PDB 22 Quero provar teu sushi (V, parte I de II)


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Compêndio IIIEm casa, a gente tava vivendo uma situação meio doida.
Depois do jantar, na privacidade do nosso quarto, eu e a Marisol começamos uma conversa tranquila. Nenhum de nós dois tava na dúvida de que a parada do sushi tava escapando do nosso controle.
PDB 22 Quero provar teu sushi (V, parte I de II)Não era que eu fosse perder grande parte da tarde de sábado revisando com Cheryl "uma e outra vez" as lições dela sobre como preparar um bom sushi (Na verdade, essa é a parte que mais curtimos no acordo do quarto…).

Tanto eu quanto minha esposa percebemos que, ironicamente, o consumo exagerado de sushi das pequenas está causando estragos. Por um lado, Marisol acha que as meninas ganharam peso, enquanto eu notei que elas estão tendo problemas digestivos.

Por causa disso, a gente se acertou pra fazer uma intervenção com as meninas, ao perceber que esse hábito desmedido de comer sushi tá prejudicando elas, apesar de quanto elas curtem.

Por esse motivo, tivemos que sentar com elas e chegar num acordo. De agora em diante, eu só traria um rolinho de sushi pra cada uma, deixando as meninas com um tempão pra decidir na semana seguinte.

Embora tenham aceitado de má vontade, a promessa do precioso rolinho de salmão, a última variação pra experimentar, deu um brilho de esperança diante das novas restrições.

Mesmo assim, a própria Cheryl tava confusa sobre por que eu continuava ensinando ela a preparar mais receitas.
peitos grandesQuinta-feira, 16:52 | Horário de Brasília: 6:52

Marco (M): Oi, Cheryl. Como você tá?

Cheryl (C): Oi, Marco. Tô bem pra caramba. Morrendo de vontade de conversar e ficar com você. E você, como tá?

M: Tô bem. Aproveitando os últimos dias de folga. Tava te escrevendo pra falar sobre nossa reunião de sábado. Minhas filhas querem que eu te ensine a fazer sushi de salmão.

C: Mmh… Não leva a mal, Marco. Mas por que você quer continuar me ensinando mais receitas?

M: É que minhas filhas tão interessadas em você melhorar seu preparo. Por quê? Não quer mais continuar com as aulas?

C: Não! Não! Não é nada disso. Na verdade, passo a semana inteira ansiosa pra chegar sábado e você vir me visitar, porque adoro provar seu sushi. Fico pensando direto no seu sabor, na grossura dos seus rolinhos… e por isso tava me perguntando, até quando você quer me ensinar.

Já dá pra imaginar como eu me senti lendo essas palavras…

M: Pra ser sincero, essa é a última variação que me falta te ensinar e acho importante você aprender.

C: Mas por quê? Percebi que o que deixa seu sushi mais gostoso é sua deliciosa shoyu caseira. É uma delícia. Toda vez que engulo, sinto no meu paladar um calor intenso que envolve meu corpo inteiro, a ponto de dar vontade de provar de novo e de novo. E na real, tô extremamente ansiosa pra preparar ela. Porque, como você sugeriu, comprei os ingredientes pra poder saborear ela eu mesma, direto, e tô morrendo de sede pra provar ela junto com seus rolinhos maravilhosos…

Resumindo, ela tava me confirmando que tava com tesão, que gostava da minha porra e que tinha ido no médico pra pegar anticoncepcional…

Mesmo sentindo ela dura como um cinzel, tive que dar o argumento literal.

M: Olha, entendo que você goste muito do meu sushi. E, pra ser sincero, também adoro provar o seu, especialmente agora que sei o quanto você gosta da minha shoyu caseira, então vou te dar bastante pra você preparar, provar por si mesma. e aproveite o sabor. Mas não pode esquecer que o motivo principal de eu ter começado a te ensinar foi porque minhas filhas me pediram pra preparar uns rolinhos. E embora você já não seja mais uma novata fazendo sushi, certos ingredientes têm propriedades únicas e preparos diferentes que melhoram pra caramba a sensação no paladar, então minha ideia é te submeter a novas experiências que ajudem a aumentar o sabor das suas preparações. Quero te ensinar a trabalhar com cada um deles e levar suas habilidades pro próximo nível, entendeu?

