Mundo onde humanos são pets de outras pessoas

Olha, isso aqui é um pedaço de uma história inspirada em mangás hentai tipo Ho my dog! e outros que curtem a parada de pet play e exibicionismo nas tramas. Tava pensando em colocar link de referência, mas vi que esse site tá deletando uns mangas e outros eu nem lembro o nome.
A ideia é fazer uma série de contos curtos dentro do mesmo universo, e esse conto que tô postando ainda não tá terminado. Não sou escritora profissional, então desculpa pelos erros.

Um mundo onde os humanos podem ser animais de estimação de outras pessoas ou gado de fazendas.




Maria era uma mulher na casa dos 25, muito gostosa e sexy.1,45 metro de altura, peitões, com um quadril e uma bunda descomunal. Cabelo preto e olhos escuros, a pele morena linda dela faz ela parecer uma gostosa. Ouvindo a história pessoal dela, quase consigo entender o que a levou a acabar desse jeito agora; por que ela tá na minha frente de quatro, cruzando com um cachorro; daqueles cachorros novos que antes eram humanos.


Sou mulher policial, atendemos a um chamado de perturbação e nos mandaram ver o que era. Meu parceiro estava tão confuso quanto eu. O espetáculo que nos recebeu foi inesperado, pra dizer o mínimo. Tava mais que claro que estavam no meio do coito, aparentemente já tinham terminado. O cachorro tava olhando pro lado oposto da garota, na posição típica quando os cachorros se soltam e o macho já quer vazar. Maria, a mulher, gemia de forma barulhenta, a respiração dela saía entrecortada, era óbvio que já tava há um tempinho queimando a energia sexual dela. Cada vez que se exaltava, dava pra ouvir ela balbuciar com uma voz trêmula: – Quero ser uma puta – repetia entre os gemidos.
Alguns vizinhos estavam com a gente, um par deles preocupados ignoraram nossas ordens e se recusaram a ficar na entrada da propriedade. Enquanto esperávamos eles se mandarem, esses vizinhos, fofoqueiros que são, começaram a contar o que sabiam da vida dela: que era uma mulher sozinha, que ninguém conhece um parceiro recente, que o último homem que foi o namorado dela largou ela porque era casado, e isso já faz vários anos. A frustração sexual fez ela virar uma puta. Essas palavras não me soaram bem quando ouvi, mas com as novas leis, tecnicamente ela já era.
Acho que é melhor chamar o controle de animais, porque tem uma cadela vadia causando alvoroço nos cachorros do bairro e não pode ter cachorro sem dono nem adestrador.
Em pouco tempo, o pátio onde a gente tava — que devia ser de um dos vizinhos que tão viajando — foi enchendo de curiosos, e pelo menos uns dois tavam tirando foto e gravando aquilo. Sei lá se é ilegal, porque tecnicamente são dois cachorros se cruzando, mas tivemos que mandar todo mundo vazar pra tentar manter a ordem. Percebi que a Maria olhava pra quem tava observando e tentava se posicionar de um jeito que todo mundo pudesse ver ela. A putinha é exibicionista, né? Bom, sorte dela como puta que todo mundo vai olhar quando ela aparecer na rua de novo.
Não demorou muito para a Controle Animal chegar. Pouco antes deles aparecerem, começamos a ouvir os gemidos da Maria cada vez mais altos. Quando fui ver o que era, era nada mais que o esforço do cachorro tentando sair de dentro dela, mas ainda estavam travados. O cachorro andava pra frente, forçando ela a recuar. Dava pra ver os fluidos vaginais escorrendo entre as pernas dela e, aos poucos, virando uma cachoeira de fluido orgásmico. A cara da Maria se distorceu, mostrando um desespero, com os olhos bem abertos, quase saindo da órbita, e uma língua babada escapando da boca. Ela deixou escorrer uma quantidade enorme de saliva, junto com um grito de prazer e gemidos, com um som de vácuo igual quando abre um pote. O pau do cachorro finalmente saiu da buceta dela, deixando-a exausta na grama do jardim. Um rapaz novo da Controle Animal, meio nervoso, se aproximou, colocou uma coleira com corrente nela. O parceiro dele disse com um sorriso: — Sem medo, ela não morde, é só uma puta de rua. Com a corrente na mão e puxando ela, o que antes foi a Maria se levantou e foi de quatro até a caminhonete, subindo na parte de trás onde estavam as gaiolas pros novos animais humanos. Num desses, ela foi guardada sem oferecer resistência nenhuma, fazendo tudo por conta própria. Ela seria uma puta, isso já era fato. O cachorro macho foi recolhido por um dos vizinhos, já que o dono dele tinha saído à noite e só voltaria de manhã.


