Olha, isso aqui é um trecho de uma história inspirada em mangás hentai tipo Ho my dog! e outros que curtem pet play e exibicionismo nas tramas. Tava pensando em colocar link de referência, mas vi que esse site tá deletando uns mangas e outros eu nem lembro o nome.
A ideia é fazer uma série de contos curtos dentro do mesmo universo, e esse conto que estou publicando ainda não está terminado. Não sou escritora profissional, então desculpe pelos erros.
Um mundo onde os humanos podem ser bichinhos de estimação de outras pessoas ou gado de fazenda.
Maria era uma mulher na casa dos 25, muito gostosa e sexy.1,45 metro de altura, peitão grande, com uma cintura fina e uma bunda descomunal. Cabelo preto e olhos escuros, a pele morena linda dela faz ela parecer uma gostosa. Ouvindo a história pessoal dela, quase consigo entender o que a levou a acabar assim agora; por que ela tá na minha frente de quatro, cruzando com um cachorro; um daqueles cachorros novos que antes eram humanos.
Sou policial mulher, atendemos um chamado de perturbação e nos mandaram ver o que era. Meu parceiro ficou tão desconcertado quanto eu. O espetáculo que nos recebeu foi inesperado, pra dizer o mínimo. Tava mais que claro que estavam no meio do coito, aparentemente já tinham terminado. O cachorro tava olhando pro lado oposto da garota, na posição típica quando os cachorros se soltam e o macho já quer vazar. Maria, a mulher, gemia alto, a respiração dela saía entrecortada, era óbvio que já tava queimando a energia sexual dela há um tempão. Cada vez que ela se exaltava, dava pra ouvir ela balbuciando com uma voz trêmula: – Quero ser uma puta – repetia entre os gemidos.
Alguns vizinhos estavam com a gente, um par deles preocupados ignoraram nossas ordens e se recusaram a ficar na entrada da propriedade. Enquanto esperávamos eles se mandarem, esses vizinhos, fofoqueiros como sempre, começaram a contar o que sabiam da vida dela: que era uma mulher sozinha, que ninguém conhece um parceiro recente, que o último homem que foi o namorado dela largou ela porque descobriram que ele era casado, e isso já faz vários anos. A frustração sexual fez ela virar uma puta. Essas palavras não me agradaram quando eu processei, mas com as novas leis, tecnicamente ela já era.
Acho que é melhor chamar o controle de animais, porque tem uma cadela de rua aqui alvoroçando os cachorros do bairro, e não pode ter cachorro sem dono nem adestrador.
Em pouco tempo, o pátio onde a gente tava, que devia ser de um dos vizinhos que tão fora, foi enchendo de curiosos e pelo menos uns dois tavam tirando foto e gravando aquilo — o que não é ilegal, porque tecnicamente são dois cachorros se cruzando. Mas a gente teve que mandar todo mundo sair dali pra tentar manter a ordem. Percebi que a Maria olhava pra quem tava observando e tentava se posicionar de um jeito que todo mundo pudesse ver ela. A putinha é exibicionista. Bom, ela tem sorte, porque como uma puta, todo mundo vai olhar pra ela quando ela aparecer na rua de novo.
Não demorou muito para a Controle Animal chegar. Pouco antes deles aparecerem, começamos a ouvir os gemidos da Maria cada vez mais fortes. Quando fomos ver o que estava rolando, era só o esforço do parceiro dela tentando sair, mas ainda estavam travados. O cachorro andava pra frente, forçando ela a recuar. Dava pra ver os fluidos vaginais escorrendo entre as pernas dela, e aos poucos aquilo virava uma cachoeira de gozo. A cara da Maria se distorceu, mostrando desespero, com os olhos bem abertos, quase saindo da órbita, e uma língua babada escapando da boca. Ela deixou escorrer uma porrada de saliva junto com um grito enorme de prazer e gemidos, com um som de vácuo igual quando abre um pote. O pau do cachorro finalmente saiu da buceta dela, deixando ela exausta no gramado do jardim. Um moleque novo da Controle Animal, meio nervoso, se aproximou e colocou uma coleira com corrente nela. O parceiro dele disse com um sorriso: — Sem medo, ela não morde, é só uma puta de rua. Com a corrente na mão e puxando ela pra levantar o que um dia foi a Maria, ele a fez ir de quatro até a caminhonete e subir na parte de trás, onde estavam as gaiolas pros novos animais humanos. Num desses, ela foi guardada sem oferecer resistência, fazendo tudo sozinha. Ia virar uma puta, já era fato. O cachorro macho foi recolhido por um dos vizinhos, já que o dono dele tinha saído à noite e só voltaria de manhã.
