lugar com a desculpa de buscá-la. Então o melhor era fazer uma viagem, porque ela já tinha feito isso antes, mas pra cidades onde a família mora. Umas primas que queriam que eu conhecesse uns lugares, tudo foi planejado e graças a Deus deu certo. Foi só um fim de semana, mas eram dias que eu ia aproveitar ao máximo. A desculpa pro marido da minha tia foi que ela precisava de umas coisas, e minha tia sabia disso. Então, além de ganhar uma grana, ela conhecia... Sei que discutiram porque ele queria ir na viagem, mas como trabalhava, tinha que deixar pra um dia que pudesse pedir folga. E obviamente minha tia ficou puta, sei que discutiram, mas no final ela viajou sozinha. Não vou dizer que desde que chegou a gente trepou igual coelho em todo lugar — somos adultos, eu já tenho 31 anos e foi, na real, um encontro cordial como sempre. Cumprimentei minha tia, ela normal, fomos comer e o tempo todo a gente falava de outras coisas, menos do que a gente falava por mensagem ou ligação. Ela dizia que o povo pensava "olha aquele guri com aquela velha, mas nada a ver". Sim, tinha diferença, mas minha tia é tão bem conservada que é tipo vinho... com os anos fica mais gostosa e parece melhor. A gente ria, fofocava um pouco. Ela ainda não queria ir pro apartamento onde eu morava, me dizia "saí de um confinamento pra outro confinamento, né? Vamos sair, ficar na rua, me leva pra conhecer porque quero tirar fotos". E eu: ok, ok. Também não vou dizer que tava desesperado com o pau duro o tempo todo, porque não tava. Eu tava me divertindo, e naqueles momentos não tinha putaria, só curtia uma companhia muito boa, que era a da minha tia. Chegou a tarde, noite... fomos comer e beber algo, falávamos da família e de como eu era distante deles, a ponto de parecer que odiava todo mundo. E aos poucos fomos entrando mais fundo nas coisas que rolavam naquela família, até que veio o assunto do meu pai com minha outra tia. E ela disse: "quem ia imaginar, a gente falava que a Luisa dava muita atenção pro Juan Carlos, mas pensava que era porque seu pai tava muito doente e como ela vivia na casa da sua mãe, cuidava dele lá. E não sabia que ela cuidava dele em tudo" — e aí os dois riram. Eu falei: meu pai não me... Não herdei nada, só o incesto, porque essa vontade e desejo por você vem desse sangue, hahaha. Além do mais, você é muito gostosa, e ela respondia: "Sou sua tia, ME RESPEITA HAHAHA". Tudo era brincadeira, mas entre brincadeira e brincadeira a verdade aparece, e a conversa já era mais sobre nós, sobre aquele fogo, porque dá pra sentir como fogo no peito e nas bolas de desejo. Eu percebia que ela estava cada vez mais inquieta, porque olhava pra todo lado, como se soubesse que estava errado. Eu dizia: "Calma, olha onde a gente está, é um restaurante normal, não estamos fazendo nada de errado". E ela soltou algo que fez meu coração disparar e pular: "A GENTE ESTÁ PRESTES A FAZER ALGO ERRADO". E me beijou. UAU, sério, não tem palavras pra descrever aquilo. Ali você esquece de tudo, só quer que não tenha mais ninguém ali, e foi algo que nós dois dissemos ao mesmo tempo: "Temos que sair daqui". Já no carro, posso dizer que eu estava como um touro, dirigindo igual um louco pra chegar. Ela só dizia: "Calma, não vai tão rápido, relaxa". E me mostrava: "Isso tá me apertando", e mostrava a calcinha fio dental que estava usando por cima da calça. Uff... Continuo depois, amigos... Espero as contribuições e mensagens de vocês.
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Ban 10