Olá, escrevi esta história um pouco longa e com um estilo diferente de escrita, embora ache que ainda preciso acentuar melhor, colocar vírgulas e pontos. Espero que gostem, e qualquer comentário ou observação, estou pronto para ler. O começo de como a vida de uma mãe solteira, com abstinência sexual por muitos anos, muda quando ela arruma um homem mais novo que come ela todos os dias, sem se importar com a hora, o lugar ou quem está por perto. Mudando assim a convivência em casa e levando o filho dela para o mundo voyeur. Versão para imprimir: Minha mãe fode todo dia com o namorado dela. Início A história que venho contar é sobre o processo de como uma vida familiar e privada mudou tão abruptamente com a chegada de um novo integrante. Me apresento, sou Pedro, tenho 23 anos e estudo engenharia civil para depois administrar a construtora do meu pai. Meus pais estão separados desde que eu tinha "Si3t7" anos, por causa de uma traição do meu pai. Na hora da separação, ele deixou para minha mãe a casa onde morávamos e uma casa de aluguel de 3 andares, para que ela não precisasse trabalhar, só esperar o fim do mês para receber o aluguel. Minha mãe era dona de casa, mas antes de se separar do meu pai, trabalhava com ele na construtora como secretária. Minha mãe era daquelas donas de casa que se mantinham em boa forma, porque fazia exercícios em casa. Naquela época, minha mãe era uma mulata, cabelo ondulado e preto, com 1,60 de altura e um corpo médio, com uma bunda boa e peitos pequenos, formando um corpo harmonioso que chamava muita atenção quando saíamos para qualquer lugar. Ela se casou muito jovem, aos 20 anos, quando meu pai já tinha 30, então quando isso aconteceu, ela estava com uns 33 anos.
Eu tava terminando o ensino fundamental, devia ter uns "0nc3" anos no máximo, quando minha vida começou a mudar. Como eu disse, minha mãe treinava em casa, mas com a insistência de uma amiga de que ela era jovem, que devia sair mais e se divertir, ela começou a frequentar uma academia perto de casa. Era uma academia de bairro normal, sem equipamentos novos nem nada do tipo, mas os jovens e alguns velhos do bairro iam lá. O objetivo da amiga da minha mãe era que ela encontrasse alguém pra sair. Como eu falei, minha mãe já tava há 4 anos sem sair com ninguém, só ficava em casa e raramente saía com as amigas. Então, posso imaginar que ela tava numa abstinência sexual, porque quando as amigas vinham visitar, perguntavam se ela tava saindo com alguém, e ela sempre respondia que não. Nunca ouvi um gemido ou algum barulho estranho que a gente faz quando se masturba. Então, eu via minha mãe como uma adulta chata de casa, que nunca curtia prazer sexual ou sair por aí, mas isso mudou de repente. Como eu disse antes, minha mãe agora saía de segunda a sexta pra academia, sem falta, e essa mudança trouxe um novo semblante pra ela: em casa, ela tava mais viva, animada, carismática e cheia de energia. Quando as amigas vinham visitar, conversavam sobre como tava indo na academia, e minha mãe respondia que ir pra academia tinha sido um alívio, porque ela só ficava trancada em casa. Assim, foram conversa atrás de conversa, risada atrás de risada, enquanto eu tava no meu quarto, até que ouvi uma amiga perguntar se tinha alguém dando em cima dela ou algum gato. Amiga: "E aí, tem alguém na academia te cantando?" Amiga 2: "Tem algum gato?" MÃE: "Tem uns velhos babões que tentam puxar assunto, mas eu nem ligo." Amiga: "E algum gato?" MÃE: "Tem um cara de 28 anos, gato, com um corpo de deus grego, hahaha." Amiga 2: "E você sabe o nome dele?" Amiga: "Claro que Sabe, aí que você descobre que ele tem até idade, kkkkkkk. MÃE: Ele se chama Rodrigo, a gente já conversou umas vezes, ele trabalha como caixa numa loja de departamento. As amigas, gritando, perguntam se ele é solteiro e se já chamou ela pra sair. Minha mãe responde que sim, é solteiro, e que não, não chamou, mas rindo, as amigas falam: "Ainda". Depois dessa reunião, a vida seguiu normal, minha mãe continuava indo na academia até que um dia, quando ela não tinha aula, ela me pediu pra acompanhar ela. Eu não recusei e fomos juntos andando; a academia ficava uns 15 minutos de casa. Quando chegamos, tinha pouca gente, eu achei que era porque era cedo, já que não passava das 9 da manhã, mas percebi que minha mãe tava varrendo a academia com o olhar, procurando alguém. Como não achou, fomos pras bicicletas ergométricas. Já tava lá um tempinho quando chega um cara que assusta ela por trás. Minha mãe vira assustada e, quando se olham nos olhos, começam a rir. Ela fala: "Te apresento meu filho", e ele me cumprimenta tão rápido que nem apertou minha mão direito. Minha mãe agora só ficava olhando pra ele enquanto ele se alongava, levantando os braços, até que diz: MÃE: Rodrigo, hoje o que eu vou treinar? Rodrigo: Hoje é dia de perna e glúteo. MÃE: Mas não tão pesado, que da outra vez eu nem conseguia andar. Os dois riram, e eu só aí percebi que tava na frente do tal Rodrigo que minha mãe tinha comentado com as amigas: "o gato com corpo de deus grego". E tenho que admitir, minha mãe não mentia: ele era branco, alto, uns 1,80, com o short apertado e a camiseta larga na barriga, mas apertada nos braços, mostrando braços e pernas bem definidos. Tinha uma cara de safado, com barba, e pelo jeito que falava, vi que era cria de quebrada. A hora e meia que passamos na academia foi entre risadas deles, exercícios e umas roçadas que o Rodrigo dava nela quando, segundo ele, tava explicando como usar os aparelhos, enquanto eu só ficava de bobeira. Por toda a academia e eu via eles de longe, depois de um tempo minha mãe me chamou dizendo que já tinha terminado o treino. Vi que o Rodrigo agora estava sem camiseta, mostrando uns peitorais grandes e duros, com um abdômen trincado e uma linha em V que saía do quadril até a altura do short. Minha mãe se despediu dando um beijo na bochecha do Rodrigo, e eles se falaram "até amanhã" um pro outro, e aí saímos da academia até em casa. Em casa, minha mãe entrou no banho enquanto eu fiquei vendo TV, e não lembro de ter acontecido mais nada. Naquela época, eu não sabia se minha mãe trocava mensagens ou falava no telefone com o Rodrigo, e pra ser sincero, também não tava nem aí.
Depois de uns meses nessa rotina, minha mãe, numa sexta-feira, assim que cheguei do estudo, me disse que à noite ia sair com as amigas pra um jantar. Não achei estranho, porque ela sempre saía com as amigas pra jantar todo mês, mas na hora de sair de casa ela tava mais gostosa que o normal. Tinha se arrumado toda, saiu com um vestido que marcava a cintura, salto alto, maquiada e penteada. Um carro chegou na frente de casa e minha mãe, rapidinho, me deu um beijo na testa e saiu, falando pra eu dormir cedo porque não sabia que horas ia voltar.
Eu fiquei de boa em casa, vi uns filmes, comi cereal e fui dormir lá pela meia-noite. Enquanto tava dormindo, ouvi alguém tentando abrir a porta, mas não conseguia. Dava pra ouvir a chave entrando, caindo da mão, e minha mãe começou a me chamar pra abrir a porta. Atendi, e lá estava ela, completamente bêbada, com o batom todo borrado na boca. Ela se virou pra dar tchau pra um carro que não era de nenhuma amiga, mas não consegui ver quem era. Entramos, e ela disse: "Me ajuda, filho, me leva pra cama". Levei ela, e ela deitou sem nem trocar de roupa. Eu fui pro meu quarto.
No dia seguinte, à noite, as amigas da minha mãe chegaram, o que me deixou desconfiado, porque elas tinham saído no dia anterior. Minha mãe passou a tarde toda de ressaca, mas assim que as amigas chegaram, começaram a conversar e rir, enquanto eu fui pro meu quarto e fiquei lá. O interrogatório das amigas começou.
Amiga: "E aí, curtiram?"
Amiga 2: "Foi cavalheiro?"
Amiga: "Beijou?"
Amiga 2: "Conversaram sobre o quê?"
