Policía derrotada 6

Fiquei na jaula a noite toda, sem roupa, e a única luz que me iluminava e dava um pouco de calor era a de uma vela num canto dela.

Policía derrotada 6

Ao amanhecer, ouvi o som de chaves, abri os olhos e eram oficiais. Eles abriram a cela, me seguraram pelos braços para me tirar de lá, me levaram até um carro de transporte de presos. Pedi que me dessem alguma roupa para me cobrir, por ser uma prisão masculina eu sabia que o veículo estaria cheio de homens.

Sabendo que eu era a única mulher e, para piorar tudo, estava pelada, eu corria perigo. Os guardas riram e repetiram o que já tinham me dito várias vezes: que eu tinha perdido meus direitos, que não importava nem um pouco o que poderiam fazer comigo. E me levaram praticamente arrastada, me colocando nua num veículo cheio de homens perigosos.

Todos estavam acorrentados, mas até os guardas pareciam gostar de me ver pelada e espancada. O cara ao meu lado tentou me tocar, eu tentei evitar, mas tanto ele quanto eu percebemos que o guarda não ia me defender. Ele teve a ousadia de me ameaçar na frente do guarda e confirmou o que era de se esperar: ninguém naquele veículo me defenderia ou garantiria minha segurança.

Senti que estava em perigo, sabia que ninguém ia me salvar, não tive outra opção a não ser deixar ele me tocar. Foi uma experiência horrível, ele apalpou meu corpo inteiro, ainda teve a coragem de me pedir pra me inclinar um pouco de lado, pra poder enfiar a mão por baixo e meter os dedos nojentos no meu cu. Também me obrigou a chupar o pau dele. Todo mundo viu o que aconteceu e percebeu a situação em que eu estava.

Depois que ele gozou na minha boca, ouvi outro grito me mandando levantar e ir até o fundo do ônibus onde estávamos. Tive que fazer isso, mesmo sem querer, eu sabia o que estava por vir. Assim que comecei a passar entre os assentos, senti várias mãos passando pelas minhas pernas, buceta, bunda, até nos meus peitos e abdômen. Estavam tão desesperados que às vezes apertavam forte e doía.

Quando cheguei no fundo, os caras de lá me fizeram sentar em cima deles, me apalparam, alguns se masturbavam, me enfiavam dedos por todos os lados, até metiam os paus na boca, também na buceta e no cu, não tiveram piedade de mim.
E assim passaram as duas horas de viagem por todos os assentos dos prisioneiros, até que o veículo parou e fui eu a única que desceu naquele lugar. Achei estranho, mas sim, no local fui recebida por alguns oficiais e entrei numa espécie de construção antiga, parecia mais um castelo escondido do que uma prisão. Dentro do lugar, um guarda me levou a uma cela ampla, mas me colocou grilhões e me amarrou a uma coluna dentro da cela.

vadia

Pedi a ele que pelo menos me desse uma cama, que era desconfortável e doloroso ficar amarrada daquela forma, mas ele disse que era impossível porque eram ordens estritas que recebeu.

vadia

Guarda: Meu nome é Abel, eu sei quem você é, ex-oficial Madelyn Clark.
YO: Imagino que você sabe do que estou sendo acusado.
ABEL: Eu sei o que ele fez, mas também conheço a história e a reputação dele. Não sei qual foi o motivo, mas não posso fazer nada. As ordens vêm de cima.
EU: Você não acha que eu sou uma traidora?
ABEL: como eu te disse, eu sei da sua reputação, hoje eu tô de guarda aqui, amanhã volto pro meu trabalho normal e vou descobrir por que você fez isso, você também trabalhou no caso desse tal de ROM.
BAR

Assim que terminei de falar, vi o Lucas dar uma voadora na cara dele, não tava esperando por isso, fiquei chocada.

violentada

Abel mal conseguiu cair inconsciente no chão e Lucas já estava em cima dele amarrando suas mãos, pegou as chaves e abriu a cela.

LUCAS: Vamos, putinha.
O que diabos você está fazendo!
LUCAS: Vou te tirar daqui, conseguimos colocar um infiltrado aqui há pouco tempo, era a única coisa que faltava pra eu vazar dessa prisão. Vamos com o pai, tem um carro esperando a gente lá fora.