C: Sim, Marco. Claro que entendo. E tô muito excitada pra aprender mais coisas com você. Agradeço demais você dedicar tanto tempo pra me ensinar coisas tão prazerosas. E vou dar o meu melhor pra seguir suas instruções do jeitinho que você mais quiser. Tô ansiosa esperando o sábado chegar! Vou te esperar! Nos vemos às 2!

Felizmente, Marisol estava desocupada. Bastou um par de gestos pra chamar a atenção dela e levá-la pro quarto…
rabaoNaquela tarde de sábado, dava pra sentir fisicamente a enorme mudança na personalidade da Cheryl. Ela me esperava com uma saia fina de algodão rosa até os joelhos, bem chamativa e com uma estampa bonitinha; uma blusa laranja justa, mas com um decote tentador; sapatos de salto baixo, que valorizavam a bunda dela e um par de brincos.ruivaInclusive, cheguei a notar um pouco de batom e blush nas bochechas dela, então não era só querer estar bonita pra mim, mas colorida e atraente pros outros.

A gente se beijou com paixão no cumprimento, mas ela, muito mais ousada, pegou minha mão e apoiou na saia dela, me forçando a apertar a bunda dela.

· Te incomoda que eu te cumprimente assim? – perguntou, ao soltar meus lábios e minha língua.

Ela soltou um suspiro irritado ao ver a geladeira onde eu trazia as tiras de salmão. Era claro que as aulas de sushi tinham virado sessões intensas de sexo.

E imitando a semana anterior, subiu a escada rebolando a bunda com gosto. Mas, ao avançar num passo mais rápido e estar dois degraus na minha frente, eu não conseguia distinguir a cor da calcinha dela, a ponto de nem perceber que ela fez a mesma coisa da semana anterior ao chegar no último degrau: parou de repente e levantou a saia.

Como eu esperava, não tava de calcinha e eu bati de cara direto na bunda virgem dela.

· Olha por onde anda! – comentou ela, num tom de brincadeira inocente.

(Watch your step!)

Mas eu não desperdicei a chance de lamber o buraco da bunda virgem dela, segurando firme com as duas mãos.

As pernas dela fraquejaram na hora e ela soltou um suspiro e um tom de voz sedutor ao sentir minha língua morna provando o cuzinho dela.

· Aggh… O que… cê tá fazendo comigo?

Mesmo assim, eu tinha que me segurar. Afinal, tinha dado minha palavra pra Isabella que ela seria a primeira a me curtir por trás.

Beijei ela, ao notar que tava intrigada com minha ação.

- Não é nada! São aulas de sushi que vou te dar mais tarde! – respondi num tom de brincadeira.

A cara da Cheryl era um poema, porque parecia acreditar que não tinha mais lições pra aprender.

Chegamos no apartamento e ela mostrou irritação ao me ver montar a panela de arroz, a geladeira com o salmão e o saco com o nori.

· Por que a gente continua fazendo Isso?" – perguntou ela, ao me ver montar a tábua de cortar e começar a tirar as tiras de salmão uma por uma. – Comi tanto sushi ultimamente… mas não comi o suficiente disso.

Ficava impressionado com o nível de segurança da Cheryl, que, sem nenhum pudor, pegava nas minhas bolas com toda confiança e massageava meu pau.

Até o olhar dela ficava meio safado ao saber que eu gostava do toque dela.

· Não sei como você consegue se segurar assim! – sussurrou sensual no meu ouvido, enrolando meu braço entre os peitões dela. – Só de te ver, já fico toda molhada e só penso em te ter dentro de mim. Você é tão gostoso!

Satisfeita por me ver estupefato e por ver que o que ela acariciava nas mãos mornas ficava mais duro, tive que responder.

- É verdade, Cheryl! Eu também adoraria te comer assim que chego aqui… mas percebi que é muito mais difícil parar de fazer algo que você curte do que começar a fazer algo que te desagrada menos e deixar o prazer pro final. Acredita em mim, hoje a gente vai se divertir por horas! Mas se quiser ajudar, prepara o nori com o arroz, enquanto eu cuido das tiras de salmão.