Não consegui tirar da cabeça a imagem dessa mina de quatro, pelada como uma puta ao ar livre, sendo fodida por um cachorro humano enquanto as pessoas olhavam como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ela tava muito gostosa e parecia adorar o que fazia; percorrer o bairro inteiro pelada de quatro e sendo fodida por todo cachorro que aparecesse por perto.
Pela manhã, contei pro meu marido o que rolou na noite anterior. Ele, meio sem jeito, tentou me perguntar o que eu achava e qual era minha opinião. Eu disse que, se as novas leis permitirem, eles podem fazer, mas tem regras que precisam ser seguidas, porque não tem volta.
Como assim, não tem volta? Pergunto enquanto bebia água.
–Eles descobrem no meio do ato que, como a mina de ontem à noite, automaticamente te levam pra um centro de treinamento de animais, já que é ilegal transar com bichos e a punição é se transformar num automaticamente.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Acerto—respondi de forma pensativa.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Já ouviu falar em petplay?" – perguntou meio tímido.
Pois é, ontem mesmo um colega meu falou que um dos vizinhos aqui mencionou umas duas vezes, exatamente o que chamam de Pet Girl. Isso tá meio que no limbo, uns caras apareceram com umas mascotes humanas, sabe, com coleira e andando de quatro. Mas nunca transaram com as mascotes dos outros, mesmo passando o dia inteiro passeando num parque de cachorro. Então, enquanto você não transar com um animal qualquer e tiver testemunhas, não precisa levar pra um centro de treinamento.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Tudo isso é bobo, né? – ele disse, pensativo, como se procurasse um jeito de me falar alguma coisa.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Querendo experimentar?
–Que porra é Pet Play?–
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Sim, caso você não tenha pensado nisso – ela disse quase tremendo, como se esperasse uma bronca terrível. Eu só sorri e falei – Não sabia que você queria ser minha mascote, love. Você é muito gostoso.
Elsolo sorriu, respirou fundo, aparentemente pra criar coragem, e disse com muitos nervos e em voz alta: –Quero que você seja minha mascote–
Fiquei só pensando – O que você quer dizer? Tipo, um jogo de RPG?
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Sicomo é o Pet Player só pra experimentar–
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Organiza tudo, os acessórios que vou levar e como a gente vai fazer. Pode contar comigo.
Nos dias seguintes, o marido da Luismi se ocupou de organizar as coisas e me mostrava alguns vídeos de pessoas praticando isso em via pública e as brechas nas leis. Acontece que as pessoas podem sair totalmente nuas, como um animal de estimação, era ridículo — só o simples ato sexual com um animal já condenava. Acontece que uma pessoa só é considerada como mascote quando as modificações mentais ou corporais estão completas e com seu certificado de qualidade, mas durante o período de preparação não são humanos nem animais, é como se fosse um tempo de gestação. Tem um vácuo legal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai, tecnicamente é pra trocar os bichos conforme for mais conveniente, pra não ter mascate demais nem gado de menos.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Então eles não são obrigados a respeitar os desejos dela?
– Luis falou isso com um tom pensativo e com a mão no queixo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ou seja, temos caminho livre–
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Não fica criando ideia, vamos ficar só eu e você num quarto, só isso. Não pretendo fazer mais nada, falei fingindo um puta incômodo.
No dia, chegamos e nos vimos num hotel depois do trabalho. Já tínhamos pedido os dois dias de folga pra ter tempo pra gente (três semanas). Chegamos ao mesmo tempo e entramos juntos. Ele já tinha feito a reserva do quarto. Demos uma passada rápida da recepção até o quarto. Mal entramos, o Luis fechou a porta com chave e foi direto pra cama, esvaziando o conteúdo da mochila que ele tava carregando. Quando fui ver o quanto ele tinha comprado pra eu usar e talvez enfiar em mim, não foi surpresa: era tudo o que a gente já tinha visto nos filmes pornô e nos vídeos que ele me mostrou.
