Eva na autoescola parte 2😏

Eva, ingênua ou puta? Segunda aula de direção
Conta o instrutor de autoescola.
A próxima aula de direção, dois dias depois da anterior, eu esperava ansioso, claro. Vi ela sair do centro e ocupar o banco do motorista. Quando sentou, percebi que o rosto dela fez uma caretinha de dor.
Ela tava de sutiã, o que pra mim já era um mau sinal, provavelmente também tava de calcinha e eu não ia poder ver aquele coelhinho loiro maravilhoso. Dessa vez o vestido era um pouco mais comprido que o do outro dia e eu não conseguia saber se ela tava de calcinha ou não.
Tendo em mente que na aula passada ela tinha me mostrado umas fotos onde aparecia com aquele rabão todo aberto e até um segurança enfiava os dedos naquela bucetinha suculenta, com meu melhor sorriso levantei o vestido dela e finalmente pude confirmar que ela estava de calcinha.
- Ahhh que decepção, hoje você tá de calcinha, falei mantendo meu melhor sorriso.
Quando levantei o vestido dela, antes de baixar, aproveitei pra acariciar a perna e sentir aquela pele macia e delicada de jovem. Ela não se importou de eu ter levantado a saia, porque me respondeu com um sorriso.
- Jooo, já te falei que outro dia esqueci que geralmente eu uso calcinha, só tiro quando tô praticando nudismo ou fazendo as práticas no centro de menores.
- Um dia você tem que me contar como é essa parada de nudismo
- Nunca praticou isso?
— Não
- Po, é uma loucura, só te lembro que nessa cidade tem uma praia de nudismo.
- Mas me dá uma baita preguiça de ir sozinho.
- Pois as primeiras vezes acho que é melhor ir sozinho do que acompanhado.
Sabia que era difícil, mas tinha que tentar pra ver se um dia ela se oferecia pra me acompanhar no naturismo, mas não se ofereceu.
Pelo que eu li nos contos, toda vez que ela falava pra um novo conhecido que era nudista, acabava dando pra ele, então imagino que ela não quisesse arriscar e acabar sendo comida por mim.
Eva se sentou ao volante e, quando estávamos passando pelo quebra-molas do lado do centro de menores, ela não só fez cara de dor como também soltou um gemido quase inaudível de sofrimento.
- O que foi, Eva?
- Tenho uma dor terrível no cu
- Você tá doente?
- Não, mas é que hoje, quando eu tava na revista, apareceram dois guardas civis com um moleque que ia entrar.
- E aí?
- Pois nos viram e explicaram o protocolo pra ele, parece que o guarda civil não sabia que esse protocolo existia.
-
- Não conhecia ele? – falei fingindo uma surpresa falsa
- É, que estranho, parece um protocolo bem lógico que deve ser aplicado em todos os centros do mundo, possivelmente – falei com um tom de ironia que, claro, Eva não entendeu, porque ela me respondeu

Exatamente isso que me deixou intrigada, mas eram guardas civis muito jovens, acho que não tinham mais de vinte e cinco anos, provavelmente nunca tinham feito esse protocolo antes, mas depois, segundo ele, sabia, só não lembrava. Além disso, me trataram muito mal… é como se, mais do que me revistar, tivessem me fodido. Não sei, me sinto como, como, não sei, como estuprada.
- Caralho!!! Que porra de Guarda Civil você tá falando?
- Não, não sei, com certeza exagerei, mas foi uma revista muito brusca. Meu pobre cu quase preferia o cassetete.
- Eva, ou é buceta ou é pau, mas você não pode ficar mudando de ideia todo dia... agora me interessa rola, amanhã me interessa... sei lá, não faço a menor ideia, mas já estão te fazendo um baita favor usando os paus deles e não as pirocas.
Tem razão, mas é que o pau daquele guarda civil era enorme.
- Você não se explica. Então, vamos ver se eu entendi: você tava peladinha enquanto aplicavam o protocolo e aparece o guarda civil.
Eva me contou, mas pra deixar mais gostoso, vou recriar pra vocês. Eva foi tão descritiva que é quase como se eu estivesse lá.
Recreação com a guarda civil
Dois guardas civis entraram com um menor algemado e se depararam com a Eva pelada, de joelhos, deixando o guarda jurado meter na boca dela enquanto ele "verificava" se ela não tinha nada escondido. A verdade é que a cena deve ter sido foda para esses três sortudos. Imagina entrar numa instituição pública e encontrar um velho guarda jurado de calças e cueca nos tornozelos, enquanto uma loira nua, de joelhos, deixava ele meter na boca dela. A Eva estava de costas para os guardas civis e para o moleque detido, então, sem dúvida, a próxima coisa que eles notaram foi aquele rabão nu da Eva, apontando desafiador para a porta de entrada. Deve ter sido brutal para os três serem recebidos por aquele rabão, que eu só pude aproveitar por alguns segundos, como contei no relato anterior.