Com bastante energia, foi interessante ver como ela tinha melhorado as habilidades, porque na preparação da envoltura do sushi já era uma expert, espalhando o arroz uniformemente pelo nori.

No entanto, ela estranhou minha lentidão ao preparar o salmão, já que antes de soltar as tiras, eu massageava cada uma com um toque suave, meus dedos experientes trabalhando com carinho e precisão.

· Pode me dizer o que você tá fazendo? – perguntou com uma impaciência visível no sorriso.

Tive que parar, pensando em como responder. Mas tive que ser sincero.

- Sinceramente, Cheryl, não tenho certeza. – admiti com um sorriso nervoso. – Mas quando a gente visitou o Japão na nossa lua de mel, percebi que o mestre de sushi fazia a mesma coisa. Quando perguntei sobre isso, ele respondeu que também não sabia direito, mas que era uma tradição passada pelos ancestrais dele.

Cheryl, intrigada e divertida com minha resposta vaga, se aproximou pra ver, tentada pela curiosidade.

· E faz diferença?

- De acordo com o mestre de sushi, sim. – respondi satisfeito, ao ver que minha explicação não tinha parecido completamente ridícula pra ela. – Pelo visto, melhora o sabor do salmão, enquanto libera os sucos naturais e amacia a carne. Ele até me contou que, apesar dos anos de prática, ainda levava vários minutos pra massagear cada tira direito e que, segundo os clientes, os rolinhos de salmão dele tinham um sabor especial. Por outro lado, percebi que a Marisol e as gêmeas curtem mais quando massageio o salmão com capricho do que quando faço de qualquer jeito. Por isso, queria guardar essa preparação pro final.

· Por quê? – Ela perguntou, com os olhos brilhando de curiosidade, acompanhando o movimento constante dos meus dedos.

- Porque as coisas mais gostosas demoram pra ficar prontas, e a espera e a ansiedade fazem valer a pena.

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Quando explicava isso pra Marisol, dizia que por isso não acho que os anos em que éramos "só amigos" foram perda de tempo, porque agora não nos cansamos um do outro.

+ É… mas pra mim, você quase me matou de fome pra provar seus suquinhos sem camisinha. – ela respondeu, fazendo biquinho de dengo.

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De qualquer forma, não demorou muito pra mente da Cheryl reconhecer alguma coisa nos meus toques.

- O quê? – perguntei, ao notar o sorriso repentino dela.

· Nada. É que lembrei como você era habilidoso comigo aqui embaixo. – ela apontou, levantando a saia e me mostrando a virilha, apontando pro clitóris inchado dela. – e eu me perguntava se isso tem a ver com aquilo.
vadiaPra mim, esse foi o sinal de que já tinha me cansado de preparar sushi. Dava pra montar uns 3 rolinhos, mais ou menos, mas o tesão falava mais alto nos dois.

Beijei ela, encostando na parede e levantando a saia dela. Cheryl suspirava enquanto eu pegava um dos peitos dela por cima da blusa e, com a outra mão, enfiava meus dedos ansiosos na buceta suculenta dela.

·        Agh! Isso! Agh! Isso! Enfia mais fundo! – suspirava a professora sedutora.

Mas naquela hora, eu já tava completamente duro dentro da calça e, mesmo enfiando e tirando meus dedos com toda perícia e agilidade daquele interior refrescante, meu pau já tava incomodando de vontade de entrar em ação.

Quando ela percebeu os movimentos atrapalhados da minha ferramenta presa no pano, e apesar de meus dedos já estarem dando prazer pra ela, as mãos dela foram desesperadas pra me libertar.

·        Deixa eu provar um pouco! Faz uma semana que não como ele!

E olha que dava pra perceber mesmo. A boca dela tava quente e a língua percorria da cabeça à base num movimento maravilhoso.

Cheryl segurava ele com as mãos, balançava nos lábios carnudos dela e dava lambidas profundas na cabeça, igualzinho uma atriz pornô.

·        Você gosta quando eu faço isso? Gosta que eu te deixe feliz? – perguntava ela sem me deixar responder, quase me fazendo uma garganta profunda.

Não tinha dúvida de que ela adorava o gosto da minha carne. Engasgava, lambia e chupava sem parar. Se deixasse ela continuar, gozava na hora sem problema.