Um par de plugues anais com rabos de cores diferentes, um par de luvas em formato de patinhas caninas, igual a um tipo de meias com formato parecido, um tipo de focinheira pra simular um focinho, umas tiaras com orelhinhas caninas, um espartilho marrom claro, um par de joelheiras da mesma cor, dois potões de cachorro e, por último, uma coleira de couro com a corrente.
Fiquei pensando enquanto via tudo — Será que você realmente me quer como mascote? E quantos dias você planejava me manter assim?
- Bom, pelo menos um fim de semana pra você.
Na minha mente, só via a imagem da sensual Maria, a humana que virou uma puta em público. O tesão e a sacanagem que era ver alguém dando em público sem se importar, pelada ao ar livre, e o prazerão estampado na cara dela. Quando vi ela de coleira, sendo guiada de quatro, submissa e obediente, não aguentei mais e comecei a me despir, de costas pro meu marido.
—Bom, não sei se realmente queria ficar muito tempo assim, como te falei, só queria experimentar. Vamos ver como as coisas andam e depois a gente vê.
Totalmente nua, me virei pra encarar ele de frente. Lá estava ele, de boca aberta e com o espartilho nas mãos. Já tava sacando que, se eu deixasse e continuasse o jogo do jeito que ele queria, sem muita resistência da minha parte, tinha uma boa chance de ir mais longe. Meu marido é um cara simples, já me falou tudo o que quer fazer e até onde ir, e sinceramente não me incomoda. Mas a linha entre continuar sendo humana e me transformar numa cadela pro resto da vida é tão fina que, a qualquer momento, tudo pode dar merda.
—E quais vão ser as regras? — perguntei com um sorriso.
Bem, vamos começar aqui no quarto, o básico: você vai se comportar como um cachorrinho e comer a janta inteira na sua tigela. E se a gente se animar, talvez a gente saia pra dar um passeio no jardim.
Tá falando sério sobre sair?
Luisse ficou gelado quando me ouviu dizer isso, talvez tenha sido o tom da minha voz. – Ahh, desculpa se você entendeu mal, é que me surpreendeu você não ter medo de perder sua esposa. Que tal um cachorro conseguir me montar? Ou se algum guarda vê errado e acha que me viu dando pra algum cachorro? Cada vez mais comuns os cachorros humanos de rua, ou acho que é mais correto dizer os novos cachorros de rua.
Fico pensando — você tem um pouco de razão, mas não seria capaz de te colocar numa situação complicada. Se eu ver risco, a gente simplesmente vaza. O que acha?
- Tá bom, abre um sinal ou uma palavra-chave caso eu queira parar.
-Chega de só falar, ou você quer terminar de vez? Já deu, só de conversa já bastava-
-Entendido-
Nesse momento eu já estava sentada no chão. O Luis estava terminando de colocar a última joelheira e, com muito carinho, vestiu as meias de patinhas, as luvas e finalizou com as redezinhas de putinha.
Pego a coleira de cachorro e de um dos bolsos da calça tiro uma plaquinha em formato de osso, coloco na coleira e me inclino dizendo.
- A partir de hoje, quando minha amada esposa Sofia estiver no seu alter ego de putinha e eu, como seu dono, passar a me chamar de Lassie. O que você acha, gostosa?
O nome me pareceu idiota, mas era o certo pra uma cadela burra igual a Lassie. Dei meu melhor latido, que até que não soou tão ruim. Luis sorriu ao me ouvir, e eu mexi minha bunda, tentando simular um rebolado de booty.
-Bom, isso deve ser um sim e vejo que já tá treinado no papel, assim que eu gosto, mas por pouco esqueci da sua raba-
Peguei um dos plugues anais da Booty, o de pelo mais fofinho, e com muito cuidado comecei a introduzir. Sentia ele abrindo caminho pelo meu cu, só soltei uns gemidinhos baixos. Quando entrou tudo, me acariciou igual um cachorro e, enquanto me beijava, ficava dizendo: "boa garota, você é uma boa garota.