Mal tive tempo de pensar, Abel não me parecia um cara corrupto ou ruim como os outros guardas, mas ele só estaria aqui hoje, depois disso não tinha volta. Minha outra opção era voltar para onde o ROM estava com seu filho Lucas, não gostava da ideia, mas pelo menos teria alguma chance de escapar ou, no mínimo, o ROM não tinha me machucado tanto quanto fizeram na prisão.

Decidi seguir o Lucas, pouco tempo depois soou um alarme, foi difícil chegar até a saída, mas conseguimos, era como uma prisão dentro de uma montanha. Quando saímos, vi o carro da ROM, corremos até ele, mas enquanto corria, ouvi um tiro e um corpo caindo.
escravizada

Olhando para trás, vi Lucas no chão e Abel atrás dele, com uma arma, se aproximando de Lucas. Continuei correndo, cheguei no carro e Lucas gritou para eu não fazer isso, que não tinha volta depois daquilo. Naquele momento, estar pelada era a última das minhas preocupações. Pensei por dois segundos, mas entrei no carro e vazei.

Policía derrotada 6

Abel se aproximou do corpo de Lucas, pegou o pulso e percebeu que ele estava morto. Teve que dar o aviso oficial: Lucas, o filho da ROM, tinha morrido.

vadia
Quem estava dirigindo o carro não era o ROM, não sabia quem era, tudo tinha sido muito repentino, eu adormeci, depois de algumas horas o carro parou, me tiraram dele e vi o ROM com uma cara de poucos amigos, estava enfurecido, ordenou que me colocassem numa máquina que tinha no lugar, sim, estava bem onde antes, onde o ROM me tinha numa jaula, a mesma caverna.

vadia

Me amarraram na máquina, e assim que eu estava bem presa, ROM pediu para todo mundo sair. Quando ficamos sozinhos, vi que ele trouxe uma vela acesa e colocou embaixo da minha virilha. Queimava pra caralho, e eu gritava:

YO: Senhor ROM, por favor, tá ardendo, eu não fiz nada.
como assim nada, meu filho, meu único filho, meu precioso filho morreu, por te tirar.
EU: não tive culpa, atiraram nele, não tive nada a ver com isso, mal consegui escapar.
ROM: você tá vivo e ele não, o mínimo que você pode fazer é me dizer quem foi, porque você viu quem foi, né?
YO: Não, senhor Rom, mal consegui escapar...

Eu não tinha nada contra o Abel, tentei esconder e salvar o nome dele, ainda sentia o fogo da vela na minha buceta, me contorcia de dor, mas esse tal de Abel era minha esperança, ele ia investigar e talvez com isso pudessem se livrar desse desgraciado.

O Rom não acreditou em mim de jeito nenhum, chutou a vela, me soltou, me agarrou pelo cabelo e me levou até uma gaiola maior, com uma cama lá dentro.

BAR
escuta aqui, puta, você vai me dizer o nome e a descrição do filho da puta que matou meu filho, ou vou te deixar aqui sem comer nem beber água.
EU: Juro que não vi ele, só corri, todos os guardas se vestem igual.

Rom, me colocou na cama, me algemou e me encarou fixamente.

violentada

O que ele fez em seguida foi me dar um tapa que me jogou na cama, ele se posicionou por cima de mim e começou a me violentar. Eu não conseguia me defender, ele era mais forte. Ele abriu minhas pernas e começou a me penetrar na buceta, dando socadas fortes que me causavam dor, eu não estava lubrificada.

Depois tirei ele e ele subiu quase sentando nos meus peitos, colocou o pau na minha boca, pegou meu cabelo e enfiou com força, empurrando a pélvis e puxando meu cabelo para trazer minha cabeça mais perto, fazendo o pau chegar na minha garganta e me engasgando.

Ele violentava minha boca com força, eu tinha ânsia e mal conseguia respirar, a velocidade com que ele me enfiava me deixava tonta. Quando pensei que ele ia gozar, ele tirou da minha boca e, com força, como se eu não pesasse nada, me levantou e me virou, me colocando de quatro. Ele se posicionou atrás de mim e me enfiou no cu de uma vez. O pau dele estava totalmente duro e ainda tinha minha saliva, mas meu cu não estava lubrificado. Ao enfiar com tanta força, só entrou metade, mas senti uma dor que não consigo descrever. Ele me fez pular e gritar.