Eva na autoescola parte 2😏

Mas que porra é essa aqui? — disse um dos guardas civis.
Eva, que não tinha visto eles, já que estava de costas, nem ouvido eles entrarem, levou um susto.
O guarda juramentado que enfiava e tirava lenta mas ritmicamente a piroca da boca da nossa querida Eva abriu os olhos e, com a impressão que teve ao ver os guardas civis, parou de foder a boca dela, embora paralisado de surpresa continuasse com o pau na boquinha da Eva e segurando a cabeça dela. Passaram-se vários segundos até o guarda juramentado reagir, tirou o passarinho da boca dela e soltou a cabeça da Eva. Só nesse momento ela pôde se virar pra ver de quem era aquela voz. A surpresa dela foi enorme ao ver dois guardas civis uniformizados e um moleque algemado.
O guarda juramentado subiu a calça, mas Eva estava totalmente nua, já que antes de ser revistada, a boca dela tinha passado pela revista manual. A roupa de Eva tinha ficado em cima da mesa, atrás dos guardas civis; pra pegar ela, teria que passar no meio dos três.
O guarda juramentado não parava de gaguejar.
-         Eh, eh… então…. Ehhhhh… tipo assim eh eh a gente tá eh como eh… pois é, o protocolo de acesso de…. por isso que não… claro, eu tava com a moça que é funcionária daqui… pois é…
Os guardas civis não conseguiam entender nada, com certeza. Mesmo assim, Eva esclareceu o que o guarda juramentado estava dizendo.
- Não sou funcionária, tô fazendo estágio - disse uma Eva pelada, que tinha se levantado e tentava esconder a buceta e os peitos com as mãos.
— Mas o que é que você tá dizendo? — disse o guarda civil pro guarda jurado, mas o olhar dele não parava de pular das tetas pro coelho da Eva.
- Melhor te contar em particular.
O guarda jurado e o guarda civil passaram pra outra sala, ficando na zona de controle a Eva e o outro guarda civil junto com o moleque. O guarda civil jogou a roupa pra Eva, e pra pegar, as mãos dela pararam de se cobrir, então os dois sortudos puderam admirar o corpo espetacular da Eva, que começou a vestir o vestido. A calcinha fio dental e o sutiã estavam na bolsa dela.
Eva tava morrendo de vergonha, mas pelo menos tava vestida e deu pra ver que o preso tava com uma ereção daquelas, já que ele usava uma calça de moletão que marcava perfeitamente o pau e o que parecia ser um prepúcio enorme.
Passados vários minutos, o guarda civil entrou e disse ao guarda jurado pra levar o moleque e esperar com ele na sala ao lado. O guarda civil se virou pro parceiro dele.
- Jorge, já tá tudo esclarecido, eles tavam com o novo protocolo que obriga a revistar fundo o pessoal dos centros. Parece que já verificaram que ela não tem nada na boca e falta checar a buceta e o cu. Já expliquei pro segurança que, já que a gente tá aqui e conforme o artigo 17, vamos fazer a verificação profunda e correta.
— Ehhhhh — disse o outro guarda civil com uma cara de estranheza.
- Imagino que você não conhece essa nova regra, mas eu estudei ela umas semanas atrás. Mano, escolhe: buceta ou cu?
- Não sei - o guarda civil que não tinha falado com o guarda juramentado estava alucinando, não entendia absolutamente nada. O colega dele tava propondo que ele escolhesse entre a buceta ou o cu daquela putinha pra foder?
- Pois eu fico com a bunda, arrebento o cu dela e depois você pega a buceta.
O parceiro que não sabia do que se tratava ficou alucinado, o parceiro dele ia meter no cu dele? Depois ele ia poder enfiar a rola na buceta? Eva estava meio envergonhada e, acima de tudo, confusa com o tom que o jovem guarda civil estava usando. Ele tinha se referido à ppk dela como boceta… isso era uma vulgaridade imprópria para um guarda civil que ia fazer uma revista padrão.
Sem dizer uma palavra com Eva, ele apoiou os braços na mesa e levantou o vestido dela, deixando a bunda de Eva à mostra.
- Tira essa bunda pra cá que vou inspecionar - disse ele enquanto dava um tapa nela.

