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Compêndio IIIEnquanto descansávamos no sofá, nos acariciávamos com ternura, nos perdendo nos olhares um do outro.

·Nunca ninguém me fez sentir assim!" – comentou ela, com olhos agradecidos.
Eu sorri pra ela.
- Tá vendo agora por que eu queria preparar o sushi primeiro?
A gente riu e se beijou. Eu ainda tava duro, mas queria descansar, igual ela.
Quando a gente se separou, uma porrada de suco escorreu de dentro dela.
Sorrindo e sem nem perguntar, ela levou meu pau pra boca quentinha dela, limpando a cabeça com carinho.
Naqueles momentos, eu me perguntava se todas as mães do curso do Bastián eram tão boas de boca (considerando que, naquele sábado, ainda não tinha transado com a Aisha), já que a Emma também não me deixava em paz toda vez que podia.
Mas apesar dela ser bem boa e já estar viciada em mim, eu queria pegar ela na cama. O sofá tinha sido bom e confortável, mas queria sujar os lençóis dela com meus fluidos.
No entanto, a bunda dela me deixava hipnotizado, e mesmo naquele fim de semana eu não ter comido o cu da Isabella (que, graças à compra da casa nova com a Marisol, me deu a chance de finalmente provar, junto com um aumento generoso de salário, que vou contar depois), eu queria pegar ela de quatro, algo que até então não tinha feito com ela.
Os peitos dela pendiam como verdadeiras tetas de vaca. A rabetona dela (porque era enorme) me lembrava as telas dos televisores antigos, mas claro, com uma curva acentuada na cintura.
Ela soltou um gemido quando enfiei pela terceira vez no dia dentro dela. E se eu tinha dúvidas sobre a pouca experiência sexual dela, fazer daquele jeito me confirmou, porque, diferente dos filmes pornô, onde enfiam nas minas com violência e o pau de vez em quando escapa, eu fiquei o tempo todo apertado e encaixado, calculando na medida certa pra deixar minha cabecinha na altura da entrada dela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ah, meu Deus! Ah, meu Deus! É enorme! É enorme! Aaah! Aaaah! Você tá tão duro! Tão duro! Sim! Sim! Continua assim! Aaah! Aaah! Me dá mais! Mais! Aaaah! Aaaah!
O vai e vinha era sem parar, e a buceta dela engolia uma boa parte do meu pau, mas não inteiro. Aí, depois de uma estocada violenta, funda e do nada, ela soltou um grito de prazer pros quatro cantos.·Ah, meu Deus! Ah, meu Deus! Tão fundo! Tão fundo! Aaagh! Aggh! Continua assim! Assim! Aggh! Agghh! Mais forte! Mais forte! Quero mais! Mais! Ohh! Ooohh! Tá me queimando! Mmh! Continua assim! Ahh! Assim! Deus! Deus! Ahhh! É enorme! Aggh! É tão gostoso! Adoro! Te amo! Te amo! Te amo!
Nessa altura, já dava pra meter inteira. O ritmo que a gente tava era de lascar. Não era só eu que tava fazendo o trabalho, ela também se esforçava pra enfiar mais fundo.
A bunda dela, deliciosa, tentadora e virgem, tava bem ao alcance dos meus dedos…·¡AGGHHH! O que você tá fazendo comigo? – perguntou ela, sentindo meu dedo indicador no seu cu apertado.
- Tô começando a te preparar. – respondi, sentindo como o esfíncter dela apertava meu dedo, como se tentasse cortá-lo. – Daqui a algumas aulas, vou encher você com meu leite por esse buraco.
Só de pensar nisso, ela gozou. Não tinha dúvida de que aquela professora tímida, peituda e ruiva estava ficando cada vez mais puta a cada aula de sushi comigo.
E o melhor: ainda tenho várias aulas pra dar pra ela.
No vai e vem frenético, consegui enfiar 2 dedos à força, e ela ficou exausta, largada na cama com a língua pra fora.
A essa altura já era tarde, e enquanto ela se recuperava, eu preparava os rolinhos pras minhas filhas e o que a gente ia comer.Ajudei ela a ir ao banheiro. Da cintura pra baixo, tava um bagaço. Lavei ela com cuidado e paciência, mesmo ela oferecendo aquela bunda minúscula dela enquanto se apoiava na pia.
Enquanto sentávamos à mesa, perguntei como tava o rolinho de salmão.
•É muito bom! – comentou, limpando a boca com o guardanapo. – É um dos melhores que já comi.