Ele me manteve nessa posição, metendo no meu cu por um tempão, ou pelo menos pra mim foi um tempão. Eu sentia a bunda começando a arder, mas também sentia que estava se abrindo e que eu estava toda molhada. Não sei quando fiquei tão encharcada, mas a primeira vez que ele enfiou foi tão forte que eu também senti ardência. Não entendia nada, só sentia ele arrombando meu cu enquanto eu gritava e chorava.

Senti que o pau dele tinha inchado ainda mais e estava prestes a explodir. O calor do corpo dele queimava até dentro do meu cu. De repente, senti um líquido quente queimando meus intestinos e soltei um gemido alto. Eu também estava excitada, senti uma vontade de fazer xixi e então senti um jato de líquido em alta pressão saindo da minha buceta, que me fez revirar os olhos e ficar jogada na cama.

Ele tirou o pau da minha bunda, guardou ele, me pegou pelo cabelo, me deu uns tapas, tentei evitar que me batesse, mas minhas mãos amarradas impediam que eu me afastasse muito. Não contente com isso, ele me puxou pro colo dele e começou a me dar palmadas na bunda já marcada, cada palmada ardia como se tivesse um machucado ali atrás.

escravizadaPolicía derrotada 6

Eu estava exausta, ele tinha acabado de me violentar e agora estava me batendo, minhas lágrimas escorriam dos meus olhos. Não sei com que intenção ele me colocou de pé de novo, mas eu simplesmente desmoronei por completo e me ajoelhei, abraçando ele e implorando por piedade.
vadia
YO: Rom, por favor, eu te imploro, tenha piedade, não foi culpa minha.
ROM: Quer piedade? Se joga no chão.

Me joguei no chão como ele mandou e senti a sola do sapato dele na minha cabeça, na hora entendi o que estava acontecendo, ele estava me humilhando, me fazendo ver quem estava por cima e quem estava totalmente derrotada. Meu choro não demorou, a impotência e a vergonha tomaram todo o meu ser. Eu sentia que não só tinha sido violentada fisicamente, mas que até minha mente tinha sido violada.
vadia
Beleza, agora me conta quem você é?
YO: Madelyn Clark.
ROM: ah então vou te perguntar direito: o que você é?
EU: Sua putinha... (chorando humilhada)
ROM: Quem manda aqui?
EU: Você, senhor ROM.
ROM: Como se chama a vadia inútil que só serve pra oferecer o cu?
YO: Madelyn Clark..
Pra que você serve?
EU: pra dar o cu..
ROM: agora lambe meus sapatos, vadia inútil.

BAR

Ela colocou os sapatos perto do meu rosto e me jogou no chão para lamber seus sapatos. Sem perceber, eu estava molhada e meu corpo estava esquentando. Não sei a razão, mas meu corpo parecia gostar dessa situação, mas minha mente não...

Ele zombou ao ver que eu lambia seus sapatos, me deixou totalmente humilhada e chorando com tudo que me fez dizer e fazer, mas não bastou isso. Ele me pegou pelo cabelo e me levou para fora da jaula, para me amarrar de forma invertida em uma máquina, como se eu fosse só carne.

violentada

Uma vez amarrada, vejo aquele cara enorme chegando, chamado Jackson.

ROM: Você já conhece o Jackson, agora você vai dar a ele as informações do policial que matou meu filho.
YO: Só sei que ele se chama Abel, tem cabelo loiro, olhos verdes, era o último dia dele como vigia.
ROM: sobrenome?
EU: não sei, juro por Deus, só sei que o nome dele é Abel.
JACKSON: Com isso já basta, vou trazer logo.
 
Jackson saiu do lugar, Rom também saiu do lugar, eu implorei que por favor me soltasse, fiz isso em voz alta e ele não me deu atenção, só gritei e chorei até cansar, me deixaram a noite toda assim.