MÃE: "Aiii, calma aí. Ele veio me buscar, me levou no carro dele pra um restaurante na avenida... Comemos uma delícia, ele foi um cavalheiro, conversamos sobre tudo um pouco, foi incrível. Depois de comer, fomos pra um bar tomar uns drinks. Ele até abriu a porta do carro pra mim, tava encantada. No bar, a gente continuou conversando mais... Mais de nós que gostávamos, que queríamos fazer no futuro, de relacionamentos antigos. Nesse momento, a amiga interrompe e pergunta: "O que ela disse sobre o ex? Faz quanto tempo que terminaram?" Minha mãe continua: "Faz um ano que ele está solteiro. A ex-namorada foi para os Estados Unidos e desde então ele não saiu com ninguém, embora eu não ache ele tão gostoso assim, só HAHAHA." Amiga 2: "Bom, continua contando o que aconteceu depois do bar." MÃE: "Ficamos lá, bebidas iam e vinham. Eu já estava tonta e me joguei pra beijar ele." As amigas da minha mãe gritaram. MÃE: "Peguei ele pelo pescoço pra beijar e senti ele me segurar pela cintura. Ficamos nos beijando por um tempo e depois ele disse que era tarde, que a gente desse uma volta pela cidade antes de me deixar em casa." As amigas da minha mãe gritaram de novo feito umas colegiais e as três caíram na risada. MÃE: "A gente deu uma volta de carro por ——— e por ——— até que num sinal vermelho ficamos nos olhando e nos jogamos pra nos beijar. A gente se beijou de um jeito que vocês não têm ideia. Já era de madrugada, quase não tinha carro, então ficamos um tempão nos beijando no meio da rua. Depois do beijo, com o álcool que ele exalava, eu fiquei bêbada de vez HAHAHAHAHA." Amiga: "E como você chegou até aqui?" Amiga 2: "Ele esperou até você entrar em casa?" MÃE: "Ele me trouxe e de vez em quando colocava a mão no meu colo, dizendo que eu tava linda. Até que cheguei aqui e tentei abrir a porta, e ele falou: 'Espera, eu abro pra você.' Eu reagi na hora e disse: 'Não, não, eu consigo sozinha.' Imagina se ele abrisse a porta pra mim tão tarde, o que os vizinhos iam pensar? Que eu vim transando, não, não, não." Amiga 2: "Você queria ter vindo transando, hahaha." MÃE: "Ainda não, é muito cedo, doida. Desci do carro e, cambaleando, cheguei na porta. Mas cê acha que consegui abrir a porra da porta? Não conseguia. As putas das chaves caíam, não entravam, não sabia se tava tão bêbada ou nervosa porque ele tava no carro esperando eu entrar. Não deu outra, tive que chamar o Pedrinho e ele abriu pra mim." Amiga: "E o que ele te disse depois? Elas conversaram? Amiga 2: o que você vai fazer agora? MÃE: Acordei com uma mensagem dele, perguntando como eu estava e a gente conversou um pouco. E o que vou fazer? Se ele me chamar pra sair, obviamente vou sair com ele, kkkkkkkkkkkk. As amigas soltaram um gritão. Depois disso, não liguei pro resto da conversa, só me senti meio estranho, com ciúmes, diria eu, da minha mãe saindo com um homem, já que nunca tinha visto ela com outro que não fosse meu pai. Chegou segunda-feira, eu saí pra estudar e minha mãe já estava se trocando pra ir pra academia. A rotina diária continuava a mesma: quando eu chegava, minha mãe estava em casa com a comida pronta. Mas a rotina dos fins de semana mudou. Agora, toda sexta-feira, minha mãe saía à noite com a desculpa de que ia encontrar as amigas e voltava tarde. Assim se passaram uns 2 meses, minha mãe saindo toda sexta sem exceção, até que numa sexta, quando cheguei do estudo, igualzinho na primeira vez que ela saiu, Rodrigo me disse que queria conversar comigo. MÃE: Pedrito, quero conversar uma coisa importante com você. Eu só fiquei olhando pra ela, e minha mãe continuou: MÃE: Estive conversando com suas tias (eu chamava as amigas dela de tia porque são amigas da minha mãe desde o colégio) e elas me aconselharam a explicar tudo pra você. Olha, filho, você sabe que desde que me separei do seu pai, sempre cuidei de você, me deixando de lado. Eu concordei com a cabeça. MÃE: Mas agora que você já está grande, posso ter um pouco de liberdade, porque te ensinei tudo que sei. Bom, sua mãe está conhecendo um homem, não faz muito tempo, mas por quem já criei um grande carinho. Naquele momento, fiquei gelado ao ouvir minha mãe dizendo que estava conhecendo um homem. MÃE: E como você é meu filho e o pilar da minha vida, quero que o conheça antes de qualquer coisa. Então, que tal se eu o convidar pra jantar amanhã pra você conhecê-lo? Eu não sabia o que dizer. Uma onda de emoções estava me corroendo por dentro, e vendo minha mãe como me... fiquei olhando com cara de esperança, falei que sim, que estava tudo bem. Mesmo tendo ficado com a dúvida, porque a explicação do novo relacionamento dela foi tão breve e sem empolgação. E foi assim, chegou o sábado, minha mãe tinha limpado a casa de cima a baixo e preparado um jantar especial. Lá pelas 10 da noite bateram na porta, minha mãe mandou eu ir abrir, e lá estava o Rodrigo na porta, com uma camisa branca que marcava o corpo dele, uma calça preta, a barba toda feita, o cabelo arrumado e todo perfumado. Ele estende a mão pra mim e fala: Rodrigo: "E aí, como cê tá? Qual era seu nome mesmo?" Eu só respondi: "Tô bem, me chamo Pedro." Rodrigo: "Beleza, e cadê sua mãe? Posso entrar?" A atitude do Rodrigo me irritou na hora, porque ele não tava nem aí pra conversar com o filho da mulher com quem ele tava saindo. Eu só falei: "Pode entrar, ela tá na cozinha." O Rodrigo entrou e eu fechei a porta, fui na frente guiando ele até a cozinha, passando pela sala de jantar. Nessa hora, quando a gente tava perto da mesa, ele me segurou pelo ombro e ficou me olhando com uma cara que naquele momento me deu medo, e falou: Rodrigo: "Pode ficar sentado aqui, só me mostra onde é a cozinha, que eu ajudo sua mãe." Eu apontei e fiquei na sala de jantar, de onde não dava pra ver a cozinha, mas vi o Rodrigo indo pra lá e escutei a conversa. MÃE: "Oi, amor, tava te esperando mais tarde." Rodrigo: "Não aguentei de vontade de te ver, gostosa. Que cheiro gostoso, e você também cheira." E eu ouvi risadas dos dois. MÃE: "Cumprimentou meu filho?" Rodrigo: "Cumprimentei, sim, mas queria te ver primeiro. Ele ficou na sala de jantar." MÃE: "Então vou servir a janta." Rodrigo: "E de sobremesa? Você vai ser minha sobremesa?" MÃE: "Ushhh, meu filho tá perto, não fala essas coisas." Rodrigo: "Ele não escuta nada, vem cá." Eu ouvi uns barulhos vindo da cozinha que, mais tarde, descobri graças a eles mesmos que eram sons de beijos. Depois saíram da cozinha juntos, com as tigelas de comida, colocaram na mesa onde eu já tava sentado e serviram. Durante a Durante a janta, não rolou nada de mais. O Rodrigo tava mais focado na minha mãe, e pouco se lixava se eu tava na mesa ou não. Ele comentou que o trampo dele é mais de tarde, e às vezes pega de noite — nada de outro mundo, mas acho que eles iam se divertir mais sem mim ali. Depois da janta, minha mãe mandou eu lavar as mãos pra me despedir do Rodrigo, que já tava indo embora. Fui lá, lavei as mãos e, quando saí do banheiro, vi minha mãe sentada de lado no colo do Rodrigo, se beijando e fazendo aqueles barulhos que eu já tinha ouvido antes. Ela tava com os braços enroscados no pescoço dele, e ele passava a mão nas costas dela. Falei: "Já terminei, mãe". Ela levantou na hora do colo dele. MÃE: "Já vou, Pedrito" — e virou pro Rodrigo: "Bom, vou te acompanhar até a porta". Ele levantou e foi até a porta. Quando saiu, disse: "A comida tava uma delícia, muito obrigado". Me apertou a mão — dessa vez de verdade — e deu um beijo na bochecha da minha mãe. O Rodrigo foi embora, e eu entrei com a minha mãe. Mas, sem nem esperar um minuto, ela soltou: MÃE: "O que você achou do Rodrigo?" EU: "Hmm, normal" (mas por dentro eu odiava ele). MÃE: "Espero que vocês se deem bem, porque ele me pediu em namoro". EU: "Sério? E o que você disse?" (Na hora, não sabia como reagir, e a atitude da minha mãe deixou claro que, mesmo que eu falasse algo, a decisão já tava tomada). MÃE: "Disse que sim. Espero que vocês se deem bem, Pedrito..." Ela foi pra cozinha e me deixou parado na entrada de casa, bestificado. Naquela noite, não consegui dormir, pensando na minha mãe com o Rodrigo e me deixando de lado na vida dela. Uns dias depois, já era normal ela sair toda sexta e sábado à noite, e nos dias comuns guardar comida do almoço pro Rodrigo, que passava pra pegar quando saía do trampo, já que trabalhava de tarde. Aos poucos, minha mãe também começou a convidar ele pra jantar em casa. aqui onde não rolava nada de mais entre eles, mas na primeira vez que minha mãe convidou o rodrigo pra ver um filme em casa à noite, aconteceu algo que marcaria o início dessa história quente de sexo. Era um sábado, minha mãe acordou cedo pra limpar e arrumar a casa toda, deixando tudo impecável pro namorado dela, e foi assim mesmo. O rodrigo chegou na hora marcada, que era às 9, e veio super bem vestido como sempre quando buscava ou deixava minha mãe, mas agora num estilo mais esportivo: tava de jogger e um suéter. Minha mãe também tinha trocado de roupa e tava de pijama de dormir, que valorizava o corpaço dela, como qualquer peça que ela vestia. Eu já tava sentado na sala quando ele bateu na porta, e minha mãe foi abrir correndo pra ele não esperar. Eles se cumprimentaram com um beijo apaixonado, que dava pra ouvir o barulho das bocas se chocando até da sala, e entraram de mãos dadas. Rodrigo: "E aí, Pedrito? Trouxe pipoca pra gente comer enquanto vê o filme." Eu virei e agradeci, e depois voltei a olhar pra TV. MÃE: "Pedrito, podia sentar no outro sofá, por favor? Nesse aqui não cabe eu e o rodrigo." Eu levantei