Da minha parte, passei bastante shoyu antes de provar e, mesmo assim, com dúvida, enfiei na boca…
•O que foi? Não gostou? – perguntou ela, depois de pegar outro pedaço.
– Particularmente, não. – falei, mastigando o peixe meio na base do convencimento. – Odeio peixes e coisas do mar.
•Mas como é possível? Isso tá uma delícia! – perguntou ela, sorrindo surpresa.
– Na real, faço pensando no paladar da minha esposa. – confessei, continuando a passar meu calvário em mais shoyu. – A Marisol gosta mais dessas coisas com esse sabor.
Cheryl me olhava surpresa. Provavelmente, nunca passou pela cabeça dela que alguém pudesse decorar o padrão de gostos do paladar de outra pessoa.
•E… Você não se preocupa… que ela saiba… que você e eu…? – conseguiu perguntar com timidez.
– Acho que ela já sabe. – respondi num tom tranquilizador, olhando nos olhos dela. – Marisol me viu quanto tempo levo preparando sushi e não é mulher boba. Provavelmente, já deve ter percebido.
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Embora naquele momento eu estivesse “mentindo” pra Cheryl (porque Marisol sempre soube desde o começo), na verdade, tinha sido pedido da minha rouxinol.
Como eu falo, é minha esposa quem curte mais me ver em ménage com outras mulheres e, embora esteja interessada em a gente tentar com a Emma, a Aisha (que, inexplicavelmente, excita ela ainda mais, porque imagina que seria nosso “primeiro ménage interracial”) e Isabella, particularmente, se sente atraída pela ideia de ter um com uma mulher como Cheryl.
Ou seja, uma mulher com pouca experiência em sexo, submissa e tímida… porque, pela minha experiência anterior, isso permite que ela explore seu “lado lésbico”.
No entanto, também não podemos descartar o fato de que minha esposa sofre de um leve desequilíbrio hormonal (algo que já aconteceu antes) por causa da gravidez, que a deixa mais no cio do que o normal. Mas acho que isso vamos descobrir mais pra frente…
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•Mas… como ela não está brava?... Ela não se incomoda de você ser infiel?
-Não. – respondi sinceramente. – Como te falei, eu encho o saco dela direto pra transar, e fazer isso comigo já cansou ela, então é mais gostoso pra ela.
Os olhos dela me encararam com muita surpresa, e um sorriso curioso começou a se desenhar nos lábios dela, com uma expressão misturada entre intriga, espanto, safadeza e luxúria. Com um leve brilho nos olhos e sempre hesitante, ela se preparou pra fazer a pergunta que martelava na cabeça dela.
•Você quer dizer… que depois disso… você e ela…?
Eu sorri.
-Sim. Ela é a mulher da minha vida e nunca é o suficiente. – respondi, fazendo ela sorrir entre vergonha e malícia. – Não me entenda mal. Com você, também me divirto pra caralho, mas com ela, eu curto mais.
Ela sorriu com um tom leve de vergonha.
•Não, Marco. Na real, acho que entendo ela. – disse, sorrindo deliciosamente. – Sabe… tive amigas casadas que me falaram que passaram fins de semana cheios de sexo… e até antes de estar com você… eu não achava isso possível.
Então, ela olhou nos meus olhos…
•E agora, vejo seu olhar… e meu coração acelera, pensando que depois que a gente jantar, você vai fazer a mesma coisa comigo de novo… até chego a pensar que talvez duas vezes… e tenho fé que vou passar o dia inteiro amanhã de pijama, me masturbando e pensando no quanto eu aproveitei hoje com você, sem vontade de Sair na rua. Então, eu acho que, se eu passo assim por um único dia contigo, como será para a sua esposa?
E mais uma vez, começamos a nos beijar. Cheryl segurava meu pau com delicadeza, começando a massageá-lo suavemente. Mas eu a segurava pelos quadris.
De novo ela me olhou com olhos bravos, mas meus lábios não davam trégua. Cheryl é gostosa do jeito dela e não por isso tinha que se diminuir.
• Por que você tá me olhando assim? – perguntou, ao ver que nossa agitação tinha nos levado de volta pra cama.
— Como assim? — perguntei confuso.• Assim. Como se ela fosse mais gostosa que a mãe da Lilly.
Eu ri e comecei a beijar o pescoço dela, fazendo ela derreter.
• Eu vi… como elas te olham… a mãe da Karen… e a da Lilly… e sei que te desejam. — comentou entre suspiros, enquanto eu chupava o pescoço dela.
— E são só elas? — perguntei, beijando os lábios dela e começando a enfiar a cabeça entre as pernas dela.