No dia seguinte, Jackson parece ter encontrado o perfil do oficial e percebeu que ele era cliente no bar do ROM. Ele foi checar e, de fato, lá estava um policial de patrulha.

escravizada

Ele entrou no bar procurando o cara com a descrição, seus contatos tinham dito que ele frequentava aquele lugar.

Policía derrotada 6

Ele encontrou Abel lá dentro, vestindo seu uniforme de policial. Iria resolver dois problemas de uma só vez: os donos do bar haviam reclamado que aquele oficial dava muito trabalho, abusando da posição para conseguir bebidas de graça.

Jackson, ele encarou, tinha que levá-lo até a ROM, Abel sabia que ele vinha causar problemas ao tê-lo na sua frente, tentou evitar a briga mostrando sua placa, mas Jackson não ligou.

Abel percebeu que era inevitável e tentou dar um golpe, fazer algum movimento, mas seu soco não funcionou. Jackson deu um simples salto com o joelho para cima, encaixando na cara dele e deixando-o desacordado.

vadiavadia

Rom chegou onde eu estava, me soltou e me trancou na jaula grande de novo. Depois de um tempo, vejo o Jackson chegando carregando o pobre Abel nos ombros. Eles o amarraram na primeira máquina que me prenderam, mas dessa vez não usaram fogo, só bateram nele. Não perguntaram nada, só ficavam dizendo que Lucas era filho dele, e ele respondia que não tinha medo. Até que o Rom mostrou uma foto da esposa e dos filhos dele e disse que ia matar todos depois de acabar com ele.

Abel ficou desesperado, tentou se soltar, mas só conseguiu mais pancadas. Na sua desesperança pela esposa e pelos filhos, tentou implorar, mas já era tarde, não teve chance. Colocaram ele de cabeça na máquina e a manobraram até que sua cabeça ficasse submersa num balde de água. Nem dá pra imaginar o desespero de saber que iam matar a família dele, mas em vez de poder fazer alguma coisa, ele estava sendo assassinado de um jeito cruel e lento, afogado até que a vida se esgotasse nele.

BAR

Depois de assassiná-lo impiedosamente, Rom se aproximou da gaiola, sem entrar, e falou comigo de fora.
violentada

ROM: você sabe que não tem volta, agora você é uma fugitiva também.
YO: sim, eu sei.. senhor ROM..
ROM: vou te oferecer uma vida nova, enquanto trabalhar no meu bar, nenhum policial vai poder te tocar.
YO: Trabalhar no seu bar? O que eu poderia fazer aí?
ROM: nos falta uma empregada, eu tenho o uniforme, pelo menos você vai ter roupa, você tem que manter o bar limpo.
YO: de empregadinha pra limpar o bar?
ROM: É, pelo menos assim você vai ter como pagar pela sua comida, não vou te dar nada de graça.
EU: mas você me tem cativa, no mínimo...
cala a boca, puta, não vou te sustentar, se você morrer tanto faz, já acabei com sua carreira, já te provei, estou sendo bondoso contigo deixando você viver.
YO: Valeu.. senhor ROM.. vou aceitar o trampo..

ROM foi embora e voltou com um uniforme de empregadinha, me tirou da jaula e me entregou a roupa, me disse para vestir. Eu imaginei que ele queria que eu experimentasse para ver se servia, mas assim que me vesti, ele me pegou pelo braço e me fez andar, saindo do lugar até chegar no bar.

escravizada

YO: mas senhor ROM, eu vou entrar agora mesmo? tô com essas marcas.
isso não importa, puta, você vai entrar e começar a limpar, com esse uniforme vão saber que eu te mandei.
YO: Sim... senhor...

