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Compêndio IIIDepois de duas semanas revigorantes explorando as paisagens lindas da costa sul australiana, nossa família teve que se despedir a contragosto da vida nômade que estávamos levando e voltamos pra casa no sábado passado. Com o começo do ano letivo chegando pra Marisol, Bastián e as pequenas, era hora de vestir os uniformes escolares.
Felizmente, as escolas particulares do Bastián e do meu rouxinol funcionam com um calendário acadêmico diferente do sistema público australiano. Em vez de seguir a estrutura trimestral tradicional, que começa em janeiro e termina em dezembro, com uma semana de folga entre os blocos, as escolas deles seguem um calendário mais flexível, parecido com o das universidades. Esse esquema único permite que a família planeje férias fora da alta temporada, garantindo momentos preciosos juntos sem o estresse das multidões em destinos turísticos lotados.No entanto, este ano trouxe um desafio especial. Por causa das pressões no trabalho, precisei tirar um mês extra além das minhas férias normais. Isso porque, pelo segundo ano consecutivo, consegui tirar férias em fevereiro e, embora no ano anterior tenham me compensado generosamente em dinheiro, este ano eu realmente precisava do meu descanso. Felizmente, a Edith, CEO da nossa filial, aceitou meu pedido, já que o Nelson e a Glória podiam me cobrir no resto das tarefas.
Por causa dessa diferença na programação, tenho mais liberdade para cuidar das tarefas domésticas e também dos nossos filhos. Por isso, e como a Marisol e as meninas vão para a mesma escola, achei importante pedir permissão às minhas filhas para levar o Bastián para a escola durante esses dias, um gesto que elas aceitaram de bom grado.
Depois de estacionar o carro na frente da casa dela, a Sônia já estava me esperando com nosso filho na entrada.
Como ela sempre se veste, estava usando uma saia lápis de couro preto até os joelhos, fechada com um cinto da mesma cor, que apertava sua cintura fina com um toque de refinamento, destacando sua bunda perfeita, redonda e tentadora, mas mantendo a profissionalidade, combinada com uma blusa branca de botões, que dava um ar mais sofisticado. Sem Mas, como a manhã tava fresca, ela tava com uma jaqueta preta justinha que fechava o visual com chave de ouro.
O rosto dela, como sempre, com aqueles óculos de armação quadrada que analisam cada detalhe do que veem e aquele batom avermelhado, que chama atenção pelo tom incomum, davam um charme único pra ela.

Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.—Mas não é meu funcionário favorito! — exclamou ela num tom debochado ao me ver descer do carro. — Não devia estar se conectando de casa pra trabalhar?
— Você me conhece bem, Sonia! Tô sempre dando um jeitinho criativo de enrolar o serviço! — falei, cumprimentando ela com um abraço e acariciando os cabelos do meu moleque. — Como cê tá, pequeno? E as férias, hein? Mamãe aprontou alguma?
Bastião ria, feliz de me ver.+Não, pai! Ela se comportou bem. Me matriculou nas aulas de natação.
Olhei pra Sonia com surpresa…Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Não me olha assim! "Alguém" botou na cabeça dela como nadar é divertido. Se eu tivesse esse alguém na minha frente, mandava embora na hora. – Ela comentou brincando, mas Bastián levou a sério.+—Não, mamãe! Não faz isso! – implorou meu filho, me protegendo com o corpo. – Papai foi o melhor! Pelo amor de Deus!
Sônia, comovida, se abaixou até a altura dele…v—Fica tranquilo! Papai sabe que eu tô brincando. Ele é meu melhor amigo também, sabia? — respondeu ela, dando um beijo na bochecha dele.
Consegui ver a Elena, que definitivamente ficou com aquele penteado bouffant loiro, que cai super bem nela, e ela me olhou com uma preguiça no lugar da irritação de sempre, então parece que nossa relação tá melhorando.