A ideia é fazer uma série de contos curtos dentro do mesmo universo, e esse conto que estou publicando ainda não está terminado. Não sou escritora profissional, então desculpe pelos erros.
Um mundo onde os humanos podem ser bichinhos de estimação de outras pessoas ou gado de fazenda.
Maria era uma mulher na casa dos 25, muito gostosa e sexy.1,45 metro de altura, peitão grande, com uma cintura fina e uma bunda descomunal. Cabelo preto e olhos escuros, a pele morena linda dela faz ela parecer uma gostosa. Ouvindo a história pessoal dela, quase consigo entender o que a levou a acabar assim agora; por que ela tá na minha frente de quatro, cruzando com um cachorro; um daqueles cachorros novos que antes eram humanos.
Sou policial mulher, atendemos um chamado de perturbação e nos mandaram ver o que era. Meu parceiro ficou tão desconcertado quanto eu. O espetáculo que nos recebeu foi inesperado, pra dizer o mínimo. Tava mais que claro que estavam no meio do coito, aparentemente já tinham terminado. O cachorro tava olhando pro lado oposto da garota, na posição típica quando os cachorros se soltam e o macho já quer vazar. Maria, a mulher, gemia alto, a respiração dela saía entrecortada, era óbvio que já tava queimando a energia sexual dela há um tempão. Cada vez que ela se exaltava, dava pra ouvir ela balbuciando com uma voz trêmula: – Quero ser uma puta – repetia entre os gemidos.
Alguns vizinhos estavam com a gente, um par deles preocupados ignoraram nossas ordens e se recusaram a ficar na entrada da propriedade. Enquanto esperávamos eles se mandarem, esses vizinhos, fofoqueiros como sempre, começaram a contar o que sabiam da vida dela: que era uma mulher sozinha, que ninguém conhece um parceiro recente, que o último homem que foi o namorado dela largou ela porque descobriram que ele era casado, e isso já faz vários anos. A frustração sexual fez ela virar uma puta. Essas palavras não me agradaram quando eu processei, mas com as novas leis, tecnicamente ela já era.
Acho que é melhor chamar o controle de animais, porque tem uma cadela de rua aqui alvoroçando os cachorros do bairro, e não pode ter cachorro sem dono nem adestrador.
Em pouco tempo, o pátio onde a gente tava, que devia ser de um dos vizinhos que tão fora, foi enchendo de curiosos e pelo menos uns dois tavam tirando foto e gravando aquilo — o que não é ilegal, porque tecnicamente são dois cachorros se cruzando. Mas a gente teve que mandar todo mundo sair dali pra tentar manter a ordem. Percebi que a Maria olhava pra quem tava observando e tentava se posicionar de um jeito que todo mundo pudesse ver ela. A putinha é exibicionista. Bom, ela tem sorte, porque como uma puta, todo mundo vai olhar pra ela quando ela aparecer na rua de novo.
Não demorou muito para a Controle Animal chegar. Pouco antes deles aparecerem, começamos a ouvir os gemidos da Maria cada vez mais fortes. Quando fomos ver o que estava rolando, era só o esforço do parceiro dela tentando sair, mas ainda estavam travados. O cachorro andava pra frente, forçando ela a recuar. Dava pra ver os fluidos vaginais escorrendo entre as pernas dela, e aos poucos aquilo virava uma cachoeira de gozo. A cara da Maria se distorceu, mostrando desespero, com os olhos bem abertos, quase saindo da órbita, e uma língua babada escapando da boca. Ela deixou escorrer uma porrada de saliva junto com um grito enorme de prazer e gemidos, com um som de vácuo igual quando abre um pote. O pau do cachorro finalmente saiu da buceta dela, deixando ela exausta no gramado do jardim. Um moleque novo da Controle Animal, meio nervoso, se aproximou e colocou uma coleira com corrente nela. O parceiro dele disse com um sorriso: — Sem medo, ela não morde, é só uma puta de rua. Com a corrente na mão e puxando ela pra levantar o que um dia foi a Maria, ele a fez ir de quatro até a caminhonete e subir na parte de trás, onde estavam as gaiolas pros novos animais humanos. Num desses, ela foi guardada sem oferecer resistência, fazendo tudo sozinha. Ia virar uma puta, já era fato. O cachorro macho foi recolhido por um dos vizinhos, já que o dono dele tinha saído à noite e só voltaria de manhã.
