Relato Verdadeiro(?) Capítulo 1

Já faz três anos que ela vai na academia. Ela não é de ficar atrás de caras, é mais tímida, às vezes se solta e tenta dar uma flertada. De vez em quando consegue, mas depois não sustenta e desiste.

Não aceita solicitação de estranhos nas redes sociais e quando sai, nunca vai em balada ou lugar de pegação.

Não é muito abordada por caras, mora numa cidade pequena e todo mundo sabe que ela tem família.

Acontece que agora o professor da academia tá dando em cima dela e não é como da outra vez, que ela não conseguia saber se ele tava afim ou era coisa da cabeça dela — agora é pra valer.

Ele é amigo do marido dela, ela é amiga da ex-namorada dele.

Desde segunda-feira ela tá pensando nisso. No aniversário de sexta, o professor vai estar lá, e da última vez que foram beber, o cara não parava de dar sorriso e olhadinha pra ela. Os dois ficavam super tensos quando estavam perto, dava pra sentir o clima cortando o ar entre eles.

Ela tem 35 anos e é uma gostosa, uns peitos lindos, uma bunda grande e maravilhosa, carinha de novinha e uma pele morena deliciosa. Impossível não mencionar os olhos grandes castanhos e os lábios bem carnudos.

O professor não era tão otário quanto parecia e viu que a morena era uma delícia.

Chegou no aniversário e se sentiu linda, vestia uma regata justa com um bom decote e um shortinho justo elástico que, com o bronzeado, ficava muito bem nela, e carregava aquele estilo que você ganha depois de duas semanas na praia. O marido, por sua vez, não conseguiu evitar encher ela de elogios, assediar e apalpar ela antes de sair de casa. Foi tanta a intensidade do marido que ela desejou "se sentir empalada", como costuma dizer, mas desistiu pra não sair desarrumada e recém-comida pro aniversário.

Ela sempre conversa com todo mundo e é muito simpática, dessa vez não foi exceção, mas depois de várias horas já estava cansada e pensando em ir pra casa, embora quando conversava com ele se sentisse muito mais divertida e animada. Estavam numa casa de campo enorme e, depois de uma conversa... O grupo foi se dispersando e ficaram só ela, uma amiga e ele. A amiga dela, que era muito próxima, sabia de toda a situação e, quando encontrou uma brecha, deixou os dois sozinhos. Os dois estavam conversando com tanta energia que nem perceberam que estavam a sós até alguns minutos depois. Quando notaram, os dois calaram a boca e sorriram meio nervosos.

Fazia muitos anos que ela não curtia um flerte como estava curtindo ultimamente, e naquela noite estava aproveitando mais do que nunca. Começou a se sentir muito feliz e cheia de energia, o que, depois de vários minutos de conversa com ele, se transformou definitivamente em tesão. Chegou um ponto em que a conversa começou a perder o sentido, e dava pra ver que os dois estavam segurando algo que ia além das palavras. Depois de alguns suspiros, ele a convidou pra conhecer o estábulo, que ficava a alguns metros do quiosque onde estava rolando o aniversário. Ela, depois de hesitar e se fazer de sonsa por alguns segundos, topou.

Enquanto caminhavam, ele comentava o trabalhão que dava ter que levar os cavalos pra passear direto, e ela não escutava nada além dos próprios pensamentos, só balançando a cabeça concordando com o que ele dizia.

Chegaram na porteira, ele abriu e convidou ela a passar primeiro. Aí ele a acompanhou com a mão na cintura, e ela respondeu com um sorriso seguido de um mordidinha nos lábios.

A primeira parte do estábulo era coberta e tava escura. Ele se ofereceu pra guiá-la pra evitar lama e possíveis buracos, e sem esperar resposta, pegou ela pela mão e pela cintura pra seguir em frente. Deram alguns passos, e então ela quebrou o silêncio perguntando: "O que será que os outros vão pensar da gente ter vindo pra cá?" Ele respondeu que ninguém tinha visto eles, mas que se alguém tivesse visto, com certeza saberia bem o que eles iam fazer.

Naquele momento, ela entendeu de vez o que estava rolando e se sentiu tão excitada que não conseguiu evitar um suspiro intenso. Ele a abraçou e perguntou se ela tava bem.

Aquilo era algo totalmente novo pra ela, ela nunca tinha feito nada assim antes. estado tão perto de ficar com alguém que não fosse o namorado ou marido dela, e muito menos naquelas circunstâncias sociais. Enquanto isso, sentia que era meio que uma oportunidade, estava muito curiosa. Só tinha ficado com dois homens na vida e, há mais de 12 anos, estava só com o marido. Percebeu que estava tremendo de excitação e, por um momento, tentou puxar conversa, quis perguntar algo e não encontrou palavras. Olhou pra ele e deu um sorriso lindo e amigável, embora um pouco nervoso. Foi quando ele a beijou. Os dois perceberam na hora que tinham muita vontade acumulada, muitos beijos e agarramentos. Ele focou bastante naquele rabão dela e, quando notou como os peitos dela se sentiam bem, começou a girar devagar em volta dela até pegá-la por trás. Beijou ela, apertou pra caralho os peitos dela. Minha mulher adora beijos e apalpadelas, é a preferida dela como preliminar, e parecia que ele sabia disso... Começou a sentir entre as nádegas dela como a rola do professor ficava dura, enquanto ele empurrava, e ela respondia com empurrões e reboladas. Não aguentou mais.e, se afastando no meio de um chupão na boca, enfiou a mão dentro da cueca dele e começou a apalpar, pra depois pajeá-lo e sentiu um choque de adrenalina quando percebeu que era mais grossa e comprida do que qualquer coisa que já tinha provado até então. Isso disparou sua curiosidade, fazendo com que começasse a sentir uma vontade imensa de ser penetrada. Ficaram assim por um minuto até que ela perguntou… como a gente faz?

