Virei a putinha do Papai. Meu nome é Juanjo, ou era, na real. Tava namorando a Yésica, a melhor amiga da minha irmã Sofia. Eu tenho 25 anos, minha irmã e a amiga dela têm 23. A gente se dava bem, mas sempre fui meio escroto com as mulheres. Gosto muito de sexo e, se minha namorada não tava a fim, eu saía pra arrumar outra pra me satisfazer. Então, quando não comia a Yésica, ia atrás de alguma putinha e me aliviava. Sempre fui assim com ela e com outras namoradas anteriores. Era o melhor chifrador que já existiu, ou pelo menos era o que eu achava.
Um dia, chego em casa e escuto choros vindo do quarto da Sofia. Vou me aproximando devagar e consigo ouvir que era a Yésica contando que tinha me visto com uma mulher numa balada, se pegando. E não vou negar isso. Lembro que a Yésica não quis transar e eu fui tomar uma num bar. E lá conheci essa mina que nem lembro o nome, ou talvez nem nos apresentamos. Só bebemos, depois fomos dançar e transamos a noite toda. Então, tava ali eu, ouvindo o relato que a Yésica tava fazendo pra Sofia. Claramente, fui saindo devagar sem que me ouvissem e, por razões óbvias, depois daquele dia não vi mais a Yési. Pra ser sincero, nem tava ligando muito.
No dia seguinte, minha irmã veio me encher o saco pelo meu jeito de ser. Que a amiga dela era tudo pra ela, como eu pude fazer uma coisa dessas, e todo esse papo que as mulheres costumam ter. E eu só parei ela pra dizer: — Olha, Sofi, sua amiga, apesar de foder bem pra caralho, é só mais uma buceta. Não é grande coisa, então não vem com esse papo pra mim. Eu sou assim, não tem o que fazer. Depois disso, fui embora e ela ficou entre paralisada e enfurecida pelo jeito que eu me referi à amiga do coração dela.
No outro dia, quando chego em casa, escuto risadas e gargalhadas vindo do quarto da Sofia. E entre risadas, escuto a voz da Yési dizendo: — Não vai ser demais? Imagina se isso der certo, o filho da puta do seu irmão ia aprender uma boa lição. Vou me aproximando bem devagar pra não me ouvirem e consigo ver pela fresta da porta do quarto dela velas e incensos acesos, um pentagrama desenhado e uns papéis velhos que a Sofia segurava. Sofia - Olha, Yesi, se isso funcionar, a gente se forma como bruxa. hahaha, não sei se funciona, mas pelo menos a gente se diverte um pouco. Eu não entendia nada do que elas faziam, parecia coisa de bruxaria ou essas merdas, mas eu não acreditava nisso e, pra ser sincero, tava cansado do trampo e não tinha tempo pra besteira. Fui tomar um banho e fui pro meu quarto dormir. Acordei de manhã me sentindo meio mal, meio estranho, com uma tontura, parecia que tava intoxicado. Então, meio sonolento, fui no quarto da minha irmã ver se ela não tinha algo pra tontura, senão não ia conseguir ir trabalhar. Sofi - falei sussurrando - cê tem algo pra tontura? Ela abriu os olhos e pulou da cama, e me disse: Sofia - Quem é você? O que cê tá fazendo no meu quarto? Eu não entendia nada. Juanjo, sua burra, sou o Juanjo. Não precisei falar mais nada pra ouvir minha voz e perceber que era uma voz feminina. E aí caiu a ficha: comecei a olhar meu corpo e, de fato, tinha corpo de mulher, e lembrei do que minha irmã tava fazendo com a Yesi de noite. O que vocês fizeram, suas idiotas? falei gritando e vendo a cara de surpresa da minha irmã. Sofia - Não sei, Juanjo, achei que era só uma brincadeira, não pensei que ia funcionar. Juanjo - Mas o que vocês fizeram? Sofia - Um feitiço, só isso. A gente queria que você soubesse como é ser mulher e ser tratado do jeito que você trata todas as suas namoradas. Só isso. Mas relaxa, com certeza vai passar, deve ser só temporário. Juanjo - Como assim "deve ser temporário"? Vocês viram direito o que fizeram? O que eu vou fazer