Na manhã seguinte, Bian voltou pra realidade. O namorado dela, Franco, era um baita de um babaca e, naquele mesmo dia, ela terminou o relacionamento.
Os dias seguintes passaram voando, eram os últimos na minha cidade natal e aproveitei pra ver todos meus amigos, conhecidos e familiares. Quem mais ia sentir minha falta, com certeza, era o pessoal da sorveteria, apesar dos meus 50 quilinhos, tenho certeza que salvei o mês deles mais de uma vez.
Uma das minhas grandes tarefas naquele último período foi apoiar mais do que nunca minha amiga, não mais como amantes, mas de verdade como amiga. Inclusive, acho que as duas, internamente, sentimos que aquele joguinho lésbico que a gente tinha já não era mais uma diversão de duas amigas bêbadas ou carentes, mas algo mais forte. A gente escolheu o caminho do medo e recusou aquilo pelo bem das duas.
Finalmente, o dia chegou, me despedi de todo mundo e peguei um ônibus que, depois de horas intermináveis de viagem, me deixaria em Retiro.
Foi muito difícil deixar minha família, sabia que pra eles me visitar era um luxo difícil de bancar e que minhas visitas iam ser raras, quando os tempos de estudo permitissem (se é que nesse meio tempo eu não arrumasse um trampo).
Entrei na residência e fui atendida pelo Patrício, um cara magrinho, com dreads, completamente adorável. Dava pra ver que ele vivia de verdade a vida rastafari. Nada o afetava. Ele me mostrou o lugar, não tinha nada além de uma cozinha compartilhada, dois andares de quartos e um pátio interno com uns vasinhos pra dar uma sensação "natural". Ele me levou até meu quarto e lá estava eu, sozinha num cômodo de uns 3x3, uma escrivaninha e uma cama bem decente. Tanto o banheiro quanto os chuveiros eram compartilhados, mas separados entre homens e mulheres.
Já tinha me inscrito online nas minhas aulas e a única coisa que restava era esperar a segunda-feira. Tinha dois dias pra conhecer um pouco a cidade. O calor e a umidade já me deram uma recepção que eu não esperava, procurei entre minhas coisas e achei um vestidinho azul claro bem diferente do que eu costumo usar, bem Solto, mas bem curto. Aí lembrei que a Bianca tinha me dado, sempre pensando em tudo.
Saí lá pras 17h, dei uma volta pelo centro, fui andando pela Avenida Libertador, surpresa com o movimento do caralho, até num fim de semana. Fiquei tão vidrada em tudo que, sem perceber, lá pras 22h, tava em Palermo — reconheci por causa das milhões de vezes que vi os famosos Bosques na TV. Resolvi voltar pra residência, mas aí lembrei que não tava mais na minha casa. Precisava comprar comida. Básico, Cecilia.
"E se..."
Sim, eu merecia, era minha primeira noite. Pensei em jantar fora e me virava nos outros dias. Aproveitei que tinha um vestidinho pronto e fui num lugar que tava na moda, recomendado por amigos da minha cidade que sempre iam pra Buenos Aires.
Tinha que esperar pra sentar... Nunca tinha ouvido falar disso na vida, mas entendi que não tava mais em casa.
Me ofereceram um lugar no balcão, já que tava sozinha, aceitei e fiquei maravilhada vendo os garçons fazendo os drinks, pareciam malabaristas.
Aí percebi meu primeiro erro de novata: o ar-condicionado no lugar tava forte pra caralho, sentia meus bicos duros, tentando chamar a atenção de todo mundo.
Não quis me privar de nada, pedi um daqueles coquetéis e o cara que me atendeu perguntou por que eu tava sozinha. Contei que era minha primeira noite e blá blá...
"Bem-vinda! Sendo tão gostosa, não podemos cobrar esse primeiro drink! A casa convida!"
"Comecei com o pé direito!" Pensei.
Agradeci o gesto e ele perguntou, em nome do gerente, se eu não me importava de tirar uma foto com o coquetel, pra postar no Instagram deles. Óbvio que aceitei! Depois daquele gesto, não ia bancar a diva, tava encantada com o tratamento.
Dei uma piscada enquanto tomava o coquetel, cruzei as pernas do jeito mais sexy que consegui e olhei pra câmera. Depois, quando vi a foto, descobri que esqueci de esconder os bicos. protagonistas involuntários daquela imagem.
Me marcaram e, devo dizer, comecei a receber várias solicitações de amizade. Tava em choque total com a sorte que eu tinha. Agradeci um pouco ao meu pai e à minha mãe pela genética, e outro tanto à Bianca e ao vestido tão gostoso dela.
Já tendo terminado meu drink grátis, me preparei pra comprar eu mesma o segundo e algo pra comer. Mas fui interrompida por uma mesa de vários amigos, homens e mulheres.
"Oi, sou Valéria, pode me chamar de Vale! Vimos que você tá sozinha e, se quiser, pode se juntar a gente! Te vimos no Instagram, já parece uma celebridade kkkk"
Valéria era super gata, cabelo preto igual o meu, uns lábios vermelhos enormes e um sorriso que cegava. De corpo não era tão chamativa, mas a cara dela distraía de tudo.