Quando cheguei na entrada da escola, tava bem movimentado. O ar da manhã tava cheio de risadas e conversas, junto com a gritaria alegre das crianças se reencontrando com os colegas. O sol brilhava gostoso no pátio da escola, iluminando com cores vibrantes a grama macia e as plantas verdes, além dos brinquedos que eu conheci em janeiro.
Os pais e responsáveis também aproveitavam pra puxar um papo animado, como se fossem versões maiores dos filhos, contando histórias engraçadas dos tempos de recreio. Alguns deles se amontoavam na entrada, trocando cumprimentos e colocando a fofoca em dia.
Mas, mesmo não sendo o único homem ali, percebi que várias mães tavam de olho em mim. Não eram exatamente as responsáveis da turma do Bastião (pelo menos, não reconheci nenhuma). Mas me davam a impressão de que tavam me caçando do mesmo jeito que as leoas fazem com as gazelas no Serengeti.|Oi, Bastián! Como você tá? – cumprimentou Lily ao ver meu filho.
Mas ela travou nas palavras quando me viu…+Ei, Lily! Tô bem. E você? Como foram suas férias?" – respondeu meu filho, abraçando ela com carinho.
A menina, paralisada mesmo assim, não tirava os olhos de mim…·Vamos, Lily! Dá um tchau! – sugeriu Isabella num tom brincalhão. – Se aquele "bad boy" fizer alguma coisa com você, vai ter que lidar comigo…
A minha linda mãe me deu um sorriso safado. Naquela manhã, ela estava sedutora, elegante e impecável como sempre: com passos firmes e o barulho dos saltos altos, vestia um vestido justo num tom vinho intenso, com um decão bem pronunciado, que dava pra apreciar de boa, enfeitado com um colar de pedras preciosas que chamava atenção, marcando sutilmente os peitões dela, enquanto a barra caía elegantemente nos joelhos, realçando ainda mais aquele corpaço escultural.
Claro, aquele cabelão preto, brilhando nos ombros, combinado com os lábios carnudos e vermelhos, fazia dela, sem comparação, a rainha da beleza entre as mães que estavam na entrada da escola.
As crianças trocaram inocentemente as atividades das férias. No entanto, Isabella corrigiu Lily, dizendo que "não foram à praia", mas destacou que foram para a ilha de Java passar o verão, algo que pra pobre menina não fazia diferença, nem me chamava a atenção. Mas, felizmente, depois de alguns minutos ouvindo a palestra chata dela sobre as comodidades do lugar onde se hospedou, uma voz melodiosa a interrompeu…oOlá, Marco!
E sem dizer mais nada, os lábios da Emma se grudaram nos meus, aproveitando meu susto. Os lábios quentes dela e o movimento da língua mostravam, além da habilidade dela na arte dos beijos, o quanto ela tinha sentido minha falta durante as férias.
Antes que eu pudesse processar o que tava rolando, a voz irritada e ciumenta da Isabella cortou o clima.·O que você tá fazendo?" – perguntou pra um de nós, mas pra mim, era difícil saber pra quem.
Claro, Emma, se sentindo à vontade com minha cara de confusão, sorriu safada antes de responder pra Isabella.oSó tô cumprimentando o Marco do jeito que fazem na cultura dele… — explicou ela, ainda sorrindo satisfeita com a travessura.+Mas, dona Emma, papai diz que só se beija na bochecha quando cumprimenta. – corrigiu meu filho atento.
Isabela observava Emma exigindo uma explicação, e ela só conseguiu responder com uma desculpa, embora continuasse sorrindo de forma brincalhona e satisfeita ao me olhar.
Mas enquanto eu recuperava minha compostura, tentando me refazer daquele beijo espetacular, peguei meu filho nos braços e implorei:
– Por favor, Bastião! Não conta pras suas irmãs! – temendo o castigo que elas me dariam se descobrissem.
Felizmente, meu filho foi bem mais compreensivo.+Relaxa, pai! Não foi nada!
