Primeira vez com a gostosa Eray 2

Primeira vez com a gostosa Eray 2Pronto, reagi espontaneamente, de novo, pra minha surpresa: os músculos da minha bunda relaxaram, e depois se contraíram de novo — uma e outra vez. Minha vontade consciente não tava nem aí: eles simplesmente tinham começado essa tarefa férrea, descontrolada, de apertar e soltar o pau, no ritmo da foda, como se tivessem inteligência própria e soubessem dar mais prazer pro meu macho. Minha delícia era dar prazer! — Que gostoso! — ele gemeu — Você tem um cuzinho! Morde bem gostoso! Ele me pegou pelos ombros, pra me foder com ainda mais força. Minhas pernas tremeram, e as contrações se espalharam: da minha bunda pro meu ventre. Não aguentei mais: abri os olhos, virei a cabeça e vi meu homem me penetrando com violência: os músculos tensos, o corpo encharcado de suor, o olhar cheio de tesão. Tava vivendo uma experiência inesquecível com aquele urso maduro de quatro, ele se encaixou no meu corpo me dando um abraço de urso! Quando ele se deixou cair, eu quase dobrei os cotovelos, lutando pra me segurar e segurar ele também, já que eu pesava 60 kg contra 120 dele, e não era à toa: um dos braços musculosos dele era mais grosso que os meus dois juntos. Sentia o abdômen tonificado dele, os peitorais duros como pedra nas minhas costas, as mãos dele descendo do abraço que me apertava, acariciando meu corpo e meu peito (porque não tenho peitos femininos), enquanto ele percorria meu corpo com as mãos calejadas. A cabeça dele tava colada do meu lado, sentindo o hálito dele atrás do meu pescoço, por cima dos meus ombros, na minha orelha! Arrepiando minha pele toda, deixando ela cheia de calafrios! Minha pele inteira tava com os poros eriçados por causa da respiração dele, enquanto ele começou a mordiscar de leve uma das minhas orelhas, sentia os dentes dele, os lábios grossos, a língua quente!! Só conseguia fechar os olhos e me deixar levar, não podia ter lugar melhor no mundo pra mim naquele momento; mesmo assim, o ritmo das estocadas dele não diminuiu, foi quando senti mais prazer! Percebi que depois de descer minha orelha beijava uma das minhas bochechas, se aproximando perigosamente da minha boca, eu morria de vontade de pegar o rosto dele com uma mão e guiar até lá, mas se eu tirasse a mão, nós dois cairíamos, e também não queria sacrificar aquele momento de prazer tão perfeito! Além disso, o que se deseja é mais gostoso – ah, putinha! Já te senti! – ele disse – Você tá se contorcendo por dentro! E também sinto seus peitinhos duros – Ele começou a me masturbar com uma mão enquanto continuava me comendo, eu tava no meu limite. Meu pintinho minúsculo se perdia na mão dele de tal jeito que ele me masturbava só com o polegar, indicador e médio. Eu tava no meu limite e o quarto, desde uns 45 minutos, tava cheio de gemidos, grunhidos e gritinhos de prazer. Num momento, não aguentei mais. As contrações ficaram mais fortes. De repente, eu explodi por dentro, desde o períneo, numa onda de prazer mais animal que humana. Gozei de um jeito explosivo, com dois jorros grossos do meu pau e mais uns tantos de urina. Gritei enquanto gozava. Arqueei as costas, querendo me fundir pra sempre no meu homem; um orgasmo intenso e sem igual de 15 segundos, sentindo que podia ter sido mais abundante, mas por causa do pau dele dentro de mim, algo me impediu... Eu me contorci mais um pouco, maravilhado com a força do erotismo, me permitindo absorver, por completo, a nova experiência: eu tinha gozado com um homem!! Quando minha respiração se normalizou e a paz voltou, não pude deixar de me virar pro meu macho, descolando meus lábios ressecados... Ele foi tirando o pau devagar de mim, e eu sentia meu cu ainda pulsando de satisfação – Tava com fome por trás, né, putinha? Agora é minha vez – Eu me joguei na cama de barriga pra cima, mas nisso ele me encurralou até a cabeceira da cama! Fiquei quase sentado, mas