Minhas aventuras com a mamãe #3

Com meu pai em casa a maior parte do tempo, era difícil realizar esses encontros entre minha mãe e eu.

Conforme os dias passavam, minha mãe cada vez se soltava mais comigo, cada vez mais safada. Eu ficava louco de vê-la me pedindo porra. Ela me mamava sempre que meu pai não estava em casa e minha irmã ficava no quarto dela.

Como eu disse, começou aos poucos. No "horário familiar" ela era uma mãe tranquila, comum. Mas quando estava sozinha comigo, não queria que o sêmen escorresse pelo corpo dela, queria engolir tudo.

Havia muito poucas vezes em que realmente ficávamos completamente sozinhos. Também não deixava de ver minha irmã enquanto ela praticava vôlei, porque seria muito suspeito.

O que eu notei no comportamento dela, é que ela ficou um pouco mais carinhosa comigo na frente da minha irmã e do meu pai, e um dos dias em que ela estava me chupando, eu disse para ela parar de agir daquela forma, porque na minha casa não é normal dar muito afeto entre nós. Curioso, certo?

A verdade é que os dias passavam e eu já estava ficando entediado com as mamadas. Era gostoso vê-la com a língua para fora me pedindo porra. Mas, eu queria voltar a ver a bunda dela quicando, às vezes eu dava uns tapas na bunda dela e então ela começou com um segundo comportamento que não me desagradou nem um pouco.

Ela mostrava mais a bunda de maneira discreta, usava mais sandálias para me agradar. Às vezes não usava nem meias nem nada e andava assim, algo que ela também começou a fazer com mais frequência era limpar meu quarto. Isso me irritava um pouco porque ela sabia que eu não podia fazer nada.

Desculpem pela informação desorganizada. A primeira coisa foi que minha mãe só aceitava mamadas quando dava, sozinhos na sala ou alguma tarde no quarto dela quando meu pai obviamente não estava.

Felizmente, um dia em especial, minha irmã foi para a casa da amiga passar a tarde, meu pai ainda estava trabalhando e minha mãe e eu aproveitamos.

Assim que minha irmã saiu, minha mãe voltou de deixá-la e quando entrou em casa, trancou a porta e as janelas. Eu sabia o que estava por vir, mas fiquei no meu quarto. Queria ver se minha mãe me surpreendia com alguma coisa.

mãe: filhinhooo

ouvi lá de baixo

mãe: reyyy vem cá pra baixo

eu: já vou mãe

desci e pra começar, eu só estava de short e camiseta, a porta do quarto dela estava aberta, entrei e a encontro ajoelhada na cama, a blusa dela deixava ver até certo nível os peitos, uma calça apertada e descalça, do jeito que eu gosto

eu tentava fazer de conta que não via nada, gosto de brincar com ela desse jeito. Cabe ressaltar que essa era a primeira vez que iríamos transar por decisão dos dois.

eu: o que foi, mãe?

fiquei parado na frente dela

mãe: primeiro fecha a porta.

fechei rapidamente e voltei pro meu lugar

mãe: ai, não sei como te dizer isso, filho

ela sorria de um jeito safado e eu então não desperdicei mais tempo.

sorri pra ela e continuei.

eu: vem aqui, mãe

me aproximei dela, segurei o queixo dela com minha mão, depois subi pelas bochechas. O louco é que ela deixou. Será que meu pai a trata tão mal que ela parecia completamente convencida a continuar agindo daquele jeito? Então a beijei, comecei suave e fui aumentando, cada vez mais descontrolado, ela começou a meter a língua e eu fiz o mesmo.

mãe: ai, filhinhooo

eu: só continua, mãe

dessa vez ela falou sorrindo como se estivesse culpada, eu tinha que ter o controle da situação.

continuei beijando ela e comecei a puxar o cabelo dela pra trás, eu tirava minha língua pra ela chupar, ela continuava submissa. chupava minha língua, continuei puxando o cabelo dela, virei meu rosto pro lado e sem hesitar, mas como um pai dando uma ordem pra filha safada, eu disse

eu: solta o cabelo

incrivelmente ela me obedeceu. Nos olhos dela dava pra ver a vontade de querer transar.

abaixei minha calça e a cueca, deixei meu pau à mostra, ela se ajeitou ficando de quatro, e começou a me chupar, puxava o cabelo dela como se fosse uma massagem. Ela botava a língua pra fora, babava, eu curtia o quão gostoso era, ela tentava enfiar tudo na boca mas, Como não consegui sozinho, só deixei mais encharcado de saliva.

Ela pegou meu pau, aproximou meus testículos do rosto e passou a língua neles. Eu agarrei seu cabelo de novo e virei ela, ela ficou de quatro e eu abaixei sua calça, mas foi difícil, sua bunda é muito gorda.