agora? Não posso ir trabalhar assim. Não posso aparecer em lugar nenhum assim. Vocês me ferraram. Sofia - Tá, Juanjo, desculpa, vou te ajudar, não se preocupa. Na hora, desesperada, ela começou a ler todos aqueles papéis velhos onde tava o feitiço. Eu olhava e... Examinei meu novo corpo, e olha, tava muito bom. Peitos lindos e grandes, uma bunda bem redonda, cabelo loiro liso e comprido. Realmente, seria uma mulher que eu tentaria comer se fosse homem. "Olha, olha aqui", ela me diz. "Aqui diz que o efeito dura só uma semana." Ufa, que alívio. Mas uma semana vivendo como mulher? O que eu faço? Onde vou morar? Do que vou viver? "Sofia — não, olha, dura uma semana se você não fizer nada. Se você chegar a tomar sêmen, o efeito é permanente." "Juanjo — Hahaha, mas Sofia, você leu direito? Como é que você acha que eu vou tomar sêmen? Nem louco, nem nos meus piores pesadelos isso aconteceria. Fico mais tranquilo então. E aí, como a gente faz?" "Sofia — eu tenho um dinheiro, a gente pode alugar aqueles apartamentos mobiliados por uma semana e você fica lá. Não sai, não faz nada, e volta daqui a uma semana. Eu aviso no seu trabalho que você não pode ir, que perdeu a voz ou algo assim, pra você não ter problema." "Juanjo — beleza, vamos fazer isso. Mas você vai ter que me emprestar umas roupas pra poder ir até o apartamento." Já com todo aquele trauma meio resolvido, a gente se preparou. Ela catava umas roupas pra mim enquanto eu tomava um banho. Aí pude me ver bem no espelho, toda pelada. Verdade, tinha um corpo muito gostoso. Saí do banho e a Sofia já tinha separado a roupa: uma pra vestir na hora e mais umas pra semana. A gente deu uma olhada na internet, achou um apartamento barato e partiu pra lá. Fomos pro apê, ela cuidou da parada do meu trabalho, então fiquei tranquilo por esse lado. E bom, era só esperar uma semana e voltar à rotina. Mas o que eu ia fazer sozinho num apartamento, sem poder sair pra lugar nenhum? Ia morrer de tédio. Chegou a noite, terminei de jantar e não sabia o que fazer. E se eu sair? Tipo, ninguém me conhece assim, então posso fazer o que quiser. Finjo que sou lésbica e quem sabe acabo com uma mulher gostosa na minha cama, e por que não? Pensei. Dei uma olhada nas roupas que minha irmã tinha deixado: uns conjuntos de lingerie, todos... com umas calcinhas minúsculas, saias bem curtinhas, e umas blusas que, pra falar a verdade, eram curtas e ficavam bem apertadas em mim, exagerando um pouco meus peitos. Bom, fui mesmo assim. O que pode acontecer? Tava com muita vontade de beber e não tinha nada no apartamento. Aí saí. Andando com minha saia curta e minha blusa apertada, meu cabelo loiro e comprido na rua. Sentia todos os homens que eu cruzava me olhando de cima a baixo, me examinando com o olhar. Me sentia meio desconfortável, mas lá ia eu atrás de um drinque. Entro num bar que era perto e peço um uísque. Cantineiro - Ahhh, forte, a menina, hahaha. Juanjo - Só me serve o uísque, não vim papear nem fazer amizade. Cantineiro - Tá bom, tá bom, a cliente pede o que quiser, desculpa. Me serviu e se mandou. Daí vejo no canto do balcão uma figura familiar. Era meu pai, também tomando um uísque, calado e com cara de aperto. Não dava pra vê-lo assim, me fazia mal. Então resolvi me aproximar. Oi, bom homem, como é que cê tá? Saudei ele. Bem, menina - ele falou - mas não tô a fim de pagar uma garota. Além disso, cê deve ter a idade da minha filha, não é certo. Me desculpa, mas não me interessa. Fiquei gelada, ele achou que eu tava me insinuando pra ele me pagar por sexo? Uff, é muito forte isso. Falei - Não, senhor, só queria conversar, vi o senhor meio angustiado e ninguém tem que beber sozinho se tá mal. Me chamo (como me chamo? Como me faço