Estilo voyeur 7: o começo (final)

Minha cabeça não aguentava mais, minha tia puta, minha prima super puta. Beto comia as duas, eu ficava espiando, e minha prima me descobriu e me contou. Naquela altura, eu não sabia o que fazer. No mercado, minha prima passava perto de mim e falava: "e aí, punheteiro", eu baixava a cabeça e continuava arrumando as coisas. Uma tarde que minha prima tinha ficado com o Beto, ela foi até o escritório e, sabendo que eu tava espiando, chegou perto do cano, levantou o vestido, baixou a calcinha e começou a se tocar. "Tá aí, punheteiro?" Eu não respondi. "Fala, te vi sim." "Você gosta da minha buceta?" Eu em silêncio. "Agora vou contar pra sua mãe que você fica me espiando, otário." Aí eu me caguei de medo. "Não, Moni, pelo amor." "Então responde, cagão." "Tô com vergonha." "Você gosta da minha buceta?" "Adoro, Moni." Ela se agachou e colocou a buceta na entrada do cano. "Tá vendo bem?" "Depilei tudo, igual a da sua mãe." "Você tem uma buceta linda." "Bate uma agora, vou pedir pro Beto arrebentar meu cu. Quer?" "Quero, Moni, pede." Ela abriu a porta e chamou o Beto. "Beto, vem aqui, meu macho." "Já vou, Moni." "Traz papel, Betinho." Enquanto isso, Moni começou a passar óleo Johnson no cu. Beto entrou, viu Moni passando óleo e falou: "Quer que eu arrebente esse cu de puta?" "Quero, Betinho, me destrói, me castiga por ser puta." Beto chegou perto, baixou o short, bateu duas vezes na pica, passou óleo, deu um tapa no cu de Moni e meteu de uma vez. A pica entrou inteira, minha prima gritou e xingou: "Filho da puta!" Beto enfiava cada vez mais fundo, fazia ela pular. "Moni, que puta que você é." "Sou sua puta, Beto." "Gostou de como comi sua mãe?" "Adorei, que puta minha mãe, e que corno meu pai." Beto tirava e metia, era uma foda do caralho, a pica tinha uns 25 cm, uns 23 entravam e saíam. "O que você tá sentindo, Moni?" "Tô acostumando com sua pica, mas sinto como se fosse mijar." "Mas não tira, Betinho." Mônica começou a se masturbar a buceta e acabou 3 vezes seguidas jorrando no sofá. Beto batia nela e puxava pelos cabelos " Beto enche minha bunda de porra " Beto meteu forte 3 vezes e gozou num grito. Devagar foi tirando a pica, tava um pouco suja, e moni obviamente começou a chupar ela limpando. " Vem beto " pediu moni e fez ele sentar enquanto ela se colocou de quatro de novo " como que eu fico " " bem aberta moni, redonda e moni enfiou um dedo que entrava sem tocar as paredes. " dá pra ver betito " " beto quero que você me coma sempre " Beto se abaixou virando ela e chupou a buceta até ela gozar. Limpou toda a raba, a buceta. Moni se deitou e dormiu pelada, quando acordou veio perto do portão e perguntou " ainda tá aí " " sim moni " " viu como o beto me come " " ele te destrói " " adoro que ele me arrebenta toda " " agora vou abrir " " Dá-lhe feta, passa a mão na minha bunda quando me ver " De tarde tava de olho na moni. Num momento ela tava arrumando uns biscoitos, chego perto e enfio um dedo por baixo do vestido. Chego na entrada do cu e continuo. Ela me olha e fala " mete forte fetinha " Enfiei um primeiro e cheguei a três " assim feta eu adoro " Agora moni tem 58 anos, é professora. Vem na minha casa com o marido e a gente troca olhares. Beto continua comendo ela e também comeu a amiga da moni. Minha tia separou do meu tio e tá num asilo. O mercado alugaram pra um chinês. No quarto eu fiz um apartamento que alugo, meu tio me cedeu em troca de conseguir uns papéis legais. De vez em quando moni me manda uma foto da buceta dela. Sempre com a mesma frase " punheteiro mas leal " Eu racho de rir. Beto trabalha pro chinês, que por sua vez tem filha e esposa. Sabendo como beto é, até o chinês ele comeria. Eu casei e sempre que posso fico de olho. Caros poringa boys, essa história chegou ao fim. Os nomes são fictícios e só exagerei um pouquinho, mas a história foi real. Verdadeira. Deixo um abraço enorme pra vocês.

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