Pra quem leu o começo da minha história com a minha mãe e como tudo começou, vou dar continuidade ao que comecei a contar... Estando longe de casa e ela, vendo que eu não voltava, começou a me ligar no celular falando pra eu voltar. Eu repeti o que sentia por ela e que não voltaria se ela não aceitasse ser minha parceira. Ela me disse que sentia muito a minha falta, mas que por que essa ideia tinha entrado na minha cabeça, já que há tantos anos ela cuidava de mim normalmente, com a higiene do meu corpo e todas as atenções que minha deficiência exigia, e por que agora eu vinha com essas intenções com ela? Foi difícil explicar o gosto pelo incesto, porque quando você fala de incesto pra alguém que não conhece o assunto, é complicado explicar e, de qualquer forma, a pessoa não vai entender e vai te chamar de louco. Por isso que fazer incesto é difícil, não é como muitos mentirosos contam... Mesmo assim, expliquei direitinho pra minha mãe que ela também, inconscientemente, tinha se envolvido comigo de um jeito sentimental e também físico. Falei pra ela que, ao me ver nu todo dia, ao me dar banho, me vestir, comer e dormir comigo, isso envolvia sentimentos e atração física, e que se ela não via assim, era outra coisa. Eu tentava confundir ela e fazer ela acreditar nessas coisas, mesmo que não fosse verdade, porque eu sabia bem que ela fazia aquilo porque era uma boa mãe e não podia se recusar a ajudar o filho que precisa de ajuda, e que todas as mães fazem voluntariamente. Então, uma coisa normal de mãe, eu aproveitei pra fazer ela acreditar que por trás daquilo tinha um desejo oculto e reprimido que ela precisava deixar sair e aproveitar. Obviamente, depois de toda essa explicação que eu dei, consegui confundir ela... E ela ficou confusa mesmo, e começou a me dizer que não conseguia ficar tranquila sem estar cuidando de mim e fazendo todas as coisas que fazia por mim diariamente. Eu disse que também gostava de tudo aquilo. ela fazia por mim e que já era hora de levar isso a um nível mais alto, não mais como mãe e filho, mas também como homem e mulher em um relacionamento escondido de todo mundo... disse que meu pai nunca estava em casa e só vinha a cada quinze dias trazer dinheiro e compras, porque sempre ia trabalhar em cidades onde trabalhava e nunca dava atenção sexual à minha mãe, por isso ela e eu ficávamos sozinhos em casa todo dia e podíamos ter nossas relações sem ninguém perceber... ela me disse para dar tempo para processar toda essa informação e que ia pensar, mas que eu voltasse para casa e continuássemos tudo normal como sempre foi... obviamente voltei para casa, mas já com uma boa motivação porque sabia que tinha avançado muito e já tinha plantado na mente da minha mãe um pensamento de incesto, onde com certeza ela estaria pensando o tempo todo... comprei flores para ela, óbvio que nunca tinha comprado flores para nenhuma mulher, levei e entreguei, obviamente ela chorou ao me ver e ao ver as flores, porque também nunca nenhum homem tinha dado flores para ela. A convivência continuou na mesma rotina diária de sempre, com os cuidados que se deve ter com uma pessoa em cadeira de rodas, mas já com uma mãe mais carinhosa, mais sorridente, mais atenta, e com uma mãe que já deixava sair os frutos daquela ideia que eu tinha plantado sutilmente na mente dela, uma mãe que já me deixava abraçá-la forte no meu peito, sentir a batida do coração dela e perceber que era de emoção, e onde eu sabia que era hora de dar o primeiro beijo na boca dela, não de um homem normal, mas de um homem que era o próprio filho dela e que, segundo a sociedade, ela deveria respeitar, assim como eu por ser minha mãe. No entanto, ela já tinha pensado muito, pois já tinham se passado vários dias, e ela teve muito tempo para pensar nisso... e chegou o momento daquele beijo, onde ela Tava sentada na frente do espelho se maquiando e eu cheguei por trás na minha cadeira de rodas, abracei ela, acariciei o cabelo dela, e comecei a beijar a nuca dela, depois o pescoço e o rosto dela já tinha virado pro meu e eu pude começar a beijar ela na boca bem devagar, aquele beijo durou uns minuto,,, depois minha mãe levantou e foi pra cozinha continuar preparando o café da manhã,,, a sensação que eu senti foi estranha, um sentimento de culpa, pela primeira vez senti que o que tava fazendo não era certo porque ainda devia respeitar,,, talvez minha mãe também naquele momento tivesse pensando a mesma coisa que eu e também sentindo aquela culpa,,, eu fui e tomei café normal e não falei com ela,,, depois fui pra rua, na minha mente tava a imagem daquele beijo e era impossível parar de pensar nisso,,, e com certeza minha mãe também tava confusa e também tava pensando naquele beijo que, mesmo sendo bom ou ruim, era impossível tirar das nossas mentes... fiquei o dia inteiro na rua e voltei de noite, já decidido a fazer tudo com ela, já tinha pensado muito e não tinha volta, afinal já tava pra sempre numa cadeira de rodas, o que podia ser pior que isso? Já me sentia um lixo por ser paralítico, então o que ia fazer não se comparava a ficar numa cadeira de rodas pra sempre,,,, cheguei no meu quarto e chamei minha mãe, falei pra ela chegar perto de mim, abracei ela, beijei, e ela disse que tava disposta a tudo e que se era pecado ou errado, não ligava, que aquilo ia ser nosso segredo pra sempre,,, comecei a despir ela completamente, ela tava linda pelada, meio gordinha mas ainda assim gostosa, chupei os peitos dela por um tempo e depois abri as pernas dela em cima de uma mesinha que tinha e comecei a lamber a buceta grande e peluda dela por um bom tempo e depois, na cama, eu de barriga pra cima, ela por cima de mim se mexendo bem gostoso com meu pau dentro da buceta dela e ela rebolando gostoso até eu gozar dentro dela. E aquele dia começou. Tudo. Daí em diante, a gente era tipo um casal secreto, transando todo dia e de todo jeito... sexo oral, sexo vaginal, sexo anal, sexo com mijo e merda... Minha mente ficou ainda mais pervertida com a minha mãe, e todas essas taras de ver ela mijando e cagando, e brincar com essas coisas, levou nós dois a um nível alto de perversão. Mesmo assim, a gente não ligava, curtia tudo isso... E assim a gente seguiu por muitos meses e anos, até que um dia meu pai nos pegou... Continua... Meu Telegram @Teoleo_5 pra quem quiser falar comigo...
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