chamar esses dias?) já sei, vou usar o nome da minha ex-namorada, ninguém vai saber. Me chamo Yésica, qual é seu nome? Carlos, ele falou. Bom, Carlos, o que tá acontecendo com o senhor? Aí meu pai começou a me contar um monte de coisas que eu não sabia: medos, frustrações, que há anos não transava com minha mãe e que as coisas tavam ruins há muito tempo. Eu não podia acreditar, então tentei animá-lo contando histórias inventadas de uma família que eu tinha e que no final tudo se resolvia. Mas entre um uísque e outro, as horas passaram, e no final nós dois já távamos meio bêbados. E Bem animados. Então pedi pra ele me levar até o apartamento onde ele tava alugando. Quase tropecei quando levantei do banco e caí em cima dele. Com uma mão me segurei no balcão e a outra foi direto na virilha dele. Senti o pau inteiro do meu pai na minha mão. Tava meio duro, mas não me deu uma sensação ruim. De qualquer forma, saímos do bar e entrei no carro dele, indiquei o endereço e fomos. Custou um pouco pra sair do carro quando chegamos, culpa do uísque e do meu corpo novo, claro, antes eu bebia a mesma coisa e não me afetava, agora era muito mais magra e pequena. Carlos teve que me ajudar a descer do carro e chegar até a porta do apartamento. "Carlos, quer um café? É perigoso você dirigir mais nesse estado", perguntei. "Claro, Yesi", respondeu, "um café cairia bem". Entramos e eu me preparei pra fazer o café, coloquei água pra ferver e montei o filtro, quando de repente sinto duas mãos, uma de cada lado da minha cintura, sinto o corpo do Carlos atrás de mim, encostando o pau na minha bunda e sussurra: "Tava esperando esse momento, vagabunda". Uffff, deu uma eletricidade no corpo todo, não me desagradou, pelo contrário, me deixou com muito tesão, não entendia o que se passava na minha cabeça, sentia que um macho tava prestes a me fazer dele e eu não queria evitar. Tava gostando da ideia. Dava pra sentir o pau dele crescendo dentro da calça, encostando bem forte na minha bundinha. "Carlos, tem certeza do que vai fazer?", perguntei. "Claro, gatinha, fiquei a noite toda esperando você me trazer pra te fazer minha". O cara me manipulou, se fez de sofrido pra fisgar alguma alma caridosa e assim acabar transando. Não esperou nem um minuto, puxou o pau dele e eu senti roçando nas minhas nádegas, agora só com a proteção do fio da calcinha fio dental, então ele puxou pra o lado e esfregou a rola entre as bandas da minha bunda. Uffff, eu já não sabia mais o que fazer. Essa sensação era nova e eu amava, será que era o álcool? Será que era o Feitiço? O que sei é que eu tava me sentindo muito puta com uma roça acariciando minhas nádegas. E as mãos dele nos meus peitos, apertando e acariciando toda eu, num instante ele enche uns dedos de saliva e coloca na entrada do meu cu. Eu entrei em pânico, fiquei paralisada. "Fica tranquila, gata, vou te tratar bem." - ele disse. Ele lubrificou a entrada e eu comecei a sentir entre dor, ardor e prazer, minhas pernas tremiam um pouco enquanto sentia ele enfiando a roça no meu ânus. Sentia como ele ia abrindo caminho dentro do meu corpo e pude sentir como minha buceta molhava a jato. Uff, tava pegando fogo. Ele tava me fazendo a Booty e eu tava ficando louca de prazer. "Gosta do que o Carlos faz com você?" "Sim, gata, parece que você tem uma bunda virgem, então vou aproveitar muito" ele dizia enquanto começava um movimento de bombada de lento pra rápido, lubrificando bem a área pra ela dilatar cada vez mais. Eu tava louca de prazer, já não sentia dor, queria dar tudo pro meu macho. Num instante ele começou a bombar bem forte, sentia que tava me rasgando e pude sentir ele gozar dentro da minha Booty, enchendo ela com o leite quente