Capítulo VI
No final, dormimos com a Nayi. Quando cheguei no quarto da Ana, depois de guardar o carro, ela já estava dormindo, então coloquei um alarme para as 17:30 e fui dormir. Tinha uma hora e meia pela frente, a soneca passou rápido e de repente já era hora de levantar. O alarme tocou e acordou a Nayi, que se encarregou de me acordar. Ela colocou a chaleira no fogo pra fazer uns mates e eu saí pra comprar umas bolachinhas pra acompanhar. Íamos esperar a Ana com uma surpresa dupla.
Obviamente, a Ana ia chegar e ver as mudanças de fora, ia ver a porta e as janelas novas. Sabia que ela ia chegar direto pra briga, mas minha reação ia surpreendê-la. Estávamos tomando mate e o tempo passou rápido. Já eram 18h quando ouvimos as batidas na porta. Diferente do esperado, foram bem de leve.
N: Vai abrir você, assume o que fez.
L: Valeu pelo apoio.
N: Ela vai ficar feliz, idiota. Mesmo que se faça de durona, vai ficar muito feliz. Te amo e obrigada por tudo.
Quando me levantei, fui pensando no que a Nayi acabou de me dizer: "te amo". E sabia que era sincero. Aí pensei na merda em que tinha me metido pela primeira vez. A Nayi me amava, a Agos me amava. Isso ia acabar mal, não tinha jeito de dar certo.
Abri a porta e lá estava a Ana, olhando pra porta como se fosse um objeto mitológico ou um alienígena. Quando me viu atrás da porta, os olhos dela se encheram de lágrimas.
An: Sabia que tinha sido você. Por quê?
L: Não fica brava, Ana. Eu senti o frio aqui dentro e quis dar uma mão, melhorar as condições pra vocês três e pro bebê, só isso. Por isso troquei as janelas e as portas.
An: Janelas e portas? O que mais você trocou?
L: As janelas dos quartos e as portas da frente e de trás.
Ana chorava, tentava com toda a força não parecer fraca na minha frente, mas não conseguia. Tava feliz e dava pra ver, mas não entendia por que eu tinha feito isso por elas.
L: Ana, eu amo sua filha. Peguei carinho por você e pela Nayi (muito carinho). Até pelo bebê. Vocês não estão mais sozinhas. dar uma mão e eu fiz, acabou, toma
Passa as chaves novas, ela pegou e me abraçou forte, muito forte. Eu aproveitei e abracei ela pela cinturinha, bem perto da bunda, sempre me aproveitava e sentir o corpo da Ana perto não era uma oportunidade pra recusar.
An: Valeu, valeu por isso, você é a pessoa que mais ajudou a gente, nunca vou esquecer.
L: bom, ainda bem que não levou a mal hahaha, porque tem outra surpresa, olha lá dentro
Eu saí da entrada pra dar passagem e ela entrou na casa, mal entrou viu a mudança, tinha mais luz, a instalação elétrica exposta nas paredes, mas bem caprichada.
L: tudo funciona, tem mais tomadas e também um quadro pra desligar a luz
Ana olhou a casa toda e a Nayi sentada na mesa, virou, observou tudo com calma, e depois ficou me encarando, aí deu uns passos rápidos e se jogou em cima de mim, pulou e eu recebi ela nos braços, ela colocou as pernas em volta da minha cintura. Diz que eu era um cara forte, porque a Ana não era tão magra e leve quanto as filhas, era uma mulher grandona, 40 e poucos, mas era mais pesada, obviamente peguei na bunda dela e aproveitei pra apertar, na desculpa do apoio hahaha, a bunda era boa, meio firme meio dura e bem maior que a das filhas. O que mais me surpreendeu além dela ter pulado em cima de mim foi que ela me deu um beijão na boca e depois me abraçou.
N: Epaaa, tenho que falar pra Agos tomar cuidado com você, né?
An: Cala a boca, menina, olha o que esse cara fez, ele é maluco
Disse a Ana ainda chorando
N: Sim, vi, mas você comeu a boca dele e agora ele tá te segurando bem na bunda
Completou a Nayi entre risadas, a Ana percebeu, me olhou e pela primeira vez viu como eu tava segurando ela, me deu um sorriso bem safado e eu soltei ela pra descer.
An: Foi só a felicidade, aliás, você sabia, né? É cúmplice?
L: Sim, a Nayi sabia, e não é culpa dela, eu praticamente forcei.
N: Sim, falei que era loucura, mas esse cara não quis saber, e pronto Tava na hora.
Fiquei tomando mate com a Nayi enquanto a Ana foi ver as mudanças nos quartos e banheiros.
N: cê aproveitou pra pegar na bunda da minha mãe, hein?
L: que isso, mina, peguei sem querer, me assustei
N: é a única que falta das três
L: cê ficaria com ciúme?