puto, porque naquele sofá eu teria que sentar no assento, mas me espremer no braço dele, já que tava do lado oposto da TV, e assim eles podiam ficar juntos sem ninguém ver. Praticamente me joguei no sofá, e minha mãe, levantando a voz, disse: "Se você não quer fazer um favor pra sua mãe e ficar de pirraça, pode ir dormir." Eu só pedi desculpa. Rodrigo: "Vamos, deixa ele. Bota o filme e vamos assistir." Minha mãe se aproximou da TV e se inclinou, mostrando a bunda enorme pra mim e pro rodrigo, colocou o filme, foi pegar uma cerveja que tinha comprado à tarde e trouxe, apagando as luzes completamente até ficarmos no escuro total. Eu ouvi ela dar a cerveza pro rodrigo e deitar no sofá, e rodrigo disse: Senta mais perto, amor. O filme já tinha começado, nem lembro qual era, e comecei a ouvir eles se beijando e se beijando com uns sussurrinhos… MÃE: espera, querido, meu filho está aqui RODRIGO: ele tá vidrado no filme, nem liga pra gente MÃE: e se ele virar e nos ver? Rodrigo: não estamos fazendo nada de errado, além disso, ele sabe que somos namorados MÃE: mas não sei como ele vai lidar com isso Rodrigo: relaxa, desde a escola ele já vê gente se beijando, se é que ele já não deu o primeiro beijo MÃE: tá bom, mas não seja tão bruto, os beijos estão estalando Continuaram se beijando até que apareceu uma cena de sexo no filme e minha mãe disse pra eu fechar os olhos que ela me avisava quando acabasse. Não fechei e vi a cena de um casal transando na posição missionário cobertos com o lençol. Rodrigo: é assim que quero te comer hoje à noite kkkk MÃE: cala a boca, meu filho está aqui Minha mãe me diz que já posso abrir os olhos e eu falo "já". Minha mãe vira pro Rodrigo: MÃE: espera aqui, vou colocar a pipoca no micro-ondas. Quer mais uma cerveja? Rodrigo: espera, vou com você e te ajudo MÃE: vai mesmo ajudar? Os dois se levantam rindo e vão pra cozinha de mãos dadas. Eu pergunto pra minha mãe onde ela vai e ela responde que vai pegar a pipoca. Um clarão iluminou a casa quando acenderam as luzes da cozinha e eu esperei sentado. Vendo que não se apressavam, me aproximei silenciosamente da cozinha e lá estavam os dois abraçados se beijando apaixonadamente. Minha mãe estava na ponta dos pés e segurava o pescoço dele com os dois braços enquanto as mãos do Rodrigo acariciavam as costas dela por baixo da blusa. Rodrigo: aquela cena me deixou louco, deixa eu te comer MÃE: que isso, meu filho pode nos ouvir Rodrigo: deixa eu te comer, quanto tempo você não transa? MÃE: já faz anos que não fico com um homem Ao ouvir isso, Rodrigo levanta minha mãe completamente e a senta no balcão da cozinha, começando a beijar o pescoço e sussurrar coisas que minha mãe só respondia não, não, não. Eu, com ciúmes, gritei: "Mãe, já estou com a pipoca pronta!" Ela respondeu: "Sim, filho, já estou levando." Vi que ela se assustou e desceu do balcão. Corri para o sofá e me sentei como se não tivesse visto nada. Mas quando minha mãe chegou com Rodrigo, com as tigelas e as bebidas, vi que Rodrigo estava me encarando furioso, e eu só me virei pra ver o filme com a tigela no colo. Sabia que tinha estragado a festa dele, e isso me deixava feliz. Continuamos vendo o filme até que bateu vontade de mijar. Levantei, falei pra minha mãe que ia no banheiro e saí da sala. Quando terminei de mijar, saí do banheiro e entrei na cozinha — porque pra chegar no banheiro de visita tinha que atravessar a cozinha. Lá estava Rodrigo com a tigela de pipoca vazia e uma cerveja na mão. Ele veio na minha direção, colocou a mão no meu ombro e me encarou com os olhos cheios de raiva, que me fizeram tremer. Assim que levantei o olhar, ele disse: "Moleque, para de espionar eu e sua mãe. Eu sou o namorado, posso beijar ela quando eu quiser. Acha que não ouvi seus passos correndo pro sofá enquanto ela tava no balcão? Não quero que você nos interrompa de novo. Não vou repetir." Ele me soltou e foi pra sala se sentar com minha mãe. Fui atrás, andando até meu sofá, pensando nos olhos furiosos de Rodrigo e que ele tinha me descoberto espionando. Depois disso, não consegui assistir o filme em paz. Ficava pensando em Rodrigo puto e que, se eu não fizesse o que ele mandou, ele podia bater em mim ou na minha mãe. No resto do filme, continuavam se ouvindo os beijos de Rodrigo com minha mãe, e também sussurros que agora não eram tão baixos, porque Rodrigo falava mais alto que antes. MÃE: "Se acalma, que estamos atrás do meu filho." RODRIGO: "Acho que ele já tá dormindo, não se mexeu nada." MÃE: "Espera, não coloca a mão." RODRIGO: "Deixa eu pelo menos pegar nelas, você bem que gosta." Minha mãe riu, e os beijos recomeçaram. até que o filme acabou, minha mãe me chamou pra ver se eu tava acordado, e não sei por que, mas fingi que tava dormindo. Rodrigo: se ele tá dormindo, deixa eu ficar mais um pouco Mãe: e o que eu faço se ele acordar? Rodrigo: deixa que eu levo ele no colo pra cama Fizeram isso, levantaram do sofá e enquanto minha mãe acendia todas as luzes da casa, o Rodrigo enfiou as mãos nas minhas costas e me ergueu num movimento só, minha mãe foi na frente guiando até meu quarto e quando chegou lá falou deita ele e fecha a porta enquanto eu vou pegar uma garrafa de vinho. Eu de olhos fechados ainda ouvi minha mãe indo pra cozinha, deixando o filho único dela nos braços do namorado. Rodrigo quando me deitou falou segurando minha bochecha muito bem Pedrinho, fica assim até amanhã que vou brincar um pouco com sua mãe. Rodrigo saiu do meu quarto fechando a porta e eu não conseguia ouvir nada do que tava rolando, não sei se foi a atitude do Rodrigo, o fato dele ter ameaçado o filho da namorada a não atrapalhar mais ou ter chamado um menino de não encher o saco enquanto ele se divertia com a mãe dele, que fez eu levantar e abrir um pouco a porta pra poder ouvir as risadas da minha mãe e do Rodrigo. Rodrigo: ainda não acredito que desde que você se separou não apareceu nenhum pretendente Mãe: pois é, nunca saía de casa, só focava no meu filho, minha amiga insistiu tanto pra eu ir na academia que se não fosse por ela eu também não teria ido Rodrigo: quem é essa amiga pra eu agradecer KKKKK Mãe: KKKKKKK depois você conhece ela, agora vamos começar com o que você tanto queria Depois da conversa rápida que consegui ouvir, na casa só se escutavam ou ecoavam os beijos que Rodrigo e minha mãe estavam trocando, dava pra ouvir o choque tão intenso dos lábios deles e uns sussurrinhos que minha mãe soltava tipo de- de- devagar, ouvindo as palavras entrecortadas da minha mãe Eu saí abrindo devagar a porta do meu quarto pra chegar mais perto de onde eles estavam Minha mãe com Rodrigo, que pra minha sorte ou azar, montavam um espetáculo que eu nunca esqueceria, mesmo com o passar dos anos. Quando eu estava atrás do sofá onde antes estavam sentados Rodrigo e minha mãe durante o filme, não dava pra ver que eles estavam ali, mas dava pra ouvir os sons vindo de lá. Então, andando devagar a uma distância considerável que impedia que me vissem, mas que eu pudesse ver, encontrei um lugar atrás de uma coluna da casa de onde dava pra ver os corpos de Rodrigo e minha mãe deitados no sofá, exatamente Rodrigo em cima da minha mãe, que envolvia o namorado com as pernas. Pela vista que eu tinha, não conseguia ver o rosto dela, mas via as pernas e uma parte dos glúteos dela, onde já não tinha mais a calça do pijama. Do mesmo jeito, Rodrigo estava sem o casaco, mostrando uma costa musculosa e cheia de sardas. Rodrigo abaixava a cabeça pra beijar o pescoço da minha mãe enquanto ela segurava o cabelo dele com as duas mãos e continuava gemendo de- de- devagar agh. Ficaram assim por um tempo até que Rodrigo se levantou, me deixando ver completamente suas costas — tinha uma cintura fina com a parte superior larga. Num movimento só, ele tirou a blusa da minha mãe e jogou no chão enquanto dizia "tira isso que atrapalha" e se jogou de novo em cima dela. Agora ela tinha os braços apoiados no apoio do sofá, deixando todo o peito dela à vontade pra Rodrigo. Vendo os movimentos que ele fazia e com os gemidos abafados que minha mãe soltava, eu sabia que ele estava chupando os peitos dela. Rodrigo mexia a cabeça de um lado pro outro, alternando de peito em peito, o que fazia minha mãe gemer enquanto tapava a boca com uma mão e a outra acariciava a cabeça do namorado. Assim, Rodrigo começou a fazer sons com os bicos dos peitos dela quando sugava e soltava, além de começar a falar coisas pra minha mãe no tom normal de voz que eu conseguia ouvir até onde estava escondido. Rodrigo: "Que peitos gostosos, meu amor. Você não sabe quanto. queria chupar elas. Desde o primeiro dia eu tava morrendo de vontade de você. Mamãe: aghh sim querido, aghhh você não sabe quanto eu queria estar com você, aghhh por favor, enfia em mim agora, por favor, já tô toda molhada. Rodrigo ao ouvir isso se levantou na hora do sofá, mas agora levantando um pouco as pernas e de um puxão só baixou o moletom, deixando ver a bunda que, tenho que dizer, era grande coberta por uma fina camada de pelo AJAJAJA. Rodrigo ficou com as costas levantadas e via como os braços dele se mexiam, acho que, segurando o próprio pau, enquanto minha mãe agora tinha os dois braços esticados na direção da barriga do namorado dela. Entre gemidos começaram a falar de novo. Mamãe: que pau enorme você tem. Rodrigo: que buceta gostosa você tem, não sabe como vou te comer, meu amor. Mamãe: enfia logo. Vi como Rodrigo afundou um pouco a cintura no corpo da minha mãe ainda com as mãos pra frente com pequenos gemidos da minha mãe, Rodrigo