Mas eu queria meter. Não tinha mais desculpa pra usar camisinha. Ela me queria e eu, queria ela.

·        É muito grande! – comentou ela, numa mistura de tesão e medo.

-         Bom... é. Mas você já sentiu ele dentro.

·        Sim... mas agora você vai gozar dentro de mim. – falou com ainda mais tesão.

E aí percebi que Cheryl queria me provar de um jeito especial. Nos aproximamos no sofá, com ela... Corpo majestoso, os peitões enormes e a buceta escorrendo, olhando enquanto eu me deitava pra sentir a conexão ardente entre nós.
amantesEla foi soltando o corpo aos poucos, como se estivesse curtindo cada alongamento. A cabeça praticamente entrava sem dificuldade. Ela tinha usado e alargado tanto que, no máximo, soltava um gemidinho leve.

Devagar, fui entrando nela. Tava ardente e era uma experiência totalmente diferente de fazer com camisinha, por aquela mistura gostosa de calor e umidade no templo do prazer dela.

Consegui enfiar uns 4/5 e ela se sentiu cheia. A gente tava quase colado um no outro. Ela começou a rebolgar devagar, como se quisesse ter certeza de que não era um sonho.

Aos poucos, os movimentos de quadril dela foram acelerando, como se antes precisasse garantir que cada pedacinho dela pudesse me sentir lá dentro.

De repente, ela mexeu o quadril de um jeito que minha grossura comprimiu o clitóris dela por dentro, e ela soltou um suspiro.

E começou a me cavalgar de verdade. As peitudas enormes dela estavam imponentes e, com as sacudidas, vibravam de um jeito escandaloso.

Ela soltou outro suspiro quando sentiu eu segurá-las. Naquela hora, eu pensava que, em apenas algumas semanas, tinha essa mulher voluptuosa de 28 anos, felizona por poder me montar sem camisinha.

E ainda faltava provar a bunda dela que, pelo visto, tava doida pra me entregar.

A voz sensual dela começou a reclamar. Confesso que nunca me achei bom de cama. Mas só de ver aquela mulher maravilhosa se mexer e gemer daquele jeito, me fazia pensar que pelo menos eu tinha algo de bom.

Mas pelo visto, rebolgar assim não era suficiente pra ela. Ela se virou pra mim, procurando meus lábios, enquanto a cintura dela ficava livre pra ela se mover num ritmo avassalador.

Dava pra perceber que ela tava começando a gostar de tudo em mim: meus olhos, meus lábios, minha cintura, meus braços...

Não tava nem aí que eu era casado. Muito menos que meu filho era aluno dela.

Pra ela, eu era o motivo das punhetas dela. A razão porque A semana se arrastava tão longa, e a tarde de sábado, extremamente curta. Era por isso que ela se vestia mais decotada e suas saias eram mais curtas, leves e provocantes.

Seus peitos pendiam pesados sobre meu torso, suando copiosamente. Seus olhos, semi-cerrados, curtiam como seus sucos escorriam generosamente da sua entreperna, soltando gemidos ocasionais quando o prazer ficava simplesmente insuportável.

Na minha mente, tentando acompanhar o ritmo, eu a imaginava 10 anos atrás: 18 anos, um pouco mais nova que meu rouxinol. Será que ela era tão voluptuosa? Algum professor já a olhou com malícia?

— Ah, sim! Ah, sim! Que grande! Você me queima! Te amo! — confessou num momento em que o prazer a dominava.

Mas eu ainda não tinha chegado lá. Sabia que eu a estava torrando. Que o corpo dela e aquelas tetonas me enlouqueciam, mas não ia recuar.

Eu tinha que montar ela. Ela estava à minha mercê. A boca dela, ao sentir que meu avanço era maior que o esforço dela, buscou a minha com desespero. Os gemidos dela se amontoavam nos meus lábios, enquanto a língua, confusa, não sabia se acariciava a minha ou deixava o prazer escapar.

— Ah, assim! Assim! Mais fundo! Mais fundo! Ai, meu Deus! Ai, meu Deus! Ahh! Ahh! Você vai me matar!

A barriga dela tinha descido de novo e estava pressionando o ponto mais fundo. Os peitos dela balançavam freneticamente. O tesão, a safadeza, o risco de engravidar ela me deixavam louco, e por isso eu me segurava até as últimas consequências.

