Outro dia pensei em postar um relato, vocês sabem que eu gosto de postar realidades porque também gosto de lê-las. Então não posso pedir algo se eu não ofereço o mesmo... e pensando, lembrei de uma coisa que me aconteceu em 2021 ou 2022... foi saindo da pandemia.
Vamos recapitular pra entender o que rolou.
Lá por 2003... época em que tive minhas primeiras fodas com 17, 18 anos... fui em puteiro pela 2ª vez, a primeira inesquecível, mas não pelo lado bom. A segunda foi uma paraguaia baixinha, típica... bunduda, mas não bunduda de cuzão, bunduda que hipnotizava aquele rabo, e no apê ela usava umas saias de tutu, de bailarina, então a bunda dizia "papi, me arromba tudo"... e isso foi na José Hernández e Avenida Cabildo.
Bom, nesse dia passei, transamos tudo normal, fui embora e nunca mais a encontrei... nem lá, nem em outro puteiro, até que... como falei no prólogo, em 2021/22 voltando da zona da Viamonte, a 2 quadras da AFA, pego o metrô pra Congresso de Tucumán, e a viagem normal, nada estranho... mas na Plaza Italia sobe uma baixinha, bunduda, mesmo corte de cabelo e comecei a olhar pra ela, olhar, olhar, até que com a gente descendo e subindo, ela acabou na minha frente, nós dois encostados de um lado da porta. Confirmei o que pensei, era ela, mas obviamente não podia falar nada, então deixei tudo como se nada, morrendo de vontade de cortar o saco porque nunca esqueci aquele rabo e as gozadas que tirei dela. Mas AQUI COMEÇA A PARTE BOA... tive a sorte de ela descer comigo, e depois de subir a escada rolante, encostou numa parede pra não atrapalhar o fluxo de gente, tava mexendo no celular. Então como eu ia uns metros atrás dela porque odeio aquele momento em que todo mundo corre como se fosse morrer ali embaixo, e ao vê-la fiz o mesmo, mas na parede do lado oposto... ainda a uns 5 metros dela. Depois que a multidão passou, ficamos sozinhos, e aí pensei "é minha hora" e fui falar com ela.
- Oi, desculpa, não quero te incomodar, tô falando aqui que tem segurança. Pra você não ter medo, lá em cima você ia ficar mais insegura.
- (Ela me olha surpresa e com cara de "quem é você, porra?")
- Olha, deixei todo mundo passar porque nunca me esqueci de você.
- Eu não te conheço.
- Sim, você não lembra, mas posso te provar que sim... e por isso deixei todo mundo passar.
- ...
- Não se ofende, mas se eu provar que a gente se conhece, a gente tem que reviver aquele dia que se conheceu.
- (Ela me olha estranha) Queee? E o que a gente fez? Não te conheço, não.
- Aceita ou não, gostosa?
- ...Sssim, sei lá.
- Ok... olha, não sei o que foi de você nesses anos, mas uns 20 anos atrás você trabalhava num prédio na Avenida Cabildo, quase esquina com José Hernandez, andar... apê... (não vou escrever, óbvio) e me atendeu uma loira que tinha um dente mais branco que os outros.
A gatinha arregalou os olhos, sem acreditar que tava na frente de um cliente. Silêncio por uns segundos. Olha pra todo lado, procurando sei lá o quê...
- (sorriso, começa a cair a ficha) Como você lembra de mim? Não acredito, cada detalhe que você falou é exatamente assim.
- Fácil, você continua linda pra caralho, só que com mais experiência (piscadela).
- Nooossa, não acredito. Então você tá me pedindo (gestinho com o punho de lado)... quando?
- Claro, quando você puder. Agora? Se não, a gente troca WhatsApp e combina.
- Nãooo, o celular não dá. Sim, vem comigo.
Bom, fomos conversando, a gatinha morria de rir, não acreditava no que tinha acontecido, etc.
Chegamos no lugar, e...
- Cê trampa aqui agora ou o quê?
- Não, aqui é minha casa.
- (Eu rio, sem acreditar) Fala sério, aqui você atende?
- Tô falando que é minha casa, boy.
- Pera, você trouxe um desconhecido pra transar na sua casa????
- Você não é desconhecido, a gente já se conhece há 20 anos (ela ri)
Aí a gente riu junto, e ela me conquistou de vez, se é que eu já não tava conquistado...