dele. Terminamos os dois largados no sofá da sala, ele olhando minha bunda escorrendo todo o leite dele. E eu não conseguia parar de olhar pra roça enorme dele que já tinha descarregado e não baixava nem um pouco. "Carlos, gostou? Porque tenho que confessar que nunca tinha feito a Booty." "Sim, gata, adorei, e agora que você disse, acho que tá ficando bem dura de novo." Eu não entendia nada. O cara tava todo acabado, já tinha descarregado todo o leite e agora tava ficando duro de novo? "Bom, então Carlos, o que quer fazer?" Não terminei de dizer isso que ele se jogou em cima de mim, arrancou minha roupa e enfiou a roça dele na minha buceta super molhada enquanto terminava de se despir. Sentia toda a carne dele dentro de mim, como entrava, como saía, como eu tava cada vez mais molhada, ele gemia como um lobo no cio e eu já me sentia Como a putinha que eu era, tava toda molhada, cheia de porra na bunda e na buceta também, logo, com certeza. Ele não diminuía o ritmo, entrava e saía, e eu já tava esquecendo que um dia fui homem. Já tava começando a gostar da ideia dessas novas sensações. "Cê gosta, putinha? Cê gosta?", ele me perguntava. Eu tava num êxtase de prazer, quase não conseguia falar entre meus gemidos. Sentia cada vez mais, uff, ufff, "Carlos, continua assim, não para", eu pensava, e na hora ele me deu um tapa. "Você é uma putinha, vou te comer do meu jeito", ele falou e me fez gozar, ufff, que delícia sentir meu macho fazendo o que queria. "Sim, senhor, faz o que quiser comigo, me usa como a putinha que eu sou", eu disse. Tava toda encharcada, minha buceta escorria fluido e meu cu, porra. Ele tirou o pau dele. "Fica de joelhos", ele ordenou, e eu, obediente, fiz. Ele ficou na minha frente e meteu o pau dele na minha boca e disse: "Chupa, putinha". Eu aceitei sem dizer nada. Mas aí lembrei das palavras do feitiço: "se engolir a porra, vou ficar assim". "Você vai me avisar quando for gozar?", perguntei. "Sim, gatinha, eu aviso", ele respondeu. Mal terminou de falar, me segurou forte pela nuca e me fez engolir o pau inteiro dele, e comecei a sentir toda a descarga de porra na boca, quente, cremosa. "Engole, putinha, engole!!!", ele gritava sem tirar o pau da minha boca, eu quase não conseguia respirar. Tive que aceitar, engoli tudo, e pra falar a verdade, tenho que admitir que amei. Terminamos, ele se vestiu rápido e disse: "Vou vir te ver sempre que eu tiver vontade de uma boa putinha". E aí foi embora. Fiquei nua, olhando ele ir embora, toda comida, com a certeza de que desde aquele dia eu seria a putinha dele.
Um dia, chego em casa e escuto choros vindo do quarto da Sofia. Vou me aproximando devagar e consigo ouvir que era a Yésica contando que tinha me visto com uma mulher numa balada, se pegando. E não vou negar isso. Lembro que a Yésica não quis transar e eu fui tomar uma num bar. E lá conheci essa mina que nem lembro o nome, ou talvez nem nos apresentamos. Só bebemos, depois fomos dançar e transamos a noite toda. Então, tava ali eu, ouvindo o relato que a Yésica tava fazendo pra Sofia. Claramente, fui saindo devagar sem que me ouvissem e, por razões óbvias, depois daquele dia não vi mais a Yési. Pra ser sincero, nem tava ligando muito.
No dia seguinte, minha irmã veio me encher o saco pelo meu jeito de ser. Que a amiga dela era tudo pra ela, como eu pude fazer uma coisa dessas, e todo esse papo que as mulheres costumam ter. E eu só parei ela pra dizer: — Olha, Sofi, sua amiga, apesar de foder bem pra caralho, é só mais uma buceta. Não é grande coisa, então não vem com esse papo pra mim. Eu sou assim, não tem o que fazer. Depois disso, fui embora e ela ficou entre paralisada e enfurecida pelo jeito que eu me referi à amiga do coração dela.