depois colocou as mãos no apoio de braço que tava na altura da minha mãe, agora esticado em todo o móvel Rodrigo cobria completamente o corpo da minha mãe. Começaram a se beijar de novo com minha mãe agarrando as costas musculosas do Rodrigo enquanto via como Rodrigo afundava a cintura nos quadris da minha mãe que começava a gemer e ofegar. Mamãe: aghhh devagaaaar, é muito grande, devagar aghhh aghhh. Rodrigo: você tá apertadinha, amor, que delícia mmmmm. Mamãe: ayyyy ayyyy devagar amorrr que pode machucar agh. Rodrigo: já tá quase toda dentro, aguenta mais um pouco, amor. Mamãe: ayyyy ayyyy que gostoso aaaaa aaaa aaaaa. Rodrigo: você já tá abrindo, amor, agora vou começar devagar a te comer. Rodrigo começou a comer minha mãe afundando forte a cintura no quadril dela que produzia sons do impacto das peles acompanhados de gemidos altos, as pernas da minha mãe se moviam no ritmo das enfiadas do Rodrigo que cada vez afundava mais forte contra ela e ela se agarrava mais nas costas do Rodrigo. Mamãe: aghhhh aghhh sim simmm continua. continua aghhh aghhhh Rodrigo: aghhh aghhhh Minha mãe tava gemendo e gemendo forte a cada enfiada que o Rodrigo dava nela, e ela se agarrava cada vez mais forte nas costas dele, até fincar as unhas. Rodrigo parecia ter uma resistência danada pra bombar minha mãe, mas como eu era mais velho, pode ser que tenha passado rápido, mas pra mim parecia uma eternidade. Eles ficaram na mesma posição por um tempo até que o Rodrigo começou a acelerar as enfiadas e, entre gemidos apressados, começaram a falar Rodrigo: aghhh vou gozar, vou gozar aghhh Mãe: aghhhh aghhhh aghhhh goza goza dentro que delíciaaaa aghhhh Rodrigo: aaaaa cê não engravida não? Mãe: aghhhh aghhhh fiz laqueadura aghhh não posso engravidar aghhhh Rodrigo soltou um gemido tão forte que me fez dar um susto enquanto ele ficava enterrado na bunda da minha mãe e dizendo que gostoso, que gostoso, aghhh. Enquanto pela primeira vez eu ouvia minha mãe falar putaria. Mãe: ayyyy que gostoso você gozou, seu leitinho tá quentinho, amor Rodrigo: você tem a bucetinha apertadinha que me fez gozar rápido hahaha Vi os pombinhos se levantando e quis correr pro meu quarto pra eles não perceberem que eu tava espiando, mas vi que o Rodrigo só levantou o moletom e sentou no sofá enquanto minha mãe ficou deitada no sofá como antes, mas juntou as pernas e desceu pra colocar nas coxas do Rodrigo, vi e ouvi eles rindo enquanto se olhavam e o Rodrigo se aproximou pra dar um beijo na minha mãe, só encostando os lábios. Mãe: já tem que ir, já é muito tarde Rodrigo: é assim que me descarta depois de uma noite tão gostosa? Mãe: HAHAHAHA, não tô te descartando, mas já é tarde, depois você chega muito tarde em casa Rodrigo: então deixa eu ficar hoje Mãe: cê tá louco, que que eu falo pro meu filho se ele te ver quando acordar? Rodrigo: ué, fala que acabei de chegar porque você me convidou pra tomar café Mãe: e ele vai acreditar, se você vai estar com a mesma roupa, doido Rodrigo: HAHAHA, você pensa em tudo, mas se realmente quer que eu vá, podemos continuar nos divertindo. Rodrigo acariciava as pernas da minha mãe enquanto eu via a cabeça dele olhando fixamente para onde ela estava, acho que olhando com pena para que ela deixasse ele ficar em casa, mas num instante ele se levantou do sofá dizendo que já que ela não queria mais ele, ele ia embora. Já de pé, Rodrigo, pude ver que suas costas estavam completamente vermelhas por causa dos arranhões da minha mãe, e Rodrigo se virou. Não sei se ele me viu, mas tentei me esconder atrás da coluna e de uma frestinha onde podia ver, vi Rodrigo em pé na frente da minha mãe segurando a mão esquerda dela. Pela minha primeira impressão, pude ver minha mãe pela primeira vez na noite vestida só de calcinha, os peitos dela estavam para fora do sutiã, mostrando os pequenos lugares vermelhos das chupadas do Rodrigo que eu não tinha conseguido ver na hora, e na virilha dela tinha uma calcinha quase transparente vermelha que cobria a buceta, mas dava pra ver que estava meio úmida, ou melhor, molhada no meio. Tenho que dizer que ela estava meio gordinha e com aquela calcinha marcava ainda mais. Rodrigo estava balançando a mão da minha mãe com um sorriso safado até que:
Mãe: Já já pode ficar esta noite, mas tem que ir embora antes do meu filho acordar.
Rodrigo se abaixa para dar um beijo na boca dela e diz:
Rodrigo: Tá bom, embora eu não ache que o Pedrinho vá acordar cedo amanhã.
Nesse instante, ao ouvir isso, senti que Rodrigo levantou o olhar e me encarou. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro, e a única coisa que fiz foi me afastar da coluna e correr para o meu quarto, com medo de que ele tivesse me visto ou que um dia, quando voltasse na minha casa, me ameaçasse como fez naquele dia. Assim que entrei no meu quarto, me meti debaixo das cobertas na hora e puxei o edredom todo para que ninguém me visse. Fiquei deitado na cama completamente acordado e ouvia passos. Achava que era o Rodrigo e não sei como, com umas palavras simples que ele me disse na noite... fez o medo tomar conta do meu corpo inteiro, fechei os olhos pra que, se fosse ele, pensasse que eu tava dormindo. E foi o que aconteceu, ouvi os passos dele que pareciam vir na direção do meu quarto, mas me aliviei quando escutei a porta do banheiro abrir e fechar. Na hora pensei por que tinham entrado no banheiro que a gente usava pros quartos separados em vez de usar o banheiro particular da minha mãe, mas nem tentei me mexer da cama e fui fechando os olhos aos poucos até que os gemidos da minha mãe me acordaram de vez. Ela não tava gritando nem nada, mas dava pra ouvir ela reclamando igual no móvel, se ouvia Mmmmmm mmmmm mmmmm ayyy aghhh aghhh aghhhhh mmmmmmmm mmmmm ayyyyy. Mesmo com a curiosidade de ver minha mãe com o novo namorado dela me mantendo acordado, não consegui levantar da cama por um bom tempo por causa do medo que o Rodrigo me dava, mas uns sons tipo plap- plap- plap- plap- que ecoavam, pelo que eu achava, do banheiro, foram mais fortes que o medo que eu sentia e me fizeram levantar da cama com a intenção de espiar eles de novo. Só que quando eu tava abrindo a porta com todo cuidado pra ninguém ouvir que eu ia sair do quarto, foi aí que eu vi: minha mãe tava fodendo com o namorado dela no meio do corredor da casa, sem nenhum pudor. Minha mãe tava encostada na beirada da porta do banheiro, completamente pelada, molhada e com a bunda empinada pra trás, enquanto o Rodrigo metia nela, segurando ela pela cintura. Os peitos da minha mãe, mesmo sendo pequenos, eram meio caídos e com as estocadas balançavam pra cima e pra baixo. Eu não via o rosto dela porque ela tava com as mãos e a cara viradas pra parede, então só dava pra ver o cabelo molhado balançando sobre as orelhas e as costas descobertas. Minha mãe naquela posição não soltava gemidos que eu conseguisse ouvir, mas o bater do quadril do Rodrigo na bunda dela fazia um som forte, que era o plap- plap- plap- que me acordou. Eles ficaram assim, transando com pequenas Os tapas que o Rodrigo dava na cintura da minha mãe faziam ela gemer cada vez mais alto, até que de repente ele se afastou dela, mostrando pela primeira vez a rola dele. O Rodrigo era o pacote completo: tinha um corpo bonito, um rosto muito gato e a ferramenta dele não ficava atrás. Totalmente ereta, apontava pro céu com um tamanho nunca visto antes. O pau dele tinha um comprimento que dava pra dizer que passava dos 21 cm, um par de bolas que pendiam feito tomates, um púbis peludo bem cheio em cima do pau, e além do tamanho, também tinha uma grossura considerável que chamava muita atenção.
Depois de se separar, o Rodrigo virou o rosto da minha mãe na direção do quarto dela e falou: "Vamos pro teu quarto, é mais seguro." Minha mãe só concordou com a cabeça e foram juntos pro quarto dela. Eu consegui ver a bunda enorme da minha mãe, toda vermelha das investidas e dos tapas do Rodrigo, que contrastava com a bunda dele, que não era tão feia. Nessa hora, eles entraram no quarto dela e fecharam a porta. Na mesma hora, o que me deu foi que, por eles terem se trancado, eu não conseguia ver tudo o que queria, então me enfiei debaixo do edredom pra tentar dormir. Como da outra vez, a mesma coisa aconteceu: quando eu já tava quase dormindo, ouvi sons vindo do corredor, e era o Rodrigo vindo na direção do meu quarto. Quando ouvi, tentei fingir que tava dormindo, fechando os olhos com força, mas foi em vão. O Rodrigo entrou no meu quarto completamente pelado e com o pau todo duro. Ele parou do lado da minha cama e disse: "Não se faz de dormido. Eu sei que você tá acordado." Eu tentando manter os olhos fechados, acabei abrindo por causa do silêncio que tomou conta do quarto, achando que ele tinha ido embora, mas ele ainda tava ali. O Rodrigo estava todo suado, com o pau brilhando e ainda no ponto, bem perto de mim. Eu não podia acreditar que um animal daquele que o Rodrigo tinha entrava inteiro na buceta da minha mãe. Rodrigo: "Já abriu os olhos. os olhos. Me diz desde quando você nos espia
Eu; desde que você estava parado mexendo a mão da minha mãe que estava deitada. Não tive outra escolha a não ser mentir pro Rodrigo pra não ter problema nenhum comigo nem com a minha mãe, já que ela parece super feliz com o novo estilo de vida e namorado dela. Rodrigo, ao ouvir isso, só balançou a cabeça e disse:
Rodrigo: eu sei que você me viu com sua mãe desde que a gente tava deitado no sofá
Ao ouvir isso, senti um calor invadindo meu corpo todo e esquentando de nervoso com as palavras do Rodrigo.