A senhorita Emma só estava um pouco confusa com os nossos costumes.
Mas era óbvio pelo sorriso dela que não era bem assim. Naquela manhã, ela vestia uma blusa branca justa com um decote em "V", que realçava sutilmente os peitos bonitos dela sem ser exagerado, combinando com um colar dourado e uns brincos de argola. Mantendo o visual jovem, ela usou uma saia jeans até o joelho que abraçava as curvas dela de um jeito favorecedor, mas discreto, e, por fim, um par de botinhas cor de pele, que destacavam as curvas naturais da bunda dela.
A bunda dourada de cavala e os olhos safados cor de avelã talvez não a fizessem parecer tão gostosa quanto a Isabella. Mas convidavam a passar a tarde deitado naqueles peitos macios.
O interessante foi ver que a Lily tentou cumprimentar a Karen, depois que ela abraçou meu filho. Embora as tensões ainda existissem entre elas, a Lily ofereceu um sorriso meio amigável. Os três compartilharam as experiências de verão, com a Karen lembrando como aprendeu a nadar no lago na casa dos avós. A Lily, meio envergonhada, admitiu que não quis nadar porque o mar a assustava, mas meu filho ficou empolgado em ouvir as duas, revelando que tinha se inscrito numa escola de natação, um gesto que rendeu ainda mais admiração das amigas.Enquanto a gente, como pais, escutava atentamente a conversa dos nossos filhos, notei que a Isabella me olhava com expectativa, com o peito estufando de orgulho por ter seguido meu conselho de se aproximar mais da filha. No entanto, quando sorri de volta satisfeito, ela não conseguiu controlar o rubor nas bochechas e tremeu levemente com o peso do meu olhar. A Emma, por outro lado, parecia contente em ver a filha resolvendo as tretas com quem, um dia, tinha causado tanto estrago, me lançando um olhar agradecido pelo que aconteceu.§Marco, como é que cê tá? Que bom te ver! – exclamou Cheryl ao nos ver, me abraçando com carinho.
As minas ficaram de boca aberta quando viram ela. Acho que nunca imaginariam ver ela vestindo uma saia lápis azul-marinho até o joelho, colada nas curvas dela e realçando a definição das pernas. Por outro lado, a blusa branca abotoada até intimidava elas, porque, mesmo com o corte ajustado mantendo aquele ar de professora, o volume sobrenatural por baixo esticava a blusa de um jeito espetacular, completando o visual novo com uns sapatos de salto preto elegantes.
Mas não era só isso. Também perceberam pelo rebolado sutil da cintura dela ao andar e a confiança nos ombros, que contrastavam pra caralho com o comportamento tímido da professora até na última reunião de pais e responsáveis. Nossos filhos, por outro lado, não notavam nada de especial.·—Desde quando vocês dois têm tanta intimidade assim? — perguntou Isabella, prestes a dar um curto-circuito ao ver ela me abraçar com tanto carinho.§Ah, desculpa! – Cheryl se tocou, ao ver que não estava sozinha. – Bom… durante as férias, ele foi no meu apê e me ensinou a fazer sushi.
O rosto de Emma se encheu de surpresa…o—Não me diga que naquele sábado você foi ensinar ela! – comentou ela, num tom debochado. – Pra mim, também me ensinou a cozinhar um prato do país dela!§Sério mesmo?oSim! – e com um sorriso de gata, me olhando nos olhos e mordendo o lábio com luxúria, completou. – Era um pratão, robusto e delicioso.
Eu sentia na minha calça que a Emma queria uma repetição urgente…§Bom, essas semanas eu tenho praticado sozinha… e queria te perguntar se você quer provar meu sushi. – Cheryl finalizou, com olhos igualmente cheios de tesão.