Claro que aceitei e fui apresentada ao novo grupo: eram 2 casais e 3 solteiros.
"Eles são Facu e Lau, meu namorado Ezequiel, Mauro, Fernando e Gabriela."
Eu: "Ah, prazer! Valeu por me incluir, é meu primeiro dia. Prometo tentar decorar os nomes de vocês!!"
A conversa foi super tranquila, foram me recomendando lugares pra visitar, peças de teatro, rolês, restaurantes... não dava pra memória guardar tudo.
Passaram-se 2 horas voando lá! Na verdade, dali iam pra uma balada e me perguntaram se queria ir junto. Agradeci, mas falei que não tinha sapato nem nada parecido, me dava vergonha ir de tênis.
"Não seja besta, gata! Passamos em casa que o Eze tem que deixar o carro se for beber e foda-se, pega um meu ou da minha irmã!"
Recusei, mas não consegui resistir à pressão popular. Acabei sendo convencida pelos meus novos amigos.
Fomos no carro com o Eze e a Vale, ela tava linda com um vestido azul bem justinho e de lantejoulas. O Eze com uma camisa rosa e uma calça preta. De físico, não parecia tão bonito quanto ela, era loiro e altíssimo, com pouca barba e meio magrinho, mas dava pra ver que era muito gente boa e tava super atento a ela.
Chegamos e eu Deram umas cervejas enquanto a gente procurava qual princesa calçava o sapato certo. Fui pro quarto com a Vale e o Eze ficou por ali dando voltas. A gente foi experimentando vários, até achar o tal.
"Daora Ceci, ficou perfeito em você! E olha, tenho um vestido que comprei, mas por falta de peito nunca consegui preencher kkkk, quer experimentar?"
"Não não, já tá me emprestando esses sapatos, se quebrar eu morro, pelo amor de Deus"
"Qual é, boba, se eu tenho que dar o vestido de presente, prefiro dar pra alguém como você que vai ficar divino!"
Ela me deu um vestido preto, era um pouco mais comprido que o que eu tava usando, cobria melhor a raba, mas na parte do decote tinha uma renda que deixava metade dos peitos de fora e mal cobria onde começavam os bicos.
"Ai, não se ofende, mas que inveja, juro que parece atriz pornô! O que eu daria por esses peitos, Ceci!!"
A gente riu junto e ela confessou que tinha comprado pra alguma noite com o namorado, mas por ter comprado pela internet, não gostou nela.
Tirei o vestido na confiança com a Vale, ficando só de sapatos, a calcinha fio dental branca e pelada da cintura pra cima. Maldito destino que nessa hora a porta se abre de uma vez.
"Ei, se vão demorar mais, vou trazer outra cerva..."
O queixo do Ezequiel caiu no chão, a gente se conhecia há menos de 3 horas e eu já tava de calcinha no quarto da namorada dele, com uns sapatos bem sexy e meus peitos perfeitos na vista dele.
O coitado não reagiu. A Vale tirou ele da hipnose com um grito e fez ele derrubar as latas de cerveja que tava segurando. Dei azar que elas estouraram e encheram meu vestido original de cerveja.
O pobre do Ezequiel, com uma ereção bem visível, tentou juntar tudo sem olhar, enquanto eu me cobria os peitos e ria da cena. A Vale mandou ele sair e fechou a porta.
"Ai, desculpa, vaca, vou matar esse punheteiro"
"Relaxa, Vale, ele achou que a gente tava trocando os sapatos..."
"Sim, mas ainda assim Molhou todo o vestido que você tinha"
Não dava tempo de lavar, não podia sair com cheiro de cerveja nem com um vestido encharcado. Não tive escolha a não ser vestir de novo o "vestido pornô".
Ezequiel me olhou de cima a baixo quando saí do quarto, dava pra ver que não conseguia parar de pensar no que tinha visto. Eu tava meio nervosa porque sabia que não seria o único naquela noite a se perder no decote que aquele vestido me fazia.
Chegamos na balada, ganhei aplausos e assobios irônicos (ou nem tanto) do meu novo grupo. Além dos que foram jantar, duas amigas da Gabi se juntaram, que foram as que nos fizeram entrar de graça.
Tava tão empolgada com como tudo tinha se encaixado que acabei percebendo que tinha exagerado nos drinks e shots que os caras me ofereciam. Fui no banheiro lavar o rosto pra tentar voltar a mim, quando, lá dentro, uma parede bem fina separava do banheiro masculino e eu pude ouvir o Ezequiel falando com o Mauro.
Eze: "cê não sabe, mano, a gatinha tem uns peitões do caralho, não queria ir embora, inventava qualquer desculpa pra olhar mais um segundo"
Mau: "acredito, impossível não olhar pro decote dela, tem uns peitos incríveis. Mas além disso, a carinha dela é muito gostosa"
Eze: "viu! Toda santinha, com essas sardas, mas deve te comer vivo, hein"
Mau: "ufa, por favor, sim. Agora vou atrás dela pra chegar junto"
Admito que no começo fiquei puta, mas por outro lado, comecei a sentir um certo gostinho com tudo que eles diziam. No fim, tavam me elogiando. Já sabia que o Mauro ia vir pra cima de mim assim que me visse, e pensei que eu também podia fazer alguma sacanagem por ele ter falado de mim.