Ela soltou um suspiro cheio de prazer.
• Não!... são todas as mães da turma… — comentou, me beijando com gosto. — Elas me pedem todo dia… pra passar seu contato… porque querem te ter… igual eu tenho.
A gente começou a se mexer com uma cadência deliciosa. A buceta dela devorava meu pau com maior facilidade.
• Ahh!... elas tão frustradas… Mmh!... porque eu não fui boazinha… Ahh!... e fiquei… Ngh!... com o melhor pai pra mim… Aghh!
Dava pra ver que isso excitava ela, porque ela começava a apertar cada vez mais.
— E você quer que eu coma elas? Que faça elas gozarem igual eu fiz com você?
Ela soltou um gemido profundo e montou em cima, gozando gostoso no processo.
• Sim!... Isso… eu ia adorar… muito!...
Mais uma vez, a frase que ela disse desde o começo saiu dos lábios dela enquanto ela deixava o corpo cair com violência. Dizia pra Marisol que, mais uma vez, o peso maior dela fazia sentir mais intenso.
Nem demorou muitos minutos pra o ritmo ficar mais fluido. Ela continuava apertada, sem dúvida, mas ao mesmo tempo, do mesmo jeito que acontece com minha melhor amiga e esposa, deslizava quase perfeito, recolhendo os tecidos internos.
O rosto da Emma tava descomposto, enquanto mais e mais ela engolia meu pau. O quadril dela era uma delícia, e os peitos pareciam concordar com cada rebolada.
— Mas você sabe que sou casado… que tenho uma esposa…
Mais uma vez, ela gemeu de novo, gozando de novo. Os movimentos, então, ficaram muito mais violentos…
• Sim!... mas é tão bom… ¡Agghh!... sua esposa… não se importa… e você faz… tão bem… ¡Aghh!
E mais uma vez, tive que virá-la. Tinha que dominá-la, metendo com loucura.
- Por isso pedi pra você organizar meus contatos… pra você escolher quem seria minha próxima puta… - falei, arrancando mais um orgasmo dela, enquanto meu pau perfurava fundo no ser dela.
• É verdade? – perguntou, depois de soltar meus lábios e olhar nos meus olhos.
As tetas safadas dela balançavam como gelatina e, enquanto eu beijava, agarrava elas com minhas mãos. Já eram minhas.
- Sim… pretendo comer a Emma… e a Isabella… e também a Aisha… e quero que você transe com a gente. – respondi, enterrando fundo e beijando ela com fervor nos lábios.
Aquela sensação estranha fez ela se esticar e gozar de novo. Acho que nunca imaginou um ménage.
Mas pra mim, já é fato que, se não acabarmos na cama, pelo menos junto com a Emma, a Marisol não me perdoaria se eu não trouxesse a Cheryl pro quarto.
A excitação fazia ela gozar em orgasmos seguidos. Eu metia com força, pressionando minha cintura na dela e dobrando ela sobre a cama. Às vezes, especialmente quando enfiava mais fundo, o olhar dela ficava perdido e vidrado.
- Quero foder teu cu… e que você seja minha puta… que toda vez que eu procurar o Bastián… você queira me foder… vou te comer os 5 dias da semana… mas no teu trabalho… quero te dar meu sushi todo dia…
Já não estávamos fazendo amor. Éramos animais no cio. Eu agarrava as tetas dela e sacudia ela inteira com minhas estocadas. Os beijos dela até acabavam mordendo meus lábios.
- Vou te encher com minha soja todo dia…
• Siiim!
- Vou te comer por todos os teus buracos!
• Ahhhngghh!
- Vou te dar meu sushi até você não pedir mais!
• Agghhh! Sim! É assim que eu quero!
- Vou te encher de soja, até você não aguentar mais!
• Agghhhh! Sim! Assim! Mais fundo!
E na sequência, nos beijamos com loucura. Eu amassava as tetas dela entre minhas mãos, enquanto metia o mais fundo e rápido possível. possível.
Os braços dela se firmaram no meu pescoço, estendendo nosso beijo até o paroxismo absoluto. Nós devorávamos os lábios um do outro e nossas línguas, grossas e babadas, atacavam desajeitadamente os dentes do outro, tentando se agarrar.
Cheguei a um ponto que agarrei ela pelas coxas e forcei ela a me envolver entre as pernas dela. Eu penetrava ela sem misericórdia, fazendo com que ela me apresentasse a barriga. Os peitos dela vibravam levemente, já que Cheryl apoiava os braços debaixo deles, acariciando a barriga ardente dela.