Não consegui evitar sorrir pra ela diante da confiança incomum, já que Cheryl teve a cara de pau de manter uma cara séria dizendo nossa frase código pra transar (meio parecido com as "visitas de inspeção" que a Hannah falava quando estávamos na cutie), que ela ainda finalizou com um sorrisinho safado que aumentou ainda mais a pressão que eu sentia dentro da calça.·Você não me ensinou nada sobre cozinhar! – exclamou Isabella, salvadora, irritada e de braços cruzados.
Emma não perdeu a chance de zoar ela, enquanto Cheryl acenava pras crianças e tentava se afastar do sufoco.o— Pensei que você não cozinhava!
— E, além disso, a gente saiu pra um encontro. – protestei.
Emma começou a rir…oIsso é verdade?·Só… a gente comeu um sorvete. –respondeu com uma timidez incomum.
Por sorte pra ela, outra mulher chegou pra salvar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Que amiga você é! — comentou Aisha. — Pensei que ia te encontrar na porta e você tá aqui, conversando com outras pessoas…
Aisha chegou na escola vestindo um conjunto sofisticado, mas discreto. Usava uma blusa justinha de cor creme com babadinhos delicados ao longo do decote, dando um ar feminino; uma saia leve de algodão cor de baunilha, na altura do joelho, que fluía com graça nos seus movimentos, mantendo a estética modesta, mas ao mesmo tempo realçando a sua cintura fina sem ser vulgar, finalizando com sapatos de salto discreto, que alongavam suas pernas torneadas e davam um acabamento polido ao visual, junto com pulseiras douradas e brincos pra destacar sutilmente o estilo.
O cabelo loiro chamativo emoldurava perfeitamente o rosto dela, valorizando seus traços de ascendência africana de forma natural. A falta de maquiagem era quase justificada, já que só precisava de um pouco de rímel nos cílios e um batom neutro, que deixavam transparecer sua beleza selvagem natural.
Enquanto Sophie se enturmou com o grupo de amigos do meu filho, Aisha ficou sem palavras por um momento.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Mas não é o esquivo senhor Marco! – exclamou Aisha, com um tom de desdém. – Sério, você é uma péssima amiga, Isabella! Já te falei inúmeras vezes como tô puta com a Cheryl por não querer passar o contato dele pra mim, e aqui vejo que você já é amiga dele.O rosto de surpresa de Isabella era uma mistura de medo e pena, contrastando totalmente com a confiança que ela sempre mostrava.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Gostaria de trocar umas palavras com você! — apontou a mulher exótica com seriedade.
— Claro. Em que posso ajudar?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Queria te falar que fiquei muito decepcionada com sua atitude. – comentou com um leve tom de irritação. – Pensei que depois de se apresentar de um jeito chamativo pra mim, a gente pudesse se conhecer melhor durante as aulas de taekwondo dos nossos filhos. Mas infelizmente, não foi você que eu vi, foi a Elena que levou o Bastián pras aulas.
- Não sabe o quanto lamento, Aisha. Mas geralmente, as sextas-feiras são muito corridas pra mim, por causa dos meus compromissos de trabalho. Não foi minha intenção perder a chance de conversar com você.
O rosto de Aisha se suavizou ao ouvir isso…üEntendo", respondi, começando a brincar com o indicador no meu peito e puxando minha camisa, como se tentasse esticá-la. "É só que eu esperava ficar muito mais próxima do senhor, especialmente ao saber que nossos filhos são colegas de classe."
Eu podia sentir no fundo do olhar dela o tipo de proximidade que ela queria dizer, enquanto sentia a excitação crescer dentro da minha calça ainda mais...
Mas, para o alívio de Isabella, que me olhava furiosa, e a pena de Emma, que me sorria divertida, a campainha tocou e entramos na sala de aula para a reunião de início de ano.
Enquanto as crianças foram para a sala delas, as garotas e eu nos sentamos num canto da sala que prepararam para nos dar as informações do programa. No entanto, Isabella estava tão irritada comigo que preferiu sentar ao lado de Emma, enquanto esta irradiava de alegria por me ter a sós, no escuro do canto, enquanto Aisha se sentava na nossa frente.