com meu cu exposto pra ele pegar. Ele se colocou por cima de mim e, com a naturalidade de um objeto que lhe pertence, abriu minhas pernas. Levantando elas, encaixou nos ombros dele, e enfiou o pau de novo. Enquanto ele me comia, Vi no ar minhas pernas lisas e bronzeadas, tão redondinhas, e fiquei louca de tesão: meus pés apontando pra cima, pareciam um reflexo da minha submissão! De repente, meu macho se apoiou nas minhas coxas, deixando cair todo o peso dele: logo, meus joelhos ficaram bem ao lado das minhas orelhas, e um delicioso rasgo interno me fez saber que ele tinha conseguido ir mais fundo no meu cu. Verifiquei com a mão: só um centímetro estava pra fora... Assim, cara a cara, com a boca e as mãos dele soltas. Eu não conseguia parar de olhar pra ele, via ele muito diferente do que no começo, agora reparava em cada traço mais másculo e viril dele e percebi também que eu tava gostando dele! Se eu começava a gostar dele! Como não sei, mas lembrei daquela frase de que existe amor à primeira vista, só que nesse caso é amor à primeira trepada! Estávamos cara a cara, encostamos devagar nossas testas e nossos narizes, nossas bocas estavam separadas por 3 CENTÍMETROS, eu me perdia olhando nos olhos dele e segurei o pescoço ofegante dele! Por um momento, achei que ele ia me beijar! De novo, aquele macho conseguiu acelerar meu coração! Mas ele não fez isso, e eu fiquei na vontade, juro que era o que eu mais queria naquele momento, colar nossos lábios, provar nossas línguas, entrelaçá-las com paixão, mas ele só continuou ativando as reações do meu corpo, da minha mente e do meu espírito já feminizados. As pontas dos dedos dele despertaram a sensibilidade da minha testa, das minhas pálpebras, das minhas bochechas, dos meus lábios, do meu baixo ventre. As mordidas gostosas dele viraram detonadores sexuais, pra sempre, nos lóbulos das minhas orelhas, no meu pescoço, nas laterais do meu corpo, na área ao redor do meu umbigo e na parte de dentro das minhas coxas. Ajeitamos de novo e colamos nossas caras, eu não achava um jeito de roubar um beijo do meu príncipe que, mais que isso, tinha virado meu rei; tive que me contentar em só trocar hálito com ele, por tão perto e porque eu ofegava, o hálito dele era delicioso, era uma mistura de tabaco. Queijo curado ou botanero e menta, dentro de mim eu questionava: por que ele me come mas não pode me beijar? Do pescoço dele desci e acariciei aquela costas enormes e aquela bunda de deus olímpico que eu me permiti, então, um relaxamento total. Fiquei, pois, de pernas abertas, com as mãos delicadamente apoiadas nos ombros do meu macho, e encharcado de suor. Meu coração parecia uma gostosa desenfreada, cujo galope tremia minhas têmporas. O rosto dele de puro prazer, a pélvis dele ondulando. Me agarrei nele, então, curtindo os músculos firmes dele, passando minhas mãos de novo pelas costas dele, segurando aquela bunda forte e máscula. Na minha excitação, até, e com o recente ajuste de personalidade, me vieram os mesmos desejos que quando cheguei ao clímax bem lá dentro da barriga e do cu, que se revirava como fogo, e então senti o que nunca tinha sentido: 3 jatos de porra que apagavam o tesão interno e, instintivamente, em menos de uma hora de ter gozado, gozei de novo!! Sentia que meu cu conseguia apertar ele enquanto me enchia e, ao mesmo tempo, eu gozava, deixando meu segundo orgasmo ainda mais intenso! Essa foi uma sensação que eu nunca conheci. Nenhum prazer que eu já tivesse conhecido, sentia como se eu pudesse gozar de dentro de mim, me eletrizando, formigando meu rosto, meus lábios, foi tão intenso que apertei até a planta dos pés, de um jeito que me deu cãibra, não consegui evitar e gritei! Arrhg! De prazer e, no final, de dor.... A gente ficou um tempão de frente um pro outro, do jeito que estávamos, trocando beijos esquimós com o nariz.

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