Eu: sim, desculpa
Rodrigo: isso aqui é o que faz sua mãe feliz (apontando e segurando a própria pica) Não quero te ver espionando de novo, senão vai ter que lidar comigo, e vai se acostumando que de agora em diante vou visitar sua mãe mais vezes
Eu: tá bom, não vou fazer de novo
Rodrigo saiu do meu quarto segurando a pica ainda dura, sem ter perdido nada da rigidez, e fechou a porta rapidamente. Eu fiquei no quarto, mas dava pra ouvir as pernas da cama rangendo e os gemidos abafados da minha mãe, mais intensos. Tavam trepando de novo igual coelhos, mas agora no quarto da minha mãe. Já eu, acabei dormindo, não sei se por medo ou pela excitação de ouvir os gemidos da minha mãe enquanto dormia. Depois de umas horas, acordei com minha mãe me chamando pra tomar café. Enquanto me aproximava da sala de jantar, vi o Rodrigo sentado na mesa já comendo. Entrei de vez na sala e cumprimentei, desejando bom dia como sempre faço. Rodrigo virou pra me olhar e riu de um jeito safado. O que será que ele quer me dizer agora? Vai tirar sarro de mim por ter espionado eles ou vai me ameaçar de contar pra minha mãe?

Eu tava terminando o ensino fundamental, devia ter uns "0nc3" anos no máximo, quando minha vida começou a mudar. Como eu disse, minha mãe treinava em casa, mas com a insistência de uma amiga de que ela era jovem, que devia sair mais e se divertir, ela começou a frequentar uma academia perto de casa. Era uma academia de bairro normal, sem equipamentos novos nem nada do tipo, mas os jovens e alguns velhos do bairro iam lá. O objetivo da amiga da minha mãe era que ela encontrasse alguém pra sair. Como eu falei, minha mãe já tava há 4 anos sem sair com ninguém, só ficava em casa e raramente saía com as amigas. Então, posso imaginar que ela tava numa abstinência sexual, porque quando as amigas vinham visitar, perguntavam se ela tava saindo com alguém, e ela sempre respondia que não. Nunca ouvi um gemido ou algum barulho estranho que a gente faz quando se masturba. Então, eu via minha mãe como uma adulta chata de casa, que nunca curtia prazer sexual ou sair por aí, mas isso mudou de repente. Como eu disse antes, minha mãe agora saía de segunda a sexta pra academia, sem falta, e essa mudança trouxe um novo semblante pra ela: em casa, ela tava mais viva, animada, carismática e cheia de energia. Quando as amigas vinham visitar, conversavam sobre como tava indo na academia, e minha mãe respondia que ir pra academia tinha sido um alívio, porque ela só ficava trancada em casa. Assim, foram conversa atrás de conversa, risada atrás de risada, enquanto eu tava no meu quarto, até que ouvi uma amiga perguntar se tinha alguém dando em cima dela ou algum gato. Amiga: "E aí, tem alguém na academia te cantando?" Amiga 2: "Tem algum gato?" MÃE: "Tem uns velhos babões que tentam puxar assunto, mas eu nem ligo." Amiga: "E algum gato?" MÃE: "Tem um cara de 28 anos, gato, com um corpo de deus grego, hahaha." Amiga 2: "E você sabe o nome dele?" Amiga: "Claro que Sabe, aí que você descobre que ele tem até idade, kkkkkkk. MÃE: Ele se chama Rodrigo, a gente já conversou umas vezes, ele trabalha como caixa numa loja de departamento. As amigas, gritando, perguntam se ele é solteiro e se já chamou ela pra sair. Minha mãe responde que sim, é solteiro, e que não, não chamou, mas rindo, as amigas falam: "Ainda". Depois dessa reunião, a vida seguiu normal, minha mãe continuava indo na academia até que um dia, quando ela não tinha aula, ela me pediu pra acompanhar ela. Eu não recusei e fomos juntos andando; a academia ficava uns 15 minutos de casa. Quando chegamos, tinha pouca gente, eu achei que era porque era cedo, já que não passava das 9 da manhã, mas percebi que minha mãe tava varrendo a academia com o olhar, procurando alguém. Como não achou, fomos pras bicicletas ergométricas. Já tava lá um tempinho quando chega um cara que assusta ela por trás. Minha mãe vira assustada e, quando se olham nos olhos, começam a rir. Ela fala: "Te apresento meu filho", e ele me cumprimenta tão rápido que nem apertou minha mão direito. Minha mãe agora só ficava olhando pra ele enquanto ele se alongava, levantando os braços, até que diz: MÃE: Rodrigo, hoje o que eu vou treinar? Rodrigo: Hoje é dia de perna e glúteo. MÃE: Mas não tão pesado, que da outra vez eu nem conseguia andar. Os dois riram, e eu só aí percebi que tava na frente do tal Rodrigo que minha mãe tinha comentado com as amigas: "o gato com corpo de deus grego". E tenho que admitir, minha mãe não mentia: ele era branco, alto, uns 1,80, com o short apertado e a camiseta larga na barriga, mas apertada nos braços, mostrando braços e pernas bem definidos. Tinha uma cara de safado, com barba, e pelo jeito que falava, vi que era cria de quebrada. A hora e meia que passamos na academia foi entre risadas deles, exercícios e umas roçadas que o Rodrigo dava nela quando, segundo ele, tava explicando como usar os aparelhos, enquanto eu só ficava de bobeira. Por toda a academia e eu via eles de longe, depois de um tempo minha mãe me chamou dizendo que já tinha terminado o treino. Vi que o Rodrigo agora estava sem camiseta, mostrando uns peitorais grandes e duros, com um abdômen trincado e uma linha em V que saía do quadril até a altura do short. Minha mãe se despediu dando um beijo na bochecha do Rodrigo, e eles se falaram "até amanhã" um pro outro, e aí saímos da academia até em casa. Em casa, minha mãe entrou no banho enquanto eu fiquei vendo TV, e não lembro de ter acontecido mais nada. Naquela época, eu não sabia se minha mãe trocava mensagens ou falava no telefone com o Rodrigo, e pra ser sincero, também não tava nem aí.
Depois de uns meses nessa rotina, minha mãe, numa sexta-feira, assim que cheguei do estudo, me disse que à noite ia sair com as amigas pra um jantar. Não achei estranho, porque ela sempre saía com as amigas pra jantar todo mês, mas na hora de sair de casa ela tava mais gostosa que o normal. Tinha se arrumado toda, saiu com um vestido que marcava a cintura, salto alto, maquiada e penteada. Um carro chegou na frente de casa e minha mãe, rapidinho, me deu um beijo na testa e saiu, falando pra eu dormir cedo porque não sabia que horas ia voltar.Eu fiquei de boa em casa, vi uns filmes, comi cereal e fui dormir lá pela meia-noite. Enquanto tava dormindo, ouvi alguém tentando abrir a porta, mas não conseguia. Dava pra ouvir a chave entrando, caindo da mão, e minha mãe começou a me chamar pra abrir a porta. Atendi, e lá estava ela, completamente bêbada, com o batom todo borrado na boca. Ela se virou pra dar tchau pra um carro que não era de nenhuma amiga, mas não consegui ver quem era. Entramos, e ela disse: "Me ajuda, filho, me leva pra cama". Levei ela, e ela deitou sem nem trocar de roupa. Eu fui pro meu quarto.
No dia seguinte, à noite, as amigas da minha mãe chegaram, o que me deixou desconfiado, porque elas tinham saído no dia anterior. Minha mãe passou a tarde toda de ressaca, mas assim que as amigas chegaram, começaram a conversar e rir, enquanto eu fui pro meu quarto e fiquei lá. O interrogatório das amigas começou.
Amiga: "E aí, curtiram?"
Amiga 2: "Foi cavalheiro?"
Amiga: "Beijou?"
Amiga 2: "Conversaram sobre o quê?"