N: hahaha, talvez você
Ficou por isso, mas me deu uma vontade danada de comer a Ana, pela primeira vez me deu vontade de comer a Ana, aquela bunda foi gostosa demais, os peitos no meu peito também, deixou a pica bem dura. A Ana veio tomar mate depois de fofocar e ficamos esperando a Agos.
Passou um tempo e ouvimos o portão abrir, parece que a Agos entrou correndo porque em menos de dois segundos a porta abriu, tinha ficado sem chave.
Ag: pode saber por que o carro do meu namorado, que não me visita desde semana passada, tá aqui e vem quando eu não tô...
A Agos sacou as mudanças, já tava escuro e as diferenças na iluminação eram visíveis, ela começou a olhar a instalação. A Nayi falou pra ajudar ela a ver mais coisas:
N: viu por onde cê entrou?
Algo fez clique na cabeça dela e ela virou pra olhar a porta, depois viu as janelas e se virou pra me ver sentado ali na mesa dela, o olhar dela era de amor, mais que isso, de devoção e muita tesão, veio correndo até onde eu tava, sentou delicadamente em cima de mim e me beijou com tudo.
Ag: obrigada, bebe, obrigada por tudo que cê faz por nós, te amo.
As lágrimas escorriam pelos olhos dela, num dia eu tinha feito as três rochas chorarem e também tinha beijado elas, tinha comido a Nayi e a Agos tava no mesmo caminho, graças a deus que eu era novo e podia transar o tempo todo, porque como eu explicava pra Agos que não podia comer ela?
L: vamos ver os cômodos, te mostro tudo
Ela sorriu pra mim e fomos, mostrei todas as mudanças, a tomada que coloquei do lado da cama, ela sempre reclamava disso quando a gente conversava tarde, que tinha que ficar em pé perto da tomada porque o celular descarregava. Pois é, mostrei pra ela as janelas novas, o banheiro, o quarto da Ana, tudo. Depois do tour, voltamos pra onde o resto da família tava, a Agos já tava grudada em mim igual carrapato.
An: vou pedir umas empadas pra comer, você, guri, fica.
L: não precisa
An: não precisa porra nenhuma, vai me deixar te convidar pra comer?
L: hahaha tá bom, Agos, vem comigo até o carro que tem a última surpresa
O quê?
Falaram as três ao mesmo tempo.
L: é, se vocês ainda não perceberam, mas na casa tá faltando uma coisa, que vou trocar pra vocês. Vamos pro carro, Agos.
E fui pra fora, Agos atrás de mim, pensando. Ana e Nayi ficaram lá pensando no que eu tava falando, ou tentando adivinhar o que faltava. Chegamos no carro e peguei as duas caixas embaladas em papel de presente, bem grandes.
Ag: o que é isso, bebê?
L: não viu que tava faltando na sua casa?
Ag: não, isso é pra ver. A única coisa que pensei desde que cheguei foi em tirar toda sua roupa e te comer, love.
L: cê tá com vontade hoje?
Ag: muita, você me deixou abandonada e ainda por cima com tudo que fez, tenho que recompensar meu macho.
L: tava cheio de trampo e organizando isso, gata, queria que você não esperasse. Hoje à noite a gente vê como faz e te como toda.
Ag: vamos transar em casa, não importa onde. Você acabou de mostrar que é o homem daqui e eu sou sua mulher, vai me comer onde quiser e ninguém vai falar nada, cê vai ver.
Isso me deixou louco, podia comer a Agos à vontade naquela casa e ninguém ia falar nada. Sabia que era verdade, já tínhamos transado com a Agos na cama da mãe e a Ana não falou nada, agora menos ainda ia falar, e a Nayi, bom, a Nayi também não.
L: vamos pra dentro que vou dar o último presentinho.
Ag: vamos, cê vai dormir aqui, né?
L: sim, se você deixar eu comer sua bunda.
Ag: óbvio que deixo, minha rabeta é sua.
Entramos e coloquei as caixas em cima da mesa. As minas olhavam, cheias de expectativa.
L: bom, perceberam o que tá faltando?
An: sim, a salamandra.
L: isso, Ana. Por isso comprei isso pra vocês, abram seus presentes.
Minhas gatinhas rasgaram o papel de presente e viram do que se tratava.