Cruzei com ele saindo do banheiro, enquanto ele dançava com o resto. Como ele disse, se aproximou e, se fazendo de engraçadinho, me puxou pra dançar. Foi passando as mãos na minha cintura e me levando, devagarzinho, foi se aproximando. Já vi a intenção dele. Me adiantei e joguei a raba bem pra fora, deixando ele encostar. Aí mudei o ritmo e Comecei a dançar bem gostosa, fazendo um movimento constante de quadril e fazendo o pau dele crescer de uma vez.
Ele começou a sussurrar no meu ouvido que eu era linda, que me adorava e que tava morrendo de vontade de me beijar. Me segurou por trás do jeito que eu tava e virou minha cabeça, deixando minha boca e a dele a centímetros de distância. Dava pra sentir a respiração dele, o pau dele pressionando contra minha bunda pequena.
Naquele momento, meu lado mais vingativo apareceu. Me afastei e, pegando a Vale, que tava assistindo tudo, falei:
"Desculpa, Mauri, é que eu gosto da Vale." Acho que foi por causa do álcool, da minha visão naquela noite de balada ou de algum empurrão de alguém que passou. Calculei mal a brincadeira de chegar perto da boca dela e acabei roçando os lábios, o que fez ela fechar os olhos e se jogar em mim pra devolver o beijo.
Todo mundo gritou e comemorou o que tava vendo. A Vale tava me comendo a boca enquanto os caras ali, especialmente o Mauro, tinham um puta pau duro na calça.
Me soltei e comecei a morder aqueles lábios que eu tinha achado tão gostosos, me lembrou daqueles beijos apaixonados que troquei com a Bianca. Só que dessa vez, o namorado dela tava a centímetros da gente, vendo tudo com o grupo de amigos dele.
Ela se afastou de mim e, me segurando pela bunda, falou pro Eze: "E aí, love! Ela é gostosa, o que você queria que eu fizesse? Por algo você ficou olhando pra ela."
Ele não achou muita graça, pelo visto. Todos os amigos dele iam fantasiar com aquele beijo, e a namorada dele ia estar nas punhetas deles. Ele foi embora na hora sem responder, os amigos que tavam ali seguiram ele, outros nunca ficaram sabendo do que rolou, e a Vale ficou sozinha comigo, bêbada e muito ousada. Como se nada tivesse acontecido, ela me comeu a boca de novo e, entre risadas, disse que era a primeira vez que fazia aquilo.
Não demorou nada pra ela começar a falar do ciúme do namorado, que era uma brincadeira e que ele não tava tão bravo quando ficou de pau duro olhando pra minhas tetas. Essa última frase me fez rir pra caralho. era engraçado ouvir isso dela.
Depois disso, um cara se aproximou e cumprimentou a Vale. Era bem grandão, não muito alto, mas parecia forte pra caralho. Moreno, traços bonitos, mas nada de outro mundo. Tinha um visual bem "Miami".
Ela se pendurou nele pra cumprimentar (literalmente) e me apresentou:
"Esse é o Eze, do meu trampo, é um gostoso!" (Sim, igual ao namorado).
Eze 2: "Só vim te cumprimentar porque te vi bem acompanhada!" (Me olhando de cima a baixo)
Vale: "cala a boca, você, que adora me provocar, vive me enchendo o saco no trabalho"
Essa brincadeira durou mais algumas frases, enquanto trocavam indiretas. Questão que eu tava meio tonta de tanto álcool. Falei pra Vale que ia embora e nessa hora o novo Ezequiel se ofereceu pra levar a gente.
Saímos e fomos até o carro dele, um veículo bem novo com uns detalhes que deixavam ele bonitão.
Fui pro banco de trás e a Vale perguntou se ele não se importava dela vir comigo também, caso eu passasse mal. Claro que ele topou e a gente partiu.
O vento no rosto e a água que eu tinha bebido me fizeram melhor, começamos a rir e ela contou sobre a noite.
"Você beijou ela? Não acredito, Vale!"
"Sim, mano, não vou mentir, por isso meu namorado foi embora e nos deixou"
"Ele é louco!! Como que abandona duas gostosas assim? Mesmo assim, ainda não tô acreditando"
Esse comentário tão básico, junto com o álcool e a raiva do namorado dela, despertou na Vale uma resposta que ele esperava. Ela me beijou de novo no banco de trás do colega de trabalho. Dessa vez, já bem disposta a mostrar que era sério. Com uma mão segurava meu rosto (como se eu quisesse escapar daqueles lábios que ela tinha) e com a outra tava acariciando meus peitos. Sentimos o carro frear devagar e era que nosso motorista não conseguia acreditar na cena e tinha virado pra ver.
A Vale nunca ligou, ela continuou me enrolando com a língua, já deixando claro que tinha me beijado mesmo.
Ela seguiu brincando com meus peitos até que Ele puxou um lado do meu vestido pra baixo e soltou uma teta, na hora começou a massagear com força, quase amassando, deixei uns primeiros gemidos escaparem. Eu tava muito tesuda naquele ponto.
Ela soltou minha boca e foi atrás do meu peito, nessa hora sentou no meu colo enquanto continuava chupando meu mamilo e eu levantava o vestido dela com as mãos, deixando a bunda toda dela à vista do motorista.
