Depois de ver na praia de nudismo como a nudista Eva era desinibida e generosa com seu corpo para com os homens ao redor, aproveitando que eu trabalhava numa TV local e que os dois policiais da cidade queriam transar com ela de novo, me veio um plano para me beneficiar da ingênua Eva.
Na tarde em que os policiais a apresentaram para mim, ofereci que ela colaborasse de graça e de forma altruísta numa campanha para prevenir estupros e agressões sexuais contra mulheres na nossa cidade.
Marcamos numa cafeteria perto dos estúdios de TV. Eva usava uma blusa vermelha bem sexy que marcava espetacularmente seus peitos e uma calça social preta. Era a primeira vez que a via maquiada, com um batom vermelho intenso combinando com a blusa. Sua beleza natural incrível era realçada por seus lábios carnudos vermelhos. Não sei definir bem, mas Eva exalava sensualidade mesmo vestida.
Eu insistia que ela tinha que colaborar com aqueles anúncios.
- A verdade é que meu namorado, Rubén, sempre me diz que temos que devolver à sociedade parte do que ela nos deu. Que nós temos a sorte de ter nascido numa família que pôde pagar nossos estudos, nos alimentar e tudo mais, graças ao Estado de direitos sociais que temos.
- Claro que sim, é exatamente disso que se trata: fazer um vídeo para ajudar mulheres vítimas de agressão sexual.
Eva estava pensando, refletindo com a pontinha da língua entre os lábios. Aquela imagem era super erótica, eu estava a entrevista toda com o pau bem duro. Reconheço, desde que a vi pelada na praia, não parava de bater punheta pensando nela e imaginando como seria ter aqueles lábios em volta do meu pau.
Finalmente, Eva disse:
- Tá bom, eu faço. Vocês podem me passar o roteiro antes? Porque eu não tenho a menor ideia de como atuar, além do que a gente acabou de começar o semestre na faculdade e tenho muito pra estudar desde o início.
- Não se preocupa, não vai ter roteiro. Nós te explicamos antes da cena do que se trata e você só interpreta do jeito que sair naturalmente. Vamos simular ser agressores, te despir e...
- Vou ter que aparecer nua nos anúncios?
- Claro, gostosa, vão ser anúncios bem realistas. Mas você não se importa de ficar nua, porque é nudista, né?
- Não, não me importo, mas sério, nunca fiz nem teatro, não vou saber fazer.
- Não se preocupa com isso, acredita em mim. Te garanto que isso aqui você vai saber fazer muito bem.
Claro que não falei pra ela, mas pelo que eu tinha descoberto sobre a garota, sabia perfeitamente que ela finge de ingênua, mas também é uma putinha. Na hora, pensei: "Calma, princesa, o que você vai receber são pirocadas e leitadas, e isso você sabe fazer muito bem."
Ela ainda fazia questão de questionar aparecer nua numa TV local que poderia ser vista por milhares de pessoas. Eu, é claro, insistia que ela não devia ser uma nudista só... muito convencida, se é que ela tinha alguma restrição quanto a isso.
- Mas o importante é você não contar nada pro seu namorado – eu disse quando ela confirmou pela segunda vez que sim, que atuaria, mesmo que isso implicasse aparecer pelada.
- Mas por que, se eu quase não tenho segredos pro meu namorado? Ele sabe que sou nudista e leva com resignação que eu pratique na praia ou quando tô em casa com meus colegas de apartamento. Além disso, ele sempre me incentiva a fazer voluntariado pra ajudar os outros. Embora Eva tenha estremecido lembrando da última vez que fez voluntariado no acampamento com aqueles jovens que depois lhe trouxeram tantos problemas.
Eu sei, é pra você poder dar uma surpresa e mostrar pra ele quando tiver todos os programas editados e gravados. Com certeza ele vai ficar mais animado quando você disser que seguiu o conselho dele, que colaborou numa campanha pra evitar violações contra mulheres, e aí mostrar.
Embora naquela fase da vida Eva escondesse de Rubén que, como animadora, ela transava com todos os caras do time de basquete, com os chefes do namorado, com o Rafa... parece que ela tinha resistências em esconder isso dele. No final das contas, parece que ela não contou, ou se contou, o namorado era um verdadeiro corno manso consentido, porque Eva gravou vários anúncios. (Oi, sou o Rubén, tô inserindo no texto do Ramón um esclarecimento. Eu não sabia de nada, e quando falei pra minha namorada ajudar a sociedade, não era isso que vocês vão ler que fizeram com a minha pobre e ingênua namorada).
A primeira cena nós filmamos numa madrugada de setembro. Essa noite tava muito frio, o que não é comum nessa época.
Pedimos pra ela colocar uns salto alto, uma minissaia bem curta, um fio dental branco e algum top sem mangas e, claro, sem sutiã. Esses peitões tinham que estar livres.
Eram 5 da manhã, estávamos num ponto de ônibus nos arredores da cidade. Ela estava linda e a minissaia era bem curta, mas eu disse que a via muito comprida e que ela devia levantá-la um pouco mais.
- Eva, você está perfeita. Talvez a saia esteja longa demais, então é melhor você puxar um pouco, mesmo que fique meio amarrotada.
- Mas essa saia já é bem curtinha - protestou Eva - coloquei a mais curta que tenho, como você pediu.
- Olha, Eva, estamos numa gravação e aqui quem manda é o diretor, e eu sou o diretor. Seu papel é seguir clara e inequivocamente as instruções que eu der, não esqueça que já trabalhei muito nesses comerciais e tenho muito claro o que é melhor para que sejam impactantes para o público. Vamos fazer vários vídeos contra agressões sexuais e trabalharemos juntos por semanas, então é melhor que desde o início você tenha claro que aqui quem manda sou eu, e as atrizes - ou atores - o que fazem é obedecer.
- Desculpa, Ramón, já te disse que nunca tinha participado de uma gravação para TV.
- Pois então já sabe a primeira e mais importante regra: a norma é fazer o que o diretor manda e não questionar as ordens dadas.
- Desculpa, desculpa, não sabia, perdão, não vai acontecer de novo.
Eva estava espetacular naquela manhã fria, dava pra ver que estava com muito frio. Enquanto nós três que estávamos gravando e o policial gordo que nos acompanhava usávamos suéter e jaqueta, ela só usava um top preto bem justo. Como por minha indicação não usava sutiã e, sem dúvida pelo efeito do frio, naquele top preto se marcavam perfeitamente os dois mamilos. A minissaia era jeans e, claro, ela não usava meia-calça. Eva é uma mulher alta, de pernas longas, que com aqueles saltos de oito centímetros que usava a faziam se destacar ainda mais.
- Vou levantar um pouco, mas meu namorado, Rubén, sempre me diz pra não usar com calcinha fio-dental, porque é uma minissaia que logo sobe e acaba mostrando parte da minha bunda.
Mas dessa vez você colocou o fio-dental como eu disse, né?
- Sim, branco. Exatamente como você falou. Eu não tinha nenhum branco, então ontem fui com o Rubén comprar, ele que me deu de presente.
- E quando você experimentou, o que o Rubén disse? Ele gostou?
- Bom, ele ainda não me viu usando. Na loja não dá pra experimentar e eu estreiei hoje de manhã. Mas um dos meus colegas de apartamento me viu e disse que fico muito gostosa com ele.
- Bom, já que seu namorado te deu de presente e não viu, vamos ser nós também que vamos dar nossa opinião.
Os dois colegas que me ajudariam a gravar, o técnico de som e o câmera, com o velho policial local e eu estávamos formando um semicírculo com a Eva no meio.
- Levanta a saia e a gente já te diz se esse fio-dental serve pra gravação.
