Policial derrotada 5

Dava pra ouvir os passos cada vez mais perto, não conseguia me soltar por mais que me mexesse e sentia que as cordas estavam frouxas, não era o suficiente, não conseguia me desamarrar, de repente ouvi a voz dele.

ALEX: Madelyn, calma, calma, vou te ajudar antes que os outros cheguem. Fica parada.
EU: Alex... snif... por favor, não me olha..
ALEX: fica tranquila, vou te ajudar, te prometo que eles vão pagar pelo que te fizeram.
EU: Alex, por favor, fecha os olhos.. por favor.. snif snif..
ALEX: Madelyn, é inevitável te ver e saber o que fizeram com você, relaxa, não vou contar pra ninguém. Agora não se mexe, por favor, pra eu te soltar rápido.

Policial derrotada 5

Então parei de me mexer, ainda me sentindo envergonhada por ele ver meu corpo nu e ultrajado, com marcas de porra na minha buceta e no meu cu, só conseguia chorar de raiva, impotência e vergonha que senti naquele momento.

Terminei de me desamarrar e rapidamente ele se levantou, me dando espaço para me reerguer. Me levantei ficando de joelhos meio curvada, tentando cobrir minhas partes íntimas, mesmo que o Alex já tivesse visto absolutamente tudo, eu continuava tentando me esconder.
vadia
ALEX: Madelyn, eu sei que você tá envergonhada, mas precisa de algo pra se cobrir.
EU: No carro tem um uniforme.
ALEX: Beleza, vou sair daqui e tentar fazer com que eles cheguem um pouco mais devagar, mas se apressa porque não sei quanto tempo consigo ganhar.
YO: Valeu..

Ele saiu do lugar me deixando sozinha pra eu poder me vestir sem problema, fiquei grata. Me apressei pra levantar e me vestir o mais rápido possível, em questão de segundos, provavelmente pela adrenalina do momento, consegui colocar o uniforme, mas claro, sem calcinha. Tive que usar ele sem nada por baixo.

policia

Terminei de me vestir a tempo, todo mundo chegou onde eu tava e me perguntou o que tinha acontecido. Contei a história pela metade, não queria que soubessem que fui estuprada e humilhada. Só falei que tive um confronto pesado, mas fui capturada pelos bandidos. Essa foi toda minha explicação, incluindo o motivo do hematoma no meu rosto. Só queria ir pra casa, tomar um banho e descansar.

No dia seguinte, cheguei no trampo e tinha um cara novo conversando com o gerente da polícia, o chefe de toda a corporação.
violentada

Perguntei pros meus colegas e eles me disseram que ele era novo aqui, chegou faz só uns dias, mas é o novo tenente-general. Pra mim, ele era bem novo pra um cargo tão alto, acho que deve ter seus méritos, mesmo que nunca tenha ouvido falar dele antes.

Trabalhei como de costume, fiquei no meu computador vendo se tinha algum caso pra pegar, ou se tinha alguma patrulha pra fazer.

Depois de algumas horas, tava fazendo minha papelada e o gerente da polícia me chamou, pediu pra eu chegar lá, fui e me apresentei pro novo tenente-general.

golpeada

CHEFE: Tenente, ela é uma das nossas melhores oficiais, quero apresentar vocês. Pode contar com ela, é muito eficiente na hora de investigar, embora da última vez tenha tido alguns problemas e se envolvido numa confusão.
TENENTE: Fala aí, oficial Madelyn, sou o Steve, tenente-general. Me falaram de você, espero que a gente se dê bem.
EU: Muito prazer, tenente Steve, eu sou a oficial Madelyn Clark. Vou dar o meu máximo pra ajudar no que for preciso, pra melhorar a segurança deste país.
STEVE: Tô vendo que você tem iniciativa oficial, vamos mudar uns métodos pra não rolar de novo o que aconteceu com você. Tô aqui pra combater todos esses bandidos, é bom saber que tenho todo o seu apoio.

O chefe ficou satisfeito por a gente ter começado com o pé direito, o tenente e eu. Voltei a terminar uns papéis, no meio de toda a correria, meu celular tocou — era uma mensagem da ROM.não esquece nosso acordo, me liga nesse número, naquele momento, senti como se alguém tivesse estado parado atrás de mim me olhando, virei rapidamente e não tinha ninguém, guardei o celular na hora, fiquei mais uns minutos fazendo a papelada e depois fui almoçar.

Saindo do lugar onde almocei, desviei pra baixo da ponte que tava perto de onde eu tava, liguei pro rom e a gente teve uma conversa.


humilhadas

ROM: Que bom que você ligou, é melhor cumprir sua parte do acordo ou sua irmã vai passar um inferno pior que o seu.
EU: Não esqueci o trato, não se preocupe.
ROM: Então me diz por que até agora você não cumpriu seu pequeno trato?
EU: Não tive tempo, tudo é muito recente, vou fazer hoje à noite, pode ficar tranquilo.
ROM: Mas vale, sua puta, espero notícias amanhã cedo, senão posso começar a explorar o corpo da sua irmã... hahahah.

No meio da risada dela, ouvi o barulho de quando desligam o telefone. Senti que ela tava falando sério, ia ter que tomar cuidado com ele, não podia dar pra trás no trato porque a vida da minha irmã tava em jogo. Desliguei e fui direto pro trampo.

Voltei pro trabalho, o chefe mandou eu fazer exames e testes até amanhã, no hematoma pode ter as marcas que liguem o criminoso pra enfiar ele atrás das grades.

