Eva, inocente ou puta?😰

Depois de confirmar na praia de nudismo o quanto a nudista Eva era desinibida e generosa com o corpo dela pros caras ao redor, aproveitando que eu trabalhava numa TV local e que os dois policiais da cidade queriam comer ela de novo, me veio um plano na cabeça pra me aproveitar da ingênua da Eva.
Na tarde em que os policiais me apresentaram ela, ofereci que ela colaborasse de graça e sem interesses numa campanha pra prevenir estupros e agressões sexuais contra as mulheres na nossa cidade.
A gente tinha marcado numa cafeteria perto dos estúdios de TV. A Eva tava com uma blusa vermelha hot que marcava os peitos dela de um jeito espetacular e uma calça social preta, era a primeira vez que eu via ela maquiada, com um batom vermelho intenso combinando com a blusa. A beleza natural incrível dela ficava ainda mais potente com os lábios carnudos vermelhos vivos. Não sei explicar direito, mas a Eva exalava sensualidade até vestida.Eva, inocente ou puta?😰Eu insistia que ela tinha que colaborar com esses anúncios.
- A verdade é que meu namorado, Rubén, vive me dizendo que a gente tem que devolver pra sociedade um pouco do que a gente recebeu. Que a gente teve sorte de nascer numa família que pôde pagar nossos estudos, nossa comida e tudo isso graças ao Estado de direitos sociais que a gente tem.
- Pois é, claro que sim, é disso que se trata, de fazer um vídeo pra ajudar as mulheres vítimas de agressão sexual.

Eva ficou pensando, pensava enquanto colocava uma pontinha da língua pra fora entre os lábios. Aquela imagem era super erótica, eu passei a entrevista inteira de pau duro. Assumo: desde que vi ela pelada na praia, não parei de bater umas punhetas pensando nela, imaginando como seria ter aqueles lábios em volta do meu pau.

Finalmente, Eva disse:
- Tá bom, vou fazer. Vocês podem me passar o roteiro antes? Porque eu não tenho a menor ideia de como interpretar, além disso a gente acabou de começar o semestre na faculdade e tenho muito o que estudar desde o início.
- Não se preocupa, não vamos ter roteiro. A gente te explica antes da cena como vai ser, e você só interpreta do jeito que sair, natural. A gente vai simular ser uns agressores, vai te despir e...
- Vou ter que aparecer pelada nos anúncios?
- Claro, gostosa, vão ser uns anúncios bem realistas. Mas você não se importa de ficar pelada, porque é nudista, né?
- Não, não me importo, mas juro que nunca fiz nem teatro, não vou saber.
- Não se preocupa com isso, acredita em mim, te garanto que isso você vai saber fazer.

Claro que não falei isso pra ela, mas pelo que eu tinha descoberto, sabia perfeitamente que ela fazia de sonsa, mas também era uma putinha. Na hora, o que pensei foi: Fica tranquila, princesa, porque o que você vai levar é pica e porra, e isso você sabe fazer muito bem.