Não consegui tirar da cabeça a imagem dessa mina de quatro, pelada igual uma puta ao ar livre, sendo fodida por um cachorro humano enquanto as pessoas olhavam como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ela tava muito gostosa e parecia adorar o que fazia; percorrer o bairro inteiro pelada de quatro e ser fodida por todo cachorro que estivesse por perto.
Pela manhã, contei pro meu marido o que rolou na noite anterior. Ele, meio sem jeito, tentou perguntar o que eu achava e qual era minha opinião. Eu disse que, se as novas leis permitirem, eles podem fazer, mas tem regras que precisam ser seguidas, porque não tem volta.
Como assim, não tem volta? Pergunto enquanto bebia água.
–Eles descobrem no meio do ato que, como a mina da noite passada, automaticamente te levam pra um centro de treinamento de animais, já que é ilegal transar com bichos e a punição é virar um automaticamente.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Acerto — respondi de forma pensativa.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Já ouviu falar em petplay? – Perguntou meio tímido.
Pois é, ontem mesmo um colega meu falou, já que um dos vizinhos aqui mencionou umas duas vezes, exatamente o que chamam de Pet Girl. Isso tá meio no limbo, uns caras apareceram com umas minas como se fossem pets humanos, sabe, com coleira e andando de quatro. Mas nunca transaram com as "mascotes" dos outros, mesmo passando o dia inteiro passeando num parque de cachorros. Então, enquanto você não transar com qualquer bicho e tiver testemunhas, não precisa levar pra um centro de treinamento.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tudo isso é bobo, né – disse ele pensativo, como se procurasse um jeito de me falar alguma coisa.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Querendo experimentar?
–Que porra é Pet Play?–
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, caso você não tenha pensado nisso – ela disse quase tremendo, como se esperasse uma bronca terrível. Eu só sorri e falei – Não sabia que queria ser minha mascote, love. Você é muito gostoso.
Elsolo sorriu, respirou fundo, aparentemente para criar coragem, e disse, muito nervoso e em voz alta: –Quero que você seja minha mascote–
Eu só fiquei pensando – Do que cê tá falando? Tipo, jogo de interpretação? –
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sicomo é o Pet Player, só pra experimentar–
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Se você organizar tudo, tipo os acessórios que vou levar e como vamos fazer, pode contar comigo.
Nos dias seguintes, o Luismi, meu marido, se ocupou em organizar as coisas e me mostrava alguns vídeos de pessoas praticando isso em via pública. As brechas nas leis são que as pessoas podem sair totalmente nuas, como um animal de estimação — era ridículo. Só o simples ato sexual com um animal já era condenável. Acontece que uma pessoa só é considerada como pet até que as modificações mentais ou corporais estejam completas e com o certificado de qualidade. Mas, durante o período de preparação, elas não são humanas nem animais; é como se fosse um tempo de gestação. Tem um vácuo legal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tecnicamente, é pra trocar os bichos conforme for melhor pra eles, pra não ter bicho demais nem gado de menos.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Então vocês não são obrigados a respeitar os desejos deles?
– Luis disse isso com um tom pensativo e a mão no queixo.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ou seja, temos caminho livre–
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Não fica criando ideia, vamos ser só eu e você num quarto, só isso, não pretendo fazer mais nada, falei fingindo um incômodo.
No dia marcado, a gente se encontrou num hotel depois do trabalho. Já tínhamos pedido folga os dois, três semanas inteiras só pra ficar juntos. Chegamos na mesma hora e entramos juntos. Ele já tinha reservado o quarto. Fizemos um caminho rápido da recepção até o quarto. Assim que entramos, o Luis fechou a porta com chave e foi direto pra cama, esvaziando a mochila que ele tava carregando. Quando fui ver o que ele tinha comprado pra eu usar e talvez enfiar em mim, não foi surpresa: era tudo o que a gente já tinha visto nos filmes pornô e nos vídeos que ele me mostrou.