Falei pra ele que faria amanhã, que hoje ia ficar até tarde resolvendo uns pendências pra ter tempo de ir cedo amanhã. O chefe e todo mundo confiava totalmente em mim, eu sempre fui muito dedicada ao meu trampo.

Chegou a noite, todo mundo começou a se mandar, quando achei que não tinha mais ninguém no local, comecei o que tinha que fazer. Entrei no banco de dados da polícia e vi que quase não tinha dados do ROM. Tava prestes a apagar o pouco que, com muito esforço, eles tavam conseguindo pra rastrear ele e meter ele atrás das grades, mas não tive outra escolha senão fazer isso.
Policial derrotada 5

Nisso, ouço um barulho como de passos atrás de mim, viro e era o Steve, parecia que vinha andando, tava bem perto. Fiquei na dúvida, mas acho que ele não viu nada. Tentei manter a calma e fechei rapidinho os dados policiais, coloquei meus documentos na tela pra parecer que tava fazendo meu trampo.

EU: Tenente Steve, pensei que já tinha ido embora há um tempão.
STEVE: Acabei de sair do banheiro, Clark. Você estava tão concentrada que nem me ouviu sair. Aliás, o que você ainda tá fazendo aqui a essa hora?
EU: Ah, Tenente Steve, o que acontece é que tô fazendo toda a minha papelada, porque amanhã tenho que ir na clínica fazer todos os testes de impressão digital e essas paradas, o chefe falou que isso pode ajudar a ligar esse cara e finalmente colocar ele atrás das grades.
STEVE: Tô vendo que você tá comprometida mesmo. Se a gente conseguir as marcas das mãos dela na sua cara, dá pra fazer ela apodrecer na cadeia por agredir uma oficial de polícia. Bom, vou nessa, já é tarde, tô indo pra casa.
EU: Eu também termino e vou embora.

O tenente foi embora, mas notei que ele tava meio sério. A dúvida se ele tinha me visto me corroía por dentro. Enfim, ele não falou nada; se tivesse visto alguma coisa, teria agido, e eu não poderia fazer nada pra negar. Pensei que tava me preocupando à toa, talvez fossem os nervos.

No dia seguinte, cheguei à tarde, depois de fazer os exames. Me disseram que levava 24h pra identificar as digitais. Fui patrulhar e, na saída, encontro o Steve. Ele parecia estar testando um dos carros da polícia.
vadia
Era o carro de patrulha que ele sempre usava, ele abriu a porta do carro e desceu, me chamou fazendo um gesto pra eu chegar perto e me deu a chave.

STEVE: Usa ele, fica tranquilo, eu não uso esses carros, só tava testando se tá tudo certo, às vezes falha o freio.
EU: Valeu, tenente.
STEVE: Madelyn, toma cuidado com as decisões que você faz, é o único conselho que posso te dar.
EU: Não entendi, tenente. Será que tomei alguma decisão errada?
STEVE: Talvez sim, olha só no que deu a primeira decisão errada, essa marca na sua cara é uma lembrança e uma lição, viu Madelyn, toma cuidado.

Fiquei sem palavras, não entendia, não sabia exatamente do que ele tava falando, acho que era o jeito dele. Ele tinha me dito pra tomar cuidado, depois falou do meu hematoma, acho que foi a maneira dele de dizer que, por causa de uma decisão errada, aconteceu o que aconteceu comigo. Segui meu dia normal, fiz minha ronda e voltei pra delegacia pra encerrar o expediente.

O Rom não tinha me ligado. Achei que de algum jeito ele soube que eu fiz aquilo, mas será que teria largado minha irmã? Pensei em ligar pra ele assim que saísse da delegacia.

Minutos antes de terminar meu turno, entra uma mina que chama a atenção, parecia alguém importante, vi que ela falou com o gerente da polícia, tipo, nosso chefe.

policia

O chefe, depois de um tempinho conversando com ela, me chama pra chegar perto, que é importante. Chego lá e a mina simplesmente se afasta, vai sumindo no meio dos outros. Achei que ela achava que era alguém muito importante pra cumprimentar uma oficial qualquer.

violentada

O gerente da polícia me diz que ela é a senhorita Beatriz, uma agente especial do governo, e que tem uma missão muito importante. Assim que percebo que ela está sentada no meu computador, o chefe me olha e diz que precisa de um computador com os dados da polícia. Ela está muito perto de capturar um ex-agente que os traiu e que há tempo está seguindo o rastro dele.

EU: mas os agentes do governo têm tecnologia melhor, por que não fazem isso da própria sede?
CHEFE: é um ex-agente, você conhece os IPs e o jeito que eles rastreiam. Com o programa que a gente tem aqui, dá pra passar por um hacker qualquer e ele pode nem perceber.

Tava toda desconfortável com essa situação toda, o chefe começou a me perguntar o que tinha rolado comigo enquanto tava presa e a gente batia um papo, quando de repente ouço o som do gatilho de uma pistola e uma voz gritando bem alto e com autoridade, mas é uma voz de mulher.


golpeada

Eu não tava entendendo o que tava rolando, tava em choque total, nem percebi a hora que ela levantou do meu banco.

