Fala, galera. Tudo bem com vocês?
Vim aqui contar uma parada que lembro com muito carinho: uma das minhas primeiras vezes que fiquei com outro cara. Aconteceu na época da pandemia. Eu ainda era a mulher do meu marido (naquele momento), mas como todo mundo sabe, os anos juntos e aquela pandemia que nos deixou sem sair de casa botaram a prova os relacionamentos.
Isso que quero contar pra vocês aconteceu comigo na época do Natal:
Tinha ido ao shopping da minha cidade, que é conhecido. Fui com a ideia de ver preços de presentes e comprar umas coisas para a ceia de Natal com vários dias de antecedência. Vi que a decoração estava muito linda pra época, e no centro do pátio já estava decorado, com bolas e uma árvore de Natal.
Cheguei perto pra tirar umas fotos porque era realmente muito grande, igual às que aparecem nas fotos.


Mas teve um cara, uns 35 a 37 anos mais ou menos, que ficou me encarando enquanto eu tava tirando umas selfies e veio falar comigo porque eu tava reclamando que não tava gostando de como as fotos tavam saindo, além de querer que desse pra ver a árvore inteira. Ele perguntou se eu queria que ele tirasse as fotos pra mim, e tirou.
Tiro fora e mostro a que eu tomei, mostrei as que eu mesma tirei, mas o comentário dele de que eu estava gostosa em cada foto não foi só por mim, não — ele tinha outra intenção comigo. Me apresentei, ele se apresentou. O olhar dele não saía do meu decote, usando de desculpa pra ver o "R" no meu colarzinho em cada foto, e eu expliquei que é a inicial do nome do meu marido Ricardo, que estava ali por perto porque trabalha. Pra mudar de assunto, comecei a mexer no meu celular enquanto via o volume duro marcando na calça dele. Brincando com minhas fotos, aumentei uma das imagens e perguntei se ele gostava mais do que via na minha tela ou do que via ao vivo. A reação dele demorou enquanto olhava pra tela, pro meu decote e pro meu rosto, até que ele apontou e tocou com o dedo na minha teta direita.
Entro no meu jogo, ofereci a oportunidade de ele fazer o que quisesse com meus peitos e ele me contou tudo o que faria se a gente saísse dali. Fiquei excitada quando ele disse que queria me dar uma "re boobs fuck", ainda mais porque adoro fazer isso. Fomos até o carro dele, e as mãozadas que levei enquanto ele me deixava toda quente — ele beijava, apertava, e ainda comentava que não acreditava no tamanho que eu tenho.
Daí a gente foi embora, andou umas quadras e entrou no primeiro hotel que tava na beira da estrada. Entramos, desci do carro e ele me agarrou por trás, me apoiou e deixou as mãos dele fazerem o que quisessem com meus peitos, enquanto ele soltava uns palavrões no meu ouvido. Me ofereci toda pra chupar a pica dele, mmmm, deixei ele mais doido ainda.
Pedimos o quarto, era um dos primeiros e entramos. Mal fechou a porta, me encostou na parede e pegou nos meus peitos com as mãos, tirou eles pra fora rápido e começou a chupar "ai, minha vida", falei baixinho enquanto via a boca dele devorando, beijando, passando a língua em cada peito. Me deixei levar e curti como ele chupava com vontade, olhava ele entretida e aproveitei até de olhos fechados, gravando aquela vontade que ele tava fazendo, coisa que o filho da puta do meu marido nunca fez.
