Minha mina me seduz e me come na feira (cap 30)

A partir desse momento, minha mina, minha querida Jéssica, se transformou de vez numa vagabunda folgada, sustentada e gostosa pra caralho. Basicamente, troquei minha infidelidade por uma preguiça extrema, onde por meses a fio qualquer capricho que ela tinha, eu tinha que ir comprar. Ela sabia jogar muito bem as cartas dela, e se eu negava, ela dizia que não ia me dar "a bocetinha dela", como costumava chamar aquela buceta linda de mulherzinha bandida. A situação era basicamente assim: a gente saía pra passear, ela toda gostosa, geralmente com uma calça meio transparente, preta ou azul, que deixava ver completamente a tanga fio-dental vermelha ou roxa. Às vezes até deixava o fio aparecendo. Sempre decotada pra caralho e andando como uma deusa, rebolando aquela raba divina. Eu carregava absolutamente tudo: o Dylan, que ainda era bebê, as coisas do bebê, as minhas coisas e até as coisas dela às vezes. Passeando pela feira local que ela gostava, qualquer topzinho, saia curta ou uma tanga minúscula, ela fazia cara de mulherzinha, mas com voz de bebê, dizia: "me compra". Se eu aceitava, ela vinha, me beijava de boca aberta e sussurrava no meu ouvido: "assim que eu gosto, fazendo letra bonita". Mas se eu argumentava que tava sem grana ou que já tinha comprado uma ou duas coisas naquela tarde, ela fazia voz de deboche e respondia: "ah, que pena, mas alguém vai ficar sem a minha bocetinha hoje à noite". Entre os beijos dela e as encostadas de bunda que ela dava, esfregando o volume, eu tava tão tarado que acabava cedendo, e assim eu ia lentamente me lascando, não conseguia comprar nada pra mim, mas de algum jeito tava pagando minha dívida. Claro que à noite, a danada me comia como os deuses, me cavalgava, pulava na minha pica que dava gosto, e me fazia chupar aquela buceta até todo o fluxo gostoso e lindo dela chegar na minha boca. Lascado? Sim, mas satisfeito também. Assim foram passando os dias e as semanas, e minha mina me tinha sob controle total. Minha cunhada, por outro lado, nem lenta nem... Preguiçosa se enganchou com um dos amigos bandidos dela da esquina e antes que eu pudesse sequer me despedir, já tinha se mudado pra favela com o cara. Basicamente, quando voltei do trampo, minha cunhada já não tava mais lá e uns oitenta por cento das coisas dela também não. Na família da minha mina também não sentiram muita falta dela, e uns dias depois ninguém mais falava nela, como se nunca tivesse existido. Isso me fazia pensar se teria sido igual na minha família rica depois que eu saí de casa. O negócio é que um mês depois de toda essa treta, a coisa tava bem tranquila. Minha mina tava curtindo de boa a vida dela, cheia de presentinhos e acordando ao meio-dia, eu tava curtindo as cavalgadas dela e as esporradas, e a gente tinha um pouco mais de espaço no quarto depois que minha cunhada foi embora. Então, além de toda a explicação da pós-treta que eu queria contar nesse capítulo, pensei: "beleza, mas o que caralhos eu posso contar?" E pensando, fazendo memória, foi justamente minha mina que lembrou da tarde que a gente trepou na feira. Como já tinha dito antes, a danada ia vestida bem provocante pra feira, e com tanto roçamento e tanta mina por perto, mais os beijos e as apalpadelas dela, eu tava muito, mas muito tarado naquela tarde. A gente tinha ido com meus cunhados do fundo e os filhos deles. A gente percorreu a feira de ponta a ponta. Basicamente, além de roupa barata, era um oásis de rabos empinados e gente agarrada. Nessa caminhada, a gente já tinha comprado um par de tangas e uma calcinha linda pra minha mina, quando uma barraca chamou muito a atenção dela. Vendiam uns vestidinhos