Aí lembrei da presença dele e, enquanto a Vale chupava as duas tetas, olhei pra frente e vi que o novo Ezequiel tava batendo uma punheta enquanto assistia a cena lésbica que a gente tava dando de presente. Ele tinha uma rola bonita, bem depilada, e os braços bem marcados enquanto batia uma pra gente.
Ele olhou nos meus olhos e a gente trocou olhares naquele momento. Continuou se masturbando me encarando, como se tivesse dizendo que tava dedicando aquilo pra mim. A pessoa que tava se deixando levar pela colega de trabalho.
A Vale nessa hora se levantou um pouco e olhou sorrindo pro Ezequiel que não era o namorado dela. Mordeu o lábio e passou pro banco do carona.
"Eze, a gente vai pro hotel?" E quando terminou a frase, se jogou pra chupar a rola toda dele. Com a maior confiança de que ninguém recusaria aquela oferta. Nem tinha me consultado, mas eu tava com tanto tesão que não ia negar. Fiquei me tocando enquanto via a Vale engolindo a rola toda do colega de trabalho dela. Ela era muito boa mesmo, não só a boquinha prometia, mas ela tinha uma maestria de verdade.
A gente entrou no hotel e a Vale veio me pegar pela mão, me levou pra cama e a gente começou a se tocar juntas, eu brincava com o quanto a buceta dela tava molhada, enquanto ela percorria meu corpo todo com beijos e chupões.
Nosso ex-motorista, agora espectador VIP, chegou com a rola a centímetros da minha boca. Já tinha provado os lábios da Vale, agora queria fazer o mesmo comigo. Eu dei o gosto, engoli a rola dele de uma vez como se fosse uma declaração de guerra. Comecei a chupar com muita intensidade, não conseguia sem brincadeirinhas nem nada. Enquanto eu devorava aquela pica, a Vale tava se beijando com ele e com a mão dela tocando meus peitos.
Dei várias engasgadas nele, que me faziam deixar fios de baba cada vez que eu tirava a boca dele. Meus olhinhos lacrimejavam de tanto engasgo que eu tava tomando. Ele entendeu que podia pegar pesado comigo, começou a meter na minha boca sem dó. Mal dava pra respirar, mas não importava, eu queria fazer direito.
Ele tirou a pica pela última vez e, puxando meu cabelo, me deitou na cama.
Levou a Vale pro meu lado, e aí a gente começou a se beijar, dividindo o gosto de pica do colega de trabalho dele. Ele começou a chupar a buceta de uma e enfiar os dedos na outra, foi alternando, se deu ao luxo de ir e voltar, provando as duas. Isso serviu pra ele decidir por qual começaria. Ou talvez foi só por eu ser a novata, ele encostou a pica na minha buceta e foi empurrando. Tava toda molhada, não teve resistência nenhuma da minha parte.
Nessa hora, a Vale começou a se masturbar olhando a cena, eu gemia enquanto a pica do Ezequiel começava a me comer com mais força, e ele curtia ter duas putas só pra ele. Só por ser bonzinho e se oferecer pra nos levar.
No meio das estocadas que eu tava levando, decidi abafar meus gemidos do melhor jeito que sabia. Levei minha boca até a buceta da Vale, que aceitou a proposta sem pensar. Chupei a rachinha dela enquanto já tava sendo comida sem piedade. O coral de gemidos começou, a gente gritava e tentava falar algo além de "sim", "mais" ou "deus". A Vale gozou na minha língua toda. Na hora, ela se agarrou na minha cabeça, me fazendo ficar presa na porra toda dela. Foi nesse momento que o Ezequiel, que não era o namorado dela, escolheu tirar a pica de mim e procurar a Vale, que, exausta das minhas lambidas, esperou ansiosa pela pica dele de quatro.
Dava pra ver na cena que há muito tempo esses dois se queriam, e eu fui a desculpa perfeita. Ele tava Puxando ela pelos cabelos, jogando a cabeça dela pra trás enquanto comia ela sem piedade. A Vale, do lado dela, gemia e pedia por favor: "me arrebenta, filha da puta, me arrebenta".
Era foda como ele tava comendo ela. Fiquei olhando pra aqueles dois amantes enquanto, dessa vez, eu batia uma pra eles.
Ele nunca se cansou de furar aquela pobre garota, que eu conheci sendo uma verdadeira princesa. E ali estava ela, de quatro, enquanto um colega de trabalho deixava ela descabelada, com a maquiagem borrada e segurando os dois braços dela, perfurando a buceta dela.
Continuaram até que ele jogou o peso do corpo em cima dela e, com uma última metida bem funda, deixou claro que tava descarregando todo o leite dele lá dentro. Ela sorriu de prazer e ele soltou um gemido bruto, digno da foda que acabava de dar pra nós duas, mas principalmente pra ela.
Tirou o pau e eu vi um fio de leite saindo da buceta da Vale. A putinha tinha uma carinha de felicidade incrível. Afastou alguns fios de cabelo do rosto e olhou pra mim contente. Veio me abraçar e pediu pro Eze voltar.
"O Ezequiel deve estar preocupado", disse ela, dessa vez falando do namorado.