BEATRIZ: Mãos pro alto, sua traidora de merda, você vem comigo.
EU: O que-que tá acontecendo, por que cê tá me apontando essa arma!
BEATRIZ: Vadia traiçoeira, eu sei o que você fez, tinha que confirmar.
EU: O quê? Não tô entendendo nada... che-chefe, o que tá rolando aqui.
CHEFE: É uma pena, Madelyne, teria preferido que fosse tudo um mal-entendido...
EU: não entendo o que tá rolando..
BEATRIZ: foxy, você é uma traidora e traidoras não têm direito nem a julgamento, vou te prender.
EU: O quêêê? Mas não tô entendendo por que cê tá me prendendo, o que foi que eu fiz!
CHEFE: não adianta esconder, é pior, Madelyn. Achei que o Steve tava errado, mas ele me contou que te viu ontem à noite mexendo nos dados da polícia, e hoje chega essa moça do governo dizendo que apagaram a pouca informação que conseguiram ter de um ex-agente do governo que os traiu.

Ela colocou minhas mãos nas costas e me algemou pra me levar com ela, mas mesmo algemado, ela continuou apontando a arma.

Eu tava em choque, ROM um ex-agente do governo? Achava que o ROM era só um criminoso meio influente, que jogou bem as cartas dele, mas um ex-agente, nunca teria imaginado naquele momento. Fiquei gelada, sem palavras, não sabia o que dizer nem o que fazer, só sentia vergonha. Todo mundo tava olhando enquanto me prendiam, me encarando com decepção.

A Beatriz me pegou pelo cabelo e me arrastou até a porta da delegacia. Quando chegamos lá, ela me soltou e continuou ameaçando e apontando a arma.

humilhadas

BEATRIZ: anda logo, foxy, você vai pagar pelo que acabou de fazer, sua maldita traidora.
EU: n-não é o que parece..
BEATRIZ: Você apagou a informação da puta, é exatamente o que parece, anda!

Caminhei sem dizer nada, cheguei no carro dela, ela abriu a porta, me empurrou pra dentro do banco de trás, caí meio bruto, mas me ajeitei sentada. Ela subiu furiosa no banco do motorista, todo mundo me olhando de fora, e ela arrancou rápido pra caralho.

Policial derrotada 5


Chegamos na prisão, ele parou o carro de repente, me fazendo bater no banco da frente, eu não tinha colocado o cinto. Desço, ele pegando no meu cabelo e me fazendo sair rápido, aos empurrões me levou pra dentro da delegacia.

Quando a gente entrou, todo mundo ficou me olhando estranho. Eu tava de uniforme. Ela disse que eu era uma traidora e que tinha acabado de perder todos os meus direitos. Ninguém ousou falar nada. Ela me levou aos empurrões pra um quarto, fechou a porta. Era o lugar onde tiravam fotos dos criminosos, o mesmo lugar onde eu mesma já tinha levado vários deles pra fotografar.

vadia

Tiro as algemas, tranco a chave no cadeado, pego no teu cabelo e vou te empurrando até na frente da câmera onde vou te fotografar.

EU: Ai, que que cê tem, para de me bater.
BEATRIZ: Cala a boca, foxy traidora, eu vou cuidar pra você perder todos os seus direitos. Tira essa roupa, você não merece usar o uniforme!
EU: Do que cê tá falando... como é que eu vou tirar...
BEATRIZ: Ah, te dá vergonha tirar o uniforme, mas trair seu país, não?
EU: não é isso.. você não entende..
BEATRIZ: não entendo que maldita traidora, tira a roupa ou chamo 2 oficiais pra arrancar de você? é isso que você quer, foxy?
EU: não, não... não é o que cê tá pensando, não precisa tirar a roupa pra mim...
BEATRIZ: tira essa roupa, sua fofoqueira traidora, porra, quantas vezes eu tenho que repetir.

Nisso, ela puxou minha roupa, tentei evitar, ia brigar com ela, mas era uma agente, agredir seria pior, embora já não tivesse muito a perder. Quando pensei em enfrentá-la, ela me deu um soco e um chute forte, me jogando pra frente. Quando viro, vejo ela e ouço uma bala passar perto do meu rosto. Não passou nem um minuto e bateram na porta.

OFICIAL ATRÁS DA PORTA: Beatriz, não mata essa presa, por favor. Vamos ficar sem testemunhas assim.
BEATRIZ: Isso não vai adiantar de nada, ela é uma traidora, não vai cantar porra nenhuma, deixa eu fazer meu trabalho, se não cooperar não me serve.
OFICIAL ATRÁS DA PORTA: Beatriz, fica na sua, você vai nos meter em encrenca. Não é a primeira vez que você mata alguém na prisão, a gente não pode sempre falar que foi acidente, cada vez fica mais difícil esconder isso.
BEATRIZ: Tenho permissão pra agir como quiser porque essa traidora apagou informação importante. Se continuar me enchendo o saco, vou te dar um tiro por atrapalhar meu trabalho. Agora me deixa em paz.

A voz atrás da porta parou de ser ouvida, eu sabia que ela estava falando sério, ela me ameaçou de novo apontando direto pra minha cabeça, eu comecei a me despir enquanto tremia, até ficar completamente pelado.
policia
violentada
Tentei me cobrir com as mãos, tava morrendo de vergonha, ela ficava me fotografando enquanto gritava e me xingava, eu me sentia exposta, como é que tinha chegado nesse ponto? Passei de uma oficial reconhecida que tinha feito nome pra uma oficial que tava sendo presa e fotografada de forma humilhante, completamente pelada.

Depois de terminar as fotos, a Beatriz tirou o sutiã e a calcinha, que tava um pouco rasgada na parte da frente, mal dava pra notar.