No outro dia, quando chego em casa, escuto risadas e gargalhadas vindo do quarto da Sofia. E entre risadas, escuto a voz da Yési dizendo: — Não vai ser demais? Imagina se isso der certo, o filho da puta do seu irmão ia aprender uma boa lição. Vou me aproximando bem devagar pra não me ouvirem e consigo ver pela fresta da porta do quarto dela velas e incensos acesos, um pentagrama desenhado e uns papéis velhos que a Sofia segurava. Sofia - Olha, Yesi, se isso funcionar, a gente se forma como bruxa. hahaha, não sei se funciona, mas pelo menos a gente se diverte um pouco. Eu não entendia nada do que elas faziam, parecia coisa de bruxaria ou essas merdas, mas eu não acreditava nisso e, pra ser sincero, tava cansado do trampo e não tinha tempo pra besteira. Fui tomar um banho e fui pro meu quarto dormir. Acordei de manhã me sentindo meio mal, meio estranho, com uma tontura, parecia que tava intoxicado. Então, meio sonolento, fui no quarto da minha irmã ver se ela não tinha algo pra tontura, senão não ia conseguir ir trabalhar. Sofi - falei sussurrando - cê tem algo pra tontura? Ela abriu os olhos e pulou da cama, e me disse: Sofia - Quem é você? O que cê tá fazendo no meu quarto? Eu não entendia nada. Juanjo, sua burra, sou o Juanjo. Não precisei falar mais nada pra ouvir minha voz e perceber que era uma voz feminina. E aí caiu a ficha: comecei a olhar meu corpo e, de fato, tinha corpo de mulher, e lembrei do que minha irmã tava fazendo com a Yesi de noite. O que vocês fizeram, suas idiotas? falei gritando e vendo a cara de surpresa da minha irmã. Sofia - Não sei, Juanjo, achei que era só uma brincadeira, não pensei que ia funcionar. Juanjo - Mas o que vocês fizeram? Sofia - Um feitiço, só isso. A gente queria que você soubesse como é ser mulher e ser tratado do jeito que você trata todas as suas namoradas. Só isso. Mas relaxa, com certeza vai passar, deve ser só temporário. Juanjo - Como assim "deve ser temporário"? Vocês viram direito o que fizeram? O que eu vou fazer agora? Não posso ir trabalhar assim. Não posso aparecer em lugar nenhum assim. Vocês me ferraram. Sofia - Tá, Juanjo, desculpa, vou te ajudar, não se preocupa. Na hora, desesperada, ela começou a ler todos aqueles papéis velhos onde tava o feitiço. Eu olhava e... Examinei meu novo corpo, e olha, tava muito bom. Peitos lindos e grandes, uma bunda bem redonda, cabelo loiro liso e comprido. Realmente, seria uma mulher que eu tentaria comer se fosse homem. "Olha, olha aqui", ela me diz. "Aqui diz que o efeito dura só uma semana." Ufa, que alívio. Mas uma semana vivendo como mulher? O que eu faço? Onde vou morar? Do que vou viver? "Sofia — não, olha, dura uma semana se você não fizer nada. Se você chegar a tomar sêmen, o efeito é permanente." "Juanjo — Hahaha, mas Sofia, você leu direito? Como é que você acha que eu vou tomar sêmen? Nem louco, nem nos meus piores pesadelos isso aconteceria. Fico mais tranquilo então. E aí, como a gente faz?" "Sofia — eu tenho um dinheiro, a gente pode alugar aqueles apartamentos mobiliados por uma semana e você fica lá. Não sai, não faz nada, e volta daqui a uma semana. Eu aviso no seu trabalho que você não pode ir, que perdeu a voz ou algo assim, pra você não ter problema." "Juanjo — beleza, vamos fazer isso. Mas você vai ter que me emprestar umas roupas pra poder ir até o apartamento." Já com todo aquele trauma meio resolvido, a gente se preparou. Ela catava umas roupas pra mim enquanto eu tomava um banho. Aí pude me ver bem no espelho, toda pelada. Verdade, tinha um corpo muito gostoso. Saí do banho e a Sofia já tinha separado a roupa: uma pra vestir na hora e mais umas pra semana. A gente deu uma olhada na internet, achou um apartamento barato e partiu pra lá. Fomos pro apê, ela cuidou da parada do meu trabalho, então fiquei tranquilo por esse lado. E bom, era só esperar uma semana e voltar à rotina. Mas o que eu ia fazer sozinho num apartamento, sem poder sair pra lugar nenhum? Ia morrer de tédio. Chegou a noite, terminei de jantar e não sabia o