Os olhos dela fechados, assim como os lábios, tentavam conter a sensação violenta que eu estava causando nela. O colchão da cama se apertava e rangia ritmicamente, à medida que eu ia penetrando ela.
Mas eventualmente, o prazer tomou conta dela e ela começou a gritar de novo.
•Ahhh! Siiim! Me dá teu sushi! Aghh! Me dá teu sushi enorme! Sim! Sim! Eu quero! Me enche com tua soja! Agghhh! Quero mais! Me dá mais! Aughhh! Sim! Amo teu sushi! Aughh! Amo teu maldito sushi! Deus! Me dá mais forte! Agghh! Mais forte! Agh! Agh! Aí! Aí! Siiim! Quero teu sushi! Aghhh! Quero teu sushi! Aughhh! É tão grande! Aghhh! Aghhh! Ahhh! Quero mais! Me dá! Me dá tudo! Siiim! Siiim! Me queima com tua soja! Oh, Deus! Oh, Deus! Não aguento mais! Aaaagh!
E eu gozei de novo dentro dela. Meu coração estava acelerado e sem perceber, desabei em cima dela. Podia sentir como meu pau cuspia descontrolado três, quatro, cinco jatos.
Não sabia como era a relação de Cheryl com os vizinhos. Mas não tinha como eles não saberem que ela tinha transado bem e tido, pelo menos, uma boa quantidade de orgasmos.
•Deus! Você ainda tá gozando! - disse ela, recuperando um pouco o fôlego.
-Sim…- respondi, ainda ofegante e sentindo como continuava me descarregando, sem controle. - queria te encher.
Nós nos beijamos com romance, satisfeitos com o que vivemos. Já passava das 9 e eu queria descansar com ela, antes de dar a última trepada.
-É verdade O que você tá dizendo? Sobre as outras mães?
Ela me olhou meio arrependida…
• Não sei!... mas tão perguntando por você.
– Puxa! – falei, rindo divertido.
• Por quê? Tá interessado? – perguntou num tom de reprovação.
Olhei nos olhos dela. Ela tava linda com ciúmes.
– Na real, nem tanto. – confessei humildemente. – É que quando eu era novo, essas coisas não rolavam comigo.
• Bom… elas não são tão gostosas quanto a mãe da Lily… mas tão perguntando muito por você.
Segurei o queixo dela e forcei ela a me olhar nos olhos.
– De novo com isso! O que tem de errado com a Isabella?
• Não! Nada! É que a gente não pode ser toda bonita que nem ela…
Ri da inocência dela…
– Cheryl, cê acha mesmo que a gente procura mulher que nem ela?
Os olhos dela me encaravam surpresos.
– Não, Cheryl! Mulher que nem ela, a gente pega pra uma noite… mulher que nem você, a gente quer por mais tempo.
• Ah, Marco! Não mente! – respondeu ela irritada. – Por que iam reparar em alguém como eu?
A gente se beijou de novo. Consegui tirar, mas na hora, enfiei meus dedos na buceta melada dela.
– Qual a graça de ficar com uma mulher que parece uma puta o tempo todo, se dá pra ficar com você e te transformar numa escondida?
Mesmo cansada, Cheryl acompanhava o vai e vem da minha mão e dos meus dedos, que agora entravam e saíam fácil dela.
• Mmh, Marco! – ela se segurava de novo.
– Quero te masturbar sem parar! – sussurrei no ouvido dela. – Pra que toda vez que me ver, você pense em mim metendo.
• Ughhhh! – respondeu dengosa, se molhando de novo.
– Quero comprar vibradores pra você, pra você se masturbar mais quando tiver sozinha! – continuei, beijando a bochecha dela com tesão.
• Siiim! – sussurrou, rebolando pra encontrar minha mão.
– Quero comprar lingerie sexy, que você use só pra mim!
• Aaaghh! Aaaghh! Sim!
– Uma camisola transparente, pras noites que eu passar com você…
Ela gozou de novo. cada vez mais…
•Sim! Eu quero! Agghhh!
–E quero te comer no trabalho… todo dia… – lambi em volta dos lábios dela.
•Mmh! Aggh! Aggh!
–A Emma e as outras, vou pegar uma vez por semana…
•Ngghh! Ahhh! Aghh! – ela ofegava desesperada, como se faltasse ar.
–Mas você, vou te comer todo dia. – sentenciei, beijando ela na boca.
Minhas mãos, enquanto isso, continuavam fodendo ela por baixo.
–Quero que você se acostume a sentir meu leite dentro de você.
•Auggh, sim! Augh, sim!
–Que seu dia não termine bem se eu não gozar dentro.