Ela tinha um fio vermelho que mal cobria seu cu. Por um momento parei para ver o que tinha na minha frente. Minha mãe abrindo a bunda, pronta para eu enfiar meu pau todo.

Dito e feito, afastei o fio, molhei um pouco meu pau e sua buceta, e enfiei devagar.

Mãe: mmm... ai filhinho

Comecei a meter devagar, ela fazia caras de prazer, mexia um pouco os pés, com a cabeça colada na cama, e eu cada vez metendo mais forte. Comecei a puxar seu cabelo.

Mãe: mmm ayyy

Eu: você gosta, mamãe? Assim??

Mãe: ai siim filhinhooo siim

Comecei a meter mais forte. Uma palmada na bunda.

Mãe: ai bebêê

Tinha a bunda dela quicando na minha frente.

Eu: você tá uma delícia, mamãe.

Mãe: ai filhinhooo

Eu: assim eu te dava todo dia.

Mãe: ai caralho... seu pai tá pra chegar.

Ela se adiantou e meu pau saiu da sua buceta.

Aquele dia durou muito pouco, acho que ela tentou tomar controle da situação. Me deixou com vontade no quarto dela, disse que a gente continuava depois, mas isso não aconteceu, pelo menos nos dias seguintes.

Nos dias que ela limpava meu quarto, fazia poses para marcar sua bunda. Eu morria de vontade, mas ela se fazia de difícil, dizia que tinha coisas pra fazer ou não podia demorar muito.

Então eu agi.

E vários dias depois de só mamadas.

Meu pai, como sempre, saiu de casa bem cedo. Minha irmã passaria a tarde com minha prima. E obviamente minha mãe e eu sozinhos em casa.

Ela se ofereceu para me mamar enquanto estava no PC, meio distraída. Me irritou um pouco ela prestar mais atenção na tela, então falei para ela parar de jogar e me mamar direito para eu poder gozar.

Mãe: ai mas eu tô jogando, filhinho.

Eu, na verdade, estava meio chateado com minha mãe, ela quis tomar o controle e parecer que era ela quem decidia sobre eu, mas queria experimentar o contrário.

eu: a... não quer chupar?

mamãe: digo... sim, filhinho, mas...

eu: então vem aqui.

Segurei ela pelo cabelo, tirei ela da cadeira e fiz ela me chupar, botava a língua pra fora, babava, quase se engasgava

Ela só me olhava, não era como se quisesse parar. Parecia que ela gostava. Me agarrava nas pernas, esfregava os peitos e parecia que já não sabia o que fazer.

Deixei ela respirar um pouco com a baba escorrendo pela boca, me olhava e parecia uma putinha submissa. Percebi que tinha poder sobre ela, mesmo assim não podia me soltar tudo que queria, alguém podia nos interromper a qualquer momento.

mamãe: ayy filhinho...

Só conseguiu dizer isso, voltei a colocar o rosto dela contra meu pau, segurava minhas bolas, tentava lamber, botava a língua pra fora e por último, tirou a blusa pra mostrar seus peitões enormes.

Me abaixei um pouco e comecei a tratá-la como realmente queria.

eu: é assim que gosta, mamãe? é assim?

Ela olhando pra cima com seus olhos de menina boazinha concordava como podia.

Levantei ela e começamos a nos beijar.

Enfiávamos língua enquanto eu continuava segurando seu cabelo e agarrava sua bunda, ela agarrava meu pau e começava a esfregar.

mamãe: Vamos pro meu quarto, bebê?

Talvez quisesse voltar a ter o controle de tudo. mas por dentro, ela gostava de ser submissa, que mandem nela e digam o que tem que fazer.

eu: sim... mas primeiro levanta sua blusa

Não soltei seu cabelo e mesmo assim ela fez. Então fomos.

Quando chegamos, ela só foi em frente e começou a tirar a roupa. Eu abaixei a calça enquanto via ela se aproximando da cama.

Eu fui na frente e agarrei seu cabelo de novo.

eu: vamos fazer na frente do espelho

mamãe: ayyy... ok, papai

Apoiei ela na frente da mesa onde ela se maquia, justo tem um espelho na frente. Me abaixei atrás dela e comecei a lamber todo o cu e sua buceta também, devo admitir que o gosto é gostoso, é meio salgado mas não muito. Eu lambia tudo e enquanto ouvia ela gemendo, comecei a lamber todo o seu cu, passando de cima pra baixo.

mamãe: aih si papaiii

eu: é assim que você gosta, né mamãe?

mamãe: aih siii filhinhooo mmm assimmm

eu: fala que você gosta, mamãe, falaaa

Continuei lambendo ela toda e ela seguindo, então me veio uma ideia espetacular. Meter no cu dela. Se eu mantivesse a posição de quem manda, talvez ela não fugisse.

mamãe: sii papaiii assim eu gosto... assim eu gosto mmmm

Depois de uma boa lambida, não perdi muito tempo e me levantei.