MÃE: "Aiii, calma aí. Ele veio me buscar, me levou no carro dele pra um restaurante na avenida... Comemos uma delícia, ele foi um cavalheiro, conversamos sobre tudo um pouco, foi incrível. Depois de comer, fomos pra um bar tomar uns drinks. Ele até abriu a porta do carro pra mim, tava encantada. No bar, a gente continuou conversando mais... Mais de nós que gostávamos, que queríamos fazer no futuro, de relacionamentos antigos. Nesse momento, a amiga interrompe e pergunta: "O que ela disse sobre o ex? Faz quanto tempo que terminaram?" Minha mãe continua: "Faz um ano que ele está solteiro. A ex-namorada foi para os Estados Unidos e desde então ele não saiu com ninguém, embora eu não ache ele tão gostoso assim, só HAHAHA." Amiga 2: "Bom, continua contando o que aconteceu depois do bar." MÃE: "Ficamos lá, bebidas iam e vinham. Eu já estava tonta e me joguei pra beijar ele." As amigas da minha mãe gritaram. MÃE: "Peguei ele pelo pescoço pra beijar e senti ele me segurar pela cintura. Ficamos nos beijando por um tempo e depois ele disse que era tarde, que a gente desse uma volta pela cidade antes de me deixar em casa." As amigas da minha mãe gritaram de novo feito umas colegiais e as três caíram na risada. MÃE: "A gente deu uma volta de carro por ——— e por ——— até que num sinal vermelho ficamos nos olhando e nos jogamos pra nos beijar. A gente se beijou de um jeito que vocês não têm ideia. Já era de madrugada, quase não tinha carro, então ficamos um tempão nos beijando no meio da rua. Depois do beijo, com o álcool que ele exalava, eu fiquei bêbada de vez HAHAHAHAHA." Amiga: "E como você chegou até aqui?" Amiga 2: "Ele esperou até você entrar em casa?" MÃE: "Ele me trouxe e de vez em quando colocava a mão no meu colo, dizendo que eu tava linda. Até que cheguei aqui e tentei abrir a porta, e ele falou: 'Espera, eu abro pra você.' Eu reagi na hora e disse: 'Não, não, eu consigo sozinha.' Imagina se ele abrisse a porta pra mim tão tarde, o que os vizinhos iam pensar? Que eu vim transando, não, não, não." Amiga 2: "Você queria ter vindo transando, hahaha." MÃE: "Ainda não, é muito cedo, doida. Desci do carro e, cambaleando, cheguei na porta. Mas cê acha que consegui abrir a porra da porta? Não conseguia. As putas das chaves caíam, não entravam, não sabia se tava tão bêbada ou nervosa porque ele tava no carro esperando eu entrar. Não deu outra, tive que chamar o Pedrinho e ele abriu pra mim." Amiga: "E o que ele te disse depois? Elas conversaram? Amiga 2: o que você vai fazer agora? MÃE: Acordei com uma mensagem dele, perguntando como eu estava e a gente conversou um pouco. E o que vou fazer? Se ele me chamar pra sair, obviamente vou sair com ele, kkkkkkkkkkkk. As amigas soltaram um gritão. Depois disso, não liguei pro resto da conversa, só me senti meio estranho, com ciúmes, diria eu, da minha mãe saindo com um homem, já que nunca tinha visto ela com outro que não fosse meu pai. Chegou segunda-feira, eu saí pra estudar e minha mãe já estava se trocando pra ir pra academia. A rotina diária continuava a mesma: quando eu chegava, minha mãe estava em casa com a comida pronta. Mas a rotina dos fins de semana mudou. Agora, toda sexta-feira, minha mãe saía à noite com a desculpa de que ia encontrar as amigas e voltava tarde. Assim se passaram uns 2 meses, minha mãe saindo toda sexta sem exceção, até que numa sexta, quando cheguei do estudo, igualzinho na primeira vez que ela saiu, Rodrigo me disse que queria conversar comigo. MÃE: Pedrito, quero conversar uma coisa importante com você. Eu só fiquei olhando pra ela, e minha mãe continuou: MÃE: Estive conversando com suas tias (eu chamava as amigas dela de tia porque são amigas da minha mãe desde o colégio) e elas me aconselharam a explicar tudo pra você. Olha, filho, você sabe que desde que me separei do seu pai, sempre cuidei de você, me deixando de lado. Eu concordei com a cabeça. MÃE: Mas agora que você já está grande, posso ter um pouco de liberdade, porque te ensinei tudo que sei. Bom, sua mãe está conhecendo um homem, não faz muito tempo, mas por quem já criei um grande carinho. Naquele momento, fiquei gelado ao ouvir minha mãe dizendo que estava conhecendo um homem. MÃE: E como você é meu filho e o pilar da minha vida, quero que o conheça antes de qualquer coisa. Então, que tal se eu o convidar pra jantar amanhã pra você conhecê-lo? Eu não sabia o que dizer. Uma onda de emoções estava me corroendo por dentro, e vendo minha mãe como me... fiquei olhando com cara de esperança, falei que sim, que estava tudo bem. Mesmo tendo ficado com a dúvida, porque a explicação do novo relacionamento dela foi tão breve e sem empolgação. E foi assim, chegou o sábado, minha mãe tinha limpado a casa de cima a baixo e preparado um jantar especial. Lá pelas 10 da noite bateram na porta, minha mãe mandou eu ir abrir, e lá estava o Rodrigo na porta, com uma camisa branca que marcava o corpo dele, uma calça preta, a barba toda feita, o cabelo arrumado e todo perfumado. Ele estende a mão pra mim e fala: Rodrigo: "E aí, como cê tá? Qual era seu nome mesmo?" Eu só respondi: "Tô bem, me chamo Pedro." Rodrigo: "Beleza, e cadê sua mãe? Posso entrar?" A atitude do Rodrigo me irritou na hora, porque ele não tava nem aí pra conversar com o filho da mulher com quem ele tava saindo. Eu só falei: "Pode entrar, ela tá na cozinha." O Rodrigo entrou e eu fechei a porta, fui na frente guiando ele até a cozinha, passando pela sala de jantar. Nessa hora, quando a gente tava perto da mesa, ele me segurou pelo ombro e ficou me olhando com uma cara que naquele momento me deu medo, e falou: Rodrigo: "Pode ficar sentado aqui, só me mostra onde é a cozinha, que eu ajudo sua mãe." Eu apontei e fiquei na sala de jantar, de onde não dava pra ver a cozinha, mas vi o Rodrigo indo pra lá e escutei a conversa. MÃE: "Oi, amor, tava te esperando mais tarde." Rodrigo: "Não aguentei de vontade de te ver, gostosa. Que cheiro gostoso, e você também cheira." E eu ouvi risadas dos dois. MÃE: "Cumprimentou meu filho?" Rodrigo: "Cumprimentei, sim, mas queria te ver primeiro. Ele ficou na sala de jantar." MÃE: "Então vou servir a janta." Rodrigo: "E de sobremesa? Você vai ser minha sobremesa?" MÃE: "Ushhh, meu filho tá perto, não fala essas coisas." Rodrigo: "Ele não escuta nada, vem cá." Eu ouvi uns barulhos vindo da cozinha que, mais tarde, descobri graças a eles mesmos que eram sons de beijos. Depois saíram da cozinha juntos, com as tigelas de comida, colocaram na mesa onde eu já tava sentado e serviram. Durante a Durante a janta, não rolou nada de mais. O Rodrigo tava mais focado na minha mãe, e pouco se lixava se eu tava na mesa ou não. Ele comentou que o trampo dele é mais de tarde, e às vezes pega de noite — nada de outro mundo, mas acho que eles iam se divertir mais sem mim ali. Depois da janta, minha mãe mandou eu lavar as mãos pra me despedir do Rodrigo, que já tava indo embora. Fui lá, lavei as mãos e, quando saí do banheiro, vi minha mãe sentada de lado no colo do Rodrigo, se beijando e fazendo aqueles barulhos que eu já tinha ouvido antes. Ela tava com os braços enroscados no pescoço dele, e ele passava a mão nas costas dela. Falei: "Já terminei, mãe". Ela levantou na hora do colo dele. MÃE: "Já vou, Pedrito" — e virou pro Rodrigo: "Bom, vou te acompanhar até a porta". Ele levantou e foi até a porta. Quando saiu, disse: "A comida tava uma delícia, muito obrigado". Me apertou a mão — dessa vez de verdade — e deu um beijo na bochecha da minha mãe. O Rodrigo foi embora, e eu entrei com a minha mãe. Mas, sem nem esperar um minuto, ela soltou: MÃE: "O que você achou do Rodrigo?" EU: "Hmm, normal" (mas por dentro eu odiava ele). MÃE: "Espero que vocês se deem bem, porque ele me pediu em namoro". EU: "Sério? E o que você disse?" (Na hora, não sabia como reagir, e a atitude da minha mãe deixou claro que, mesmo que eu falasse algo, a decisão já tava tomada). MÃE: "Disse que sim. Espero que vocês se deem bem, Pedrito..." Ela foi pra cozinha e me deixou parado na entrada de casa, bestificado. Naquela noite, não consegui dormir, pensando na minha mãe com o Rodrigo e me deixando de lado na vida dela. Uns dias depois, já era normal ela sair toda sexta e sábado à noite, e nos dias comuns guardar comida do almoço pro Rodrigo, que passava pra pegar quando saía do trampo, já que trabalhava de tarde. Aos poucos, minha mãe também começou a convidar ele pra jantar em casa. aqui onde não rolava nada de mais entre eles, mas na primeira vez que minha mãe convidou o rodrigo pra ver um filme em casa à noite, aconteceu algo que marcaria o início dessa história quente de sexo. Era um sábado, minha mãe acordou cedo pra limpar e arrumar a casa toda, deixando tudo impecável pro namorado dela, e foi assim mesmo. O rodrigo chegou na hora marcada, que era às 9, e veio super bem vestido como sempre quando buscava ou deixava minha mãe, mas agora num estilo mais esportivo: tava de jogger e um suéter. Minha mãe também tinha trocado de roupa e tava de pijama de dormir, que valorizava o corpaço dela, como qualquer peça que ela vestia. Eu já tava sentado na sala quando ele bateu na porta, e minha mãe foi abrir correndo pra ele não esperar. Eles se cumprimentaram com um beijo apaixonado, que dava pra ouvir o barulho das bocas se chocando até da sala, e entraram de mãos dadas. Rodrigo: "E aí, Pedrito? Trouxe pipoca pra gente comer enquanto vê o filme." Eu virei e agradeci, e depois voltei a olhar pra TV. MÃE: "Pedrito, podia sentar no outro sofá, por favor? Nesse aqui não cabe eu e o rodrigo." Eu levantei puto, porque naquele sofá eu teria que sentar no assento, mas me espremer no braço dele, já que tava do lado oposto da TV, e assim eles podiam ficar juntos sem ninguém ver. Praticamente me joguei no sofá, e minha mãe, levantando a voz, disse: "Se você não quer fazer um favor pra sua mãe e ficar de pirraça, pode ir dormir." Eu só pedi desculpa. Rodrigo: "Vamos, deixa ele. Bota o filme e