vadia

Claro, a Eva tirou ele pra fora.
Ela ficou meio sem graça com a palmada que acabou de levar na bunda.
- Abre as pernas.
Os guardas civis levaram um tempinho pra admirar a bunda e a bucetinha que, naquela posição, apareciam perfeitamente.

peitos

Os dois se aproximaram e começaram a apalpar, o corpo de Eva tinha quatro mãos passando pela sua bunda, suas pernas, seus peitos.
- O Antonio já me revistou – Eva se referia ao segurança armado que já tinha inspecionado por mais de dez minutos todas as dobras do corpo dela. Como única resposta, um dos guardas civis disse.
Tira esse vestido, a porra da saia fica caindo toda hora. Além disso, quero agarrar suas tetas enquanto te como.
Eva, claro, tirou o vestido na hora, já tava começando a ficar com medo. O guarda Civil falou que ia meter nela, soou como algo sexual pra ela, enquanto Eva tinha certeza de que o que tavam fazendo era só seguir uns protocolos.
Eva, tava nessa reflexão, enquanto voltava a se ajeitar com a bunda empinada.
- Abre esses glúteos, queremos ver esse buraquinho antes de entupir ele.
- Ah -exclamou o guarda civil que tinha pedido a buceta, ao ver aquele cu tão rosado e aberto.
- Tá bem dilatado, ou o segurança fez um bom trabalho antes, ou você já tá acostumada a levar piroca.

Bunda


Eva achava que, entre os seguranças e os caras do time de basquete, Rafa e mais alguns, na melhor das hipóteses, o cuzinho pobre dele levava três paus por dia, e tinha dias que até seis ou sete. Tirando o namorado dele, Rubén, que nunca tinha metido no cu, uma porrada de homem já tinha passado por ali nos últimos anos.
Mas ao sentir os dedos do guarda civil entrando no cu dela, esse pensamento foi embora, porque foi tão agressivo e inesperado que ela sentiu um baita desconforto. Ela deduziu, e nisso a Eva tinha muita experiência, que tinham enfiado pelo menos três dedos.
- Responde, foxy, te fiz uma pergunta - e enquanto dizia isso, Eva sentia os três dedos abrindo e fechando dentro do cu dela, sem dúvida pra dilatar mais.
Foxy, ele tinha chamado ela de foxy, Eva ficou horrorizada.
- Todos os dias que venho fazer o estágio.
Claro que Eva não contou o que o cuzinho dela tava sofrendo, além disso ela sentiu como uma vitória moral não dar satisfação pro guarda civil. Que se foda se ele acha que vou contar minha vida pra esse que me chamou de gostosa.
- Po algum desses guardas tem que ter um puta pauzão, porque você tá bem aberta. Pelo menos isso é garantia de que tá limpinha e não vou sair com a rola cheia da sua merda.
Naquele momento, o guarda civil tirou os três dedos, olhou satisfeito vendo que não estavam sujos e os levou até a boca de Eva, que claramente entendeu que tinha que lamber eles. Eva não teve problemas, já que sempre mantinha bem limpo todo o trato retal dela.
Eva ia sentindo como a rola do guarda civil tentava abrir caminho pelo cu dela. Eva tinha o cu bem dilatado e tava muito acostumada a receber por ali, mas
- Ahhhh, gritava de dor a Eva enquanto sentia uma ardença fortíssima no cu ao tentar entrar a pica do guarda civil.
- Aguenta, foxy, aguenta, que com certeza você pode receber esse presente que a natureza me deu.
Eva era duramente empurrada por trás, a bunda e os peitos dela balançavam a cada movimento do guarda.
- Você tem que provar essa buceta, parceiro - ele dizia enquanto não parava de meter nela.