Não consegui tirar da cabeça a imagem dessa mina de quatro, pelada como uma puta ao ar livre, sendo fodida por um cachorro humano enquanto as pessoas olhavam como se fosse a coisa mais normal do mundo. Ela tava muito gostosa e parecia adorar o que fazia; percorrer o bairro inteiro pelada de quatro e sendo fodida por todo cachorro que aparecesse por perto.
Pela manhã, contei pro meu marido o que rolou na noite anterior. Ele, meio sem jeito, tentou me perguntar o que eu achava e qual era minha opinião. Eu disse que, se as novas leis permitirem, eles podem fazer, mas tem regras que precisam ser seguidas, porque não tem volta.
Como assim, não tem volta? Pergunto enquanto bebia água.
–Eles descobrem no meio do ato que, como a mina de ontem à noite, automaticamente te levam pra um centro de treinamento de animais, já que é ilegal transar com bichos e a punição é se transformar num automaticamente.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Acerto—respondi de forma pensativa.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Já ouviu falar em petplay?" – perguntou meio tímido.
Pois é, ontem mesmo um colega meu falou que um dos vizinhos aqui mencionou umas duas vezes, exatamente o que chamam de Pet Girl. Isso tá meio que no limbo, uns caras apareceram com umas mascotes humanas, sabe, com coleira e andando de quatro. Mas nunca transaram com as mascotes dos outros, mesmo passando o dia inteiro passeando num parque de cachorro. Então, enquanto você não transar com um animal qualquer e tiver testemunhas, não precisa levar pra um centro de treinamento.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Tudo isso é bobo, né? – ele disse, pensativo, como se procurasse um jeito de me falar alguma coisa.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Querendo experimentar?
–Que porra é Pet Play?–
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Sim, caso você não tenha pensado nisso – ela disse quase tremendo, como se esperasse uma bronca terrível. Eu só sorri e falei – Não sabia que você queria ser minha mascote, love. Você é muito gostoso.
Elsolo sorriu, respirou fundo, aparentemente pra criar coragem, e disse com muitos nervos e em voz alta: –Quero que você seja minha mascote–
Fiquei só pensando – O que você quer dizer? Tipo, um jogo de RPG?
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Sicomo é o Pet Player só pra experimentar–
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Organiza tudo, os acessórios que vou levar e como a gente vai fazer. Pode contar comigo.
Nos dias seguintes, o marido da Luismi se ocupou de organizar as coisas e me mostrava alguns vídeos de pessoas praticando isso em via pública e as brechas nas leis. Acontece que as pessoas podem sair totalmente nuas, como um animal de estimação, era ridículo — só o simples ato sexual com um animal já condenava. Acontece que uma pessoa só é considerada como mascote quando as modificações mentais ou corporais estão completas e com seu certificado de qualidade, mas durante o período de preparação não são humanos nem animais, é como se fosse um tempo de gestação. Tem um vácuo legal.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai, tecnicamente é pra trocar os bichos conforme for mais conveniente, pra não ter mascate demais nem gado de menos.
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Então eles não são obrigados a respeitar os desejos dela?
– Luis falou isso com um tom pensativo e com a mão no queixo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Ou seja, temos caminho livre–
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Não fica criando ideia, vamos ficar só eu e você num quarto, só isso. Não pretendo fazer mais nada, falei fingindo um puta incômodo.
No dia, chegamos e nos vimos num hotel depois do trabalho. Já tínhamos pedido os dois dias de folga pra ter tempo pra gente (três semanas). Chegamos ao mesmo tempo e entramos juntos. Ele já tinha feito a reserva do quarto. Demos uma passada rápida da recepção até o quarto. Mal entramos, o Luis fechou a porta com chave e foi direto pra cama, esvaziando o conteúdo da mochila que ele tava carregando. Quando fui ver o quanto ele tinha comprado pra eu usar e talvez enfiar em mim, não foi surpresa: era tudo o que a gente já tinha visto nos filmes pornô e nos vídeos que ele me mostrou.