vamos assistir." Minha mãe se aproximou da TV e se inclinou, mostrando a bunda enorme pra mim e pro rodrigo, colocou o filme, foi pegar uma cerveja que tinha comprado à tarde e trouxe, apagando as luzes completamente até ficarmos no escuro total. Eu ouvi ela dar a cerveza pro rodrigo e deitar no sofá, e rodrigo disse: Senta mais perto, amor. O filme já tinha começado, nem lembro qual era, e comecei a ouvir eles se beijando e se beijando com uns sussurrinhos… MÃE: espera, querido, meu filho está aqui RODRIGO: ele tá vidrado no filme, nem liga pra gente MÃE: e se ele virar e nos ver? Rodrigo: não estamos fazendo nada de errado, além disso, ele sabe que somos namorados MÃE: mas não sei como ele vai lidar com isso Rodrigo: relaxa, desde a escola ele já vê gente se beijando, se é que ele já não deu o primeiro beijo MÃE: tá bom, mas não seja tão bruto, os beijos estão estalando Continuaram se beijando até que apareceu uma cena de sexo no filme e minha mãe disse pra eu fechar os olhos que ela me avisava quando acabasse. Não fechei e vi a cena de um casal transando na posição missionário cobertos com o lençol. Rodrigo: é assim que quero te comer hoje à noite kkkk MÃE: cala a boca, meu filho está aqui Minha mãe me diz que já posso abrir os olhos e eu falo "já". Minha mãe vira pro Rodrigo: MÃE: espera aqui, vou colocar a pipoca no micro-ondas. Quer mais uma cerveja? Rodrigo: espera, vou com você e te ajudo MÃE: vai mesmo ajudar? Os dois se levantam rindo e vão pra cozinha de mãos dadas. Eu pergunto pra minha mãe onde ela vai e ela responde que vai pegar a pipoca. Um clarão iluminou a casa quando acenderam as luzes da cozinha e eu esperei sentado. Vendo que não se apressavam, me aproximei silenciosamente da cozinha e lá estavam os dois abraçados se beijando apaixonadamente. Minha mãe estava na ponta dos pés e segurava o pescoço dele com os dois braços enquanto as mãos do Rodrigo acariciavam as costas dela por baixo da blusa. Rodrigo: aquela cena me deixou louco, deixa eu te comer MÃE: que isso, meu filho pode nos ouvir Rodrigo: deixa eu te comer, quanto tempo você não transa? MÃE: já faz anos que não fico com um homem Ao ouvir isso, Rodrigo levanta minha mãe completamente e a senta no balcão da cozinha, começando a beijar o pescoço e sussurrar coisas que minha mãe só respondia não, não, não. Eu, com ciúmes, gritei: "Mãe, já estou com a pipoca pronta!" Ela respondeu: "Sim, filho, já estou levando." Vi que ela se assustou e desceu do balcão. Corri para o sofá e me sentei como se não tivesse visto nada. Mas quando minha mãe chegou com Rodrigo, com as tigelas e as bebidas, vi que Rodrigo estava me encarando furioso, e eu só me virei pra ver o filme com a tigela no colo. Sabia que tinha estragado a festa dele, e isso me deixava feliz. Continuamos vendo o filme até que bateu vontade de mijar. Levantei, falei pra minha mãe que ia no banheiro e saí da sala. Quando terminei de mijar, saí do banheiro e entrei na cozinha — porque pra chegar no banheiro de visita tinha que atravessar a cozinha. Lá estava Rodrigo com a tigela de pipoca vazia e uma cerveja na mão. Ele veio na minha direção, colocou a mão no meu ombro e me encarou com os olhos cheios de raiva, que me fizeram tremer. Assim que levantei o olhar, ele disse: "Moleque, para de espionar eu e sua mãe. Eu sou o namorado, posso beijar ela quando eu quiser. Acha que não ouvi seus passos correndo pro sofá enquanto ela tava no balcão? Não quero que você nos interrompa de novo. Não vou repetir." Ele me soltou e foi pra sala se sentar com minha mãe. Fui atrás, andando até meu sofá, pensando nos olhos furiosos de Rodrigo e que ele tinha me descoberto espionando. Depois disso, não consegui assistir o filme em paz. Ficava pensando em Rodrigo puto e que, se eu não fizesse o que ele mandou, ele podia bater em mim ou na minha mãe. No resto do filme, continuavam se ouvindo os beijos de Rodrigo com minha mãe, e também sussurros que agora não eram tão baixos, porque Rodrigo falava mais alto que antes. MÃE: "Se acalma, que estamos atrás do meu filho." RODRIGO: "Acho que ele já tá dormindo, não se mexeu nada." MÃE: "Espera, não coloca a mão." RODRIGO: "Deixa eu pelo menos pegar nelas, você bem que gosta." Minha mãe riu, e os beijos recomeçaram. até que o filme acabou, minha mãe me chamou pra ver se eu tava acordado, e não sei por que, mas fingi que tava dormindo. Rodrigo: se ele tá dormindo, deixa eu ficar mais um pouco Mãe: e o que eu faço se ele acordar? Rodrigo: deixa que eu levo ele no colo pra cama Fizeram isso, levantaram do sofá e enquanto minha mãe acendia todas as luzes da casa, o Rodrigo enfiou as mãos nas minhas costas e me ergueu num movimento só, minha mãe foi na frente guiando até meu quarto e quando chegou lá falou deita ele e fecha a porta enquanto eu vou pegar uma garrafa de vinho. Eu de olhos fechados ainda ouvi minha mãe indo pra cozinha, deixando o filho único dela nos braços do namorado. Rodrigo quando me deitou falou segurando minha bochecha muito bem Pedrinho, fica assim até amanhã que vou brincar um pouco com sua mãe. Rodrigo saiu do meu quarto fechando a porta e eu não conseguia ouvir nada do que tava rolando, não sei se foi a atitude do Rodrigo, o fato dele ter ameaçado o filho da namorada a não atrapalhar mais ou ter chamado um menino de não encher o saco enquanto ele se divertia com a mãe dele, que fez eu levantar e abrir um pouco a porta pra poder ouvir as risadas da minha mãe e do Rodrigo. Rodrigo: ainda não acredito que desde que você se separou não apareceu nenhum pretendente Mãe: pois é, nunca saía de casa, só focava no meu filho, minha amiga insistiu tanto pra eu ir na academia que se não fosse por ela eu também não teria ido Rodrigo: quem é essa amiga pra eu agradecer KKKKK Mãe: KKKKKKK depois você conhece ela, agora vamos começar com o que você tanto queria Depois da conversa rápida que consegui ouvir, na casa só se escutavam ou ecoavam os beijos que Rodrigo e minha mãe estavam trocando, dava pra ouvir o choque tão intenso dos lábios deles e uns sussurrinhos que minha mãe soltava tipo de- de- devagar, ouvindo as palavras entrecortadas da minha mãe Eu saí abrindo devagar a porta do meu quarto pra chegar mais perto de onde eles estavam Minha mãe com Rodrigo, que pra minha sorte ou azar, montavam um espetáculo que eu nunca esqueceria, mesmo com o passar dos anos. Quando eu estava atrás do sofá onde antes estavam sentados Rodrigo e minha mãe durante o filme, não dava pra ver que eles estavam ali, mas dava pra ouvir os sons vindo de lá. Então, andando devagar a uma distância considerável que impedia que me vissem, mas que eu pudesse ver, encontrei um lugar atrás de uma coluna da casa de onde dava pra ver os corpos de Rodrigo e minha mãe deitados no sofá, exatamente Rodrigo em cima da minha mãe, que envolvia o namorado com as pernas. Pela vista que eu tinha, não conseguia ver o rosto dela, mas via as pernas e uma parte dos glúteos dela, onde já não tinha mais a calça do pijama. Do mesmo jeito, Rodrigo estava sem o casaco, mostrando uma costa musculosa e cheia de sardas. Rodrigo abaixava a cabeça pra beijar o pescoço da minha mãe enquanto ela segurava o cabelo dele com as duas mãos e continuava gemendo de- de- devagar agh. Ficaram assim por um tempo até que Rodrigo se levantou, me deixando ver completamente suas costas — tinha uma cintura fina com a parte superior larga. Num movimento só, ele tirou a blusa da minha mãe e jogou no chão enquanto dizia "tira isso que atrapalha" e se jogou de novo em cima dela. Agora ela tinha os braços apoiados no apoio do sofá, deixando todo o peito dela à vontade pra Rodrigo. Vendo os movimentos que ele fazia e com os gemidos abafados que minha mãe soltava, eu sabia que ele estava chupando os peitos dela. Rodrigo mexia a cabeça de um lado pro outro, alternando de peito em peito, o que fazia minha mãe gemer enquanto tapava a boca com uma mão e a outra acariciava a cabeça do namorado. Assim, Rodrigo começou a fazer sons com os bicos dos peitos dela quando sugava e soltava, além de começar a falar coisas pra minha mãe no tom normal de voz que eu conseguia ouvir até onde estava escondido. Rodrigo: "Que peitos gostosos, meu amor. Você não sabe quanto. queria chupar elas. Desde o primeiro dia eu tava morrendo de vontade de você. Mamãe: aghh sim querido, aghhh você não sabe quanto eu queria estar com você, aghhh por favor, enfia em mim agora, por favor, já tô toda molhada. Rodrigo ao ouvir isso se levantou na hora do sofá, mas agora levantando um pouco as pernas e de um puxão só baixou o moletom, deixando ver a bunda que, tenho que dizer, era grande coberta por uma fina camada de pelo AJAJAJA. Rodrigo ficou com as costas levantadas e via como os braços dele se mexiam, acho que, segurando o próprio pau, enquanto minha mãe agora tinha os dois braços esticados na direção da barriga do namorado dela. Entre gemidos começaram a falar de novo. Mamãe: que pau enorme você tem. Rodrigo: que buceta gostosa você tem, não sabe como vou te comer, meu amor. Mamãe: enfia logo. Vi como Rodrigo afundou um pouco a cintura no corpo da minha mãe ainda com as mãos pra frente com pequenos gemidos da minha mãe, Rodrigo depois colocou as mãos no apoio de braço que tava na altura da minha mãe, agora esticado em todo o móvel Rodrigo cobria completamente o corpo da minha mãe. Começaram a se beijar de novo com minha mãe agarrando as costas musculosas do Rodrigo enquanto via como Rodrigo afundava a cintura nos quadris da minha mãe que começava a gemer e ofegar. Mamãe: aghhh devagaaaar, é muito grande, devagar aghhh aghhh. Rodrigo: você tá apertadinha, amor, que delícia mmmmm. Mamãe: ayyyy ayyyy devagar amorrr que pode machucar agh. Rodrigo: já tá quase toda dentro, aguenta mais um pouco, amor. Mamãe: ayyyy ayyyy que gostoso aaaaa aaaa aaaaa. Rodrigo: você já tá abrindo, amor, agora vou começar devagar a te comer. Rodrigo começou a comer minha mãe afundando forte a cintura no quadril dela que