Sabia, na minha arrogância, que não teria volta pra ela. Que, de agora em diante, se encontrasse outro, pensaria em mim pra sempre... ou até conhecer alguém que tivesse maior e aguentasse mais que eu.

Que eu poderia procurar ela quando quisesse e poderia comer ela do melhor jeito que me viesse à cabeça. Ela já era minha putinha. Minha escrava. Minha serva do prazer.

Até poderia começar a negociar com ela pra comer ela na escola. Porque esse foi meu maior tesão no primeiro dia que conheci ela: poder foder ela todo dia, depois de procurar o Bastián.

Ter ela como viciada. Drogada.

Que nem a Emma, toda vez que ficasse a sós comigo, me sorrisse nervosa. Excitada.

Morrendo de vontade que eu extravasasse nela.

O corpo dela me recebia até a base, o que fazia ela aproveitar muito. Enquanto eu martelava sem parar o fundo do ser dela, me perguntava o que tinha mudado em mim nos últimos anos.

Sabia que quando a Marisol se apaixonou por mim, eu mal levantava os olhares das minas. Mas agora, acontece que não só a Cheryl me queria, mas também a Emma, a Aisha e, mais que todas, a Isabella.

+       É que você sempre foi gato! Só que nunca percebeu. – respondia meu doce rouxinol quando perguntei.

Mas nessa altura, tava difícil continuar. O interior da Cheryl fazia uma espécie de funil excitante na minha glande, que a cada vez apertava mais e mais. Por outro lado, ela tava extremamente gostosa: os olhos bem fechados, os peitos balançando no mesmo ritmo, os gemidos misturados entre dor e prazer…

Então, já chegando no meu limite, meti com tudo e fundo, fazendo ela gemer deliciosamente, como se segurasse a respiração.

·        Agghh… Aha! Aha!... Agghh… Ahh! Ahh!... Ngh… Haa! Haa!

Cada detonação parecia envolver ela em alívio. O corpo dela ficou manso. Lindo. Delicado.
Gostosa pra caralhoEmbora, minutos antes, eu pensasse nela como uma puta, ao vê-la tão submisso, meiga e maravilhosa, não conseguia conter meus lábios de beijá-la de novo.

— Você gostou? — sussurrei no ouvido dela, sentindo o vapor do pescoço e do cabelo dela impregnar o ambiente.

— Sim! É a melhor coisa que já senti na minha vida!

E começamos a nos beijar, explorando nossos corpos enquanto curtíamos nosso êxtase.
Em especial, ela parecia gostar da minha bunda, ou melhor, de me ter dentro dela, porque ficou agarrada com força nas minhas nádegas sem me soltar.

No entanto, eu apalpava aqueles melões quentes e enormes, arrancando alguns gemidos dela. Ainda não tinha feito ela gozar através dos peitos. Já a bunda dela, generosa e redonda, era macia e elástica. Vale dizer que, mesmo Cheryl não malhando nem se preocupando com a forma física, a bunda dela era maleável e deliciosa, a ponto de, com um pouco de pressão, afundar como se fosse marshmallow.

Mas era a cintura dela a fonte da aflição. Do mesmo jeito que acontecia com minha sogra, quando eu pegava nos pneuzinhos, todo o encanto sumia nela: Cheryl voltava a si e pegava nas minhas mãos, tentando tirar aquilo que ela mesma odiava no corpo, sem perceber que, ao vê-la tão vulnerável, era simplesmente maravilhoso.

— Por favor, não toca aí. — pediu com seriedade.

— Por quê? — perguntei num tom brincalhão e desafiador.

— Porque não gosto que reparem nisso. Só isso. — respondeu com um tom de irritação e rancor.

Peguei o rosto dela e a beijei de novo.

— Sabe que te amo, né? Que acho tudo em você sexy…

Ela revirou os olhos e as bochechas ficaram vermelhas. Mas talvez a melhor confirmação veio da minha virilha.

Já tinha recuperado a rigidez e estava pronto para o segundo round.
transa sem camisinhaSeus gemidos se tornavam agonizantes, ao perceber que aquilo que antes tinha demorado tanto tempo para chegar no seu lugar mais íntimo, agora pressionava diretamente sobre ela.