EU: que é isso? não vai me dar roupa?
BEATRIZ: o que foi que você disse, que eu sou burra?
EU: Roupa, os prisioneiros têm roupa.
BEATRIZ: ah, quer roupa pra cobrir teu corpo? vai precisar mesmo, porque vai direto pra cadeia, mas de homem. só que tu vai ter que conseguir por conta própria, isso aí que tu tem é a única coisa que vou te dar.
EU: C-como assim prisão de homens, cê tá doida?
BEATRIZ: Louca é você, que apaga informação desse tipo, do teu lado eu sou totalmente sã.
EU: Vamos lá.. já coloquei vários caras naquela prisão, sabe o que vão fazer comigo?
BEATRIZ: Sei o que vão fazer com você e não tô nem aí, tudo que te fizerem você merece.
EU: não posso entrar numa prisão de homens, sou mulher, isso é horrível.
BEATRIZ: atroz foi o que você fez, sua estúpida. Agora aguenta, você perdeu seus direitos. Vou te jogar naquela prisão, enquanto eu faço os papéis, você vai esperar num lugar seguro pra não escapar.

golpeada

Ela me colocou numa jaula no pátio de uma prisão provisória, onde eu ia esperar na vista de todo mundo e praticamente de cueca. Essa não era a prisão onde estavam os caras que eu coloquei atrás das grades; ela ia fazer a papelada pra isso acontecer e me transferirem pra lá.

EU: por favor, não me deixe aqui, passa muito bandido, tô só de calcinha e sutiã, sou a única mulher nesse lugar.
BEATRIZ: Você tá numa jaula, tá segura, ninguém pode te machucar, se algum guarda ver que sua vida corre perigo, ele atira e todo mundo aqui sabe disso.
EU: não me deixa aqui, por favor... snif... snif... tá cheio de homem... vão se aproveitar de mim.
BEATRIZ: então aproveita, foxy, devia ter pensado antes de fazer o que fez..

Ela foi embora e me deixou naquela jaula no pátio da prisão, ao relento. Muitos dos presos me olhavam com desejo, falavam putaria, me devoravam com os olhos. De repente, tinha um monte deles me rodeando, me encarando, me apalpando em tudo que podiam. Os guardas não faziam absolutamente nada. Eu gritava por socorro, gritava para os guardas, mas eles só olhavam e respondiam: "Se sua vida não corre perigo, não tem o que fazer.

Minha vida não corria perigo, mas minha integridade sim. Eles me apalpavam o quanto podiam, a jaula parecia um favo de mel e os presos, as abelhas em volta do favo. Eu chorava e implorava para não me tocarem, mas foi em vão. Eles me tocavam, puxavam minha roupa, eu sentia os dedos deles passando pelas minhas partes íntimas, minhas pernas, meus pés, meu umbigo. Alguns dedos duros e grossos tentavam entrar nos meus buracos, e até se masturbavam me olhando e me tocando como podiam.

Fui apalpada a noite inteira, foi uma noite horrível, não consegui dormir, ninguém conseguiu dormir, ele tava se divertindo com meu corpo, eu não tinha espaço nem lugar pra escapar, me senti como se fosse carne de cachorro, não parei de sentir as mãos dele no meu corpo nem um minuto sequer durante a noite toda.

Ao amanhecer, os guardas dispersaram os presos, vieram me buscar, a papelada tinha sido aceita, eu estava sendo levada pra prisão onde estavam todos aqueles caras que eu tinha colocado atrás das grades.

Um guarda careca foi quem me recebeu, sabia quem eu era, me tratou com muita grosseria, me puxou pelo cabelo e me levou até a cela.

humilhadas

GUARDIA: Oficial Clark, a oficial metida, sabia que você era tão boa e certinha como contavam as lendas hahaha
EU: não sou uma metida, nem uma corrupta, isso é um erro.
GUARDIA: todo mundo sabe o que você fez, que putaria, ninguém teria coragem de fazer tanto.
EU: vocês não entendem minha situação, não é o que parece.
GUARDIA: não me importa a sua situação, você é uma puta traidora e vai ter o que merece, vou te falar uma coisa, aqui ou você cuida da sua vida ou ninguém vai fazer isso por você, é simples, não pense que vou ficar dando segurança pra uma traidora igual você.
Me jogo na cela e fecho a porta, ele me olhou dos pés à cabeça e disse que meus peitos eram pequenos, foi tão sem vergonha, só tentei me cobrir, estava com pouca roupa, não queria que ele visse mais.

Policial derrotada 5


GUARDIA: fica tranquila, tem alguém que tava esperando sua chegada, agora volta, tá na cela que fica bem do teu lado, pra tu não se sentir sozinha.
EU: de quem você tá falando?
GUARDIA: falou que queria te dar a surpresa.. com certeza vai te dar algo mais.. hahaha

Foi embora tirando sarro de mim, minutos depois vi que abriram a porta do lado e entrou um cara alto que me parecia familiar, era quem tinha estado esperando minha chegada. Esperava o pior, quando me viu, se aproximou da grade tentando me tocar, eu me afastei do alcance dele.
vadia

EU: Não pode ser, você deveria estar morto, era pra ter sido condenado à morte..
PRISIONEIRO: pelo menos você me lembra, sua puta maldita.
EU: não sou nenhuma puta, seu idiota, controla essa boca!
PRISIONEIRO: Eu não sou nenhum idiota, meu nome é Lucas, você sabe muito bem disso, sua puta.
EU: Te fale que esse não é meu nome.
LUCAS: Beleza, Madelyn, do jeito que você quiser. Você vai ser minha puta do mesmo jeito, é o que é melhor pra você. Só eu posso te proteger de todo mundo que quer te despedaçar aqui... se eu te proteger, ninguém vai mexer contigo. Pode começar mostrando essas tetas.
EU: esquece isso, Lucas, não vou te mostrar nada, não sou uma puta e você não vai ter nada meu.
LUCAS: controla suas palavras, não seja mal-educada, você pode se arrepender depois.
EU: Não me arrependo de nada, Lucas. Eles estão aqui porque merecem, esses malditos criminosos.