Ela ficava enrolando pra aparecer pelada numa TV local que milhares de pessoas podiam ver. Eu, claro, insistia que ela não devia ser uma nudista Muito convicta se eu colocasse objeções nisso.
- Mas o importante é que você não conte nada pro seu namorado - falei quando ela confirmou pela segunda vez que sim, que atuaria, mesmo que isso significasse sair nua.
- Mas por quê, se eu quase não tenho segredos pro meu namorado? Ele sabe que sou nudista e leva na boa que eu pratique na praia ou quando tô em casa com meus colegas de apê. Além disso, ele sempre me incentiva a fazer trabalho voluntário pra ajudar os outros. Embora Eva tenha se arrepiado lembrando da última vez que fez voluntariado no acampamento com aqueles jovens que lhe trouxeram tantos problemas depois.
Eu sei, é pra você poder dar uma surpresa pra ele e mostrar quando tiver todos os programas editados e gravados. Com certeza vai deixá-lo mais feliz quando você disser que deu ouvidos a ele, que colaborou numa campanha pra evitar estupros de mulheres e na hora mostrar pra ele.
Embora naquele momento da vida dela, Eva escondesse de Rubén que, como animadora, pegava todos os caras do time de basquete, os chefes do namorado dela, o Rafa... parecia que ela tinha resistência em esconder isso dele. No fim, parece que não contou, ou se contou, o namorado dela era um baita dum corno manso consentido, porque Eva gravou vários anúncios. (Oi, sou o Rubén, to incluindo um esclarecimento no texto do Ramón. Eu não sabia de nada e quando falei pra minha namorada ajudar a sociedade, não me referia ao que vocês vão ler que fizeram com minha pobre e ingênua namorada).
A primeira cena a gente gravou numa madrugada de setembro. Essa noite tava fazendo muito frio, algo que não é comum nessa época.
Pedimos pra ela colocar uns saltões, uma minissaia bem curta e uma tanga branca e uma regatinha sem manga e, claro, sem sutiã. Aqueles peitões tinham que estar livres.vadiaEram 5 da manhã, estávamos num ponto de ônibus na periferia da cidade. Ela estava uma gostosa e a minissaia era muito curta, mas eu disse que achava ela muito comprida e que ela precisava levantar um pouco mais.
- Eva, você está perfeita. Talvez a saia esteja comprida demais, então é melhor você levantar um pouco, mesmo que fique meio amassada.
- Mas essa saia já é bem curtinha - protestou Eva - eu coloquei a mais curta que tenho, como você mandou.
- Olha, Eva, estamos numa gravação e aqui quem manda é o diretor, e eu sou o diretor. Seu papel é seguir clara e inequivocamente as instruções que eu der, não esquece que eu já trabalhei muito nesses anúncios e tenho bem claro o que é melhor pra causar impacto no público. Vamos fazer vários vídeos contra agressões sexuais e vamos trabalhar juntos por semanas, então é melhor desde o início você entender que aqui quem manda sou eu e as atrizes e atores fazem é obedecer.
- Desculpa, Ramón, já te falei que nunca participei de uma gravação pra televisão.
- Então já sabe a primeira e mais importante regra: a norma é fazer o que o diretor mandar e não questionar as ordens que eu der.
- Desculpa, desculpa, não sabia, me perdoa, não vai acontecer de novo.

Eva estava espetacular naquela manhã fria, dava pra ver que ela tava com muito frio. Enquanto nós três que estávamos gravando e o policial local gordo que nos acompanhava usávamos blusa de frio e jaqueta, ela só usava um top preto bem justinho. Como por minha instrução ela não usava sutiã, e sem dúvida por causa do frio, naquele top preto os dois bicos marcavam perfeitamente. A minissaia era jeans e claro que ela não usava meia. Eva é uma mulher alta, de pernas longas, e com aqueles saltos de oito centímetros que ela usava, ela se destacava ainda mais.
- Vou levantar um pouco, mas meu namorado, Rubén, sempre me fala pra não usar com fio dental porque é uma minissaia que sobe fácil e acaba aparecendo parte da bunda.peitos

BucetaMas dessa vez você colocou a tanguinha como eu te falei, né?
- Sim, branca. Exatamente como você mandou. Eu não tinha nenhuma branca, então ontem fui com o Rubén comprar, ele que me deu de presente.
- E quando você experimentou, o que o Rubén disse? Ele gostou?
- Bom, ele ainda não me viu usando. Na loja não dá pra experimentar, e eu estreiei hoje de manhã. Mas um dos meus colegas de apartamento me viu e disse que eu tô muito gostosa com ela.
- Então, já que seu namorado te deu de presente e não te viu usando, vamos ser nós também a dar nossa opinião.

Os dois colegas que iam me ajudar a gravar, o técnico de som e o câmera, junto com o velho policial local e eu, formamos um semicírculo com a Eva no meio.
- Levanta a saia e aí a gente te fala se essa tanguinha serve pra gravação.