•Oghh! Sim! Sim!
–E se eu não puder, que você se masturbe aqui a noite toda, pensando em mim.
•Siiim! Ahhh! Siiim!
–Me diz, Cheryl. Você quer que eu te coma de novo?
•Sim! Eu quero sim!
–Quanto você gostaria que eu te comesse?
•Mmh! Eu gostaria muito!
Beijei ela enquanto ela ainda estava enfeitiçada.
Ela me olhava com admiração. Mesmo eu me sentindo dolorido, não tinha saciedade com ela.
Levei ela pro chuveiro, com ela como uma autômata. E enquanto ela me esperava, pedi pra ela ficar de quatro.
Insisto, queria arrebentar o cu dela. Mas além do meu compromisso com a Isabella, queria transformar ela numa ninfomaníaca disfarçada. Que nem a Marisol, levasse brinquedinhos sexuais por baixo do uniforme de trabalho.
Então, pra isso, tinha que viciar ela ainda mais em sexo.
Na quinta vez, a buceta dela se abria pra mim como uma cortina. Ela ronronava suave enquanto eu ia empalando ela.
Tinha que pegar nos peitos dela de novo debaixo do chuveiro. Eram enormes e, embora eu ame a Marisol e tanto a Isabella quanto as outras tenham seus encantos, os peitos da Emma são os maiores e os que eu teria mais dificuldade de agarrar pelo resto da semana.
Sem contar que ela mesma queria. Ela gemia cansada, ainda resistindo, pra facilitar minha penetração.
Igual minha esposa, ao meter tão fundo, parecia que eu também tava comendo ela.
Mas minha cabeça de baixo pulsava ao saber que não teve aquele roçar gostoso no esfíncter antes de entrar, e por isso eu investia com mais violência, em estocadas profundas que sacudiam o corpo levemente gelatinoso da Cheryl.
E mais uma vez, Cheryl começou a reclamar…
• Isso! Eu gosto! Agh! Eu gosto! Tão grande! Tão grande! Mmh! Te amo! Te amo! Aghh! Mais sushi! Mais sushi! Ahhh! Quero tudo! Tudo! Agghh! Tão fundo! Tão fundo! Mmh! Te amo! Isso! Te amo! Aghhh! Por favor, continua! Ahh! Continua! Mmh! Ai, Deus! É gigante! Ahhh! Agghhh! Isso! Isso! Não tira! Agghh! Por favor, não tira! Me dá seu molho! Quero seu molho! Aagh! Aagh! Aí! Aí! Ai, Deus! Ai, Deus! Me enche! Me enche de novo! Agghh! Quero sentir você! Vai, me dá! Aughh! Aughh! Quero ela dentro! Dentro! Por favor! Aghhhh! É muito grande! Não aguento mais! Ahhh! Ahhhh! Por favor, goza dentro de mim! Goza dentro de mim! Ai, Deus! Ai, Deus! É enorme! Aghhh! Isso, goza! Mmh! Goza! Ahh! Ahhh! Me enche! Me enche! Me enche com seu molho quente! Agghh! Isso! Assim! Ahhh! Vai! Vai! Goza dentro! Vem dentro! Isso! Assim! Ahhh! Me enche! Me enche! Me enche mais! Assim! Ahhhh!
Eu dei o último que podia naquela hora. Como a gente tava colado e apertado, igual cachorro no cio, ela teve que se apoiar na parede, enquanto a água quente batia na gente.
Quando conseguiu se soltar, uma gotona branca e grumosa escorreu dela. Mas a primeira reação da Cheryl foi se ajoelhar e enfiar meu pau na boca dela, pra limpar tudo com gosto.
Enquanto a gente se olhava nos olhos, os dois sabiam que não ia ter mais como se ver na escola sem pensar em trepar um com o outro.
Depois de me vestir (já que eram 11 da noite) e ela se enrolar num roupão, entreguei uma pílula do dia seguinte, garantindo que ela tomasse na minha frente.
Depois de engolir, ela me olhou com um olhar de súplica.
•Você não quer passar a noite comigo?
Eu sorri e beijei ela de leve, acariciando a bochecha dela.
-Não posso. – respondi com um sorrisinho. – Por enquanto, não posso. Mas não se preocupa, Cheryl. Daqui a alguns meses, vou passar a noite inteira com você.
O rosto dela se iluminou pra caralho.
•Isso eu ia adorar!
1 comentários - PDB 23 Quero provar teu sushi… (V, parte II de II)
O no esta en los objetivos de tu esposa.
Excelentes tus relatos