Lucas sorriu e se deitou na cama dele sem falar mais nada comigo, eu também não falei mais nada, mas tava com muito medo, sabia que pelo menos uns 90% dessa prisão ia querer me destruir, não fazia ideia do que me esperava ali.

policia

Passaram-se horas de silêncio e reclusão até que o guarda chegou, batendo com a barra de ferro em todas as celas, fazendo um baita barulho.

GUARDIA: Beleza, beleza, é hora do recreio. Vou abrir as grades e vocês vão sair pra tomar um ar.
EU: O-que?? Como assim vai abrir as grades?
GUARDIA: tem que sair pra tomar um ar e fazer suas necessidades idiotas, nem os bichos passam o dia todo trancados.
EU: por favor, não abre a minha, me deixa aqui trancada, sou a única mulher, me deixa trancada, por favor.
GUARDA: Você perdeu seus direitos, não posso abrir exceção pra ninguém, se vira.
EU: nãoooo nãooo por favor.

Foi embora depois de abrir os portões, não tava nem aí pra mim, todo mundo saía, parecia que ninguém tinha me notado ou me ignoravam por algum motivo estranho. Tava de boa com isso, não precisava de atenção de ninguém naquele lugar.

Os caras passavam, alguns me olhavam, mas por algum motivo pareciam se segurar pra vir até mim. Percebi que tava muito visível, saí da cela, imaginei que todo mundo já tinha se falado que eu tava ali, e procurei um lugar pra me esconder.

Encontrei uns cilindros de ferro no chão que estavam colados, não vi outro lugar, me escondi ali esperando o tempo passar e nos trancarem de novo pra ficar na minha sem ser incomodada. Só que, pra minha má sorte, alguém percebeu minha presença, era o Lucas... sentou na minha frente como se nada fosse.

violentada

LUCAS: Sai daí, parece uma rata assustada.
EU: me deixa em paz.
LUCAS: Quer que eu diga pra todo mundo que pode vir te pegar aqui? Lembra que nesse lugar apertado você não tem pra onde correr.
EU: maldito seja, me deixa em paz, não te faço nada!
LUCAS: tô aqui por sua causa, oficial. Como assim você não faz nada comigo? Quero que você seja minha putinha.
EU: Esquece essas merdas, nunca vou ser isso.
LUCAS: se não sair, vou deixar eles se aproximarem. Sou o único motivo pelo qual eles não chegam perto de você.

Isso explicava tudo, era essa a razão, Lucas era um criminoso perigoso que tem nas mãos a vida de mais de 100 policiais. Por algum motivo, a sentença de morte dele não foi cumprida.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.golpeada

Saí do cilindro, se fosse por ele, o único perigo que eu corria era ele, mas ele não parava de me encher o saco e falar um monte de putaria, até se atreveu a passar a mão na minha bunda e me dar um tapa forte. Naquele momento, tudo passou muito rápido na minha cabeça, pensei que se eu desse uma surra nele, que era o mais forte, ninguém mais ia mexer comigo. E foi o que aconteceu. Não passaram nem 2 segundos desde que ele me deu o tapa na bunda, eu inclinei o corpo pra frente pra dar um chute lateral alto, mas ele conseguiu se proteger.
humilhadas

Ele mal conseguiu se proteger, eu quis aproveitar a oportunidade pra dar outro chute nele, mas ele reagiu rápido e conseguiu ficar fora do meu alcance.

Policial derrotada 5

Vi que ela tava praticamente encostada nas grades das celas e, o mais rápido que pude, tentei dar um golpe nela, mas ela conseguiu bloquear. Tava muito calma, nem percebi ela exaltada.
vadia

Assim que senti que ele conseguiu bloquear meu punho, levei um socão forte na barriga que me tirou o ar e jogou meu corpo inteiro pra cima, voando pelos ares.

policiaviolentada

Malemá consegui perceber que tava voando pelos ares a metros dele, e de repente tudo ficou preto.

golpeada

Aquele chute me fez perder os óculos, acabei caída desacordada a metros dele, ele se aproximou de mim, viu que eu tava apagada, não satisfeito com isso, pisou na minha cara como sinal de vitória.

humilhadasPolicial derrotada 5

Estando eu inconsciente, ele me virou e puxou uma corda pra amarrar meus braços pra trás.

vadia

Ela amarrou minhas mãos com força, decidiu me pegar pelos cabelos e me arrastar pra trás de um muro pequeno onde era difícil nos verem, mas me puxar pelo cabelo me fez acordar na hora, fazendo eu sentir toda a dor do puxão e de ser arrastada pelo chão.
policia

uma vez no lugar, ele rasgou minha roupa com puxões, eu gritava, mas era óbvio que ninguém ia me ajudar, doeu pra caralho os puxões que ele usou pra rasgar minha roupa, depois me dobrou, ainda amarrada, me curvou, colocou minha cabeça no chão, cobrindo ela com a perna dele, me fazendo levantar a bunda e começou a me apalpar.violentadagolpeada

Por que não fiz nada pra evitar? A resposta é simples: eu tava de mãos atadas, tinha acabado de reagir, meu corpo todo doía, não tinha energia pra me defender. Ele me manipulou como uma boneca de pano. Eu fiquei em silêncio, não consegui nem implorar nem falar nada. Tava exausta, quieta, deixando ele me tocar e enfiar os dedos do jeito que ele quis.