A Eva, sem hesitar, levantou a minissaia, deixando ela enrolada na cintura e mostrando pra gente aquele fio-dental certinho.
- Espero que sirvam, porque pra falar a verdade, o Rubén sempre gosta que sejam bem transparentes - e enquanto se virava pra mostrar a parte de trás - e que por trás sejam de fio-dental, com aquela tirinha pequena que entra entre as nádegas.
Lá estava aquela gostosa no meio da rua, e mesmo sendo verdade que nessa hora não passava ninguém, ela estava nos mostrando sem nenhum pudor aquele fio dental para nós quatro.
Espero que sirvam, porque a verdade é que o Rubén sempre gosta que sejam bem transparentes – e enquanto ela se virava para nos mostrar a parte de trás – e que por trás sejam de fio dental mesmo, com aquela tirinha que entra entre as nádegas.
Lá estava aquela gostosa no meio da rua, e mesmo sendo verdade que nessa hora não passava ninguém, ela estava nos mostrando sem nenhum pudor aquele fio dental para nós quatro.
Quase parecia impossível acreditar que tínhamos aquela linda loira, nos mostrando sem nenhum constrangimento sua bunda e sua buceta, que dava pra ver claramente com aquele fio dental tão transparente.
Levei alguns segundos para reagir diante de tamanha maravilha, eu tinha que dizer algo, não podíamos ficar só babando admirando aquele fio dental lindo que o namorado dela pagou, mas que nós quatro estávamos aproveitando.
– É um pouco transparente, mas vai ter que servir. Talvez seja bom um dia eu ir na sua casa e a gente revisar sua roupa íntima.
– Mas vamos grabar mais dias além de hoje? – perguntou a Eva.
– Claro, temos que gravar vários anúncios com situações diferentes. A campanha para prevenir violações contra mulheres tem vários comerciais.
Enquanto essa cena se desenrolava, como a Eva não baixava a saia, nossos olhos não paravam de se fixar no seu corpo lindo. Eu estava curtindo a cena, mas sem dúvida tanto o policial quanto eu já havíamos aproveitado a nudez da Eva, e mesmo eu tendo contado como conheci a Eva, a cara de surpresa dos meus colegas diante de uma mina que com toda a naturalidade se despedia no meio da rua na frente de desconhecidos, era uma obra de arte.
– Na verdade, por ser tão transparente, a cor vermelha tem pouca intensidade – disse o câmera – vou fazer alguns testes de close para ver como fica.
O espertinho do nosso câmera começou a fazer uns closes daquele fio dental. transparente, claro que nosso técnico de som também se agachou na frente do fio dental da Eva, embora eu não ache que aqueles lábios vaginais lindos que apareciam por causa da transparência do fio fossem falar. Não sei se o técnico de som fez isso para justificar estar a poucos centímetros da buceta da Eva, mas esticando a mão ele começou a reajustar o triângulo do fio dental. - aqui fica como uma ruga - e dizendo isso começou a mexer na parte da frente do fio dental e seus dedos roçavam a buceta da Eva.
Eu estava alucinando e, antes de começar, vi o técnico de somem acariciando ela. Estava claro que essa mina não se importava de ser tocada. Agora eu já tinha certeza de que a propaganda ia incluir muita pegação e que a gente ia se esbaldar tocando a Eva.
Com a Eva de minissaia levantada na cintura, ouvimos uma moto se aproximando, então ela baixou a mini rapidinho. A moto estacionou perto da gente. Era o policial novato, Berto, que eu tinha chamado pra gravar. Pra ser sincero, não tinha outro jeito, já que a atuação dos dois policiais foi fundamental pra convencer a Eva da necessidade de gravar esses vídeos pra prevenir agressões sexuais.
— Espero não estar muito atrasado — disse ele, tirando o capacete.
— Essa juventude sempre atrasada — comentou o policial mais velho. — Você não perdeu nada, só estávamos conferindo o guarda-roupa da moça e ela mostrou a calcinha que o namorado comprou ontem.
— Opaaa — respondeu o Berto.
— Pois é, e ainda por cima a gente foi dos primeiros a ver essa calcinha linda posta, já que nem o namorado que pagou por ela tinha visto.
O policial mais velho era meio sacana, destacando na frente da Eva que a gente tinha curtido algo que o namorado dela bancou e ainda nem tinha visto.
Como eu não queria que a Eva chegasse a essa conclusão, cortei rápido e expliquei que o Berto ia ser um dos atores da primeira cena da propaganda. Na cena, a Eva participaria como atriz principal, com atores depravados.
— ...E é isso que quero que vocês façam — falei, depois de dar as instruções pros atores.
— Mas vocês não acham que isso é explícito demais pra uma campanha pública de prevenção de abuso sexual contra mulheres? — disse a Eva, alarmada.
— Olha, Eva, a gente é profissional e sabe o que tá fazendo. Temos que causar impacto social pra acabar com essa praga dos machistas que se se aproveitam das mulheres.
Eu sei, vocês vão pensar que eu sou uma pessoa ruim porque, com a desculpa de defender as mulheres, eu tive a intenção de me aproveitar do corpaço da Eva... em minha defesa só posso dizer que a mina é muito gostosa e que desde o primeiro momento que a vi totalmente pelada, de pernas abertas, mostrando para dezenas de homens essa bucetinha deliciosa bem aberta (relato anterior) só pensei em fazer a loira receber minha porra em todos os seus buracos e várias vezes. Foi mal, sou humano.
Claro que se você não quiser colaborar com a rede de televisão e a Polícia Municipal para ajudar outras mulheres, a gente entende, sem dúvida essa sociedade cada dia está mais individualista.
Dava pra ver no rosto que a Eva estava se sentindo mal depois da bronca que eu e o policial gordo demos nela, por isso ela imediatamente disse:
- Não, não, eu quero sim ajudar as mulheres e é verdade que não entendo nada do mundo da televisão, mas talvez meu namorado não goste que eu apareça pelada na TV fazendo isso que vocês estão pedindo.
Dava pra perceber que a Eva não queria fazer e estava usando o namorado como desculpa. Eu tinha que convencê-la e pressioná-la de qualquer jeito, já que não podia deixar essa oportunidade passar.
- Calma, Eva, a gente é profissional, depois a gente brinca com as sombras e os diferentes ângulos, além do mais você é nudista. Desde quando você se importa de aparecer pelada?
- É, na verdade não é por aparecer pelada, é pela outra coisa que vocês me pediram pra fazer. Mas também não é a mesma coisa fazer nudismo numa praia, no mato ou em casa do que num programa que vai ser visto por milhares de pessoas.
- É aí que tá o bom: graças a esse programa você também vai poder fazer, em algum momento, divulgação do naturismo e do nudismo. Além disso, relaxa, a gente vai fazer e você vai ver que não é nada demais, principalmente pelo bem fantástico que você vai fazer a tantas mulheres dessa cidade. Você é incrível, você é maravilhosa, você é uma mulher comprometida com o feminismo. Sem dúvida você é o exemplo de mulher moderna e capaz. de remar sua própria canoa.
Como imaginava, Eva estava completamente molhada e começou a interpretar segundo minhas instruções sem nenhum problema.
- Bom, vamos começar a gravar. A cena começa com Eva fingindo estar bêbada e sozinha no ponto de ônibus. Berto e eu vamos fingir que também estamos voltando da festa e encontramos a bêbada.
Coloquei Eva sentada no ponto de ônibus fingindo estar dormindo, claro que a posicionei com as pernas abertas e a minissaia levantada, então a cena começou com uns closes da virilha de Eva e daquela calcinha fio dental linda que o namorado tinha comprado pra ela, que deixava quase perfeitamente visíveis os lábios da buceta dela.
