Estilo voyeur 9: já somos grandinhos

Como é que cês tão, poringa boys? Em 2008, eu tinha 40 anos e a minha prima Moni me ligou falando que uma tia, irmã da nossa avó, tinha morrido. A tia Elvira morava no campo, eu e meu velho tínhamos ido visitar ela algumas vezes, minha prima também, nada que nos unisse pra sofrer. Mas ela disse: "Feta, a Elvira era solteira e nós e os filhos do Manuel somos os parentes". Manuel era o outro, o terceiro irmão. Fomos pra lá, naquela época eu tinha uma VW Passat que era um avião a jato. Eu sempre solteiro, minha prima casada com filhos, o marido um otário de marca maior, mas fazer o quê, é o que tem. Na hora, tocaram a campainha. Minha prima com uma mochila. "E o Juan não vem?" perguntei. "Não, feta, ele fica com as crianças." "Ok, vamos?" "Dale, vamos." Eu, mochila, óculos escuros, um dia ensolarado, era abril, temperatura gostosa. E fomos. Fomos conversando sobre tudo um pouco: a família, as crianças. Eu buscava os miúdos na escola direto, íamos comer pizza e zoar a tarde toda. "As crianças te amam, feta." "Já sei, Moni, a gente se diverte sempre." "Por que você não arruma uma namorada, fetita?" "Por enquanto, nem fodendo." "A menina me contou que você tem uma mina que te visita." "É, uma amiga, a gente se junta sábado e se separa domingo." "Você é um idiota, feta." "E você, Moni, é feliz?" "Mais ou menos." "Podia ser melhor." "Epa, Moni, o que foi?" "A relação desgasta, feta, os problemas desgastam, às vezes é demais, e se os dois não puxam pro mesmo lado, complica." "Momentos difíceis, Moni, já vai se ajeitar." "Não acho, fetita, tomara que você tenha razão." "Mas é problema de grana?" "Não, feta, não sobra, mas a gente se vira, é o casamento, a rotina, as lembranças, minha mãe doente, tem hora que dá vontade de mandar tudo pra puta que pariu." Isso ela já disse com lágrimas e tristeza. Parei num lugar pra comprar bebida, eram 3 da tarde, e comprei dois sanduíches de presunto cru e queijo. Fomos comendo, faltavam 90 km pra chegar, e eu pisei no acelerador; em 45 minutos estávamos na cidade de Minha tia. Chegamos no sítio a 2 km da cidade. Tava com segurança, porque morreu uma pessoa, deixaram a gente entrar. Nos apresentaram pro seu Jacinto, que era peão da minha tia. O cara tava em choque, nunca tinha me visto e me abraçou chorando. Entramos em casa, a tia tava deitada num sofá gigante. A perita me disse: "É um ataque cardíaco, mas precisa fazer autópsia." Falei pra ela fazer o que tem que ser feito. "Amanhã cedo entrego o corpo, vocês cuidam da papelada." Deixamos as mochilas em casa, levaram a tia e ficamos com o Jacinto. "Jacinto, a tia tinha amigos?" "Muito poucos, patrão." "Me chama de Feta, Jacinto." "Bom, vamos fazer o seguinte: a gente cuida da papelada pra levar ela pro cemitério e faz uma despedida de umas horas. Te parece bem?" "Sim, patrão, o que o senhor mandar." "Me chama de Feta, Jacinto, Feta." "Moni, vem comigo. Jacinto, tem casa funerária na cidade?" "Aqui não, só em Firmat." "Quanto é Firmat daqui?" "30 km, patrão." "Jacinto, me chama de patrão mais uma vez e vai ter dois velórios." Moni deu uma risada alta e o Jacinto baixou a cabeça. "Bom, vamos, Moni." Fomos pra Firmat, resolvemos a papelada e voltamos. Combinamos que, a partir do momento que entregassem o corpo, velavam por 3 horas e depois pro cemitério. Voltamos pro sítio, sentei na cozinha e liguei pros filhos do Manuel. "Fala, Santiago." "Fetita querido, como cê tá?" "Tô aqui no sítio da tia Elvira, que morreu." "Ah, coitada da velha." "Escuta, cê pode vir pra cá?" "Nem fodendo, Feta." "Bom, amanhã enterram ela. Tô com a Moni e a gente precisa ver