A Eva, sem hesitar, levantou a minissaia, deixando ela enrolada na cintura e mostrando pra gente aquela tanguinha bem justa.
- Espero que sirva, porque a verdade é que o Rubén sempre gosta que sejam bem transparentes — e enquanto se virava pra mostrar a parte de trás — e que por trás sejam fio dental, com aquela tirinha que entra no meio das bandas.pauLá estava aquela mulher poderosa no meio da rua, tudo bem que nessa hora não passava ninguém, mas ela tava mostrando pra gente, sem nenhum pudor, aquela fio dental.

Espero que sirvam, porque a verdade é que o Rubén sempre gosta que sejam bem transparentes – e enquanto se virava pra mostrar a parte de trás – e que por trás sejam fio dental, com aquela tirinha que enfia no meio da racha.

Lá estava aquela mulher poderosa no meio da rua, tudo bem que nessa hora não passava ninguém, mas ela tava mostrando pra gente, sem nenhum pudor, aquela fio dental.

Quase impossível acreditar que aquela loira gostosa tava mostrando, sem nenhum vergonha, a bunda e a buceta dela, que dava pra ver claramente com aquela fio dental tão transparente.

Demorei uns segundos pra reagir diante de tanta maravilha, tinha que falar alguma coisa, não podíamos ficar besta admirando aquela fio dental linda que o namorado dela tinha pago, mas nós quatro tava aproveitando.

– É meio transparente, mas vai ter que servir. Talvez seja bom um dia eu ir na sua casa e dar uma olhada na sua roupa íntima.

– Mas vamos gravar mais dias além de hoje? – perguntou a Eva.

– Claro, temos que gravar vários anúncios com situações diferentes. A campanha pra prevenir estupros de mulheres tem vários anúncios.

Enquanto essa cena rolava e a Eva não abaixava a saia, nossos olhos não paravam de se fixar no corpo gostoso dela. Eu tava curtindo a cena, mas sem dúvida tanto eu quanto o policial já tínhamos aproveitado a nudez da Eva, e embora eu já tivesse contado como conheci a Eva, a cara de surpresa dos meus colegas diante de uma mina que, com toda naturalidade, se pelava no meio da rua na frente de uns desconhecidos, era um poema.

– A verdade é que por ser tão transparente, a cor vermelha tem pouca intensidade – disse o câmera – vou fazer uns testes com os primeiros planos pra ver como fica.

O espertinho do nosso câmera começou a fazer uns primeiros planos daquela fio dental. transparente, claro que nosso técnico de som também se agachou na frente da calcinha fio dental da Eva, embora eu não ache que aqueles lábios vaginais lindos que apareciam graças à transparência da calcinha fossem falar.
Não sei se o cara do som fez isso pra justificar que ele estava a poucos centímetros da buceta da Eva, mas esticando a mão ele começou a reajustar o triângulo da calcinha.
- aqui tá com uma dobra - e falando isso começou a mexer na parte da frente da calcinha e os dedos dele roçavam a buceta da Eva.infielTava viajando na maionese e vi, antes de começar, o técnico de som passando a mão nela. Tava na cara que essa mina não tava nem aí se a gente tocasse nela. Agora já tinha certeza que no anúncio ia meter muita pegação e que a gente ia se esbaldar apalpando a Eva.

Com a Eva de minissaia na cintura, ouvimos uma moto se aproximando, e ela puxou a saia na pressa. A moto estacionou do nosso lado. Era o policial jovem, Berto, que eu tinha chamado pra gravar. Na real, não tinha outra opção, já que a atuação dos dois policiais foi essencial pra convencer a Eva da necessidade de gravar esses vídeos pra prevenir agressões sexuais.

— Espero não estar chegando muito tarde — ele disse, tirando o capacete.

— Esses jovens sempre atrasados — falou o policial velho — não perdeu nada, a gente só tava conferindo o figurino da moça e ela mostrou a calcinha que o namorado comprou pra ela ontem.