com zíper dourado que tavam na moda na época, mas que era difícil de achar por aqui. Pretos com dourado, bem justinhos e decotados, ficavam um espetáculo; o outro era igual, mas preto com vermelho. Minha mina provou os dois e ficaram um fogo. Bem curtinhos, na altura da bunda, super decotados na frente, me deixaram de pau duro. O problema é que não ia dar pra chegar até o fim do mês com a grana (ainda Faltava tipo uma semana pra receber) se eu comprasse os dois. Eu: escolhe qual tu quer. Minha mina: os dois. Eu: não dá os dois, a gente não chega no fim do mês. Minha mina: que me importa, eu quero os dois. Eu: mas a gente não vai ter grana a semana toda. Minha mina: arruma um bico, sei lá, mas me compra os dois. Ela chegou perto de mim e começou a me beijar de boca aberta, gostoso. Disfarçadamente, ela tocou na minha cock e começou a passar a mão, bem quente. "Se me comprar os dois, te fuck aqui na feira." Claro que eu comprei os dois, e ela, com um sorriso de putinha feliz, deixou a criança com a irmã e me pegou pela mão. Meio na disfarçada, ela me levou até uns banheiros químicos que tinha num canto da feira. Entramos rapidinho num sem ninguém ver. Eu já tava com a cock dura pra caralho por causa da situação toda, então assim que ela baixou a calcinha e eu terminei de puxar a fio dental, enfiei com tudo. Óbvio que sem camisinha, pele com pele, meti a cock até o fundo da pussy dela. A Jésica soltou uns gemidos de prazer e deu um soco no plástico do banheiro. Eu continuei bombando cock dentro dela, cada vez mais rápido, e ela aumentava os gemidos, mesmo tentando disfarçar um pouco por precaução. Quanto mais cock eu dava, mais eu ficava excitado, mais eu ficava louco, sentindo aquela explosão da primeira vez com minha mina. Sentia o prazer de ser mais um zé-ninguém, mais um fudido, e curtir aquela mulher. Entendi naquele banheiro que ela tinha ganhado a batalha e a guerra. Não precisava mais de outras bucetas nem de outras minas, com a minha já bastava. Puxava o cabelo dela enquanto metia de pé, encostados naquele banheiro imundo. "Arrebenta toda a minha pussy", "dá cock, dá mais cock", ela repetia uma vez e outra. Tava tão excitado que ela gozou uma vez e, automaticamente, eu enchi a pussy dela de cum. Foi uma explosão de cum dentro da buceta dela. "Ai amor, que tasty", ela falou quando eu terminei de gozar. "Te amo, seu sem-vergonha", ela disse naquele momento. Com toda a situação, era foda. respondi que eu também, e ela continuou: "mesmo assim você vai me comprar de tudo". Se tão se perguntando pela grana daquela semana, tive que fazer uns bicos e voltei lá pras onze da noite pra casa. Claro que minha mina não tinha feito comida nem nada, sempre uma gostosa folgada, e assim mais me subia a pica.Mi turra me enamora y me garcha en la feria (cap 30)
It seems you039ve only provid

8 comentários - Minha mina me seduz e me come na feira (cap 30)

Siempre el mejor la verga al palo me dejas imaginandome esas turras
gracias genio si la verdad q laa turras calientan demasiado
Neketoh +1
Que hermoso! Ya extraño las historias de la trola de la suegra
gracias genio se vienen se vienen capitulos de la suegra e
nano652 +1
Que lastima se fue tu cuñada la dejaste embarazada?
tranquilo se vienen mas capitulos de la cuña
ley de turrras luchonas! Sino le cumplis los caprichos no hay sexo!! Ahí si vale la billetera mata galán!
sabelo eso es ley o le cumplis los caprichos o te dejan caliente
ME ENCANTA LA TURRA...COGE DONDE VENGA..UNA GROSA...+10, SIGAMOS ASI GENIO..ME IMAGINO EL PASAR DE LOS AÑOS..TODO LO QUE VENDRA
siiiiiii coje donde sea no le importa absolutamente nada sabelo. donde le pintanss ganas
ufffff preprate vienen muy buenas historias