Use a palavra buceta


Eva não tinha visto, mas aquele jovem guarda civil não era normal, uma bunda acostumada a receber paus estava sofrendo enormemente com o tamanho tremendo que aquele guarda civil calçava.
Aquilo não entrava direito, então o guarda civil tirou a pouca pica que tinha enfiado, deitou-se de barriga pra cima na mesa e disse pra Eva subir e, como se fosse um agachamento, ir enfiando a vara no cu dela.
Eva pôde ver pela primeira vez o que aquele jovem guarda civil calçava, nunca tinha visto uma coisa tão larga. Nem na África tinha visto uma parada tão grande, agora entendia por que o guarda civil tinha chamado aquilo de seu monstro. O guarda civil era muito gostoso, tinha um corpão, um corpo bem definido e marcado, mas aquilo que pendia entre as pernas dele não era normal.
Eva assim o fez, mas aquela coisa tão grande não entrava, mal tinha introduzido a glande e já sentia muita tensão no cu. O guarda civil tirou o pau dela, puxou-a para perto, colocou a bunda de Eva sobre o rosto dele e começou a lamber. Entre a satisfação de ver sua buceta livre daquela pica enorme, a habilidade com a língua que o jovem tinha e, sentada sobre o rosto dele, poder ver e apreciar o corpo atlético do guarda civil, Eva começou a ficar excitada. Enquanto recebia a carícia delicada da língua, não conseguia parar de admirar aquele pênis enorme, cheio de veias, inchado de sangue, com aquela glande tão grande e que gotejava porra. Ela mesma me contou como algo que lhe causara tanta dor agora se mostrava tão atraente. Com certo rubor no rosto, me disse que naquele momento, enquanto o guarda civil comia o cu dela, teve um pensamento pecaminoso e quase pediu permissão para chupar aquele sêmen que escorria daquela glande tentadora.
Depois dos esforços do guarda civil pra dilatar a Eva, finalmente ela entrou com muito, muito cuidado e com muita, muita dor.
- Tá doendo pra caralho - disse Eva pro guarda civil, quando sentiu os colhões no cu dela, o que mostrava que ele tinha conseguido enfiar toda aquela barra de carne no cu sofrido dela.
- Relaxa e respira devagar. Nenhuma das minhas namoradas aguentou isso no cu - dizia o guarda civil sem parar de penetrá-la - você é a primeira mulher que consigo enfiar inteira no cu. Parabéns, muitos parabéns. Você conseguiu o que nenhuma mulher até agora tinha conseguido.