Protegida pela escuridão, a mão esquerda de Emma não hesitou em se apoiar na minha coxa direita com toda confiança.
E foi então que começamos a ouvir o planejamento anual de Cheryl...
Aos poucos, Emma começou a acariciar minha coxa, e eu podia sentir minha ereção crescendo, quando de repente ela sussurra discretamente:oMarco, você transou com a Cheryl?·QUÊ? – exclamou Isabella, sem medir a voz.
Ainda assim, pude notar pela mudança na expressão de Aisha que não só Isabella tinha nos ouvido…oFica quieta!" – pediu Emma, mandando ela calar a boca.·Por que você tá dizendo isso?" – Isabella gritou em sussurros.oOlha ela! Vocês não tão percebendo algo diferente? – perguntou, enquanto ela mesma apalpava com os dedos o volume dentro da minha calça…
Emma e eu nos olhamos. Ela mordeu o lábio inferior, cheia de vontade…·Não sei do que você tá falando! Não tô vendo nada!" – comentou baixinho Isabella, irritada e impaciente.
Emma começou a me masturbar por cima da calça devagar…oÉ exatamente isso que eu tô dizendo! Nesse tempo todo, ela não vacilou nenhuma vez…
E enquanto eu sentia meu corpo derretendo, com a mão firme e constante da Emma trabalhando, dava pra ouvir que a Cheryl realmente falava sem parar. No tom de voz dela, não tinha nem um pingo de insegurança.·Mas como é que você sabe…? Você tá masturbando ele? – ela gritou de novo, em voz baixa. Aisha soltou um suspiro…oSim. Quando você tem uma pica desse tamanho e grossa dentro de você, te muda por completo, né, amor? - me perguntou Emma, antes de me beijar.
Foi então que ela aproveitou pra desafivelar meu cinto e o som inconfundível do zíper da minha calça quebrou o silêncio…·Caramba! Será que um dia você não vai chupar ela enquanto tá comigo? – reclamou Isabella, com a voz ofegante.oNão! A sua tem um gosto gostoso! – respondeu Emma, voltando à ação.
Era claro que nós quatro estávamos no tesão. Por sorte, estávamos meio longe do resto. Mas alguns estalos da língua de Emma eram ouvidos por outras mães, mas eram tão sutis e curtos que se confundiam com a conversa constante e indistinta da Cheryl.
Olhei pra Isabella, que claramente tava se masturbando, enquanto eu esticava a mão pra agarrar a bunda de Emma, com intenção de dedar ela, o que deu ainda mais gás pro movimento das duas. De vez em quando, Aisha soltava gemidos, apertando um dos peitos, enquanto Emma tentava não fazer muito barulho ao se engasgar.§Durante o segundo semestre… consegui ouvir Cheryl falando sobre a programação anual.
— Emma, você precisa me fazer gozar antes do Halloween! — falei pra Emma com a cabeça do meu pau na língua pegajosa e quente dela. — Senão, vão nos descobrir.
Ela voltou a um ritmo frenético. A cabeça dela subia e descia com uma agilidade danada, chegando até o fundo do céu da boca.
Lá pra setembro, ela já me deixava no fogo e eu dei uns tapinhas no ombro dela pra ela saber que ia gozar.
Como se tivesse se agarrado com os lábios, ela chupou, selando hermeticamente meu pau e engolindo minhas quatro gozadas, sem tirar a boca. Depois disso, a gente se beijou e eu dei um lenço pra ela se limpar.
Enquanto a gente ouvia a programação de dezembro, Emma se apoiou no meu peito e perguntou:oQuando vai ser minha vez? Também quero sentir você dentro de mim!
Saímos da reunião acabados. Era óbvio que alguma coisa tinha rolado entre nós quatro, mas Cheryl interpretou como cansaço de ouvir ela.
De repente, ela me pega pelo braço e diz:§A gente se vê sábado?Próximo post
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