Estilo voyeur 8: minha vizinha gostosa

E aí, poringa boys? Minha casa é um sobrado de 50 metros de comprimento. Eu moro no último de 3 apartamentos, na minha quebrada os terrenos são grandes. Do lado da minha casa morava um casal com 1 filho e 1 filha. Os dois mais velhos que eu. Uma família meio estranha, fechada, ninguém sabia nada sobre eles. A mina era e continua sendo uma gostosa, hoje ela tem 56 anos e tá impecável. O que vou contar rolou no ano 2000. Essa família me deixava intrigado. De noite, eu via que apagavam uma luz que até iluminava minha casa no fundo. Foi aí que, sabendo que o quarto da mina dava pro fundo, fui dando um jeito de espiar. Com a desculpa de fazer uma horta, comecei a construir um canteiro com paredes de tijolo pra ganhar altura, calculei quantas fileiras de tijolos e com 5 já tava bom. Fiz, deixei secar e uma noite subi pra ver, e aí comecei a vigiar. Apagavam a luz, ela ia pro quarto, baixava a persiana e pelas frestas dava pra ver que ela se mexia no quarto. Comprei uma luneta pra acompanhar melhor. Uma noite, ela deixou a persiana só um pouquinho levantada e aí pude ver mais do que ela fazia. Ela preparava a roupa pro dia seguinte. Até que tirou a camiseta, ficando de sutiã e calça, e tava usando uma calcinha branca. Eu já tava de pau duro. Ela ficou 5 minutos e apagou a luz, e não deu mais pra ver nada. Todas as noites eram parecidas, mas nem sempre dava pra ver pela persiana. Uma manhã, saí pra trabalhar e vi que os pais estavam se preparando pra viajar. "Bom dia, Rodolfo." "E aí, feta?" "Vou trampar, cê vai passear?" "Uns dias, feta. A Adriana vai ficar porque as férias dela são mês que vem." "Aproveitem, Rodolfo." Fui trampar e pensei que a Adri ia ficar sozinha, mil coisas na cabeça. Mas a Adri nem dava bom dia. Naquela noite, fiz o ritual: canteiro, luneta. A persiana ficou um pouco aberta, e a rotina mudou: ela tirou a calça e a camiseta e saiu do quarto, depois descobri que foi pro banheiro. Quando voltou, tava de calcinha e peitão à mostra, uns pezinhos lindos, médios e rosadinhos. Ficou um tempão arrumando a roupa e deitou, apagando a luz. No outro dia era sábado. Tava arrumando a horta e escuto duas vozes do outro lado. Duas mulheres. Uma era a Adri, a outra eu não reconhecia a voz. Subi no terraço e de longe vi que elas tavam tomando mate debaixo da árvore nuns sofás. De noite, obviamente, a guarda tava ativa. Vejo elas entrarem no quarto e o pedido de sempre: que não baixe a persiana até o fim. E foi assim, ela deixou uns 15 cm pra cima e eu comemorei como um bom voyeur. Elas tavam dando voltas até que se juntaram no meio das duas camas que tinha. A Adri sentou e a mina começou a pentear ela. Num momento, ela abaixou e tentou beijar, mas a Adri desviou a boca. Ficaram uns 5 minutos sentadas até que a gatinha começou a passar a mão nas pernas dela, a Adri nem se mexia. A gatinha aproximou a boca e a Adri já não resistiu mais, entreabriu os lábios e se pegaram se chupando por uns 10 minutos. Eu já tava batendo uma punheta sem vergonha. Tirei a regata da Adri e comecei a massagear os peitos dela, a Adri olhou e fez o mesmo, deixando uns peitões enormes à mostra. A gatinha empurrou ela pra trás, subiu por cima, e depois tirou a calça da Moni, que ficou só de fio dental azul. Ela puxou a calcinha de lado e começou a chupar a buceta dela, e a Adri começou a se mexer, com certeza buscando um orgasmo. A Adri abaixou o short da outra, que também tava de fio dental preto, e começou a apalpar a bunda dela. Elas se viraram num 69, a Adri por cima, e claramente as duas gozaram de jeitos diferentes porque ficaram meia hora se comendo as bucetas. A noite terminou, no outro dia era domingo. Saí pra passear e vejo elas saindo juntas. "Oi, Adri" "Fetita, quanto tempo, te apresento minha amiga Fabiana" A gente se cumprimentou com um beijo. Eu tava indo pro mesmo lado que elas, levei elas no meu carro, que na época era um Renault 19. A gente ia conversando e a Adri me fala: "Feta, olha, tô sozinha, cuida de mim." Elas riram bastante. me zuando por eu ser boêmio. "Fica tranquila que já tô cuidando de você toda noite." Teve um minuto de silêncio, tenso. E a Adri me fala: "Confio em você, Feta, não me decepciona." "Jamais te decepcionaria, Adri." Elas desceram do carro, deixando a tira da calcinha azul à mostra pra Adriana. "Não se descuida que tá aparecendo." A Adri veio pela janela do meu lado e, devagar, me disse: "À tarde vem tirar você mesma a calcinha de mim." À tarde a gente trepou três vezes na cama dos pais. Uma experiência maravilhosa. Hoje a Adri continua solteira, eu de vez em quando como ela num hotel. A gente fica pra dormir e, com certeza, vai se fazer companhia quando ficar mais velho. Ah, esqueci: nunca contei que eu espiava ela. Queridos Poringa Boys, mando um abraço enorme.

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