infiel

Obrigada, disse Eva, que estranhamente se sentia orgulhosa por ser a primeira mulher que conseguiu receber a pica daquele desconhecido.
- de verdade, parabéns, as putas até me devolvem o dinheiro pedindo pra não meter no cu delas. Nem as profissionais aguentam o que você tá aguentando.
Eva não conseguia nem se mexer, o menor movimento causava uma coceira danada no cu inteiro dela. Lágrimas escorriam, mas ela não queria que percebessem que tava chorando. O elogio do guarda civil deu força pra ela aguentar. Ela tava orgulhosa, mas também meio irritada com os comentários que faziam sobre ela.
- Que putinha que a gente tem aqui, parceiro. Olha como a pica entra no cu dela. Ela deve gostar pra caralho de levar porrada, com certeza já entraram muitos paus aqui pra deixar assim tão preparado, hein, putinha? Já te meteram muitos? Essa sua bunda gostosa já comeu muito pau, mas muito, muito mesmo.
Eva não dizia nada, não entendia como numa revista de rotina o guarda civil se permitia insultar ela. Se não fosse porque prejudicaria os seguranças particulares se tivesse pensado em registrar uma queixa na Guarda Civil.
- Responde, não me ouviu, puta? Ou é que, como eu tenho o pau tão grande, ele entupiu seus ouvidos? – disse ele, se cagando de rir da própria piada.
Eva não queria que ele percebesse que ela estava chorando de dor, primeiro pelo tamanho e depois pela rapidez com que ele metia e tirava, roçando todo o esfíncter dela.
- Tem que provar essa bunda, parceiro. Custou, mas entrou tudo, tô metendo até o talo. Isso é quase inacreditável, um sonho pra mim. Finalmente sinto o que é ter ela dentro de uma buceta. Uffa, mano, que loucura.
Por sorte, talvez pela emoção de ser a primeira vez que a rola inteira cabia num cu, o guarda civil gozou em poucos minutos. Mesmo sendo muito cuidadoso ao tirar ela devagar, também causou muita dor na Eva. A Eva precisava descansar depois dessa experiência fodida, ficou deitada pelada em cima da mesa enquanto pelo puta buraco em que o cu dela tinha se transformado saíam restos de sangue e porra.

cuck


O descanso durou pouco porque o outro guarda civil enfiou o pau na buceta dela de uma vez.

Eva na autoescola parte 2😏
Por sorte o guarda civil, depois do espetáculo que tinha visto com a foda anterior, também gozou rápido, deixando uma exausta Eva pelada, em cima da mesa, de pernas abertas enquanto o esperma que escorria da buceta se misturava com o sangue e porra que saía do cu dela. Os dois guardas civis ficaram admirando ela, a cena não podia ser mais brutal. Naquele prédio público espartano, uma loira gostosa pelada, exausta e suada pelo esforço danado, com as pernas bem abertas e aquela poça pequena se formando na mesa de esperma e sangue que saía dos dois buracos dela. Era tão brutal que o perfurador de cu já tava de novo bem duro.