Policía derrotada 6vadia

Uma vez dentro, fiquei fazendo a limpieza. Depois de um tempo, a ROM entra, se põe do meu lado para pegar minhas mãos e levantá-las, deixando meus peitos um pouco expostos. Enquanto segura minhas mãos para cima, com a outra mão ela acaricia meus peitos de cima para baixo.

vadia

escuta aqui, puta, vai ter cliente que vai te tocar e passar a mão em partes do seu corpo como agora... e você não pode reagir mal nem bater neles, entendeu? Você tem que deixar... fui claro?
YO: sim, senhor...
O que você vai fazer se algum cliente tocar em alguma parte do seu corpo?
YO: Deixa eu tocar sem reclamar.
bom, espero que tenha ficado claro, senão vamos te castigar e você não quer isso, né?
YO: Não, senhor, vou deixar vocês me tocarem sem resistir.
Quando vier com vontade de foder ou simplesmente pra descontar chutando sua bunda, você vai deixar, é mais, você mesma vai se oferecer pra ser violentada ou pra ter a bunda chutada, entendido?
YO: sim, senhor..
ROM: o que você vai fazer quando eu chegar com vontade de me vingar?
EU: vou oferecer meu cu pra você chutar ou me violentar, pra você se vingar.

Ele me soltou satisfeito com minhas respostas e foi embora, me deixando para continuar limpando o lugar. Depois de algumas horas, chegou um cara, sentou-se no balcão onde eu estava limpando, pediu uma cerveja. Ao ver que não tinha mais ninguém, eu sabia que tinha que atendê-lo. Dei a cerveja para ele e continuei limpando.

BAR

CLIENTE: Vi que o ROM cumpriu, ele é sempre tão atento com os parceiros.
EU: Do que você tá falando?
CLIENTE: Eu falei pra deixar o lugar só pra mim hoje, com uma puta que me satisfaça.

Naquele momento eu percebi que a puta a quem ele se referia era eu. Fiquei ofendida, mas não podia fazer nada. Com vergonha, tive que entrar na brincadeira dele.

EU: E-Entendo..
CLIENTE: Meu nome é Cristian, prazer em vê-la pessoalmente de novo, oficial Madelyn Clark.
EU: c-c-como você sabe quem eu sou?
CRISTIAN: Eu sei quem você era, agora estou prestes a descobrir a nova Você.
Você já me viu antes?
CRISTIAN: Sim, muitas vezes, você tinha um péssimo caráter, parecia ser uma oficial muito digna, mas eu te chamei de puta e você nem se exaltou, vou te aproveitar, parece que a grande oficial Clark está domada.
EU: O que o senhor deseja, Cristian...
CRISTIAN: Vem, quero sentar no sofá e você me mostrar essa bunda.
EU: …..

Não disse nada, simplesmente fui. Ele se sentou no sofá e eu me curvei para mostrar minha bunda. Estava envergonhada e me sentia humilhada, mas o olhar dele sobre minha bunda parecia uma carícia. Acho que ele desejava tanto me ver assim.

violentada

CRISTIAN: Que bunda linda, principalmente essas marcas que ficam tão bem nela...
YO: valeu.. acho..

Ele começou a passar a mão inteira sobre minha bunda, tocando ela por completo, deslizando os dedos de cima para baixo por cima do meio, também brincava por baixo das minhas pernas, pediu para eu abrir um pouco, obedeci sem dizer nada, seus dedos brincavam entre minha buceta e meu cu, eu estava vermelha de vergonha, mas excitada, meu corpo estava gostando e começando a ficar molhado, de repente senti que ele enfiou um dedo dentro do meu cu, afundando devagar fazendo círculos lentos abrindo caminho, fazendo minhas pernas tremerem.

Eu geme enquanto ele enfiava o dedo no meu cu, empurrava até o fundo, sentia ele dobrar um pouco e girar lá dentro, pra depois puxar pra fora causando uma sensação de excitação que eu nunca tinha sentido antes. Minhas pernas continuavam tremendo, mas meu corpo começou a se mover sozinho, quando percebi eu estava gemendo e mexendo os quadris enquanto minhas pernas se dobravam mais e mais a cada vez.

Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, decidi parar e contra a vontade do meu próprio corpo me levantei, evitando continuar com o que estava fazendo. Ele reclamou gritando que não tinha terminado, eu disse que só podia me tocar, mas segundos depois apareceu o Jackson. Ele perguntou se tinha causado algum problema, e o Cristian contou o que aconteceu. Então o Jackson me agarrou pelo cabelo e me amarrou a uma máquina, disse a ele que podia me punir como quisesse. Dito isso, Jackson saiu do lugar.

escravizada

A primeira coisa que o Cristian fez foi arrancar a parte de cima da minha roupa, o top, deixando meus peitos expostos, ficando de frente pra mim apreciando por alguns minutos.