O policial novato e eu começamos a atuar. Dei instruções pro câmera e pro sonoplasta.
- Do close na calcinha transparente da Eva, passamos pra um plano aberto onde nós dois nos aproximamos do ponto. Quando focar na gente, começamos o diálogo.
Berto, o policial novato, e eu nos aproximamos e começamos a atuar.
- Olha que gostosa dormindo ali.
- Caralho, com certeza saiu da balada toda bêbada e acabou dormindo no ponto de ônibus.
- Tem cara de putinha, tá mostrando toda a calcinha.
- Não deve ser tão putinha assim se nessa hora da madrugada ainda tá de calcinha, hehehehehehehehe.
- Mas tá mostrando a buceta toda!
Nesse momento, o câmera voltou a focar num close da buceta da Eva.
- Porra, no final você tá certo, essa mina tá procurando rola.
- Com certeza, olha como ela deixou a minissaia levantada.
Eva continuava fingindo estar dormindo.
A cena continuava. Segundo o roteiro, a gente tinha que abrir a calça e bater uma punheta enquanto apalpava ela, e ela tava tão bêbada que nem reagia.
Começamos a apalpar ela enquanto batíamos uma.
- Eu levanto a saia dela até a cintura e puxo a calcinha, e você abaixa o top pra poder ver esses peitões.
- Não só vamos ver elas, também vamos curtir. Mas ela nem tá de sutiã.
A cena era simples: a gente metia a mão nela, deixava todos os seus encantos à mostra sem tirar a roupa, e enquanto batíamos uma, gozávamos em cima dela. Inclusive, eu tinha pedido pra ela usar roupas escuras justamente pra destacar mais as nossas porradas nela. Eva só precisava fingir que tava dormindo enquanto recebia nossas gozadas. É, eu sei, sei o que vocês tão pensando — que trampo duro… mas lembrem que a gente trabalhava pra ajudar as mulheres e evitar que os homens se aproveitassem delas, hehehehe.
— Que bucetão que essa mina tem, caralho — disse Berto, enfiando dois dedos na xoxota.
— E olha só esses peitões que ela carrega, ainda por cima sem sutiã, a putinha safada. — Enquanto falava isso, agarrava com vontade o peito esquerdo dela.
Berto, o policial novato, já tinha tirado o pau pra fora da calça com uma mão e tava se masturbando, enquanto com a direita não parava de apalpar a Eva. Eu, claro, por exigência do roteiro, fiz o mesmo.
Segundo o roteiro, enquanto Berto e eu batíamos uma na frente da Eva, aparecia o policial mais velho, que também se juntava à festa de apalpadas e punheta.
Mas durante a gravação da cena, aconteceu algo inesperado. Dois operários de fábrica, com cara de imigrantes sul-americanos, se aproximaram do ponto — iam pegar o primeiro ônibus da manhã e deram de cara com as filmagens.
— Corta! — gritei, ainda com o pau na mão e a outra no peito direito da Eva.
A cara de surpresa dos dois trabalhadores que iam pegar o ônibus era impressionante. Eram dois colombianos que iam trabalhar numa fábrica do outro lado da cidade.
Enquanto eles contavam isso, Eva já tinha se levantado do ponto de ônibus e ouvia atentamente as explicações dos operários.
Nossa linda e desinibida Eva se levantou exatamente como estava — naquele momento, tanto o top quanto a minissaia… estavam arregaçados na cintura e a calcinha abaixada até a metade da coxa.
Os operários não paravam de olhar para a linda loira que, com toda a naturalidade, se exibia nua diante deles.
Imagino que não vão acreditar em mim e vão dizer que estou exagerando, porque o normal seria a Eva ter baixado a minissaia e levantado o top e o fio-dental. Nós três já havíamos enfiado nossos paus.
A verdade é que ela tentou, assim que os colombianos chegaram e ela se levantou, tentou puxar o fio-dental, mas meu câmera foi muito esperto e segurou a mão dela.
— Fica como está, nem pense em subir a calcinha nem a roupa.
— Olha, estamos no meio da rua, na frente de pessoas alheias à gravação, então vou me vestir. — O tom da Eva estava muito irritado com meu câmera, pois ela achou que o que ele queria era que ela se exibisse nua na frente de estranhos.
— Não pode se mexer porque, depois dessa interrupção, vamos continuar gravando e precisamos que a roupa fique na mesma posição.
— Ahhhh. Claro. Faz sentido, me perdoa, por favor, me perdoa, sou uma mal-pensada e não sei por que achei que suas intenções eram outras.
— Por favor, Eva, você me ofende, eu sou um câmera profissional e estou fazendo um trabalho voluntário para ajudar as mulheres contra agressões sexuais.
— Sinto muito mesmo — disse uma Eva muito envergonhada, que lamentava enormemente ter julgado mal o câmera.
— Não se preocupe, acho que com o passar dos dias eu supero. Bom, um abraço e assim esquecemos o assunto.
O rosto da Eva se transformou em alegria e imediatamente ela abriu os braços para receber o abraço. Lá estava ela, toda pelada, recebendo um abraço longo e afetuoso do câmera. Bem colados no corpo quase nu dela, com meu câmera vestido, que suavemente movia as mãos entre a bunda e as costas da Eva enquanto se fundiam naquele abraço. Os quadris dos dois se juntaram, de modo que o pacote do sortudo câmera roçava na Eva.
Que esperto, meu câmera conseguiu que continuássemos a aproveitar a linda... Eva tinha esfregado sua linguiça pelo corpo nu da garota e ainda por cima tinha acariciado aquele rabão dela. Todos observamos a cena com espanto, mas principalmente os dois operários colombianos.
Assim que informamos os dois sortudos trabalhadores sobre o que estávamos fazendo, mesmo que eles não conseguissem parar de olhar para a semi-nua Eva, eu comentei:
- Eva, essa é uma grande oportunidade, vamos incluir esses senhores fantásticos na cena.
- Mas vamos ter que repetir todas as cenas? - perguntou Eva.
Mal havíamos filmado alguns minutos, mas não podemos esquecer que ela estava pelada no meio da rua com o frio do amanhecer. Embora tivesse pintado os lábios de vermelho, já dava para notar que estavam roxos de frio.
Não, Eva. Continuamos com a filmagem de onde paramos: eu metendo a mão nos seus peitos e meus companheiros policiais acariciando seus lábios de lá de baixo, e aí esses colegas operários se aproximam, se juntam para meter a mão em você, se masturbar e gozar em cima de você. Vai ser uma cena muito impactante, cinco paus apontando para você e derramando no seu rosto e no seu corpo nu nosso machismo transformado em porra, que com certeza vai mexer com a consciência de muitos homens.
- Consciência e paus vai mexer mesmo - disse um dos colombianos - só temos que filmar logo porque o ônibus vai chegar daqui a pouco.
- Então mãos à obra, precisamos da cena dos cinco gozando na Eva.
E os cinco com o pau na mão, batendo uma, íamos percorrendo todo o corpo dela. A verdade é que devia estar frio, porque o que antes era uma teta de qualidade agora estava gelada, quase não dava vontade de tocar. Bom, não vou enganar vocês, tocar os peitos dela é uma delícia, mas estavam tão frios que logo desci para o seu coelhinho.
O problema era que não dava para tocar nem um pelo, já que pelo menos outros três tinham chegado antes.
Além disso, isso ia ser um problema, porque com tanta mão não dava para ver a buceta da Eva.
O primeiro a gozar fui eu, na real, tava com muita vontade mesmo. Depois foram os colombianos, e o que mais demorou foi o velho policial. Quando o Berto já tinha gozado, ele levou pelo menos mais três minutos.