Quando ele se soltou dos meus peitos, me abaixei, encostei ele na parede, olhei e falei "agora é minha vez". Olhando pra ele, ele mesmo abaixou a calça toda e o pauzão dele tava durasso e pronto, me surpreendi com o tamanho do garoto. FILHO DA PUTA, falei sem querer, medi ele, apoiei no meu rosto e a cabecinha dele aparecia. Depois comecei a dar as primeiras chupadas e a lamber com beijos em todo o tronco, até ele colocar a mão na minha nuca e eu deixei fuder minha boca no ritmo e na vontade dele. Foi do mais suave ao mais rápido, ele disse que minha boca era linda, que queria ver como eu fazia ele deitado na cama. Fomos até lá, ele se jogou de barriga pra cima com a calça presa numa perna só e de pernas abertas na minha frente. Me coloquei na cama e, olhando pra ele, chupei, comi rapidinho e devagar, meti com tanta vontade que até me engasguei sozinha, babando tudo e enchendo a boca de saliva. Quando olhei pra ele, ele nem me olhava mais, mas tava confortável com as mãos atrás da nuca, e isso me motivava mais, ver ele quietinho com o barulho do meu boquete, até que ele disse que ia gozar e continuei até fazer ele gozar na minha boca, jorrando vários jatos quentinhos e cremosos que estavam uma delícia (ainda lembro como se fosse agora, escorrendo na minha boca). Limpei ele com umas chupadas. Ele ficou sorrindo com aquele olhar de não acreditar no que tava rolando, e a gente riu um pouco até eu falar "você não fodeu meus peitos, lindo!" e ele respondeu saindo da cama, e eu... Ajoelhada no meio do quarto, a gente se olhava e ele enfiou o pau no meio das minhas tetas e começou a bater uma punheta nelas "aiiii, meu bem, devagarzinho" pedi, ainda sentindo o pau dele fraquinho, mas a punheta que ele dava não tinha fim, ele apertava minhas tetas contra o pau dele e ele ficou duro e com vontade, me dando aquela fodida "OLHA RICARDO, OLHA COMO TÃO AS TETAS DA TUA MULHER" ele dizia, "que fodida do caralho ela tá aguentando" eu olhava pra cara dele e a putinha safada ia saindo mais a cada comentário e eu ficava mais excitada pra ter o pau dele entre minhas tetas e se parava era pra dar uma chupada na teta ou no mamilo e voltar a pegar elas pra continuar fodendo e ver como o pau dele saía de entre minhas tetas, mas a fodida gostosa que eu recebia era interminável, não se comparava em nada com a piroquinha do meu marido. Preferia mil vezes mais estar com o pau dele entre minhas tetas e falava isso pro garoto, segurando nas mãos dele e olhando nos olhos. E ele dizia que eu era uma puta gostosa pra falar aquilo, e ele tava fascinado com o tamanhão das minhas tetas e que eu sou uma gostosa peituda e uma puta safada por não dividir elas com outros que queiram foder elas.
Ainda por cima, ele gozou nas minhas tetas, deixou elas bem sujinhas, hmm.
Isso que quero contar pra vocês aconteceu comigo na época do Natal:
Tinha ido ao shopping da minha cidade, que é conhecido. Fui com a ideia de ver preços de presentes e comprar umas coisas para a ceia de Natal com vários dias de antecedência. Vi que a decoração estava muito linda pra época, e no centro do pátio já estava decorado, com bolas e uma árvore de Natal.
Cheguei perto pra tirar umas fotos porque era realmente muito grande, igual às que aparecem nas fotos.


Mas teve um cara, uns 35 a 37 anos mais ou menos, que ficou me encarando enquanto eu tava tirando umas selfies e veio falar comigo porque eu tava reclamando que não tava gostando de como as fotos tavam saindo, além de querer que desse pra ver a árvore inteira. Ele perguntou se eu queria que ele tirasse as fotos pra mim, e tirou.
Tiro fora e mostro a que eu tomei, mostrei as que eu mesma tirei, mas o comentário dele de que eu estava gostosa em cada foto não foi só por mim, não — ele tinha outra intenção comigo. Me apresentei, ele se apresentou. O olhar dele não saía do meu decote, usando de desculpa pra ver o "R" no meu colarzinho em cada foto, e eu expliquei que é a inicial do nome do meu marido Ricardo, que estava ali por perto porque trabalha. Pra mudar de assunto, comecei a mexer no meu celular enquanto via o volume duro marcando na calça dele. Brincando com minhas fotos, aumentei uma das imagens e perguntei se ele gostava mais do que via na minha tela ou do que via ao vivo. A reação dele demorou enquanto olhava pra tela, pro meu decote e pro meu rosto, até que ele apontou e tocou com o dedo na minha teta direita.Entro no meu jogo, ofereci a oportunidade de ele fazer o que quisesse com meus peitos e ele me contou tudo o que faria se a gente saísse dali. Fiquei excitada quando ele disse que queria me dar uma "re boobs fuck", ainda mais porque adoro fazer isso. Fomos até o carro dele, e as mãozadas que levei enquanto ele me deixava toda quente — ele beijava, apertava, e ainda comentava que não acreditava no tamanho que eu tenho.
