Esta é outra experiência que tive com aquela namorada. Como vocês sabem, ela ficava doente por causa do meu leite. Era gozar dentro dela todo dia (por sorte ela tomava a pílula religiosamente) ou sempre dar na boca. Ela me dizia que não queria desperdiçar uma gota. Isso aconteceu numa sesta, ela entrava na facul tipo 16h e eu 17h30, então comecei a comer ela tipo 15h sem me importar com o horário, ela já toda banhada pra começar a se trocar, mas não resistiu ao meu pau. Tava comendo ela com a calcinha fio dental puxada de lado, de missionário como ela adorava, até ela gozar. Aí eu falei que queria comer ela de quatro. Ela não gostava muito porque doía com meu pau, mas mesmo assim na putaria aguentou, e eu comia tão forte que ela ia se jogando pra frente até ficar toda arqueada, mas não empinando a bunda, e sim ao contrário, e aí a altura ficava perfeita pra talhar a buceta dela sem piedade. Ela nem gemia mais, entrava tipo num transe, só dava pra ouvir um gemidinho leve e ela tava como se tivesse desconectada da realidade. Bombeei ela até quase 16h e enchi ela de leite completamente. Tive que tirar ela do transe com um tapa na cara e beijei a boca dela enquanto subia a calcinha fio dental. Ela, extasiada com tanta porra, me falou: "meu amor, assim mesmo vou pra facul, não vou me trocar". Vestiu a calça jeans e a roupa e partiu. Mais ou menos uma hora depois, chega uma mensagem dela: "tô sentada no banco, não saí no recreio porque tá escorrendo todo o seu leite pelas minhas pernas e meu jeans é claro e dá pra notar muito". Eu tava rindo já na aula. Mais tarde, outra mensagem: "dá pra sentir muito cheiro de porra e de buceta e acho que as minas perceberam que sou eu, amor". E por último, já voltando no ônibus: "tive que contar pras minas que você me encheu de leite e elas falaram que eu era muito puta, meu amor". Obviamente ela chegou em casa e do jeito que tava eu comi ela toda até encher a boquinha dela de leite.
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