Quando a Eva estava completamente coberta de porra das cinco gozadas que levou no rosto e nas tetas impressionantes dela - o "leitinho", como ela chamava - tinha manchado parte da roupa. Durante minha gozada, não tinha percebido a quantidade de sêmen que a gente tinha despejado na Eva. Algum de nós devia ter muito leite acumulado nos ovos, porque o estado da Eva tava meio lamentável. Claro que o cabelo dela tava todo melado, mas ela também tinha uns grumos de porra no bucetão lindo dela e nas tetas.
Claro, como a gente tinha combinado, meu companheiro de câmera e o técnico de som também tinham que se aproveitar da Eva. Então dei a próxima ordem de filmagem:
- Precisamos de mais porra no corpo da Eva. Então vocês dois sacam os pauzões e batem uma na frente dela.
Os dois técnicos seguiram minhas instruções na hora. Na real, eles já estavam com um tesão da porra, mas o técnico de som reclamou de uma coisa:
- Porra, ela tá toda leitada, as tetas e a buceta tão encharcadas de porra... a gente não vai poder tocar.
O maluco não tava errado. Ninguém ia querer pegar naquilo cheio de gozo fresco de macho. Então dei minha última ordem como diretor:
- Eva, agarra eles e ajuda a gozar logo pra gente terminar essa gravação.
- Sim, boa ideia, vou masturbar eles, senhor diretor. Assim a gente acaba mais rápido, porque tô morrendo de frio. Muito obrigada.
A Eva agarrou os dois paus e começou a masturbar eles bem rápido.
- Ahhhh - gritou meu câmera - suas mãos tão geladas!
- Desculpa, é que tá muito frio.
Imediatamente, a Eva soltou os dois paus e fez uma coisa muito estranha. Juntou os dedos e enfiou todos os dedos na xota, e com a outra mão - embora com mais dificuldade - tentou... meter no cu deles.
Todos nós ficamos alucinados, não entendíamos a imagem da Eva de joelhos, cheia de porra, com o top e a saia na cintura e com os dedos enfiados nos dois buracos de baixo. Mas a surpresa total veio quando ela abriu a boca na frente do pau da câmera e começou a chupar. Ela estava comendo o pau enquanto parecia que estava se masturbando. O técnico de som também quis a mesma atenção que o colega estava recebendo, então a Eva lambia por uns 10-15 segundos e passava de um cacete para o outro.
Ela ficou uns dois minutos praticando o boquete enquanto os dedos continuavam enfiados nela, mas as mãos estavam paradas e não se mexiam, na verdade era uma masturbação bem estática. Mas logo descobrimos que ela não estava se masturbando, e sim que o gesto era uma atenção para meus colegas de filmagem.
Eva tirou as mãos da sua buceta e do seu cu, claro que parou de chupar rola e disse.
- Agora acho que vão estar mais quentinhas - Disse Eva.
E dizendo isso, pegou de novo nos instrumentos do meu companheiro e continuou a masturbá-los com frenesi.
Acho que falo por todos e acho que estávamos em estado de choque, ela tinha enfiado os dedos para esquentá-los e a punheta fosse mais gostosa para os caras!
Isso superou todas as minhas expectativas sobre a puta que tínhamos na nossa frente.
Os próximos anúncios tinham que ser muito mais brutais e, claro, não íamos nos contentar com umas punhetinhas.
Eram cinco e quarenta e cinco da manhã e o serviço de ônibus tinha começado. Eva continuava com a masturbação.
O ônibus que pegou os dois operários foi uma oportunidade e uma sorte. Quando o motorista chegou, se deparou com uma cena impressionante. Uma gostosa loirona com a xota e os peitos à mostra, com o top e a saia na cintura e coberta do nosso líquido branco. No momento em que o ônibus chegou, Eva recebia a sétima gozada que, por exigência do roteiro, tinha que ser no bumbum peludinho e loiro dela, embora quase tudo tivesse acabado na região do umbigo.
A última cena era ela continuando dormindo no ponto de ônibus, com a roupa cheia de porra e na cintura. Eva fingia acordar, olhava surpresa ao se ver pelada no ponto de ônibus. Levava as mãos entre as pernas e nos peitos e olhava com cara de estranheza para os dedos cheios de sêmen. Assim terminava o anúncio, ao qual depois acrescentaríamos algumas frases contra a violência sexual.
O motorista do ônibus não parava de olhar alucinado para a linda loira enquanto os dois operários subiam no ônibus.
Não passaram mais de três minutos quando o mesmo ônibus voltou. Eva estava se limpando com guardanapos de papel como podia e mal prestou atenção na volta do ônibus. Eu é que estava um pouco intrigado, então me aproximei. Falar com o motorista, que não tirava os olhos de Eva, já que naquele momento ainda nua, ela tentava tirar a porra dos peitos.
O motorista me disse:
- Me contaram esses dois - disse apontando para os dois operários que tinham gozado em cima da Eva - que a mina é uma promíscua de primeira. A verdade é que dá pra ver, ainda tá toda pelada... ufff, agora eu limpava bem esse par de tetões com a língua.
Me virei para Eva e pude comprovar que ela continuava nua e, enquanto com uma mão segurava o peito direito, com a ajuda de um lenço na outra mão, tentava limpá-lo. Apesar de já estar limpando há alguns minutos, a quantidade de sêmen ainda era muita.
Confesso que me deu um pouco de nojo imaginar um homem chupando esses peitões cheios de porra, mas sem dúvida tem gente pra tudo.
O motorista me fez uma proposta que seria muito interessante e que, sem dúvida, vou contar pra vocês, se tiverem interesse e me pedirem, nos próximos relatos.
Eram seis e dez da manhã quando Eva terminou de limpar parte do sêmen com lenços de papel.
- Tô doida pra chegar em casa e poder tomar um banho, acho que com os lenços espalhei mais a porra do que limpei, me sinto meio grudenta.
- Calma, Eva, já quase terminamos de arrumar e logo te levamos pra casa.
- Quem guardou minha calcinha?
Nenhum dos cinco a tinha.
- Suponho que algum dos operários tenha levado. - disse o policial velho.
- É lógico, era a primeira gravação dela, iam querer uma lembrança - disse o câmera.
- Mas o Rubén vai me matar! Era uma calcinha caríssima que ele tinha escolhido pra mim e ainda nem me viu com ela. Ele vai querer ver e vou ter que dizer que perdi, ele vai ficar puto da vida porque era uma calcinha muito cara.
É claro que a calcinha estava no meu bolso, posso dizer que, durante o tempo que pude aproveitar o corpo da Eva, foram três calcinhas que acabaram no meu bolso como lembrança.
É claro também não levei a Eva para casa, achei mais divertido levá-la direto para a universidade, sem dizer nada.
- Mas estamos indo para a Universidade e eu quero ir para casa, preciso tomar banho e trocar de roupa. Estou com essa minissaia muito curta, sem calcinha, e tenho que ficar várias horas na universidade. Sem falar desse top preto que está todo manchado de porra.
- Desculpa, Eva, mas atrasamos nas gravações e nós temos que ir para a televisão sem falta, te deixo na universidade.
- Mas eu preciso passar em casa, não estou com dinheiro nem com o bilhete de ônibus.
Eva protestou, mas eu me mantive firme. Parei na porta da sua universidade e disse para ela descer. Poderia ter deixado dinheiro para o ônibus, poderia tê-la levado para casa, mas por alguma razão me excitava que Eva ficasse horas naquela situação na universidade.
- Por favor, Eva, desce do carro agora.
Ela desceu e eu fiquei alguns segundos admirando como ela se aproximava da porta da universidade, enquanto eu baixava os vidros para ventilar o cheiro de sêmen que Eva tinha deixado no carro.