PARA A PARTE 2, ESPERO SEUS PONTOS E COMENTÁRIOS.
Vamos recapitular pra entender o que rolou.
Lá por 2003... época em que tive minhas primeiras fodas com 17, 18 anos... fui em puteiro pela 2ª vez, a primeira inesquecível, mas não pelo lado bom. A segunda foi uma paraguaia baixinha, típica... bunduda, mas não bunduda de cuzão, bunduda que hipnotizava aquele rabo, e no apê ela usava umas saias de tutu, de bailarina, então a bunda dizia "papi, me arromba tudo"... e isso foi na José Hernández e Avenida Cabildo.
Bom, nesse dia passei, transamos tudo normal, fui embora e nunca mais a encontrei... nem lá, nem em outro puteiro, até que... como falei no prólogo, em 2021/22 voltando da zona da Viamonte, a 2 quadras da AFA, pego o metrô pra Congresso de Tucumán, e a viagem normal, nada estranho... mas na Plaza Italia sobe uma baixinha, bunduda, mesmo corte de cabelo e comecei a olhar pra ela, olhar, olhar, até que com a gente descendo e subindo, ela acabou na minha frente, nós dois encostados de um lado da porta. Confirmei o que pensei, era ela, mas obviamente não podia falar nada, então deixei tudo como se nada, morrendo de vontade de cortar o saco porque nunca esqueci aquele rabo e as gozadas que tirei dela. Mas AQUI COMEÇA A PARTE BOA... tive a sorte de ela descer comigo, e depois de subir a escada rolante, encostou numa parede pra não atrapalhar o fluxo de gente, tava mexendo no celular. Então como eu ia uns metros atrás dela porque odeio aquele momento em que todo mundo corre como se fosse morrer ali embaixo, e ao vê-la fiz o mesmo, mas na parede do lado oposto... ainda a uns 5 metros dela. Depois que a multidão passou, ficamos sozinhos, e aí pensei "é minha hora" e fui falar com ela.
- Oi, desculpa, não quero te incomodar, tô falando aqui que tem segurança. Pra você não ter medo, lá em cima você ia ficar mais insegura.
- (Ela me olha surpresa e com cara de "quem é você, porra?")
- Olha, deixei todo mundo passar porque nunca me esqueci de você.
- Eu não te conheço.
- Sim, você não lembra, mas posso te provar que sim... e por isso deixei todo mundo passar.
- ...
- Não se ofende, mas se eu provar que a gente se conhece, a gente tem que reviver aquele dia que se conheceu.
- (Ela me olha estranha) Queee? E o que a gente fez? Não te conheço, não.
- Aceita ou não, gostosa?
- ...Sssim, sei lá.
- Ok... olha, não sei o que foi de você nesses anos, mas uns 20 anos atrás você trabalhava num prédio na Avenida Cabildo, quase esquina com José Hernandez, andar... apê... (não vou escrever, óbvio) e me atendeu uma loira que tinha um dente mais branco que os outros.
A gatinha arregalou os olhos, sem acreditar que tava na frente de um cliente. Silêncio por uns segundos. Olha pra todo lado, procurando sei lá o quê...
- (sorriso, começa a cair a ficha) Como você lembra de mim? Não acredito, cada detalhe que você falou é exatamente assim.
- Fácil, você continua linda pra caralho, só que com mais experiência (piscadela).
- Nooossa, não acredito. Então você tá me pedindo (gestinho com o punho de lado)... quando?
- Claro, quando você puder. Agora? Se não, a gente troca WhatsApp e combina.
- Nãooo, o celular não dá. Sim, vem comigo.
Bom, fomos conversando, a gatinha morria de rir, não acreditava no que tinha acontecido, etc.
Chegamos no lugar, e...
- Cê trampa aqui agora ou o quê?
- Não, aqui é minha casa.
- (Eu rio, sem acreditar) Fala sério, aqui você atende?
- Tô falando que é minha casa, boy.
- Pera, você trouxe um desconhecido pra transar na sua casa????
- Você não é desconhecido, a gente já se conhece há 20 anos (ela ri)
Aí a gente riu junto, e ela me conquistou de vez, se é que eu já não tava conquistado...
PARA A PARTE 2, ESPERO SEUS PONTOS E COMENTÁRIOS.
3 comentários - Vadia paraguaia, inacreditável