que fazer. E se eu sair? Tipo, ninguém me conhece assim, então posso fazer o que quiser. Finjo que sou lésbica e quem sabe acabo com uma mulher gostosa na minha cama, e por que não? Pensei. Dei uma olhada nas roupas que minha irmã tinha deixado: uns conjuntos de lingerie, todos... com umas calcinhas minúsculas, saias bem curtinhas, e umas blusas que, pra falar a verdade, eram curtas e ficavam bem apertadas em mim, exagerando um pouco meus peitos. Bom, fui mesmo assim. O que pode acontecer? Tava com muita vontade de beber e não tinha nada no apartamento. Aí saí. Andando com minha saia curta e minha blusa apertada, meu cabelo loiro e comprido na rua. Sentia todos os homens que eu cruzava me olhando de cima a baixo, me examinando com o olhar. Me sentia meio desconfortável, mas lá ia eu atrás de um drinque. Entro num bar que era perto e peço um uísque. Cantineiro - Ahhh, forte, a menina, hahaha. Juanjo - Só me serve o uísque, não vim papear nem fazer amizade. Cantineiro - Tá bom, tá bom, a cliente pede o que quiser, desculpa. Me serviu e se mandou. Daí vejo no canto do balcão uma figura familiar. Era meu pai, também tomando um uísque, calado e com cara de aperto. Não dava pra vê-lo assim, me fazia mal. Então resolvi me aproximar. Oi, bom homem, como é que cê tá? Saudei ele. Bem, menina - ele falou - mas não tô a fim de pagar uma garota. Além disso, cê deve ter a idade da minha filha, não é certo. Me desculpa, mas não me interessa. Fiquei gelada, ele achou que eu tava me insinuando pra ele me pagar por sexo? Uff, é muito forte isso. Falei - Não, senhor, só queria conversar, vi o senhor meio angustiado e ninguém tem que beber sozinho se tá mal. Me chamo (como me chamo? Como me faço chamar esses dias?) já sei, vou usar o nome da minha ex-namorada, ninguém vai saber. Me chamo Yésica, qual é seu nome? Carlos, ele falou. Bom, Carlos, o que tá acontecendo com o senhor? Aí meu pai começou a me contar um monte de coisas que eu não sabia: medos, frustrações, que há anos não transava com minha mãe e que as coisas tavam ruins há muito tempo. Eu não podia acreditar, então tentei animá-lo contando histórias inventadas de uma família que eu tinha e que no final tudo se resolvia. Mas entre um uísque e outro, as horas passaram, e no final nós dois já távamos meio bêbados. E Bem animados. Então pedi pra ele me levar até o apartamento onde ele tava alugando. Quase tropecei quando levantei do banco e caí em cima dele. Com uma mão me segurei no balcão e a outra foi direto na virilha dele. Senti o pau inteiro do meu pai na minha mão. Tava meio duro, mas não me deu uma sensação ruim. De qualquer forma, saímos do bar e entrei no carro dele, indiquei o endereço e fomos. Custou um pouco pra sair do carro quando chegamos, culpa do uísque e do meu corpo novo, claro, antes eu bebia a mesma coisa e não me afetava, agora era muito mais magra e pequena. Carlos teve que me ajudar a descer do carro e chegar até a porta do apartamento. "Carlos, quer um café? É perigoso você dirigir mais nesse estado", perguntei. "Claro, Yesi", respondeu, "um café cairia bem". Entramos e eu me preparei pra fazer o café, coloquei água pra ferver e montei o filtro, quando de repente sinto duas mãos, uma de cada lado da minha cintura, sinto o corpo do Carlos atrás de mim, encostando o pau na minha bunda e sussurra: "Tava esperando esse momento, vagabunda". Uffff, deu uma eletricidade no corpo todo, não me desagradou, pelo contrário, me deixou com muito tesão, não entendia o que se passava na minha cabeça, sentia que um macho tava prestes a me fazer dele e eu não queria evitar. Tava gostando da ideia. Dava pra sentir o pau dele crescendo dentro da calça, encostando bem forte na minha bundinha. "Carlos, tem certeza do que vai fazer?", perguntei. "Claro, gatinha, fiquei a noite toda esperando você me trazer pra te fazer minha". O cara me manipulou, se fez de sofrido pra fisgar alguma alma caridosa e assim acabar transando. Não esperou nem um minuto, puxou o pau dele e eu senti roçando nas minhas