L: Por isso fiz a instalação elétrica nova, tinha que colocar uma que aguentasse esse consumo, vai subir um pouco a conta de luz, mas fazer o quê, foi o melhor que pensei pra esquentar a casa. Comprei duas pros quartos à noite e podem levar uma pra cá durante o dia. As três estavam felizes pra caralho, não paravam de me agradecer. Ficamos um tempão conversando enquanto as horas passavam e chegava a hora da janta. Lá pelas nove, a Ana esquentou as empanadas e elas quiseram ir comprar umas cervejas pra comemorar. Eu dei o dinheiro pra elas, que custaram a aceitar, e pedi se podia tomar um banho, com a desculpa de que tinha suado muito de manhã. Na real, queria tirar o cheiro de cu e buceta da Nayi da minha pica, pra Agos não desconfiar de nada. A Agos se apressou em preparar o banho, esquentar a água, me dar a melhor toalha, esquentar o quarto dela com as novas estufas. Falei que não precisava, mas ela não ia me ouvir.
Depois de um tempinho na água, batem na porta e entram. Era a Agos.
L: O que foi, amor? Vem tomar banho comigo?
Ag: Na real, não sei por que a gente não fez isso, podia, mas não vamos, vou comprar as brejas com a mamãe. Tá tudo pronto na cama, daqui a pouco a gente volta.
L: Beleza, gata, se cuidem.
Ag: Da próxima, vou lavar essa sua pica todinha, sabia?
E saiu do banheiro. Eu já tava terminando o banho, não demorei muito mais, fechei a água e saí pra me secar. Aí entraram no banheiro de novo, dessa vez a Nayi.
N: Eu sei que você comprou essas estufas por causa do meu filho, obrigada por tudo.
Ela me beijou com força, e depois de uns amassos, se ajoelhou no chão e começou a chupar minha pica, bem sujinha, do jeito que sabia que eu gostava. Engolia tudo, até quase engasgar. Ficou assim uns minutos e levantou.
N: Que pica gostosa você tem, não continuo porque sei que você vai comer minha irmã, é a vez dela.
E saiu do banheiro, me deixando com a pica dura pra caralho. Como pude, me sequei um pouco e fui pro quarto das minas. Lá, a Agos tinha deixado uma troca de roupa, que em... Em algum momento tinha deixado na casa dela, era de verão, mas serviria pra noite. Termino de secar, vou me vestir e a Agos entra no quarto.
Ag: Já tá pronto, love?
Eu me olho no espelho bem na hora que tava colocando a camiseta. Desde moleque, sempre é a primeira coisa que visto, até antes da cueca. Por quê? Vai saber. Então tava com a pica ainda dura e no ar.
Ag: Uff, que que houve que tu tá assim, bebu?
L: Fiquei com vontade depois do banho juntos.
Inventei. Agos sorriu com aquele sorriso de puta que só ela tinha, e se aproximou, me empurrou pra eu cair sentado na cama e se ajoelhou entre minhas pernas.
Ag: Isso eu vou fazer porque tu é o melhor de todos e pra tu nunca mais esquecer de mim como na semana passada.
E começou um boquete feroz. Sem dúvida, Agos era muito melhor chupando do que a Nayi. Na violência eram parecidas, as duas iam até o fundo, batendo a pica na garganta, mas a Agos tinha um movimento de língua que era uma delícia. Fazia uns truques enquanto tinha ela dentro da boca que eram superiores.
L: Mmmmm, my love, que gostoso tu me chupa.
Ag: Gack gack gack, cê gosta?
Ou foi o que entendi, porque ela nem tirou a boca pra falar.
L: Adoro como tu chupa, fica muito puta com minha pica na tua boca.
Ela continuou o boquete por uns minutos, eu tava chegando lá, mas nos chamaram.
An: Vocês dois, larguem o que tão fazendo e venham comer, chegaram as empadas.
Ana gritou da sala. Eu xinguei todo mundo que me veio na cabeça. Agos sorriu e soltou minha pica.
Ag: Vai ter que esperar pra gozar, porquinho.
L: Vou encher tua buceta agora, por me fazer isso.
Ag: Adoro quando tu enche minha buceta. Dá um jeito aí e vamos comer.
Dito isso, Agos saiu do quarto. Me vesti como pude e tentei esconder minha ereção, mas nessa altura já era missão impossível. Decidi que tava pouco me fodendo se vissem ela assim. A Nayi ia falar o quê? E a Ana? Me excitava a ideia dela me ver. Sério mesmo.
Cheguei todo empinado pra sala, quando cheguei na mesa a Nayi tava me encarando, a Ana tava na pia passando as empadas da bandeja pro prato e o Agos tirando a cerveja do freezer.
N: E aí, cuñi, o que foi, vai acampar?
Ag: Para de olhar o volume do meu namorado, sua atrevida hahaha
N: Fala pra ele não andar assim então, parece que vai disparar hahaha
As minas tavam rindo, a Nayi tinha maldade nos olhos, a irmã dela não sabia o que tava comendo de rola. Agos me olhava com cara de quem ficou com vontade, me surpreendeu que a Ana tinha virado pra entender do que falavam e tava vidrada no meu volume. Eu olhei pra ela e ajustei bem a pica, segurando o tronco, pra marcar todo o comprimento. Sabia do volume que carregava e que ela ia gostar. Quando ela levantou o olhar e percebeu que eu tinha pegado ela, rapidinho voltou pro que tava fazendo.