Depois de alguns minutos, eu viro e ele começa a arrancar a parte de baixo do meu uniforme, estava rasgando, estava me deixando sem uniforme de trabalho, fiquei nua à mercê dele, ouvi o som do zíper sendo abaixado e depois disso senti o pau duro dele entrar na minha bunda, como se fosse um aríete, me causou um susto e uma dor intensa, que me fez gritar.

Policía derrotada 6

CRISTIAN: uff, você já estava molhada, oficial, que puta que você acabou sendo
AI: AIII, AIII, tá doendo!
CRISTIAN: seu corpo não diz isso... sua bunda está molhada, mas apertada, que delícia é arrombar o cu de uma oficial mal-humorada como você.
AI: Ahhh, chega, por favor, tá doendo (começando a chorar)
CRISTIAN: continua chorando, oficial, aguenta mais um pouco que eu vou gozar nesse seu cu.

Ele enfiou em mim por um tempão, até que comecei a sentir o pau dele pulsando e ficando mais grosso, foi quando de repente senti o jato quente entrando no meu cu, queimando meus intestinos de novo.

Tirei a pica do meu cu, me deixei escorrendo, me admirei um pouco e depois ele foi embora do lugar, me deixando amarrada ali.

Pensei em gritar para que alguém me tirasse dali, mas por incrível que pareça, ainda sentia vergonha de ser vista daquele jeito. Fiquei assim por um tempo, quase uma hora, com o corpo doendo. Aí chegou um funcionário do lugar, começou a me apalpar e a brincar com meu corpo ao me ver amarrada. Pedi, por favor, que me soltasse, mas ele disse que não queria me deixar ir, que queria me usar por mais dias, enquanto continuava me tocando e enfiando os dedos.

FUNCIONÁRIO: Que corpo lindo, que delícia de sentir, quero te meter, vou fazer, não tem ninguém...
FAZ, mas depois me solta, tô toda dolorida.
FUNCIONÁRIO: Não vou soltar você, gosto do seu corpo, quero aproveitar mais dias.
EU: trabalho aqui, volto amanhã e você vai poder curtir meu corpo de novo...
FUNCIONÁRIO: O que me garante que você vai voltar?
EU: não posso ir embora, se não o ROM vai se vingar de mim, também não tenho pra onde fugir.
FUNCIONÁRIO: Vejo que você sabe o nome do chefe, bom, vou terminar isso e te solto.
YO: beleza..

Ele começou a me foder por todos os lados, meteu o pau no meu cu, a mão direita dele fuçava na minha buceta e a mão esquerda entrou na minha boca, puxando minha bochecha pra trás, enquanto eu gemía e gritava por tudo que ele estava fazendo, meu corpo estava super quente e eu muito molhada, me entreguei completamente ao momento, não conseguia evitar que ele fizesse o que quisesse, eu estava amarrada.

Eu me contorcia e, em um momento, jorrou um jato de porra pressurizado pela minha buceta, me fazendo soltar um gemido alto, mas ele não parava, continuava metendo por todos os lados, eu continuava me contorcendo, e ele jorrou mais e mais, meus olhos ficaram brancos, até que senti ele gozar na minha bunda.


Fiquei muito satisfeito com o que tinha visto de mim, me soltou e sem dizer nada foi embora. Eu estava muito envergonhada pelo que tinha acontecido, tinha gozado mais de 2 vezes, vi que não tinha mais nada pra fazer, optei por ir embora, mas não tinha roupa. Na porta encontrei o Jackson, contei o que aconteceu com minhas roupas e perguntei se ele podia me dar outro uniforme.

vadia

Na hora, tiro até as últimas peças de roupa, me livro dos saltos, ficando completamente pelada.

vadia

Parece que ao me ver pelada, Jackson não se aguentou e despejou seus instintos mais baixos em mim. Me puxou e me jogou de costas perto de uma lixeira, abaixou o zíper, tirou o pau dele e mijou em cima de mim.