Os dias seguintes passaram voando, eram os últimos na minha cidade natal e aproveitei pra ver todos meus amigos, conhecidos e familiares. Quem mais ia sentir minha falta, com certeza, era o pessoal da sorveteria, apesar dos meus 50 quilinhos, tenho certeza que salvei o mês deles mais de uma vez.
Uma das minhas grandes tarefas naquele último período foi apoiar mais do que nunca minha amiga, não mais como amantes, mas de verdade como amiga. Inclusive, acho que as duas, internamente, sentimos que aquele joguinho lésbico que a gente tinha já não era mais uma diversão de duas amigas bêbadas ou carentes, mas algo mais forte. A gente escolheu o caminho do medo e recusou aquilo pelo bem das duas.
Finalmente, o dia chegou, me despedi de todo mundo e peguei um ônibus que, depois de horas intermináveis de viagem, me deixaria em Retiro.
Foi muito difícil deixar minha família, sabia que pra eles me visitar era um luxo difícil de bancar e que minhas visitas iam ser raras, quando os tempos de estudo permitissem (se é que nesse meio tempo eu não arrumasse um trampo).
Entrei na residência e fui atendida pelo Patrício, um cara magrinho, com dreads, completamente adorável. Dava pra ver que ele vivia de verdade a vida rastafari. Nada o afetava. Ele me mostrou o lugar, não tinha nada além de uma cozinha compartilhada, dois andares de quartos e um pátio interno com uns vasinhos pra dar uma sensação "natural". Ele me levou até meu quarto e lá estava eu, sozinha num cômodo de uns 3x3, uma escrivaninha e uma cama bem decente. Tanto o banheiro quanto os chuveiros eram compartilhados, mas separados entre homens e mulheres.
Já tinha me inscrito online nas minhas aulas e a única coisa que restava era esperar a segunda-feira. Tinha dois dias pra conhecer um pouco a cidade. O calor e a umidade já me deram uma recepção que eu não esperava, procurei entre minhas coisas e achei um vestidinho azul claro bem diferente do que eu costumo usar, bem Solto, mas bem curto. Aí lembrei que a Bianca tinha me dado, sempre pensando em tudo.
Saí lá pras 17h, dei uma volta pelo centro, fui andando pela Avenida Libertador, surpresa com o movimento do caralho, até num fim de semana. Fiquei tão vidrada em tudo que, sem perceber, lá pras 22h, tava em Palermo — reconheci por causa das milhões de vezes que vi os famosos Bosques na TV. Resolvi voltar pra residência, mas aí lembrei que não tava mais na minha casa. Precisava comprar comida. Básico, Cecilia.
"E se..."
Sim, eu merecia, era minha primeira noite. Pensei em jantar fora e me virava nos outros dias. Aproveitei que tinha um vestidinho pronto e fui num lugar que tava na moda, recomendado por amigos da minha cidade que sempre iam pra Buenos Aires.
Tinha que esperar pra sentar... Nunca tinha ouvido falar disso na vida, mas entendi que não tava mais em casa.
Me ofereceram um lugar no balcão, já que tava sozinha, aceitei e fiquei maravilhada vendo os garçons fazendo os drinks, pareciam malabaristas.
Aí percebi meu primeiro erro de novata: o ar-condicionado no lugar tava forte pra caralho, sentia meus bicos duros, tentando chamar a atenção de todo mundo.
Não quis me privar de nada, pedi um daqueles coquetéis e o cara que me atendeu perguntou por que eu tava sozinha. Contei que era minha primeira noite e blá blá...
"Bem-vinda! Sendo tão gostosa, não podemos cobrar esse primeiro drink! A casa convida!"
"Comecei com o pé direito!" Pensei.
Agradeci o gesto e ele perguntou, em nome do gerente, se eu não me importava de tirar uma foto com o coquetel, pra postar no Instagram deles. Óbvio que aceitei! Depois daquele gesto, não ia bancar a diva, tava encantada com o tratamento.
Dei uma piscada enquanto tomava o coquetel, cruzei as pernas do jeito mais sexy que consegui e olhei pra câmera. Depois, quando vi a foto, descobri que esqueci de esconder os bicos. protagonistas involuntários daquela imagem.
Me marcaram e, devo dizer, comecei a receber várias solicitações de amizade. Tava em choque total com a sorte que eu tinha. Agradeci um pouco ao meu pai e à minha mãe pela genética, e outro tanto à Bianca e ao vestido tão gostoso dela.
Já tendo terminado meu drink grátis, me preparei pra comprar eu mesma o segundo e algo pra comer. Mas fui interrompida por uma mesa de vários amigos, homens e mulheres.
"Oi, sou Valéria, pode me chamar de Vale! Vimos que você tá sozinha e, se quiser, pode se juntar a gente! Te vimos no Instagram, já parece uma celebridade kkkk"
Valéria era super gata, cabelo preto igual o meu, uns lábios vermelhos enormes e um sorriso que cegava. De corpo não era tão chamativa, mas a cara dela distraía de tudo.
Claro que aceitei e fui apresentada ao novo grupo: eram 2 casais e 3 solteiros.
"Eles são Facu e Lau, meu namorado Ezequiel, Mauro, Fernando e Gabriela."