— Ohhh — disse o Berto.

— Pois é, faz bem em lamentar, porque fomos dos primeiros a ver essa calcinha linda vestida, já que nem o namorado que pagou viu ela usando.

O policial velho era um puta sacana, se gabando na frente da Eva que a gente tinha curtido o que o namorado dela pagou e ele ainda não tinha visto.

Como não queria que a Eva sacasse isso rápido, cortei e expliquei que o Berto ia ser um dos atores na primeira cena do anúncio. Na cena, a Eva participava como atriz principal e os caras como atores depravados.

— ... E é isso que quero que vocês façam — falei depois de dar as instruções pros atores.

— Mas vocês não acham que isso é explícito demais pra uma campanha pública de prevenção de abusos sexuais contra mulheres? — disse a Eva, alarmada.

— Olha, Eva, a gente é profissional e sabe o que tem que fazer. Precisamos causar impacto social pra acabar com essa praga dos machistas que se... se aproveitam das mulheres.
Sei que vão pensar que sou uma pessoa ruim, porque com a desculpa de defender as mulheres, eu pretendia me aproveitar da beleza da Eva... em minha defesa, só posso dizer que a mina é muito gostosa e que desde o primeiro momento em que a vi completamente nua, de pernas abertas, mostrando para dezenas de homens aquela buceta deliciosa bem aberta (relato anterior), só pensei em enfiar meu esperma em todos os buracos dela, repetidas vezes. Desculpa, sou humano.

Claro, se você não quiser colaborar com a emissora de TV e a Polícia Local para ajudar outras mulheres, a gente entende. Sem dúvida, essa sociedade está cada dia mais individualista.

Dava para ver na cara dela que Eva estava se sentindo mal depois da bronca que eu e o policial gordo demos nela, então ela respondeu na hora:

- Não, não, eu quero sim ajudar as mulheres e é verdade que não entendo nada do mundo da TV, mas talvez meu namorado não goste de me ver pelada na televisão fazendo o que você está pedindo.

Dava para perceber que Eva não queria fazer aquilo e estava usando o namorado como desculpa. Eu precisava convencê-la e pressioná-la de qualquer jeito, porque não podia deixar essa oportunidade passar.

- Fica tranquila, Eva, somos profissionais. Depois a gente brinca com as sombras e os ângulos diferentes. Além disso, você é nudista. Desde quando se preocupa em aparecer pelada?

- Na verdade, não é por aparecer pelada, é por causa da outra coisa que vocês me pediram para fazer. Mas também não é a mesma coisa fazer nudismo numa praia, no mato ou em casa do que num programa que milhares de pessoas vão ver.

- É aí que está a vantagem: graças a esse programa, você também vai poder divulgar o naturismo e o nudismo em algum momento. Além disso, fica tranquila, vamos fazer isso e você vai ver que não é nada demais, principalmente pelo bem enorme que você vai fazer para tantas mulheres desta cidade. Você é incrível, é maravilhosa, é uma mulher comprometida com o feminismo. Sem dúvida, você é o exemplo de mulher moderna e capaz. de remar sua própria canoa.
Como eu imaginava, a Eva estava completamente molhada e começou a interpretar conforme minhas instruções sem nenhum problema.
— Bom, vamos começar a gravar. A cena começa com a Eva fingindo estar bêbada e sozinha no ponto de ônibus. O Berto e eu vamos fingir que também estamos voltando de uma festa e encontramos a bêbada.

Coloquei a Eva sentada no ponto de ônibus, fingindo estar dormindo. Claro, coloquei ela com as pernas abertas e a minissaia levantada, então a cena começava com uns closes da virilha da Eva e daquele lindo fio dental que o namorado dela tinha comprado, que deixava ver quase perfeitamente os lábios da buceta da Eva.

O jovem policial e eu começamos a atuar. Dei instruções pro câmera e pro cara do som.
— Do close na calcinha transparente da Eva, a gente vai pra um plano aberto onde nós dois nos aproximamos do ponto. Quando você focar na gente, a gente começa o diálogo.