Eu estava sendo tocada do jeito que ele queria, praticamente à mercê dele, era como uma boneca de pano pra ele. Depois de tudo isso, como se não bastasse, ele me virou e levantou minhas pernas. Vi ele tirar um dildo vermelho, me assustei, mas pensei que fosse pra minha buceta. Só que não foi pra onde eu imaginei. De repente, senti a ponta fria daquele consolo na entrada do meu cu. Mal consegui implorar e pedir pra ele, por favor, não meter aquilo ali.

Suplique como pude, não tinha nem forças, ele não teve piedade, de repente senti algo pontudo e frio no meu cu, que fez pressão nele e comecei a sentir de novo uma dor indescritível, eu gritava, tentava me mexer com a pouca energia que tinha, mas era inútil, aquele brinquedo entrou no meu cu contra a minha vontade, me mexi e gritei o máximo que pude, mas foi em vão.

humilhadasPolicial derrotada 5

vadia

UGHHH, é indescritível a dor que senti quando aquela coisa grossa e comprida penetrou meu cu, só vou dizer que dei um pulo instintivo, mas não foi o suficiente e senti cada centímetro frio daquela coisa pontuda entrando, doía pra caralho, tentei disfarçar, mas não consegui, deu pra ver na minha cara a dor, a surpresa e a vergonha que eu tava sentindo.

policia

Depois de enfiar friamente o dildo no meu cu pra satisfazer ele, não foi o suficiente. Ele me puxou pelo cabelo e me encostou na parede, com minhas mãos amarradas, me fez pressionar o dildo no meu cu com minhas próprias mãos, enfiando ainda mais fundo. Eu admito, sofri, gritei que nem uma menina de 5 anos que leva um chicotada e não se acalma, mas eu apertei e o dildo entrou no meu cu. Naquele exato momento, me senti destruída.
violentada

Depois disso, ele ficou atrás de mim e eu simplesmente me virei e caí de joelhos, me sentindo derrotada com a sensação de ter algo enfiado no meu cu, o que me fez perceber o quão vulnerável e indefesa eu estava diante do Lucas. Ele me venceu completamente, eu sabia que não podia ganhar dele, também não tinha energia pra enfrentá-lo.

LUCAS: agora você é minha puta madelyn entendeu, você é uma rabuda inútil que só serve pra dar a buceta.
EU: inspirei e não falei nada.
LUCAS: Você é minha putinha, se se comportar direitinho, posso te levar comigo quando me transferirem pra outra prisão, lá você não vai ter tantos inimigos...
EU: De jeito nenhum…
LUCAS: Logo você vai mudar de ideia, por enquanto vou me divertir.

Lucas me colocou de quatro, posição de puta com o dildo enfiado no meu cu, não consegui resistir, não tinha nem forças nem vontade de enfrentar ninguém, me resignei a ser o que ele queria por enquanto.


golpeada

humilhadasPolicial derrotada 5

Fiquei de quatro como uma puta de verdade, sentia a pressão no meu cu, aquilo me excitava de certa forma e me sentir exposta começou a esquentar meu corpo, me sentia suja e depravada, tava fazendo o que ele mandava, era humilhante e degradante pra mim, mas mesmo tendo feito contra minha vontade, esquentou meu corpo.

LUCAS: caralho, que puta gostosa, agora engatinha como a vadia que você é até a porta da sua cela.

Com toda a vergonha e a sensação gostosa no meu corpo por sentir o dildo enfiado no meu cu preenchendo um vazio que eu nem sabia que existia, vou me arrastando igual uma puta de quatro até a porta da minha cela, obedecendo ao maldito Lucas.

vadia

Estando na frente da minha cela, senti ele começar a tirar devagar o dildo do meu cu, foi uma sensação desagradável e dolorosa, ou talvez estivesse ardendo, não sei como descrever, mas senti ele tirando aos poucos, porque estava bem apertado no meu cu, me fez sentir dores que nunca tinha sentido antes.

O sino tocou e era o sinal de que a breja tinha acabado, todo mundo tinha que voltar pras celas. Voltei resignada, com a sensação de ter a buceta arrombada e sem nenhuma roupa pra me cobrir. Me conformei em deitar de lado e dormir.

policiaviolentada
Não sei quanto tempo dormi, mas de repente ouvi um barulho estrondoso, era a grade da cela rangendo e se retorcendo com o chute forte que o guarda deu pra me acordar.

golpeada

O desgraçado deu um chute forte na grade pra me acordar.
humilhadas

Ao acordar, na mesma hora me levantei e tentei cobrir minhas partes íntimas, já que não tinha roupa pra me cobrir, porque a pouca que eu tinha o desgraçado do Lucas rasgou.

GUARDIA: puta, vejo que você se deu prazer no cu, tá aberto.
EU: Maldito sem-vergonha, me estupraram, fizeram o que queriam comigo e vocês não fizeram nada pra me ajudar.
GUARIDA. Cê acha que a gente é sua segurança, sua puta traidora? Cada dia cê me irrita mais, sabia? Vou te avisar: aqui não se tolera a putaria que você fez. Você vai ser castigada pelo seu crime.
EU: Que??? que crime, eu não quis nada disso.. praticamente fui estuprada, eu sou a vítima
GUARDA. vítima? esse é o seu problema, aqui é proibido esse tipo de putaria.
EI. Eu não fiz nada, fui obrigado..
GUARIDA: esse é o seu problema, o que você fez tem punição.