nádegas, agora só com a proteção do fio da calcinha fio dental, então ele puxou pra o lado e esfregou a rola entre as bandas da minha bunda. Uffff, eu já não sabia mais o que fazer. Essa sensação era nova e eu amava, será que era o álcool? Será que era o Feitiço? O que sei é que eu tava me sentindo muito puta com uma roça acariciando minhas nádegas. E as mãos dele nos meus peitos, apertando e acariciando toda eu, num instante ele enche uns dedos de saliva e coloca na entrada do meu cu. Eu entrei em pânico, fiquei paralisada. "Fica tranquila, gata, vou te tratar bem." - ele disse. Ele lubrificou a entrada e eu comecei a sentir entre dor, ardor e prazer, minhas pernas tremiam um pouco enquanto sentia ele enfiando a roça no meu ânus. Sentia como ele ia abrindo caminho dentro do meu corpo e pude sentir como minha buceta molhava a jato. Uff, tava pegando fogo. Ele tava me fazendo a Booty e eu tava ficando louca de prazer. "Gosta do que o Carlos faz com você?" "Sim, gata, parece que você tem uma bunda virgem, então vou aproveitar muito" ele dizia enquanto começava um movimento de bombada de lento pra rápido, lubrificando bem a área pra ela dilatar cada vez mais. Eu tava louca de prazer, já não sentia dor, queria dar tudo pro meu macho. Num instante ele começou a bombar bem forte, sentia que tava me rasgando e pude sentir ele gozar dentro da minha Booty, enchendo ela com o leite quente dele. Terminamos os dois largados no sofá da sala, ele olhando minha bunda escorrendo todo o leite dele. E eu não conseguia parar de olhar pra roça enorme dele que já tinha descarregado e não baixava nem um pouco. "Carlos, gostou? Porque tenho que confessar que nunca tinha feito a Booty." "Sim, gata, adorei, e agora que você disse, acho que tá ficando bem dura de novo." Eu não entendia nada. O cara tava todo acabado, já tinha descarregado todo o leite e agora tava ficando duro de novo? "Bom, então Carlos, o que quer fazer?" Não terminei de dizer isso que ele se jogou em cima de mim, arrancou minha roupa e enfiou a roça dele na minha buceta super molhada enquanto terminava de se despir. Sentia toda a carne dele dentro de mim, como entrava, como saía, como eu tava cada vez mais molhada, ele gemia como um lobo no cio e eu já me sentia Como a putinha que eu era, tava toda molhada, cheia de porra na bunda e na buceta também, logo, com certeza. Ele não diminuía o ritmo, entrava e saía, e eu já tava esquecendo que um dia fui homem. Já tava começando a gostar da ideia dessas novas sensações. "Cê gosta, putinha? Cê gosta?", ele me perguntava. Eu tava num êxtase de prazer, quase não conseguia falar entre meus gemidos. Sentia cada vez mais, uff, ufff, "Carlos, continua assim, não para", eu pensava, e na hora ele me deu um tapa. "Você é uma putinha, vou te comer do meu jeito", ele falou e me fez gozar, ufff, que delícia sentir meu macho fazendo o que queria. "Sim, senhor, faz o que quiser comigo, me usa como a putinha que eu sou", eu disse. Tava toda encharcada, minha buceta escorria fluido e meu cu, porra. Ele tirou o pau dele. "Fica de joelhos", ele ordenou, e eu, obediente, fiz. Ele ficou na minha frente e meteu o pau dele na minha boca e disse: "Chupa, putinha". Eu aceitei sem dizer nada. Mas aí lembrei das palavras do feitiço: "se engolir a porra, vou ficar assim". "Você vai me avisar quando for gozar?", perguntei. "Sim, gatinha, eu aviso", ele respondeu. Mal terminou de falar, me segurou forte pela nuca e me fez engolir o pau inteiro dele, e comecei a sentir toda a descarga de porra na boca, quente, cremosa. "Engole, putinha, engole!!!", ele gritava sem tirar o pau da minha boca, eu quase não conseguia respirar. Tive que aceitar, engoli tudo, e pra falar a verdade, tenho que admitir que amei. Terminamos, ele se vestiu rápido e disse: "Vou vir te ver sempre que eu tiver vontade de uma boa putinha". E aí foi embora. Fiquei nua, olhando ele ir embora, toda comida, com a certeza de que desde aquele dia eu seria a putinha dele.
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