Ag: Amor, não fica arrumando assim que essa punheteira vai gozar só de olhar
N: Como você tem que aproveitar isso
Ag: Você não tem ideia
L: Bom, não comecem a brigar, vamos comer
Comemos sem muitos contratempos, vendo na TV uma das novelas que passava na Telefe naquela época, canal 9 em Mendoza. Conversa vai, conversa vem, decidiram que eu ia dormir lá. Depois da janta, terminamos a segunda cerveja e fomos pros quartos. Ia dormir no quarto das minas. Entrei e a Nayi tava de peitos de fora dando de mamar pro bebê. O pequeno se comportava bem, não chorava e só dormia. Do pai nunca soube nada, nem perguntei.
Me joguei na cama e a Agos se jogou em cima de mim. Ficamos de bobeira, muito tempo apalpando, beijo vai, beijo vem, mão boba, sem ir muito longe, porque a Nayi tava a uns 2 metros e ainda não tinha dormido. Ficamos assim até a Nayi “dormir”, aí minha mina ficou toda puta.
Ag: Quero que você me coma, bebu, tô com a buceta fervendo.
Ela sussurrou no meu ouvido.
L: Quer bem fundo? Com sua irmã do lado?
Ag: Não tô nem aí, quero transar com meu Me tirei a cueca como pude, enquanto ela fazia o mesmo com a calcinha fio dental, e meti pra dentro. A gente tava abraçado na cama, de ladinho e de frente, ela levantou a perna e eu tava metendo.
Ag: aaaai bebu, que gostoso, como eu sentia falta de ter você dentro de mim
L: que tesuda que você tá, Ag
Ag: sempre tesuda pra você, assim, sim, sim, sim.
A gente continuou trepando assim por um tempinho, Ag tava muito excitada e queria mais. De repente, ela montou em cima de mim e começou a rebolar. As sentadas começaram a ecoar no quarto, ela não tava nem aí.
L: aaaai, você vai acordar a Nayi
Ag: que ela me perdoe, mas essa pica me deixa louca
Ela sussurrava, e eu também, mas os barulhos da foda eram intensos. Eu apertava a bunda dela com força. Depois desse dia, a pica tava que ia explodir, não ia aguentar muito. Numa dessas, olhei pra cama da Nayi e ela tava nos olhando. Tinha acordado ou nunca tinha dormido. Os lençóis faziam um movimento suspeito. A putinha me piscou um olho.
Ag: aaaaiiii sim
Ag gritou, sinal de que tava gozando. Isso não foi um sussurro, foi quase um grito. Minha gostosa tinha chegado ao orgasmo e parou de repente, aproveitando o gozo. Mas eu não tava a fim de parar, queria gozar. De tão excitado que tava, me virei e virei a Ag num movimento só, deixando ela debaixo de mim, e comecei a comer ela de papai e mamãe.
Ag: aaaai bebu, espera, que eu tô muito sensível, ah ah ah
L: não posso esperar nada, já vou gozar e vou encher sua buceta
Ag: aaaaiii vou gozar de novo
Eu tava metendo forte, o barulho de entra e sai já era frenético. Ag tava com os olhos arregalados de tanta pica que eu tava dando. Minha pica entrava e saía inteira dela. Minha mina não aguentava mais. Voltei o olhar pra cama da Nayi e ela tava se masturbando de verdade, com os peitos de fora e apertando um, enquanto a outra mão tava claramente na pussy dela. Ainda bem que Ag tava muito concentrada na foda, porque se ela virasse a cabeça, teria visto a irmã naquela situação. Numa dessas... Nayi me olha e, sem soltar a palavra, me diz com os lábios:
N: ENCHE ELA
E foi isso que eu precisava pra explodir, cravei a pica até o fundo na Agos e soltei tudo bem dentro da buceta dela.
Ag: oooooh
Agos começou a tremer de novo, era inacreditável como as pernas e o corpo inteiro dela tremiam, ela tava gozando toda gostosa.
L: uffsiii que porra gostosa assim
Ag: mmmmmmm adorei como você me encheu de porra, arrebentou minha buceta com essa pica grande que você tem
L: você adora ser comida assim
Ag: e que me encha de porra assim também
Depois daquela transa violenta, eu caí exausto na cama e dormi na hora, Agos se aninhou comigo e também dormiu. No dia seguinte, acordamos cedo e eu saí no mesmo horário que a Agos e a Ana. Eu queria ter ficado pra comer a Nayi antes de ir, mas precisava passar em casa antes de ir trabalhar.