Um par de plugues anais com rabos de cores diferentes, um par de luvas em formato de patinhas caninas, igual a um tipo de meias com formato parecido, um tipo de focinheira pra simular um focinho, umas tiaras com orelhinhas caninas, um espartilho marrom claro, um par de joelheiras da mesma cor, dois potões de cachorro e, por último, uma coleira de couro com a corrente.
Fiquei pensando enquanto via tudo — Será que você realmente me quer como mascote? E quantos dias você planejava me manter assim?
- Bom, pelo menos um fim de semana pra você.
Na minha mente, só via a imagem da sensual Maria, a humana que virou uma puta em público. O tesão e a sacanagem que era ver alguém dando em público sem se importar, pelada ao ar livre, e o prazerão estampado na cara dela. Quando vi ela de coleira, sendo guiada de quatro, submissa e obediente, não aguentei mais e comecei a me despir, de costas pro meu marido.
—Bom, não sei se realmente queria ficar muito tempo assim, como te falei, só queria experimentar. Vamos ver como as coisas andam e depois a gente vê.
Totalmente nua, me virei pra encarar ele de frente. Lá estava ele, de boca aberta e com o espartilho nas mãos. Já tava sacando que, se eu deixasse e continuasse o jogo do jeito que ele queria, sem muita resistência da minha parte, tinha uma boa chance de ir mais longe. Meu marido é um cara simples, já me falou tudo o que quer fazer e até onde ir, e sinceramente não me incomoda. Mas a linha entre continuar sendo humana e me transformar numa cadela pro resto da vida é tão fina que, a qualquer momento, tudo pode dar merda.
—E quais vão ser as regras? — perguntei com um sorriso.
Bem, vamos começar aqui no quarto, o básico: você vai se comportar como um cachorrinho e comer a janta inteira na sua tigela. E se a gente se animar, talvez a gente saia pra dar um passeio no jardim.
Tá falando sério sobre sair?
Luisse ficou gelado quando me ouviu dizer isso, talvez tenha sido o tom da minha voz. – Ahh, desculpa se você entendeu mal, é que me surpreendeu você não ter medo de perder sua esposa. Que tal um cachorro conseguir me montar? Ou se algum guarda vê errado e acha que me viu dando pra algum cachorro? Cada vez mais comuns os cachorros humanos de rua, ou acho que é mais correto dizer os novos cachorros de rua.
Fico pensando — você tem um pouco de razão, mas não seria capaz de te colocar numa situação complicada. Se eu ver risco, a gente simplesmente vaza. O que acha?
- Tá bom, abre um sinal ou uma palavra-chave caso eu queira parar.
-Chega de só falar, ou você quer terminar de vez? Já deu, só de conversa já bastava-
-Entendido-
Nesse momento eu já estava sentada no chão. O Luis estava terminando de colocar a última joelheira e, com muito carinho, vestiu as meias de patinhas, as luvas e finalizou com as redezinhas de putinha.
Pego a coleira de cachorro e de um dos bolsos da calça tiro uma plaquinha em formato de osso, coloco na coleira e me inclino dizendo.
- A partir de hoje, quando minha amada esposa Sofia estiver no seu alter ego de putinha e eu, como seu dono, passar a me chamar de Lassie. O que você acha, gostosa?
O nome me pareceu idiota, mas era o certo pra uma cadela burra igual a Lassie. Dei meu melhor latido, que até que não soou tão ruim. Luis sorriu ao me ouvir, e eu mexi minha bunda, tentando simular um rebolado de booty.
-Bom, isso deve ser um sim e vejo que já tá treinado no papel, assim que eu gosto, mas por pouco esqueci da sua raba-
Peguei um dos plugues anais da Booty, o de pelo mais fofinho, e com muito cuidado comecei a introduzir. Sentia ele abrindo caminho pelo meu cu, só soltei uns gemidinhos baixos. Quando entrou tudo, me acariciou igual um cachorro e, enquanto me beijava, ficava dizendo: "boa garota, você é uma boa garota.
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