No meio da escuridão, ele a guiou suavemente para frente até encostar na parede e, com uma mão nas costas, convidou ela a se abaixar um pouco enquanto segurava sua cintura com a outra mão. Quando ela se abaixou, ele desabotoou o short e puxou pra baixo junto com a calcinha, devagar mas decidido.

Ela se sentiu muito excitada e o álcool que tinha tomado estava ajudando pra caralho. Esperava ansiosa pra matar a curiosidade, não aguentava mais sentir um pau diferente de uma vez por todas. Levantou a bunda o máximo que pôde e tentou acariciar o braço do professor, que na primeira tentativa acertou e encaixou. Só meteu a piranha e ela apertou forte os lábios da boca, virando eles pra dentro sem conseguir evitar fechar os olhos. Ficaram uns instantes assim e ela começou a empurrar devagar pra trás. Adorou que ele fosse mais grosso e logo começou a sentir os prazeres deliciosos de estar bem apertada. Sentiu que ele não pararia de entrar, pensou que não tinha conseguido perceber com as mãos. Finalmente teve ele todo dentro… ele começou a tirar devagar e ela não conseguiu evitar soltar um gemido. Ele a penetrou suave por um tempo e ela não conseguia abrir os olhos. Aos poucos foi aumentando a velocidade até meter com força e ritmo, enquanto segurava o cabelo dela e apertava os peitos por baixo da camiseta.

Ela não conseguia parar de gemer. O professor, 10 anos mais novo que ela, tava dando pra ela ter e guardar. Ela tava adorando e não parava de fazer barulhos, o que a preocupava, e teve que pedir pra ele ir mais devagar porque tinha medo de ser ouvida, embora ao mesmo tempo pedisse pra ele não parar e não deixasse de empurrar pra trás com a bunda o mais alto possível.

Ele se aproximou do ouvido dela e a convidou pra continuar. no quarto da pensão, dizendo que ficava a poucos metros dali e que podiam ir sem ninguém ver. A ideia de poder receber o professor com as pernas abertas ou de quatro numa cama pra sentir ele como merecia tirou qualquer dúvida e ela aceitou com um beijo. Subiram as calças, ele pegou na mão dela e seguiram por um caminho atrás da cocheira até entrar num quarto com janelões e cortinas que deixavam passar um pouco da luz do pátio, mas não permitiam que ninguém de fora visse nada. Entre sorrisos, ele trancou a porta e voltaram a se agarrar.

Ele se dedicou a tirar toda a roupa dela enquanto também se despia. Foram vários minutos de agarramento, beijos e punhetas cruzadas até que ele a deitou de barriga pra cima e começou a chupar a buceta dela. Depois se levantou e devagar meteu de novo, se deitou sobre ela e se beijaram um monte enquanto ele a penetrava. Os gemidos dela ficavam abafados entre os beijos, e ele alternava penetração com sexo oral enquanto ela não parava de gemer e puxar ele pelos cabelos.

Depois de uma pausa com muitos beijos, ele pegou os tornozelos dela e levantou as pernas, passou os braços por baixo e começou a penetrá-la enquanto apertava os peitões dela. A excitação dela aumentava cada vez mais e começou a acontecer algo inédito pra ela: começou a sentir um orgasmo só com a penetração. Ele percebeu e começou a meter firme, sem força demais e sem ir tão fundo. A pica dele tinha uma cabeça boa e depois de várias enfiadas e saídas completas, ela não aguentou mais e começou a gozar. Foi aí que o gemido ficou alto de verdade, e enquanto ela apertava as cadeiras dele contra o corpo, gemeu e se contorceu num orgasmo lindo. Assim que conseguiu, disse: "Me fode, me fode e mete com tudo".

Ele baixou as pernas dela e voltou a beijá-la enquanto continuava penetrando cada vez mais forte. Ela não conseguia parar de gemer de novo, embora dessa vez fosse um gemido mais profundo. Depois de gozar, ela estava completamente molhada, parecia que ele sentia ela toda. melhor que nunca e desejo senti-la o mais fundo possível, então ela disse: "quer que eu fique de quatro?" ele, sem dizer nada, tirou ela e ajudou a virar e ficar de quatro.
Ainda atordoada pelo orgasmo, ela se sentia fortemente excitada de novo, era hora de ser bem macetada de quatro, do jeito que ela gosta.Relato Verdadeiro(?) Capítulo 1Começou a penetração e ela sentiu que nunca tinha dado tanta bunda como naquele momento. O professor a sacudiu por vários minutos enquanto ela gemia de forma constante e profunda, sentando cada vez mais forte na pélvis do professor, que, para não gozar, começou a tirar e meter tudo várias vezes. Ela se encaminhou para outro orgasmo, que não demorou a chegar, e a deixou de quatro, com a bunda pra cima e o peito na cama, tremendo… Perceber ela tremendo o excitou pra caralho. Ele disse que não aguentava mais e que ia gozar, e ela respondeu: “Mete com tudo e goza dentro de mim”. Ele a segurou firme pela cintura e…

1 comentários - Relato Verdadeiro(?) Capítulo 1

Muy excitante
Excelente relato
gracias por comentar, me gusto mucho el relato, creo que le pifie con el nombre, le tenia mas fe.