Lá ia ela, andando decidida com aqueles saltos altos, minissaia e top, sem uma única peça de roupa íntima e com os restos das sete gozadas que tínhamos lançado sobre ela.
Continua...
Na tarde em que os policiais a apresentaram para mim, ofereci que ela colaborasse de graça e de forma altruísta numa campanha para prevenir estupros e agressões sexuais contra mulheres na nossa cidade.
Marcamos numa cafeteria perto dos estúdios de TV. Eva usava uma blusa vermelha bem sexy que marcava espetacularmente seus peitos e uma calça social preta. Era a primeira vez que a via maquiada, com um batom vermelho intenso combinando com a blusa. Sua beleza natural incrível era realçada por seus lábios carnudos vermelhos. Não sei definir bem, mas Eva exalava sensualidade mesmo vestida.
Eu insistia que ela tinha que colaborar com aqueles anúncios.- A verdade é que meu namorado, Rubén, sempre me diz que temos que devolver à sociedade parte do que ela nos deu. Que nós temos a sorte de ter nascido numa família que pôde pagar nossos estudos, nos alimentar e tudo mais, graças ao Estado de direitos sociais que temos.
- Claro que sim, é exatamente disso que se trata: fazer um vídeo para ajudar mulheres vítimas de agressão sexual.
Eva estava pensando, refletindo com a pontinha da língua entre os lábios. Aquela imagem era super erótica, eu estava a entrevista toda com o pau bem duro. Reconheço, desde que a vi pelada na praia, não parava de bater punheta pensando nela e imaginando como seria ter aqueles lábios em volta do meu pau.
Finalmente, Eva disse:
- Tá bom, eu faço. Vocês podem me passar o roteiro antes? Porque eu não tenho a menor ideia de como atuar, além do que a gente acabou de começar o semestre na faculdade e tenho muito pra estudar desde o início.
- Não se preocupa, não vai ter roteiro. Nós te explicamos antes da cena do que se trata e você só interpreta do jeito que sair naturalmente. Vamos simular ser agressores, te despir e...
- Vou ter que aparecer nua nos anúncios?
- Claro, gostosa, vão ser anúncios bem realistas. Mas você não se importa de ficar nua, porque é nudista, né?
- Não, não me importo, mas sério, nunca fiz nem teatro, não vou saber fazer.
- Não se preocupa com isso, acredita em mim. Te garanto que isso aqui você vai saber fazer muito bem.
Claro que não falei pra ela, mas pelo que eu tinha descoberto sobre a garota, sabia perfeitamente que ela finge de ingênua, mas também é uma putinha. Na hora, pensei: "Calma, princesa, o que você vai receber são pirocadas e leitadas, e isso você sabe fazer muito bem."
Ela ainda fazia questão de questionar aparecer nua numa TV local que poderia ser vista por milhares de pessoas. Eu, é claro, insistia que ela não devia ser uma nudista só... muito convencida, se é que ela tinha alguma restrição quanto a isso.
- Mas o importante é você não contar nada pro seu namorado – eu disse quando ela confirmou pela segunda vez que sim, que atuaria, mesmo que isso implicasse aparecer pelada.
- Mas por que, se eu quase não tenho segredos pro meu namorado? Ele sabe que sou nudista e leva com resignação que eu pratique na praia ou quando tô em casa com meus colegas de apartamento. Além disso, ele sempre me incentiva a fazer voluntariado pra ajudar os outros. Embora Eva tenha estremecido lembrando da última vez que fez voluntariado no acampamento com aqueles jovens que depois lhe trouxeram tantos problemas.
Eu sei, é pra você poder dar uma surpresa e mostrar pra ele quando tiver todos os programas editados e gravados. Com certeza ele vai ficar mais animado quando você disser que seguiu o conselho dele, que colaborou numa campanha pra evitar violações contra mulheres, e aí mostrar.
Embora naquela fase da vida Eva escondesse de Rubén que, como animadora, ela transava com todos os caras do time de basquete, com os chefes do namorado, com o Rafa... parece que ela tinha resistências em esconder isso dele. No final das contas, parece que ela não contou, ou se contou, o namorado era um verdadeiro corno manso consentido, porque Eva gravou vários anúncios. (Oi, sou o Rubén, tô inserindo no texto do Ramón um esclarecimento. Eu não sabia de nada, e quando falei pra minha namorada ajudar a sociedade, não era isso que vocês vão ler que fizeram com a minha pobre e ingênua namorada).
A primeira cena nós filmamos numa madrugada de setembro. Essa noite tava muito frio, o que não é comum nessa época.
Pedimos pra ela colocar uns salto alto, uma minissaia bem curta, um fio dental branco e algum top sem mangas e, claro, sem sutiã. Esses peitões tinham que estar livres.
Eram 5 da manhã, estávamos num ponto de ônibus nos arredores da cidade. Ela estava linda e a minissaia era bem curta, mas eu disse que a via muito comprida e que ela devia levantá-la um pouco mais.- Eva, você está perfeita. Talvez a saia esteja longa demais, então é melhor você puxar um pouco, mesmo que fique meio amarrotada.
- Mas essa saia já é bem curtinha - protestou Eva - coloquei a mais curta que tenho, como você pediu.
- Olha, Eva, estamos numa gravação e aqui quem manda é o diretor, e eu sou o diretor. Seu papel é seguir clara e inequivocamente as instruções que eu der, não esqueça que já trabalhei muito nesses comerciais e tenho muito claro o que é melhor para que sejam impactantes para o público. Vamos fazer vários vídeos contra agressões sexuais e trabalharemos juntos por semanas, então é melhor que desde o início você tenha claro que aqui quem manda sou eu, e as atrizes - ou atores - o que fazem é obedecer.
- Desculpa, Ramón, já te disse que nunca tinha participado de uma gravação para TV.
- Pois então já sabe a primeira e mais importante regra: a norma é fazer o que o diretor manda e não questionar as ordens dadas.
- Desculpa, desculpa, não sabia, perdão, não vai acontecer de novo.
Eva estava espetacular naquela manhã fria, dava pra ver que estava com muito frio. Enquanto nós três que estávamos gravando e o policial gordo que nos acompanhava usávamos suéter e jaqueta, ela só usava um top preto bem justo. Como por minha indicação não usava sutiã e, sem dúvida pelo efeito do frio, naquele top preto se marcavam perfeitamente os dois mamilos. A minissaia era jeans e, claro, ela não usava meia-calça. Eva é uma mulher alta, de pernas longas, que com aqueles saltos de oito centímetros que usava a faziam se destacar ainda mais.
- Vou levantar um pouco, mas meu namorado, Rubén, sempre me diz pra não usar com calcinha fio-dental, porque é uma minissaia que logo sobe e acaba mostrando parte da minha bunda.

Mas dessa vez você colocou o fio-dental como eu disse, né?
- Sim, branco. Exatamente como você falou. Eu não tinha nenhum branco, então ontem fui com o Rubén comprar, ele que me deu de presente.- E quando você experimentou, o que o Rubén disse? Ele gostou?
- Bom, ele ainda não me viu usando. Na loja não dá pra experimentar e eu estreiei hoje de manhã. Mas um dos meus colegas de apartamento me viu e disse que fico muito gostosa com ele.
- Bom, já que seu namorado te deu de presente e não viu, vamos ser nós também que vamos dar nossa opinião.
Os dois colegas que me ajudariam a gravar, o técnico de som e o câmera, com o velho policial local e eu estávamos formando um semicírculo com a Eva no meio.
- Levanta a saia e a gente já te diz se esse fio-dental serve pra gravação.
A Eva, sem hesitar, levantou a minissaia, deixando ela enrolada na cintura e mostrando pra gente aquele fio-dental certinho.