Eu: "Ah, prazer! Valeu por me incluir, é meu primeiro dia. Prometo tentar decorar os nomes de vocês!!"
A conversa foi super tranquila, foram me recomendando lugares pra visitar, peças de teatro, rolês, restaurantes... não dava pra memória guardar tudo.
Passaram-se 2 horas voando lá! Na verdade, dali iam pra uma balada e me perguntaram se queria ir junto. Agradeci, mas falei que não tinha sapato nem nada parecido, me dava vergonha ir de tênis.
"Não seja besta, gata! Passamos em casa que o Eze tem que deixar o carro se for beber e foda-se, pega um meu ou da minha irmã!"
Recusei, mas não consegui resistir à pressão popular. Acabei sendo convencida pelos meus novos amigos.
Fomos no carro com o Eze e a Vale, ela tava linda com um vestido azul bem justinho e de lantejoulas. O Eze com uma camisa rosa e uma calça preta. De físico, não parecia tão bonito quanto ela, era loiro e altíssimo, com pouca barba e meio magrinho, mas dava pra ver que era muito gente boa e tava super atento a ela.
Chegamos e eu Deram umas cervejas enquanto a gente procurava qual princesa calçava o sapato certo. Fui pro quarto com a Vale e o Eze ficou por ali dando voltas. A gente foi experimentando vários, até achar o tal.
"Daora Ceci, ficou perfeito em você! E olha, tenho um vestido que comprei, mas por falta de peito nunca consegui preencher kkkk, quer experimentar?"
"Não não, já tá me emprestando esses sapatos, se quebrar eu morro, pelo amor de Deus"
"Qual é, boba, se eu tenho que dar o vestido de presente, prefiro dar pra alguém como você que vai ficar divino!"
Ela me deu um vestido preto, era um pouco mais comprido que o que eu tava usando, cobria melhor a raba, mas na parte do decote tinha uma renda que deixava metade dos peitos de fora e mal cobria onde começavam os bicos.
"Ai, não se ofende, mas que inveja, juro que parece atriz pornô! O que eu daria por esses peitos, Ceci!!"
A gente riu junto e ela confessou que tinha comprado pra alguma noite com o namorado, mas por ter comprado pela internet, não gostou nela.
Tirei o vestido na confiança com a Vale, ficando só de sapatos, a calcinha fio dental branca e pelada da cintura pra cima. Maldito destino que nessa hora a porta se abre de uma vez.
"Ei, se vão demorar mais, vou trazer outra cerva..."
O queixo do Ezequiel caiu no chão, a gente se conhecia há menos de 3 horas e eu já tava de calcinha no quarto da namorada dele, com uns sapatos bem sexy e meus peitos perfeitos na vista dele.
O coitado não reagiu. A Vale tirou ele da hipnose com um grito e fez ele derrubar as latas de cerveja que tava segurando. Dei azar que elas estouraram e encheram meu vestido original de cerveja.
O pobre do Ezequiel, com uma ereção bem visível, tentou juntar tudo sem olhar, enquanto eu me cobria os peitos e ria da cena. A Vale mandou ele sair e fechou a porta.
"Ai, desculpa, vaca, vou matar esse punheteiro"
"Relaxa, Vale, ele achou que a gente tava trocando os sapatos..."
"Sim, mas ainda assim Molhou todo o vestido que você tinha"
Não dava tempo de lavar, não podia sair com cheiro de cerveja nem com um vestido encharcado. Não tive escolha a não ser vestir de novo o "vestido pornô".
Ezequiel me olhou de cima a baixo quando saí do quarto, dava pra ver que não conseguia parar de pensar no que tinha visto. Eu tava meio nervosa porque sabia que não seria o único naquela noite a se perder no decote que aquele vestido me fazia.
Chegamos na balada, ganhei aplausos e assobios irônicos (ou nem tanto) do meu novo grupo. Além dos que foram jantar, duas amigas da Gabi se juntaram, que foram as que nos fizeram entrar de graça.
Tava tão empolgada com como tudo tinha se encaixado que acabei percebendo que tinha exagerado nos drinks e shots que os caras me ofereciam. Fui no banheiro lavar o rosto pra tentar voltar a mim, quando, lá dentro, uma parede bem fina separava do banheiro masculino e eu pude ouvir o Ezequiel falando com o Mauro.
Eze: "cê não sabe, mano, a gatinha tem uns peitões do caralho, não queria ir embora, inventava qualquer desculpa pra olhar mais um segundo"
Mau: "acredito, impossível não olhar pro decote dela, tem uns peitos incríveis. Mas além disso, a carinha dela é muito gostosa"
Eze: "viu! Toda santinha, com essas sardas, mas deve te comer vivo, hein"
Mau: "ufa, por favor, sim. Agora vou atrás dela pra chegar junto"
Admito que no começo fiquei puta, mas por outro lado, comecei a sentir um certo gostinho com tudo que eles diziam. No fim, tavam me elogiando. Já sabia que o Mauro ia vir pra cima de mim assim que me visse, e pensei que eu também podia fazer alguma sacanagem por ele ter falado de mim.