Um par de plugues anais com rabos de cores diferentes, um par de luvas em formato de patinhas caninas, igual a um tipo de meias com formato parecido, uma espécie de focinheira pra simular um focinho, umas tiaras com orelhinhas caninas, um corset marrom claro, um par de joelheiras da mesma cor, dois potões de cachorro e, por último, uma coleira de couro com a corrente.
Fiquei pensando enquanto via tudo — Será que você realmente me quer como mascote? E quantos dias você pretendia me manter assim?
- Bom, pelo menos um fim de semana e você.
Na minha mente, só via a imagem da sensual Maria, a humana que virou uma puta em público. Era tão sexy e safado ver alguém transando na rua sem se importar com nada, pelada ao ar livre, com aquele prazer enorme estampado no rosto. E quando vi ela de coleira, sendo guiada de quatro, submissa e obediente, não aguentei mais. Comecei a me despir, de costas pro meu marido.
—Bom, não sei se realmente queria ficar por muito tempo assim, como te falei, só queria experimentar. Vamos ver como as coisas rolam e depois a gente vê.
Totalmente nua, me virei pra encarar ele de frente. Lá estava ele, de boca aberta e com o espartilho nas mãos. Já tava sacando que, se eu deixasse e continuasse o jogo do jeito que ele queria, sem criar muita resistência, tinha uma chance grande de ir bem mais longe. Meu marido é um cara simples, já me falou tudo o que quer fazer e até onde quer chegar, e, sinceramente, não me incomoda. Mas a linha entre continuar sendo humana e me transformar numa cadela pra vida toda é tão fina que, a qualquer momento, tudo pode dar merda.
— E quais vão ser as regras? — perguntei com um sorriso.
Bem, vamos começar aqui no quarto. O básico é você se comportar como um cachorrinho e comer na janta nos seus potes. E se a gente se animar, talvez a gente saia pra dar um passeio no jardim.
Tá falando sério sobre sair?
Luisse ficou gelado quando me ouviu dizer isso, talvez tenha sido o tom da minha voz. – Ahh, desculpa se você entendeu mal, é que me surpreendeu você não ter medo de perder sua esposa. Que tal um cachorro conseguir me montar, ou se algum guarda vê errado e acha que me viu fodendo com algum cachorro? Cada vez mais comuns os cachorros humanos de rua, ou acho que é mais correto dizer os novos cachorros de rua.
Fico pensando — você tem um pouco de razão, mas não seria capaz de te colocar numa situação complicada. Se eu ver risco, a gente simplesmente vaza. O que acha?
- Ok, abre um sinal chave ou uma palavra caso eu queira terminar.
— Chega de só falar, já deu. Quer terminar logo com isso? Já bastou.
-Entendido-
Nesse momento eu já estava sentada no chão. O Luis estava terminando de colocar a última joelheira e, com muito carinho, colocou as meias de patinhas em mim, as luvas e finalizou com as redes de putinha.
Pego a coleira de cachorro e de um dos bolsos da calça tiro uma plaquinha em formato de osso, coloco na coleira e me inclino dizendo.
A partir de hoje, quando minha amada esposa Sofia estiver no seu alter ego de putinha e eu, como seu dono, passar a me chamar de Lassie. O que você acha, gostosa?
O nome me pareceu idiota, mas era o certo pra uma cadela idiota igual a Lassie. Dei meu melhor latido, que até que não soou tão ruim. Luis sorriu ao me ouvir, e eu mexi minha bunda tentando simular que tava rebolando uma rabeta.
-Bom, isso deve ser um sim e vejo que já tá treinado no papel, assim que eu gosto, mas por pouco esqueço da sua raba
Peguei um dos plugs anal Booty, o de pelo mais fofinho, e com muito cuidado comecei a introduzir. Sentia ele abrindo caminho pelo meu cu, só soltei uns gemidinhos baixos. Quando entrou tudo, me acariciou igual um cachorro e, enquanto me beijava, dizia: "boa garota, você é uma boa garota.

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