No final, dormimos com a Nayi. Quando cheguei no quarto da Ana, depois de guardar o carro, ela já estava dormindo, então coloquei um alarme para as 17:30 e fui dormir. Tinha uma hora e meia pela frente, a soneca passou rápido e de repente já era hora de levantar. O alarme tocou e acordou a Nayi, que se encarregou de me acordar. Ela colocou a chaleira no fogo pra fazer uns mates e eu saí pra comprar umas bolachinhas pra acompanhar. Íamos esperar a Ana com uma surpresa dupla.
Obviamente, a Ana ia chegar e ver as mudanças de fora, ia ver a porta e as janelas novas. Sabia que ela ia chegar direto pra briga, mas minha reação ia surpreendê-la. Estávamos tomando mate e o tempo passou rápido. Já eram 18h quando ouvimos as batidas na porta. Diferente do esperado, foram bem de leve.
N: Vai abrir você, assume o que fez.
L: Valeu pelo apoio.
N: Ela vai ficar feliz, idiota. Mesmo que se faça de durona, vai ficar muito feliz. Te amo e obrigada por tudo.
Quando me levantei, fui pensando no que a Nayi acabou de me dizer: "te amo". E sabia que era sincero. Aí pensei na merda em que tinha me metido pela primeira vez. A Nayi me amava, a Agos me amava. Isso ia acabar mal, não tinha jeito de dar certo.
Abri a porta e lá estava a Ana, olhando pra porta como se fosse um objeto mitológico ou um alienígena. Quando me viu atrás da porta, os olhos dela se encheram de lágrimas.
An: Sabia que tinha sido você. Por quê?
L: Não fica brava, Ana. Eu senti o frio aqui dentro e quis dar uma mão, melhorar as condições pra vocês três e pro bebê, só isso. Por isso troquei as janelas e as portas.
An: Janelas e portas? O que mais você trocou?
L: As janelas dos quartos e as portas da frente e de trás.
Ana chorava, tentava com toda a força não parecer fraca na minha frente, mas não conseguia. Tava feliz e dava pra ver, mas não entendia por que eu tinha feito isso por elas.
L: Ana, eu amo sua filha. Peguei carinho por você e pela Nayi (muito carinho). Até pelo bebê. Vocês não estão mais sozinhas. dar uma mão e eu fiz, acabou, toma
Passa as chaves novas, ela pegou e me abraçou forte, muito forte. Eu aproveitei e abracei ela pela cinturinha, bem perto da bunda, sempre me aproveitava e sentir o corpo da Ana perto não era uma oportunidade pra recusar.
An: Valeu, valeu por isso, você é a pessoa que mais ajudou a gente, nunca vou esquecer.
L: bom, ainda bem que não levou a mal hahaha, porque tem outra surpresa, olha lá dentro
Eu saí da entrada pra dar passagem e ela entrou na casa, mal entrou viu a mudança, tinha mais luz, a instalação elétrica exposta nas paredes, mas bem caprichada.
L: tudo funciona, tem mais tomadas e também um quadro pra desligar a luz
Ana olhou a casa toda e a Nayi sentada na mesa, virou, observou tudo com calma, e depois ficou me encarando, aí deu uns passos rápidos e se jogou em cima de mim, pulou e eu recebi ela nos braços, ela colocou as pernas em volta da minha cintura. Diz que eu era um cara forte, porque a Ana não era tão magra e leve quanto as filhas, era uma mulher grandona, 40 e poucos, mas era mais pesada, obviamente peguei na bunda dela e aproveitei pra apertar, na desculpa do apoio hahaha, a bunda era boa, meio firme meio dura e bem maior que a das filhas. O que mais me surpreendeu além dela ter pulado em cima de mim foi que ela me deu um beijão na boca e depois me abraçou.
N: Epaaa, tenho que falar pra Agos tomar cuidado com você, né?
An: Cala a boca, menina, olha o que esse cara fez, ele é maluco
Disse a Ana ainda chorando
N: Sim, vi, mas você comeu a boca dele e agora ele tá te segurando bem na bunda
Completou a Nayi entre risadas, a Ana percebeu, me olhou e pela primeira vez viu como eu tava segurando ela, me deu um sorriso bem safado e eu soltei ela pra descer.
An: Foi só a felicidade, aliás, você sabia, né? É cúmplice?
L: Sim, a Nayi sabia, e não é culpa dela, eu praticamente forcei.
N: Sim, falei que era loucura, mas esse cara não quis saber, e pronto Tava na hora.
Fiquei tomando mate com a Nayi enquanto a Ana foi ver as mudanças nos quartos e banheiros.
N: cê aproveitou pra pegar na bunda da minha mãe, hein?
L: que isso, mina, peguei sem querer, me assustei
N: é a única que falta das três
L: cê ficaria com ciúme?