Abriu a grade da cela e me puxou à força, eu não queria, mas não podia enfrentar ele. Me arrastou pelos cabelos e, bruscamente, me ergueu e começou a amarrar minhas pernas numa espécie de grilhões ligados a cordas, terminando por me pendurar de cabeça pra baixo. Pra piorar, o lugar onde eu estava era um local onde passavam muitos presos, tipo um lugar público, em teoria.

Policial derrotada 5

Eu tava pelada com as pernas abertas, amarrada numa espécie de arco de madeira. Me deixaram lá por uns 50 minutos. Os presos passavam, me tocavam mesmo eu não querendo, não tinha nada que eu pudesse fazer pra evitar. Me senti apalpada e humilhada. Todo mundo que passava me humilhava, me tocava, cuspia em mim, e alguns até mijavam na minha cara. Todos me conheciam, sabiam que fui eu que coloquei eles lá. Sabiam que podiam se vingar de mim, contanto que não me matassem.

Depois de um tempo, vi o guarda voltar com um chicote, um arrepio tomou conta de mim, meus olhos lacrimejaram na hora e minha voz saiu suplicante e trêmula automaticamente, porque eu sabia o que vinha e meu sistema de defesa era implorar.

EU: por favor, não te imploro, te suplico, te peço de joelhos, faço o que você quiser, não precisa bater…

Na mesma hora, um chicote me pegou na testa e me fez torcer até a alma, sentindo uma ardência como se algo tivesse queimando meu corpo. Minhas lágrimas e meu choro não demoraram a vir, eu gritava e berrava igual uma menininha.

vadia


EU: AUUUUUUUUUUU PELO AMOR DE DEUS CHEGAAA NÃOOO AUUUUU AUUUCHHHH BUAAAAAAAAa
GUARDIA: CALA A BOCA, VADIA. TOMA SPLASHHHHHH!!!
EU: AUUUUUUCHHHH PELO AMOR DE DEUS, PIEDADE, TE IMPLOROOOOO

Ele não teve pena de mim, nem com meus choros, nem com meus gritos, nem com minhas súplicas. Não contei quantas vezes ele me bateu com o chicote, mas ele disse que era meu castigo por ser libertina e que aqui não iam permitir esse tipo de falta. Naquele instante, eu soube que tudo era contra mim. Se não fosse assim, eles castigariam o Lucas, mas ele estava intacto, não faziam nada com ele. Mais ainda, deixavam ele olhar o que faziam comigo.

Teve uma pausa curta onde senti um certo alívio por não levar mais porrada, eu implorava e falava que ia ajudar na investigação e tudo que fosse preciso, mas que não me batessem mais. Eles nunca pararam, o cara ficou atrás de mim e começou o martírio.policiaviolentada

Cada parte do meu corpo que foi açoitada com o chicote ardia, eu sentia as marcas que ele deixou pulsando, meu choro não parava, eu chorava desesperada que nem uma criança, me senti completamente derrotada e humilhada, eu era uma policial de renome e agora estava sendo castigada pelos meus próprios colegas, pior ainda, estava nua, amarrada, chorando e cheia de marcas pelo corpo todo por causa do castigo que me deram.

Depois de me castigar, ele me solta e me leva toda quebrada pra minha cela. Eu vi o Lucas, tava toda dolorida, derrotada, e não tava disposta a ficar naquele lugar. Sabia que o Lucas era filho do Rom, então pedi pra ele, por favor, falar com o Rom, que eu tinha cumprido minha parte do trato e que me tirasse da prisão, porque eu não ia aguentar mais isso.

golpeada

Me agachei dolorida com o corpo todo marcado, apoiei a cabeça na madeira que servia de cama.

EU: Lucas, por favor, fala pro teu pai me tirar daqui. Já cumpri minha parte do trato, não tô mais nos registros. Não aguento mais, faço qualquer coisa pra sair desse lugar, por favor...
LUCAS: Amanhã me transferem pra outro presídio, não podem te tirar daqui, mas posso pedir pra você vir comigo, só se for uma boa putinha.

Naquele momento, não liguei pra minha dignidade, o tratamento e a situação do lugar onde eu tava era um inferno, engoli meu orgulho e, só pra ele me levar com ele, aceitei os termos dele.

EU: Serei sua puta, serei o que você quiser, farei o que você quiser, mas por favor me tira daqui, te imploro, pelo que você mais ama, me tira daqui, vou deixar você fazer o que quiser comigo, só me tira daqui, por favor.
Lucas: te falei que você seria minha putinha, agora me mostra, vira e mostra essa sua buceta arrombada, tô com vontade de bater uma punheta.

A ofensa do pedido me atingiu, me senti uma puta suja e não conseguia acreditar no que ele tinha me pedido, mas sabia que tinha que fazer, tinha que fazer o que ele mandava, tava disposta a tudo pra sair daquele inferno. Me virei e me coloquei na posição de vagabunda, mostrando pra ele minha buceta arrombada pelo dildo que ele mesmo tinha enfiado em mim.

humilhadas

Ele, ao me ver de quatro com o cu dilatado pelo dildo que ele mesmo tinha colocado em mim, ficou excitado e me obrigou a ficar naquela posição pra ele poder se masturbar. Naquele momento, me senti um objeto, algo que ele usava pra bater punheta. Quando ele gozou, senti umas gotas quentes caírem nas minhas nádegas. Eu sabia o que era, mas não fiz mais caso. Ele se jogou na cama dele, e eu fiquei ajoelhada, tentando me cobrir como dava, mas não tinha roupa. Me senti praticamente estuprada e humilhada.