O Berto, o jovem policial e eu nos aproximamos e começamos a atuar.
— Olha que gostosa dormindo ali.
— Porra, certeza que saiu da balada toda bêbada e acabou dormindo no ponto de ônibus.
— Tem cara de putinha, dá pra ver a calcinha toda.
— Não vai ser tão putinha assim se a essa hora da madrugada ainda tá de calcinha, hehehehehehe.
— Mas se dá pra ver a buceta toda!!!!

Nesse momento, o câmera voltava a focar num close da xota da Eva.
— Porra, no final você vai ter razão, essa mina tá atrás de pica.
— Com certeza, olha como a minissaia tá levantada.

A Eva continuava fingindo estar dormindo.
A cena continuava. Pelo roteiro, a gente tinha que abrir a calça e bater uma punheta enquanto passava a mão nela, e ela tão bêbada que nem reagia.

Começamos a apalpar ela enquanto a gente se tocava nos paus.
— Eu levanto a saia dela até a cintura e puxo a calcinha, e você abaixa o top dela pra gente ver esses peitões.
— Não Só vamos olhar pra elas, também vamos aproveitar. Mas ela nem tá de sutiã.
A cena era simples: a gente passava a mão, deixava todos os encantos dela à mostra, mas sem tirar a roupa, e enquanto a gente batia uma punheta, gozava nela. Exatamente por isso que pedi pra ela vir com roupa escura, pra destacar ainda mais nossas porradas nela. A Eva só precisava fingir que tava dormindo enquanto recebia nossas gozadas. Sim, eu sei, sei o que vocês tão pensando, um trabalho duro... mas pensa que a gente trabalhava pra ajudar as mulheres e evitar que os homens se aproveitassem delas, he, he, he, he, he.
— Caralho, que bucetuda essa mina, porra — falou o Berto enquanto enfiava dois dedos na boceta dela.
— Olha as tetonas que ela tem, e ainda vai sem sutiã a putinha. — enquanto falava isso, agarrava com gosto a teta esquerda dela.
O Berto, o policial novinho, tinha tirado a pica da calça, com uma mão batia uma punheta e com a direita não parava de passar a mão na Eva. Eu, claro, por exigência do roteiro, fiz o mesmo.
Segundo o roteiro, enquanto eu e o Berto batíamos punheta na frente da Eva, aparecia o policial velho, que também entrava na festa de apalpadas e masturbação.
Mas enquanto a gente gravava a cena, aconteceu algo que a gente não esperava. Dois trabalhadores de fábrica, com cara de imigrantes da América do Sul, chegaram no ponto de ônibus, iam pegar o primeiro bus da manhã e se depararam com a filmagem.
— Corta — falei, com a pica na mão e a outra no peito direito da Eva.
A cara de surpresa dos dois trabalhadores que iam pegar o ônibus era impressionante. Eram dois colombianos que iam trabalhar numa fábrica do outro lado da cidade.
Enquanto eles contavam isso, a Eva tinha levantado do ponto de ônibus e ouvia atenta as explicações dos caras.
Nossa linda e sem vergonha Eva se levantou do jeito que tava, naquele momento tanto o top quanto a minissaia Estavam arregaçados na cintura dela e a calcinha descida até o meio da coxa.
Os operários não paravam de olhar para a loira gostosa que, com toda naturalidade, se mostrava pelada na frente deles.
Acho que vocês não vão acreditar e vão dizer que tô exagerando, porque o normal seria a Eva ter descido a minissaia e subido o top e a fio-dental. Nós três já tínhamos guardado as picas.
A verdade é que ela tentou, assim que os colombianos chegaram, se levantou e tentou subir a fio-dental, mas meu câmera foi muito esperto e segurou a mão dela.
— Fica do jeito que tá, nem pense em subir a calcinha nem a roupa.
— Olha, a gente tá no meio da rua, na frente de gente que não é da gravação, então vou me vestir. — o tom da Eva era de muita raiva do meu câmera, porque ela achou que ele queria que ela se exibisse pelada na frente de estranhos.
— Você não pode mexer porque depois dessa interrupção a gente vai continuar gravando e precisa que a roupa esteja na mesma posição.
— Ahhhh. Claro. Faz sentido, me perdoa, por favor, me perdoa, sou uma mal pensada e não sei por que pensei que suas intenções eram outras.
— Por favor, Eva, você me ofende. Sou um câmera profissional e tô fazendo um trabalho voluntário pra ajudar as mulheres contra agressões sexuais.
— Sério, me perdoa — disse uma Eva muito envergonhada, que lamentava profundamente ter pensado mal do câmera.
— Não se preocupa, acho que com o passar dos dias isso vai passar. Bom, um abraço e a gente esquece o assunto.
O rosto da Eva se transformou em alegria e ela imediatamente abriu os braços pra receber o abraço. Lá estava ela, toda pelada, recebendo um abraço longo e carinhoso do câmera. Bem colados no corpo quase nu dela, com meu câmera vestido que suavemente movia as mãos entre a bunda e as costas da Eva enquanto se fundiam naquele abraço. Os quadris dos dois se juntaram, então o volume do sortudo câmera roçava na Eva.
Que esperto, meu câmera tinha conseguido que a gente continuasse aproveitando a gostosa. Eva tinha esfregado a salsicha dela no corpo nu da garota e ainda por cima tinha acariciado a bunda gostosa dela. Todo mundo ficou chocado com a cena, mas principalmente os dois peões colombianos.