- Espero que sirvam, porque pra falar a verdade, o Rubén sempre gosta que sejam bem transparentes - e enquanto se virava pra mostrar a parte de trás - e que por trás sejam de fio-dental, com aquela tirinha pequena que entra entre as nádegas.
Lá estava aquela gostosa no meio da rua, e mesmo sendo verdade que nessa hora não passava ninguém, ela estava nos mostrando sem nenhum pudor aquele fio dental para nós quatro.Espero que sirvam, porque a verdade é que o Rubén sempre gosta que sejam bem transparentes – e enquanto ela se virava para nos mostrar a parte de trás – e que por trás sejam de fio dental mesmo, com aquela tirinha que entra entre as nádegas.
Lá estava aquela gostosa no meio da rua, e mesmo sendo verdade que nessa hora não passava ninguém, ela estava nos mostrando sem nenhum pudor aquele fio dental para nós quatro.
Quase parecia impossível acreditar que tínhamos aquela linda loira, nos mostrando sem nenhum constrangimento sua bunda e sua buceta, que dava pra ver claramente com aquele fio dental tão transparente.
Levei alguns segundos para reagir diante de tamanha maravilha, eu tinha que dizer algo, não podíamos ficar só babando admirando aquele fio dental lindo que o namorado dela pagou, mas que nós quatro estávamos aproveitando.
– É um pouco transparente, mas vai ter que servir. Talvez seja bom um dia eu ir na sua casa e a gente revisar sua roupa íntima.
– Mas vamos grabar mais dias além de hoje? – perguntou a Eva.
– Claro, temos que gravar vários anúncios com situações diferentes. A campanha para prevenir violações contra mulheres tem vários comerciais.
Enquanto essa cena se desenrolava, como a Eva não baixava a saia, nossos olhos não paravam de se fixar no seu corpo lindo. Eu estava curtindo a cena, mas sem dúvida tanto o policial quanto eu já havíamos aproveitado a nudez da Eva, e mesmo eu tendo contado como conheci a Eva, a cara de surpresa dos meus colegas diante de uma mina que com toda a naturalidade se despedia no meio da rua na frente de desconhecidos, era uma obra de arte.
– Na verdade, por ser tão transparente, a cor vermelha tem pouca intensidade – disse o câmera – vou fazer alguns testes de close para ver como fica.
O espertinho do nosso câmera começou a fazer uns closes daquele fio dental. transparente, claro que nosso técnico de som também se agachou na frente do fio dental da Eva, embora eu não ache que aqueles lábios vaginais lindos que apareciam por causa da transparência do fio fossem falar. Não sei se o técnico de som fez isso para justificar estar a poucos centímetros da buceta da Eva, mas esticando a mão ele começou a reajustar o triângulo do fio dental. - aqui fica como uma ruga - e dizendo isso começou a mexer na parte da frente do fio dental e seus dedos roçavam a buceta da Eva.
Eu estava alucinando e, antes de começar, vi o técnico de somem acariciando ela. Estava claro que essa mina não se importava de ser tocada. Agora eu já tinha certeza de que a propaganda ia incluir muita pegação e que a gente ia se esbaldar tocando a Eva.Com a Eva de minissaia levantada na cintura, ouvimos uma moto se aproximando, então ela baixou a mini rapidinho. A moto estacionou perto da gente. Era o policial novato, Berto, que eu tinha chamado pra gravar. Pra ser sincero, não tinha outro jeito, já que a atuação dos dois policiais foi fundamental pra convencer a Eva da necessidade de gravar esses vídeos pra prevenir agressões sexuais.
— Espero não estar muito atrasado — disse ele, tirando o capacete.
— Essa juventude sempre atrasada — comentou o policial mais velho. — Você não perdeu nada, só estávamos conferindo o guarda-roupa da moça e ela mostrou a calcinha que o namorado comprou ontem.
— Opaaa — respondeu o Berto.
— Pois é, e ainda por cima a gente foi dos primeiros a ver essa calcinha linda posta, já que nem o namorado que pagou por ela tinha visto.
O policial mais velho era meio sacana, destacando na frente da Eva que a gente tinha curtido algo que o namorado dela bancou e ainda nem tinha visto.
Como eu não queria que a Eva chegasse a essa conclusão, cortei rápido e expliquei que o Berto ia ser um dos atores da primeira cena da propaganda. Na cena, a Eva participaria como atriz principal, com atores depravados.
— ...E é isso que quero que vocês façam — falei, depois de dar as instruções pros atores.
— Mas vocês não acham que isso é explícito demais pra uma campanha pública de prevenção de abuso sexual contra mulheres? — disse a Eva, alarmada.
— Olha, Eva, a gente é profissional e sabe o que tá fazendo. Temos que causar impacto social pra acabar com essa praga dos machistas que se se aproveitam das mulheres.
Eu sei, vocês vão pensar que eu sou uma pessoa ruim porque, com a desculpa de defender as mulheres, eu tive a intenção de me aproveitar do corpaço da Eva... em minha defesa só posso dizer que a mina é muito gostosa e que desde o primeiro momento que a vi totalmente pelada, de pernas abertas, mostrando para dezenas de homens essa bucetinha deliciosa bem aberta (relato anterior) só pensei em fazer a loira receber minha porra em todos os seus buracos e várias vezes. Foi mal, sou humano.
Claro que se você não quiser colaborar com a rede de televisão e a Polícia Municipal para ajudar outras mulheres, a gente entende, sem dúvida essa sociedade cada dia está mais individualista.
Dava pra ver no rosto que a Eva estava se sentindo mal depois da bronca que eu e o policial gordo demos nela, por isso ela imediatamente disse:
- Não, não, eu quero sim ajudar as mulheres e é verdade que não entendo nada do mundo da televisão, mas talvez meu namorado não goste que eu apareça pelada na TV fazendo isso que vocês estão pedindo.
Dava pra perceber que a Eva não queria fazer e estava usando o namorado como desculpa. Eu tinha que convencê-la e pressioná-la de qualquer jeito, já que não podia deixar essa oportunidade passar.
- Calma, Eva, a gente é profissional, depois a gente brinca com as sombras e os diferentes ângulos, além do mais você é nudista. Desde quando você se importa de aparecer pelada?
- É, na verdade não é por aparecer pelada, é pela outra coisa que vocês me pediram pra fazer. Mas também não é a mesma coisa fazer nudismo numa praia, no mato ou em casa do que num programa que vai ser visto por milhares de pessoas.
- É aí que tá o bom: graças a esse programa você também vai poder fazer, em algum momento, divulgação do naturismo e do nudismo. Além disso, relaxa, a gente vai fazer e você vai ver que não é nada demais, principalmente pelo bem fantástico que você vai fazer a tantas mulheres dessa cidade. Você é incrível, você é maravilhosa, você é uma mulher comprometida com o feminismo. Sem dúvida você é o exemplo de mulher moderna e capaz. de remar sua própria canoa.
Como imaginava, Eva estava completamente molhada e começou a interpretar segundo minhas instruções sem nenhum problema.
- Bom, vamos começar a gravar. A cena começa com Eva fingindo estar bêbada e sozinha no ponto de ônibus. Berto e eu vamos fingir que também estamos voltando da festa e encontramos a bêbada.
Coloquei Eva sentada no ponto de ônibus fingindo estar dormindo, claro que a posicionei com as pernas abertas e a minissaia levantada, então a cena começou com uns closes da virilha de Eva e daquela calcinha fio dental linda que o namorado tinha comprado pra ela, que deixava quase perfeitamente visíveis os lábios da buceta dela.
O policial novato e eu começamos a atuar. Dei instruções pro câmera e pro sonoplasta.
- Do close na calcinha transparente da Eva, passamos pra um plano aberto onde nós dois nos aproximamos do ponto. Quando focar na gente, começamos o diálogo.