Policial derrotada 5

Lucas me disse depois que eu seria a putinha dele e que seria transferido amanhã, mas que falaria com o pai dele pra me tirar daqui. Embora ser a putinha de alguém não pareça uma ideia atraente, pra mim naquele momento foi a melhor solução.

Fui dormir ao relento, dolorida e humilhada com a buceta aberta, não tinha nem um lençol pra me cobrir, nem uma cortina pra impedir que alguém de fora me visse.

vadia


Depois de uma noite fria em que quase não consegui dormir, o guarda veio abrir minha grade. Quando me toquei, o Lucas não estava na cela dele. Achei que já tinham transferido ele.

O guarda me levou puxando pelo cabelo até me colocar numa caixa, disse que ali era feito o transporte, que era por segurança.

policia

Eu, envergonhada, tentando me cobrir, me curvei um pouco na cela, era minha carta de alforria, quando de repente o guarda abriu a grade e disse que aquela seria minha despedida e que ele não ia desperdiçar a oportunidade. Eu falei que não podia, que era ilegal, ele disse que eu tinha perdido meus direitos e que aquele era o melhor momento para aproveitar. Eu sabia o que vinha... ele começou colocando tigelas de água para me obrigar a beber como uma puta.

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LUCAS: toma água, bebe igual à puta que você é.

Me resignei a beber água como uma puta, me sentia humilhada, minhas lágrimas escorriam dos meus olhos, minha voz estava falhando e meu coração acelerado, eu estava totalmente nua, enjaulada e bebendo água sem usar as mãos, como uma puta de verdade.

Depois de terminar de beber a água, o guarda se apressou pra jogar a tigela longe e se aproveitar de mim. Eu não consegui resistir, era meu último dia, não tinha forças pra lutar. Praticamente fui uma boneca sexual pra ele.


humilhadas

Ele me tirou da jaula, me pegou pelo cabelo e me fez chupar a pica dele, eu ficava com os braços cobrindo minhas partes íntimas naquele momento.

Policial derrotada 5

Depois, como se eu fosse uma boneca, ele me levantou no colo, subiu na cama e me colocou de bruços no colo dele, como se eu fosse uma menina, mas em vez de me dar palmadas, começou a me tocar.

GUARDIA: humm, cê tá molhadinha, sua puta, gosta de ser estuprada, hein.
EU: não é assim.. é o meu corpo
GUARDIA: cala a boca, puta, tu gosta e pronto, se não, não ficaria molhada, é melhor começar a aceitar o que te dá tesão ou nunca vai encontrar prazer hahaha.
EU: Me solta, para de me tocar.
GUARDIA: não vejo você se opor, não sinto força contrária, você é uma puta que se faz de decente, mas por dentro é uma puta – aceita isso.
EU: não sou uma puta!

Ele passou os dedos pela minha buceta, passou por cima do meu clitóris, essa sensação me fez me contorcer, comecei a ficar com tesão, ele roçava meu clitóris com os dedos, era uma sensação indescritível.

vadia

Ao notar que eu tava molhada, rapidamente me deito no chão, pega minhas mãos, levanta elas pelas minhas costas, me faz empinar a bunda e minha cabeça ficou virada pro chão, deixando meu cu exposto pra ele me penetrar e não perde tempo, foi assim que ele fez, me meteu, dando estocadas fortes, dava pra ver que ele tava com muita vontade de me foder, não consegui evitar, era uma boneca de pano, não tinha energia pra resistir, sentia a pica dele entrando, violentando, enfiando no meu corpo dolorido, eu sentia ela entrando e saindo, como se fosse uma furadeira, sentia a dor e a ardência no corpo todo por causa dos chicotes que tinham me dado.

policia

Não tinha escapatória, tava sendo estuprada de novo, dessa vez por um policial, não, não era um bandido nem um mafioso nem nada, era um maldito policial metendo em mim, se aproveitando de mim. Perdi toda esperança, tudo ardia e doía, não consegui fazer nada além de deixar ele terminar de penetrar. Meu corpo esquentava, ele me tratava como uma puta e gozou nas minhas nádegas, por fora. Eu tava banhada em lágrimas, envergonhada e dolorida, ele satisfeito com o sêmen nas minhas nádegas. Me pegou pelo cabelo e voltou a me enfiar na caixa, trancou com cadeado e me deixou lá, à própria sorte.

violentada

Ele foi embora, me deixou na caixa. O único consolo que eu tinha era que ia ser transferida pra outro lugar, longe de onde todo mundo me conhece. O lado ruim era que nesse lugar ia estar o Lucas, e ele tinha outros planos pra mim.

Não sabia qual seria meu destino, nua, dolorida, com marcas pelo corpo todo, totalmente humilhada e derrotada, apaguei de vez depois de tudo que tinha passado, meu futuro era incerto.

não sabia o que pensar de mim mesma, não sabia como me julgar, achava que talvez eu fosse mesmo uma puta suja e pervertida, ou era só a reação do meu corpo ao estímulo, não tinha nada claro..



continua...

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