Assim que a gente explicou pros dois sortudos o que a gente tava fazendo, mesmo eles não conseguindo tirar os olhos da Eva seminua, eu comentei:

- Eva, isso é uma oportunidade foda. Vamos incluir esses caras fantásticos na cena.

- Mas vamos ter que repetir todas as cenas? - perguntou a Eva.

A gente tinha filmado só uns minutos, mas não dava pra esquecer que ela tava pelada no meio da rua com o frio do amanhecer. Mesmo tendo pintado os lábios de vermelho, já dava pra ver que eles tavam roxos de frio.

- Não, Eva. A gente continua a gravação de onde paramos: eu metendo a mão nos seus peitos e meus colegas policiais acariciando seus lábios lá embaixo, aí esses peões se aproximam, entram na brincadeira, batem uma e gozam em cima de você. Vai ser uma cena impactante pra caralho: cinco paus apontando pra você e derramando na sua cara e no seu corpo nu a nossa masculinidade transformada em porra, que com certeza vai mexer com a cabeça de muito homem.

- Vai mexer com cabeça e com paus também - disse um dos colombianos. - A única coisa é que a gente tem que filmar logo porque o ônibus vai chegar daqui a pouco.

- Então mãos à obra. Precisamos da cena dos cinco gozando na Eva.

E nós cinco, com o pau na mão batendo uma, fomos percorrendo o corpo todo dela. A verdade é que devia estar fazendo um frio danado, porque o que antes era um peito delicioso agora tava gelado, quase sem vontade de tocar. Bom, não vou mentir: pegar nos peitos dela é uma maravilha, mas tavam tão frios que logo desci pro coelhinho dela.

O problema é que eu não conseguia nem tocar nos pelos, porque pelo menos outros três já tinham se adiantado.

E isso ia ser um problemão, porque com tanta mão não dava pra ver a buceta da Eva.cuckO primeiro a gozar fui eu, pra ser sincero, tava com muita vontade. Depois vieram os colombianos, e quem mais demorou foi o velho policial. Quando o Berto já tinha gozado, ele levou pelo menos três minutos a mais.

Quando a Eva tava toda melada de porra, com as cinco gozadas que levou na cara e nos peitões enormes, o leitinho, como ela dizia, tinha sujado parte da roupa dela. Durante minha gozada, eu não tinha noção da quantidade de porra que a gente tinha esguichado nela. Alguém aqui devia ter muito leite acumulado no saco, porque o estado da Eva era meio triste. Claro que o cabelo dela tava todo sujo, mas também tinha grumos de porra na bucetinha linda dela e nos peitos.