BAR
JACKSON: Vadia do caralho, era o único uniforme, agora você vai ter que trabalhar de outro jeito, isso é o que você merece por não saber cuidar do uniforme de trabalho.
EU: mas você me amarrou e disse pra eu fazer o que quisesse com você.
JACKSON: Porque você cometeu a falta, o Rom deve ter explicado as regras pra você.
YO: sim, mas...
JACKSON: cala a boca, puta, vou te bater como castigo.
EU: por favor, não faça isso, já estou toda machucada, te imploro.
JACKSON: Então lambe meus sapatos e implora direito.

Tudo isso acontecia enquanto eu continuava mijando em cima, quando terminei, imediatamente me ajeitei com as mãos no chão para lamber seus sapatos, me sentindo derrotada e humilhada, me desfazendo do pouco de dignidade que me restava, mas era isso ou aquele animalzão me bater.

violentada

Depois de implorar enquanto lambia seus sapatos, Ele me pegou e me jogou no lixão, deixando só minha cabeça de fora.

escravizada

JACKSON: Agora sim, esse é o seu lugar, puta Madelyn Clark!
YO: snif.. snif.. snif.. (totalmente destruída e humilhada)
JACKSON: Sabe que você me dá pena, vou fazer uma coisa, fica aí e não se mexe.

Ele entrou no bar e pegou umas ferramentas de corte, me tirou da lata, fez uns furos em mim, me colocou de volta, fazendo com que eu ficasse tipo uma roupa e amarrou uns sacos de lixo nos meus pés, pra terminar botou uma casca de banana na minha cabeça.
Policía derrotada 6

Assim, totalmente humilhada, ele me disse que eu podia ir procurar um lugar pra dormir, porque não tinha quarto pra mim.

Saí chorando com aquela roupa improvisada e humilhante e procurei um lugar para passar a noite. Não queria que ninguém me visse daquele jeito. Encontrei um prédio que parecia ter tido um pequeno desabamento por dentro, era só entulho. Me joguei lá no fundo para ninguém me ver e passei a noite toda ali.

vadia
vadia

No dia seguinte eu acordo, me levanto e ao sair vejo o ROM, me encarando furioso, dizendo que eu não merecia nem isso, tipo roupa, porque tinha rasgado o uniforme que ele me deu, rapidamente ele pegou a lata de lixo e tudo, me deixando totalmente exposta.

BAR

Me ajoelhei derrotada, tentando me cobrir, mas foi inútil. ROM não me deixa cobrir com nada e me arrastou de volta pro bar. Lá, ele disse que eu teria uma nova função. Achei que ia atender no balcão ou algo assim, mas não. Era na entrada. Tinha um buraco, onde ele me colocou, e do outro lado minhas mãos estavam amarradas, deixando minha bunda e minha buceta expostas.

violentada

Ele disse que seria o primeiro a usar, implorei que não, mas ele ignorou, me violentou por todos os buracos, penetrou meu cu, minha buceta, me fez sentir uma puta suja, me insultava enquanto enfiava em todos os lugares, eu chorava e gemía, meu corpo ainda doía.

Eu adoro especialmente minha bunda, ele me enfiava com uma fúria descontrolada, me fazendo tremer e ter ainda mais orgasmos, os jatos de porra saíam da minha buceta, o ROM me xingava e ria de mim, parecia que eu estava gostando de ser estuprada daquele jeito, pra terminar, ele me vira, deixando meu rosto exposto e mete na minha boca, me engasgando com o pau dele e acaba jogando toda a porra na minha cara.

escravizadaPolicía derrotada 6vadiavadia


Depois de me deixar toda a porra na cara, ele me virou de novo, deixando minha bunda toda exposta pra qualquer um que passasse pela porta. Eu gritei, implorando e suplicando pra ele não me deixar ali, mas de novo ele nem ligou. Eu estava amarrada, me sentia exposta, dava pra ver minha bunda aberta, arrombada, por causa do que ele tinha feito. E o pior era que, assim que algum cliente entrasse, ia me ver e fazer o que quisesse comigo.

Daqui a pouco entra o Cristian, eu o reconheci e ele me reconheceu, pelas marcas no meu corpo.