produzia sons do impacto das peles acompanhados de gemidos altos, as pernas da minha mãe se moviam no ritmo das enfiadas do Rodrigo que cada vez afundava mais forte contra ela e ela se agarrava mais nas costas do Rodrigo. Mamãe: aghhhh aghhh sim simmm continua. continua aghhh aghhhh Rodrigo: aghhh aghhhh Minha mãe tava gemendo e gemendo forte a cada enfiada que o Rodrigo dava nela, e ela se agarrava cada vez mais forte nas costas dele, até fincar as unhas. Rodrigo parecia ter uma resistência danada pra bombar minha mãe, mas como eu era mais velho, pode ser que tenha passado rápido, mas pra mim parecia uma eternidade. Eles ficaram na mesma posição por um tempo até que o Rodrigo começou a acelerar as enfiadas e, entre gemidos apressados, começaram a falar Rodrigo: aghhh vou gozar, vou gozar aghhh Mãe: aghhhh aghhhh aghhhh goza goza dentro que delíciaaaa aghhhh Rodrigo: aaaaa cê não engravida não? Mãe: aghhhh aghhhh fiz laqueadura aghhh não posso engravidar aghhhh Rodrigo soltou um gemido tão forte que me fez dar um susto enquanto ele ficava enterrado na bunda da minha mãe e dizendo que gostoso, que gostoso, aghhh. Enquanto pela primeira vez eu ouvia minha mãe falar putaria. Mãe: ayyyy que gostoso você gozou, seu leitinho tá quentinho, amor Rodrigo: você tem a bucetinha apertadinha que me fez gozar rápido hahaha Vi os pombinhos se levantando e quis correr pro meu quarto pra eles não perceberem que eu tava espiando, mas vi que o Rodrigo só levantou o moletom e sentou no sofá enquanto minha mãe ficou deitada no sofá como antes, mas juntou as pernas e desceu pra colocar nas coxas do Rodrigo, vi e ouvi eles rindo enquanto se olhavam e o Rodrigo se aproximou pra dar um beijo na minha mãe, só encostando os lábios. Mãe: já tem que ir, já é muito tarde Rodrigo: é assim que me descarta depois de uma noite tão gostosa? Mãe: HAHAHAHA, não tô te descartando, mas já é tarde, depois você chega muito tarde em casa Rodrigo: então deixa eu ficar hoje Mãe: cê tá louco, que que eu falo pro meu filho se ele te ver quando acordar? Rodrigo: ué, fala que acabei de chegar porque você me convidou pra tomar café Mãe: e ele vai acreditar, se você vai estar com a mesma roupa, doido Rodrigo: HAHAHA, você pensa em tudo, mas se realmente quer que eu vá, podemos continuar nos divertindo. Rodrigo acariciava as pernas da minha mãe enquanto eu via a cabeça dele olhando fixamente para onde ela estava, acho que olhando com pena para que ela deixasse ele ficar em casa, mas num instante ele se levantou do sofá dizendo que já que ela não queria mais ele, ele ia embora. Já de pé, Rodrigo, pude ver que suas costas estavam completamente vermelhas por causa dos arranhões da minha mãe, e Rodrigo se virou. Não sei se ele me viu, mas tentei me esconder atrás da coluna e de uma frestinha onde podia ver, vi Rodrigo em pé na frente da minha mãe segurando a mão esquerda dela. Pela minha primeira impressão, pude ver minha mãe pela primeira vez na noite vestida só de calcinha, os peitos dela estavam para fora do sutiã, mostrando os pequenos lugares vermelhos das chupadas do Rodrigo que eu não tinha conseguido ver na hora, e na virilha dela tinha uma calcinha quase transparente vermelha que cobria a buceta, mas dava pra ver que estava meio úmida, ou melhor, molhada no meio. Tenho que dizer que ela estava meio gordinha e com aquela calcinha marcava ainda mais. Rodrigo estava balançando a mão da minha mãe com um sorriso safado até que:
Mãe: Já já pode ficar esta noite, mas tem que ir embora antes do meu filho acordar.
Rodrigo se abaixa para dar um beijo na boca dela e diz:
Rodrigo: Tá bom, embora eu não ache que o Pedrinho vá acordar cedo amanhã.
Nesse instante, ao ouvir isso, senti que Rodrigo levantou o olhar e me encarou. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro, e a única coisa que fiz foi me afastar da coluna e correr para o meu quarto, com medo de que ele tivesse me visto ou que um dia, quando voltasse na minha casa, me ameaçasse como fez naquele dia. Assim que entrei no meu quarto, me meti debaixo das cobertas na hora e puxei o edredom todo para que ninguém me visse. Fiquei deitado na cama completamente acordado e ouvia passos. Achava que era o Rodrigo e não sei como, com umas palavras simples que ele me disse na noite... fez o medo tomar conta do meu corpo inteiro, fechei os olhos pra que, se fosse ele, pensasse que eu tava dormindo. E foi o que aconteceu, ouvi os passos dele que pareciam vir na direção do meu quarto, mas me aliviei quando escutei a porta do banheiro abrir e fechar. Na hora pensei por que tinham entrado no banheiro que a gente usava pros quartos separados em vez de usar o banheiro particular da minha mãe, mas nem tentei me mexer da cama e fui fechando os olhos aos poucos até que os gemidos da minha mãe me acordaram de vez. Ela não tava gritando nem nada, mas dava pra ouvir ela reclamando igual no móvel, se ouvia Mmmmmm mmmmm mmmmm ayyy aghhh aghhh aghhhhh mmmmmmmm mmmmm ayyyyy. Mesmo com a curiosidade de ver minha mãe com o novo namorado dela me mantendo acordado, não consegui levantar da cama por um bom tempo por causa do medo que o Rodrigo me dava, mas uns sons tipo plap- plap- plap- plap- que ecoavam, pelo que eu achava, do banheiro, foram mais fortes que o medo que eu sentia e me fizeram levantar da cama com a intenção de espiar eles de novo. Só que quando eu tava abrindo a porta com todo cuidado pra ninguém ouvir que eu ia sair do quarto, foi aí que eu vi: minha mãe tava fodendo com o namorado dela no meio do corredor da casa, sem nenhum pudor. Minha mãe tava encostada na beirada da porta do banheiro, completamente pelada, molhada e com a bunda empinada pra trás, enquanto o Rodrigo metia nela, segurando ela pela cintura. Os peitos da minha mãe, mesmo sendo pequenos, eram meio caídos e com as estocadas balançavam pra cima e pra baixo. Eu não via o rosto dela porque ela tava com as mãos e a cara viradas pra parede, então só dava pra ver o cabelo molhado balançando sobre as orelhas e as costas descobertas. Minha mãe naquela posição não soltava gemidos que eu conseguisse ouvir, mas o bater do quadril do Rodrigo na bunda dela fazia um som forte, que era o plap- plap- plap- que me acordou. Eles ficaram assim, transando com pequenas Os tapas que o Rodrigo dava na cintura da minha mãe faziam ela gemer cada vez mais alto, até que de repente ele se afastou dela, mostrando pela primeira vez a rola dele. O Rodrigo era o pacote completo: tinha um corpo bonito, um rosto muito gato e a ferramenta dele não ficava atrás. Totalmente ereta, apontava pro céu com um tamanho nunca visto antes. O pau dele tinha um comprimento que dava pra dizer que passava dos 21 cm, um par de bolas que pendiam feito tomates, um púbis peludo bem cheio em cima do pau, e além do tamanho, também tinha uma grossura considerável que chamava muita atenção.
Depois de se separar, o Rodrigo virou o rosto da minha mãe na direção do quarto dela e falou: "Vamos pro teu quarto, é mais seguro." Minha mãe só concordou com a cabeça e foram juntos pro quarto dela. Eu consegui ver a bunda enorme da minha mãe, toda vermelha das investidas e dos tapas do Rodrigo, que contrastava com a bunda dele, que não era tão feia. Nessa hora, eles entraram no quarto dela e fecharam a porta. Na mesma hora, o que me deu foi que, por eles terem se trancado, eu não conseguia ver tudo o que queria, então me enfiei debaixo do edredom pra tentar dormir. Como da outra vez, a mesma coisa aconteceu: quando eu já tava quase dormindo, ouvi sons vindo do corredor, e era o Rodrigo vindo na direção do meu quarto. Quando ouvi, tentei fingir que tava dormindo, fechando os olhos com força, mas foi em vão. O Rodrigo entrou no meu quarto completamente pelado e com o pau todo duro. Ele parou do lado da minha cama e disse: "Não se faz de dormido. Eu sei que você tá acordado." Eu tentando manter os olhos fechados, acabei abrindo por causa do silêncio que tomou conta do quarto, achando que ele tinha ido embora, mas ele ainda tava ali. O Rodrigo estava todo suado, com o pau brilhando e ainda no ponto, bem perto de mim. Eu não podia acreditar que um animal daquele que o Rodrigo tinha entrava inteiro na buceta da minha mãe. Rodrigo: "Já abriu os olhos. os olhos. Me diz desde quando você nos espia
Eu; desde que você estava parado mexendo a mão da minha mãe que estava deitada. Não tive outra escolha a não ser mentir pro Rodrigo pra não ter problema nenhum comigo nem com a minha mãe, já que ela parece super feliz com o novo estilo de vida e namorado dela. Rodrigo, ao ouvir isso, só balançou a cabeça e disse:
Rodrigo: eu sei que você me viu com sua mãe desde que a gente tava deitado no sofá
Ao ouvir isso, senti um calor invadindo meu corpo todo e esquentando de nervoso com as palavras do Rodrigo.
Eu: sim, desculpa
Rodrigo: isso aqui é o que faz sua mãe feliz (apontando e segurando a própria pica) Não quero te ver espionando de novo, senão vai ter que lidar comigo, e vai se acostumando que de agora em diante vou visitar sua mãe mais vezes
Eu: tá bom, não vou fazer de novo
Rodrigo saiu do meu quarto segurando a pica ainda dura, sem ter perdido nada da rigidez, e fechou a porta rapidamente. Eu fiquei no quarto, mas dava pra ouvir as pernas da cama rangendo e os gemidos abafados da minha mãe, mais intensos. Tavam trepando de novo igual coelhos, mas agora no quarto da minha mãe. Já eu, acabei dormindo, não sei se por medo ou pela excitação de ouvir os gemidos da minha mãe enquanto dormia. Depois de umas horas, acordei com minha mãe me chamando pra tomar café. Enquanto me aproximava da sala de jantar, vi o Rodrigo sentado na mesa já comendo. Entrei de vez na sala e cumprimentei, desejando bom dia como sempre faço. Rodrigo virou pra me olhar e riu de um jeito safado. O que será que ele quer me dizer agora? Vai tirar sarro de mim por ter espionado eles ou vai me ameaçar de contar pra minha mãe?
1 comentários - Mi mama coge todos los días con su novio. Inicios