Passei um pouco de saliva no meu pau e enfiei na sua buceta.

Ela nos olhando no espelho e eu vendo como ela estava gostando, estava realizando um sonho sem nem perceber.

Via o rosto de satisfação dela, ela não conseguia fechar a boca, eu estava de saco cheio da boca dela, queria arrebentar a sua buceta e principalmente o seu cu.

Eu metia com força, comecei a puxar o cabelo dela, ela esticou a mão talvez pra eu recuar um pouco mas puxei ela de volta e continuei metendo mais forte.

mamãe: ayyy.... mmmm

eu: Você gosta de como eu te fodo, né mamãe?

mamãe: aih sii papai, si filhinho

Coloquei meu dedo com saliva no seu cu, esfregando pra preparar, dei várias palmadas na sua bunda, levantei a perna dela pra apoiar na mesa e pude ver que ela estava descalça e isso, me excitou mais.

Então, tirei por um momento, tinha lubrificado o ânus dela o suficiente pra enfiar, eu acho.

eu: Só gosta quando é o seu filho que te come, né mamãe?

mamãe: siii papai

Me aproximei do ouvido dela

eu: Você é só minha, né mamãe?

mamãe: ayyy si papai, sou sua

Fui subindo meu pau aos poucos, encostei no seu ânus e fui enfiando devagar.

mamãe: mmm não filhinho....

Ela tentou se mexer mas foi impossível, segurei ela de todas as formas possíveis.

eu: Não o quê, mamãe?

mamãe: Meu cu não, filhinhooo

eu: Pior que é meu, mamãe. Seu cu é meu

mamãe: mmmm mas filhinho

Fui enfiando cada vez mais no ânus dela e ela começou a gemer mais alto.

Cada vez que eu enfiava e foi deixando-se levar, estava apertado mas era gostoso.

eu: mas nada mamii... essa bunda é minha

me aproximei do ouvido dela de novo enquanto continuava metendo

eu: você é minha, tá mami? é só minha.

comecei a puxar o cabelo dela.

eu: fala que é minha mamii falaa

ela me olhava pelo espelho

mamãe: sii filhinhoo... sou sua

eu: vai fazer tudo que eu mandar de agora em diante, ok mami??

comecei a meter com tudo no cuzinho

mamãe: ayyy... mmmm

não conseguia falar de tanta dor, ela tentou colocar a mão pra trás mas segurei pra puxar de novo, cada vez mais forte.

eu: me escutou mami? vai me obedecer em tudo que eu mandar

ela mordia os lábios, botava a língua pra fora e continuava me olhando nos olhos

mamãe: sii... sii papiii você é o homem da casa

parecia que queria chorar. dei palmadas na bunda dela, meu comportamento e o dela tinham mudado completamente.

aquele dia, mudou tudo, obviamente não ia agir assim na frente da família, mas quando estivéssemos sozinhos.

eu: só eu, ok mami??

mamãe: sii papiii, só você... mmmm filhinho... tá doendooo mmmm

eu: mas é assim que você gosta, né?

mamãe: ayyy siii

eu: gosta no cuzinho, né?

mamãe: si assim, seu pai não quer me dar no cuzinho faz tempo... mmm

eu: assim?? eu vou meter sempre, tá?

mamãe: si por favorr filhinhooo mmmm

ficamos um bom tempo assim, até que não aguentei mais.

eu: quer que eu goze no seu cuzinho mami?? ou na sua boca??

mamãe: ayy joga tudo na minha bunda filhinhooo

segurei pelo cabelo, tirei por um instante, levei pra cama, coloquei de quatro, ela mesma se ajeitou abrindo as pernas

abri o cuzinho dela e meti um pouco meu pau pra jogar toda minha porra dentro

eu: ayyy mamiii

mamãe: ayyyy papiii siii ahiiii

fui tirando aos poucos e ela foi enfiando os dedos no ânus e chupando pra engolir toda minha porra.

mamãe: ay papii que gostosooo

peguei pelo cabelo e repeti de novo

eu: eu sou seu homem e você vai fazer o que eu mandar.

mamãe: si papiii, o que você mandarrrr mmm

Depois de engolir tudo, ela foi tomar banho e algo mudou quando ela falou comigo

mamãe: vou tomar banho agora, papi? e não se preocupa que eu vou fazer o que você mandar, bebê.

eu fiquei analisando. "que porra foi que eu acabei de fazer?"

A partir daí, minha vida mudou de verdade.

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