N: hahaha, talvez você
Ficou por isso, mas me deu uma vontade danada de comer a Ana, pela primeira vez me deu vontade de comer a Ana, aquela bunda foi gostosa demais, os peitos no meu peito também, deixou a pica bem dura. A Ana veio tomar mate depois de fofocar e ficamos esperando a Agos.
Passou um tempo e ouvimos o portão abrir, parece que a Agos entrou correndo porque em menos de dois segundos a porta abriu, tinha ficado sem chave.
Ag: pode saber por que o carro do meu namorado, que não me visita desde semana passada, tá aqui e vem quando eu não tô...
A Agos sacou as mudanças, já tava escuro e as diferenças na iluminação eram visíveis, ela começou a olhar a instalação. A Nayi falou pra ajudar ela a ver mais coisas:
N: viu por onde cê entrou?
Algo fez clique na cabeça dela e ela virou pra olhar a porta, depois viu as janelas e se virou pra me ver sentado ali na mesa dela, o olhar dela era de amor, mais que isso, de devoção e muita tesão, veio correndo até onde eu tava, sentou delicadamente em cima de mim e me beijou com tudo.
Ag: obrigada, bebe, obrigada por tudo que cê faz por nós, te amo.
As lágrimas escorriam pelos olhos dela, num dia eu tinha feito as três rochas chorarem e também tinha beijado elas, tinha comido a Nayi e a Agos tava no mesmo caminho, graças a deus que eu era novo e podia transar o tempo todo, porque como eu explicava pra Agos que não podia comer ela?
L: vamos ver os cômodos, te mostro tudo
Ela sorriu pra mim e fomos, mostrei todas as mudanças, a tomada que coloquei do lado da cama, ela sempre reclamava disso quando a gente conversava tarde, que tinha que ficar em pé perto da tomada porque o celular descarregava. Pois é, mostrei pra ela as janelas novas, o banheiro, o quarto da Ana, tudo. Depois do tour, voltamos pra onde o resto da família tava, a Agos já tava grudada em mim igual carrapato.
An: vou pedir umas empadas pra comer, você, guri, fica.
L: não precisa
An: não precisa porra nenhuma, vai me deixar te convidar pra comer?
L: hahaha tá bom, Agos, vem comigo até o carro que tem a última surpresa
O quê?
Falaram as três ao mesmo tempo.
L: é, se vocês ainda não perceberam, mas na casa tá faltando uma coisa, que vou trocar pra vocês. Vamos pro carro, Agos.
E fui pra fora, Agos atrás de mim, pensando. Ana e Nayi ficaram lá pensando no que eu tava falando, ou tentando adivinhar o que faltava. Chegamos no carro e peguei as duas caixas embaladas em papel de presente, bem grandes.
Ag: o que é isso, bebê?
L: não viu que tava faltando na sua casa?
Ag: não, isso é pra ver. A única coisa que pensei desde que cheguei foi em tirar toda sua roupa e te comer, love.
L: cê tá com vontade hoje?
Ag: muita, você me deixou abandonada e ainda por cima com tudo que fez, tenho que recompensar meu macho.
L: tava cheio de trampo e organizando isso, gata, queria que você não esperasse. Hoje à noite a gente vê como faz e te como toda.
Ag: vamos transar em casa, não importa onde. Você acabou de mostrar que é o homem daqui e eu sou sua mulher, vai me comer onde quiser e ninguém vai falar nada, cê vai ver.
Isso me deixou louco, podia comer a Agos à vontade naquela casa e ninguém ia falar nada. Sabia que era verdade, já tínhamos transado com a Agos na cama da mãe e a Ana não falou nada, agora menos ainda ia falar, e a Nayi, bom, a Nayi também não.
L: vamos pra dentro que vou dar o último presentinho.
Ag: vamos, cê vai dormir aqui, né?
L: sim, se você deixar eu comer sua bunda.
Ag: óbvio que deixo, minha rabeta é sua.
Entramos e coloquei as caixas em cima da mesa. As minas olhavam, cheias de expectativa.
L: bom, perceberam o que tá faltando?
An: sim, a salamandra.
L: isso, Ana. Por isso comprei isso pra vocês, abram seus presentes.
Minhas gatinhas rasgaram o papel de presente e viram do que se tratava.
L: Por isso fiz a instalação elétrica nova, tinha que colocar uma que aguentasse esse consumo, vai subir um pouco a conta de luz, mas fazer o quê, foi o melhor que pensei pra esquentar a casa. Comprei duas pros quartos à noite e podem levar uma pra cá durante o dia. As três estavam felizes pra caralho, não paravam de me agradecer. Ficamos um tempão conversando enquanto as horas passavam e chegava a hora da janta. Lá pelas nove, a Ana esquentou as empanadas e elas quiseram ir comprar umas cervejas pra comemorar. Eu dei o dinheiro pra elas, que custaram a aceitar, e pedi se podia tomar um banho, com a desculpa de que tinha suado muito de manhã. Na real, queria tirar o cheiro de cu e buceta da Nayi da minha pica, pra Agos não desconfiar de nada. A Agos se apressou em preparar o banho, esquentar a água, me dar a melhor toalha, esquentar o quarto dela com as novas estufas. Falei que não precisava, mas ela não ia me ouvir.