Berto, o policial novato, e eu nos aproximamos e começamos a atuar.
- Olha que gostosa dormindo ali.
- Caralho, com certeza saiu da balada toda bêbada e acabou dormindo no ponto de ônibus.
- Tem cara de putinha, tá mostrando toda a calcinha.
- Não deve ser tão putinha assim se nessa hora da madrugada ainda tá de calcinha, hehehehehehehehe.
- Mas tá mostrando a buceta toda!
Nesse momento, o câmera voltou a focar num close da buceta da Eva.
- Porra, no final você tá certo, essa mina tá procurando rola.
- Com certeza, olha como ela deixou a minissaia levantada.
Eva continuava fingindo estar dormindo.
A cena continuava. Segundo o roteiro, a gente tinha que abrir a calça e bater uma punheta enquanto apalpava ela, e ela tava tão bêbada que nem reagia.
Começamos a apalpar ela enquanto batíamos uma.
- Eu levanto a saia dela até a cintura e puxo a calcinha, e você abaixa o top pra poder ver esses peitões.
- Não só vamos ver elas, também vamos curtir. Mas ela nem tá de sutiã.
A cena era simples: a gente metia a mão nela, deixava todos os seus encantos à mostra sem tirar a roupa, e enquanto batíamos uma, gozávamos em cima dela. Inclusive, eu tinha pedido pra ela usar roupas escuras justamente pra destacar mais as nossas porradas nela. Eva só precisava fingir que tava dormindo enquanto recebia nossas gozadas. É, eu sei, sei o que vocês tão pensando — que trampo duro… mas lembrem que a gente trabalhava pra ajudar as mulheres e evitar que os homens se aproveitassem delas, hehehehe.
— Que bucetão que essa mina tem, caralho — disse Berto, enfiando dois dedos na xoxota.
— E olha só esses peitões que ela carrega, ainda por cima sem sutiã, a putinha safada. — Enquanto falava isso, agarrava com vontade o peito esquerdo dela.
Berto, o policial novato, já tinha tirado o pau pra fora da calça com uma mão e tava se masturbando, enquanto com a direita não parava de apalpar a Eva. Eu, claro, por exigência do roteiro, fiz o mesmo.
Segundo o roteiro, enquanto Berto e eu batíamos uma na frente da Eva, aparecia o policial mais velho, que também se juntava à festa de apalpadas e punheta.
Mas durante a gravação da cena, aconteceu algo inesperado. Dois operários de fábrica, com cara de imigrantes sul-americanos, se aproximaram do ponto — iam pegar o primeiro ônibus da manhã e deram de cara com as filmagens.
— Corta! — gritei, ainda com o pau na mão e a outra no peito direito da Eva.
A cara de surpresa dos dois trabalhadores que iam pegar o ônibus era impressionante. Eram dois colombianos que iam trabalhar numa fábrica do outro lado da cidade.
Enquanto eles contavam isso, Eva já tinha se levantado do ponto de ônibus e ouvia atentamente as explicações dos operários.
Nossa linda e desinibida Eva se levantou exatamente como estava — naquele momento, tanto o top quanto a minissaia… estavam arregaçados na cintura e a calcinha abaixada até a metade da coxa.
Os operários não paravam de olhar para a linda loira que, com toda a naturalidade, se exibia nua diante deles.
Imagino que não vão acreditar em mim e vão dizer que estou exagerando, porque o normal seria a Eva ter baixado a minissaia e levantado o top e o fio-dental. Nós três já havíamos enfiado nossos paus.
A verdade é que ela tentou, assim que os colombianos chegaram e ela se levantou, tentou puxar o fio-dental, mas meu câmera foi muito esperto e segurou a mão dela.
— Fica como está, nem pense em subir a calcinha nem a roupa.
— Olha, estamos no meio da rua, na frente de pessoas alheias à gravação, então vou me vestir. — O tom da Eva estava muito irritado com meu câmera, pois ela achou que o que ele queria era que ela se exibisse nua na frente de estranhos.
— Não pode se mexer porque, depois dessa interrupção, vamos continuar gravando e precisamos que a roupa fique na mesma posição.
— Ahhhh. Claro. Faz sentido, me perdoa, por favor, me perdoa, sou uma mal-pensada e não sei por que achei que suas intenções eram outras.
— Por favor, Eva, você me ofende, eu sou um câmera profissional e estou fazendo um trabalho voluntário para ajudar as mulheres contra agressões sexuais.
— Sinto muito mesmo — disse uma Eva muito envergonhada, que lamentava enormemente ter julgado mal o câmera.
— Não se preocupe, acho que com o passar dos dias eu supero. Bom, um abraço e assim esquecemos o assunto.
O rosto da Eva se transformou em alegria e imediatamente ela abriu os braços para receber o abraço. Lá estava ela, toda pelada, recebendo um abraço longo e afetuoso do câmera. Bem colados no corpo quase nu dela, com meu câmera vestido, que suavemente movia as mãos entre a bunda e as costas da Eva enquanto se fundiam naquele abraço. Os quadris dos dois se juntaram, de modo que o pacote do sortudo câmera roçava na Eva.
Que esperto, meu câmera conseguiu que continuássemos a aproveitar a linda... Eva tinha esfregado sua linguiça pelo corpo nu da garota e ainda por cima tinha acariciado aquele rabão dela. Todos observamos a cena com espanto, mas principalmente os dois operários colombianos.
Assim que informamos os dois sortudos trabalhadores sobre o que estávamos fazendo, mesmo que eles não conseguissem parar de olhar para a semi-nua Eva, eu comentei:
- Eva, essa é uma grande oportunidade, vamos incluir esses senhores fantásticos na cena.
- Mas vamos ter que repetir todas as cenas? - perguntou Eva.
Mal havíamos filmado alguns minutos, mas não podemos esquecer que ela estava pelada no meio da rua com o frio do amanhecer. Embora tivesse pintado os lábios de vermelho, já dava para notar que estavam roxos de frio.
Não, Eva. Continuamos com a filmagem de onde paramos: eu metendo a mão nos seus peitos e meus companheiros policiais acariciando seus lábios de lá de baixo, e aí esses colegas operários se aproximam, se juntam para meter a mão em você, se masturbar e gozar em cima de você. Vai ser uma cena muito impactante, cinco paus apontando para você e derramando no seu rosto e no seu corpo nu nosso machismo transformado em porra, que com certeza vai mexer com a consciência de muitos homens.
- Consciência e paus vai mexer mesmo - disse um dos colombianos - só temos que filmar logo porque o ônibus vai chegar daqui a pouco.
- Então mãos à obra, precisamos da cena dos cinco gozando na Eva.
E os cinco com o pau na mão, batendo uma, íamos percorrendo todo o corpo dela. A verdade é que devia estar frio, porque o que antes era uma teta de qualidade agora estava gelada, quase não dava vontade de tocar. Bom, não vou enganar vocês, tocar os peitos dela é uma delícia, mas estavam tão frios que logo desci para o seu coelhinho.
O problema era que não dava para tocar nem um pelo, já que pelo menos outros três tinham chegado antes.
Além disso, isso ia ser um problema, porque com tanta mão não dava para ver a buceta da Eva.
O primeiro a gozar fui eu, na real, tava com muita vontade mesmo. Depois foram os colombianos, e o que mais demorou foi o velho policial. Quando o Berto já tinha gozado, ele levou pelo menos mais três minutos.Quando a Eva estava completamente coberta de porra das cinco gozadas que levou no rosto e nas tetas impressionantes dela - o "leitinho", como ela chamava - tinha manchado parte da roupa. Durante minha gozada, não tinha percebido a quantidade de sêmen que a gente tinha despejado na Eva. Algum de nós devia ter muito leite acumulado nos ovos, porque o estado da Eva tava meio lamentável. Claro que o cabelo dela tava todo melado, mas ela também tinha uns grumos de porra no bucetão lindo dela e nas tetas.