CRISTIAN: Vejo que você foi promovida rápido, hein.
YO: não pode ser... você rasgou minha roupa, por sua causa fizeram isso comigo.
CRISTIAN: Fazer o quê com você? Arrombar seu cu? Dá pra ver que seu corpo tá curtindo, você tá toda molhada.
EU: Não olha pra mim! É constrangedor, vai em frente...
CRISTIAN: hahaha, logo você perde a vergonha, não se preocupa.

Foi aí, quando ele terminou de falar, que senti o pau dele entrar no meu cu aberto mas irritado, me fazendo doer e me contorcer, caralho, eu gritei, implorei que ele tirasse, a dor era infinita, mas ele não me deu ouvidos e continuou me violentando, e quanto mais eu chorava ou reclamava, mais eu sentia o pau dele crescendo dentro do meu cu.

BAR

Depois de tanto chorar, comecei a gemer também, meu corpo começou a se contorcer e, mesmo que ainda doesse, já não era tanto quanto antes. Comecei a me mexer, senti uma sensação gostosa, meus choros viraram gemidos altos como num filme pornô. Ele me comia com força, eu sentia meu cu abrindo e ouvia o choque da pelve dele nas minhas nádegas, até que senti o jato de porra dentro. Terminei totalmente exausta, ele tirou o pau do meu cu e se virou para a parede, para me olhar.

violentada

CRISTIAN: Posso pagar o ROM para te vender pra mim, tenho dinheiro suficiente pra te comprar.
EU: O quê? Eu não sou um objeto, não...
CRISTIAN: você não é nada.. vai ser minha mascote, minha putinha.
EU: não vou ser...
CRISTIAN: Já te comi, posso fazer quando quiser, vou te dar uns dias pra pensar. Se não, vou deixar ele continuar te domando e te compro mais pra frente, se eu me animar de novo.

Tempo depois, senti umas palmadas na minha bunda, de novo umas mãos e dedos me tocando, outras pessoas estavam me tocando e me comendo enquanto ele olhava para o meu rosto. Eu estava muito envergonhada, pedi para ele não me olhar, mas ele não ligou. Ele viu vários clientes me comerem, até que não vieram mais. Depois disso, ele foi embora do lugar.

Minutos depois chegou Jackson, me desamarrou e me tirou do buraco, disse pra eu ir embora por hoje. Eu pedi, por favor, que ele me desse roupa, que não tinha nada pra dormir. Jackson me pegou pelo cabelo, me empurrou até a porta. Tentei resistir, mas ele é muito forte. Quando me levou até a porta, me deu um chute na bunda, me jogando pra fora e me fazendo cair de quatro, ficando que nem uma putinha totalmente pelada, com lágrimas nos olhos e soluçando.
escravizadaPolicía derrotada 6
vadia

Me levantei completamente resignada e fui andando pelada até aquele lugar onde tinha passado a noite anterior, lá no fundo dos escombros, e me joguei pra dormir.

vadia


10 minutos depois que eu vazei, o Alex chegou no local, tinha seguido o rastro do Abel, era amigo dele e sabia que aquele foi o último lugar onde ele tinha estado, mas o Jackson tava na porta, barrando a entrada.

BAR

ALEX: preciso entrar, vim buscar um amigo.
JACKSON: Desculpa, não deixamos estranhos entrarem no bar. Como é que ele é?
ALEX: quase do meu tamanho, pele um pouco mais escura, cabelo loiro e olhos verdes, te soa familiar?
JACKSON: Sim, um policial, ele tava aqui, mas já vazou.
ALEX: Deixa eu entrar, preciso verificar se ele realmente não está aqui.
JACKSON: São as regras, não pode entrar gente desconhecida.
ALEX: Eu devo entrar, seu amigo, o guarda da porta, não teve problema nenhum comigo entrar.
JACKSON: isso é porque eu tô aqui, ele sabe que eu vou dar conta.
ALEX: Sou policial igual meu amigo, me deixa entrar ou esse lugar vai ter problemas.
JACKSON: Ah, você é policial, então vou te matar igual ao seu amigo... Miguel, não se meta, aconteça o que acontecer... esse aqui é meu...
violentada


1 comentários - Policía derrotada 6

Espero con ansias la siguiente parte
pronto subire la siguiente parte, me alegra mucho saber que les gusta.