Cruzei com ele saindo do banheiro, enquanto ele dançava com o resto. Como ele disse, se aproximou e, se fazendo de engraçadinho, me puxou pra dançar. Foi passando as mãos na minha cintura e me levando, devagarzinho, foi se aproximando. Já vi a intenção dele. Me adiantei e joguei a raba bem pra fora, deixando ele encostar. Aí mudei o ritmo e Comecei a dançar bem gostosa, fazendo um movimento constante de quadril e fazendo o pau dele crescer de uma vez.
Ele começou a sussurrar no meu ouvido que eu era linda, que me adorava e que tava morrendo de vontade de me beijar. Me segurou por trás do jeito que eu tava e virou minha cabeça, deixando minha boca e a dele a centímetros de distância. Dava pra sentir a respiração dele, o pau dele pressionando contra minha bunda pequena.
Naquele momento, meu lado mais vingativo apareceu. Me afastei e, pegando a Vale, que tava assistindo tudo, falei:
"Desculpa, Mauri, é que eu gosto da Vale." Acho que foi por causa do álcool, da minha visão naquela noite de balada ou de algum empurrão de alguém que passou. Calculei mal a brincadeira de chegar perto da boca dela e acabei roçando os lábios, o que fez ela fechar os olhos e se jogar em mim pra devolver o beijo.
Todo mundo gritou e comemorou o que tava vendo. A Vale tava me comendo a boca enquanto os caras ali, especialmente o Mauro, tinham um puta pau duro na calça.
Me soltei e comecei a morder aqueles lábios que eu tinha achado tão gostosos, me lembrou daqueles beijos apaixonados que troquei com a Bianca. Só que dessa vez, o namorado dela tava a centímetros da gente, vendo tudo com o grupo de amigos dele.
Ela se afastou de mim e, me segurando pela bunda, falou pro Eze: "E aí, love! Ela é gostosa, o que você queria que eu fizesse? Por algo você ficou olhando pra ela."
Ele não achou muita graça, pelo visto. Todos os amigos dele iam fantasiar com aquele beijo, e a namorada dele ia estar nas punhetas deles. Ele foi embora na hora sem responder, os amigos que tavam ali seguiram ele, outros nunca ficaram sabendo do que rolou, e a Vale ficou sozinha comigo, bêbada e muito ousada. Como se nada tivesse acontecido, ela me comeu a boca de novo e, entre risadas, disse que era a primeira vez que fazia aquilo.
Não demorou nada pra ela começar a falar do ciúme do namorado, que era uma brincadeira e que ele não tava tão bravo quando ficou de pau duro olhando pra minhas tetas. Essa última frase me fez rir pra caralho. era engraçado ouvir isso dela.
Depois disso, um cara se aproximou e cumprimentou a Vale. Era bem grandão, não muito alto, mas parecia forte pra caralho. Moreno, traços bonitos, mas nada de outro mundo. Tinha um visual bem "Miami".
Ela se pendurou nele pra cumprimentar (literalmente) e me apresentou:
"Esse é o Eze, do meu trampo, é um gostoso!" (Sim, igual ao namorado).
Eze 2: "Só vim te cumprimentar porque te vi bem acompanhada!" (Me olhando de cima a baixo)
Vale: "cala a boca, você, que adora me provocar, vive me enchendo o saco no trabalho"
Essa brincadeira durou mais algumas frases, enquanto trocavam indiretas. Questão que eu tava meio tonta de tanto álcool. Falei pra Vale que ia embora e nessa hora o novo Ezequiel se ofereceu pra levar a gente.
Saímos e fomos até o carro dele, um veículo bem novo com uns detalhes que deixavam ele bonitão.
Fui pro banco de trás e a Vale perguntou se ele não se importava dela vir comigo também, caso eu passasse mal. Claro que ele topou e a gente partiu.
O vento no rosto e a água que eu tinha bebido me fizeram melhor, começamos a rir e ela contou sobre a noite.
"Você beijou ela? Não acredito, Vale!"
"Sim, mano, não vou mentir, por isso meu namorado foi embora e nos deixou"
"Ele é louco!! Como que abandona duas gostosas assim? Mesmo assim, ainda não tô acreditando"
Esse comentário tão básico, junto com o álcool e a raiva do namorado dela, despertou na Vale uma resposta que ele esperava. Ela me beijou de novo no banco de trás do colega de trabalho. Dessa vez, já bem disposta a mostrar que era sério. Com uma mão segurava meu rosto (como se eu quisesse escapar daqueles lábios que ela tinha) e com a outra tava acariciando meus peitos. Sentimos o carro frear devagar e era que nosso motorista não conseguia acreditar na cena e tinha virado pra ver.
A Vale nunca ligou, ela continuou me enrolando com a língua, já deixando claro que tinha me beijado mesmo.
Ela seguiu brincando com meus peitos até que Ele puxou um lado do meu vestido pra baixo e soltou uma teta, na hora começou a massagear com força, quase amassando, deixei uns primeiros gemidos escaparem. Eu tava muito tesuda naquele ponto.
Ela soltou minha boca e foi atrás do meu peito, nessa hora sentou no meu colo enquanto continuava chupando meu mamilo e eu levantava o vestido dela com as mãos, deixando a bunda toda dela à vista do motorista.