Claro, como a gente tinha combinado com meu colega câmera e o técnico de som, os dois também tinham que aproveitar a Eva. Então eu dei a próxima ordem de gravação:

— Precisamos de mais porra no corpo da Eva. Então vocês dois tiram suas ferramentas e batam uma na frente dela.

Os dois técnicos seguiram minhas instruções na hora. É verdade que já estavam com um pau duro do caralho, mas o técnico de som reclamou de uma coisa:

— Porra, ela tá toda cheia de leite. Tem leite nos peitos e na boceta... não vamos conseguir tocar nela.

E o moleque não tava errado. Quem é que ia meter a mão naquela bagunça cheia de porra fresca de macho? Então eu dei minha última ordem como diretor:

— Eva, pega neles e ajuda eles a gozar logo pra gente terminar essa gravação.

— É, boa ideia. Deixa eu masturbar eles, senhor diretor, assim a gente acaba logo, porque eu tou morrendo de frio. Muito obrigada.

Eva pegou nos dois paus e começou a masturbar eles rapidinho.

— Ahhhh — exclamou meu câmera — suas mãos estão geladas.

— Desculpa, é que tá muito frio.

Na mesma hora, Eva soltou os dois paus e fez uma coisa muito estranha. Juntou os dedos de uma mão e enfiou todos na boceta, e com a outra mão, com mais dificuldade, tentou fazer o mesmo. Enfiando eles no cu.
Todo mundo alucinava, não entendíamos a imagem da Eva de joelhos, cheia de porra, com a blusa e a saia na cintura e os dedos enfiados nos dois buracos de baixo. Mas a surpresa total veio quando ela abriu a boca na frente do pau da câmera e começou a chupar. Ela tava chupando a rola enquanto parecia que tava se masturbando. O técnico de som também pediu as mesmas atenções que o colega tava recebendo, então Eva lambia por uns 10-15 segundos e passava de um pauzão pro outro.
Ficou uns dois minutos fazendo boquete enquanto os dedos continuavam enfiados nela, mas as mãos estavam paradas, sem se mexer — verdade que era uma masturbação bem estática. Mas logo descobrimos que ela não tava se masturbando, e sim que o gesto foi uma atenção pros meus colegas de filmagem.IngenuaEva tirou as mãos da buceta e do cu, claro que parou de chupar pau e disse.
- Agora acho que vão estar mais quentinhas - Disse Eva-
E dizendo isso, pegou de novo nos brinquedos do meu parceiro e continuou masturbando eles com frenesi.
Acho que falo por todos e acho que estávamos em estado de choque, ela tinha enfiado os dedos pra esquentar e a punheta ser mais gostosa pros caras!
Isso superou todas as minhas expectativas sobre a Promíscua que tínhamos na frente,
Os próximos anúncios tinham que ser muito mais brutais e claro que não íamos nos contentar com umas punhetinhas.
Às cinco e quarenta e cinco da manhã e o serviço de ônibus já tinha começado. Eva continuava na masturbação.
O ônibus que pegou os dois operários foi uma oportunidade e uma sorte. Quando o motorista chegou, se deparou com uma cena impressionante. Uma loira gostosa com a buceta toda e os peitões de fora, com o top e a saia na cintura e coberta do nosso líquido branco. Na hora que o ônibus chegou, Eva recebia a sétima gozada que, por exigências do roteiro, tinha pedido pra ser em cima da boceta peluda loira dela, embora quase tudo tivesse ido parar na região do umbigo.
A última cena era que ela continuava dormindo no ponto de ônibus, com a roupa cheia de porra e na cintura. Eva fingia acordar, se olhava surpresa ao se ver pelada no ponto de ônibus. Levava as mãos entre as pernas e nos peitos e olhava com cara de estranheza os dedos cheios de sêmen. Assim terminava o anúncio, ao qual depois adicionaríamos algumas frases contra violência sexual.