Daí a gente foi embora, andou umas quadras e entrou no primeiro hotel que tava na beira da estrada. Entramos, desci do carro e ele me agarrou por trás, me apoiou e deixou as mãos dele fazerem o que quisessem com meus peitos, enquanto ele soltava uns palavrões no meu ouvido. Me ofereci toda pra chupar a pica dele, mmmm, deixei ele mais doido ainda.
Pedimos o quarto, era um dos primeiros e entramos. Mal fechou a porta, me encostou na parede e pegou nos meus peitos com as mãos, tirou eles pra fora rápido e começou a chupar "ai, minha vida", falei baixinho enquanto via a boca dele devorando, beijando, passando a língua em cada peito. Me deixei levar e curti como ele chupava com vontade, olhava ele entretida e aproveitei até de olhos fechados, gravando aquela vontade que ele tava fazendo, coisa que o filho da puta do meu marido nunca fez.
Quando ele se soltou dos meus peitos, me abaixei, encostei ele na parede, olhei e falei "agora é minha vez". Olhando pra ele, ele mesmo abaixou a calça toda e o pauzão dele tava durasso e pronto, me surpreendi com o tamanho do garoto. FILHO DA PUTA, falei sem querer, medi ele, apoiei no meu rosto e a cabecinha dele aparecia. Depois comecei a dar as primeiras chupadas e a lamber com beijos em todo o tronco, até ele colocar a mão na minha nuca e eu deixei fuder minha boca no ritmo e na vontade dele. Foi do mais suave ao mais rápido, ele disse que minha boca era linda, que queria ver como eu fazia ele deitado na cama. Fomos até lá, ele se jogou de barriga pra cima com a calça presa numa perna só e de pernas abertas na minha frente. Me coloquei na cama e, olhando pra ele, chupei, comi rapidinho e devagar, meti com tanta vontade que até me engasguei sozinha, babando tudo e enchendo a boca de saliva. Quando olhei pra ele, ele nem me olhava mais, mas tava confortável com as mãos atrás da nuca, e isso me motivava mais, ver ele quietinho com o barulho do meu boquete, até que ele disse que ia gozar e continuei até fazer ele gozar na minha boca, jorrando vários jatos quentinhos e cremosos que estavam uma delícia (ainda lembro como se fosse agora, escorrendo na minha boca). Limpei ele com umas chupadas. Ele ficou sorrindo com aquele olhar de não acreditar no que tava rolando, e a gente riu um pouco até eu falar "você não fodeu meus peitos, lindo!" e ele respondeu saindo da cama, e eu... Ajoelhada no meio do quarto, a gente se olhava e ele enfiou o pau no meio das minhas tetas e começou a bater uma punheta nelas "aiiii, meu bem, devagarzinho" pedi, ainda sentindo o pau dele fraquinho, mas a punheta que ele dava não tinha fim, ele apertava minhas tetas contra o pau dele e ele ficou duro e com vontade, me dando aquela fodida "OLHA RICARDO, OLHA COMO TÃO AS TETAS DA TUA MULHER" ele dizia, "que fodida do caralho ela tá aguentando" eu olhava pra cara dele e a putinha safada ia saindo mais a cada comentário e eu ficava mais excitada pra ter o pau dele entre minhas tetas e se parava era pra dar uma chupada na teta ou no mamilo e voltar a pegar elas pra continuar fodendo e ver como o pau dele saía de entre minhas tetas, mas a fodida gostosa que eu recebia era interminável, não se comparava em nada com a piroquinha do meu marido. Preferia mil vezes mais estar com o pau dele entre minhas tetas e falava isso pro garoto, segurando nas mãos dele e olhando nos olhos. E ele dizia que eu era uma puta gostosa pra falar aquilo, e ele tava fascinado com o tamanhão das minhas tetas e que eu sou uma gostosa peituda e uma puta safada por não dividir elas com outros que queiram foder elas.
Ainda por cima, ele gozou nas minhas tetas, deixou elas bem sujinhas, hmm.
1 comentários - A buceta grande da mulher do Ricardo