Depois de um tempinho na água, batem na porta e entram. Era a Agos.
L: O que foi, amor? Vem tomar banho comigo?
Ag: Na real, não sei por que a gente não fez isso, podia, mas não vamos, vou comprar as brejas com a mamãe. Tá tudo pronto na cama, daqui a pouco a gente volta.
L: Beleza, gata, se cuidem.
Ag: Da próxima, vou lavar essa sua pica todinha, sabia?
E saiu do banheiro. Eu já tava terminando o banho, não demorei muito mais, fechei a água e saí pra me secar. Aí entraram no banheiro de novo, dessa vez a Nayi.
N: Eu sei que você comprou essas estufas por causa do meu filho, obrigada por tudo.
Ela me beijou com força, e depois de uns amassos, se ajoelhou no chão e começou a chupar minha pica, bem sujinha, do jeito que sabia que eu gostava. Engolia tudo, até quase engasgar. Ficou assim uns minutos e levantou.
N: Que pica gostosa você tem, não continuo porque sei que você vai comer minha irmã, é a vez dela.
E saiu do banheiro, me deixando com a pica dura pra caralho. Como pude, me sequei um pouco e fui pro quarto das minas. Lá, a Agos tinha deixado uma troca de roupa, que em... Em algum momento tinha deixado na casa dela, era de verão, mas serviria pra noite. Termino de secar, vou me vestir e a Agos entra no quarto.
Ag: Já tá pronto, love?
Eu me olho no espelho bem na hora que tava colocando a camiseta. Desde moleque, sempre é a primeira coisa que visto, até antes da cueca. Por quê? Vai saber. Então tava com a pica ainda dura e no ar.
Ag: Uff, que que houve que tu tá assim, bebu?
L: Fiquei com vontade depois do banho juntos.
Inventei. Agos sorriu com aquele sorriso de puta que só ela tinha, e se aproximou, me empurrou pra eu cair sentado na cama e se ajoelhou entre minhas pernas.
Ag: Isso eu vou fazer porque tu é o melhor de todos e pra tu nunca mais esquecer de mim como na semana passada.
E começou um boquete feroz. Sem dúvida, Agos era muito melhor chupando do que a Nayi. Na violência eram parecidas, as duas iam até o fundo, batendo a pica na garganta, mas a Agos tinha um movimento de língua que era uma delícia. Fazia uns truques enquanto tinha ela dentro da boca que eram superiores.
L: Mmmmm, my love, que gostoso tu me chupa.
Ag: Gack gack gack, cê gosta?
Ou foi o que entendi, porque ela nem tirou a boca pra falar.
L: Adoro como tu chupa, fica muito puta com minha pica na tua boca.
Ela continuou o boquete por uns minutos, eu tava chegando lá, mas nos chamaram.
An: Vocês dois, larguem o que tão fazendo e venham comer, chegaram as empadas.
Ana gritou da sala. Eu xinguei todo mundo que me veio na cabeça. Agos sorriu e soltou minha pica.
Ag: Vai ter que esperar pra gozar, porquinho.
L: Vou encher tua buceta agora, por me fazer isso.
Ag: Adoro quando tu enche minha buceta. Dá um jeito aí e vamos comer.
Dito isso, Agos saiu do quarto. Me vesti como pude e tentei esconder minha ereção, mas nessa altura já era missão impossível. Decidi que tava pouco me fodendo se vissem ela assim. A Nayi ia falar o quê? E a Ana? Me excitava a ideia dela me ver. Sério mesmo.
Cheguei todo empinado pra sala, quando cheguei na mesa a Nayi tava me encarando, a Ana tava na pia passando as empadas da bandeja pro prato e o Agos tirando a cerveja do freezer.
N: E aí, cuñi, o que foi, vai acampar?
Ag: Para de olhar o volume do meu namorado, sua atrevida hahaha
N: Fala pra ele não andar assim então, parece que vai disparar hahaha
As minas tavam rindo, a Nayi tinha maldade nos olhos, a irmã dela não sabia o que tava comendo de rola. Agos me olhava com cara de quem ficou com vontade, me surpreendeu que a Ana tinha virado pra entender do que falavam e tava vidrada no meu volume. Eu olhei pra ela e ajustei bem a pica, segurando o tronco, pra marcar todo o comprimento. Sabia do volume que carregava e que ela ia gostar. Quando ela levantou o olhar e percebeu que eu tinha pegado ela, rapidinho voltou pro que tava fazendo.