vadia


Como eu fiz ela gritar de prazer, disse o policial que tinha metido na buceta dela. Sem dúvida, os dois guardas civis sabiam que os gritos não eram de tesão, mas de dor por causa do cu arrebentado, e que, ao bater contra a mesa durante as estocadas, a penetração pela frente também foi terrivelmente dolorosa pra nossa pobre Eva.
Eva foi se levantando devagar, deu uma última olhada no primeiro guarda civil que tinha feito a revista anal nela, completamente pelado, o que também estranhou a Eva, porque os guardas jurados só abaixavam a calça e a cueca. Enquanto pensava nisso, disse
- Por favor, como imagino que vocês vão ter que fazer um relatório com as atividades do dia, peço que não coloquem nos relatórios que a gente não seguiu o protocolo com os cassetetes. Por favor, digam que usaram os cassetetes pra fazer a verificação, não quero ter problema com a universidade e muito menos que meus queridos seguranças sejam punidos.
- Claro, fica tranquila, a gente também não quer que você tenha nenhum problema.
- Valeu mesmo, muito obrigado de verdade.
- Foi um dia e tanto, finalmente encontrei a mulher capaz de aguentar meu monstro, mina, você é foda pra caralho.
- Pra grande como ficou a raba dela depois que você meteu nela - disse o guarda que tinha comido a buceta dela, se cagando de rir e sem saber o que ele queria dizer com não colocar nada no relatório. O parceiro dele interveio
- Nós não vamos falar nada, já te disse, até um dia desses a gente vem pra fazer a inspeção diretamente, mas acho que temos um problema com o Pecas.
- Isso sim - disse o outro, sem ter muita certeza do que o parceiro estava se referindo.
— Quem é o Sardinha? E que problema a gente tem? — disse uma Eva exausta.
- O Pekas é o moleque que a gente trouxe pra internar no centro e, claro, ele te viu chupando o pau do guarda de segurança.
- Eu não tava chupando a buceta dela porque tava fazendo a verificação se não tinha nada na boca.
- Isso a gente sabe porque conhece o protocolo, mas aquele moleque que não tem a menor puta ideia do que viu é que você tava chupando o rabo do velho seboso.
- Mas a gente pode explicar pra ele que não teve nada de sexual naquela parada.
— O que você vai explicar pra ele? Assim que puder, ele conta tudo e você se fode, junto com os jurados.
Já assumo minha responsabilidade por ter deixado mudarem o protocolo, sério, se for preciso, assumo a culpa e me mandem embora do centro, mas juro que não quero que os seguranças, que são tão legais comigo, tenham nenhum problema.
- Espera que isso eu resolvo, vou buscar o Sardento.
O guarda civil saiu e entrou com o detido. Eva se surpreendeu porque ela ainda estava pelada e escorrendo porra pelas pernas, já que agora estava de pé. Além disso, em cima da mesa dava pra ver perfeitamente a poça de porra e sangue.


Pecas, eu tenho consideração por você porque foi o primeiro que eu parei e nesses seis meses que tô na Guarda Civil acho que é a terceira vez que te trago pra esse centro. Precisamos que você faça uma coisinha pra gente e isso vai ter uma recompensa pra você.
- Claro, o que você quiser, já sabe que eu sou inocente e sempre colaboro com vocês.
Enquanto dizia isso, o moleque não parava de olhar pra Eva pelada, que tava tão assustada com o que ele podia falar que nem percebia que tava nua e escorrendo porra.
- Ninguém pode ficar sabendo que essa assistente social tava chupando o cu daquele velho. Se você não contar pra ninguém e repito, pra ninguém, nenhum colega, nenhum funcionário do centro, agora mesmo essa loira gostosa vai te chupar também.
- Mas você já sabe que eu nunca falo nada.
- Peças, não encosta nos meus pés, senão vai te faltar tempo pra contar que você entrou e viu essa puta Promíscua pelada chupando o pau do Luis.
- Se você me disser pra não falar nada, claro que não falo.
- Pois te digo que não e, como prêmio por esse não, não vão te chupar a pica. E com certeza, enquanto você estiver aqui, essa porquinha vai te livrar de alguma enrascada, embora da próxima vez quase certeza que você acabe na cadeia, porque hoje você fez 18. Pelo menos você ganha um boquete bem dado pelo seu silêncio.
A Eva ficou de cara, o guarda civil tava negociando sexo com o moleque sem nem consultar ela. Cês devem achar que a Eva ficou chocada, mas quando ela me contou, foi o contrário, ela me passou como o guarda civil resolveu o problema rápido pra caralho e que, simplesmente, e repito, simplesmente com um boquete, conseguiu que ninguém se fodesse.