O motorista do ônibus não parava de olhar alucinado pra loira linda enquanto os dois operários subiam no ônibus.
Não passaram nem três minutos quando o mesmo ônibus voltou. Eva estava se limpando com guardanapos de papel como podia e mal prestou atenção no retorno do ônibus. Eu já estava meio estranho, então me aproximei Falar com o motorista, que não tirava os olhos da Eva, já que naquele momento ela ainda estava nua, tentando tirar a porra dos peitos.
O motorista me disse:
— Me contaram esses dois aí — disse apontando pros dois operários que tinham gozado na Eva — que a mina é uma puta de primeira. Verdade seja dita, dá pra ver que ela continua pelada... uff, agora eu limpava bem esse par de peitões com a língua.
Me virei pra Eva e pude confirmar que ela continuava nua e, enquanto com uma mão segurava o peito direito, com a ajuda de um lenço na outra mão tentava limpar. Apesar de já estar há alguns minutos se limpando, a quantidade de porra ainda era enorme.
Confesso pra vocês que me deu um pouco de nojo imaginar um homem chupando aqueles peitões cheios de porra, mas sem dúvida tem gente pra tudo.
O motorista me fez uma proposta que seria muito interessante e que, sem dúvida, vou contar pra vocês, se interessar e vocês pedirem, nos próximos contos.
Eram seis e dez da manhã quando Eva terminou de se limpar parte da porra com lenços de papel.
— Tô morrendo de vontade de chegar em casa e tomar um banho, acho que com os lenços espalhei mais gozo do que limpei, me sinto meio grudenta.
— Calma, Eva, já quase terminamos de recolher tudo e já te levamos pra casa.
— Quem guardou minha calcinha?
Nenhum de nós cinco tinha.
— Acho que algum dos operários levou — disse o velho policial.
— É lógico, era a primeira gravação deles, iam querer uma lembrança — disse o câmera.
— Mas o Rubén vai me matar! Era uma calcinha caríssima que ele escolheu pra mim e ele ainda nem me viu usando. Ele vai querer ver e vou ter que dizer que perdi, ele vai ficar puto pra caralho porque era uma calcinha caríssima.
Claro que a calcinha estava no meu bolso, posso dizer que durante o tempo que pude aproveitar o corpo da Eva, foram três calcinhas que acabaram no meu bolso como lembrança.
Claro que sim. Também não levei a Eva pra casa dela, achei mais divertido levá-la direto pra universidade, sem falar nada.
- Mas a gente tá indo pra universidade e eu quero ir pra casa, preciso tomar um banho e trocar de roupa. Tô usando essa minissaia bem curta, sem calcinha, e vou ter que passar várias horas na universidade. Sem falar nessa blusa preta que tá toda manchada de porra.
- Desculpa, Eva, mas a gente atrasou na gravação e nós temos que ir pra televisão sem falta, vou te deixar na universidade.
- Mas eu preciso passar em casa, não tô com dinheiro nem com o vale-transporte.Eva, inocente ou puta?😰Eva protestou, mas eu mantive firme. Parei na porta da universidade dela e mandei ela descer. Podia ter deixado dinheiro pro ônibus, podia ter levado ela em casa, mas por algum motivo me excitava saber que a Eva ia ficar horas naquela situação na universidade.
— Por favor, Eva, sai do carro agora.
Ela obedeceu, e eu fiquei uns segundos admirando enquanto ela se aproximava da porta da universidade, enquanto eu abaixava os vidros pra arejar o cheiro de porra que a Eva tinha deixado no carro.
Lá ia ela, andando decidida naqueles saltos, saia curta e top, sem nenhuma peça de roupa íntima e com os restos das sete gozadas que a gente tinha jogado nela.

Continua...

2 comentários - Eva, inocente ou puta?😰

ddfh46 +3
Quien no echaba de menos los post de LaurenBig 😍😍