Ag: Amor, não fica arrumando assim que essa punheteira vai gozar só de olhar
N: Como você tem que aproveitar isso
Ag: Você não tem ideia
L: Bom, não comecem a brigar, vamos comer
Comemos sem muitos contratempos, vendo na TV uma das novelas que passava na Telefe naquela época, canal 9 em Mendoza. Conversa vai, conversa vem, decidiram que eu ia dormir lá. Depois da janta, terminamos a segunda cerveja e fomos pros quartos. Ia dormir no quarto das minas. Entrei e a Nayi tava de peitos de fora dando de mamar pro bebê. O pequeno se comportava bem, não chorava e só dormia. Do pai nunca soube nada, nem perguntei.
Me joguei na cama e a Agos se jogou em cima de mim. Ficamos de bobeira, muito tempo apalpando, beijo vai, beijo vem, mão boba, sem ir muito longe, porque a Nayi tava a uns 2 metros e ainda não tinha dormido. Ficamos assim até a Nayi “dormir”, aí minha mina ficou toda puta.
Ag: Quero que você me coma, bebu, tô com a buceta fervendo.
Ela sussurrou no meu ouvido.
L: Quer bem fundo? Com sua irmã do lado?
Ag: Não tô nem aí, quero transar com meu Me tirei a cueca como pude, enquanto ela fazia o mesmo com a calcinha fio dental, e meti pra dentro. A gente tava abraçado na cama, de ladinho e de frente, ela levantou a perna e eu tava metendo.
Ag: aaaai bebu, que gostoso, como eu sentia falta de ter você dentro de mim
L: que tesuda que você tá, Ag
Ag: sempre tesuda pra você, assim, sim, sim, sim.
A gente continuou trepando assim por um tempinho, Ag tava muito excitada e queria mais. De repente, ela montou em cima de mim e começou a rebolar. As sentadas começaram a ecoar no quarto, ela não tava nem aí.
L: aaaai, você vai acordar a Nayi
Ag: que ela me perdoe, mas essa pica me deixa louca
Ela sussurrava, e eu também, mas os barulhos da foda eram intensos. Eu apertava a bunda dela com força. Depois desse dia, a pica tava que ia explodir, não ia aguentar muito. Numa dessas, olhei pra cama da Nayi e ela tava nos olhando. Tinha acordado ou nunca tinha dormido. Os lençóis faziam um movimento suspeito. A putinha me piscou um olho.
Ag: aaaaiiii sim
Ag gritou, sinal de que tava gozando. Isso não foi um sussurro, foi quase um grito. Minha gostosa tinha chegado ao orgasmo e parou de repente, aproveitando o gozo. Mas eu não tava a fim de parar, queria gozar. De tão excitado que tava, me virei e virei a Ag num movimento só, deixando ela debaixo de mim, e comecei a comer ela de papai e mamãe.
Ag: aaaai bebu, espera, que eu tô muito sensível, ah ah ah
L: não posso esperar nada, já vou gozar e vou encher sua buceta
Ag: aaaaiii vou gozar de novo
Eu tava metendo forte, o barulho de entra e sai já era frenético. Ag tava com os olhos arregalados de tanta pica que eu tava dando. Minha pica entrava e saía inteira dela. Minha mina não aguentava mais. Voltei o olhar pra cama da Nayi e ela tava se masturbando de verdade, com os peitos de fora e apertando um, enquanto a outra mão tava claramente na pussy dela. Ainda bem que Ag tava muito concentrada na foda, porque se ela virasse a cabeça, teria visto a irmã naquela situação. Numa dessas... Nayi me olha e, sem soltar a palavra, me diz com os lábios:
N: ENCHE ELA
E foi isso que eu precisava pra explodir, cravei a pica até o fundo na Agos e soltei tudo bem dentro da buceta dela.
Ag: oooooh
Agos começou a tremer de novo, era inacreditável como as pernas e o corpo inteiro dela tremiam, ela tava gozando toda gostosa.
L: uffsiii que porra gostosa assim
Ag: mmmmmmm adorei como você me encheu de porra, arrebentou minha buceta com essa pica grande que você tem
L: você adora ser comida assim
Ag: e que me encha de porra assim também
Depois daquela transa violenta, eu caí exausto na cama e dormi na hora, Agos se aninhou comigo e também dormiu. No dia seguinte, acordamos cedo e eu saí no mesmo horário que a Agos e a Ana. Eu queria ter ficado pra comer a Nayi antes de ir, mas precisava passar em casa antes de ir trabalhar.
6 comentários - Minha Família de Gostosas VI
ESPERO EL.PROXIMO. !!!!