Suas pernas, assim como as de Marisol, Emma e tantas outras, me envolviam ternamente entre as coxas. Não queria me soltar.

Mas estranhamente, começou a evitar meus beijos na boca. Não que eu me importasse de verdade, porque me deixava campo aberto para provar seus peitos.

Eu os sugava com calma e passividade, cuidando de chupar o mamilo por completo. A professora do meu filho suspirava silenciosamente, ao sentir como, aos poucos, eu ia me apossando da sua teta, sugando de forma constante e me perdendo no branco do seu peito enorme.

Ela soltou outro suspiro ao sentir que fiz o mesmo com a outra teta, enquanto continuava mexendo minha cintura no fundo dela, que aos poucos começava a reagir e a me apertar, para espremer mais uma porção de sêmen no fundo do seu ser.

O leve sabor salgado da sua pele me fazia acreditar que essa segunda teta era uma espécie de bastião esquecido de uma civilização antiga, perdida no meio do deserto.

No entanto, o calor vindo dela e a maciez da sua pele quente e alva me faziam entender que nem tudo estava perdido, porque claramente havia vida.

Mais uma vez, sua boca soltava aqueles gemidos que pareciam se agarrar à vida.

· Aggh! Aghhh! Ahhh!

Mas apesar de estarem no ritmo do meu movimento de cintura, eu sabia que eram mais por causa das minhas atenções aos seus peitos.

Eu podia sentir como ela começava a fluir novamente, produto das minhas ações.

E como se fosse uma pintura renascentista, onde a visita de um cometa é adornada com um rosto sorridente do astro, busquei seus lábios sedentos.

Minhas mãos se prendiam ao calor dos seus peitos, espremendo-os e puxando-os pelo mamilo, enquanto sua língua maravilhosa se movia em frenesi.

Suas pernas envolviam minha coxa, mas mais do que me forçando a penetrar ela mais forte, elas me abraçavam, como se fossem um cachecol.

·        Assim! Ahh! Assim! Mmh! Continua assim! Agh! Por favor! – ela implorava, ansiosa por sentir prazer.

E mais uma vez, eu estava pressionando o ponto mais fundo e sensível dela, fazendo com que, mais uma vez, aquele cometa escapasse louco dos meus lábios.

Eu me perdia no vão entre os peitos dela. Quentes, brilhantes e suados. Os peitos carnudos e tentadores dela balançavam na máxima expressão. Não tive escolha a não ser prová-los.

Quanto mais eu apertava o corpo dela ao fazer isso. Os gemidos dela voltavam a ficar intensos, alcançando aquele tom misturado de súplica, reclamação e prazer.

·        Oh, sim! Oh, sim! Oh, Deus! Você está aí! De novo! Ahhh! Ahhh! Mais forte! Mais forte! Ahh! O que você tá fazendo comigo? Mmh! O que você tá fazendo comigo? Ahhgh! Ahhgh! Não para! Não para! Oh, Deus! Oh, Deus! Sim! Sim! Aí! Aghh! Aí! Aí! Aghhh! Tão fundo! Tão fundo! Ahh! Ahhhh! Me dá mais! Quero mais! Oh, Deus! Oh, Deus! Goza comigo! Me enche por dentro! Agghh! Aghhh! Só mais um pouco! Vamos! Continua assim! Agghh! Agghh! Não aguento mais! Por favor, goza! Goza! Dentro! Sim! Mais fundo! Oh, Deus! Oh, Deus! Agghhh! Aggghhhh! Ahhhh! Sim! Não tira! Não tira! Me enche! Me enche! É tanta porra! Aghh! Tá queimando por dentro! Sim! Sim! Aí! Aghhhh!

Enquanto meus espasmos morriam dentro dela e eu me perdia de novo no refúgio dos peitos dela, Cheryl estava toda suada e ofegante. Dava pra sentir como meu gozo transbordava nela, inchando o espaço entre meu pau e a buceta dela. Dava até pra sentir os dutos vaginais dela me engolindo, como se não fossem soltar uma gota do útero colapsado dela.

Mais uma vez calmos e recuperando o fôlego, ela abriu os olhos e me olhou, sorrindo, radiante e serena.
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