Aí lembrei da presença dele e, enquanto a Vale chupava as duas tetas, olhei pra frente e vi que o novo Ezequiel tava batendo uma punheta enquanto assistia a cena lésbica que a gente tava dando de presente. Ele tinha uma rola bonita, bem depilada, e os braços bem marcados enquanto batia uma pra gente.
Ele olhou nos meus olhos e a gente trocou olhares naquele momento. Continuou se masturbando me encarando, como se tivesse dizendo que tava dedicando aquilo pra mim. A pessoa que tava se deixando levar pela colega de trabalho.
A Vale nessa hora se levantou um pouco e olhou sorrindo pro Ezequiel que não era o namorado dela. Mordeu o lábio e passou pro banco do carona.
"Eze, a gente vai pro hotel?" E quando terminou a frase, se jogou pra chupar a rola toda dele. Com a maior confiança de que ninguém recusaria aquela oferta. Nem tinha me consultado, mas eu tava com tanto tesão que não ia negar. Fiquei me tocando enquanto via a Vale engolindo a rola toda do colega de trabalho dela. Ela era muito boa mesmo, não só a boquinha prometia, mas ela tinha uma maestria de verdade.
A gente entrou no hotel e a Vale veio me pegar pela mão, me levou pra cama e a gente começou a se tocar juntas, eu brincava com o quanto a buceta dela tava molhada, enquanto ela percorria meu corpo todo com beijos e chupões.
Nosso ex-motorista, agora espectador VIP, chegou com a rola a centímetros da minha boca. Já tinha provado os lábios da Vale, agora queria fazer o mesmo comigo. Eu dei o gosto, engoli a rola dele de uma vez como se fosse uma declaração de guerra. Comecei a chupar com muita intensidade, não conseguia sem brincadeirinhas nem nada. Enquanto eu devorava aquela pica, a Vale tava se beijando com ele e com a mão dela tocando meus peitos.
Dei várias engasgadas nele, que me faziam deixar fios de baba cada vez que eu tirava a boca dele. Meus olhinhos lacrimejavam de tanto engasgo que eu tava tomando. Ele entendeu que podia pegar pesado comigo, começou a meter na minha boca sem dó. Mal dava pra respirar, mas não importava, eu queria fazer direito.
Ele tirou a pica pela última vez e, puxando meu cabelo, me deitou na cama.
Levou a Vale pro meu lado, e aí a gente começou a se beijar, dividindo o gosto de pica do colega de trabalho dele. Ele começou a chupar a buceta de uma e enfiar os dedos na outra, foi alternando, se deu ao luxo de ir e voltar, provando as duas. Isso serviu pra ele decidir por qual começaria. Ou talvez foi só por eu ser a novata, ele encostou a pica na minha buceta e foi empurrando. Tava toda molhada, não teve resistência nenhuma da minha parte.
Nessa hora, a Vale começou a se masturbar olhando a cena, eu gemia enquanto a pica do Ezequiel começava a me comer com mais força, e ele curtia ter duas putas só pra ele. Só por ser bonzinho e se oferecer pra nos levar.
No meio das estocadas que eu tava levando, decidi abafar meus gemidos do melhor jeito que sabia. Levei minha boca até a buceta da Vale, que aceitou a proposta sem pensar. Chupei a rachinha dela enquanto já tava sendo comida sem piedade. O coral de gemidos começou, a gente gritava e tentava falar algo além de "sim", "mais" ou "deus". A Vale gozou na minha língua toda. Na hora, ela se agarrou na minha cabeça, me fazendo ficar presa na porra toda dela. Foi nesse momento que o Ezequiel, que não era o namorado dela, escolheu tirar a pica de mim e procurar a Vale, que, exausta das minhas lambidas, esperou ansiosa pela pica dele de quatro.
Dava pra ver na cena que há muito tempo esses dois se queriam, e eu fui a desculpa perfeita. Ele tava Puxando ela pelos cabelos, jogando a cabeça dela pra trás enquanto comia ela sem piedade. A Vale, do lado dela, gemia e pedia por favor: "me arrebenta, filha da puta, me arrebenta".
Era foda como ele tava comendo ela. Fiquei olhando pra aqueles dois amantes enquanto, dessa vez, eu batia uma pra eles.
Ele nunca se cansou de furar aquela pobre garota, que eu conheci sendo uma verdadeira princesa. E ali estava ela, de quatro, enquanto um colega de trabalho deixava ela descabelada, com a maquiagem borrada e segurando os dois braços dela, perfurando a buceta dela.
Continuaram até que ele jogou o peso do corpo em cima dela e, com uma última metida bem funda, deixou claro que tava descarregando todo o leite dele lá dentro. Ela sorriu de prazer e ele soltou um gemido bruto, digno da foda que acabava de dar pra nós duas, mas principalmente pra ela.
Tirou o pau e eu vi um fio de leite saindo da buceta da Vale. A putinha tinha uma carinha de felicidade incrível. Afastou alguns fios de cabelo do rosto e olhou pra mim contente. Veio me abraçar e pediu pro Eze voltar.
"O Ezequiel deve estar preocupado", disse ela, dessa vez falando do namorado.
4 comentários - Garota Simples (6)
faltan el 3,4 y 5, te los bajaron?