o que fazer com isso." "Feta, resolve você, que sabe como faz." "Fala aí, a tia tinha um empregado. Bom, deixa eu ver como organizo." Fui na geladeira, tinha fiambre caseiro, frango, uns potes com coisas. Montei uma tábua de frios tranquila, comemos nós três e o Jacinto foi pra casa dele, que também era da minha tia e ficava dentro do sítio. Tinha dois quartos, ambos com cama de casal. "Você fica no quarto da tia," a Moni me disse. "Fechou, Moni." Ela foi pro banheiro. Ela saiu e eu queria tomar banho. "Feta, não vai me espionar, hein?" "Ah, tá, como se eu fosse te espionar." Entrei no chuveiro, tomei banho, escovei os dentes e saí. Olhei pra ver se tava tudo certo, apaguei a luz e, do quarto da minha prima, ouvi ela chorando. "O que foi, Moni?" "Nada, bobalhão, não liga pra mim." "Posso entrar?" "Claro que pode." Entrei, ela ainda tava vestida como quando chegou. "O que aconteceu, Moni?" "Nada, é que te vejo se virar com uma segurança que me dá inveja. Eu sou casada com um otário que até pra escolher meia fica na dúvida." "Calma, são personalidades." Olhei bem pra ela, tava mais peituda. "Moni, tu tá fortona, hein." "Que isso, feta, tenho 45 anos." Me aproximei, passei a mão no cabelo dela, ela me olhou. "Não, feta, pelo amor, me pegou desprevenida." Dei um chupão nela que quase arranquei a língua pela nuca, e ela respondeu na mesma moeda. "Feta, me come direito, você sabe bem como fazer." Levantei a saia dela, ela tava de tanguinha, tirei a blusa, desabotoei o sutiã e aqueles peitos pularam pra fora. Comecei a chupar e morder. "Sim, seu filho da puta tarado, aqui estou, ainda te agrado?" "Sim, puta, olha a tanguinha que você usa." "Sabe por que uso tanguinha? Porque sonho com um dia assim, em que alguém me coma que não seja o bosta do meu marido." Puxei a tanguinha dela e comecei a chupar a buceta por 3 minutos, e ela já tava gozando na minha boca. Sentei ela e enfiei a pica na boca dela, comendo ela de boca com força. Ela tirou e disse: "Para, feta, tô me afogando." Peguei ela pelos cabelos. "Fecha a boca e chupa, sabe quem manda aqui?" "Sim." "Quem manda?" "Você." Depois de 10 minutos chupando, coloquei ela de quatro, ela tava encharcada, a buceta escorrendo. Enfiei a pica na buceta e ela gritou: "Siiiiiiiiim!" "Vai, me come bem!" Quando a pica tava bem lubrificada, coloquei na entrada do cu. "Pelo amor, cuidado." Apoiei e enfiei metade da pica. Ela gritou forte, se virou, me olhou e disse: "Vai, com força, me arrebenta." E enfiei tudo. Como essa puta gozava. Teve 4 orgasmos. Eu também. enchi o cu dela dela de porra. Foi pro banheiro e depois voltou "valeu meu amor, obrigada, eu sabia que hoje você ia me comer" "moni, eu te amo muito, viu" "já sei, fetinha, mas me promete que vai continuar me comendo" "te prometo, moni" A filha da puta ligou pro corno do marido. "Oi, Juan, estamos na casa da tia, amanhã enterram ela e ele me olha, aponta pro meu pau, Beleza, Juan, te ligo amanhã" Desligou "que cara otário" e ela dormiu com meu pau do lado da boca dela. Quando acordou, tava toda despenteada e de peitos de fora, meu pau subiu, levantei, deitei ela, puxei a calcinha fio dental e chupei a buceta dela, ela acordou gozando na minha boca, enfiei na buceta dela e comi ela por 20 minutos até gozarmos juntos. Enterramos a tia, alugamos o sítio, o Jacinto ficou como empregado mas antes passamos a casa pro nome dele, a Moni de vez em quando eu como ela, e pro Juan ela fala que vai pro aquagym. Queridos Poringa Boys, mando um abraço.

2 comentários - Estilo voyeur 9: já somos grandinhos

muy bueno.....!
Gracias. Y siempre digo las cosas fueron reales un poquito agrandadas