Claro, como a gente tinha combinado, meu companheiro de câmera e o técnico de som também tinham que se aproveitar da Eva. Então dei a próxima ordem de filmagem:
- Precisamos de mais porra no corpo da Eva. Então vocês dois sacam os pauzões e batem uma na frente dela.
Os dois técnicos seguiram minhas instruções na hora. Na real, eles já estavam com um tesão da porra, mas o técnico de som reclamou de uma coisa:
- Porra, ela tá toda leitada, as tetas e a buceta tão encharcadas de porra... a gente não vai poder tocar.
O maluco não tava errado. Ninguém ia querer pegar naquilo cheio de gozo fresco de macho. Então dei minha última ordem como diretor:
- Eva, agarra eles e ajuda a gozar logo pra gente terminar essa gravação.
- Sim, boa ideia, vou masturbar eles, senhor diretor. Assim a gente acaba mais rápido, porque tô morrendo de frio. Muito obrigada.
A Eva agarrou os dois paus e começou a masturbar eles bem rápido.
- Ahhhh - gritou meu câmera - suas mãos tão geladas!
- Desculpa, é que tá muito frio.
Imediatamente, a Eva soltou os dois paus e fez uma coisa muito estranha. Juntou os dedos e enfiou todos os dedos na xota, e com a outra mão - embora com mais dificuldade - tentou... meter no cu deles.
Todos nós ficamos alucinados, não entendíamos a imagem da Eva de joelhos, cheia de porra, com o top e a saia na cintura e com os dedos enfiados nos dois buracos de baixo. Mas a surpresa total veio quando ela abriu a boca na frente do pau da câmera e começou a chupar. Ela estava comendo o pau enquanto parecia que estava se masturbando. O técnico de som também quis a mesma atenção que o colega estava recebendo, então a Eva lambia por uns 10-15 segundos e passava de um cacete para o outro.
Ela ficou uns dois minutos praticando o boquete enquanto os dedos continuavam enfiados nela, mas as mãos estavam paradas e não se mexiam, na verdade era uma masturbação bem estática. Mas logo descobrimos que ela não estava se masturbando, e sim que o gesto era uma atenção para meus colegas de filmagem.
Eva tirou as mãos da sua buceta e do seu cu, claro que parou de chupar rola e disse. - Agora acho que vão estar mais quentinhas - Disse Eva.
E dizendo isso, pegou de novo nos instrumentos do meu companheiro e continuou a masturbá-los com frenesi.
Acho que falo por todos e acho que estávamos em estado de choque, ela tinha enfiado os dedos para esquentá-los e a punheta fosse mais gostosa para os caras!
Isso superou todas as minhas expectativas sobre a puta que tínhamos na nossa frente.
Os próximos anúncios tinham que ser muito mais brutais e, claro, não íamos nos contentar com umas punhetinhas.
Eram cinco e quarenta e cinco da manhã e o serviço de ônibus tinha começado. Eva continuava com a masturbação.
O ônibus que pegou os dois operários foi uma oportunidade e uma sorte. Quando o motorista chegou, se deparou com uma cena impressionante. Uma gostosa loirona com a xota e os peitos à mostra, com o top e a saia na cintura e coberta do nosso líquido branco. No momento em que o ônibus chegou, Eva recebia a sétima gozada que, por exigência do roteiro, tinha que ser no bumbum peludinho e loiro dela, embora quase tudo tivesse acabado na região do umbigo.
A última cena era ela continuando dormindo no ponto de ônibus, com a roupa cheia de porra e na cintura. Eva fingia acordar, olhava surpresa ao se ver pelada no ponto de ônibus. Levava as mãos entre as pernas e nos peitos e olhava com cara de estranheza para os dedos cheios de sêmen. Assim terminava o anúncio, ao qual depois acrescentaríamos algumas frases contra a violência sexual.
O motorista do ônibus não parava de olhar alucinado para a linda loira enquanto os dois operários subiam no ônibus.
Não passaram mais de três minutos quando o mesmo ônibus voltou. Eva estava se limpando com guardanapos de papel como podia e mal prestou atenção na volta do ônibus. Eu é que estava um pouco intrigado, então me aproximei. Falar com o motorista, que não tirava os olhos de Eva, já que naquele momento ainda nua, ela tentava tirar a porra dos peitos.
O motorista me disse:
- Me contaram esses dois - disse apontando para os dois operários que tinham gozado em cima da Eva - que a mina é uma promíscua de primeira. A verdade é que dá pra ver, ainda tá toda pelada... ufff, agora eu limpava bem esse par de tetões com a língua.
Me virei para Eva e pude comprovar que ela continuava nua e, enquanto com uma mão segurava o peito direito, com a ajuda de um lenço na outra mão, tentava limpá-lo. Apesar de já estar limpando há alguns minutos, a quantidade de sêmen ainda era muita.
Confesso que me deu um pouco de nojo imaginar um homem chupando esses peitões cheios de porra, mas sem dúvida tem gente pra tudo.
O motorista me fez uma proposta que seria muito interessante e que, sem dúvida, vou contar pra vocês, se tiverem interesse e me pedirem, nos próximos relatos.
Eram seis e dez da manhã quando Eva terminou de limpar parte do sêmen com lenços de papel.
- Tô doida pra chegar em casa e poder tomar um banho, acho que com os lenços espalhei mais a porra do que limpei, me sinto meio grudenta.
- Calma, Eva, já quase terminamos de arrumar e logo te levamos pra casa.
- Quem guardou minha calcinha?
Nenhum dos cinco a tinha.
- Suponho que algum dos operários tenha levado. - disse o policial velho.
- É lógico, era a primeira gravação dela, iam querer uma lembrança - disse o câmera.
- Mas o Rubén vai me matar! Era uma calcinha caríssima que ele tinha escolhido pra mim e ainda nem me viu com ela. Ele vai querer ver e vou ter que dizer que perdi, ele vai ficar puto da vida porque era uma calcinha muito cara.
É claro que a calcinha estava no meu bolso, posso dizer que, durante o tempo que pude aproveitar o corpo da Eva, foram três calcinhas que acabaram no meu bolso como lembrança.
É claro também não levei a Eva para casa, achei mais divertido levá-la direto para a universidade, sem dizer nada.
- Mas estamos indo para a Universidade e eu quero ir para casa, preciso tomar banho e trocar de roupa. Estou com essa minissaia muito curta, sem calcinha, e tenho que ficar várias horas na universidade. Sem falar desse top preto que está todo manchado de porra.
- Desculpa, Eva, mas atrasamos nas gravações e nós temos que ir para a televisão sem falta, te deixo na universidade.
- Mas eu preciso passar em casa, não estou com dinheiro nem com o bilhete de ônibus.
Eva protestou, mas eu me mantive firme. Parei na porta da sua universidade e disse para ela descer. Poderia ter deixado dinheiro para o ônibus, poderia tê-la levado para casa, mas por alguma razão me excitava que Eva ficasse horas naquela situação na universidade.- Por favor, Eva, desce do carro agora.
Ela desceu e eu fiquei alguns segundos admirando como ela se aproximava da porta da universidade, enquanto eu baixava os vidros para ventilar o cheiro de sêmen que Eva tinha deixado no carro.
Lá ia ela, andando decidida com aqueles saltos altos, minissaia e top, sem uma única peça de roupa íntima e com os restos das sete gozadas que tínhamos lançado sobre ela.
Continua...
2 comentários - Eva, ingênua ou putinha? 😰