Pelo que vejo e cheiro - a verdade é que o quarto tava fedendo pra caralho a sexo - aqui, além da chupada no velho, teve mais putaria.
- Aqui não teve nada, não vamos perder mais tempo. Quer que chupe seu pau e fique quieto, ou prefere levar um tapa e ir pra dentro?
— Se você me pedir, então vou chupar ela — disse enquanto se tocava na calça do moletom, já mostrando uma grande ereção.
No começo, até achei que a solução do policial era boa, mas depois de ver o pau do menor, Eva ficou na dúvida. Afinal, ela era educadora, não tinha muita certeza se, sendo educadora do moleque, podia chupar o pau dele. Claro que, se o garoto falasse, ela teria um problema, e além disso, ela estava seguindo as instruções da Guarda Civil, mas transar com um possível usuário dela furava o código de ética. E isso sim ia ser sexo de verdade, porque com os guardas jurados e a polícia ela só tava cumprindo um protocolo, mas agora o que tavam propondo era chupar a rola daquele menor. Vendo que naquele momento Eva hesitava, o guarda civil falou com ela.
- Escuta, decide logo porque a gente não tem o dia inteiro. Você desce aí, chupa ela ou se veste, vai pra dentro e torce pra ela não contar pra ninguém.
A situação era essa: o pau duro de chándal, na frente dele a Eva pelada e com o esperma ainda fresco escorrendo pelas pernas, os dois guardas civis olhando pra eles e o segurança com a porta aberta, bem, olhando eles do outro quarto.


Eva se ajoelhou, puxou pra baixo a calça de moletom e a cueca junto, e o pau dele, de uns 14 cm só e bem fininho, saltou da cueca apontando pro teto. Ela ficou de cócoras na frente da rola do "moleque", parecia meio na dúvida, mas começou a bater uma punheta pra ele com as mãos.
Ei, a gente tinha combinado de ficar juntos – reclamou o moleque.
Tranquilo, essa aí sabe o que faz, sem dúvida é uma expert em como trabalhar bem as picas.
Eva enfia a cabeça da rola na boca, mas o bruto, quando viu que ela tava começando o boquete, meteu inteira de uma vez só. Começou um vai e vem na boca bem rápido, segurando a cabeça de Eva com força.
Num instante, ele tava metendo a pica na boca dela com tanta agressividade que a Eva mal conseguia respirar, e um monte de saliva escorria pela boca dela. A Eva tava se engasgando, tentava se afastar do moleque, mas ele segurava ela firme. A Eva soltava uns sons guturais.
- Calma, Gostosa, tem que respirar.
O moleque tirou ela na hora que Eva aproveitou pra respirar, enquanto não parava de tossir e cuspir saliva. Foi um descanso momentâneo, porque logo o moleque chamou a atenção da boca de Eva de novo.
Faltava pouco pra ela gozar e, bem na hora de ejacular, ele tirou o pau da boca dela pra gozar nos peitos e na cara dela. O leite que o moleque deu se juntou com o dos dois guardas civis.
E assim terminou o relato da EVA com os dois guardas civis que prometeram voltar outro dia pra ajudar os seguranças na revista. A Eva só esperava que, se esse dia chegasse, o guarda civil de pau grande revistasse a bucetinha dela e não profanasse o cu dela de novo.
— Ahhh, Eva foi terrível — falei pra ela enquanto acariciava a perna dela do banho do carona, passando todo meu apoio e força.
- Pois é, um baita pé no saco.
Confesso que fiquei alucinado, eu tava falando que era foda ela ter sido comida pelos dois guardas civis e pelo Pecas, e ainda por cima era quinta-feira, uma da tarde, e a gostosa que tava do meu lado tinha sido penetrada por quatro caras e pelos três buracos dela, tudo bem que ela tava de calcinha, mas eu tava com todo o sangue fora da cabeça, a calça ia estourar. Eu tinha que foder essa lady, tinha que conseguir que ela chupasse minha rola, as bolas, o cu... essa mina todo mundo tava comendo e eu não ia ficar sem comer ela também.
—Passa pro banco do carona que a gente vai pra autoescola, com essa bunda tão arrebentada não é bom tu ficar pulando no carro.
Eu já tinha meu plano na cabeça, mas se essa mina era tão ingênua quanto parecia, eu tinha certeza absoluta de que ia dar tudo certo.
O próximo que eu conto é o que a gente viveu naquela autoescola. A verdade é que eu já tava começando a me perguntar se minha cliente era uma inocente ou se era uma puta de verdade.
Até a próxima, fico no aguardo das opiniões de vocês.


Continua...

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